Mediunidade na Era de Regeneração (Palestra 6) - Dia 3 | 3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade
3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade — “A mediunidade além do fenômeno” Local: Recanto Lins de Vasconcellos (Campo Largo/PR) Data: 12 a 14 de setembro 🎤 Palestra Título: Mediunidade na Era de Regeneração (Palestra 6 - Domingo) Palestrante: Carlos Campetti Este vídeo faz parte do 3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade, que reuniu lideranças espíritas de todo o Brasil para integração, reflexão e convivência fraterna. A programação contou com palestras, rodas de conversa e oficinas...
envolvendo, vão se aproximando, buscam os estudos, então elas precisam compreender, não é, que a fase do mediunismo para a humanidade vai ficando para trás, porque é cada vez mais uma prática da mediunidade consciente, não é? E a gente vai nas próximas perguntas aprofundando mais essa ideia, não é? Mas a gente vê com boas perspectivas. Nós notamos uma movimentação grande, né? Eu estou nos grupos, nem sempre me manifesto para não interferir inclusive, não é? Mas a gente observa que há um dinamismo de participação, de interesse, de fazer junto, de desenvolver as ideias, não é? E de aprofundar os conceitos. E isso é muito bom. Mas temos que estar no equilíbrio porque mediunidade não é obaoba. Nós não podemos, não é, levar o assunto com leviandade. Sempre com muita seriedade. Se cisudez, porque não é necessário, não é? Mas com seriedade. >> Muito bem. Obrigado. Muito obrigado, Carlos. Vou passar paraa Regina. >> Obrigada, Carl. A mediunidade sempre esteve presente na história da humanidade. Passou por Jesus, passou por Kardec, ficou restrita à sala mediúnica durante muitos anos e hoje a gente já percebe uma abertura muito maior em relação ao entendimento e a vivência da mediunidade. De que forma que a gente pode preparar melhor a nós mesmos e aos coordenadores e trabalhadores da área da mediunidade pensando no futuro? >> Muito bem. As perguntas excelentes. Eh, a gente tava falando da questão da conscientização, né? Nós devemos nos conscientizar do nosso papel. Qual é o nosso papel? A muitas vezes a gente pensa assim: "Ah, mas eu sou pequenininho demais. Eu eu não sirvo para nada. E aí eu lembro da Cecília Rocha, ela dizia: "Não resta dúvida, nós somos pequenos, mas a obra é imensa e nós estamos convidados a fazer parte dessa obra, a oferecer o nosso grãozinho de areia, a oferecer o nosso pequeno esforço, não é? e que vai se ampliando na medida em que nós também vamos nos integrando, desenvolvendo as nossas potencialidades. Então, a gente num papel de coordenador, de facilitador de grupos de estudo da
não é? e que vai se ampliando na medida em que nós também vamos nos integrando, desenvolvendo as nossas potencialidades. Então, a gente num papel de coordenador, de facilitador de grupos de estudo da mediunidade, participante de atividades mediúnicas, temos uma necessidade de ter coerência entre aquilo que a gente está falando, aquilo que a gente está querendo transmitir pros outros e aquilo que a gente faz, porque não tem como em termos de mediunidade, e Jesus colocou que Tudo que está oculto veria ser conhecido. E nós sabemos que isso é evidente. Os espíritos estão conosco, a gente sabe disso, tem as várias referências que todos os coordenadores conhecem. Há uma nuvem de testemunhas nos acompanhando todo o tempo. Então nós temos que ter coerência com a nossa própria consciência. É muito difícil isso. Depende. É um desafio. Lógico que é um desafio, porque nós às vezes levamos o nosso processo evolutivo até então sem saber dessa realidade. E aí a gente então agia no como todo mundo fala normalmente, não é? A gente não vai deixar de agir normalmente. Mas aí é aquele compromisso. Um dia eu vi o Divaldo dizendo isso. Eu não faço nada em privado que eu não possa fazer em público. >> Por quê? Porque ele sabe que não tá sozinho nunca. Em realidade não existe situação privada. Nós estamos sempre acompanhados. Então nós temos essa responsabilidade da autoridade moral. Se a gente não faz o que a gente apregoa, mas aí a gente pode resvalar. Nós somos seres humanos, somos felizes ainda. A a a questão aqui é preciso ser examinada. Nós, em termos de mediunidade, já sabemos o significado do problema de consciência, de drama de consciência, de culpa. A gente até diz assim, culpa vai ser uma palavra que vai ficar no dicionário de referências do passado, porque nós não vamos usar mais a culpa. Nós não precisamos dela, não é? Isso aí é coisa do passado. Inclusive as religiões utilizaram isso para submeter as pessoas. Fica com seu drama de consciência, com culpa, aí precisa fazer penitência, precisa ficar dependente do
o é? Isso aí é coisa do passado. Inclusive as religiões utilizaram isso para submeter as pessoas. Fica com seu drama de consciência, com culpa, aí precisa fazer penitência, precisa ficar dependente do do representante da religião, precisa sustentar as estruturas da religião financeiramente por causa da culpa que tem. Então o espírita não precisa desse tipo de coisa. E aí é o trabalho da gente cometer o engano. Cometi o engano, admitir que eu cometi o engano. Vou fazer o esforço de renovação e partir paraa luta, não é? E aí mais lá na frente resvala outra vez. Meu Deus, eu já pensei que eu tinha resolvido isso e ainda não resolvi. Então, às vezes eu até brinco, digo assim, eu vou lá na frente do espelho, olho para mim mesmo e diga assim: "Ô, Carlos Campete, raça de vibra, até quando vos suportarei?" Não é? Depois de tudo, tudo ainda, veja lá, na hora que foi falar, já saiu a agressividade de de antes, não é? Então, a gente tem que trabalhar, tem que ir fazendo aquele esforço em todo para que a gente conquiste essa condição de autoridade moral na relação com os nossos semelhantes e perante a nossa própria consciência. E é um trabalho ao longo do tempo. Ninguém vira santo de um dia pro outro e a gente não precisa ser santo, não é, para participar das atividades, inclusive com a mediunidade, mas nós temos que saber as consequências. Quando eu piso na bola e faço tem um resvalão, ou eu fiz por mim mesmo e eu estou atraindo os espíritos desequilibrados, ou são eles que já estão me induzindo em função de ligações anteriores. Não é porque ninguém faz nada sozinho. Com quem que nós estamos fazendo as coisas? Aí não podemos nos esquecer e a gente às vezes recomenda isso pros outros, esquece de fazer com a gente. E nós temos um anjo da guarda para nos acompanhar. Nós somos coordenadores, nós precisamos muito mais do que as outras pessoas às vezes que ainda não chegaram nesse nível de responsabilidade na relação com o anjo da guarda da gente. Ele é o nosso mentor espiritual e ele
