Márcia Sirotheau | PERSONALISMO E SOFRIMENTO (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 05/04/2025 (há 1 ano) 45:51 462 visualizações

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Transcrição

Amor vibrando, luz buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui. Boa noite, meus amigos. Sejam muito bem-vindos à nossa comunhão espírita. Eu falo nossa porque é nossa casa, né? é o local em que a gente se sente bem, que a gente busca para aprender, para receber conforto, para receber força. Então é uma alegria sempre que nós estamos juntos aqui. Hoje eu pedi pra nossa amiga Eloía abrir uma página aqui, ó, acaso. Falei para ela que não tava nem vendo porque eu tava sem óculos e com aquela luz de lá eu não vejo aqui. Com essa eu já posso arriscar, mas o óculos tá aqui do lado. Vou pegar, né? Melhor pegar o óculos. para ficar, ó, melhorou. Então, vou ler para todos nós. É do livro Gotas de Esperança de Lorival Lopes. E é uma mensagem então que foi escolhida ao acaso para todos nós e que nos diz assim: "A felicidade é espiritual. Não pense em felicidade material. Você é um ser espiritual. Como então ter felicidade material? A felicidade, entre aspas, do dinheiro, do luxo, é ilusória. Ela se esva, deixando o tédio. A das boas obras, dos bons pensamentos, permanece para sempre. O amor é a base dessa felicidade. Seja alegre, tenha pensamentos positivos. Busque um ideal. Dê boas sugestões aos outros. A sua felicidade cresce a cada dia. É sabedoria usar das possibilidades materiais para alcançar a felicidade espiritual. Meus amigos, então vamos fazer nossa prece embalados por essa lembrança da espiritualidade quanto a verdadeira felicidade, essa que vem das boas obras, dos bons pensamentos, dos bons propósitos. E são esses bons propósitos que nos unem nesse dia de hoje. Todos viemos aqui em busca de um propósito maior para a nossa existência. E por isso, ao nos dirigirmos para essa casa, já contamos com a presença dos amigos espirituais que nos guiam, que

ia de hoje. Todos viemos aqui em busca de um propósito maior para a nossa existência. E por isso, ao nos dirigirmos para essa casa, já contamos com a presença dos amigos espirituais que nos guiam, que nos fortalecem e que nos intuem. E agradecemos ao nosso mestre Jesus porque conseguimos chegar até aqui. Pedimos, mestre amigo, as tuas bênçãos para o nosso trabalho, para que os nossos corações tão sedentos de esclarecimentos, de luz, de paz, de felicidade, que eles possam se abrir para receber as tuas lições. nos ajuda, Senhor, para que possamos, enquanto estivermos estudando essas lições, pensar em como colocá-las em prática no nosso dia a dia, que não sejam apenas palavras bonitas, mas que possam ter um real sentido para nós. E assim, querido amigo, é que nós te pedimos a permissão e a proteção para o início da nossa tarefa de hoje. Graças a Deus, meus amigos. A tarefa hoje não é fácil, nunca é, não é? Mas nós contamos sempre com ajuda. Por que que não é fácil? Porque nós vamos examinar o nosso sofrimento. Quem não sofrer pode ir embora. Quem falasse, eu nunca sofri, não precisa assistir hoje, não tá dispensado. Mas quem já sofreu algum dia na vida, já poôde perceber que nós sofremos de maneira diferente. Pode ser o mesmíssimo acontecimento. A gente tem um exemplo há pouco tempo, a pandemia, mesmo acontecimento para todos. Cada um encarou de uma maneira diferente, cada um foi impactado de uma maneira diferente. E o que que possibilitou para nós esse impacto de um jeito ou de outro? Os filtros que nós temos e que nos ajudam a perceber a realidade? Ou será que todos nós vemos a realidade do mesmo jeito? Ela é única para cada um de nós? Como se a gente tem passados diferentes? Se a gente teve uma educação e uma formação diferente, as nossas crenças são diferentes. Outra coisa que é muito diferente é a nossa visão sobre nós mesmos. Cada um tem a sua visão de acordo com as suas vivências. Então, por isso, nós temos lentes diferentes que nos proporcionam enxergar o nosso

