Mário Sérgio, Solange Seixas e Luciano Klein • Conversando Sobre Espiritismo (Bezerra de Menezes)
(Especial Bezerra de Menezes) Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE O NOSSO CONVIDADO » O historiador e ex-presidente da Federação Espírita do Estado do Ceará, Luciano Klein, atualmente ocupa o cargo de presidente do Centro de Memória Vianna de Carvalho, uma instituição dedicada ao resgate da história do Espiritismo no Ceará, onde ele é responsável pela organização dessas memórias. Além disso, ele já escreveu biografias sobre a vida de Bezerra de Menezes, Vianna de Carvalho, Chico Xavier e Divaldo Franco. No presente, Luciano desempenha o papel de diretor e colaborador no Centro Espírita João – o Evangelista, localizado em Fortaleza, e é também sócio efetivo do Instituto Histórico Cearense. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade #bezerrademenezes *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Estamos dando início ao conversando sobre o espiritismo. A professora Solâ de Seixas irá proferir a prece de abertura dos trabalhos desta noite. Senhor e Mestre Jesus, ó divino pastor, volvemos o nosso olhar na tua direção e a nossa imaginação nos [música] conduz aos braços amoráveis e bons do pastor que nunca abandona as suas ovelhas. [música] Ó Senhor, às vezes o coração triturado e compreendido em busca de uma nesga de paz que só tu a podes dar. Penetra, Senhor, a intimidade do nosso ser. luariza a noite escura madrugada [música] da nossa incompreensão e momento difícil para a superação do próprio eu em busca de ti, que és o grande sol que alenta as vidas. que esclarece as criaturas, que luariza as [música] suas dores. Ô Jesus, só tu sabes, Senhor, >> ler a dor de cada coração, mas também daqueles que lutam pela superação, a fim de que os passos estejam mais determinados e a grande luta do seja vencido por ele [música] próprio, que é vencer-se a si mesmo, lutando contra o seu próprio primarismo, superando as dificuldades para te ofertar um coração puro e bom. Alegra-nos, Senhor, com a magia da tua bondade, com o beneplácito do Teu sorriso e o teu olhar generoso que a todos conduz a um estado de superação. pela emissão energética que emana de ti na direção daqueles caídos, sofridos, desconhecidos. Ô Jesus, tu sabes e só tu o podes, Senhor. Por isto, nesta [música] noite queremos agradecer-te a bênção de estarmos [música] na tua casa para aprender a servir a tua causa. Leva ao nosso Divaldo e a Tunils as melhores vibrações de gratidão dos nossos corações, bem como a nossa tulhinha, que ela receba [música] o galardão dos seus esforços, das suas lutas, para que possa sorrir, servir e no trabalho do bem em prol de um mundo melhor. [música] S conosco, Jesus. Fica conosco. Fica em nossos corações hoje e sempre e assim. >> Muito boa noite a todos. Vamos dar início então ao nosso Conversando sobre Espiritismo. E antes de darmos o seguimento, vamos falar da nossa campanha de Natal, a
sos corações hoje e sempre e assim. >> Muito boa noite a todos. Vamos dar início então ao nosso Conversando sobre Espiritismo. E antes de darmos o seguimento, vamos falar da nossa campanha de Natal, a campanha anual dos 5000 seestas, a serem distribuídas para aqueles que mais necessitam. As nossas campanhas, elas iniciaram-se há mais de 75 anos com a presença do Divaldo e do tio Nilson. E a tira hoje na parte da lista física, ela dá continuidade ao trabalho, né, há mais de 50 anos. Então, aqueles que quiserem participar aqui presencialmente, fale com a tia Idaci e ela irá orientá-los de como a nós podemos ajudar nessa campanha. Graças a Deus, todos os anos temos tido sucesso e temos conseguido os recursos necessários. Chegam-nos muitas doações, inclusive do exterior, amigos, eh, voluntários da casa. da causa e Divaldo Franco, né? Naturalmente nos ajudando sempre nessa época do ano na campanha de Natal. Nós também temos aí o Panetone, que é elaborado pela mansão do caminho, pelo Neizinho na nossa padaria e que não faz uma propaganda assim, mas é, ele tá bom mesmo, viu? Tá muito bom e a gente tem que se controlar para não comer demais, porque ele é um pouquinho engordite, né? Mas tá uma doce caminho, é é um panetone muito bom na mansão do caminho. E eu queria lembrá-los daqueles que se inscreveram no curso de psicologia da Joana de Anes com o Dr. Leonardo Machado, que no sábado agora das 14 às 17 é a primeira mentoria. que ele ia, que ele já avisou anteriormente, né? Aqueles que escreveram na no Espiritismo Play pro curso da Joana de Anes, a primeira mentoria das 14 às 17 horas com o Dr. Leonardo Machado e a Dra. Ana Teresa Camasmia. Então, nós vamos agora iniciar o nosso programa. Quem quiser fazer pergunta aqui pro pro nosso convidado, pr pra professora Solange, nós iremos responder os assuntos sobre a doutrina espírita com maior prazer. Sinto-se à vontade. Equipe de apoio tá aqui, papel, caneta da mão, né? E hoje nós temos um convidado muito especial, né? que é o nosso irmão
der os assuntos sobre a doutrina espírita com maior prazer. Sinto-se à vontade. Equipe de apoio tá aqui, papel, caneta da mão, né? E hoje nós temos um convidado muito especial, né? que é o nosso irmão Luciano Klein. O Luciano é autor dessa maravilhosa obra aqui. Eu vou mostrar pela largura, né? Isso aqui é uma biografia do Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcante, né? É um livro realmente muito bem elaborado. Foi a edição de 190 anos comemorativos, né? Então, Bezerra de Menezes ou homem, seu tempo e sua missão. Memorial Bezerra de Menezes. Eu tava lendo aqui e o Luciano, esse livro eu peguei lá no gabinete do Divaldo, tava lá na prateleira e o Luciano fez uma uma dedicatória, Fortaleza, 4 de dezembro de 2021. Ele ofereceu pro Divaldo com uma dedicatória e eu tava lendo e ele dedicou esse livro à memória do pai dele, Luciano Klein, a sua mãe Ana Mota Klein, ao ex-presidente da Federação Espírita Brasileira, Nestor Mazote e Adivaldo Franco, meu exemplo de perseverança, dedicação e amor à causa espírita. é a dedicatória do livro que ele fez, Adivaldo. Então eu convido o nosso irmão, não sem antes de eu narrar a biografia do Luciano. E Luciano é, naturalmente com esse livro aqui, ele é um historiador, né? Historiador e ex-presidente da Federação Espírita do Estado do Ceará, Luciano Clai. Atualmente ocupa o cargo de presidente do Centro Memória Viana de Carvalho, uma instituição dedicada ao resgate da história do Espiritismo Ceará, onde ele é responsável pela organização dessas memórias. Além disso, ele já escreveu biografias sobre a vida de Dr. Bezerra de Menezes, que tá aqui, Viana de Carvalho, Chico Xavier e Divaldo Franco. Na presente, Luciano desempenha o papel de diretor e colaborador do Centro Espírita João o Evangelista, localizado em Fortaleza e também é sóciao efetiva do Instituto Histórico Cearense. Então, convido agora o nosso irmão Luciano. Muita satisfação, Luciano, muito prazer tê-lo aqui conosco nessa rodada do Conversando sobre Espiritismo. Seja muito bem-vindo.
