MEDICINA DA ALMA – SEXO E DESTINO (ANDRÉ LUIZ/CHICO XAVIER) I ED MOURA (DF

O PROGRAMA MEDICINA DA ALMA idealizado pelo canal Renovando Consciências, destina-se ao estudo sistematizado das obras de André Luiz que, além de conectar ciência e espiritualidade, nos proporciona o contato com a realidade do mundo espiritual. Nos tempos novos e considerando o esforço grandioso da renovação, requisita-se o concurso de todos os servidores fiéis da verdade e do bem para que, antes de tudo, vivam a nova fé, melhorando-se e elevando-se cada um, a caminho do mundo melhor, a fim de que a edificação do Cristo prevaleça sobre as meras palavras das ideologias brilhantes (Emmanuel #Medicina # Espiritualidade# Renovação # Doutrina Espírita # Saúde # Mundo Espiritual.

Transcrição

Ave Maria, plena de graça, Deus é contigo, de luz. Dentre as mulheres, abençoada, a escolhida, a serva amada, ao ventre afagas o teu Jesus. Doce mãezinha, eu me ajoelho a contemplar o amor que te flui. Cantas baixinho em doce levo e ajoelhada pés do berço feliz o teu Jesus. Forte candura, chegou a hora. Um mundo clama por nova luz. Tu silencias o amor que chora. Tu te despedes rente a porta eterna abraças o teu Jesus. Este em levo ouvindo filho. O nosso Cristo cantar amor. Teus olhos brilham. Leve o sorriso. Tua alma vela com teu carinho e teus pés o segue por onde for. Marte serena, rosa ferida, dor que planteia o pé da cruz. Beijas ao colo querendo pobre Maria voltar à vida. O teu Jesus és minha mãezinha, por ti revivo. Eu ressuscito por ti, amor. Se deste mundo, eu sou o Cristo. No teu regaço. Sou só teu filho. Volta comigo. Vim te buscar. Olá, pessoal. Tudo bem com vocês? Estamos aqui em mais um programa Medicina da Alma pelo canal Renovando Consciências. É porque são tantos canais que a gente fica meio Mas esse aqui é do Renovando Consciências, né? O programa que é titular desse Medicina da Alma. E a gente tá estudando, comentando esse livro aqui, ó. Sexo e destino. Virou filme, tá já nos arremates finais, vai estrear dia 21 de maio nos cinemas do aqui do Brasil, certo? Confira-se na sua cidade, no cinema da sua cidade também vai passar, certo? É um filme que, pelo que eu vi, uma produção muito boa, com apoio da FEB, Federação Espírita Brasileira e assim tem um grande elenco. É um filme muito interessante. Quando a gente terminar esse livro, a gente vai passar para outro livro de André Luiz. Aí você já tá sabendo e vai ver o filme, já vai lembrar aqui das nossas lives, porque assim, o filme ele vai ter eh o roteiro dele, né? É baseado nesse livro. Não é dizer que tudo que tá aqui vai pro filme, não é baseado. Mas assim, muita coisa você vai entender se você ficar aqui com a gente estudando quando for ver o filme. A mesma coisa é o nosso lar. Você lê o livro nosso lar

e tá aqui vai pro filme, não é baseado. Mas assim, muita coisa você vai entender se você ficar aqui com a gente estudando quando for ver o filme. A mesma coisa é o nosso lar. Você lê o livro nosso lar tem muito mais detalhes do que no filme. Por quê? Porque o filme é baseado no livro nosso lar. Ele não é o filme do livro, ele é baseado. Certo? E é isso aí. Estamos, gente, transmitindo aqui ao vivo hoje, terça-feira, 19:30. Estamos com o Nave, núcleo audiovisual espírita. A gente também está com o IBEN lá de Sergipe, canal Somos_line, Espiritismo, canal Renovando Consciências, que é o titular desse programa, como eu já falei. Nós temos aqui também a Casa Espírita Seara de Luz e conosco também está o Instituto Goiano de Estudos Espíritas. Olha que legal, né? nov tá novo aqui com a gente, Rádio Espírita do Paraná e a Web Rádio Fraternidade conosco. E tem já uma participação aqui, ó. A gente tá com a Lucimar, né, Gelber, e também a Pitonisa. Boa noitinha para você também, Pitonisa. é a Inrid lá de Campo Grande tá conosco. E eu já vou começar fazendo aquele pedido que eu venho sempre pedindo para vocês, que é a caridade dos 3Cs. Curta, comente, compartilhe, certo? Isso aí você vai ajudar o nosso programa. Você não vai me ajudar especificamente eu, Ed Moura, a ter alguma vantagem. Não, não, você vai ajudar o programa e qualquer programa espírita que você vir, faça isso. Ajuda, sabe? Porque você ajuda a divulgar quando você faz isso aí. Essa caridade aqui, ó. Curta, comente, compartilhe. E outra coisa também é o seguinte, confere se você tá inscrita ou inscrito aí no canal que você tá vendo. Pode ser qualquer, é qualquer um deles. Não é um canal específico que eu tô falando, não. É todos, certo? Todos os canais espíritas merecem nosso apoio, tá bom? Por quê? Porque para divulgar a doutrina espírita. E assim a gente tem que fazer. Deixa eu ajeitar aqui. Isso. E assim a gente tem que fazer porque é o o é tanto bem que a doutrina espírita faz para nós que a gente sabe que merece

a doutrina espírita. E assim a gente tem que fazer. Deixa eu ajeitar aqui. Isso. E assim a gente tem que fazer porque é o o é tanto bem que a doutrina espírita faz para nós que a gente sabe que merece a gente fazer essa divulgação também para ela, não é? Então faz essa gentileza aí por favor, tá bom? E nós vamos, né, que vamos com a nossa live de estudos. No capítulo anterior a gente viu que a dona Beatriz tava lá, né, meio meio cá, meio lá, a Marita tava já no hospital, o Cláudio Nogueira teve uma transformação muito interessante, assim, ele tomou conhecimento da doutrina espírita, recebeu a visita do seu Salomão e do Senhor Agostinho. Aí ele foi ver o seu Agostinho, ele era ele era um dos clientes muito renomados lá do banco que ele trabalha. era cliente assim que fazia, trazia sempre muitos depósitos pro banco e era um cliente VIP, né, very important person. E o Cláudio ficou pensando, gente, como é que esse homem, né, tão assim rico, tão influente, como é que ele se envolve na vida das pessoas assim, no sentido de ajudar, de fazer a caridade, eh, se importa mesmo assim, ele se envolve emocionalmente na na dor alheia, no sentido de amparar, de ajudar. E ele ficou com esses pensamentos. Aí a gente começa no capítulo C, que já tava no no entardecer, né? E e o Cláudio naquela renovação íntima, né, crescente, ou seja, ele tava consumindo mesmo assim o o Evangelho Segundo Espiritismo, que foi um livro que ele ganhou do São Agostinho, e ele já tava, né, ele já conseguia se entender com ele, né, adquirindo mais amplos recursos de cultura espírita. Olha que interessante, né? Enquanto isso, a a Marita repousava lá sendo auxiliada pelo Ricardo Moreira, que auxiliava ela na respiração mecânica para que ela se mantesse encarnada, porque não estava no momento de ela desencarnar. E assim ele tava lá e tão logo, né, sustentado pela retomada posição, né, Cláudio desdobra-se, né, a seu turno, né, para dispensar a filha todo o carinho e toda a assistência que se veia capaz, ou seja, todo o carinho que ela,