oisa que é muito diferente é a nossa visão sobre nós mesmos. Cada um tem a sua visão de acordo com as suas vivências. Então, por isso, nós temos lentes diferentes que nos proporcionam enxergar o nosso próprio sofrimento de uma determinada maneira muito peculiar que só nós temos. E nós trouxemos hoje esse tema eh personalismo e sofrimento para falar de algo que nos causa muito sofrimento, que é a maneira como nós nos ofendemos, que tem a ver com o nosso personalismo. A gente vai aos poucos chegando lá. Que que seria o personalismo? é a maneira como eu me coloco perante o mundo, dando maior ou menor ênfase no que eu quero, no que eu acho, no que eu acredito, na minha rigidez. Será que só o meu jeito é o jeito certo? Será que o universo vai ser perfeito quando todos os seres pensarem exatamente como eu? Claro que não, mas é engraçado que às vezes é isso que a gente quer numa determinada discussão, num determinado momento em que a gente se sente agravado, injustiçado, a gente quer que o outro pense igualzinho a gente. Ai, aí eu vou estar em paz, aí eu vou est feliz. Mas nós não temos esse controle. E aí o espírito irmã se do for vai nos fazer essa indagação num livro que se chama Muito Lindo, chamado Reforma Íntima sem martírio. Vocês sabem que a, na doutrina espírita a gente fala muito da reforma íntima, né, que aliás é um problema, porque algumas religiões nos falam: "Olha, faz assim, assim, assado, acredita assim, assim, assado e você tá salvo". Ótimo. Mas o que a ciência espírita nos propõe com base em todo o seu arcaboço teórico e prático é falar assim: "Olha, a felicidade ela é possível, mas ela depende de conquistas suas pessoais que você vai ao longo de diversas existências realizando. Isso se chama reforma íntima". O que o que o apóstolo Paulo falava em relação ao homem velho, que a gente deixasse o homem velho de lado para que pudesse nascer o homem novo. É a reforma íntima, a o a aquisição de um caráter de luminosidade, de lucidez pelo nosso espírito, que ainda é muito preso

a gente deixasse o homem velho de lado para que pudesse nascer o homem novo. É a reforma íntima, a o a aquisição de um caráter de luminosidade, de lucidez pelo nosso espírito, que ainda é muito preso às ilusões. Quantas ilusões a gente tem e o personalismo é uma delas de eu achar que as coisas tm que ser do meu jeito, senão não tá bom, que o meu jeito de pensar que é o certo e que a banda tem que tocar conforme eu gostaria que ela tocasse. E isso nos causa um profundo sofrimento. Por isso o espírito irmã se do for vai dedicar um capítulo nesse livro, é o capítulo 17. para que nós examinemos a seguinte questão que ela nos propõe: Porque nos milindramos? Que que é o milindre? É aquela ofensa que fica, olha, doída. Não é aquela ofensa, aquela chateação comum, isso faz parte. Mas às vezes qualquer coisinha é às vezes o jeito que a pessoa me olhou, ela me deu bom dia, mas eu achei que no fundo aquele olhar meio atravessado, ela não estava me reconhecendo, ela tava me desvalorizando naquele momento. Eu sei que ela tava e aí a gente começa a ficar chateado. Nós mulheres, então eu detesto falar, mas por nós termos uma percepção talvez mais sensível, somos especialistas nessa nuance, esse fiozinho que fica aí. Você tem um homem do lado, olha, fulana fez isso, não, não bobeira, bobagem sua, não, mas eu senti. E a gente tem mesmo essa essa característica. Vamos nos lembrar que todos nós, espíritos imortais, habitamos ao longo das nossas diversas existências, corpos femininos e masculinos, que o espírito em si não tem sexo. Então, também não vamos ficar nem convencida, né, e nem eh chateadas por algum motivo. Mas é esta essa sensibilidade mais aguçada que pode às vezes nos levar a uma capacidade maior de se ofender. Claro, os homens também se milindram, lógico, né? todos nós faz parte do ser humano. Porque o milindre não tem a ver com o sexo, mas tem a ver com outro componente que nós ainda no nosso nível evolutivo aqui no planeta Terra, o planeta de provas, expiações, nós ainda trazemos que é o