nstituto Histórico Cearense. Então, convido agora o nosso irmão Luciano. Muita satisfação, Luciano, muito prazer tê-lo aqui conosco nessa rodada do Conversando sobre Espiritismo. Seja muito bem-vindo. >> Gratidão, meu querido. Voltos de paz e bem a todos. Que Jesus continue a nos manter nesse clima de harmonia e de paz. Obrigado, Mário Sérgio, pelo honroso convite. Nosso cordial abraço a Solange, aos irmãos que se encontram de forma presencial. nesse espaço sagrado e a todos quantos pela distância que hoje nos é encurtada pela tecnologia contemporânea, se encontram ligados nesta live. É uma imensa honra podermos uma vez mais estar com vocês. Desta feita, infelizmente, sim, a presença física do Edivaldo, a última vez que tivemos, ele estava exatamente aí no com você no palco e na certeza de que ele continua perseverando nesse trabalho que, aliás, foi é e continuará sendo a razão de sua vida. Obrigado, querido, pelo carinho. >> Muito obrigado, Luciano. Eu não poderia deixar de iniciar nosso conversando hoje sem que você nos trouxesse alguma, alguma história, algum fato a respeito desse livro maravilhoso, Dr. Bezerra de Menezes. Eu sei que você pode fazer uma palestra só sobre esse livro, mas alguma coisa pro nosso pro nosso público e mostrando essa maravilhosa obra que naturalmente muitos têm interesse de adquirir, né? Eh, é da Federação Espírito do Estado do Ceará, né? Então eu pediria que você, por favor, nos falasse um pouquinho sobre as essa obra maravilhosa e as outras obras que você tem sobre Viana de Carvalho principalmente, né, >> querido, grato pela oportunidade de falarmos um pouco a respeito dessa nossa empreitada, desse trabalho que é, como conversávamos com o Divaldo das vezes que ele vim aqui a Fortaleza, é um trabalho, infelizmente ainda ainda de cavaleiro solitário, porque nem todos valorizam devidamente esse trabalho de resgate da trajetória histórica do espiritismo em nosso torrão, no Ceará e no Brasil. Então, há 30 anos completados coincidentemente agora neste mês de
nem todos valorizam devidamente esse trabalho de resgate da trajetória histórica do espiritismo em nosso torrão, no Ceará e no Brasil. Então, há 30 anos completados coincidentemente agora neste mês de novembro, nós começamos a agarimpar informações, fazermos pesquisas relacionadas à trajetória luminífera, daquele que foi considerada a glória da oratória espírita em nosso país, pelo menos até a primeira metade do século passado, até aparecer de Vald. e que, aliás, Conivaldo continuaria numa sintonia, numa simbiose perfeita a partir dos anos 1950 e divulgando a Boa Nova Espírita. Eu me refiro ao nosso ilustre conterrâneo Manuel Viana de Carfit. Foi com ele que nós começamos essas pesquisas, publicamos alguns trabalhos a partir do resultado dessas garimpagens que fazíamos a época com muita dificuldade nas hemerotecas, em meio às folhas borolentas amarelhecidas de velhos jornais e conseguimos resgatar a priori exertos, ou seja, resumos de pré-leções de conferências de Viana de Carvalho e publicamos naquele ano de 1995 o nosso primeiro trabalho. Depois uma biografia de Viana de Carvalho. Posteriormente a primeira que fizemos sobre o Dr. Bezerra de Minezes, cuja vida também pesquisamos durante esses anos todos, há praticamente três décadas. Nós somos egressos do movimento de juventudes espíritas aqui de Fortaleza. Coincidentemente também comemoramos agora no dia 25 próximo passado 40 anos de espiritismo. E veja só, tivemos a oportunidade de fazer parte nos estudos iniciais da doutrina sistematizada por Allan Kardec da Mocidade espírita Joana de Ângeles, fundada aqui em Fortaleza por um baiano cearense, o cearense baiano, muito amigo do Edival, bem-vindo da Costa América, foi o primeiro presidente da Federação Espírita do Estado do Ceará. Então nós pesquisamos sobre o Dr. de Menezes. Publicamos no ano 2000 o nosso primeiro trabalho. Fizemos um trabalho em 2013 em face do desenlace no ano anterior de Chico Xavier e em 2010, em decorrência da celebração naquele ano dos 60 anos da primeira vinda à
ano 2000 o nosso primeiro trabalho. Fizemos um trabalho em 2013 em face do desenlace no ano anterior de Chico Xavier e em 2010, em decorrência da celebração naquele ano dos 60 anos da primeira vinda à Fortaleza de Divaldo Franco, nós fizemos uma biografia de Dival, recordações de um apóstolo, em que nós abordamos todo o passo a passo, toda a caminhada dele aqui no Ceará desde o dia 13 de outubro de 1951 até então. E mais recentemente, aí sim essa obra que você nos permite aqui falar um pouquinho brevemente, mas que tem sido a razão das nossas buscas, das nossas pelejas, resgatar um pouco aí com o vierre do historiador a trajetória dessa alma que sinceramente considero no século XIX a maior expressão do espiritismo em nosso país, assim como temos Chico Xavier e Valdo Franco no século seguinte pelo labor que dispensa comentários de ambos. Então, a vida de Bezerra de Menezes, confesso Mário Sérgio Querido, que vista pela lupa do historiador, ela se torna, na verdade, muito mais agigantada, muito mais incrível, muito mais extraordinária do que aquele bezerro de Minez, que muitas vezes nós não compreendemos muito bem e que talvez o que é compreensível pelos nossos condicionamentos atáveicos, nós tendemos a mitificar, mas o Bezer de Menezes, visto como um homem de seu tempo, ou seja, o Brasil do segundo reinado, o Brasil oito centista, era uma figura que de certa forma representa para este historiador tudo aquilo quanto diziam que ele era e muito mais. Alguém que pregava e que vivia, como o Divaldo gostava muito de dizer, e vivia o que pregava cotidianamente. Então nós recuperamos muitas informações. Obviamente o tempo aqui não daria, são 17 capítulos. E se você me permite, nessa parte introdutória, já que estamos nos aproximando em razão desse período evocativo que se avizinha do Natal pela tradição do mundo ocidental, embora saibamos que Jesus não nasceu no mês de dezembro, nem no dia 25, nem há 2025 anos passados, mas o mais importante é que ele nasceu e que a sua mensagem foi tão
