Mário Sérgio, Solange Seixas e Ana Guimarães • Conversando Sobre Espiritismo

Mansão do Caminho 01/08/2025 (há 7 meses) 1:09:01 13,480 visualizações 2,314 curtidas

Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE A NOSSA CONVIDADA » *Ana Guimarães* é oradora espírita vinculada ao Grupo Espírita Caminho da Esperança, no Rio de Janeiro, instituição que ajudou a fundar ao lado de seu marido, Geraldo Guimarães. Trabalhadora ativa do Movimento Espírita, Ana desenvolve atividades como palestrante e conferencista em diversas Casas Espíritas, congressos e eventos no Brasil e no exterior, abordando com reverência temas como a vivência do Evangelho, a educação espiritual da família e a regeneração moral à luz da Doutrina Espírita. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Estamos dando início ao nosso Conversando sobre Espiritismo. Muito boa noite a todos. Antes de darmos seguimento à nossa reunião, conversando sobre espiritismo desta noite, vou dar três breves avisos. O primeiro deles é relativamente a ao nosso encontro de sábado, vai ser uma roda de conversa, né? Nós chamamos diálogo franco, é o nome que nós vamos adotar, diálogo franco, em vez de ser roda de conversa, né? Franco, lembrando de Franco, de Divaldo Franco, né? Vai ser sobre mediunidade, como desenvolver com segurança. Então, estarão conosco aqui o Adilto Buglies, né? E a Tânia Menezes. E deixa eu ver quem mais aqui. O Junho mandou a foto e a Regina Souza, né? A Regina Sousa é lá de Brasília. Então eu fico fica o convite para sábado, né? nessa nosso diálogo franco, nós vamos fazer assim, vai ser algo bem bem dinâmico. Eh, convidamos Divaldo Franco para participar também, né, virtualmente estará presente conosco através de de vídeos, de mensagens que nós temos gravada com ele, tratando sempre, respectivamente, do assunto mediunidade, né? Então, a gente vai dar uma introdução com Divaldo, depois a gente leva o assunto adiante com os convidados, né? Então vai ser bastante produtivo. E no próximo sábado desse a 8 nós teremos aí o o nosso encontro com o Dr. Leonardo Machado, que é o lançamento do livro dele através da editora Leal, que é ansiedade e felicidade, né? A palestra da noite será com a Ana Teresa Camasmia. Então, esse seminário é com o Dr. Leonardo, começa às 16, vai até às 19, pois teremos um intervalo e depois desse intervalo a palestra da noite. Eh, muitas pessoas às vezes procuram se escrever, mas tem alguma dificuldade com os apps da vida dos dias de hoje, né, que é bastante dinâmico. E então o Lucas aí na livraria tá com computador. Aqueles que quiserem se inscrever pro seminário, pode ir lá na livraria, ele faz a inscrição, né? Nós estaremos oferecendo o livro do Dr. Leonardo para aqueles que se inscreverem no seminário. Então fica aí o o esse convite e também o último aviso nosso é

r lá na livraria, ele faz a inscrição, né? Nós estaremos oferecendo o livro do Dr. Leonardo para aqueles que se inscreverem no seminário. Então fica aí o o esse convite e também o último aviso nosso é relativamente ao é o cinema, né? No dia 16 de agosto, que seria no outro sábado, nós vamos passar aqui o filme do Divaldo. Esse filme ele é é quem é proprietária é a Disney. A Disney comprou a Fox, ele era da Fox, comprou a Fox. Então vai estar conosco aqui o Cloves Melo, que foi o diretor do filme. Então ele tem muito conhecimento de toda todo o processo do que aconteceu nas filmagens. eh o pensamento inicial, a participação do Divaldo, o Divaldo, digamos, ajudou muito no roteiro, né? Também estará conosco o Adilto Burglies, o Jonas Pinheiro, que é um amigo nosso de São Paulo, sempre que o Divaldo ia São Paulo, o Jonas é que fazia companhia para ele nos roteiros paulistanos, né? no interior de São Paulo já era outra pessoa e mas na capital sempre foi o Jonas, né? E a Luziane Bahia também vai est presente. Então, das 17, se eu não me engano, ali ou das 16 às 17 vai ser essa roda de conversa, esse diálogo franco aí a respeito do filme com a participação do Cloves Melo. Depois tem o intervalo e o filme começa às 19. Filme é 2 horas de duração, né? Então, das 19 às 21. E fica aí o convite, entrada franca. Quem quiser vim fica. Eu eu eu convidaria para que viesse realmente ver a a palestra ou a conversa com o com o Cloves Melo, que vai ser muito interessante, né? e depois o filme naturalmente para aqueles que não tiverem assistir. Então aqueles que tiverem interesse aqui hoje de fazer perguntas a respeito de qualquer assunto da doutrina espírita, pode enviar a aqui a nossa mesa que nós iremos responder junto com a convidada da noite. As nossas eh eh estarão presentes aqui, elas estão caneta e papel na mão, né? Se precisar, o público aí faz a a as perguntas devidas. Hoje nós temos como nossa convidada a Ana Guimarães. A Ana Guimarães é uma espírita já de longa data, mora no Rio de Janeiro, né?