Porque o milindre não tem a ver com o sexo, mas tem a ver com outro componente que nós ainda no nosso nível evolutivo aqui no planeta Terra, o planeta de provas, expiações, nós ainda trazemos que é o orgulho, mas vamos ainda por parte. Então, a a o espírito Hermance do F veio nos convidar algumas perguntas. Por que que a gente tem, por que que a gente se ofende tanto? Por que que a gente às vezes tá tão suscetível, tão influenciável, assim, tão eh se deixa abalar tanto em relação a tudo que nos cerca. Por que às vezes a gente se encoleriza, fica furioso, espumando de raiva. Aí depois a ver, meu, foi uma besteira, gente. Ai, que vergonha. Não era para tanto, né? Exagerei. Uma besteira. Por que que da onde vem isso? E ela então veio nos falar que a ofensa, ela nos convida a fazer um estudo sobre a ofensa. Ela vem nos falar que a ofensa é uma coisa natural. A ofensa, a capacidade da gente se sentir ofendido tem a ver com o nosso o nosso instinto de preservação. Porque claro, vamos imaginar, existe uma alteração aí ao meu redor. Aquela alteração, ela me causa um desconforto. eu me ofendo, eu me incomodo com aquilo, porque é a minha maneira de entender que aquilo ali não tá adequado, que eu estou sofrendo alguma espécie de perigo, é, é um estado de alerta e para que eu me prepare para ter alguma reação. Então, eu vou, através desse sentimento de eu me sentir ofendida, eu vou poder avaliar o perigo que está ao meu redor e que resposta eu posso oferecer. Então, por exemplo, diante de uma situação em que eu vejo uma agressão, eu fico ofendida, lógico, tá certo? Como não? Diante de uma injustiça que é me falada, Márcia, você acabou de roubar um carro ali no estacionamento. Gente, eu não fiz isso. Isso não é verdade. É uma calúnia. Vou ficar ofendida de repente. Claro, com toda a razão, né? Então, ela vai nos falar que existem reações naturais. Isso não é o problema. O problema é quando a ofensa vira o milindre. E a irmã se do for vai nos dizer que o milindre é uma reação neurótica nossa às

ão, ela vai nos falar que existem reações naturais. Isso não é o problema. O problema é quando a ofensa vira o milindre. E a irmã se do for vai nos dizer que o milindre é uma reação neurótica nossa às ofensas. Ou explicando de uma outra maneira, é um estado doentil de fragilidade. Eu tô super frágil, super sensível. Me olhou atravessado, eu já desmonto, já quero chorar. que dilata a proporção e a natureza da agressão. Era uma coisiquinha desse tamanho. Virou um absurdo, a maior ofensa do mundo. Então, esse meu estado íntimo de fragilidade, ele acaba fazendo com que aquela ofensa adquira uma proporção maior e uma gravidade maior, aquela agressão que veio de fora. E aí, nesse ponto, meus amigos, é que ela nos convida para que a gente possa é examinar no nosso coração a fundo. Por que disso? Vamos primeiro eliminar uma etapa que eu tenho certeza que todos nós aqui já eliminamos ou estamos assim processo de eliminação. Não significa que a gente conseguiu, mas estamos atentos a isso. Precisamos cortar a ideia de que aqui o problema é do outro. A gente não vai trabalhar com essa hipótese. Por quê? Porque o nosso objetivo é a nossa evolução. O outro vai agir certo e errado, mas ele vai determinar como eu me sinto. Em nome disso é imaturidade emocional, imaturidade psicológica. O outro me determina, o outro decide se eu fico feliz ou não, o outro decide se eu me chateio ou não. O outro decide se eu saio do sério ou não. Olha o poder que eu tô dando para esse tal de outro. Isso é imaturidade. À medida que a gente vai tentando com muito esforço nos perceber e ter algum controle ou uma percepção das nossas reações e dos nossos sentimentos, a gente assumiu compromisso de nos examinar. Eu não vou mais querer examinar o outro, não. O outro é problema dele. Eu vou me examinar. Esse é o meu compromisso, porque eu estou eh comprometida com a minha evolução espiritual, minha preocupação é o meu crescimento, é a minha autoavaliação. Então o foco sai do outro e vem para mim. E irmã se vai nos falar que nesses