pela tradição do mundo ocidental, embora saibamos que Jesus não nasceu no mês de dezembro, nem no dia 25, nem há 2025 anos passados, mas o mais importante é que ele nasceu e que a sua mensagem foi tão extraordinária que cindiu a história da humanidade antes, depois da sua vinda. Mas há uma mensagem em particular que é muito toca o coração e que é adequada a esse período que estamos vivendo. É o último Natal do Dr. Bezerra de Minez. Curiosamente, a vida do Dr. Bezerra de Minez, embora o seu trabalho de dedicação à divulgação e à vivência do espiritismo, ele foi um pai extremamente amoroso. Foi uma das garimpagens mais interessantes que nós fizemos, Mário Sérgio, tentarmos encontrar um pouco a relação de Bezerra de Meneza em família, porque costumo dizer como historiador e como espírita, se nós queremos saber quem é um personagem da história, nós temos que começar primeiramente a conhecê-lo na ambiência familiar, ou seja, na sua relação com o seu próximo, mais próximo. muito fácil pregar virtudes das tribunas, dos púlpitos, sermos eloquentes, muitas vezes até levarmos as pessoas às lágrimas, mas como é que nós somos verdadeiramente na relação com as nossas companheiras, com as nossas esposas, no caso do Dr. Bezerio Menez e duas esposas, obviamente explicando, a primeira desencarnou prematuramente aos 19 anos e depois ele se conscia com a irmã materna da primeira. Então nós começamos a perceber a grandeza desse homem a partir da sua relação com os filhos. Um pai extremamente amoroso, um pai que ia na contramão da história oitocentista do século retrasado, do século XIX, porque muitas vezes impunhao o pai um distanciamento dos filhos. Era um pai extremamente tátil, latino, afetuoso, amoroso. Veja só, falava fininho, roçava sua espessa barba no pescoço dos filhos para vê-los gargalhar diante das brincadeiras que ele fazia. Punha apelidos carinhosos em todos os filhos. Esse era o Dr. Bezerra de Menezes. E o Dr. Bezerra nós conseguimos, Mário, eh, recuperar a relação de todos os seus filhos, que até
adeiras que ele fazia. Punha apelidos carinhosos em todos os filhos. Esse era o Dr. Bezerra de Menezes. E o Dr. Bezerra nós conseguimos, Mário, eh, recuperar a relação de todos os seus filhos, que até então era desconhecido das biografias. Alguns diziam que ele tinha tido dois filhos do primeiro casamento, mais cinco do segundo, sete. Outros iam mais além, diziam que ele tinha tido dois do primeiro, sete do segundo, nove. Nós descobrimos que o Dr. Bezerra de Minez e fechamos com toda a documentação de cada filho, o batistério, o assento de óbito dos mesmos, ele teve um total de 15 filhos, dois do primeiro casamento e mais 13 do segundo. Uma próle considerável, como todo bom nordestino da época, embora o custo de vida de então fosse diferente dos nossos dias. E como se não bastasse, ele ainda adotou como sua filha uma menina que era uma escrava forreada, a quem ele vai dar o nome de Antônia. Antônia Bezerra de Menezes. Ele adotou em 1867, portanto, no total de 16. E desses 16 filhos aí que está a dor que esse homem vai experimentar. Ele viu partir antes dele, queridos, 10 filhos. Não inte. Alguns desencarnaram ainda crianças, o que era muito comum naquela época em razão da precariedade da medicina, do desconhecimento do mundo bacteriano, microbiológico. Mas o fato é que o Dr. de Minez viu filhos jovens de 20, 25 anos desencarnarem sobretudo e felizmente depois que ele se torna espírita, quando aí sim já com a fé espírita ele teve a resiliência necessária para passar e passou com galhardia por essas vicissitudes existenciais, mas o filho mais velho dele, e aí nós descobrimos, querido, para finalizar e não sermos muitoixos aqui na nossa resposta, nesse espaço que você gentilmente nos dá, e é sempre bom falar o Dr. Bezerra de Menezes, que nos trouxe por primeira vez de forma psicofonada através do nosso Divaldo, conforme ele nos disse em entrevista que fizemos com ele. Em 1967, foi a primeira vez que Divaldo psicofonou ainda em Portugal uma mensagem do nosso Dr. Bezerra de
sicofonada através do nosso Divaldo, conforme ele nos disse em entrevista que fizemos com ele. Em 1967, foi a primeira vez que Divaldo psicofonou ainda em Portugal uma mensagem do nosso Dr. Bezerra de Menezes. Mas o fato é que o Dr. de Menezes, diante dessas provas de fictosas, de tremendas, dolorosas pelas quais passou vendo 10 filhos desencarnar. E evidentemente que mesmo com a fé espírita, ele quedou aqui a colar na sua humanidade em um golpe desse era terrível, mas mesmo assim ele ia dando seu exemplo de fé, de resignação. Mas o filho mais velho do Dr. Bezerra de Menezes, poucos sabem disso, nós temos inclusive fotografias, muitas delas estão nesse livro, se chamava Adolfo Bezer de Menezes Júnior. Eu até achei curioso porque Junho me parecia é uma expressão mais utilizada nos nossos dias. Eu sou filho, né? Então júnior, mas era júo de 1860. vai ser esse rapaz e não outro que diziam que era o filho que vai monopolizar toda a atenção do Dr. Bezerte Menezes em face do problema obsessivo que esse rapaz vai passar, além de ser um problema de natureza psiquiátrica, porque ele vai ser, nós descobrimos, internado nos hospitais psiquiátricos da época, como o asilo Pedro II, a casa de saúde do Dr. Eiras, mas o Dr. de Minez aí já com o conhecimento espírita vai fazer todo um trabalho de natureza mediúnica, de desobsessiva dirigida ao tratamento desse filho. E como resultado exatamente dessa atividade, ele vai publicar, não quando encarnado, que a obra ficou engavetada e os filhos a publicarão 20 anos após o seu desenlace, que acontece em 11 de abril de 1900. O livro A loucura sob um novo prisma foi publicado em 1920, graças aos filhos que estavam encarnados com selo da editora Boêmia. E 26 anos após, em 1946, aí sim e definitivamente com o selo da Federação Espírita Brasileira, a obra vai ser publicada. Mas esse rapaz, ele conseguiu recuperar um pouco o equilíbrio, mas nunca mais voltou a ter o fugor, o brilho da inteligência que eu caracterizava e que mobilizava sempre a