el na mão, né? Se precisar, o público aí faz a a as perguntas devidas. Hoje nós temos como nossa convidada a Ana Guimarães. A Ana Guimarães é uma espírita já de longa data, mora no Rio de Janeiro, né? é uma oradora espírita vinculada ao grupo espírita Caminho da Esperança no Rio de Janeiro e instituição que ajudou a fundar lá do seu marido, que é o Geraldo Guimarães. Trabalhadora ativa do movimento espírita. Ana desenvolveu, desenvolve atividades como palestrante e conferencista em diversas casas espíritas, congressos e eventos no Brasil e no exterior, abordando com reverência temas como a vivência do evangelho, a educação espiritual da família e a regeneração moral à luz da doutrina espírita. Então eu vou convidar a Ana Guimarães para fazer a apresentação para nós nesse instante. Ana está aqui a sua amiga ao meu lado aqui, Solange Seixas. Eu estou me vendo aqui pode falar. Olá, amigos. Naturalmente, é com alegria que a gente está laborando no a serviço da nossa doutrina espírita e em se tratando da mansão do caminho que nos é grato ao coração pela presença constante de Divaldo Franco, que foi alguém que noteou, por assim dizer, o nosso pensamento espírita e a nossa vida espírita também. com seus exemplos, com a sua palavra amiga. E então nós estamos aqui, o coração bate mais forte e sentindo uma ausência, a presença, mas a vida continua e nós estamos aqui a serviço da nossa doutrina. Agradeço o convite que foi feito. >> Muito obrigado, Ana. Ana, antes assim de dar início a ao nosso Conversando, eu vou aproveitar a presença e o conhecimento que você possui da longa convivência que ela teve com o Divaldo Franco. Sempre que o Divaldo ia ao Rio de Janeiro, ela participava e fazia um feirão. Era um grande feirão num final de semana e todos os recursos que ela angareava era doados paraa avanção do caminho, né? Era um ferão assim de semana inteira. E o Divaldo fazia conferências, fazia palestras feão. Eu tive lá com ele diversas vezes e a Ana é que promovia esse encontro. Então, Ana, eu gostaria

caminho, né? Era um ferão assim de semana inteira. E o Divaldo fazia conferências, fazia palestras feão. Eu tive lá com ele diversas vezes e a Ana é que promovia esse encontro. Então, Ana, eu gostaria que você falasse um pouquinho dessa sua experiência com Divaldo, esse ferão que você promovia aí no Rio de Janeiro em prol das obras sociais da mansão do Caminho para que o público nosso pudesse conhecer esse trabalho maravilhoso que você desenvolveu durante muitos anos com a presença do Divaldo. Realmente foi para nós foi profundamente gratificante pela oportunidade do aprendizado com Divaldo. Mas eu gostaria de dizer a forma como conheci o Divaldo. Na época em que eu comecei a pregar, não havia as facilidades que hoje nós temos aí de poder conhecer através da tecnologia. Então, eu ouvia falar a respeito do Divaldo, mas eu apenas pelas coisas que as pessoas diziam e eu tinha muita vontade de conhecer porque ele já era muito famoso aquela época e eu não conhecia nem por fotografia. quando ele foi a Araçatuba, onde eu morava, e ele ficaria hospedado na casa que eu me hospedava também, porque a minha família era de Mato Grosso e eu estudava em Araçatuba. Nossa, a felicidade foi muito grande. E eu ajudava a dona da casa a preparar o quarto onde ele seria recebido, onde ele ficaria hospedado. e ajeitava as coisas, botava flor, botava um tapete novo, uma coisa. Aí numa certa altura, ela falou assim: "Eu não tenho uma fronha nova para colocar no travesseiro do Divaldo e agora?" E eu disse: "Olha, eu tenho uma fronha novinha que eu não usei ainda, só que ela tá bordada. E a minha mãe muito carinhosa, abordava durma bem si e um raminho de flor. Ela falou: "Mas vá buscar e colocamos no travesseiro ali de valdo e eu fui pro trabalho. Trabalhava o dia todo. Quando eu retornei no almoço, ele já havia almoçado e estava descansando. Não cheguei a me encontrar com ele. E a noitinha, quando retornei do trabalho, eu ia para a escola. Ele estava descansando, não tive chance de vê-lo nem de estar com ele. E aí,

o e estava descansando. Não cheguei a me encontrar com ele. E a noitinha, quando retornei do trabalho, eu ia para a escola. Ele estava descansando, não tive chance de vê-lo nem de estar com ele. E aí, né, fiquei naquela, naquela coisa, eu tinha que ir à escola, que eu ia fazer uma prova de português, e fomos para a escola e e resolvemos fazer a prova o mais rápido possível para podermos ir ao cinema onde ele falaria. Eu estava desesperado, coração batendo rápido, fiz a prova, eu nem me lembro como, e saímos, éramos três jovens espíritas estudando na mesma escola e fomos correndo pro cinema. E quando chegamos, havia uma multidão aqui, estávamos tentando entrar de alguma sorte no cinema. Quando alguém me pegou pelo braço, segurou e eu me voltei. Era um moço muito bonito que eu não conhecia. E ele disse para mim: "Eu dormi bem, Ceci, eu tomei o choque. Aí alguém que estava do lado falou assim: "Este é o Divaldo Franco". Ô meu Deus, foi assim que eu conheci. Aliás, foi ele que me conheceu primeiro. Eu fiquei pensando e comentando com as colegas: "Meu Deus, como é que ele sabia que eu era assistido no meio de tanta gente, no meio de tantas moças? Como foi que ele me descobriu?" Mais tarde, com o passar do tempo, a gente foi descobrindo o médium extraordinário que era Divaldo Franco, a criatura notável. que durante tantos anos praticamente norteou a nossa existência com as suas orientações, com a sua amizade que nos honrava tanto e com os livros que partiam da sua lavra mediúnica. Foi assim que eu entrei em contato com Divaldo Franco. Depois, quando a nossa casa completou 10 anos e ele havia feito a inauguração da casa, ele foi fazer a palestra dos 10 anos do Caminho da Esperança. E eu então conversando com ele, disse: "Divaldo, no domingo a gente podia fazer uma feirinha. Você vai você vai falar no sábado e no domingo a gente faz uma feirinha lá dentro da casa. O prédio era grande e naturalmente ali a gente angaria algum fundo para você levar pra mansão do caminho. Aí ele disse assim:

i falar no sábado e no domingo a gente faz uma feirinha lá dentro da casa. O prédio era grande e naturalmente ali a gente angaria algum fundo para você levar pra mansão do caminho. Aí ele disse assim: "Aninha, quem faz uma feirinha faz um feirão? Então você faça um feirão". Olha, foi um desafio e naturalmente nós juntamos a a equipe da casa e outros companheiros de outras cidades, de outros estados e e começou assim o feirão da mansão do caminho, que durante 30 anos recebeu de Franco num clima de fraternidade, onde não havia beb Não havia cigarros, não havia coisíssima nenhuma e todavia juntava perto de 10.000 pessoas, naturalmente rotativos, lá naquele encontro onde ele era a figura central que prendia a atenção de todos, atendendo com o maior carinho, com a ternura que era peculiar do nosso Divaldo. E foi assim que começou. o feirão por 30 anos. Agora terminou. >> Muito bem. Muito obrigado, Ana, pelo depoimento e esse foi a nossa introdução. Vamos nos preparar agora para iniciar realmente o nosso conversando. E eu convido a professora Solange para proferir a prece de abertura para darmos início à nossa à nossa reunião doutrinária. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino pastor, a tua mensagem ecoa nos corações e são exercitadas de acordo com o nível de cada ser. Assim tu acolhes os entendimentos e as energias emitidas como consequência dos teus ensinamentos de amor. Ó Senhor, há tanta bondade sobre a face da terra, mas os nossos olhos imediatistas distraídos desta realidade ainda se debatem na escuridão, muitas vezes do não entendimento. e bloqueamos a nossa razão para que assim continuemos em busca de algo melhor. Pois não desistimos, apesar da nossa pobreza, mas caminhamos com determinação, amealhando os recursos que a vida nos oferece, para que assim traduzamos a essência divina que existe em nós, que Estamos intentando expressá-la quando vivenciamos o bem, quando buscamos servir e amamos as criaturas. Mesmo que não sejamos amados, não importa. O Senhor nos ensinou

cia divina que existe em nós, que Estamos intentando expressá-la quando vivenciamos o bem, quando buscamos servir e amamos as criaturas. Mesmo que não sejamos amados, não importa. O Senhor nos ensinou que o bom é amar e prosseguir. Queremos agradecer-te, Senhor, a presença do nosso Divaldo, tanto tempo entre nós, que essa aliança entre ti e ele foi cumprida com tamanha fidelidade, que continuamos caminhando sob os alices que ele te a plantaram para que pudéssemos ir em busca da vida em abundância para o ressimento e crescimento dos nossos, que são os ideais crísticos, que um dia nos tornarão ditosos e belos. Agradecemos-te, Senhor, a nossa eterna gratidão ao nosso Divaldo, que assim todos continuemos dando o nosso testemunho perante o aprendizado feito e continuemos laborando em prol de um mundo melhor. Abençoa-nos, Senhor. Dá-nos a tua paz. Ser conosco. Fica conosco. Fica em nossos corações hoje e sempre. Que assim seja. Então vamos dar seguimento ao nosso Conversando sobre Espiritismo. Ô Ana, eu teria mais uma curiosidade assim que eu sei da sua convivência por largos anos com o Geraldo Guimarães, que foi seu esposo e o Geraldo teve uma convivência também larga com Divaldo Franco e eu já cheguei a assistir algumas palestras do Geraldo que ele era um orador fantástico. Você poderia também falar um pouquinho sobre o seu marido Geraldo, a convivência dele com o Divaldo, como eles se conheceram e as palestras que o Geraldo fazia também que eram espetaculares? >> Sim, claro. É sempre um prazer recordar é viver, não é, Mário? Então, a gente recorda e revive. Das coisas mais extraordinárias que eu me recordo do seu Guimarães falando a respeito do Divaldo. Foi uma frase que ele disse que marca de uma forma notável o que representava, o que representa e o que representará sempre Divaldo, para a nossa vida e para a vida de tantas criaturas. Uma ocasião ele me disse assim: "Ana é o homem mais íntegro que eu conheci na minha vida. Eu que tive a oportunidade de privar a intimidade dele, dormindo no mesmo

a e para a vida de tantas criaturas. Uma ocasião ele me disse assim: "Ana é o homem mais íntegro que eu conheci na minha vida. Eu que tive a oportunidade de privar a intimidade dele, dormindo no mesmo quarto onde dormiam ele e Nilson, eu posso dizer depois de 25 anos de convivência da integridade moral dessa criatura, ele realmente é um representante vivo da mensagem que ele veicula. Geraldo conheceu Divaldo aos 12 anos, quando foi levado por um companheiro que frequentava o caminho da redenção. E Divaldo, também muito jovem, a casa ainda era na calçada, onde, aliás, eu tive a oportunidade de falar por primeira vez. E quando o Geraldo chegou, apresentado pelo amigo Adivaldo, disse: "Ele veio para ficar e seu Guimarães tinha apenas 12 anos. E então ali sou a sombra amiga de Divaldo, de Nilson, ele foi crescendo e aprendendo a doutrina espírita. E esse aprendizado tinha o selo de autenticidade da vida daquele que pregava a doutrina espírita de Valdo Franco. E foi isso que marcou profundamente a vida do seu Guimarães e fez dele um expositor durante toda a sua existência da nossa doutrina. Nós nos conhecemos num encontro de juventude no estado de Goiás, na cidade de Anápolis, onde eu iria fazer, participar de um concurso de oratória. Meu Deus do céu, quando eu lembro dessas coisas dá uma agonia. E depois seria a representante do estado de São Paulo no dia da palestra. do Divaldo. Então, o seu Guimarães foi a pessoa que me incentivou. Eu era muito jovem ainda e estava muito nervosa. E ele disse coisas notáveis que ele havia aprendido com Divaldo, como vencer aquele temor do trabalho que ia ser feito, principalmente na noite em que o Divaldo falaria. E aí nós fomos observando como a influência da convivência com Divaldo foi importante na sua vida e depois marcou a nossa vida toda e a vida dos nossos filhos. Porque até hoje a nossa filha falando da doutrina espírita, ela sempre tem em mente a herança moral deixada pelo pai. e pelo avozinho de Valdo Franco. Sempre é uma alegria recordar.