e eu estou eh comprometida com a minha evolução espiritual, minha preocupação é o meu crescimento, é a minha autoavaliação. Então o foco sai do outro e vem para mim. E irmã se vai nos falar que nesses momentos em que a gente se milindra, que a gente se ofende e que a ofensa ganha uma proporção grande, aquela besteirinha vira gigante, nós entramos no que ela vai chamar de um circuito fechado de mágoa e decepção. É como se a gente se colocasse em uma prisão em que a gente se milindra, a gente se magoou, me decepcionei com outro. me decepcionei com os fatos, com os acontecimentos, com a minha vida e eu fico mais milindrada e fico mais magoada ainda e vem uma outra coisa e eu continuo naquele circuito fechado. É um sistema que vai nos corroendo por dentro, que vai minando a nossa energia vital. E aí nós podemos até lembrar que o tanto que essa drenagem de energia, drenagem causada por uma atitude nossa, acaba comprometendo a nossa saúde. A a ciência, a medicina estuda o impacto do nosso humor, da nossa maneira de ver o mundo nos nossos neurotransmissores, o nosso circuito cerebral, as a produção de anticorpos que no defendem o nosso corpo, tá tudo relacionado. Por isso é interessante a gente pensar, sempre que a gente pensar na nossa matéria, a gente lembrar que nós somos também espíritos. Então, qualquer abordagem precisa levar em conta esse aspecto também. As doenças muitas vezes são plasmadas por nós no nosso corpo espiritual e o corpo espiritual, então, como se fosse uma, não tem mais isso, né, gente? Mas vocês vão me perdoar aqui o a o antiquadro aqui do termo, mas como se fosse uma máquina de xerox. Não, ainda tem xerox, claro que tem, né? Eu tô pensando naquele que passava quando a gente eh quando eu era criança, que mimeografia, aquele azul, né? Tô lembrando desse aí, mas xerox ainda tá, então não tô tão desatualizada, né? Obrigada. Então a gente vai como que absorvendo aquilo no nosso perespírito e a gente vai passar para o nosso corpo físico e aí nós vamos procurar o quê?

ainda tá, então não tô tão desatualizada, né? Obrigada. Então a gente vai como que absorvendo aquilo no nosso perespírito e a gente vai passar para o nosso corpo físico e aí nós vamos procurar o quê? Diante do adoecimento? remédio. Ah, meu, claro, vamos, vamos ficar sem remédio, tem existe para isso. E o remédio vai nos dar um alívio, mas ele não vai nos trazer uma cura, porque a matriz tá lá nos nossos sentimentos, nas nossas atitudes, na percepção que eu tenho sobre a minha realidade e o meu papel dentro dessa realidade. Por isso, a irmã, se do for vai nos alertar para esse circuito fechado, mágoa, decepção, que é corrosivo. Essa mágoa nós que já sentimos, né, todos nós já sentimos. Interessante que ela vem nos falar que a mágoa pesa. Ela vem nos falar assim, a mágoa é o peso energético nascido das ofensas. É o que fica para nós esse peso da mágoa. E vai funcionar como se fosse o verdadeiro colesterol. Nossa, o colesterol no nosso corpo, ele não vai entupindo artérias, vasos, sei lá o quê, causando um monte de problema para nós. Esse peso da mágoa, ele é um colesterol da alma. Ele vai literalmente de verdade entupindo os nossos circuitos energéticos e nos impossibilitando a vida plena que nós viemos aqui para ter e para conquistar. Então essa esse ela vai nos dizer que a mágoa é o colesterol da alma e que causa malhos, a gente sabe, no nosso corpo e no nosso espírito. E a irritação, a irritação vai funcionar como martelo. Isso não são palavras minhas, tá gente? Não sou eu que tô sabida assim. Herman, se for, é um martelo no sistema nervoso, causando uma perda energética. Lembra do dreno que eu falei? É o dreno aberto. Aí, aí você fala assim: "Meu Deus, eu tô tão cansada hoje, dormi até bem, mas eu não sei, tô esgotada, não aguento mais, é o calor, é a idade, não é nada disso. É esse peso que nós precisamos perceber para que a gente possa ir trabalhando, que a gente possa ir se livrando desse peso." Então, para que a gente possa se livrando desse peso, a gente precisa saber por que isso