a, a obra vai ser publicada. Mas esse rapaz, ele conseguiu recuperar um pouco o equilíbrio, mas nunca mais voltou a ter o fugor, o brilho da inteligência que eu caracterizava e que mobilizava sempre a atenção paterna, de tal maneira que o Dr. Bezerra de Minezes sempre tinha um olhar muito especial ao filho. Quando adquiriu uma casa, ela colocava uma casa do lado porque tinha filhos pequenininhos para dar assistência ao Adolfo. E o Adolfo desencarna em janeiro de 1899, aos 39 anos, nunca se casou, diferentemente de outros filhos, e o pai sempre ali do lado. O Dr. Bezerra, portanto, tinha um vínculo profundo com esse filho, de tal maneira que o rapaz desencarna em 1899. E para quem conhece a história do Dr. Bezer de Minez, nós pesquisamos, ele começa a partir de julho a sofrer uma série, na época se chamava especificamente essas doenças de doenças da idade, né? Mas na verdade eram acidentes vasculares cerebrais que ele vai começar a ter numa certa frequência a partir de julho daquele ano que vai fazer com que ele muitas vezes falte as reuniões da Federação Espírita Brasileira, cuja presidência ele assumira pela segunda e definitiva vez, porque ele vai desencarnar no exercício da função em 3 de agosto de 1895. Então a desencarnação desse filho parece que comprometeu a sua saúde. Então ele vai tendo essas problemáticas de tal maneira que não participava mais das reuniões de diretoria da Federação Espírita Brasileira. E a federação, aí para finalizar, ela tinha atividades anuais estabelecidas por ele próprio, com o intuito de sistematizar o estudo do Espiritismo e datas que evocavam a lembrança do nascimento de Allan Kardec, 3 de outubro, a sua desencarnação, 31 de março. Eram festas comemorativas, momentos que a Federação Espírita promovia para que os espíritas se confraternizassem. e em outros dois momentos, a semana santa, para lembrar sexta-feira da paixão e o Natal. Então, o Dr. Bezerra não estava mais indo à federação, mas surpreendentemente, isso é registrado no periódico reformador, a
dois momentos, a semana santa, para lembrar sexta-feira da paixão e o Natal. Então, o Dr. Bezerra não estava mais indo à federação, mas surpreendentemente, isso é registrado no periódico reformador, a época em forma de jornal, quando foi na sessão solene do Natal, daquele ano de 1899, as pessoas não esperavam porque ele praticamente não conseguia mais se movimentar em razão desses problemas de saúde. aparece na sede da Federação Espírita Brasileira, que na época funcionava em prédios alugados, não seria o prédio definitivo da Avenida Passos, que só será fundado em 10 de dezembro de 1910 e o 1911. E o fato é que o Dr. Bezerra de Minezes aparece para a surpresa de todos. E ali diz o periódico, Mário Sérgio, esse é um momento muito especial, já que estamos nos aproximando do Natal. Ele fez uma pré-eleção tão inspirada que os circunstantes, os presentes, as pessoas que ali estavam sentiram como que se de repente se cindisse um véu de alto a baixo e o céu, expressão de alguns que testemunharam aquele momento, baixasse a terra. Tamanha e tão intensa era a vibração no recinto. Então, Dr. Bezerra fez uma préeleção evocativa ao nascimento de Jesus. foi a sua última participação na Federação Espírita Brasileira, o seu último discurso, porque ele também era um eloquente propagandista do Espiritismo. E aí virando o ano, já em janeiro, ele vai ao CRE em definitivo, não mais se levanta em razão do problema que se agrava. E no dia 11 de abril de 1900, liberto triunfante, retorna, como costumava dizer o nosso trival, ao mundo espiritual para colher a palma da vitória. Perdão pela extensão aqui da narrativa, querido, mas já que você nos deu a oportunidade, todo historiador, por ser um tanto fofoqueiro, gosta de falar da vida desses detalhes. Nós quisemos aqui compartilhar com os irmãos nesse período que se avizinha o Natal, uma data tão propícia, tanto. Lembrando essas figuras que marcaram e marcam ainda indelevelmente as nossas vidas. >> Muito obrigado, Luciano. Foi excelente a colocação.
eríodo que se avizinha o Natal, uma data tão propícia, tanto. Lembrando essas figuras que marcaram e marcam ainda indelevelmente as nossas vidas. >> Muito obrigado, Luciano. Foi excelente a colocação. Nós vamos para um pequeno intervalo agora e já retornamos, tá? OK. Vamos lá. >> Chegou a nova edição da revista Presença Espírita. Em Ciência [música] espírita vamos falar sobre os milagres do Evangelho. Na coluna [música] Espiritismo e Saúde Mental, leia o artigo Modelo de individualidade. Na mensagem do bimestre, confira [música] a bela mensagem da mentora Joana de Angeles, intitulada Cânticos [música] do Natal. Disponível [música] em inversão digital na plataforma Espiritismo Play e também em versão impressa na livraria Leal. Participe da campanha de Natal da Mansão do Caminho. [música] Desde 1973 já transformamos o Natal de milhares de famílias. Este ano queremos levar [música] cestas de esperança e alimento para mais de 5000 lares. Doe e faça parte desta corrente do bem. Saiba mais em www.mansocaminho.com.br/natal. >> Luciano, aproveitando muito esse seu conhecimento a respeito do Dr. Bezerra de Menezes. E eu tenho certeza que muitos aqui desconhecem alguns fatos importantes da vida desse personagem. Nós encontramos a a essa personalidade Dr. Bezerra de Menezes na história. Emanuel através da psicografia de Chico Xavier nos romances nos apresenta ali um um Dr. Bezerra. Você poderia falar um pouquinho dessa história, Luciano? >> Sem dúvida. querido, quando encarnado e obviamente fazendo alusão a existências transadas. E até conversamos um pouco a respeito disso com o nosso Edivaldo quando estava entre nós fisicamente, porque é uma curiosidade, embora o nosso trabalho ele não tenha contemplado esses aspectos alusivos a existências anteriores, Dr. Bezerra de Menezes, nós sabemos e é uma fonte segura. O próprio Divaldo também nos confirmou essa revelação que foi feita originalmente pelo espírito de Leon Tostoy por meio da admirável Médium, a heroína silenciosa don Ivone do Amaral
uma fonte segura. O próprio Divaldo também nos confirmou essa revelação que foi feita originalmente pelo espírito de Leon Tostoy por meio da admirável Médium, a heroína silenciosa don Ivone do Amaral Pereira, que o Dr. Bezerra de Menezes animara ao tempo de Jesus a personalidade daquele publicano conhecido da cidade de Jericó, a cidade das palmeiras, que ao lado de Jerusalém, embora Jerusalém fosse o centro político, Jericó era a mais próspera, economicamente falando, das cidades do Vale do Jordão naquele contexto. Então essa história de Zaqueu, o pequenino Zaqueu, que sobe num sincômoro para ver mesmo de longe Jesus passar. E ao passar por sobre o galho no qual ele se encontrava, ele como fruto maduro cai do galho diante do convite que Jesus, veja só, se faz, né? Ele tinha uma intenção. Jesus não foi maleducado, se oferecendo a estar com ele naquele dia, pede para que ele preparasse as iguarias devidas para a celebração no seu lar naquele instante, naquele momento em que mais tarde ele próprio dirá, conforme as escrituras registram, que naquele dia entrou a salvação em sua casa. Então essa revelação é feita pela dona Ivone do Amaral Pereira. Portanto, nós temos como figura. Curioso é que Zaqueu era pequenino do ponto de vista físico e nas pesquisas que fizemos, Mar, são uma curiosidade que não, obviamente não acrescenta nada, mas nós chegamos a ter uma ideia que pouca gente sabe, isso é coisa do historiador, da dimensão física do Dr. Bezerra de Minejo. Nós investigamos a altura do Dr. Bezerra de Minez. E é curioso, Dr. Bezerra de Minez, embora as imagens não nos permitam ter uma ideia do tamanho físico dele, o mais importante, claro, foi o tamanho espiritual, mas o historiador não deixa passar nada. Então nós pegamos os documentos no cemitério do Caju, pelas dimensões do esquif, do caixão, nós constatamos que o Dr. Bezerra, quando desencarnou aos 68 anos, iria completar 69, ele estava com 1,60 m de altura. Portanto, como aliás é curioso, soi a acontecer com as grandes almas que