ores, nós precisamos muito mais do que as outras pessoas às vezes que ainda não chegaram nesse nível de responsabilidade na relação com o anjo da guarda da gente. Ele é o nosso mentor espiritual e ele pode nos ajudar muito, mas ele não pode fazer o que é nosso trabalho, como a gente sabe. Então, a questão que dentro da pergunta que foi colocada e e que eu destacaria numa expressão é a autoridade moral que a gente precisa desenvolver pela coerência daquilo que a gente faz em relação àquilo que a gente já sabe que precisa ser feito. Não é o que a gente tem que ensinar pros outros, porque na na essência a gente não ensina, não é? O conhecimento está dentro de cada um. a gente ajuda a despertar esse conhecimento. Então, a gente não ensina e nós temos que tirar esse conceito, inclusive que é um conceito acadêmico. Nada de errado com ele, porque na academia se ensina, pode até ser, mas um dia a academia vai entender que ninguém ensina ninguém. Era o que Sócrates tentava fazer já antes da vida do Cristo. E era o que Jesus fazia na sua dialógica, na base da pergunta, da resposta, dos exemplos, das parábolas, para que as pessoas no amadurecimento pudessem eh ir aprendendo. Então, em termos de mediunidade, é fundamental que nós entendamos isso. Cada um tem um processo, nunca a realidade é igual a do outro e que a pessoa precisa dos elementos para ela aprender a caminhar com os próprios pés. E a mediunidade não é algo que acontece, como foi colocado na pergunta, no centro espírita, na quarta-feira, na quinta-feira, seja na sexta-feira, das 8 às 10, das 9 às às às às às 10:30, não é? Onde? Quando eu tô lá dentro do centro, Raul Teixeira sempre eh tem essa fala. Se é médio, é médio 24 horas ou então não é médio. Ah, mas é que acontece que quando eu vou lá pro centro, né, e a gente já viu o coordenador falando isso e é verdade, eu vejo, eu eu percebo mais, eu sinto os espíritos, sai de lá, eu não percebo nada porque a gente já entendeu como é que funciona. ambiente protegido, a
já viu o coordenador falando isso e é verdade, eu vejo, eu eu percebo mais, eu sinto os espíritos, sai de lá, eu não percebo nada porque a gente já entendeu como é que funciona. ambiente protegido, a espiritualidade preparou tudo, a gente entra dentro daquele ambiente, a nossa percepção é ampliada pela presença dos benfeitores e a gente capta melhor. Mas não significa que fora não estejam acontecendo as coisas. A gente pode não estar percebendo, mas a gente como é médio está recebendo as influências mais acentuadamente que outras pessoas que tem mais dificuldade. Então é importante que a gente esteja consciente dessa realidade de que de fato a mediunidade é de toda hora, de todo momento. Não significa com isso que a gente vai ter diálogo com os espíritos no meio da rua, não é? a gente coloca esse exemplo eh que é até bobo, né? Você tá na rua, vê alguém lá desorientado e vai lá fazer uma doutrinação espírito. Aí é falta de consciência isso, não é desequilíbrio. Nós tínhamos um companheiro eh trabalhava numa repartição e ele dizia que era espírita para todo mundo. E aí ele vinha no corredor, encontrava algum algum colega de trabalho e perguntava: "Você tá bem?" "Ah, eu tô com um pouco de dor de cabeça. Passou o tempo, o pessoal nunca mais falava que tinha nada para ele, sabe?" Mas vamos resolver isso agora. pegava a pessoa pelo braço, levava no bebedouro, pegava um copinho daquele de plástico assim, botava água dentro, diz: "Vem aqui pra janela que eu vou botar ali fora enquanto eu te dou um passe aqui, você vai sair daqui com dor de cabeça, sem dor de cabeça." Então, não é, é, é bobo isso. Ninguém vai fazer isso, mas eh é aquela questão, às vezes a gente não vai fazer uma coisa tão evidente, mas a gente tá com aquela esperança de que com aquela faculdade alguém vai ver, a gente vai ser destacado aí, não vai ser destacado mesmo pela obsessão, pode ter certeza disso. E a mediunidade, né, tem um um requisito fundamental que todo mundo conhece, que é a humildade. Sem a
, a gente vai ser destacado aí, não vai ser destacado mesmo pela obsessão, pode ter certeza disso. E a mediunidade, né, tem um um requisito fundamental que todo mundo conhece, que é a humildade. Sem a humildade a gente corre um risco muito sério. Então, eh, a mediunidade vai acontecer no nosso dia a dia. Nós vamos perceber os espíritos cada vez mais, cada vez mais. André Luiz, inclusive comenta isso, que ele recebe as informações e transmite pra gente. A humanidade está entrando numa condição evolutiva em que cada vez mais vai perceber o mundo espiritual. Mas o que é que está à nossa volta ainda? Não nos esqueçamos, a crosta planetária está envolta pelo umbral. Não é o umbral dos outros, é o umbral que nós mesmos alimentamos com os nossos sentimentos, pensamentos, vibrações, com aquilo que a gente faz, com a gente fala, com aquilo que a gente propaga, que a gente aceita, entrando pelos meios de comunicação, não é, dentro do nosso lar. Com isso, a gente vai criando esse essa psicosfera, não é? E a e a gente está nessa psicosfera. Então, o que é que nós vamos perceber de imediato? Esse tipo de coisa. Aí o que que a gente tem que fazer então? Elevar o tus vibratório e envolvendo, vão se aproximando, buscam os estudos. Então elas precisam compreender, não é? Que a fase do mediunismo para a humanidade vai ficando para trás, porque é cada vez mais uma prática da mediunidade consciente, não é? E a gente vai nas próximas perguntas aprofundando mais essa ideia, não é? Mas a gente vê com boas perspectivas. Nós notamos uma movimentação grande, né? Eu estou nos grupos, nem sempre me manifesto para não interferir inclusive, não é? Mas a gente observa que há um dinamismo de participação, de interesse, de fazer junto, de desenvolver as ideias, não é? E de aprofundar os conceitos. E isso é muito bom. Mas temos que estar no equilíbrio porque mediunidade não é obaoba. Nós não podemos, não é, levar o assunto com leviandade. Sempre com muita seriedade. Se cisudez, porque não é necessário, não
ito bom. Mas temos que estar no equilíbrio porque mediunidade não é obaoba. Nós não podemos, não é, levar o assunto com leviandade. Sempre com muita seriedade. Se cisudez, porque não é necessário, não é? Mas com seriedade. >> Muito bem. Obrigado. Muito obrigado, Carlos. Vou passar paraa Regina. >> Obrigada, Carl. A mediidade sempre esteve presente na história da humanidade. Passou por Jesus, passou por Kardec, ficou restrita à sala mediúnica durante muitos anos e hoje a gente já percebe uma abertura muito maior em relação ao entendimento e a vivência da mediunidade. De que forma que a gente pode preparar melhor a nós mesmos e aos coordenadores e trabalhadores da área da mediunidade pensando no futuro? >> Muito bem, as perguntas excelentes. Eh, a gente tava falando da questão da conscientização, né? Nós devemos nos conscientizar do nosso papel. Qual é o nosso papel? A, muitas vezes a gente pensa assim: "Ah, mas eu sou pequenininho demais. Eu eu não sirvo para nada. E aí eu lembro da Cecília Rocha, ela dizia: "Não resta dúvida, nós somos pequenos, mas a obra é imensa e nós estamos convidados a fazer parte dessa obra, a oferecer o nosso grãozinho de areia, a oferecer o nosso pequeno esforço, não é? e que vai se ampliando na medida em que nós também vamos nos integrando, desenvolvendo as nossas potencialidades. Então, a gente num papel de coordenador, de facilitador de grupos de estudo da mediunidade, participante de atividades mediúnicas, temos uma necessidade de ter coerência entre aquilo que a gente está falando, aquilo que a gente está querendo transmitir pros outros e aquilo que a gente faz, porque não tem como em termos de mediunidade, e Jesus colocou que Tudo que está oculto veria ser conhecido. E nós sabemos que isso é evidente. Os espíritos estão conosco, a gente sabe disso, tem as várias referências que todos os coordenadores conhecem. Há uma nuvem de testemunhas nos acompanhando todo o tempo. Então nós temos que ter coerência com a nossa própria consciência. É muito difícil isso.