dos nossos filhos. Porque até hoje a nossa filha falando da doutrina espírita, ela sempre tem em mente a herança moral deixada pelo pai. e pelo avozinho de Valdo Franco. Sempre é uma alegria recordar. >> Muito obrigado, Ana, pelas palavras aí, pela os esclarecimentos a respeito de Geraldo Guimarães e da convivência que você teve com o Divaldo, né? Então, vamos dar início aqui a uma pergunta que nos chega do público que nos assiste aí remotamente e é uma pergunta da área da mediunidade, Ana, sobre é de Débora e ela pergunta o seguinte: "As pessoas podem fazer os chamados, ela colocou entre aspas, né, trabalhos espirituais negativos para nos prejudicar?" Ela diz que não consegue acreditar que uma pessoa tem esse poder. Gosto de acreditar que a bondade, o amor de Deus é maior. Que que nós podemos falar sobre esses trabalhos espirituais negativos à luz da doutrina espírita? Nós estamos num mundo de provas e de expiações, onde naturalmente o mal prepondera e onde as pessoas ainda estão no aprendizado desenvolvendo o seu potencial divino. E existem aqueles que ainda estão voltados para os aspectos negativos da vida. Então, a criatividade do ser humano é muito grande e pensando negativamente, eles criam coisas que parece fantásticas e todavia não é assim que funciona. Para que um pensamento negativo emitido por alguém nos atinja, é necessário que haja uma sintonia entre aquele que pensa e a criatura que é pensada e para a qual é dirigida o pensamento negativo. Então, que existem pessoas versadas na arte de fazer o mal e de fazer coisas para prejudicar o próximo, naturalmente existem. E que existem criaturas que são afetadas por esses trabalhos, por essas coisas. Existem também, porque o semelhante atrai o semelhante. Mas se a sua vida está voltada para o bem, se você tem o hábito da oração, que é a proteção divina para todas as criaturas, naturalmente ficamos em bene a essas vibrações negativas. O mundo, lá na Gênese está inserta por Allan Kardec, dizendo: "Em torno da Terra pululam uma quantidade enorme de

ina para todas as criaturas, naturalmente ficamos em bene a essas vibrações negativas. O mundo, lá na Gênese está inserta por Allan Kardec, dizendo: "Em torno da Terra pululam uma quantidade enorme de espíritos atormentados, sofredores, e eles aí estão atraídos pelo pensamento das pessoas aqui na Terra". É uma visão muito lógica. Se a minha, se os meus, meus pensamentos, a minha vibração está voltada sempre para o aspecto negativo da vida, eu vou atrair criaturas que vibram dentro da mesma sintonia. Mas se o meu pensamento está voltado para o bem, se eu estou buscando crescer moral, espiritualmente, eu vou atrair companheiros que estão em outro padrão vibratório. E a gente então pode se liberar dos pensamentos negativos que eles existem. Sim, claro. Até nós também pensamos às vezes de forma que depois a gente se arrepende. Não devia ter pensado isso ou não devia ter falado isso. Aliás, a música popular já diz de uma forma assim muito linda. A gente briga, diz tanta coisa que não quer dizer. briga pensando que não vai sofrer. É a música popular falando uma realidade. Então, ao querido companheiro ou companheira que fez a indagação, ore sempre, procure boas leituras, companhias agradáveis que estão vibrando no mesmo diapazão, então o mal vai passar de passagem, não vai ficar. Muito obrigada, Ana. Vamos agora um pequeno intervalo e nós já retornaremos. >> Chegou a edição de julho, agosto da revista Presença Espírita. Na coluna Relembrando Deolindo Amorim, vamos falar sobre posições críticas perante o Espiritismo. Em ciência espírita, leia algumas reflexões sobre a hipnose, o magnetismo e o espiritismo. Confira também um artigo sobre a psicologia espírita de Joana de Angeles. E na matéria de capa falamos sobre a mansão do caminho que completa 73 anos de existência, um educandário de raiz transcendental disponível em versão impressa e também no Espiritismo Play. Ana, vamos aproveitar esse conhecimento, largo conhecimento a respeito da mediunidade. E a nós temos uma pergunta aqui de Maria

anscendental disponível em versão impressa e também no Espiritismo Play. Ana, vamos aproveitar esse conhecimento, largo conhecimento a respeito da mediunidade. E a nós temos uma pergunta aqui de Maria Cruz que nos chegou pelo YouTube e ela pede um pouco mais de explicação e diferenciação o que seria a fascinação e a subjulgação sobre a ótica da doutrina espírita. Existe uma diferença fundamental entre a fascinação e a subjugação. Na fascinação há uma sintonia entre o médium e o espírito ou os espíritos. E geralmente a criatura ou médium faz sinado, ele não percebe o seu comportamento, nem as coisas esdrúchulas que ele faz e que as pessoas percebem e ela não. E geralmente isso está estreitamente ligado à vaidade, o orgulho. A pessoa que se locra, a honra de servir a Jesus, a espiritualidade amiga. A pessoa se coloca numa posição superior. Então a gente percebe logo a ação da vaidade, a ação egoística da pessoa que se acredita superior a tudo. Então o médium fascinado pelos espíritos e por si mesmo. Na subjulgação, eu nunca tive a oportunidade de encontrar alguém sob a subjção de um espírito. Certa ocasião, numa cidade no interior de São Paulo, eu vi um menino, um garoto de 4 anos, que de repente ele tinha umas crises violentas e a aparência era totalmente diversificada. Era um olhar que doía na gente, uma expressão facial terrível. E eu tive a oportunidade até de perguntar se uma criança poderia sofrer um domínio de tal lance de um espírito inferior. E a resposta que eu tive foi que sim, pode ocorrer, como acontece com os adultos também. Então, na subjgação é o médium atormentado, dominado por um espírito e na fascinação, ele está dominado por várias entidades. E tudo isso ocorre, vamos dizer assim, pela necessidade probatória e expiatória que nós temos nesse mundo de provas e de expiação. o que nós poderíamos superar com o trabalho ativo no bem, mas que não superamos porque nos dedicamos mais à vida mundana. >> Eu espero que tenha esclarecido. >> Muito obrigado, professora. Um assunto para