caixão, nós constatamos que o Dr. Bezerra, quando desencarnou aos 68 anos, iria completar 69, ele estava com 1,60 m de altura. Portanto, como aliás é curioso, soi a acontecer com as grandes almas que passam pela terra, fisicamente elas são pequenininhas, né? V aí irmã DC, Chico Xavier, Marat Magan, Divaldo Franco, que não era lá esse homem zarrantou para quem conheceu de perto. Então Dr. B era pequenininho. Claro que na juventude deve ter tido 1,65 m. Isso me surpreendeu porque eu tinha uma ideia dele grande, né, fisicamente falando. E posteriormente, claro que houve várias experiências do Dr. Bezerra, mas aquelas que não são colocadas, essas revelações feitas por Emanuel, por Chico Xavier e confirmadas também por Dival são muito interessantes pela presença do Dr. Bezerra de Minezes, sobretudo naquele período doloroso de perseguição atróis aos seguidores de Jesus na região das Galias Lugdunenses, né? Aliás, é uma mensagem belíssima a guisa de introdução do nosso trabalho da autoria de Viana de Carvalho, espírito por Divaldo Franco. Divaldo, gentilmente para fazer essa ligação do Dr. de Menezes com esses tempos apostólicos na divulgação e na vivência da mensagem da boa nova, reporta-se ao fato de que ele teria sido um dos personagens, aliás, constantes do romance Ave Cristo, que li recentemente, o irmão Corvino, o velho, que dá para todos nós um exemplo extraordinário do que é amar e viver a mensagem do evangelho de Jesus. E aí nós vamos ter outras informações mais adiante, mas nós ficamos basicamente nessas duas porque vieram através de fontes confiáveis como Doniv Dival e Chico Xavier. Então tem toda uma trajetória que nos permite compreender a grandeza desse psiquismo, porque para realizar o que ele realizou, pouca gente ainda tem noção da grandeza do Dr. Bezerra de Menezes, sobretudo no século XIX e particularmente concitando a família espírita a vivência da ternura, que é a palavra chave do momento, da fraternidade, do amor. Nós ainda não temos noção da grandeza, da
es, sobretudo no século XIX e particularmente concitando a família espírita a vivência da ternura, que é a palavra chave do momento, da fraternidade, do amor. Nós ainda não temos noção da grandeza, da missão extraordinária desse espírito. >> Muito bem, Luciano. Eu nas preleções que o Divaldo elaborava aqui entre nós, ele sempre diversas vezes nos falou de Dr. e dessa vinculação desse filho que você falou, esse filho que acompanhou em diversas existências o Dr. Bezerra e a desencarnação desse filho no Rio de Janeiro. O Divaldo fez uma narrativa aqui muito interessante sobre a a forma e o acontecimento em si. Você poderia nos falar algo sobre isso, Luciano? >> Claro, querido. >> Esse momento especial da vida do Dr. Bezerra. >> Sem dúvidas. É interessante, Mário, que quando nós começamos a fazer as pesquisas, nós não tínhamos ideia de qual dos filhos do Dr. Bezer de Menezes teria sido o filho que moveu a atenção paterna para se dedicar em cuidados especiais a ele em razão do problema. repetimos, o problema tinha componente psiquiátrico e também obsessivo. E nós começamos a pesquisar um outro companheiro que tentava trabalhar também nessa linha de pesquisa aventou a possibilidade de seu segundo filho. Porque de fato o Dr. Bezerra de Menezes no livro A loucura sobre novo prisma, repetimos, foi uma obra postumamente publicada. Era a obra que era a obra da vida dele. Eu até no livro chamo de O Chodó de Bezerra de Minez, que era o livro que a gente se dedicava com maior carinho, porque é uma obra revolucionária. Mário Sério, só para você ter uma ideia, querido, naquela época tanto a psiquiatria quanto a psicologia, como ciências que estudam a alma humana estavam ainda em processo de consolidação, de estruturação. Não eram como hoje nós temos essas duas grandes ciências de estudos da alma humana. E na época o Dr. Bezerra de Menezes, que não era de sua especialidade, ele não era um alienista, como eram chamados os psiquiatras da época, mas ele começava, ele era membro da Academia Imperial de
a. E na época o Dr. Bezerra de Menezes, que não era de sua especialidade, ele não era um alienista, como eram chamados os psiquiatras da época, mas ele começava, ele era membro da Academia Imperial de Medicina a fazer uso de tudo quanto existia em termos de novidade no ramo da psiquiatria, desses estudos relacionados a transtornos mentais naquela época. E aí ele preparou e preparou demoradamente esse trabalho por causa desse filho mais velho que nós descobrimos aí sim que não era o Antônio, mas era o Adolfo Júnior, o filho mais velho. Mas num dos livros, Dr. Bezerra se refere ao filho que estudava medicina. Aí é interessante isso. Por isso que muita gente deduziu depois que se passou a ter informações a respeito dos outros filhos, que era o Antônio, que de fato um lindo rapaz. Nós recuperamos uma fotografia dele, olhos verdes, esmeraldinos como os do pai. E o Antônio desencarnou prematuramente no dia 2 de abril de 1887. Foi o primeiro dos filhos do Dr. Bezerri Menezes a desencarnar com 25 anos. E a dor desse pai e o menino estudava medicina, mas não havia sido ele o responsável, vamos dizer assim, pela atenção que o pai passaria a dar a esses estudos. Mas o Antônio desencarna em decorrência de uma febre tifoide, a mesma doença que se for a vida física da sua mãe, a primeira esposa do Dr. Bezerra de Menezes, Maria Cândida de Lacerda Prega. Mas o curioso, Mário Sérgio, é que o Antônio desencarna e o filho mais velho não. E o filho mais velho é que estava realmente passando por esse problema. Aí o que é que acontece? Como o filho estava encarnado e como dissemos anteriormente, ele viverá até até 1899 praticamente ali no período do desenlace do próprio pai, já vai haver esse desligamento e vai haver esse sofrimento. Havia um uma espécie de alimentação mútua entre os dois em termos espirituais. Dr. F tinha um vínculo pretérito com esse psiquismo, com a alma do filho. E aí esse rapaz, como permaneceu encarnado, o pai para poupá-lo, porque todos o conheciam, ele utiliza o nome do filho que vai