logo, né, sustentado pela retomada posição, né, Cláudio desdobra-se, né, a seu turno, né, para dispensar a filha todo o carinho e toda a assistência que se veia capaz, ou seja, todo o carinho que ela, a filha dele era merecedora. Aí chegou o irmão Félix lá e participou da desencarnação da dona Beatriz. Aí verificada a estabilidade do serviço em andamento, o instrutor convocou-nos a tornar o rumo da direção dos Torres, ou seja, para ir lá na casa dos da família Torres, que é o Nemésio Torres, e a recém desencarnada dona Beatriz, a neta do Pedro Neves, o amigo do André Luiz. E eles numa velocidade de pensamento p foram para lá, chegou lá, né, na casa, na casa lá, tava lá já preparado o Velório, o Nemésio, que é o pai, e o Gilberto, que é o filho, o pai marido da da Beatriz, né, agora viúvo, e o Gilberto, agora órfão de mãe, né, porque a mãe tinha desencarnado, mas é o corpo que morre, gente. A gente sabe disso. O espírito ele vive eternamente. Mas assim, na visão deles, né, que eu tô falando, e eles estavam lá recebendo os convidados, estavam serenos, estavam calmos, nem parecia que tinha morrido gente, mas eles estavam assim mantendo aquele clima, sabe, de respeito, né? Aquele clima de respeito. Por quê? O espírito da dona Beatriz continuava lá ligado ao corpo, só que tava já desencarnado. Então, o que que, gente, o que que acontece? Tem um livro de André Luiz que ele fala sobre a desencarnação do, ah, eu esqueci, gente, o nome. Mas eles mostram como se opera a desencarnação. Vocês sabem para que que serve os chakras que a gente tem, né? Esse aqui, né? O principal aqui, o eu esqueci o nome. Aí tem o esse frontal, o laringo, o cardíaco, o solar, o esplênico, o básico. São sete, né? Eles coincidem isso aí no corpo espiritual. No corpo físico eles eles eles coincidem com ajuntamentos de nervos. É como se fosse assim, centros nervosos que nós temos nesses lugares. E quando a gente tá encarnado, o nosso perespírito, já viu quando a gente tem o chamado laço fluídico, o cordão de

ntos de nervos. É como se fosse assim, centros nervosos que nós temos nesses lugares. E quando a gente tá encarnado, o nosso perespírito, já viu quando a gente tem o chamado laço fluídico, o cordão de prata, quando a gente tá dormindo e o espírito sai do corpo, aí tem aquele cordão de prata, né? Pois é. Esse cordão de prata que ele é infinito, ele se estica até não sei quando, mas ele se retrai também. É uma coisa assim que a nossa tecnologia ainda não entende. É o que prende o espírito ao corpo físico. Então quando tá lá no mundo espiritual, lá na realidade, para saber quem é encarnado e desencarnado, que tá lá reunindo, é só olhar o cordão de prata. Tem uns que o cordão de prata sai daqui, ó, daqui da cabeça, sai daqui. Aquele cordãozinho de prata, então sai do umbigo bem aqui da região, onde fica o o chakra, se não me engano, o esplênico ou gastro, não sei. Então, sai daqui eh esse cordão de prata. Então, é muito simples. O espírito que tá lá no mundo espiritual, que tá encarnado e o corpo tá dormindo aqui na Terra, é esse que tem um cordão de prata. O que não tem cordão de prata é o desencarnado. Pois é. quando vai ter o desencarne, ou seja, o desenlace, alguns engenheiros do mundo espiritual ou médicos ou espíritos, né, com essa evolução e com a autorização também, eles vêm e desata os nós. Eles começam lá básico, que coincide, né, com a com a com a nossa genitáliia. Lá tem também um ajuntamento nervoso e tem um um chakra lá que é o o genésico. Então eles eles desatam lá, depois vai para esse daqui do mais ou menos na região do umbigo, desata os nós e vai e vai subindo assim nesse sentido. Desata aqui, desata aqui, por fim, desata esse aqui, ó. Aí quando é feito isso, o espírito e o corpo estão separados. A partir desse momento, o corpo começa a o quê? a definhar, não tem mais princípio vital nesse corpo. Então ele vai, sabe? É por isso que quando a pessoa tá em coma no hospital, o corpo não apodrece. É porque tem princípio vital ali. E é por isso que quando a pessoa comete

princípio vital nesse corpo. Então ele vai, sabe? É por isso que quando a pessoa tá em coma no hospital, o corpo não apodrece. É porque tem princípio vital ali. E é por isso que quando a pessoa comete o autoestermínio, né, eu não vou falar o nome porque vocês já sabem, eu já expliquei porquê, quando comete o autoestermínio, a pessoa se mata, ela continua ligada no corpo porque não tá no momento de desencarnar. Então ela, tudo que acontece com o corpo dela, ela sente. Então o corpo vai paraa terra, ela sente o corpo lá enterrando, ela se sente enterrada. É um negócio assim meio complicado, viu, para quem faz esse autoesteremínio. Assim como, por exemplo, eh, quando é cremado o corpo, ela sente, certo? Então, as pessoas que cometem o autoestermínio, elas têm que ter assim uma caridade a mais, porque o sofrimento é muito, muito grande e não resolve o problema. Autoestermínio não resolve o problema. O problema continua e continua de uma forma pior, porque no mundo espiritual tudo fica mais maximizado, tanto as coisas boas quanto as coisas ruins. Deixa eu ver aqui, tem alguém que quer falar aqui, ó. Pitoniza, curta, comente, compartilhe, inscreva e ative o sininho. Gratidão, né? Por favor, gratidão. Obrigada. Eu te agradeço, viu? Para você nos ajudar. E aqui ela falou também, ó. Obreiros da vida eterna. Oh, beleza. É o livro Obreiros da Vida Eterna. Exatamente. Esse livro do André Luiz que fala como acontece o desencarne. Tem um capítulo lá que cuida só disso. Eh, eles aplicam passes pro espírito dormir, ou seja, o espírito ficar meio anestesiado. Aí eles fazem o desastre, eles tiram o espírito e levam o espírito para outro lugar para ele se recompor, para recompor suas energias. É o chakra do umbigo. É o plexo solar. Isso. Maravilha, viu? Obrigado, viu, pela suas dicas aí, suas pesquisas, né? O plexo solar. Pois é, esse aqui então é o que o cordão de prata, ele sai desses daqui da cabeça, né, desse chakra aqui, então do plexo solar, que é o que coincide com um bigo do nosso corpo