e nós poderíamos superar com o trabalho ativo no bem, mas que não superamos porque nos dedicamos mais à vida mundana. >> Eu espero que tenha esclarecido. >> Muito obrigado, professora. Um assunto para relativamente à família é um assunto muito importante, né? os nossos compromissos familiares. Então, a Mônica pergunta assim: "Sabemos que é fruto que não é fruto do acaso reencarnarmos em uma determinada família? Mas quando há desrespeito múto por anos, desprezo, intromissões, provocações intencionais, é natural que nos afastemos ou nós devemos persistir? Que é que nós podemos recomendar? Ficamos ou não ficamos? >> Boa noite, Mônica. É uma excelente pergunta porque atinge a um nível muito grande de pessoas esse tipo de problemas. Nós estamos no mundo de expiação e provas. Provavelmente vocês tiveram algum problema no passado e agora estão reunidos. nesta família para o reajuste, porque a proposta da divindade é nos educarmos e crescermos na direção de evoluirmos cada vez mais nos sentimentos. Se ainda há entre vocês esse tipo de animosidade, você que já está se interessando pela doutrina espírita, vai encontrar não só no Evangelho a parentela, a parentela física e espiritual, como também no livro dos espíritos terá bastante informações para sua compreensão se agusar, porque aquele que tem mais tem que dar mais. Então, já que você descobriu que há alguma coisa entre vocês que dificulta o relacionamento, alguém tem que ceder. E para o seu crescimento ou de alguém da família, não só o seu exemplo vai arrastar o outro, porque vai se perguntar, fulano mudou de atitude, o que será até o dia que ele vai compreender que a animosidade não leva ao aprofundamento do sentimento elevado. Então você precisa exatamente de dar este exemplo, desistir jamais. A divindade te proporciona uma oportunidade inigualável, porque eles sabem muito mais do que nós, do que nós realmente precisamos para este crescimento. Não é a proposta, mas superar através da prece, da boa vontade, da boa leitura,

portunidade inigualável, porque eles sabem muito mais do que nós, do que nós realmente precisamos para este crescimento. Não é a proposta, mas superar através da prece, da boa vontade, da boa leitura, do estudo, da doutrina, para que você tenha subsídios a fim de estruturar os seus, as suas ações e os seus sentimentos, vencendo a você mesma e dizendo que o amor é bom para quem ama e que você pode amar sem nada esperar. Aí você superou tudo. Que Deus lhe ajude e você continue decidida a vencer-se e não a vencer o outro, mas a vencer essa dificuldade dentro de você. >> Obrigado, professora. Tem aqui no YouTube, o Sérgio, ele perguntou aqui com bastante assistência se essas, parece das terças-feiras que foram realizadas por Divaldo, elas estão disponíveis, estão disponíveis no nosso na nossa plataforma do Espiritismo Play. As palestras que o Divaldo coloc fazia aqui as terças-feiras, nós sempre subimos pro pro Espiritismo Play. Aqueles que tiverem interesse, né? se associou espiritismo peit lá a a plataforma do com as palestras que eram desenvolvidas pelo Divaldo às terças-feiras aqui na não só do Divaldo como de outros palestrantes também. Nós temos essas palestras gravadas no Espiritismo Play. Ah, uma pergunta que não chega do público aqui, Ana, é sobre ansiedade. Ansiedade no mundo atualas, um mundo muito conturbado, muito difícil. eh nos diversos aspectos sociais, políticos, econômicos, não é só a questão do Brasil, uma questão eh mundial, né? Nós estamos vivendo um período realmente assim bem tumultuado nos relacionamentos sociais. E então ela a a essa pessoa Luía, ela pede uma recomendação, um conselho, né, de como é que nós podemos agir para não ficar não nos sentirmos eh convulsionados. ou com dificuldades ansioso diante dessas problemáticas que nos chegam pelo por todos os meios de comunicação e que às vezes nós podemos ficar realmente atordoados com tanta dificuldade que se nos apresenta. Nós temos encontrado várias pessoas que nos procuram, procurando naturalmente o