ias referências que todos os coordenadores conhecem. Há uma nuvem de testemunhas nos acompanhando todo o tempo. Então nós temos que ter coerência com a nossa própria consciência. É muito difícil isso. Depende. É um desafio. Lógico que é um desafio, porque nós às vezes levamos o nosso processo evolutivo até então sem saber dessa realidade. E aí a gente então agia no como todo mundo fala normalmente, não é? A gente não vai deixar de agir normalmente. Mas aí é aqueleo compromisso. Um dia eu vi o Divaldo dizendo isso. Eu não faço nada em privado que eu não possa fazer em público. >> Por quê? Porque ele sabe que não tá sozinho nunca. Em realidade não existe situação privada. Nós estamos sempre acompanhados. Então nós temos essa responsabilidade da autoridade moral. Se a gente não faz o que a gente apregoa, mas aí a gente pode resvalar. Nós somos seres humanos, somos felizes ainda. A a a questão aqui é preciso ser examinada. Nós, em termos de mediunidade, já sabemos o significado do problema de consciência, de drama de consciência, de culpa. A gente até diz assim, culpa vai ser uma palavra que vai ficar no dicionário de referências do passado, porque nós não vamos usar mais a culpa. Nós não precisamos dela, não é? Isso aí é coisa do passado. Inclusive as religiões utilizaram isso para submeter as pessoas. Fica com seu drama de consciência, com culpa, aí precisa fazer penitência, precisa ficar dependente do do representante da religião, precisa sustentar as estruturas da religião financeiramente por causa da culpa que tem. Então o espírita não precisa desse tipo de coisa. E aí é o trabalho da gente cometer o engano. Cometi o engano, admitir que eu cometi o engano. Vou fazer o esforço de renovação e partir paraa luta, não é? E aí mais lá na frente resvala outra vez. Meu Deus, eu já pensei que eu tinha resolvido isso e ainda não resolvi. Então, às vezes eu até brinco, digo assim, eu vou lá na frente do espelho, olho para mim mesmo e diga assim: "Ô, Carlos Campete, raça de vibra, até
sei que eu tinha resolvido isso e ainda não resolvi. Então, às vezes eu até brinco, digo assim, eu vou lá na frente do espelho, olho para mim mesmo e diga assim: "Ô, Carlos Campete, raça de vibra, até quando vos suportarei?" Não é? Depois de tudo, tudo ainda, veja lá, na hora que foi falar, já saiu a agressividade de de antes, não é? Então, a gente tem que trabalhar, tem que ir fazendo aquele esforço em todo para que a gente conquiste essa condição de autoridade moral na relação com os nossos semelhantes e perante a nossa própria consciência. E é um trabalho ao longo do tempo. Ninguém vira santo de um dia pro outro e a gente não precisa ser santo, não é, para participar das atividades, inclusive com a mediunidade, mas nós temos que saber as consequências. Quando eu piso na bola e faço tem um resvalão, ou eu fiz por mim mesmo e eu estou atraindo os espíritos desequilibrados, ou são eles que já estão me induzindo em função de ligações anteriores. Não é porque ninguém faz nada sozinho. Com quem que nós estamos fazendo as coisas? Aí não podemos nos esquecer e a gente às vezes recomenda isso pros outros, esquece de fazer com a gente. E nós temos um anjo da guarda para nos acompanhar. Nós somos coordenadores, nós precisamos muito mais do que as outras pessoas às vezes que ainda não chegaram nesse nível de responsabilidade na relação com o anjo da guarda da gente. Ele é o nosso mentor espiritual e ele pode nos ajudar muito, mas ele não pode fazer o que é nosso trabalho, como a gente sabe. Então, a questão que dentro da pergunta que foi colocada e e que eu destacaria numa expressão é a autoridade moral que a gente precisa desenvolver pela coerência daquilo que a gente faz em relação àquilo que a gente já sabe que precisa ser feito. Não é o que a gente tem que ensinar pros outros, porque na na essência a gente não ensina, não é? O conhecimento está dentro de cada um. a gente ajuda a despertar esse conhecimento. Então, a gente não ensina e nós temos que tirar esse conceito,
ros, porque na na essência a gente não ensina, não é? O conhecimento está dentro de cada um. a gente ajuda a despertar esse conhecimento. Então, a gente não ensina e nós temos que tirar esse conceito, inclusive que é um conceito acadêmico. Nada de errado com ele, porque na academia se ensina, pode até ser, mas um dia a academia vai entender que ninguém ensina ninguém. Era o que Sócrates tentava fazer já antes da vida do Cristo. E era o que Jesus fazia na sua dialógica, na base da pergunta, da resposta, dos exemplos, das parábolas, para que as pessoas no amadurecimento pudessem eh ir aprendendo. Então, em termos de mediunidade, é fundamental que nós entendamos isso. Cada um tem um processo, nunca a realidade é igual a do outro e que a pessoa precisa dos elementos para ela aprender a caminhar com os próprios pés. E a mediunidade não é algo que acontece, como foi colocado na pergunta, no centro espírita, na quarta-feira, na quinta-feira, seja na sexta-feira, das 8 às 10, das 9 às às às às às 10:30, não é? Onde? Quando eu tô lá dentro do centro, Raul Teixeira sempre eh tem essa fala. Se é médio, é médio 24 horas ou então não é médio. Ah, mas é que acontece que quando eu vou lá pro centro, né, e a gente já viu o coordenador falando isso e é verdade, eu vejo, eu percebo mais, eu sinto os espíritos, sai de lá, eu não percebo nada, porque a gente já entendeu como é que funciona. ambiente protegido, a espiritualidade preparou tudo, a gente entra dentro daquele ambiente, a nossa percepção é ampliada pela presença dos benfeitores e a gente capta melhor. Mas não significa que fora não estejam acontecendo as coisas. A gente pode não estar percebendo, mas a gente como é médio está recebendo as influências mais acentuadamente que outras pessoas que tem mais dificuldade. Então é importante que a gente esteja consciente dessa realidade de que de fato a mediunidade é de toda hora, de todo momento. Não significa com isso que a gente vai ter diálogo com os espíritos no meio da rua, não é? a gente coloca esse exemplo, é,
dessa realidade de que de fato a mediunidade é de toda hora, de todo momento. Não significa com isso que a gente vai ter diálogo com os espíritos no meio da rua, não é? a gente coloca esse exemplo, é, que é até bobo, né? Você tá na rua, vê alguém lá desorientado e vai lá fazer uma doutrinação espírito. Aí é falta de consciência isso, não é desequilíbrio. Nós tínhamos um companheiro eh trabalhava numa repartição e ele dizia que era espírita para todo mundo. E aí ele vinha no corredor, encontrava algum algum colega de trabalho e perguntava: "Você tá bem?" "Ah, eu tô com um pouco de dor de cabeça. Passou o tempo, o pessoal nunca mais falava que tinha nada para ele, sabe? Mas vamos resolver isso agora. pegava a pessoa pelo braço, levava no bebedouro, pegava um copinho daquele de plástico assim, botava água dentro, diz: "Vem aqui pra janela que eu vou botar ali fora enquanto eu te dou um passe aqui. Você vai sair daqui com dor de cabeça, sem dor de cabeça." Então, não é é bobo isso. Ninguém vai fazer isso, mas eh é aquela questão, às vezes a gente não vai fazer uma coisa tão evidente, mas a gente tá com aquela esperança de que com aquela faculdade alguém vai ver, a gente vai ser destacado aí, não vai ser destacado mesmo pela obsessão, pode ter certeza disso. E a mediunidade, né, tem um um requisito fundamental que todo mundo conhece, que é a humildade. Sem a humildade a gente corre um risco muito sério. Então, eh, a mediunidade vai acontecer no nosso dia a dia. Nós vamos perceber os espíritos cada vez mais, cada vez mais. André Luiz, inclusive comenta isso, que ele recebe as informações e transmite pra gente. A humanidade está entrando numa condição evolutiva em que cada vez mais vai perceber o mundo espiritual. Mas o que é que está a nossa volta ainda? Não nos esqueçamos, a crosta planetária está envolta pelo umbral. Não é o umbral dos outros, é o umbral que nós mesmos alimentamos com os nossos sentimentos, pensamentos, vibrações, com aquilo que a gente faz, que a gente