ue nós precisamos perceber para que a gente possa ir trabalhando, que a gente possa ir se livrando desse peso." Então, para que a gente possa se livrando desse peso, a gente precisa saber por que isso acontece. que eu já entendi, tá tudo muito certo, né? Milindre, mágoa, peso energético, a irritação, martelo no sistema nervoso, tá tudo muito bem. E como que eu vou trabalhando isso em mim? Essa é a questão que se coloca para todos nós e ela vai nos convidar a ler eh uma partezinha do das obras póstumas. Agora eu vou precisar do óculos mesmo, que aqui agora a letra diminuiu, né? Eh, a primeira parte intitulada O Espiritismo e o Orgulho, em que Kardec vai nos dizer, julgando-se com direitos superiores, nós, né, nós nos milindramos com o que quer que, a seu ver, constitua ofensa aos seus direitos. A importância que por orgulho atribui à sua pessoa, naturalmente o torna egoísta. Aí nós chegamos no personalismo. É a importância exagerada que eu me atribuo, não no sentido de autoamor, não é isso, mas de eu me achar merecedora de que todos ajam conforme eu quero. Esse é o problema. Essa é a raiz do milindre. Aí é que reside o nosso orgulho. E da onde vem isso? Em nos pergunta: "Porque tudo bem, tá OK, é verdade. Às vezes eu sinto isso mesmo, eu quero que tudo seja tudo do meu jeito. Não precisava nem o espiritismo me falar isso. O povo lá de casa já me fala, né? E mas da onde vem isso? E ela vem nos lembrar que todos nós vivenciamos em épocas passadas pelo menos uma experiência em que nós éramos completamente atendidos. Ah, mas eu não me lembro. Mas tem. Nós vivenciamos essas experiências. E nessas experiências nós éramos atendidos em tudo, tudo do nosso jeito. Pelo menos uma experiência assim a gente teve. E aí nós adquirimos um vício, que é o vício de não sermos contrariados e a gente quer que seja do nosso jeito. Ela vai nos dizer que a raiz do melindre é o orgulho que está por trás da grande maioria das ofensas humanas, que são as contrariedades. E a gente vai lá no Evangelho, segundo o Espiritismo, eu

jeito. Ela vai nos dizer que a raiz do melindre é o orgulho que está por trás da grande maioria das ofensas humanas, que são as contrariedades. E a gente vai lá no Evangelho, segundo o Espiritismo, eu trouxe também, olha só gente, que interessante. Há tanto tempo atrás, 1863, um espírito que não quis dizer o nome, se intitulou apenas um espírito protetor, veio nos falar da cólera. Quem de nós já não deu um xelique daqueles ou ficou nervoso? Pode falar, não foi cola, fiquei nervosa. Mas se colocou numa situação em que a gente olhou para trás, meu Deus do céu, que vergonha. Se pudesse o perespírito se deslocava e escondia atrás do sofá quando a gente olha assim, né? A cólera. E esse espírito protetor vem nos falar da cólera e vem nos dizer que o orgulho é que nos leva a nos julgarmos. mais do que somos, a não aceitar qualquer uma comparaçãozinha que possa nos rebaixar e nos e nos considerar ao contrário e nos consideramos ao contrário de tal maneira acima dos nossos irmãos, seja ele vai dizer assim, na finura de espírito, seja no tocante à posição social, seja ainda em relação às vantagens pessoais, qualquer qualquer coisa, ah, eu que sou a pessoa, né? Do meu jeito é que é o certo. Qualquer comparaçãozinha com outro vai me irritar e nos ferir. E aí o que acontece? Entregai-vos a cólera. Então, vejam que é o orgulho a raiz de tudo. Isso que me leva. Eu não posso estar passando por isso. É, eu não mereço isso. Eu não acredito que isso aconteceu comigo. Quem o fulano acha que eu sou? Não é que nós não possamos nos indignar diante da injustiça, não é isso. Mas essa essa contrariedade, esse milindra, essa mágoa é muito diferente da ofensa natural. É desproporcional. Por quê? Porque eu acho que eu não mereço estar naquela situação, que aquilo ali não tá justo, que aquilo ali não era para mim. E aí vem a revolta e essa revolta então vai corroendo as nossas energias. Então, por isso irmã do Fo vai nos dizer que essas encarnações em que a gente tinha tudo atendido, nos trouxeram esse vício das