s meios de comunicação e que às vezes nós podemos ficar realmente atordoados com tanta dificuldade que se nos apresenta. Nós temos encontrado várias pessoas que nos procuram, procurando naturalmente o espiritismo para a solução da problemática da ansiedade. E toda vez que nós conversamos com a criatura, nós lembramos a necessidade de buscarmos a divindade que existe dentro de nós. Somos filhos de Deus e como filhos de Deus temos a herança divina que está guardada no nosso íntimo. Quando nós nos preocupamos muito com as coisas exteriores, a preocupação com o trabalho, a preocupação financeira, a preocupação com os filhos, são préocupações e a gente deixa de se ocupar com aquilo que realmente é importante e tem valor em nossa vida. Então, se nós tirarmos o pré ocupação, vamos ter a nossa mente ocupada com as tarefas do nosso cotidiano. Levantamos cedo o café da manhã e depois as atividades que são naturais, não nos esquecendo nunca de uma lição que o Divaldo repetiu várias vezes através desse canal, quando sua mãezinha ao despertar dizia: "Ele já rezou meu filho?" E à noite a mesma coisa: "Já rezou meu filho. A gente não se esquecer". de estar ligado ao nosso pai, à divindade, para a tranquilização do nosso coração, da nossa alma. Lembrando que a préocupação não vai resolver os problemas que só a ocupação vai nos ajudar a resolver. E nós convidamos também essa companheira que está com essa essa problemática, que ela procure uma casa espírita para tomar o passe. passe é uma transfusão de energia orgânica que ajuda a tranquilização orgânica também, enquanto a mensagem que ela recebe vai tranquilizando a alma, o espírito encarnado, e dessa forma ela vai superando as problemáticas que a afligem, buscar Deus e a sua justiça e tudo mais será resolvido. Muito obrigado, Ana. Professora, tem uma mensagem aqui de uma pergunta do público, eh, onde ele questiona, eh, a respeito da do seu interesse sobre o espiritismo. Tem interesse, gosta do espiritismo, eh, sente que o espiritismo seria o

m uma mensagem aqui de uma pergunta do público, eh, onde ele questiona, eh, a respeito da do seu interesse sobre o espiritismo. Tem interesse, gosta do espiritismo, eh, sente que o espiritismo seria o caminho a seguir, né? mas também que ele ouve uma segunda voz para dizer que não vale a pena seguir o espiritismo, né? Até eu me lembro de uma palestra que a Tânia fez aqui terça-feira e é que ela falou do anjo bom e do anjo mau. O anjo bom fala num ouvido, o anjo mau fala no outro, sempre contrariando os as nossas ideias dos pensamentos. E tem uma mensagem muito interessante no livro que nós lemos ao meio-dia, na hora da refeição, no livro se chama Episódios Diários. E a prefeitura fala, fala também a respeito desse primeiro interesse. A pessoa tem o interesse de começar, digamos, a mudar o roteiro da sua vida e se interessar, digamos assim, por um interesse religioso ou um outro tipo de procedimento. E quando ele começa nessa tentativa, que são os primeiros passos, surge já de frente muitos obstáculos e dificuldades. Então, hoje eu vou à reunião doutrinária, aí o filho adoece, o carro fura o pneu, falta a gasolina, acontece de tudo, né? Que é que nós podemos poderíamos, professora, esclarecer ao nosso convidado da noite a respeito dessa desses primeiros passos em direção à doutrina espírita e os obstáculos que naturalmente irão surgir? >> Olha só. Que coisa boa que você descobriu. A doutrina é uma estrada luminosa. É claro que quem está na escuridão, no momento que começa a enxergar, a ter uma série de dúvidas e de desafios para que você estabeleça dentro de você se essa estrada realmente vai te levar ao destino feliz que te reserva, como disse no poema Eh, a mentora Joana de Angeles. Então, você fez uma escolha. Essa escolha, como todos nós fazemos em qualquer sentido, até nas nossas profissões, nós somos desafiados para que se estabeleça dentro de nós exatamente a certeza. e vamos nos aprimorando naquilo que estamos fazendo ou vamos adquirindo mais conhecimento sobre a escolha feita enquanto o caminho

desafiados para que se estabeleça dentro de nós exatamente a certeza. e vamos nos aprimorando naquilo que estamos fazendo ou vamos adquirindo mais conhecimento sobre a escolha feita enquanto o caminho seja a doutrina. Claro que você vai ter desafios para o bem e outros vão te instigar para você desistir. Mas se você usar sempre a oração, você vai encontrar um reforço na sua alma que vai te dar coragem para prosseguir. Não é porque eu sou espírita, mas porque você vai começar a descobrir que a doutrina espírita ela é tão lógica, tão verdadeira, que você vai começar a descobrir respostas tão necessárias à sua vida e a compreensão vai se alargando e você vai se modificando. modificação essa que vai te levar um crescimento e você vai aproveitar dessa sua escolha de uma forma determinada que vai te fazer buscar o estudo, o esclarecimento, a participação e o conhecimento mais intenso do que seja a doutrina espírita para que ela serve na minha vida. Que caminhos eu vou buscar? Que orientações ela me dá de subsídios para fazer as melhores escolhas? Porque nós passamos a usar muito raciocínio. Em vez de reagir, começamos a agir. A doutrina nos faculta a capacidade de pensar para depois responder, para que o nosso seja uma atitude ou uma ação de bom senso e de harmonia que nos leve ao crescimento. Daí esses impecílios, como o Dr. Mário falou que você vai fazer o culto no lar, chega a gente para fazer uma visita. Não tenha dúvida, convide a visita para fazer o culto no lar. Olha, eu tenho o meu culto no lar, vou fazer agora. Você gostaria de participar? Se a pessoa não quiser, espera num outro cômodo ou então a visita volta outro dia. Mas você tem um compromisso sério, real. Porque aquilo te faz bem. E o que nos faz bem, nós devemos cultivar. Os desafios virão sempre para ver exatamente a sua escolha, se é determinada no sentido da sua entrega, do seu crescimento e da sua elevação, porque vai te conduzir exatamente a buscas cada vez mais acentuadas no sentido do crescimento moral e