Dr. F tinha um vínculo pretérito com esse psiquismo, com a alma do filho. E aí esse rapaz, como permaneceu encarnado, o pai para poupá-lo, porque todos o conheciam, ele utiliza o nome do filho que vai desencarnar em 1887. Diz: "Meu filho que estudava medicina". Mas nas fontes originais da obra que virá a se tornar loucura sobre novo prismo, nós pesquisamos no acervo de obras raras da Federação Espírita Brasileira. É uma obra muito mais alentada do que o livrinho que sairá posteriormente, porque o Dr. Bezerra de Menezes foi fazendo a triagem necessária, como todo pesquisador. Mas na obra original ele fala: "Nosso filho mais velho". Não disse que ele estudava medicina, rapaz de uma inteligência, fugurante. Aí fala de todo o drama, fala de reuniões mediúnicas que o Dr. Bezerra participava, onde o espírito rebelde, que tinha esse vínculo pretérito, sendo um adversário na vida do filho, se manifestava. Dr. Bezerra chegou, Mário, a montar a partir de 1891, vejam só a seriedade desse homem também como pesquisador na área espírita, na área científica do espiritismo, que nós estamos acostumados a ver o Dr. Bezerra Menez nessas pelejas da divulgação do aspecto moral, que é o essencial da doutrina espírita, que é o consolador prometido por Jesus. Mas ele chegou a montar em 1891 um laboratório, vamos usar essa expressão, investigativo de fenômenos através de médiuns de sua confiança para fazer um trabalho desobessivo dirigido a esse filho. Então o filho, embora como dissemos, ele encontramos registros que ele foi naquela época não tinha outra alternativa, eu fiquei imaginando a dor do Dr. de Menezes, médico, sem condições naquela época de poder resolver a princípio esse problema, que isso vai se dar no início dos anos 1880, quando o Dr. Bezerra já conhecia o espiritismo. que conhece o Espiritismo a partir de 1875, quando trava contato com o livro dos espíritos, mas vai precisar de 11 anos para sedimentar as suas convicções até que no dia 16 de agosto de 1886, aí sim definitivamente ele se declara
artir de 1875, quando trava contato com o livro dos espíritos, mas vai precisar de 11 anos para sedimentar as suas convicções até que no dia 16 de agosto de 1886, aí sim definitivamente ele se declara numa segunda-feira à noite para um público de Divaldo Franco. Eu fico pensando numa segunda-feira à noite, ele foi pai pela manhã de uma filha de nome Hilda, a alegria do Dr. dizer, e na noite de uma segunda-feira às 20 horas no salão da Guarda Velha para um público, disse de Divaldo Fran, porque foi um público de 2.000 pessoas. O que é um público desse numa segunda-feira à noite, numa época que você não tinha os transportes coletivos como hoje nós temos, era o bonde puxava burro, era a charrete, era o cavalo, as caminhadas, como é que essas pessoas voltaram paraas suas casas? E aí ele se declara espírita. Portanto, querido, ele vai naquele período tratar do filho, o filho vai ser internado e aí sim, posteriormente o filho consegue uma melhoria significativa, mas tinha essa dependência psíquica espiritual do pai. Como dissemos, nós recuperamos uma fotografia dele, ele também tinha uns olhos claros como o pai e ele nunca se casou. O pai mantinha o sempre. Dr. Bezerra passou por privações. Realmente além dessas aspas perdas dos entes queridos, a primeira esposa, os filhos, como dissemos, pessoas de sua convivência e esse problema de ter o filho ainda encarnado, até praticamente o termo da sua jornada, os dois desencarnam praticamente juntos. O Dr. Bezerra passou a cuidar com maior afeto, com maior carinho, porque dependia dele, desse filho querido, sempre estava do lado. Então, o Dr. Biz passou por privações de natureza material, perdeu praticamente tudo quanto ele amealhou durante o seu período de prosperidade como empresário, como administrador público, embora sendo político naquela época. Ele próprio, aliás, dirá a um amigo, isso está registrado em um jornal de então, que a política foi uma das razões do seu empobrecimento, porque não dava aos políticos da época as vantagens
ela época. Ele próprio, aliás, dirá a um amigo, isso está registrado em um jornal de então, que a política foi uma das razões do seu empobrecimento, porque não dava aos políticos da época as vantagens pecuniárias, materiais que hoje dão a quem se vereda por esse caminho. E o fato, querido, é que o Dr. Bezerra de Menez perdeu tudo, de tal maneira que nos últimos 5 anos da vida dele, ele passou a residir em casas alugadas. E a última casa que ele residiu foi na rua 24 de maio, ao número 93, ali na estação Sampaio, no Rio de Janeiro. Ele alugava uma casa para o filho do lado. Então, os dois praticamente, foi o primeiro filho, partiram juntos, tinham esse entrosamento psíquico energético e isso se coaduna perfeitamente com a narrativa que Divaldo fez. Outrora, sem sequer ter ideia desses fatos, desses informes históricos que hoje aqui estamos. aliás, por primeira vez na mansão do caminho, compartilhando com vocês. >> Obrigado, Luciano, pela resposta. Eh, você declarou realmente que o Dr. Bezerra passou por uma situação econômica muito difícil. Tem um fato que o Divaldo conta que até o anel dele ele deu para uma pessoa necessitada. Você poderia falar desse fato tão bonito, Luciano, da vida do Dr. Bezerra? >> Esse fato é fato, né? E nós inclusive chegamos a pesquisar a respeito de outras histórias que são contadas, porque nós sabemos que a tendência nossa com o tempo é muitas vezes a velha expressão, quem conta um conta aumenta um ponto, aumentarmos. Então nós fomos investigando várias informações relativas a alguns desses causimos ao longo do tempo e confirmamos serem autênticos, verdadeiros, embora muita vez contada ao sabor da emoção. E quando assistimos a nossa primeira palestra do Divaldo, aliás, querido, curiosamente, foi no dia 29 de agosto, dia do aniversário do Dr. de Menez de 1987 aqui em Fortaleza no auditório Malé do Colégio Militar de Fortaleza, onde tivemos a oportunidade de lecionar a história durante 31 anos e nos aposentamos recentemente, as coincidências do destino. Então, nós
