NA HORA DA DOR, SERÁ QUE ME AJUDO OU ME PREJUDICO? - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/03/2026 (há 4 semanas) 45:11 963 visualizações

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Transcrição

C'est Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro [música] de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor. dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando [música] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Meus amigos, boa tarde. Sejam bem-vindos. Eu abri aqui ao acaso o livro Dias Melhores, irmão José pela mediunidade de Carlos Batelli, que nos traz uma mensagem que se intitula: "Guarda contigo". Guarda contigo a consciência do dever cumprido, a certeza de nunca ter prejudicado alguém de maneira maneira deliberada. A tranquilidade de quem sempre procurou ser justo, a alegria de quem jamais se corrompeu em seus próprios princípios. A paz íntima de quem nunca contemporizou com a finalidade de alerir vantagens passageiras. A convicção de que, embora não tendo feito tudo que devia, se esforçou ao máximo para tanto. A indefinível sensação de bem-estar que experimenta quem não é omisso diante da necessidade alheia. Aventura de quem não perdeu ocasião alguma de ser útil. A serenidade de quem perseverou até o limite de suas forças para não ceder às sugestões do mal. A nobreza de caráter de quem rende culto à verdade. A segurança de quem se reconhece trilhando o melhor caminho e dele não se afasta. A indômita coragem dos que continuam lutando para vencerem a si mesmos. Que mensagem impressionante, né, meus amigos? que a gente possa guardar conosco essas esses tesouros medida do nosso esforço. Então, vamos fazer a nossa prece. Quem quiser pode fechar os olhos e vamos então procurar elevar a nossa consciência acima desse momento na matéria e vamos procurar entrar em comunhão com as forças de amor que nos regem. Vamos buscar o nosso mestre Jesus, esse querido amigo que vela por nós, que nos

ossa consciência acima desse momento na matéria e vamos procurar entrar em comunhão com as forças de amor que nos regem. Vamos buscar o nosso mestre Jesus, esse querido amigo que vela por nós, que nos aguarda, que nos incentiva e que nos oferece a cada dia as suas lições de paz e de amor. Mestre querido, nos ajuda a compreender o teu evangelho e nos ajuda a transformá-lo em ferramenta útil para a construção da nossa alegria, da nossa felicidade, de momentos de serenidade. Amplia, Senhor, a nossa consciência para que, enxergando a nossa situação de forma mais lúcida, possamos fazer escolhas mais inteligentes e mais proveitosas para a nossa alma imortal. Nos brinda, Senhor, com a coragem diante das nossas dificuldades e que possamos ter a graça, a bênção de contar sempre com a tua proteção. Graças a Deus. Meus amigos queridos, a gente fez a prece e lembrou de Jesus, né? Nosso tema de hoje é uma pergunta. Diante do sofrimento, das dores, das dificuldades, eu me ajudo ou eu me atrapalho? é uma reflexão para nós que nós vamos procurar fazer ao longo da nossa conversa, cada um intimamente. Então, lembrando do nosso mestre Jesus, naquele tempo em que ele andou fisicamente pela terra, havia uma mulher que sempre o acompanhava nas pregações em Cafarnaum, quando ele por lá estava, e era uma mulher muito nobre, muito distinta. mas que demonstrava por ele um reconhecimento e um carinho absolutos. Era Joana, esposa do superintendente Cuza, que trabalhava para Herodes, trabalhava lá no governo. Então, ela seguia Jesus e bebia aquelas palavras assim, sedenta e maravilhada ao mesmo tempo. Mas como era maravilhoso ouvir aquele homem. E ela então um dia resolveu ir à casa de Simão Pedro para procurar aquele mestre que ela tanto amava e para abrir o seu coração diante das dificuldades que ela vivia. E ela então procura Jesus e começa a relatar as dificuldades que ela enfrentava no próprio lar. ela começa a relatar as dificuldades na relação com aquele marido que para ela parecia tão,