e a sua escolha, se é determinada no sentido da sua entrega, do seu crescimento e da sua elevação, porque vai te conduzir exatamente a buscas cada vez mais acentuadas no sentido do crescimento moral e espiritual. Não desista, apesar dos desafios. Prossiga e continue levando no coração a certeza de que é uma excelente escolha. >> Obrigado, professora Ana. Ainda dentro do tema da mediunidade, nós sabemos que às vezes o animismo pode ser um grande tormento pro médium, né? e criar uma barreira ou impecílio para o seu desenvolvimento e a sua educação mediúnica. Você poderia fazer algum esclarecimento a respeito do que seria o animismo e como vencer esse animismo? A nossa doutrina é de uma riqueza extraordinária. Aliás, essa questão do animismo e espiritismo vem acompanhando a a trajetória da gente desde muito tempo, porque falta um esclarecimento a respeito do que seja isso na casa espírita, o que é animismo e o que seja mediunismo. Animismo não é um bicho de sete cabeças, não é uma coisa natural. Quando você estuda o livro dos médiuns, lá tá escrito, Allan Kardec explica que a vidência, na maioria das vezes, é uma questão anímica, é do médium. Aquele, aquelas pessoas, eh, os iniciados eles laboravam no sentido de desenvolver os fatores anímicos. que existe em todas as criaturas. A visão, por exemplo, um fator anímico. Agora, pode também ser medianímico. Quando é mediúnico há a interferência de um espírito. Nós entramos em relação com o espírito, então ocorre a mediunidade. Mas no animismo não existe esse relacionamento com um espírito. é uma é uma possibilidade que a própria criatura tem. E lá no livro dos médiuns diz que a vidência, a audiência pode ser anímico sem a interferência de um espírito. Então não é uma coisa ruim e nem é para a gente estar lutando contra. Lembrando que na função anímica é muito difícil encontrarmos pessoas que tenham essa capacidade. O que preocupa as pessoas são as fraudes, os enganos que as pessoas fazem utilizando o nome dos espíritos para

do que na função anímica é muito difícil encontrarmos pessoas que tenham essa capacidade. O que preocupa as pessoas são as fraudes, os enganos que as pessoas fazem utilizando o nome dos espíritos para colocar o seu pensamento. Aí é uma ação desonesta dentro de algo que é tão especial na nossa doutrina, que é a mediunidade. Então, quando nós agimos honestamente, então nós vamos atuar ou animicamente ou mediúnicamente, sempre de forma produtiva e de forma clara, objetiva, que só tende a elevar o nosso padrão vibratório e esclarecer as pessoas que estejam em torno de nós.Ana, Vou aproveitar aí da sua presença. Uma pergunta que veio aqui pelo YouTube de Célia, ela diz que tem muita ansiedade e pânico crônico. E o médico diz que para tratar desse problema é um problema congênito, pois quase toda a minha família biológica também tem a mesma problemática. E ela disz que é médium. E ela pergunta: "Eu posso me curar dessa problemática de ansiedade e pânico?" Veja bem, as obras de Manuel Filomeno de Miranda e de André Luiz são profundamente esclarecedoras no que diz respeito às nossas provas e às nossas expiações. Quando nós estamos em prova, nós estamos testando conquistas que já foram feitas anteriormente. Quando nós estamos no processo de expiação, nós estamos ressarcindo débitos adquiridos. E geralmente nas reencarnações, o grupo que se desaviu no passado, o grupo que delinquiu no passado, geralmente retorna juntos e ocorre então haver muitos companheiros dentro de uma mesma família sofrendo as mesmas dificuldades, as mesmas enfermidades. Não que isso seja congênito, que seja uma herança paterna ou materna, mas uma herança das nossas vivências anteriores. A gente pode ficar curado? Sim, claro que pode. De que forma? Dedicando a nossa vida para que ela seja importante para outras pessoas. E a gente vê isso claramente em André Luiz e em Filomeno de Miranda. Quando nós retornamos com um projeto para pagamentos de dívidas e muita vez pagamentos dolorosos e nós começamos a fazer um aplicativo da nossa

isso claramente em André Luiz e em Filomeno de Miranda. Quando nós retornamos com um projeto para pagamentos de dívidas e muita vez pagamentos dolorosos e nós começamos a fazer um aplicativo da nossa existência, um aplicativo positivo, que a nossa vida se torne importante para outras vidas, há uma comutação de pena. Então, alguém que vai perder um braço perde um dedo. Alguém que vai sofrer uma enfermidade terrível tem um eczema na perna e assim a sua pena diminui. Cabe-nos enfrentar qualquer que seja as circunstâncias da nossa existência, pensando sempre: "Eu estou em prova. Se eu estou em prova, temos que passar bem. Se eu estou em expiação, eu tenho que pagar as minhas dívidas. Aliás, se eu tiver um tempinho, vou contar um acontecimento com Divaldo Franco, que foi para me lapidar. Eu estava passando por uma prova difícil dentro do lar, sofrendo. E eu sabia do telefone do Divaldo aqui no Rio de Janeiro, mas a gente nunca sabia quando ele estava passando. Naquele dia eu pensei, eu vou ligar pro apartamento do Divaldo e vou pedir a ele uma palavra de estímulo, de ajuda para esse processo de sofrimento. E eu liguei para o apartamento e na mesma hora me arrependi, desliguei o e fiquei pensando. Falei: "Meu Deus do céu, se ele estiver, ele me atende, se ele não estiver, tudo bem". Liguei novamente. Quando eu liguei, o Divaldo atendeu e disse: "Oi, Aninha, por que você desligou, minha filha? Eu já estou de saída para o aeroporto, mas posso lhe atender." Eu falei: "Ai, Divald". comecei a chorar e não conseguia falar nada. E ele então começou a me contar o problema que eu estava passando. E ele foi falando: "Pois é, minha filha, é assim, assim, assim". Quando ele terminou, eu disse: "Ô, Divaldo, então isso é uma provação, uma expiação que eu tenho que superar?" Ele disse: "Minha filha, se for uma aprovação, passe com nota 10. E se for uma expiação, espia com educação e não reclame, trabalhe. Eu guardei isso no meu coração. Então, diante dos testemunhos da vida, e são muitos, nós estamos no mundo de provas e