aí vem a revolta e essa revolta então vai corroendo as nossas energias. Então, por isso irmã do Fo vai nos dizer que essas encarnações em que a gente tinha tudo atendido, nos trouxeram esse vício das contrariedades, experiências passadas em que a gente tinha os nossos interesses atendidos a qualquer preço, a qualquer custo. E aí quando a gente renasce em outra condição que acaba limitando essas nossas tendências, a queud tudo seja do meu jeito, essas nossas tendências, a satisfação egoística é só do meu jeito. Quando eu nasço em uma circunstância que me limita, não dá para ser tudo do meu jeito. Eu nasci com 10 irmãos, como é que vai ser tudo do meu jeito? Nada, né? com 10 irmãos, às vezes nem a roupa própria pessoa tem. A cada um de um sabe lá aquela confusão que vira. Eu sei porque meu pai tinha 10 irmãos, né? Então ele conta que era uma loucura mesmo. Então qualquer coisa que limite a nossa a nossa tendência, essa satisfação egoística, vai fazer com que a gente deixe que se instale em nós essa revolta silenciosa. Baixa a tolerância, a frustração. Vejo a causa de infelicidade que é isso. Porque não existe a possibilidade de nós estarmos aqui na terra e não sermos frustrados. Não dá. Essa vida não tem. Se eu tenho uma baixa tolerância frustração em razão do meu personalismo que tá lá em cima, é tudo do jeito que eu quero ou não é, o que que acontece? Eu não, meu sofrimento não fica agravado? Fica. E se eu consigo perceber isso, é muito bom, porque eu consigo ir trabalhando em mim esses mecanismos para que eu vá adequando a minha visão sobre o mundo, sobre mim mesma, que eu vá fazendo os ajustes que são necessários, que eu vá entendendo que a frustração, o não ser como eu quero, tem um propósito. Não é que eu vá deixar de insistir se eu acho que aquilo é um objetivo justo, que é que vale a pena, mas às vezes não é no meu momento. E aí que que eu tenho que trabalhar? A minha humildade. Não é o contrário do orgulho, a humildade. Então vejam como que a vida vai nos colocando

e é que vale a pena, mas às vezes não é no meu momento. E aí que que eu tenho que trabalhar? A minha humildade. Não é o contrário do orgulho, a humildade. Então vejam como que a vida vai nos colocando para cima, vai nos oferecendo possibilidades de nós irmos nos reeducando. Se for tudo do jeito que eu quero, o que acontece? É só a gente ver o que acontece com uma criança que não tem limite dos pais, aquelas crianças mimadas, né, que os pais não conseguem pôr o limite. Ninguém aguenta a criança, vai visitar você, você não aguenta, o menino sobe no sofá, na parede. Não tem jeito. Então, o que que nós queremos para nós? Nós somos muitas vezes as crianças mimadas. Não que os nossos pais tenham feito isso, mas por essas existências anteriores em que a gente acostumou a ter tudo a tempo e a hora, do jeito que a gente queria. Então, meus amigos, a o espírito hermance vem nos dizer um outro detalhe aqui ainda nessa obra, né, que nós estamos falando, depois que ela vai falar das contrariedades, ela vai falar que muitas vezes esse milindre acaba fazendo, vamos ver se a gente se identifica, que a gente desenvolva uma necessidade neurótica de controle. Para quê? para ficar tudo do meu jeito. Aí a gente começa a controlar a vida do filho, do marido, da do vizinho, do que deve para nada sair do script. Aí você sai uma coisinha do script, o almoço atrasa meia hora. Ah, meu Deus, que irritação. Vejo a desproporção. Esse exemplo do almoço é muito bom pra gente. Tudo bem, a fome é complicado mesmo, né? Eu sou uma que vai dando fome, vou ficando nervosa, irritada, insuportável. Mas às vezes não é a fome, às vezes é não ser como eu quero, é sair do meu controle. Isso que tá me milindrando e essa necessidade de controle. Se eu começo a achar que eu tenho controle de tudo, nós vemos aqui, temos o grupo Acolher, que é o grupo que nós eh temos na comão espírita para tratar da nossa ansiedade, fazer uma propaganda acontece quinta e sexta-feira, sempre às 7 horas da noite. A pessoa pode escolher vi, vi