isas, né? O plexo solar. Pois é, esse aqui então é o que o cordão de prata, ele sai desses daqui da cabeça, né, desse chakra aqui, então do plexo solar, que é o que coincide com um bigo do nosso corpo físico. Então, pessoal, o que tava acontecendo é que a dona Beatriz, ela tava sendo desligada e enquanto ele estava lá em espírito, mesmo que adormecido, tinha um certo respeito no ambiente. O Ricardo Moreira tinha levado lá uns um um uns espíritos trevosos para obsediar a Marina, porque na cabeça dele era ela é culpado, né? Ou seja, julgamento total aí, né? Ou seja, julgamento é um negócio aí que nesse livro que acontece e se a gente não tomar cuidado, a gente mesmo começa a julgar, porque esse livro é desafiador, é muito desafiador. Aí enquanto ela tava, ela tava mantendo aquele clima de de respeito, né? Tudo. Aí chegou um momento que o irmão Félix ele ele pediu para ele falou, tinha lá umas senhoras que estavam esperando para pro pro desenlace da dona Beatriz para dar o amparo. Pedro Neves também estava lá esperando para dar o amparo pra filha, né? Porque ele queria, na verdade, assim, é, eh, parece que tem uma coisa assim, é, de muito respeito e amor, receber o espírito recém desencarnado no mundo espiritual. Então, sempre é bom ter um parente, né? Imagina, você chega num lugar, você não conhece ninguém, não tá sabendo, aí fica. Agora, quando tem um parente que você conheceu aqui, que já desencarnou e você e ele pode te receber, nossa, muito bom, né? É igual você faz uma viagem, chega num lugar, você não conhece ninguém, aí você vê alguém conhecido, não é? Melhor? Pois é. Então era isso. Então Pedro Neves queria ser a primeira pessoa a aparecer lá para ela. Então dessa maneira eles foram, né? Aí no velório lá da dona Beatriz, né? Quando o corpo já tava lá saindo, eles estavam se preparando para levar porque eles iam levar ela para um lugar intermediário antes de levá-la pra colônia que ela ia, ela vai pra colônia espiritual e ela vai passar um tempo nessa colônia espiritual.

preparando para levar porque eles iam levar ela para um lugar intermediário antes de levá-la pra colônia que ela ia, ela vai pra colônia espiritual e ela vai passar um tempo nessa colônia espiritual. Então, veja só, antes de ela eh ir para essa coluna, ela ia para algum lugar aqui na Terra mesmo, aqui para recompor energias. Aí a Marina entra lá no ambiente, gente, era a única pessoa que tava chorando, mas chorando copiosamente, como eles falam, né? Chorando assim de sabe, lavar mesmo se Mas ela tava chorando porque ela tava com sentimentos meio confusos. Ela tava ao mesmo tempo assim com remorço, arrependimento e também ela estava admirada, admirada com a dona Beatriz. Ela tava com remorço e arrependimento. Por quê? Porque ela estava traindo a com o marido dela, que é o Nemésio. Querendo ou não, eles eles estavam casados, ela estava viva, só que ela tava moribunda, mas estavam casados. Então, o Nemésio é que não tem assim uma uma moral assim, digamos, uma moral, né, de homem casado, né? tava traindo a esposa com ela. E ela, a Marina, ela é assim, embora seja uma uma pessoa que tem a sua perspicácia, né, assim, muito parecida com a mãe, ela ela meio que faz papel de sonça. Ela não sabe dizer não, não sei como é que é, sabe? E tava namorando o filho também, o Gilberto, ou seja, ela ela tava traindo a dona Beatriz, tava atraindo o Gilberto e o Nemésio, o pai e o filho, porque tava ficando com os dois sem eles saberem. e ao mesmo tempo se traindo, né? Porque quem trai trai a si mesmo também, né? Fica a dica. E ao mesmo tempo admirada, porque aquela mulher sofrendo aquela batalha, aquelas agruras toda que que ela tava passando de uma forma assim pesada, né? e ela servindo de enfermeira para ela, aplicando medicamento, aferindo pressão, aferindo e ao mesmo tempo traindo. Então ela tava confusa e ela também estava com processos obsessivos que aqueles amigos lá do Moreira tinha colocado nela. Só que eles estavam do lado de fora. Por quê? Porque o o Ricardo Moreira tinha

Então ela tava confusa e ela também estava com processos obsessivos que aqueles amigos lá do Moreira tinha colocado nela. Só que eles estavam do lado de fora. Por quê? Porque o o Ricardo Moreira tinha pedido para eles esperarem no pátio. Eles continuavam lá no pátio. Eles não saem de lá. Olha só que coisa, hein? Que que o Ricardo Moreira ofereceu para eles para eles estarem assim totalmente a serviço do Moreira? Amizade não é, né? Eh, assim, esses espíritos eles não fazem nada de graça, né? Não tô julgando não, gente. Eu tô falando com experiência de leituras, de livros, outros que tratam desse assunto. Então eles estavam lá esperando Moreira para poder agir de novo. Só que eh na nos processos obsessivos eles não têm necessariamente acontecer com espírito obsessor aqui do lado. Por exemplo, eu tô aqui, tem um espírito obsessor aqui, né, meu irmão. Desculpa se tiver alguém aqui, me desculpa, viu? Não tô falando, eu só tô dando um exemplo, gente. Ele não vai não vai ficar, né? Assim, eu eu não tenho óleo de ver. Não sei se aqui tem, se aqui, sabe, não sei se aqui atrás tem, não sei. Aí o espírito não tem que estar necessariamente ao lado do obsidiado, ele pode estar às vezes eh em distância grande, sabe? pode estar às vezes numa colúnia espiritual obsediando. Aqui eles colocam artefatos no corpo espiritual do encarnado e fica mandando eh como se fosse informações, controlando, fazendo com que a pessoa sinta dores, sinta mal-estar. Por exemplo, ele sabe que todo dia 19:30 eu tenho aqui um compromisso. Então, se eu tiver sendo obsediado, ele vai programar para que alguma coisa aconteça comigo terça-feira 19:30, para não vir aqui para falar dessa desse livro maravilhoso aqui, né? Mas como eu não estou passando por um processo obsessivo, eu tô aqui tranquilo, nada aconteceu, mas eu tô só tentando ser didático para explicar o que acontece, certo? E a dona Beatriz, ela vai ser levada para algum lugar para ela fazer o restabelecimento, para ela poder fazer uma viagem inter, né, uma viagem suborbital ou

dático para explicar o que acontece, certo? E a dona Beatriz, ela vai ser levada para algum lugar para ela fazer o restabelecimento, para ela poder fazer uma viagem inter, né, uma viagem suborbital ou talvez até entrar em órbita e parar nessa colônia espiritual. Então ela tem que estar com organismo, né, mais, né, para ela não sofrer tanto. Nós temos um livro, nós não, né, eh, o Espiritismo tem um livro chamado Voltei do irmão Jacó, que é a história de do senhor Frederico Figner, um ex-presidente da Federação Espírita Brasileira. Ele tava agonizando, agonizando na cama de pijama, tava lá meio cá, tal, tal, até que ele desencarnou. Aí quando ele desencarnou, esses espíritos pegaram ele de madrugada e levaram sabe para onde? Paraa praia. A praia estava completamente vazia. Era uma época assim que não era o Rio de Janeiro de hoje. Então tinha muitas praias desertas na cidade mesmo do Rio. E esses lugares naturais são lugares, são fontes de renovação de energias, né? A gente sente isso quando a gente vai para uma cachoeira, quando a gente vai pro campo, quando a gente vai para um rio ou vai pra praia, né? uma praia deserta, uma praia assim ainda que tenha aquela aquele magnetismo, né, das coisas naturais, da areia, do mar, né, do vento, né, o vento tem magnetismo também. Então ele foi levado para lá. Aí ele foi levado de de pijama e ele imaginou o terno dele, sabe? Aí ele imaginou quando ele foi, tava lá com um ternozinho marrom que ele gostava e lá na praia, eh, porque ele ele recebeu as energias, ele, né, tal. Aí depois disso ele foi andar lá pelo Rio de Janeiro e fazer caridade, ajudar, né? Porque ele tava sem luz, né? Lei esse livro, gente. Voltei. É um livrinho assim fininho, muito legal de ler, viu? Voltei. Irmão Jacó, Jacob com B no final, viu? E a dona Beatriz, ela foi isso que aconteceu com ela. Aí o corpo saiu, gente. Sabe o que que aconteceu? Lembra que eu falei para vocês que a dona Beatriz tava lá moribunda dentro do lá lá do do quarto lá? Ela tava recebendo cuidados paliativos porque o