se com nota 10. E se for uma expiação, espia com educação e não reclame, trabalhe. Eu guardei isso no meu coração. Então, diante dos testemunhos da vida, e são muitos, nós estamos no mundo de provas e expiação, a gente recorda ele dizendo: "Se for uma prova, a gente tem que passar com nota 10, aguentando firme". Se for uma expiação, a gente espia com educação, agradecendo sempre a Deus a oportunidade de termos as condições de ressacirmos os nossos débitos. É tão bom quando a gente tem uma conta para pagar e temos o dinheiro para isso, a gente fica feliz. Então, numa conta para pagar com a vida, o dinheiro que a gente deve ter é a boa vontade, a compreensão, o esforço e a tranquilidade de saber que nós temos condições para ficarmos livre de mais um débito. Minha irmã querida, ore sempre. Peça a Deus essa força que ele nos dá, porque quando nós oramos com o coração, uma mão amiga chega e toma conta de nós e diminui as nossas angústias e sofrimentos. Deus te abençoe. >> Muito obrigado, Ana, aí pela pela explicação, pelo exemplo. E eu me recordei quando você falou a respeito dessa capacidade mediúnica que o Divaldo tinha, que poucas pessoas sabem, né? E muitas vezes surgem perguntas relativamente a esse assunto aqui no no nosso conversando. Ontem eu recebi aqui um amigo que se chama Luís Riva. Ele é peruano, mas mora no Brasil há muitos anos e conviveu muito com Divaldo, porque ele viajava pela América Latina. Ele falava muito bem, falo bem, ele peruano, fala espanhol muito bem. Então ele auxiliou o Divaldo e nessas viagens que ele fazia na América Latina, ele fazia companhia. E ele me contando diversos casos onde ele antes de ele perguntar pro Divaldo, Divaldo já respondia, né, em diversas ocasões. Ele contou uns dois ou três casos interessantíssimos, né, que o Divaldo realmente tem tinha essa percepção, essa mediunidade que poucos sabem, né? Então, antes que a gente conversasse com ele, ele levava o problema, ele já dizia a resposta. É fantástico isto, né? Essa era a

almente tem tinha essa percepção, essa mediunidade que poucos sabem, né? Então, antes que a gente conversasse com ele, ele levava o problema, ele já dizia a resposta. É fantástico isto, né? Essa era a mediunidade espetacular de Divaldo Franco. Então, nós vamos agora dar seguimento ao encerramento da nossa reunião. Eu agradeço o público aqui que veio nessa noite fria de Salvador de 22º, né? Uma noite com um pouco de chuva, né? Eu sei que lá em São Paulo, Rio Grande do Sul, tá bastante frio, abaixo de 10 lá. E nós aqui estamos sofrendo com 22, né, botando casaco e tudo. Então, agradeço o público, a esses que nos assistem também de forma remota, a nossa traditora de Libras, Andreia, né, ao Sérgio e ao Júnior que estão na nosso estúdio, a professora Solange, eu vou convidar a nossa irmã Guimarães para que se despeça de todos nós. Queridos amigos, às vezes, como todas as criaturas, a gente sente aquela vontade de conversar com Deus. E é tão simples, basta que o pensamento se erga e a gente busca esse pai amoroso que nos orienta nos momentos de dificuldade, que nos consola nos momentos de lágrimas e dor e que pacifica a alma quando a angústia quer tomar conta do coração. É uma estrada, um roteiro abençoado. a existência humana e a certeza da reencarnação, da imortalidade da alma, da presença de Deus em nossa vida. E a certeza de que os nossos amores que partiram para o mundo espiritual continuam conosco, continuam a viver. E a vida continuando além da sepultura, é a oportunidade divina de reencontrarmos conosco mesmo e fazermos o retorno à vida física para dividir com os outros a alegria de uma fé que nos dá a certeza de que nós somos seres divinos porque somos oriundos de uma divindade. Um abraço grande para todos. Que Deus abençoe vocês. Solange, eu te amo. Mário Sérgio, muito obrigado. Amigos, todos um abraço. >> Muito obrigado, Ana, um grande abraço. E vamos então agora dar o encerramento, o início do encerramento da nossa reunião, convidando os médiuns passcistas da casa para se colocarem ao

os um abraço. >> Muito obrigado, Ana, um grande abraço. E vamos então agora dar o encerramento, o início do encerramento da nossa reunião, convidando os médiuns passcistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino amigo, a todos nós, muitos de nós, um grande público, milhares e milhões de pessoas tiveram a oportunidade divina de conviver com um ser superior. Nós sempre pensamos nos bons espíritos. Esses espíritos que nos dirigem, que caminham conosco, que nos orientam, que tem paciência, benevolência, carinho, amor, transmite em paz. Assim foi, Divaldo Franco. Ele teve essa capacidade de transmitir um grande amor para todos nós que convivemos com ele. Assim, Senhor Jesus, vos rogamos nesta noite que abençoes os médiuns passistas da casa na transmissão das boas energias oriundas do mundo espiritual. A nossa gratidão aos fundadores desta instituição, a direção sábia e segura da prefeitura Joana de Ângeles, as orientações diretivas de Francisco de Assis e a regência sublime do nosso Senhor e irmão Jesus Cristo. Abençoa-nos, pois, Senhor, abençoa os nomes que colocamos na entrada do cenáculo dos encarnados, desencarnados. Por eles a vossa misericórdia. Abençoa também a água que colocamos na entrada do nosso cenáculo, transforma num fluido medicamentoso para os nossos males físicos, espirituais, emocionais. Conduz-nos de retorno ao lar, pensando em ti, dulcificados, pacificados, e que a vossa mansuetude possa envolver os nossos corações. Abençoa-nos, ser conosco, Senhor, hoje, por todo sempre e que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Muito obrigado a todos.

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