Fortaleza no auditório Malé do Colégio Militar de Fortaleza, onde tivemos a oportunidade de lecionar a história durante 31 anos e nos aposentamos recentemente, as coincidências do destino. Então, nós ouvimos de volta falar e naquele momento em que ele falava de personalidades da história da humanidade, citou o exemplo conhecida palestra do Abad Pierre, de Aldert Schweitzer, de Madre Teresa de Calcutá, ele culina falando Dr. Bezerra de Menezes e inevitavelmente ele que deu todo um colorido especial a essa história que já era conhecida no século XIX e realmente aconteceu do episódio do anel de formatura. como historiador nas nossas buscas, querido, nós fomos inclusive verificar e conseguimos até uma imagem a época num quadro pintado, Dr. de Menezes desse anel que era um anel caríssimo, aliás, com brilhantes incrustrados e a pedra esmeraldina, né, de alto valor no anel de ouro e que na época ele com muito sacrifício, porque ele concluiu o curso médico em 1 85, a família já passava por alguns problemas de natureza material aqui no Ceará. O pai desencarnara em 27 de outubro de 1851, quando ele estava no Rio de Janeiro fazendo a faculdade. E aí a família começa a ter dificuldade. Então ele com muito sacrifício dando aulas particulares. Aquele episódio do estudante não só de matemática, mas era aulas particulares de matemática e filosofia que paga antecipadamente a quantia devida e que nunca mais volta ali à providência divina atuando. também nós descobrimos a fonte, é um fato real. E esse episódio do anel que nos toca fundo, o coração realmente aconteceu. Embora seja o tempo talvez não nos permita, mas o o o fato muito tocante que marca fundo nosso coração não foi nem tanto esse, mas é a ação da providência divina quando o Dr. Bezer Minenzes chega no Rio de Janeiro e quase perde a matrícula da faculdade. Mas esse fato é real e realmente ele num ato de desprendimento, desprendimento franciscano, ele tira esse anel de formatura que valia muito naquela época, que simbolizava para ele,
ícula da faculdade. Mas esse fato é real e realmente ele num ato de desprendimento, desprendimento franciscano, ele tira esse anel de formatura que valia muito naquela época, que simbolizava para ele, não pelo lado material, mas anos de sacrifício para conclusão do curso de medicina, ele dá aquela pobre mãe que além do problema de natureza material tinha o problema de natureza psicológica pelo aturdimento, as dificuldades que aquela jovem enfrentava para cuidar desse filho querido especial. E é um fato que o Divaldo narrava em algumas palestras que ele fez a respeito da homenagem que ele recebeu no mundo espiritual, onde a Celina veio trazer a mensagem de Maria. Você poderia falar dessa linda história, Luciano? Claro, querido. Essa história começou a ser contada primeiramente por Chico Xavier. Edivaldo desdobrou-a com nuances encantadoras, dando-nos também a informação devida a ciência de que tanto Chico Xavier em desdobramento quanto ele próprio Dival certamente testemunharam esse encontro. A história aconteceu realmente, querido, nas regiões espirituais próximas à Terra no dia 11 de abril de 1000 900 e 50, exatamente quando nós celebrávamos os 50 11 de abril de 1950, quando nós estávamos a relembrar os 50 anos do regresso do Dr. de Menezes ao mundo espiritual. 11 de abril de 1900, 11 de abril de 1950. Então, houve um maga um encontro na espiritualidade ser narrado por Divaldo de forma única, mas o o Chico faz a primeira revelação com a presença de Celina. Curiosamente, Celina, pouca gente sabe, mas era um espírito que se manifestava ainda nos primórdios do espiritismo no Brasil, oito centista, em reuniões dos grupos espíritas dos quais participava o BTEC Sampaio, Antônio Luiz Saão e o próprio Dr. Bezerra de Menezes. Então, era uma entidade espiritual de elevada envergadura moral que tinha um vínculo direto com Maria, a Rosa Mística de Nazaré. E o fato é que houve toda uma movimentação no mundo espiritual. Chico estava presente, Divaldo estava presente, porque para poder fazer de
tinha um vínculo direto com Maria, a Rosa Mística de Nazaré. E o fato é que houve toda uma movimentação no mundo espiritual. Chico estava presente, Divaldo estava presente, porque para poder fazer de forma minudente a narrativa do que ali aconteceu, desdobrando com nuanças encantadoras aquilo que Chico Xavier nos trouxe, houve todo um movimento no mundo espiritual para celebrar esses 50 anos de trabalho do Dr. Bezerra de Menez, ininterruptos no mundo espiritual, confortando a alma do povo sofrido do nosso Brasil. E a se sente tem toda essa história. O Divaldo nos diz e é curioso acrescentando essas informações que no local que parecia um anfiteatro grego, houve toda essa celebração, Dr. Bezerra, um tanto constrangido como aliás acontece com todas as grandes almas quando diante de homenagens dessa natureza. e a possibilidade que ele teria de, recebendo o convite para reencarnar em um mundo mais evoluído do que a Terra, um mundo de regeneração, ele antes de se manifestar tem a oportunidade de ouvir dois discursos. Isso Divald nos conta. O primeiro de Leon Deni, o filósofo poeta considerado a glória da oratória espírita no mundo europeu. O maior nome do espiritismo, na nossa opinião, europeu depois de Allan Kardec, muito amado aqui no Brasil. E André e Leonir, ele faz uma pré-eleção em nome dos espíritos espíritas internacionais. E depois nosso ilustre conterrâneo Viana de Carvalho, que no ano que vem, no dia 13 de junho, estaremos relembrando, estamos publicando um novo trabalho a respeit, os 100 anos da sua desencarnação. Viana desencarnou um ano antes do Edival reencarnar. Então, Viana de Carvalho vem e fala em nome dos espíritos espíritas brasileiros, nos possibilitando uma locução que tocou, conforme Divald descreve, os corações dos circunstantes. E aí depois tem todo aquele episódio, Dr. entra humilde, um tanto constrangido pelas homenagens e de repente aquela manifestação espiritual de Celina, emissária de Maria, que abre um pergaminho de luz e faz ali publicamente, diante daquelas almas que