. Aí o corpo saiu, gente. Sabe o que que aconteceu? Lembra que eu falei para vocês que a dona Beatriz tava lá moribunda dentro do lá lá do do quarto lá? Ela tava recebendo cuidados paliativos porque o câncer dela era muito agressivo. E aí, ó, cachoeira é maravilhosa. Eu amo, também amo, viu? Também amo. Muito bom. Então, quando ela tava recebendo cuidados paliativos, porque ela ia desencarnar, ela ia, né, ele ia falecer, não tinha tratamento para ela, um câncer muito agressivo. Aí, embora ela pudesse falar, ela falava com muita dificuldade, mas ela tava recebendo eh cuidados paliativos. Ela vivia orando, ela não parava de orar. Ela sempre estava emendando uma oração na outra. As orações que ela aprendeu enquanto ela, né, estava encarnada por causa disso. E olha que eu não tô falando que ela é espírita, não. Ela não é espírita, ninguém fala qual é a religião dela, mas por causa disso, ela criou um ambiente espiritualizante na casa. Tanto é que o irmão Félix conseguiu um enfermeiro espiritual para ficar lá com ela, o amado. E ele ficava lá dioturnamente com ela, esse enfermeiro espiritual, cuidando dela, sabe? Da parte espiritual, porque da parte material quem tava cuidando era Marina. Então, gente, olha só o poder da oração. Tem gente que não ora, né? Não faz oração, assim em casa, não faz o culto do evangelho no lar. Mas isso é muito importante. Eu, antes de entrar aqui na live, eu faço uma prece quando tá tocando aquela música lá que a gente vê, essa música é o meu momento de eu fazer prece para entrar na live e depois eu agradeço. Então, paraa live ficar dinâmica, eu faço a prece fora. Então, a dona, a dona Beatriz, ela conseguiu criar um ambiente espiritualizante. Tanto é que na hora que ela saiu e em espírito foi levada, só ficou o corpo lá. Aí a Marinha tava lá chorando assim, eh, faltando força nas pernas, ela caindo tal, aquela coisa. O pessoal começou a ficar animado, sabe assim, lá no no velório. E tem certos lugares, né? Aqui em Brasília não tem tanto costume não, mas tem certos

do força nas pernas, ela caindo tal, aquela coisa. O pessoal começou a ficar animado, sabe assim, lá no no velório. E tem certos lugares, né? Aqui em Brasília não tem tanto costume não, mas tem certos lugares, em outras cidades, não sei se na sua cidade aconteça isso. Comenta aqui para mim se isso acontece na sua cidade. No velório, as pessoas costumam comer, fazer lanche. Eh, tem gente que assa pão de queijo, faz bolo, né? Bolos e bolos, faz com e serve também bebida alcoólica. Sério, tem lugares que o pessoal fala assim: "Vim aqui beber o morto". fala desse jeito e toma lá um uma uma um trago de bebida alcoólica. No caso aqui do do da dona Beatriz, eles estavam tomando licores raros que o Nemés tinha lá na casa dele, vários licores e outras bebidas, né? Aí eles estavam conversando e claro, isso aí vai a gente, a pessoa que bebe bebida alcoólica, ela emite um cheiro, não é? A gente não sente o cheiro. Pois é. Só que esses vapores no mundo espiritual, eles são muito mais espalham mais, né? Aí atrai o quê? Espíritos que são espíritos que consomem bebida alcoólica. Então eles começam a vir. Aí o pessoal começou a ficar animado, começou a contar histórias, né? Histórias assim sobre aventuras que tinham vivido na cidade, coisas pitorescas, coisas assim igual o André Luiz fala, né? Ele usa essa palavra brejeira, né? Aquelas coisas fúteis, mas alegres, né? e começaram a contar aventuras. Aí começou a cair pra parte sexual, começou a contar, a eu eu fiquei com aquela mulher, ah, eu eu peguei aquele homem, eu não sei o quê, sabe? Aquela coisa. E isso foi retroalimentando e foi criando um clima. Até que alguém teve a ideia de falar pro Neméso, Nemésio, manda trazer vinho e whisky aí, porque tá acabando aqui as bebidas, tal. E o Nemésio, acho que ele foi atrás, eu não me lembro do do desfecho não, mas o Nemésio foi atrás disso, sabe? E e aí e assim o que era para ser o que era um velório, gente, acabou virando uma festa. Agora imagina se isso era uma festa, o que que ia virar com a coisa

o não, mas o Nemésio foi atrás disso, sabe? E e aí e assim o que era para ser o que era um velório, gente, acabou virando uma festa. Agora imagina se isso era uma festa, o que que ia virar com a coisa evoluindo, né? Ó, minha amiga foi a um velório na Bolívia que tinha churrasco, bebida e música ao vivo. Olha só, hein? da Bolívia. Olha só, é outra cultura, né? Outro país. Olha que interessante. Bom saber disso. E foi aí o o o André Luiz e o irmão Félix voltaram lá pro pro lá pro hospital, ficaram lá um pouquinho lá com o o Ricardo Nogueira, o Cláudio Nogueira, quer dizer, né? E a Marina tava sentindo era medo. Ela tava lá, sabe, naquela, naquele desdobramento todo. Ela tava com medo do que poderia acontecer e aquela, sabe? E e e sofrendo muito, ao mesmo tempo, admirando, admirando a a a dona Beatriz. E olha só que coisa interessante, né? Eh, a dona Beatriz era a única pessoa que orava lá naquela família, a única pessoa que fazia orações. Ninguém falava em coisas espirituais, ninguém falava, né, nada. Mas a Marina, a Marina, ela tava com medo, sabe de quê? Porque agora a dona Beatriz de, ou seja, fora do corpo, poderia ver tudo, poderia saber de tudo, ou seja, o espírito quer saber de tudo. Então, como é que ela, ela Marina ia ficar, sendo que ela tava traindo a dona Beatriz e traindo o marido da dona Beatriz com com filho. Então, de certa forma, Marina acreditava na vida após a morte. Olha só que coisa, gente. Sem querer, a Marina tava acreditando na vida após a morte. Ele tava com medo do julgamento. Curioso isso, né, pessoal? Isso é uma coisa que tá nas entrelinhas do livro. Não tá dizendo isso aí. Isso aí fica nas entrelinhas. É interpretação nossa. E ela lá com medo, sofrendo, né? Aí doía-lhe a deslealdade que cultivaram incessantemente diante da filha de Neves. A dona Beatriz culpava-se pelo desastre que arruinara Marita, porque ela, de certa forma, ela contribuiu porque tava acontecendo com a Marita, a quem não tinha coragem de visitar ou rever. Por isso que ela não ia lá no hospital.