crosta planetária está envolta pelo umbral. Não é o umbral dos outros, é o umbral que nós mesmos alimentamos com os nossos sentimentos, pensamentos, vibrações, com aquilo que a gente faz, que a gente fala, com aquilo que a gente propaga, que a gente aceita, entrando pelos meios de comunicação, não é, dentro do nosso lar. Com isso, a gente vai criando esse essa psicosfera, não é? E a e a gente está nessa psicosfera. Então, o que é que nós vamos perceber de imediato? Esse tipo de coisa. Aí o que que a gente tem que fazer então? Elevar o tons dous vibratório. Mas por enquanto a gente não consegue ficar 100% do tempo com a nossa vibração elevada. A gente se distrai, se descuida. A gente é atraído por alguma coisa, eu já prometi que eu não vou ver mais. Mas aí você tá aqui olhando alguma coisa e vem uma propaganda de alguma coisa. Meu Deus do céu, puf, essa hora que você vê você já entrou no YouTube. Você olha, ô meu Deus, o meu trabalho, meu YouTube tá lá ocupando o tempo da gente, do trabalho da gente. É, descuidou. Hoje em dia tá tudo tão fácil e a gente não percebe os minutos preciosos que vão embora às vezes com essas situações. E que tipo de espírito tá ali acompanhando isso com a gente. Pode ter certeza que o nosso mentor que veio para fazer o trabalho com a gente ou algum espírito que ele designou que se ofereceu, a hora que a gente se distrai lá no YouTube, a hora que volta pro trabalho, ele não tá mais não, que ele não tem tempo para ficar perdendo com essas coisas. Tô falando no YouTube, mas é todas as redes, né, que a gente tem aqui, não é? Agora isso é útil. Lógico que é útil num momento apropriado para fazer as nossas investigações, até ver a pessoa gosta de música. É pecado ver música agora não tá falando de pecado, nem de de que é proibido. A questão é da responsabilidade. Então, a pessoa tem direito a um momento também de descanso no seu dia. Se ela considera isso, não é? Agora a gente tá relendo, a gente lê em família todo dia, desde o ano 2002 a gente faz isso. A
de. Então, a pessoa tem direito a um momento também de descanso no seu dia. Se ela considera isso, não é? Agora a gente tá relendo, a gente lê em família todo dia, desde o ano 2002 a gente faz isso. A gente lê em família todo dia páginas espíritas. Então hoje nós estamos, estamos relendo André Luiz e naturalmente Kardec, né, que a gente também vai no ciclo, termina e volta de novo pro começo. Então, eh, a gente tá na leitura ali de André Luiz vendo a situação de de Dimas, né, desencarnação de Dimas, essa situação de obrezos da vida eterna agora nesse momento na releitura. E a gente vê então eh essas situações das influências espirituais o tempo inteiro, né, na vida das pessoas e o nível de conscientização que a gente tem que ter. Então, eh, a, ele vai colocar a desencarnação de vários tipos de espírito, Dimas, inclusive ele vai desencarnar por uma situação eh antes do tempo. E André Luiz tem um diálogo lá, né, que que dá uma lição para ele muito boa, né, na no diálogo que ele tem. Então o que que acontece ali de uma desencarna do tempo pelas privações que ele passou no desejo de fazer bem ao próximo, mas também porque ele dava muita importância às críticas que recebia, as perseguições das pessoas e desestabilizou o sistema, não é, eh, de de eh que nervoso dele em função disso e também desencadeou um processo de desencarnação antes do tempo por causa disso, mas não era Por isso que ele não ia receber ajuda, porque ele tinha créditos pelo bem que ele fez. >> Então, a gente ainda tem limitações, ainda tem dificuldades, nós ainda temos imperfeições, mas se nós fizermos o bem, não nos faltará o amparo que a gente precisa. >> Carlos, eh, excelente, excelentes reflexões. E enquanto você falava, me surgiu um questionamento assim também bem atual. Eh, em relação aos exotismos que a gente encontra em mediunidade, nós estamos aqui com coordenadores estaduais de todo o Brasil eh nesse nosso encontro. E eu gostaria de te perguntar como é que a gente lida, na condição de coordenador de estadual da
em mediunidade, nós estamos aqui com coordenadores estaduais de todo o Brasil eh nesse nosso encontro. E eu gostaria de te perguntar como é que a gente lida, na condição de coordenador de estadual da área da mediunidade com esses exotismos que a gente encontra ainda em mediunidade? Olha, tem é aquela questão da consciência, né, que a gente vem falando. Precisa estar consciente do nosso papel. Nós somos espíritas, de fato, somos espíritas. Já já a gente convida para fazer inclusive a reflexão, sabe? Eu sou espírita. Por que que eu sou espírita? Aí nós fomos ir lá na origem da definição de Kardec. Como é que ele definiu o verdadeiro espírita? Você reconhece o verdadeiro espírita por sua transformação moral? Eu estou lutando, tô fazendo minha transformação moral, porque não adianta ficar só tentando, tem que estar fazendo de fato, não é? Aquilo que a gente não conquistou ainda, a gente vai continuar lutando. Mas tem que haver conquistas evidentes paraa nossa consciência, não é pros outros verem, não. Então, transforma, você reconhece pela sua transformação moral. E aí vem os esforços, pelos esforços que emprega para dominar as suas más inclinações. Então nós estamos fazendo isso, estamos dentro, não somos perfeitos, somos perfectíveis, estamos a caminho, mas nós estamos dentro desse enquadramento que Kardec colocou. Então, se nós somos espíritas, nós temos essa responsabilidade de não contaminar a mente e as ações dos nossos irmãos com exotismos que não tm nada a ver com espiritismo. Ah, mas então vai ficar sempre e a gente acaba cansando disso, ficar sempre no mesmo. Ah, é fazer o bem a gente cansa. É, é. Acho que sim. Se a gente tiver uma sintonia ainda com o desequilíbrio, a gente tiver sintonia, não é, com o desejo, né, de de eh ficar satisfazendo o ego, aí a gente vai se cansar de fazer o bem. Agora, o bem ele gera tanta satisfação que a gente tem vontade de fazer mais, né? Normalmente, conforme a gente vai ir trabalhando, não conseguimos ainda, de repente, nós não
se cansar de fazer o bem. Agora, o bem ele gera tanta satisfação que a gente tem vontade de fazer mais, né? Normalmente, conforme a gente vai ir trabalhando, não conseguimos ainda, de repente, nós não somos perfeitos, como a gente disse, mas a gente vai em caminho. Então, o espírita precisa estar atento a isso, especialmente nós que somos coordenadores, responsáveis, médiuns atuantes e o médium aqui atuante no trabalho mediún, todos vocês sabem, não é apenas o médium ostensivo, é o médium de apoio vibratório, o médium passista, o médium dialogador. Então, todos somos médiuns ali, todos temos responsabilidade. E aí a a gente tem que tomar muito cuidado com esses modismos. Ah, mas aí você vê as pessoas vão saindo, o centro vai ficando com tão pouca gente e aí vamos fazer o quê? A gente vai aceitar um exotismo, alguma coisa que não tem nada a ver com o espiritismo para atrair as pessoas? Então, elas não estão vindo por causa do espiritismo. Agora, se as pessoas estão indo, será que nós estamos fazendo o trabalho como deveríamos fazer? Não é hora de recorrer a um organismo de unificação e bater um papo com as pessoas que tm uma experiência um pouco mais ampla pra gente conversar e saber: "Ah, mas eu tô no órgão de unificação e tá acontecendo isso aqui na região. Vamos procurar um outro. Qual é a federativa ao qual que eu tô ligado? Vamos trocar ideias, vamos ver caminhos que a gente pode adotar, não é? para que então as pessoas que já estão mais maduras encontrem na casa espírita o campo favorável para desenvolver suas potencialidades e realizar aquilo que ela se comprometeu antes da reencarnação dela. Porque se a gente deixar entrar o exotismo, não é aquilo que não tem nada a ver a novidade do momento para dentro do movimento espírita que vai através da casa espírita, então nós estamos prestando um desserviço para o espiritismo e estamos naturalmente fazendo o jogo das trevas. >> Tem o obrigado >> o o Manuel Fo de Miranda, só lembrando rapidamente, não é? tava tentando
