Meditação e dinâmicas de integração | 2ºENER

FEBtv Brasil 25/11/2025 (há 6 meses) 26:47 45 visualizações

2º Encontro Nacional do Evangelho Redivivo Tema-geral: “Pedro, tu me amas?” (Jo 21:15) Local e data: Federação Espírita Brasileira — 19 a 21 de setembro de 2025 🎤 Palestra Título: Meditação e dinâmicas de integração Este vídeo integra a série de publicações individuais do 2º Encontro Nacional do Evangelho Redivivo, realizado na sede da Federação Espírita Brasileira (FEB). O encontro promoveu confraternização, avaliação e aprofundamento da metodologia do projeto O Evangelho Redivivo, uma con...

Transcrição

Bom dia. Bom dia. >> Então, se a Euz vai fazer alguma coisa para quietar alma, eu vou fazer para mexer com a alma agora, né? Agora, depois de um café, né? Bem saboroso, tá todo mundo cheio de energia, cheio de alegria. Então, nós vamos fazer uma dinâmica em que vocês vão participar, mas não vão falar nada, mas vão participar. Então, a dinâmica se chama a história do rei e vocês poderão aplicar também nos grupos lá de ESD, de Rede Vivo, né, nos eventos. Eu gostaria de alguns voluntários para fazer algumas coisas que a gente precisa com a dinâmica, mas ninguém fala nada. Quem gostaria de ser rei? Rei, levanta a mão, não vai fazer nada. É só para eu identificar quem seria rei. É rapidinho. Bora, gente. Tem que ser rápido. Um rei. Levanta a mão. Rei. Fernando. Rei. Quem mais gostaria de ser rei? Bora. Um rei. Gente, vocês não vão fazer nada, é só para identificar. Outro rei. Pode ser rainha também, viu? Dois reis. Mais um rei. Mais um rei. Lembra que vocês são rei. Bota no juízo. Eu sou o rei. Ok. Agora eu gostaria de outros personagens. Eu gostaria de alguém para ser as castelãs. Não tem que ficar lá, nem sai do lugar. Castelãs. Castelãs. Uma castelãs. Lembra? Não precisa nem saber. Vou já dizer. Castelã. Castelã. Outra castelã. Castelã. Quem mais? Castelã é muita, muita gente, mas castelãs, lembrem, quando eu falar a palavra rei, todo mundo que é rei se levanta e se puder dar uma rodadinha. Se não tiver labirintite, dá, se não dá só meia volta, mas tem que fazer o movimento, rei. Tem que ficar atento, rei. Castelãs, levanta a mão as castelãs. Pronto. Quando eu falar, pode ser mais castelã, gente. Mais. Quando eu falar castelã, as castelãs também se levantam ou então levanta a mão, mas tem que ser identificada, tá bom? Castelãs, mas quem não for castelã vai ser porta. Quem quer ser porta? Levanta a mão. Porta. >> Porta. Olha, porta. Vi nem sabe o que lhes aguarda. Pronto. Porta. Então, quando eu falar porta, as portas se levantam. Quando eu falar janela, quem quer ser janela?

er porta? Levanta a mão. Porta. >> Porta. Olha, porta. Vi nem sabe o que lhes aguarda. Pronto. Porta. Então, quando eu falar porta, as portas se levantam. Quando eu falar janela, quem quer ser janela? >> Pronto. Que quando eu falar, lembrem, só quando eu falar o nome de vocês, vocês se levantam. Por isso que a dinâmica é de movimento, né? E quando eu falar eh, deixa eu ver quem falta mais. Eu já falei rei, já falei castelan janelas. Fumaça. Quem quer ser fumaça? Pronto, fumaça. Tá aqui a fumaça. Quem quer ser chaminé? Chaminé. Do lado de cá não tem ninguém para ser chaminé, porque a fumaça tem que sair da chaminé. Pronto. Quando eu falar chaminé, OK, beleza. Show de bola. Quem no grupo ninguém, as pessoas que não estão em lugar, né? Nada aqui. Levanta quem não se identificou. O restante que não se identificou, só para eu ter uma ideia, o restante que não se identificou, pronto, todo mundo tem que participar. Quem não é, quem não foi, nem porta, nem janela, nem rei, nem castelã, serão os fantasmas. Pronto. Quando eu falar, quando eu falar a palavra fantasma, o que é que fantasma faz? Gostei. Muito bem. Agora vamos escutar a história. Tá bom. Era uma vez todo mundo atento. Quando eu falar as palavras, vocês se levantam e dão uma rodadinha, mas tem que escutar a história. Era uma vez um poderoso rei. Um poderoso rei. Cadê os reis? >> Muito bem. Pode sentar. um poderoso rei que morava num castelo muito distante, onde haviam muitas portas, muitas janelas. Pode sentar. Em volta do castelo haviam muitas casinhas onde moravam as castelãs. O rei, dono do castelo, tinha um costume interessante. Todos os dias, bem cedinho, ele à porta do castelo, pois uma das coisas de que mais gostava era de olhar as chaminés das casas das castelãs e observar a fumaça, fumaça que saía de lá e subia em direção ao céu. Isto era coisa rara de acontecer, pois as castelãs e suas famílias só queriam saber de ficar nas portas e janelas >> comentando os acontecimentos do lugarejo e do castelo. Passar