lo desastre que arruinara Marita, porque ela, de certa forma, ela contribuiu porque tava acontecendo com a Marita, a quem não tinha coragem de visitar ou rever. Por isso que ela não ia lá no hospital. Por quê? Porque ela tava sentindo o quê? O remorço já ouvia vozes, declarava-se perseguidas pelos vultos estranhos. É, os amigos, né? A obsessão que o que o Ricardo Moreira tinha colocado nela. Olha, ó, veja só, hein? Aí, gente, passaram-se cco dias depois disso, né? Acabou já o velório e tal. O Nemésio liga pra dona Márcia. Liga por quê? Porque a dona Márcia, ela parece que tinha falado alguma coisa pra Marina, para ela, né? Ó, acabou, né? Vamos embora. Sua casa é aqui no Flamengo, não é aí, porque ela continuava lá na casa do Nemésio. Aí o Nemés ligou para ela e querendo assim, não, eu queria bater um papo com a senhora, queria conversar, queria fazer. E a dona Márcia, né, Márcia Nogueira, achando estranho, né, que que ele quer falar comigo, né, que que ele quer conversar comigo? E ele insistindo assim, todo atencioso, aquela coisa assim bem eh quase que assediosa, sabe? Já viu aquela pessoa quando ela quer vender uma coisa para você e ela fica assim parece que parece um um polvo cheio de tentáculos querendo te envolver tal e nem assim com a dona Márcia ela estranhando e tal e ela falou falou ao telefone falou: "Não, mas eh eu acho que a Márcia a minha filha não tem que ficar aí, ela já, né, a dona dona Beatriz já, né, já fez a passagem, então ela tem que voltar para casa. E o seu Nemésio, não, não, deixa eu ir aí para conversar com você, tal, tal. Até que ela se fez de, né, de desentendida e tal, deixou. Aí na manhã seguinte Nemés foi na casa dela lá no Flamengo. Chegou lá uma casa bonita, toda arrumadinha já de manhã, né? Toda, né? todo organizado o apartamento. Aí o André Luiz fala de um jogo de café na cor roxa. Não sei por que ele falou isso. Eu não sei se tá na moda, não sei se é bonito, não sei se é de bom gosto, não sei se ele quis dizer que é de mau gosto, não sei. Eh, quem entende de

e café na cor roxa. Não sei por que ele falou isso. Eu não sei se tá na moda, não sei se é bonito, não sei se é de bom gosto, não sei se ele quis dizer que é de mau gosto, não sei. Eh, quem entende de decoração aí me diz, né, se um jogo de café da cor roxa é bonito, é feio, se tá na moda ou se não tá. Se bem que a moda vai andando aí uma hora sai da moda, depois volta na moda, sai na moda, volta na moda. Então é um é uma ciranda, né? é maluco esse aí, né? Bem, o fato é que ele foi, chegou lá, ele começou a conversar com ele e todo sorriso, tal. Aí quando ele olhou a dona Márcia, que ela entrou lá no ambiente, né, que a que foi a dona Olímpia que recebeu, né, o seu Nemésio, colocou ele lá na sala, né, na sala de visitas e saiu. Aí a dona Márcia veio andando toda bonitona, arrumada assim, gente. Ele olhou para ela assim, ficou olhando, falou assim: "Gente, é como se eu tivesse vendo a Marina madura assim mais bem formada, né? Mais assim, com jeito de mulher mesmo. Olha, ó, Nemésio não perde tempo não, gente. Nemésio já tava com um pensamento assim meio estranho e ficou observando aquela mulher, né, aquela diva, né, assim como tá dizendo lá no livro. Aí os dois se sentaram, começaram a conversar. Aí é os meus sentimentos pela dona Beatriz, né? Sei que o senhor tá passando para uma fase difícil, tal. Aí o Nemés, ah, meu, né? Eu estou condoído com a sua filha que está internada no hospital, numa situação, né, difícil, foi atropelada, tal, aquela coisa. Aí a Márcia e contou umas histórias lá para ele, meio que para tirar a culpa dela, né, da do fato acontecido com a Marita e falando que a Marita tinha problemas, é aquela coisa. e foi conversando, conversa vai tal até que entrou no assunto. Aí a dona Márcia falando falando que entendia, né, que a Marina eh tinha sido muito útil lá para ele, mas agora, né, era hora dela retornar para casa. Ela, né, tem que a casa dela, tem a casa dela, né, tem o quarto dela. Aí o Sério falou assim: "Não, a preciso muito da Marina lá em casa, porque ela dá ordem aos

né, era hora dela retornar para casa. Ela, né, tem que a casa dela, tem a casa dela, né, tem o quarto dela. Aí o Sério falou assim: "Não, a preciso muito da Marina lá em casa, porque ela dá ordem aos empregados e bota as coisas tudo na ordem. Você fou a desculpa dele. Aí ele falou: "Não, e a Marina lá em casa, ela faz o que ela quer, ela come o que ela quer, ela fica onde ela quer, ela dorme aonde ela quer. Ou seja, a dona da casa lá falando para a dona Márcia retrucando. Não, mas eu acho que tá na hora de vocês assumirem a vida de vocês, né? Ele: "Não, mas é porque a Marina não sei o quê". E ela tá muito abatida com todos esses acontecimentos. Eu quero levar ela para Petrópolis, tal. Dona Mar, pera aí, você vai levar para Petrópolis, gente, é uma cidade serrana que tem no Rio de Janeiro. Nunca fui, tenho vontade de ir. Parece que é um lugar muito bonito. É uma, né, por serra tem um clima maravilhoso, que ela, né, tal. E assim, e ele falando que ele tem casa lá, queria levar. Não, mas como é que vai ser isso, né? Vai levar minha filha, o Gilberto? Não, o Gilberto não vai não. Ele falou: "No, Gilberto, meu filho não vai, ele vai ficar, ele vai tomar conta da imobiliária enquanto eu vou. Baeu, Baiu, a governanta e a Marina. Aí a dona Márcia ficou assim pensando, é, então quer dizer que a minha filha, pensando, quer dizer que a minha filha tá muito envolvida na família, né? Então acho que isso aí já é um passo muito decisivo para ela se casar com o Gilberto. E ela falando assim: "Não, eu quero agradecer ao senhor", falando ass Nemésio, porque o senhor é um não é não é só um patrão, né? um patrão, um bom patrão, um bom patrocinador. O senhor também é como se fosse um um um uma pessoa assim que nos ajuda bastante, é um um excelente pai, né, pra Marina. Aí o Nemés falou assim: "Na hora é muito mais que isso". Só que ele falou de um jeito malicioso, sabe assim? É muito mais que isso, sabe? Sabe quando o sabe quando o lobo ma fala para para Chapeuzinho Vermelho, né? Nossa, que