Acolher, que é o grupo que nós eh temos na comão espírita para tratar da nossa ansiedade, fazer uma propaganda acontece quinta e sexta-feira, sempre às 7 horas da noite. A pessoa pode escolher vi, vi vir vi quinta ou vi sexta, só vir na sala 13 aqui em cima. Nós trabalhamos a nossa ansiedade, é um grupo de autoajuda. O que que a gente percebe na base da ansiedade? A ilusão de controle. Eu quero controlar tudo. E aí, por eu não controlar tudo, porque é claro, não sou Deus, não vou conseguir controlar tudo, o que que vai me dando ansiedade? Medo que nem aconteceu, que eu já tô achando que pode acontecer porque não foi do jeito que eu queria. Então vejam, quando a gente vai lá no evangelho e vai estudar lá as aflições, capítulo 5to, capítulo gigante do evangelho, não sei nem acho que talvez seja até o maior do evangelho, nunca contei exatamente, mas ele é gigante. Aflições. Aí a gente vai ver causas atuais das aflições e causas anteriores. Quando a gente lê o o item sobre as causas atuais, as aflições, a gente vai perceber que a espiritualidade nos conta, que as nossas aflições t a causa principalmente no presente. Mas como a gente não estuda no espiritismo nas vidas passadas, a lei de ação e reação. E às vezes eu tô aqui resgatando, é, é verdade. Mas a maioria das nossas tribulações tem causa na nossa maneira de proceder. Vamos lembrar que diante do sofrimento, a gente lembrou, deu o exemplo da pandemia, a perda de um ente querido, claro, sofrimento, lógico que é, cada um reage de um jeito. Quais os recursos emocionais que eu construí em mim para enfrentar aquele sofrimento? Ah, pergunta difícil. Só cada um de nós sabe olhar pro seu coração. Mas a gente tem construído esses recursos emocionais ou a gente tem se projetado sempre para fora as nossas expectativas fora fora o que acontece no mundo com outro, na matéria, o quanto eu tenho dedicado da minha energia para esse trabalho de eu me perceber, perceber as minhas emoções e como que eu posso me melhorar e me cuidar. Então, causas das aflições, a

tro, na matéria, o quanto eu tenho dedicado da minha energia para esse trabalho de eu me perceber, perceber as minhas emoções e como que eu posso me melhorar e me cuidar. Então, causas das aflições, a maioria está no nossa conduta atual. Às vezes a gente deveria ser mais previdente, menos estourado ou então pra gente falar de uma maneira científica, né, gente, menos pavio curto. E aí, quantas aflições a gente vai evitando. Então, meus amigos, a irmã Sidu for vai nos lembrar dessa neurose de controle e vai nos dizer que num futuro que não está muito distante, ele está bem perto de nós, porque as nossas consciências já começam a despertar. A psicopatologia do futuro verá na contrariedade uma grave doença mental. Olha só. Ixe, então estamos todo mundo frito, né? Se contrariedade for doença mental, todos nós estamos padecendo dessa doença. E é verdade. A contrariedade, o orgulho, o egoísmo. Por isso a gente vê aqui se tratar. Por isso a Terra é uma oportunidade de melhora. Estamos todos em tratamento. As situações que nos acontecem fazem parte do nosso tratamento. E ela nos lembra então que essa contrariedade que vai ser vista como uma patologia no futuro é a causa de sérios transtornos da nossa alma. Isso a gente não precisa nem de muito aprofundamento para perceber. Nós percebemos em nós mesmos como a gente fica transtornado muitas vezes. Então ela vai nos dizer para que a gente possa finalizar, o que importa para todos nós, meus amigos, nesse nosso momento é o trabalho muito grande, imenso de renovação nos campos dos nossos interesses. É do nosso interesse fazer a renovação para a construção da nossa felicidade. Como nós vamos nos renovando? Ela fala: afeiçoar-se com mais devoção, com mais empenho, com mais afinco a aceitar as vicissitudes da vida, os problemas, as contrariedades que a vida traz com resignação e paciência. Resignação e paciência. designação ativa, como nos lembra Joana de Angeles, em que nós nos esforçamos para sair da contrariedade do problema e paciência, porque o tempo é o nosso