ia em direção ao céu. Isto era coisa rara de acontecer, pois as castelãs e suas famílias só queriam saber de ficar nas portas e janelas >> comentando os acontecimentos do lugarejo e do castelo. Passar passado algum tempo, coisas estranhas começaram a acontecer. As portas e as janelas das casas das castelãs não paravam de bater. Elas não sabiam mais o que fazer. Mas o que as castelãs não sabiam, coitadas, era que o rei, dono do castelo, havia combinado com seus soldados para baterem dia e noite nas portas e janelas das casinhas das castelãs, a lhes dizer que eram os fantasmas. Eles, vixe, como fantasma tem voz, né? Eles rondavam as casas das castelãs e elas tinham muito medo da fuma, eles tinham muito medo da fumaça. Até que um dia, após as famílias olharem bem para o castelo do rei, perceberam que as portas e janelas não batiam e que da chaminé do castelo saía muita fumaça. Então elas tomaram uma posição diferente, mas que depressa, foram para a cozinha e os homens foram para o campo e puseram-se a trabalhar. E quantos bolinhos gostosos eles fizeram, deixando sair muita fumaça das chaminés e como a colheita crescia. E a partir desse dia já não houve mais barulho na casa das castelãs e elas já não ouviam mais as portas e janelas baterem. Tudo mudou. Hoje o rei dono do castelo, vive mais tranquilo e muito feliz. Olha a cara de felicidade do rei. Porque todas as vezes que ele chega às portas e às janelas do seu castelo, olha para as casinhas das castelãs e fica contemplando a fumaça que sai das chaminés. Todos trabalham sem parar e nunca mais, nunca mais, nem por preguiça, nem por omissão, tampouco por maldade, os fantasmas >> ainda continuam com a voz muito firme, né? Não tem jeito, foram atraídos para as suas casas nunca mais. E assim os fantasmas agora bateram em retirada e o reinado viveu feliz para sempre. Muito obrigada. A pergunta de reflexão dessa dinâmica é a seguinte: quem é o rei na nossa história? Na nossa história da doutrina espírita? Quem é o rei? Quem é o rei que tá preocupado com as

sempre. Muito obrigada. A pergunta de reflexão dessa dinâmica é a seguinte: quem é o rei na nossa história? Na nossa história da doutrina espírita? Quem é o rei? Quem é o rei que tá preocupado com as castelãs, que não sai fumaça? Jesus. Quem são as castelãs? Nós. >> Nós. Quem é a fumaça? O que é que produz? É quem é a fumaça? Mas o rei queria que a fumaça saísse, porque isso significava que as castelãs estavam trabalhando. Então, o que é a fumaça na nosso movimento? O trabalho é o resultado do trabalho. Quanto mais saía fumaça significava que nós estávamos trabalhando, né? E a pergunta de vestibular é o novo >> que tipo quantidade de fumaça estamos fazendo em nossas casinhas para espantar os nossos próprios fantasmas e ajudar o rei com o seu reinado? E aí fica a reflexão para nós, né? Que tipo de fumaça estamos produzindo? Uma fumaça boa ou uma fumaça ou menos fumaça? Muito obrigado pela participação. Foi ótimo. Bom dia. Todos nós vivemos nesse instante a nossa criança. Quanta criança linda. Agora a criança vai se aquiietar e vai surgir o adulto. E o adulto vai ficar sem nenhuma ruga na testa. >> Com aquele os homens com aquele sorriso de Buda, boca fechada, sorrindo homem. E as mulheres vão se tornar monalisas, boca fechada, sorrindo. Por quê? Porque nós vamos vencer algo que se chama pai. Nós vimos criança, adulto e pai. Pai é o preconceito, adulto é a razão, criança é o sentimento. Como vocês vão penetrar dentro de si mesmos? Eu quero avisá-los para não se assustarem, porque vocês vão conhecer uma pessoa maravilhosa. Quem que vocês acham que é? >> Exatamente. E vocês têm hábito de conversar com esta pessoa maravilhosa? Será? Tem gente que tem medo de conversar com ela mesma. Então, rompa este medo, porque nós temos que manter um diálogo constante conosco mesmo. Mas este diálogo ele é interno. O rosto tem que ficar igual Buda Homaliza para ninguém imaginar o que que tá passando dentro de você. Vocês já deram risada consigo mesmos para dentro, sem ninguém saber que você tá rindo.