Na hora é muito mais que isso". Só que ele falou de um jeito malicioso, sabe assim? É muito mais que isso, sabe? Sabe quando o sabe quando o lobo ma fala para para Chapeuzinho Vermelho, né? Nossa, que olhos grandes você tem, é para te ver melhor. Você sabe qual a intenção do lobo mal, né? Pois é, a mesma coisa. Qual que é a intenção do do do Nemésio com a com a Chapeuzinho Vermelho, quer dizer, com a Marina, né? Pois é. Aí a dona Márcia ficou com aquele negócio na cabeça, né? Muito mais que isso. É muito mais que isso. Aquele negócio ficou na cabeça dela, tal. E ela assim querendo entender melhor essa história, quando de repente o telefone toca. E a dona Márcia, ela é muito dissimulada, ela é uma pessoa que julga bastante, ela usa a inteligência dela para obter vantagens para si. Então ela manipula as coisas, ela coloca as coisas de um jeito que ela leva vantagem no final. Ela faz isso. Isso tá bem claro no livro. Não sou eu que tô julgando, gente. Pelo amor de Deus. Aí o telefone toca era um médico lá do hospital onde a Marita estava. E ele falou pra dona Márcia que a Marita estava ruim, ela estava mal, eh, e que se ela quisesse ver a filha com vida, ela tinha que ir lá hoje, ou seja, agora, porque ele não daria garantias de que ela poderia ver a filha com vida depois desse dia. Aí a dona Márcia ficou meio assim, deu uma coisa nela assim, aí na hora correu, agarrou, ela segurou para ela não cair no chão, tirou o telefone, né, molhou lá, tava tal, desligou e ela explicou para ele, falou: "Não, mas eu te levo lá no hospital, é bom porque eu vou lá dar dou do dou dou dou eh dou um abraço no senor Cláudio Nogueira mesmo, os meus, como é que fala? os meus o meu vou renovar com ele os meus apreços, tal, aquela coisa, gente, não é nada disso. Não é nada disso que Nemes tava querendo, né? Renovar preço de amizade, né? Não, não, era nada disso. Só vai vindo aí. Os dois entraram no carro. Aí o o André Luiz e o Félix que estavam lá, né? Se não me engano, acho que Félix é é

a querendo, né? Renovar preço de amizade, né? Não, não, era nada disso. Só vai vindo aí. Os dois entraram no carro. Aí o o André Luiz e o Félix que estavam lá, né? Se não me engano, acho que Félix é é sim, o Félix estava. Entraram no carro junto com eles e foram. Aí ficou o motorista o Nemésio, a dona Márcia aqui do lado, o cara passageiro, né, aqui do lado e atrás os dois espíritos. Olha só que interessante, o André Luiz e o irmão Félix, eles poderiam se movimentar muito mais rápido que o carro, só que eles queriam ir para acompanhar a coisa. Por quê? Porque se o André Luiz não tivesse acompanhado, ele não ia descrever pra gente nesse livro, né? Então era a finalidade o quê? De pesquisa, didática. Por isso que ele foi acompanhando eles no carro. E assim os dois foram conversando e agora era a vez da dona Márcia de ficar dando uma olhada assim pro Neméso, dava uma olhada, sabe? Dá aquela olhada assim disfarça, né? Dá aquela rabo de olho assim, dá aquela escaneada assim de baixo em cima assim, disfarça e pensando, né? Nossa, até que o senhor Nemésio é um bom partido, né? Um homem bonito, né? Um homem bem cuidado, bem bem apeçoado, bem afeiçoado, se veste bem. Ou seja, é uma versão melhorada do filho dele, né? Só que ela mal sabia que o que o seu Nemésio, igual o André Luiz falou, né, na primeira parte lá que a gente viu lá, né, o André Luiz descreveu assim, né, como se fosse um prédio, um prédio bonito por fora e todo acabado por dentro. André Luiz que fala, gente, não sou eu. E ela assim olhando e pensando, né, nossa, né, um homem dinheirado todo, né, não sei o quê. Por que que ele fica perdendo tempo com a minha filha, com a minha filha tonta, né, a Marina, que que nem sabe o que que é da vida. Era assim que ela via a a filha dela. Ela manipulava a filha, manipulo, né? E assim olhando e os dois e os dois começaram a conversar, né? Até que ela perguntou, ela ficou, ela tava se sentiu interessada por ele. Ela perguntou: "Mas vem cá, o que que é isso que você tá falando? Muito mais do que imagina com a

s começaram a conversar, né? Até que ela perguntou, ela ficou, ela tava se sentiu interessada por ele. Ela perguntou: "Mas vem cá, o que que é isso que você tá falando? Muito mais do que imagina com a minha filha." Aí o Nemésio foi e falou, né? É, eu tô apaixonado pela sua filha, tal, eu gostaria de me casar com ela. Aí a dona Márcia ficou achando estranho aquilo, né? E ficou pensando no Gilberto, tal. Bom, aí eles chegaram. Eu acho que esse diálogo aconteceu antes do telefone, viu, gente? Mas ficou registrado aí. Aí quando chegaram no hospital tava lá a Marita deitada, respirando com dificuldade. Eles não viam, mas o Ricardo Moreira estava lá auxiliando ela na respiração mecânica. na parte espiritual para que ela não desencarnasse, porque ela recebeu uma moratória para ficar lá. O Cláudio Nogueira estava lá triste lendo o Evangelho Segundo Espiritismo. Aliás, ele tinha já devorado aquele Aí quando o a dona Márcia chegou, o médico foi receber ela e o Nemésio. Aí a dona Márcia, olha só, tanto que ela é calculista, o tanto que ela é dissimulada, o tanto que ela é espertinha, para não passar a imagem pro Nemésio, que ela nunca tinha colocado os pés lá lá naquele hospital, que era verdade, era a primeira vez que ela estava indo lá, ela começou, antes que o médico viesse falar alguma coisa, ela começou a falar que não, que isso aqui tá errado, isso aqui tem que mexer, isso aqui eu já tinha falado que tinha que mudar, não, isso aqui não pode ser aqui já eu tinha pedido para mudar porque isso aí pode atrapalhar não sei o quem. Tipo assim, falando como se alguém como alguém que conhecesse o ambiente e o médico não sabia de nada. O médico ficou lá parecendo um bobo lá e eh tentando falar e não conseguia. E ela já tomou conta de tudo lá, já manipulou o médico tal e o Nemésia olhando para f assim: "Nossa, que mulher gente cuidadosa, né? Acreditou nela, né?" Aí até que entraram por onde a Marita estava e aquele cheiro forte, né? Porque como eu falei para vocês, a Marita, ela estava com