o nós estamos prestando um desserviço para o espiritismo e estamos naturalmente fazendo o jogo das trevas. >> Tem o obrigado >> o o Manuel Fo de Miranda, só lembrando rapidamente, não é? tava tentando lembrar o título do livro, que eu nunca lembro aquela série que ele fala amanhecer de uma nova era. Aí ele vai falar eh da a gente quando leu, inclusive nós estávamos eh frequentando uma instituição que tava passando por uma situação muito difícil e quando eu li, eu digo: "Meu Deus, parece que o >> visitou aqui, >> visitou, né, o local que eu tô frequentando." Uns 15 dias depois eu encontrei um companheiro, ele falou: "Você lê o livro? Como é que é o nome do livro?" Regina, a a Rute Jacobson do Manuel Fernando de Miranda. Lembrando agora >> é eu vou dar uma olhadinha aqui, ver se eu acho e a gente fala antes de de terminar aí. Eh, o companheiro uns 15 dias >> planetária, amanhecer de uma nova era, perturbações espirituais. >> Perturbações espirituais. É isso. >> Últimos, né? A trilogia é essa. >> Isso. Perturbações espirituais. Aí o companheiro disse assim: "Rapaz, você leu?" Eu falei: "Li sim". Ele: "Rapaz, olha, eu acho que o Manuel F Miranda visitou o centro que eu tô frequentando, porque tá acontecendo coisas desse tipo lá". E aí a gente percebeu que Manuel Fluminho de Miranda estava nos alertando a respeito de uma problemática que Kardec recebeu alerta por Erasto em 1863, dezembro de 1863. Adec coloca uma mensagem de Erascito dizendo que o Espiritismo estava vivendo naquele momento o período da luta que tinha começado, né? O sinal desse início foi 9 de outubro de eh 61 com auto de fé de Barcelona e aí já tava em 63 e disse que aquela luta externa os que atacavam o espiritismo estavam percebendo que estavam divulgando o espiritismo. Porque quando Kardec pergunta aos espíritos como é que nós vamos chegar, o espiritismo vai chegar no interior, nós temos meio de de divulgação, não temos recursos para isso. E os espíritos disseram: "Espera que os padres farão esse papel, os padres vão ajudar nisso."
egar, o espiritismo vai chegar no interior, nós temos meio de de divulgação, não temos recursos para isso. E os espíritos disseram: "Espera que os padres farão esse papel, os padres vão ajudar nisso." E os padres faziam os seos furibundos contra o espiritismo, onde ninguém nem sabia o que era espiritismo. E o pessoal ia para as livrarias buscando os livros. E aí começou a divulgar o espiritismo no interior, não é? Então eles perceberam isso e asto alerta. Aqueles que estão atacando de fora estão começando a adentrar as reuniões, os centros, os grupos para de dentro provocar temas como política, religião. E um terceiro que a gente vê acontecendo ainda hoje, o meu centro é melhor do que o seu. Ou Jacobson, Regina e Rut, vocês têm dúvida que o meu centro é melhor do que o de vocês, >> sabe? É mais ou menos, né? essa situação quando o Kardec vai recomendar aqui um centro comunicando-se com o outro vão formando, né, aquela família espiritual e a gente tem que estar muito atento, porque às vezes a gente faz o jogo do inimigo e às vezes tem pessoas bem intencionadas, até reencarnar com compromisso de ajudar, mas entra no centro e vai receber as influências desses inimigos desencarnados que fazem esse papel, não é, de provocar a cisão de dentro do movimento espírita. E muito cuidado com essa história de eleição, não é? O espiritismo não tem, não é político. A política do espiritismo é a política divina, é a política do amor de uns pelos outros. Isso é política também. Ah, alguém me disse um dia, mas não tem homem apolítico? Eu falei: "Nem mulher, não é? não existe realmente, mas nós temos um compromisso com o nosso criador. Então a nossa política é a política divina, é a política da fraternidade, do amor. E para isso não precisa formar partido, porque já se é partido já não luta por todos juntos. Então já tem alguma coisa errada aí, não é? Então agora um dia perguntaram no encontro de jovens quando é que surgiu o partido político. Aí na época eu não lembrei de falar, mas eu disse sim, né?
tos. Então já tem alguma coisa errada aí, não é? Então agora um dia perguntaram no encontro de jovens quando é que surgiu o partido político. Aí na época eu não lembrei de falar, mas eu disse sim, né? Eh, eu vou dar uma resposta curta e direta, depois eu explico. Nunca, porque o dia que surgiu o partido político, ele está sendo criado porque não é espírita, porque se entender o espiritismo, não cria partido. Então a gente vai ver que o partido político foi anunciado na época de Kardec, tá na espírita em 1868, foi um e responsável pela Câmara dos Deputados lá na época do império ainda, que disse que havia o partido político e cardec nós descobrimos ter um partido político, a gente ainda não sabe, não é? E e na verdade nunca houve partido político espírita e que era Deus que nunca surja, não é? A questão vai ser só de nome, mas existem essas coisas, quer dizer, os modismos, não é? A questão do desentendimento da proposta ou da falta de conscientização que nos leva achando que a gente tá fazendo mal, bem, muitas vezes com boas intenções, mas falta conhecimento, falta amadurecimento e às vezes sobra orgulho, porque quando recebe a informação se rebela, não aceita porque o outro está errado. Quem tá certo sou eu, então vou criar o partido político e pronto. >> Muito bom. Vou vou devolver para Rute para sua pergunta. >> Eh, Carlos, dentro disso que você trouxe agora, você não acha que falta muito estudo da doutrina e que falta evangelho no coração para que haja modificação íntima da criatura para trabalhar e servir melhor? Concorda? >> Concordo plenamente, Rut. Excelente você ter colocado o tema. Eh, gente, nós, a gente comentou ainda h pouco que nós fazemos um estudo diário do espiritismo em casa. É, quem vê as palestras já deve ter ouvido eu falar sobre isso, não é? Então, não vou repetir o processo como foi, mas foi por ação espiritual, não é? A casa, ela não foi invadida quando a gente estava lá. Ela estava invadida quando a gente chegou e os espíritos estavam numa guerra porque eles não