é interno. O rosto tem que ficar igual Buda Homaliza para ninguém imaginar o que que tá passando dentro de você. Vocês já deram risada consigo mesmos para dentro, sem ninguém saber que você tá rindo. >> Já fizeram isso? Tá, já dialogaram consigo mesmos. Puxa, mas como esta pessoa é maravilhosa. Eu nem sabia que ela era tão espetacular. Ela tá se mostrando. Olha, socorro, que coisa maravilhosa que ela propiciou. alegria de criança para todos nós que estamos aqui encarnados e desencarnados, não foi? Então agora, queridos, vamos deixar vivenciar o adulto. Como é que esse adulto vai ficar de pernas e pés descruzado? Vai se aprofundar na cadeia, no espaldar pra coluna ficar reta. Por quê? Porque vai surgir uma energia que circula aqui comalínica e ela só anda na linha reta. Você ficar assim, ela fica parada. Então você que não está prendendo sua mandíbula, tem gente que tá assim, ó, pelo amor de Deus, solta a mandíbula. Separa superior, da inferior e a cara de Buda e Monalisa. Agora cruza o pé e agora você vai prestar atenção na sua respiração. Só prestar atenção. É hábito você prestar atenção na respiração, porque ela mostra muito o que tá se passando lá dentro. E você não vai forçar a respiração, você até contar que agora você vai ter um diálogo constante consigo mesmo. Este, neste diálogo nós choramos, nós rimos, nós calculamos, porque nós somos o grande desconhecido de nós mesmos. Então, comece a se aproximar de você. O corpo está largado, as mãos sobre as coxas para não ter contato de in e começa a sentir você com você, hein? Agora o diálogo é você com você. Vê se você está acomodado, a tal ponto acomodado que você vai se esquecer do seu corpo físico. Deixe-o em paz. Quanto você exige deste arcabolso, acalme-se. E para você se acalmar, você vai prestar atenção na sua respiração de boca fechada. Você naturalmente vai fazer um pequeno esforço para puxar o ar, mas naturalmente para inalar. As narinas filtram, aquecem e umedecem o ar. E ele chega pronto pros pulmões.

respiração de boca fechada. Você naturalmente vai fazer um pequeno esforço para puxar o ar, mas naturalmente para inalar. As narinas filtram, aquecem e umedecem o ar. E ele chega pronto pros pulmões. Olha como é maravilhoso estar em contato com você mesmo. Para você ficar bem ligado com você mesmo, você vai contar. Nós vamos contar por segundos. Você vai observar que para inalar você fazendo um pequeno esforço, você leva um tempo. Você já descobriu o tempo para inalar? Agora verifique quanto tempo você é capaz de reter o ar. Tudo naturalmente. Não force nada, por favor. E para exalar nenhum esforço, o ar sai naturalmente. Deixe que ele saia. pode sair pelas narinas ou pela boca, mas só que tem que durar o dobro do tempo que você levou para inalar. Então, verifique você com você. Você é o sujeito da história, o personagem da história. Vê se você gasta 2 segundos para inalar. Então, retenha o ar no mesmo tempo que você levou para inalar. E para exalar é o dobro do tempo que você levou para inalar. Então você vai descobrir se você é dois 2 4 ou 3 ou quatro qu 4 oito. Se você já descobriu isto, você descobriu qual é o seu bioritmo. Quando você quiser uma interação com o outro, procure observar a respiração dele, o bioritmo dele, o tempo que ele leva para fazer isso que você está fazendo agora. E você entra em rapó, você entra em sintonia e a pessoa acolhe como a flor na madrugada acolhe o orvalho da manhã. Primeiro contato de você com você. Olha como é agradável. Eu nem sabia que eu era assim tão especial. Ah, eu vou ter mais respeito comigo porque eu tenho judiado muito de mim. Eu me cobro demais. Eu não me respeito. Eu não zelo por mim. Será que eu sou meu amigo e ainda conto com uma ajuda enorme que é um professor meu? Este professor se chama guia espiritual e ele vem tentando desde que você nasceu fazer um contato com você, mas você o ignora. passe a manter um diálogo com ele mesmo, porque ele é um espírito superior. Ele veio pela misericórdia de Deus para fazer com que você acerte mais e erre