f assim: "Nossa, que mulher gente cuidadosa, né? Acreditou nela, né?" Aí até que entraram por onde a Marita estava e aquele cheiro forte, né? Porque como eu falei para vocês, a Marita, ela estava com peritonite. Peritonite é aquela parte do corpo peritônio que segura, né, os órgãos. Então ele tava todo dacerado, todo, né, todo acabado por causa do atropelamento. E o, como é que fala? O, o, o choque que ela teve na cabeça, né? Eh, eu esqueci o nome, quando bate o crânio no, né? Ai, meu Deus do céu. Eu falei esse nome nas outras lives aí, ela bateu a cabeça, certo? Ela bateu a cabeça muito forte. Eh, então o que que acontece? Ela tava não tava controlando o corpo direito. Então, de vez em quando ela ela soltava excrementos, soltava excrementos. Excrementos que tinha um cheiro forte, muito forte, porque ela tava só com remédio, só tomando remédio, não tava se alimentando. E é aquele alimento, quando era alimento, era aqueles de hospital. Então, cheiro horrível e nem sempre tinha E tinha eh equipe assim disponível para estando, né? Que a INBIT tá me ajudando. Traumatismo craniano. Obrigado, viu Indich? Então ela tinha sofrido também traumatismo ucraniano. Aí nem sempre tem equipe. Nessa época parece que não havia o TI unidade de terapia intensiva. Então e e aí ficaram lá conversando. Aí o Cláudio Nogueira quando ele olhou o seu Nemésio, ele lembrou assim, veio aquele, sabe quando veio aquele filme assim rápido na cabeça da gente? Ele lembrou do Nemésio lá que ele quando ia nas noitadas encontrava o Nemésio lá também com várias mulheres naquela vida no Bom Vivan, né? Sempre pagando rodadas para todo mundo porque é um homem dinheirado e sempre lá na farra mesmo. Inclusive quando ele quando ele encontrou com o Nemésio, o Nemésio a última vez ele estava com a filha dele, a Marina. Só que o Cláudio o que que ele fez? Ele não julgou. Aliás, ele aplicou uma coisa que ele aprendeu com o evangelho segundo o espiritismo, a indulgência. Ele foi indulgência, foi indulgente com o Nemésio. Isso aqui não tá com essas

e fez? Ele não julgou. Aliás, ele aplicou uma coisa que ele aprendeu com o evangelho segundo o espiritismo, a indulgência. Ele foi indulgência, foi indulgente com o Nemésio. Isso aqui não tá com essas palavras não tá sendo dito no livro. Eu que tô falando. Ele aplicou indulgência porque ele pensou, pelo menos o senor Nemésio estava lá com uma mulher diferente, ou seja, uma mulher que não fazia parte da consanguinidade dele, que era Marina. E eu, eu, Cláudio Nogueira, que assediei sexualmente a minha própria filha. Ou seja, ele teve colúio, teve conjunção carnal, ele transou com a própria filha, que depois ele descobriu que não era filha adotiva, era filha consanguínea. Ele teve lá um caso com a Aracélia, a mãe da Marita, e a Aracélia ficou grávida, sendo ele o pai. Aí a Marita nasceu e a Marita, ela é meia irmã, meio irmã da Marina. Ela não é filha da dona Márcia, mas é filha do Cláudio. E o Cláudio é pai da Marina e da Marita. Viu como é que é o negócio? E o Cláudio Nogueira fez esse exercício mental de que ele foi, né, ele foi indulgente. Aí ele, ou seja, ele ele fez esse movimento, já tava colocando em prática o que ele tinha aprendido horas horas atrás, lendo o Evangelho Segundo Espiritismo. Olha só, gente, isso é que é a reforma íntima. Isso é que é o sentido da doutrina espírita, é a gente aprender as coisas e já botar em prática. É fácil, não é? Pois é. Aí ficou aquela coisa e ele começou a chorar, nós começou a falar da Marita e começou a chorar, chorar, chorar e botou o lenço lá. Aí, aí a dona Márcia foi, ajeitou lá os travesseiros, mexeu lá no colchão, não sei o quê, fez lá um um um teatrinho lá, aí passou a mão na cabeça da filha e falou: "Ô, minha filha querida, que você não sei o quê, né, né, né, sabe assim, não era nada disso, porque ela, quando ela encontrou a filha, a filha tava desesperada, ela deu uns tabf nela. Pois é, a menina já tava desesperada porque tinha sido assediada pelo pai, encontra com a mãe, em vez de ter acolhimento, teve o quê? Teve uns tapa, né? Tá

lha tava desesperada, ela deu uns tabf nela. Pois é, a menina já tava desesperada porque tinha sido assediada pelo pai, encontra com a mãe, em vez de ter acolhimento, teve o quê? Teve uns tapa, né? Tá aberto. O livro tá dizendo isso. Então fez aquele teatro todo. Aí falou assim: "Não, eu vou embora porque eu acho que sou o seu Nemésio, né, ele passou já por por pelo né, pelo falecimento da esposa, então acho que, né, não tem que ficar por aqui." Aí foi, pegou e saiu. Aí o Simés ofereceu Caranda para ela para levá-la de volta pra casa dela. Aí ela ela aceitou tal, aí ele ficou olhando para ela lá no carro, né? E o André Luiz foi, André Luiz se aboletou lá no banco de trás. É o nome, ele usa esse esse nome, eu me aboletei, né? Pois é, lá no banco de trás, foi lá no carro os dois lá. E o Nemés olhando para ela assim, pra dona Márcia, né? Aquela mulher bonitona, né? Não sei o quê, né? Imagina, né? Se se desse errado o Marina, né? E eu, né? Tivesse chance, né? Com essa mulher aqui, né? Com a dona Márcia e tal. Até que chegou uma hora que o o o Nemésio olhou no relógio, né? Olhou no relógio, "Mei-dia". Fal aí, o que que ele fez? Chama ela para almoçar. Vamos almoçar comigo, né, tal. Ela foi, aceitou, né? Aí foram para um lugar chamado Catete, eu não conheço o Rio de Janeiro direito, né? Aí foram almoçar. Aí o o Nemés começou a perguntar para ela se ela conhecia lá eh o Pico da Tijuca, eh os lugares lá pitorescos lá, né? Que que esse pessoal mais engenheirado costumava frequentar, né? A floresta do não sei o quê, o pico da Tijuca, ah, não sei aonde, tá tá tá. Começou a falar os E ela, que que ela pensou? Olha só, tanto que ela, essa mulher, ela conhecia tudo, como se fosse a palma da mão dela, conhecia tudo, todos os lugares, tudo. Só que ela pensou, o Nenésio, ele é um homem dominador. Ele não gosta de mulheres que são assim autossuficiente. Ele gosta de mulheres tolas. Ela falou desse jeito no livro. Ele gosta de mulheres que domina a situação. Aí ela começou a fazer papel

minador. Ele não gosta de mulheres que são assim autossuficiente. Ele gosta de mulheres tolas. Ela falou desse jeito no livro. Ele gosta de mulheres que domina a situação. Aí ela começou a fazer papel de bobinha, de frágilzinha. Olha, o único lugar que eu conheço, eh, falou lá, né, que era o pão de açúcar, porque é onde eu levava minhas filhas quando elas eram crianças, porque na minha vida nunca tive oportunidade de não sei o quê, de sair, nunca nunca vi à noite, nunca não sei o quê. E tá, tá, tá, tá, tá, tá, já tentando fisgar o homem, ou seja, já, já, não é fisgar ele, mas assim, sabe quando pessoa já deixa uma coisa pro futuro? Pois é, ela tava fazendo isso aí. Ela imagina só. Aí ficou ficou aquela, né? Aí almoçaram, conversaram, tal. Aí o se Nemés foi deixar ela em casa. Aí o se Nemés foi e e falou uma coisa lá que ficou assim meio no ar assim, né? falou: "Olha, eu eu tenho toda essa afeição pela Marina, tudo, mas olha, eu queria dizer pra senhora o seguinte: independente do que aconteça, qualquer coisa que venha acontecer, eu não quero nunca me desvencilhar do contato com a senhora, ou seja, eu quero estar sempre perto." Aí ela pegou no ar, ou seja, a isca que ela jogou, ele pegou. Aí ela falou: "Opa, isso aí já tá, né?" Ou seja, é como se fosse aquela coisa. Eu eu eu já fiz o o meu meu pacotinho para eu jantar mais tarde. Sério, gente, ela fez isso. Aí ele deixou, ele foi embora. Aí ele foi embora pra casa dele. Chegou lá, ele vesti um um pijama de seda, né, tal. Já tava tava de tarde, né? Ele é aquele cara que trabalha se quiser, né, tal. E ele vestiu. E aí o que que ele fez? Ele foi corr foi lá assim meio de pressa lá no quarto que a Marina ficava, porque ele já queria, como nas palavras de André Luiz, né? Ele já queria ter o quê? Ter eh trocas de afetividades com a Marina, né? E vocês entendem, né? A gente estamos todos aqui em adultos, né? Vocês sabem, né? Que troca de afetividades é essa, né? Que o André Luiz é que fala assim. Aí quando ele abriu a a pegou na mançaneta da