ocesso como foi, mas foi por ação espiritual, não é? A casa, ela não foi invadida quando a gente estava lá. Ela estava invadida quando a gente chegou e os espíritos estavam numa guerra porque eles não queriam que a gente ficasse. Então, eh, um um familiar sugeriu a leitura diária, que logicamente eu não aceitei, minha filha na época também não. E nós éramos três, né, quatro com o filho autista, mas ele não votava. a gente decidia para evitar a briga, tudo na base da votação ali naquele período que a filha adolescente, rebelde, né, aquela coisa toda. Então, eh, eu e a filha não quisemos, a minha mulher sugeriu, insistiu três meses a Vera e acabou parando, né? Seis meses depois, a casa tava com a porta abrindo sozinha, garagem abrindo sozinha, barulhos dentro de casa, a pessoa que trabalhava com a gente foi embora dizendo que a gente era bruxo e aquela coisa toda, né? Aí eu reclamei com os espíritos e o avozinho da Vera se apresentou e disse: "Nós estamos fazendo nossa parte, mas vocês não estão fazendo a voz". Eu falei: "Caramba, poxa, eu trabalho no movimento espírita. A gente tem o evangelho no lado desde antes de casar. Como é que a gente não tá fazendo nossa parte? Disse: "Você não precisa falar não, que eu sei o que você tá pensando." >> Não, >> cadê a leitura diária que eu recomendei para Vera? Faz seis meses vocês esqueceram do assunto? Porque ela falou três meses, parou de falar, já tinha passado mais três. Aí a filha foi voto vencido, não queria ler de jeito nenhum. Mas uns três meses depois de começar ali, ela ela também começou a ler junto. E hoje, graças a Deus, ela tem um conhecimento espírita graças a essas leituras, porque a gente morou em oito países diferentes lugares onde às vezes não tinha espiritismo, né, centro espírita, nem nada disso. Então, a leitura em família, ah, mas a gente já faz o evangelho do lar, não basta. O evangelho no lar é excelente e tem que ser mantido. E a gente ontem foi domingo, foi ontem foi domingo. Ontem foi, foi antes de ontem, domingo. Foi
mas a gente já faz o evangelho do lar, não basta. O evangelho no lar é excelente e tem que ser mantido. E a gente ontem foi domingo, foi ontem foi domingo. Ontem foi, foi antes de ontem, domingo. Foi antes de ontem. Antes de ontem, domingo, nós fizemos o nosso evangelho no lar. Então, naquele dia a gente faz o evangelho, nos outros dias a gente faz a leitura diária. E naquele dia também a gente fez a leitura diária, porque as duas coisas se complementam, uma substitui a outra. Então, um horário da família que a gente, né, antigamente a família sentava para comer junto. Esses dias eu li um uma análise feita por um um sociólogo, ele dizendo que um grave problema da família americana é que perdeu o referencial de fazer a comida e comer juntos e que isso desagregou a família americana. Eu digo isso vale pro mundo todo. Então a família não é o fato de da comida em si, mas é de estar junto fazendo a comida, de estar junto comendo a comida. A gente começou terceirizando e depois a gente compra fora, tudo vem pronto e as crianças não sabem nem que tem que esperar o bolo esfriar. Então o meu genro outro dia me mandou um vídeo, né? Ele abriu o vídeo na hora que ele tava fazendo bolo com a com a com com a com a netinha mais velha. E o maior incentivo, faça sempre. Aí depois ele disse assim, ela tava ansiosa porque tinha que esperar o bolo esfriar. Falei: "Mas o processo é esse mesmo, isso é ótimo". Não é? Então, eh, é muito importante a gente ver isso. E aí é o alimento do corpo que a gente tá falando, mas é a convivência e o alimento da alma. Que hora que a gente alimenta a alma da família, não é? E é possível? Sim, é possível. Nós fazemos há anos isso, desde o ano 2002 que a gente tá fazendo. Então eu digo que é possível. A gente não pode recomendar o que a gente não faz. Então, leitura do espiritismo da família. Mas a minha família não é toda espírita, não tem problema, pai sozinho, porque a gente tem que fazer uma leitura individual também. Na família a gente tá fazendo. Agora, minha mulher, como ela
amília. Mas a minha família não é toda espírita, não tem problema, pai sozinho, porque a gente tem que fazer uma leitura individual também. Na família a gente tá fazendo. Agora, minha mulher, como ela tá se aproximando de aposentar, ela quer participar das minhas leituras individuais também. Então eu tava, tô terminando a série Joana Jan, tô no último volume, no último capítulo, não é? A partir de um certo momento, ela quis que lia esse junto também. Então, às vezes, é como ela ainda tá trabalhando e eu leio em outro momento, né? Então, quando ela tá junto eu leio junto com ela. Depois que ela se aposentar, essa leitura individual vai virar a leitura também junto com ela. Mas é importante você ter uma leitura individual. Se a família não participou, faça a sua leitura individual e avisa que você está disponível para quando quiserem participar do evangelho no lar ou participar da leitura. O que vai convencê-los? O fato de você falar ou brigar com eles? Não. É o seu comportamento que vai mudando ao longo do tempo. É o exercício da mediunidade para o auxílio da família na conquista do nosso equilíbrio, da nossa melhoria, do nosso aperfeiçoamento. E não temos que nos preocupar porque nós não respondemos pelo que fazem os outros. Ah, mas nós temos responsabilidade pelos filhos. Tente dar o melhor. Mas se o familiar não concorda, o cônjuge não concorda, a gente tem que ter respeito. Mas a família precisa de Deus. Mas lá no Antigo Testamento diz assim que quando através de ti Deus adentra o teu lar, toda a tua família é beneficiada. Então não nos desanimemos e sigamos. Façamos nossa leitura individual, se é possível além da individual uma leitura em família, o nosso evangelho no lar e v o terceiro aspecto do estudo que é no centro espírita. Um companheiro um dia falando paraa área de estudo do espiritismo do sei disse que tinha que acabar com esse negócio de estudo do espiritismo no centro espírita, porque isso gera dependência das pessoas em relação ao centro espírita.
aa área de estudo do espiritismo do sei disse que tinha que acabar com esse negócio de estudo do espiritismo no centro espírita, porque isso gera dependência das pessoas em relação ao centro espírita. Aí ele terminou de falar, falou uma hora, né? E quando ele terminou, eu pedi a palavra, né, que era uma reunião de de trabalhadores. Aí eu disse assim: "Olha, a proposta é muito interessante e a proposta de liberar as pessoas da dependência é muito interessante. Agora Jesus tá tentando isso há 2000 anos e as pessoas não aprenderam a ler o evangelho até hoje. É preciso que venha o consolador prometido justamente para aprender e nós temos fazer junto com as pessoas para elas aprenderem, senão elas não vão aprender. Então, provavelmente esse projeto daqui a 2000 anos vai se concretizar, que ninguém mais vai precisar dos outros para poder ler, vai ler sozinho. Aí eu fui meditar sobre o assunto. Ele me ajudou muito esse rapaz, porque aí eu cheguei à conclusão e vou colocar outro assunto que a gente tem que tomar muito cuidado em termos de mediunidade, que é a dependência atávica que as pessoas têm da religião. Ele tinha razão nesse aspecto, mas não é acabando com a leitura que a gente vai eliminar essa dependência. é o contrário, a leitura esclarece e ajuda quando feita em estudo, não é? Então você tem o estudo individual, faz as suas anotações, o que tá aprendendo, os destaques daquilo que você está aprendendo, as dúvidas você anota. Se não consegue esclarecer junto da família e surgem outras dúvidas na família, anota. quando vai pro estudo na casa espírita no conjunto vai poder apresentar as dúvidas, vai trazer a sua contribuição, vai ver que o que você tinha entendido, às vezes num texto que você tinha lido, que agora tá sendo estudado, tem uma amplitude que você não tinha percebido, nem a família tinha percebido por causa do conjunto e assim vai. Então, eh é muito importante entender esse aspecto que eu peço permissão para colocar. A gente traz o processo atá de dependência.