fazer um contato com você, mas você o ignora. passe a manter um diálogo com ele mesmo, porque ele é um espírito superior. Ele veio pela misericórdia de Deus para fazer com que você acerte mais e erre menos. Bocejar é ótimo. Tem pessoas que estão bojando. Pode bochecejar. E nesse instante sagrado, quando nós entramos em contato conosco mesmo, nós vamos verificar esses três estágios que todos nós temos, a infância, a vida adulta e o preconceito. Minha infância, você conversando com você mesmo, a minha infância é o meu sentimento espontâneo, autêntico. Mas tem hora que eu tenho vontade de ir, mas eu não posso porque o ambiente não vai suportar o meu riso, as minhas circunstâncias não aceitam o meu riso. Então eu vou aprender a rir comigo mesmo, mantendo o meu semblante de Buda ou de Monalisa. Então eu rio para dentro, dou risada comigo mesmo. Olha como é gostoso entrar em contato com essa pessoa que eu desconhecia. E ótimo. Aí você boceja. você tira ansiedade, inquietação, medo, angústia. Então você também vai se lembrar que não é só a criança, tem o momento do riso que é comandado pelo mistério cerebral direita, mas também tem um o momento da razão. A razão é o adulto em mim. Quando vierem com uma conversa atravessada pro meu lado, uma vontade de me cutucar, de me chatear, eu vou dizer para comigo mesmo, não entre na complementação deste estado. a sintonia com o deboche, a ironia, o preconceito, a desconsideração, a inveja, a chava não tem entrada no meu mundo interno, porque a minha razão não permite. Mas aí além do sentimento e da razão, ainda tem alguma coisa muito forte em cima de mim. Então eu já conheço a minha criança, já conheço o adulto que eu sou, mas agora eu tenho que aprender o preconceito que me prende, enseguece, cobra. aborrece. Eu vou com a razão observar este preconceito. Um preconceito. Quem fica rindo demais é bobo. Não, por eu não sou bobo porque a minha criança pode existir. Numa hora de hilaridade, como nós tivemos com a apresentação do socorro,

este preconceito. Um preconceito. Quem fica rindo demais é bobo. Não, por eu não sou bobo porque a minha criança pode existir. Numa hora de hilaridade, como nós tivemos com a apresentação do socorro, nós vimos o que nós vimos a espontaneidade da criança. Então essa espontaneidade controla o preconceito. Ah, mas se eu ficar rindo demais, eu fui ensinado desde a infância e não se pode ficar rindo demais. compromete até a minha família fica parecendo que eu sou bobo, boba, mas a minha razão é mais forte. E diz para o preconceito: "Não, sorria, seja feliz. Você tem tudo para dar graças. Dai graças pela vida, dai graças pela família, dai graças pela fé religiosa que te sustenta. Dá graças pela sua curiosidade científica de querer saber das coisas, como que elas são. Olha como está acontecendo tudo tão depressa. Esta inteligência artificial, eu preciso de saber mais sobre ela. Estou ficando preguiçoso, preguiçosa. Eu preciso me informar. Então, você está no controle. Este nosso trabalho é para mostrar que você tem o controle. Tem o momento de você ser criança, tem o momento de você ser adulto e tem o momento de você dizer: "Não, não convém que se faça isso. O ambiente não é propício para esta atitude. Então, todos os três têm que ser administrados. Eu agradeço muito a oportunidade que tive de entrar en em contato com o eu interno de cada um de nós e desejo de coração que você adquira o hábito de conversar com você mesmo, porque você está perdendo oportunidade de dialogar com uma pessoa maravilhosa. Olha, foram necessários milênios para nós chegarmos aqui agora do jeito que a gente está. E eu ouso dizer que vocês considerem grande o espaço ou tempo pela frente que vocês ainda t nesta presente encarnação. Quero lhes confessar, eu tenho 91 anos, tenho três filhos, seis netos e três bisnetos. e tenho dois bisnetos na faculdade. Então, faça uma conta pela idade que você está e pela minha que ainda estou servindo para alguma coisa, o que vocês têm a realizar. Muito obrigada. Um beijo no coração.

nho dois bisnetos na faculdade. Então, faça uma conta pela idade que você está e pela minha que ainda estou servindo para alguma coisa, o que vocês têm a realizar. Muito obrigada. Um beijo no coração. Então,

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