E vocês entendem, né? A gente estamos todos aqui em adultos, né? Vocês sabem, né? Que troca de afetividades é essa, né? Que o André Luiz é que fala assim. Aí quando ele abriu a a pegou na mançaneta da porta, abriu de mansinho. Quando ele abriu, ele olhou, tava o filho dele, o Gilberto, de costas para ele lá na cama e a Marina. E eles estavam se beijando, mas se beijando mesmo igual novela, sabe? aquela, aqueles beijos apaixonado mesmo. Aí a Marina abriu os olhos e viu o Nemésio. Aí os dois cruzaram o olhar. Aí o Nemésio fechou a porta e sentiu como se tivesse tomado uma tijolada no coração, uma pedrada assim no coração. E a Marina lá, quando ela viu o Nemésio, ela desmaiou. Aí o Nemésio foi lá pro quarto, deitou lá na cama dele, começou a chorar, chorar, chorar, chorar, que eu não acreditava que tava acontecendo aquilo. Meu filho, não sei o que, não sei o que. Gente, ele nunca imaginou que o filho dele e ela tivesse, sabe? É estranho isso. Aí ela come, ela desmaiada lá, não sei o quê. Aí o Gilberto foi, descobriu que o pai tinha chegado, foi lá, ele abriu a porta, viu o pai chorando, o pai sofrendo, não quis nem saber, já falou assim: "Ó, a Marina tá passando mal, o que que eu faço?" Saiu o Nemésio lá passando mal, foi, falou: "Você pode chamar uma ambulância, você pode levá-la no hospital ou então chamar a dona Márcia para vir buscá-la." Falou: "De jeito, curto e grosso." Aí o Gilberto saiu, né? Que ele é um rapazinho meio novo assim, meio sem sem muita experiência com a vida, né? Aí ele saiu e foi, né? fazer isso. Eu só sei que que dona Márcia em pessoa eh foi lá buscar a Marina, né? Aí que ela tava, né? O André Luiz vendo que ela tava obsediada e ela acordou do desmar chorando e a dona Márcia foi, pegou ela pelo pelo pelo braço, né? Levou e falou que ia levar no hospital. Aí o seu Nemés logo falou: "Não, pode deixar aqui tudo eu vou pagar, eu vou pagar, vou deixar, né? Não vou deixar ela sem assistência não, tal". Na época não existia plano de saúde, nessas coisas. Aí a dona Márcia

s logo falou: "Não, pode deixar aqui tudo eu vou pagar, eu vou pagar, vou deixar, né? Não vou deixar ela sem assistência não, tal". Na época não existia plano de saúde, nessas coisas. Aí a dona Márcia ainda ligou pro Cláudio Nogueira para saber, né, com ele e tal e ele concordou. Ah, e o Nemésio tinha praticado o aquela coisa do julgamento, né? Quando ele tava olhando pra dona Márcia, fal engraçado, não é? Um mulherão desse, tá casado com aquele homem que mais parece um maricão. Falou desse jeito. Tá no livro essa palavra maricão. Eu tô aqui, ó. Perdi minha mulher, ou seja, ela faleceu. Eu sou viúvo, tô aqui, tô firme. Tô firme. Já ele, a, a filha dele tá lá viva, ele lá chorando igual uma criança. É, e julgou, né? Isso é julgar. A gente não sabe a dor da pessoa, ele não sabe o que que foi que aconteceu. Então a gente tava fazendo um julgamento. Geralmente quem julga é aquela pessoa que não sabe do que aconteceu. Por isso que julga, porque quando sabe realmente sabe mesmo o que aconteceu, a pessoa ela, né? Aí dessa forma a gente termina, né? O o o capítulo seis, né? Que o Nogueira não contraditou dona Márcia, né? deu-se pressem confiar Marina no estabelecimento, né, psiquiátrico de nomeados cujos portais a menina transpôs inspirando cuidado e compaixão, né? Aí o Nemésio, né, porém ruminava a antiga concepção de amor com como chinelo no pé e apenas decorrer de 48 horas sobre o acontecimento, já permutava confidências com a senora Nogueira. Ou seja, depois daquele beijo lá, né, dois dias depois, 48 horas depois, já tava de de conversinha com a dona Márcia lá, né, com a senhora Nogueira, né, a respeito de fatos novos. E ambos, na maior intimidade, haviam encontrado motivos para desculpar aquilo que chamavam de loucuras da mocidade. Ou seja, Nemés, ele botou na cabeça dele que aquele beijo lá foi um acidente. Ou seja, ele tava se enganando, né, cultivando consolações um ao outro. Ou seja, a dona Márcia queria que ele se afastasse da Marina, porque ela queria que a Marina se casasse com o Gilberto e

idente. Ou seja, ele tava se enganando, né, cultivando consolações um ao outro. Ou seja, a dona Márcia queria que ele se afastasse da Marina, porque ela queria que a Marina se casasse com o Gilberto e ela ia abrir caminho para quê? para ela conquistar um nemésio. Será que é isso mesmo? Semana que vem nós vamos estudar o capítulo 7, 8 e 9. É isso mesmo, né? Deixa isso. 7, 8, 9. Três capítulos, tá? Nós vamos estudar. Lembrando que segunda-feira a gente tem aqui, ó, esse estudo aqui, ó. Contos e apólogos. Chico Xavier, irmão X. Segunda-feira às 20:30, viu? Eu divulgo sempre canal Somos_line Espiritismo. Terça-feira 19:30, né? E amanhã às 20:30 a gente vai estudar isso aqui, ó. Toda quarta-feira, qualidade na prática mediúnica, certo? É um livro assim que fala sobre qualidade na prática mediúnica, o nome já diz, mas eu explico, eu facilito o entendimento. Você não precisa ser médico, você não precisa estar trabalhando mediunicamente para participar desse desse curso aqui, certo? E você vai adquirir conhecimentos que você pode usar mais tarde ou simplesmente conhecer, saber como é que funciona e até mesmo usar para você mesmo, benefício seu. Porque a partir você sabe como é que o mecanismo da mediunidade, da cura mediúnica funciona, você vai ter mais excelência num tratamento se você for submeter a um tratamento espiritual, não é verdade? Pois é. Então, por isso que vale a pena a gente estudar. Então, amanhã às 20:30 estudo do livro Qualidade na prática mediúnica. Eu vou estar com você, tá bom? Então, agradeço muito a todas e todos, tá certo? Ó, aquele beijo e muito obrigado

Vídeos relacionados