ido, nem a família tinha percebido por causa do conjunto e assim vai. Então, eh é muito importante entender esse aspecto que eu peço permissão para colocar. A gente traz o processo atá de dependência. >> Sim. Nós somos condicionados a ser dependentes da religião durante séculos e até milênios. Então a gente reencarna ou até reencarna às vezes em outra religião. Minha família veio toda do catolicismo, né? E eu já perguntei para pessoas em seminários lá na FEB mesmo, já perguntei mais de uma vez seminários que a gente fez lá no auditório. Tem alguém aqui que eh veio, né, eh de outra religião nessa mesma encarnação, foi católico, protestante, budista? Alguns levantam a mão. Aí eu pergunto: "O que que vocês pensavam sobre a vida futura antes de conhecer o espiritismo?" A resposta é quase invariável. Não pensava. ou então achava que pro céu ou pro inferno, ou que o destino tava definido depois da morte, que não tinha mais nada para ser feito. Então é mais ou menos essa a visão. O espiritismo esclarece profundamente paraa gente tudo isso. Então a gente é dependente pela culpa, né, por esses processos. A gente não consegue resolver os nossos problemas sozinho. A gente vai ter que transferir para alguém. E hoje, muitas vezes a a psicoterapia tá substituindo a dependência do representante da religião. Mas aí a pessoa chega no centro espírita, chega no centro espírita e aí ele vai encontrar lá, né, a palestra pública que é o sermão do padre ou do pastor. Aí tem a a água fluidificada, né? Água fluidificada é água benta, né? Aí tem o passe. O passe é a hóstia, né? Aí tem a tem o atendimento fraterno. Atendimento fraterno é a é a confissão, né? >> E aí a pessoa vai ficando dependente, aí fica dependendo do palestrante principal da casa ou do médium principal que dá, né, a consulta às vezes, esse tipo de coisa. E então fica na dependência, só transferiu, saiu de uma religião e entrou na outra religião, mas não entendeu a proposta, que o espiritismo não é esse tipo de religião. Mas as
zes, esse tipo de coisa. E então fica na dependência, só transferiu, saiu de uma religião e entrou na outra religião, mas não entendeu a proposta, que o espiritismo não é esse tipo de religião. Mas as pessoas que estamos lá responsáveis, nós estamos ajudando a pessoa a entender, então ela fica dependente da gente e a responsabilidade é imensa. A gente tem que tomar muito cuidado com isso. Então, como é que vai evitar isso? Tá tudo certo que tá sendo feito no centro espírito. Precisa do passe, precisa da palestra, precisa da água fluidificada, precisa do do atendimento fraterno, precisa de tudo isso, precisa da reunião mediúnica, precisa de todas essas coisas, mas de tal forma que a gente não personalize, não personalize, que não sejamos o dono do processo. ou aquela pessoa que vai fazer o atendimento fraterno, recebe a pessoa necessitada, ela fala 2 minutos o problema dela, a gente uma hora fazendo uma palestra para ela. Se ela quisesse ouvir palestra, ela vinha lá para lestrar pública, ela não precisava ir para atendimento paterno. Aí a pessoa se vai resolver os seus problemas ficar dependente daquela pessoa, porque tudo que ela vai fazer tem que perguntar para aquela pessoa que vai fazer uma hora de palestra para ela, cada vez que ela traz um problema. >> Percebe? Então é muito interessante te refletir sobre todas essas coisas no campo da mediunidade, porque a pessoa chega no centro espírita, não sabe nada e o que ele quer é ir para reunião mediúnica, porque ele quer ver fenômeno. Chega lá e não encontra o fenômeno porque ele não tá preparado para ver que está acontecendo, porque ele não conhece a teoria, se decepciona e diz que é tudo mentira e vai embora. Então a questão é realmente de uma responsabilidade da nossa parte, não é? Bastante ampla, tá bem? Estudo, estudo, estudo. Tem dúvida? estuda, >> tem dúvida, estuda em conjunto. >> Bom, eu, o Carlos já até falou bastante a respeito desse assunto, de tudo que a gente viu hoje, a gente percebe que ainda existe um grande número de
vida? estuda, >> tem dúvida, estuda em conjunto. >> Bom, eu, o Carlos já até falou bastante a respeito desse assunto, de tudo que a gente viu hoje, a gente percebe que ainda existe um grande número de trabalhadores que busca a casa espírita pelo simples fato de passar pelo transe mediúnico. O interesse dele é a reunião mediúnica, é a incorporação, mas não quer estudar, não quer participar de nenhuma outra atividade. E agora na época da pandemia, a gente percebeu que houve um grande afastamento de muitos desses trabalhadores que perceberam que não iam adoecer. Tá travando, né? >> E não retornando para casa espírita, como é que a gente pode trabalhar para reestruturar o trabalho das casas espíritas, conscientizando as pessoas da importância do estudo? você já falou, principalmente que >> a mediunidade não é a única atividade existente no movimento espírit. >> Uhum. Eh, como a gente, >> eu queria reforçar essa essa pergunta da Regina, se realmente ela é muito importante. A pandemia veio mostrar muito dentro que você acabou de falar aí sobre essa dependência, né? As pessoas começaram a descobrir que não era tanto assim aquelas ameaças. Se você não vier paraa reunião mediúnica, você vai ficar obsidiado. >> É, >> né? Que é uma forma de você ter um controle sobre as pessoas. É que o Regina tava colocando aí para nós. Eu acho muito importante querer te ouvir, Carlos. Nós queremos te ouvir sobre essa colocação. >> Isso é muito muito interessante, né? A a as perguntas. A gente pensou em alguns pontos que a gente precisava tocar que eram importantes, não é? E as perguntas acabam trazendo esses pontos pra gente examinar. Eh, é importantíssimo, né, que a gente tenha essa consciência de que o exercício da mediunidade não acontece só dentro do centro, né? Então, a gente às vezes não se dá conta. A gente aprende radiação mental quando a gente tá fazendo a formação, né, para a prática mediúnica e a gente exercita a radiação mental no dia do trabalho mediúnico e se esquece que a gente pode fazer isso dentro da
radiação mental quando a gente tá fazendo a formação, né, para a prática mediúnica e a gente exercita a radiação mental no dia do trabalho mediúnico e se esquece que a gente pode fazer isso dentro da nossa casa. e que num período de pandemia, por exemplo, os alguns médiuns estavam sofrendo muito, como é que eles se aliviavam indo ao centro espírita no dia do trabalho mediúnico, já se preparava a semana toda, aí aliviava porque se o espírito era atendido, aí começava o processo na outra semana, então gera também um vício de não conseguir resolver os próprios problemas. Eu me lembro que a primeira eh vez que eu fui frequentar a FEB, né, ali no trabalho mediúnico, eh teve um período que a gente mudou a sala, inclusive foi para um outro local e o seu Moutinho é quem estava dirigindo e eu ia eh ia tava desenvolvendo ali naquele momento ainda, não tinha nem ido pra mesa mediúnica, eu tava aprendendo, né, o processo e eu tava sentado, então e a reunião acontecendo e eu senti a presença, doeu meu peito horrivelmente, sabe aquela coisa tremenda. E eu naquela oração e tal. E quando terminou o seu motinho disse para mim: "Você percebeu algum espírito?" Falei: "Sim, seu motinho, como é que foi?" E aí eu descrevi para ele. Aí ele disse para mim, muito interessante, eu percebi e eu poderia ter ido atender o espírito, mas você sabe que você está em treinamento, você está em formação, então se eu fosse atender, você poderia ficar viciado no meu atendimento. >> E você está aprendendo a controlar e resolver. E aí ele explicou o que que tinha acontecido. Era um espírito que tinha desencarnado por um problema pulmonar. E ele não precisava de diálogo, ele precisava de receber os fluidos do médium para se recompor. E aconteceu o atendimento. Lógico, eu não sabia que tava acontecendo, não tinha conhecimento na época, não é? E o espírito foi atendido sem diálogo, porque eu não precisava do diálogo naquela circunstância. Mas por que que os espíritos colocaram ele ali? Para que eu aprendesse a controlar e