signação e paciência. Resignação e paciência. designação ativa, como nos lembra Joana de Angeles, em que nós nos esforçamos para sair da contrariedade do problema e paciência, porque o tempo é o nosso grande aliado, fazendo o melhor que pudermos a cada dia em busca da recuperação pessoal. Estamos nos recuperando. Otimismo em ante os reveses. Isso é importantíssimo, porque o otimismo ou pessimismo vai impactar no nosso campo mental. O nosso campo mental é o responsável pela nossa sintonia, inclusive das nossas companhias espirituais. Precisamos então cultivar o otimismo diante do que dá errado. Não deu errado agora, mas vai dar. Deu, não deu certo agora, daqui a pouco vai dar. ou vai dar de outro jeito que eu nem imagino que é o certo, mas é uma outra possibilidade. Trabalhando diante das perdas, não se encolhendo e se achando injustiçado, mas trabalhando. Confiança e boa convivência com os amigos de ideal. Por isso estamos aqui convivendo, nos fortalecendo através desses ensinamentos que o Cristo nos dá, não é? Convivência com os amigos ideal, serviço de amor ao próximo. Olha só quanta coisa. Instrução consoladora. Temos tantas maneiras da gente aprender, da gente se instruir aqui nessa casa, em outras. Fé no futuro. Nós só temos uma fatalidade, a nossa evolução espiritual, fé no futuro e boa dose de humildade. Esse rol, para quem quiser ler de novo, tá no capítulo 7 do livro Reforma Íntima. São as medicações para as ofensas e para os ofendidos na doença do milindre. Meus amigos, eu agradeço muito a vocês a oportunidade de ter feito esse estudo, de conversar sobre isso, de pensar sobre isso, de me ver nessas situações também e me fortalecer, né? Porque estamos todos na mesma diante da mesma tarefa a gente se renovar, se enxergar e com humildade, com amor, a gente dando esses pequenos passos de renovação. Então, agradeço muito a vocês e convido a todos para que a gente possa fazer a nossa prece. Quem quiser fechar os olhos, então vamos agradecer ao nosso mestre Jesus.

sses pequenos passos de renovação. Então, agradeço muito a vocês e convido a todos para que a gente possa fazer a nossa prece. Quem quiser fechar os olhos, então vamos agradecer ao nosso mestre Jesus. Obrigada, Senhor, pela possibilidade de reflexão. Nos ajuda para que possamos ir reconhecendo e talvez dominando um pouquinho do nosso orgulho para que possamos melhorar a nossa conduta, a nossa maneira de encarar a vida, a nossa confiança no futuro. nos auxilia, mestre, nesse trabalho que é tão difícil do autoaperfeiçoamento, porque muitas vezes nos deparamos com situações que ainda não queremos ver, mas por isso confiamos na tua mão amiga nos guiar, no teu abraço de luz, nos fortalecendo, nos lembrando que todos somos luzes e que a nossa luz interior há de brilhar, porque somos filhos do mesmo pai. amoroso e cuidadoso. E assim, mestre querido, pedimos a tua permissão para encerrar essa primeira fase do nosso trabalho. Graças a Deus. Então, meus amigos, a nossa nossa irmã Evans vai nos orientar em relação ao passe. Tenham todos uma excelente noite, um excelente final de semana. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos

possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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