milde, um tanto constrangido pelas homenagens e de repente aquela manifestação espiritual de Celina, emissária de Maria, que abre um pergaminho de luz e faz ali publicamente, diante daquelas almas que se faziam presentes nesse encontro diferenciado, o convite para que o Dr. de Menezes partisse buscando novos horizontes a um mundo mais refinado espiritualmente do que o que ele se encontrava, do que a nossa terra. E aí tem toda aquela história da boa conversa do cearense Bezerra de Minezes em pedir gentilmente, fraternalmente, a Maria, por intermédio da mensageira Celina, que se ele fizesse por merecer algo que lhe permitisse ficar por mais tempo confortando, porque era a sua razão, era essa sua razão de vida, a alma da nacionalidade brasileira. E pelo que nós sabemos, na primeira revelação, isso foi feito pelo Divald e nós ouvimos dele também na primeira palestra de 1987, a que fizemos menção aqui em Fortaleza, Dr. Bezerra de Menezes teve autorização para ficar até o ano 2000, quando estaríamos relembrando os seus primeiros centenários de desencarnação. Foi essa a concessão. Mas o Dr. de Menezes, pelo que nós sabemos, porque ele continua se comunicando com o Divaldo, com um jeitinho cearense de ser. Divaldo dizia muito que era o baianês, mas tinha aqui o cearense de ser. Ele conseguiu, certamente, fraternalmente, paraa felicidade nossa, convencer a Rosa Mística de Nazaré para permanecer conosco por mais alguns anos. Espero que por muito tempo e o Brasil e o mundo precisa, Dr. Menezes, para nos ajudar. a planejar um futuro mais promissor paraa humanidade no nosso mundo. Pela pela brilhante explicações, pena que o tempo foi passou tão rápido. Eu queria falar alguma coisa também do do nosso Manuel Viana de Carvalho, a sua desencarnação aqui na Orla de Amaralina. a as a brilhante palestra que Divaldo assistiu lá em Pelotas, né, com Viana de Carvalho fazendo a pré-eleção sobre o batismo e Divaldo assistindo Vianda fazendo a palestra no mundo espiritual, né? São coisas lindas
te palestra que Divaldo assistiu lá em Pelotas, né, com Viana de Carvalho fazendo a pré-eleção sobre o batismo e Divaldo assistindo Vianda fazendo a palestra no mundo espiritual, né? São coisas lindas que que você com certeza poderia nos narrar, mas vai ficar para uma outra ocasião, vai ficar aí a o desejo de novamente você estar aqui conosco. Então eu convido Luciano para que você possa se despedir das pessoas que assistiram você aqui presencialmente e aqueles que nos assustem, nos assistem de forma remota. >> Gratidão, querida. Essa é a palavra que nos vem nesse instante aos lábios, né? agradecer a você pelo gentil convite, agradecer a este público querido nesse espaço de sem sagrado, porque durante muito tempo Divaldo esteve aí levando adiante esse projeto, nosjando conversar sobre o espiritismo, que é a doutrina pela qual ele tanto se dedicou. E já que se aproxima o mês de dezembro, lembremos dele, Jesus. Uma pergunta que fizemos a Edival, talvez a mais embaraçosa da sua vida numa entrevista que vamos em breve divulgar. Isso já foi publicado no livro, nós perguntamos a Edivaldo, eu nunca tinha visto Edivaldo ficar assim, viu Mar? Mas a pergunta também foi foi complicada. Nós perguntamos como Divaldo Franco define Divaldo Franco? Ele parou, olhou assim. Aí disse alguém que o Espiritismo salvou e culmina falando de Jesus. e diz a ele que muitas vezes as pessoas até pretenderam na nossa invigilância uma visão muitas vezes enviezada do que vinha a ser o espiritismo. Retirar Jesus do Espiritismo, ele dizia: "Se pensar em retirar Jesus do Espiritismo, eu saio junto, né?" Então esse é o nosso Edivaldo. Então, querido, eu tenho uma dívida de gratidão tremenda para com ele. No que precisar estamos apostos. Obrigado pelo carinho, pela atenção. Para nós é sempre uma honra imensa podermos participar de espaços como esses para podermos divulgar a doutrina que é a razão de estarmos aqui na terra fazendo por amor à nossa causa essas pesquisas que têm como escopo tão somente deixar paraa posteridade os
espaços como esses para podermos divulgar a doutrina que é a razão de estarmos aqui na terra fazendo por amor à nossa causa essas pesquisas que têm como escopo tão somente deixar paraa posteridade os registros minemônicos, o registro das ações. Não que eles queiram, mas é um dever de consciência nosso como historiador para que o mundo no futuro saiba quem foram esses companheiros. E no nosso caso em particular, Divaldo Franco, pelo seu exemplo de amor, a causa e de perseverança no bem. Muito obrigado, meu querido irmão, pela sua participação. E nós ficamos [aplausos] ficamos emocionados com as lindas narrativas que você nos trouxe. Agradecemos então a nossa Andreia, muito obrigado pela tradução das Libras. às vocês que nos assistem aqui presencialmente, aqueles que nos assistem remotamente, a professora Solange, ao Sérgio e ao Júnior na nossa TV, né? E a nossa gratidão a todos. Vamos agora nos preparar então para o encerramento da reunião, convidando os médiuns passistas desta casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passos coletivos. Senhor, Senhor e Mestre Jesus, permita-nos chamá-lo de amigo. Sabemos que és o nosso irmão e nos preparaste tantos caminhos lindos com tantos benfeitores que nos servem de exemplos de vida e que foram aqui citados. Dr. Bezerra, Manuel Viana de Carvalho, dona Ivone do Amaral Pereira, Celina, Maria, a mãe de Jesus, são exemplos, Senhor, exemplos a ser seguidos, modelos para a humanidade. o nosso codificador Allan Kardec, a nossa benfeitora Joana de Angeles, nos ofereceste estudo, um prato rico de emoções, de sentimentos profundos. Cabe-nos, pois, trabalhar nesse sentido, na modelagem de um espírito novo, um espírito rede vivo para o nosso grande mundo novo de regeneração. Abençoa os médiuns passistas desta casa, aos benfeitores espirituais. Nossa gratidão, Adivaldo Franco, Nilson de Souza Pereira, aos bons espíritos. Te rogamos, Senhor, que abençoes os nomes dos encarnados e desencarnados que colocamos na entrada desse cenáculo.
rituais. Nossa gratidão, Adivaldo Franco, Nilson de Souza Pereira, aos bons espíritos. Te rogamos, Senhor, que abençoes os nomes dos encarnados e desencarnados que colocamos na entrada desse cenáculo. Por eles a vossa misericórdia, atendendo-os nas suas necessidades especiais. fluidifica a água, que ela seja um remédio para nós, para as nossas problemáticas contínuas do corpo físico e do nosso perespírito. Abençoa-nos, conduz-nos de retorno ao lar, pensando em ti. agradecidos pela noite brilhante, ilucidativa, clara, amorosa, benevolente que tivemos com o nosso querido irmão Luciano Cly. Que Deus o abençoe, que Jesus o ampare, assim como a todos nós. Está encerrada a nossa reunião. Nossa gratidão a todos. Que Jesus nos abençoe.
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