o na época, não é? E o espírito foi atendido sem diálogo, porque eu não precisava do diálogo naquela circunstância. Mas por que que os espíritos colocaram ele ali? Para que eu aprendesse a controlar e resolver? Porque eu fiquei orando até passar tudo, não é? Sem alarde nenhum. Não fiz careta, não fiz nenhum movimento. Ele percebeu porque quando, como ele tava no na responsabilidade da direção da reunião, tá atento a tudo que está acontecendo, não é? E ele então notou que tinha acontecido aquilo. Então ali é a questão da gente aprender de fato a dominar. A gente está então durante a pandemia, que que a gente pode exercitar? ou está em casa, não pode, não tem trabalho mediúnico, não tá frequentando e percebe o espírito, pega o Evangelho Segundo Espiritismo, faz uma leitura, não tenho tempo agora que eu tô agoniado com tudo que eu tô fazendo, faz uma prece enquanto vai fazendo as outras coisas, não é? E no momento que seja adequado, então vai pro Evangelho Segundo Espiritismo, faz uma leitura. Ah, mas o próprio médium pode resolver. Mas no tempo de Kardec não resolvia e tava começando ainda faziam reuniões familiares. O indivíduo era médium e ele fazia e vocação e recebia o espírito e escrevia. Não era psicofonia. A gente não está recomendando que faça isso porque não precisa mais, porque a gente já desenvolveu todo o processo hoje, mas que é possível. É possível numa situação de emergência, sem nenhum alarde, nem nada disso, não é a gente ajudar os espíritos através da oração, de uma irradiação mental, da do pedido pro nosso anjo da guardada, o nosso mentor espiritual nos ajudar no encaminhamento do espírito necessitado. Isso pode acontecer durante a semana e se tiver necessidade os espíritos vão encaminhá-lo, então e às vezes eles estão colocando ele junto de nós já antes na preparação do que vai ser o trabalho mediúnico no dia que a gente for no centro espírita, que a gente sabe que isso pode, né, acontecer. Então é muito importante nós estarmos atentos. Nós estamos adentrando o período da
ai ser o trabalho mediúnico no dia que a gente for no centro espírita, que a gente sabe que isso pode, né, acontecer. Então é muito importante nós estarmos atentos. Nós estamos adentrando o período da regeneração da humanidade. Vai se acentuar cada vez mais a capacidade da humanidade de perceber a realidade espiritual. E muita gente vai vir pro centro espírita buscando solução para o que eles estão percebendo. E é um momento de nossa conscientização de não gerar essa independência, deixar essas pessoas gerar independência em relação à instituição ou à gente mesmo, e se libertarem do processo atádico, da dependência das religiões ao longo do tempo e da dependência de outrem para resolver os nossos próprios problemas. A gente tem que aprender a caminhar com os próprios pés. Ainda não temos condição sozinhos. E não tem nada de errado pedir ajuda, mas nós estamos sendo convidados no processo da regeneração. E aí vai, vou colocar a última fala aqui, vou ter um momentinho só para fazer um fechamento. Dá por causa do tempo. >> Então aí Jacó, você quer falar mais alguma coisa, eu já faço essa fala aqui. É uma fala final que eu gostaria de fazer. Não, eu eu só destacar a importância de tudo que você falou >> e que realmente é um diálogo, né, que o o movimento espírita tem que ter com as pessoas, com a sociedade. Afinal, é a doutrina que liberta, não é a doutrina que aprisiona. >> Então, já te agradecemos muito aí a sua participação e deixamos realmente você aí à vontade com as suas considerações finais. Bem, eh, eu queria colocar, gente, no final, né, tinha pensado no assunto, apesar de que as perguntas já suscitaram a possibilidade de tratar disso, mas eu deixei isso pro finalzinho. Eh, a questão do período da regeneração, o significado disso. Ainda tem gente que resiste, né, porque parece que a Terra não mudou nada pra gente estar na regeneração. E então tem gente que não não aceita aqui, né? Mesmo espírita, que a Terra, o planeta está adentrando o período da regeneração, não está plenamente na
ra não mudou nada pra gente estar na regeneração. E então tem gente que não não aceita aqui, né? Mesmo espírita, que a Terra, o planeta está adentrando o período da regeneração, não está plenamente na regeneração. Lógico que não. E a gente confunde algumas leituras que a gente faz porque diz que o planeta de regeneração já não tem mais expiação, mas é um entendimento da leitura. Na leitura diz que não tem a punjante expiação, já não é mais aquele tipo de expiação dolorosíssima no período da regeneração. Mas como ainda não tem nenhum equilíbrio entre bem e o mal na regeneração, que isso vai acontecer no mundo feliz, então ainda há necessidade de expiação e há influências espirituais, não é? Então, a gente precisa compreender o que significa regeneração. Então, nós estamos saindo da expiação e provas para adentrar na regeneração. E é natural que ainda hajam características de expiação e provas, especialmente porque tem gente sintonizada com isso. Se eu ainda estou sintonizado com expiação e provas e sou espírita, quer dizer então que eu ainda admito que eu posso estar cometendo enganos para vir espiar numa outra encarnação. A gente não pensa nisso, né? Mas essa é uma é uma dedução. Agora, se eu estou sintonizado com a regeneração, eu estou fazendo esforços para não gerar causas expiatórias no meu futuro. E as expiações que eu teria que fazer serão por ações não voluntárias, mas ainda das condições do próprio mundo que ainda está em transformação e das minhas debilidades que ainda não foram superadas e as meus imperfeições que não foram vencidas e que ainda eu não posso ter a pretensão de ser perfeito. Então eu preciso me assumir como um ser perfectível, mas ainda não perfeito. e assumir que eu posso me enganar, mas não posso me enganar de forma consciente. >> Essa é a responsabilidade do nosso compromisso. que quando eu estou fazendo uma palestra, eu estou falando para um público de regeneração ou de expiação e provas. Porque se eu chego lá e digo pro público, este nosso planeta de expiação
compromisso. que quando eu estou fazendo uma palestra, eu estou falando para um público de regeneração ou de expiação e provas. Porque se eu chego lá e digo pro público, este nosso planeta de expiação e provas, a pessoa vai pensar nas dores e sofrimentos que ela vai ter ainda e não na oportunidade de gerar um ambiente regenerador a partir da própria ação dela. Então nós ligados à área de mediunidade temos que estar muito atentos a isso. E sinceramente, eu acho que todo mundo no na casa espírita, mais cedo ou mais tarde, está ou estará relacionada com a questão da mediunidade, porque a mediunidade é intrínseca, não é, do ser humano. Então, é muito importante que a gente considere qual a contribuição que eu posso dar como espírita, como médium, como trabalhador da mediunidade para que o nosso planeta se firme na era da regeneração. Sem me preocupar com o tempo. Isso é uma questão de Deus. O tempo não é uma questão nossa. a gente tem que aprender se desprender do tempo. É o que é que eu posso fazer hoje no minuto que eu estou vivendo para contribuir com as as potencialidades, as as condições que eu já tenho para que o mundo se firme na era da regeneração. E nós estamos convidados, então, para ser hoje alguns como os trabalhadores da última hora da da expiação e provas. Estamos convidados para sermos trabalhadores da primeira hora da regeneração. É um privilégio. Eu considero que é muito mais um desafio, mas um desafio nobre, maravilhoso. Se nós soubermos aproveitar, né, nós nos sentiremos muito bem conosco mesmo no cumprimento do papel que nos cabe. Desejamos excelentes atividades e uma confraternização. Eu, a palavra que me vem perfeita entre todos nesse período. muita fraternidade, gente. Nós temos defeitos, os outros também têm, mas nós estamos caminhando para nos aperfeiçoar e nós dependemos da compreensão dos outros e do apoio uns dos outros. E Jesus nos siga guiando sempre. Um grande abraço fraterno a todos e fico aguardando a oportunidade de nós nos encontrarmos e aí então
s dependemos da compreensão dos outros e do apoio uns dos outros. E Jesus nos siga guiando sempre. Um grande abraço fraterno a todos e fico aguardando a oportunidade de nós nos encontrarmos e aí então presencialmente para abraçar todo mundo. Muito obrigado, gente. >> Carlos, te agradecemos imensamente pelo seu esforço aí, pela sua dedicação em participar com a gente, mesmo virtualmente, trazendo esclarecimentos tão importantes aqui pra área nacional da mediunidade. assim como vice vice-presidente da FEB na área de unificação, tá junto aqui da área da mediunidade mais próximamente, né, dentro dessa visão ampla que você tem para sempre estar contribuindo com o desenvolvimento das atividades. Que Deus continue te amparando muito e te inspirando cada vez mais na tarefa que você abraçou. Agradeço também a RUT e agradeço também a Regi. E o segundo, o terceiro encontro nacional da área da mediunidade ainda prossegue com mais alguma atratividade. Muito obrigado. >> Obrigado. Deix.
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