e ela vivia. E ela então procura Jesus e começa a relatar as dificuldades que ela enfrentava no próprio lar. ela começa a relatar as dificuldades na relação com aquele marido que para ela parecia tão, apesar de ser um homem bem posicionado, com recursos financeiros, com posição na estrutura de governo, mas para ela parecia ser um homem tão rude, porque ele não compreendia aquilo que ela havia descoberto, que era a maravilha do evangelho. Ele não compreendia, não comungava com ela a mesma maneira de ver o mundo. Ele ora, se voltava a prestar uma homenagem, um culto à religião dos judeus e ora procurava agradar os romanos, como fazem em geral as pessoas que trabalham nessa área política. Ele era um político, então tava ali tentando agradar todo mundo e ficar naquelaquela situação, né, de meio termo de cima do muro para sempre obter vantagens, mas não demonstrava uma real pureza de coração. E Joana então era muito chateada com aquela situação. Então ela procura o mestre e fala assim: "Ah, Senhor, não aguento mais. Eu quero te seguir. A minha situação é insuportável. E Jesus então olha para ela com muita ternura. Essa história, antes que eu me esqueça, tá relatada no livro Boa Nova, eh, pela mediunidade de Chico Xaviernos, é contada pelo espírito Humberto de Campos. E ela diz assim para Jesus: "Senhor, não aguento mais. Eu quero seguir o Senhor. Eu, minha situação é muito difícil." E Jesus olha para ela então com muita doçura e com muita compreensão e diz para ela assim: "Filha querida, agradece o pai, agradece ao pai o haverte julgado digna do bom trabalho desde agora. Teu esposo não te compreende alma sensível? Compreender-te há um dia. É Leviano indiferente. Ama-o mesmo assim. Não te acharias ligada a ele se não houvesse para isso uma razão justa. Servindo com amorosa dedicação, estarás cumprindo a vontade de Deus. Fala-me de teus receios e de tuas dúvidas. Deves pelo evangelho amá-lo ainda mais. Os sãos não precisam de médico. Além disso, não podemos colher uvas nos

dicação, estarás cumprindo a vontade de Deus. Fala-me de teus receios e de tuas dúvidas. Deves pelo evangelho amá-lo ainda mais. Os sãos não precisam de médico. Além disso, não podemos colher uvas nos abrolhos, mas podemos amanhar o solo que produziu cardos envenenados, a fim de cultivarmos nele mesmo a videira maravilhosa do amor e da vida. Então, com essas palavras, Joana tem o seu coração tocado porque percebe aquele chamamento, a vontade do Pai para ela naquele momento, é que ela estivesse ali naquela condição de companheira daquela criatura que era para ela tão difícil. E Jesus então fala ainda para ela que ela seja para ele a companheira capaz de amá-lo com a ternura que ela poderia dispensar a um filho caso ela tivesse um filho. Eles não tinham filhos naquela época. E aí Joana então se enche de ânimo e volta com a mente e o coração renovados para as dificuldades do dia a dia. Jesus diz a ela as últimas palavras que ele diz: "Vai, filha, ser fiel, volta ao lar e ama o teu companheiro como o material divino que o céu colocou em tuas mãos para quitar-lhes uma obra de vida, sabedoria e amor." Vai, filha, ser fiel. E desde esse dia, então, Joana permanece com alegria, enfrentando as dificuldades, os problemas, as situações que aquela convivência difícil lhes gerava. Anos mais tarde, eles têm um filho, ela se torna mãe, então, e aí se dedica muito a esse filho. Passado ainda mais algum tempo, o esposo vem a falecer e ela então se vem uma situação de dificuldade, dessa vez financeira, porque não tinha meios para eh prover os recursos que necessitava para continuar eh vivendo da maneira que ela vivia ou mesmo de uma maneira mais modesta, ela precisava trabalhar para sobreviver. E ela então com alegria se presta a cuidar de outras crianças para que outras mães possam então exercer as suas atividades. Se presta a cuidar de outros lares e assim ela obtém sustento, o pão para si, para o seu filho. Chega o ano de 68. Ela se vê então em uma carruagem romana, ocupava a qualidade de serva. O filho já

es. Se presta a cuidar de outros lares e assim ela obtém sustento, o pão para si, para o seu filho. Chega o ano de 68. Ela se vê então em uma carruagem romana, ocupava a qualidade de serva. O filho já estava grande, já era um homem criado. E eles são então capturados por aqueles que estavam naquela época perseguindo os cristãos. E é nesse momento ela já velhinha de cabelos brancos, né? E é nesse momento então que ela se vê em uma situação de muita dificuldade, não porque o seu coração não estivesse preparado, mas porque naquele momento atada ao poste do martírio, na eminência de ver o seu corpo todo incendiado, recebendo ah xingamentos e agressões, estava também o seu filho amarrado no poste. ao lado dela, recebendo chibatadas. E o soldado dizia para ele: "Abjura, abjura esse Cristo e tá tudo resolvido." Dizia para ela: "Ajura". E ela então contempla o céu nesse momento, sem uma palavra de reclamação, de queixa. E aí novamente aquele açoite vibra dessa vez sobre o rapaz seminu em lágrimas olha para ela e diz: "Mãe, renega esse Cristo, pelo amor de Deus, não vê que nós perdemos, renega e nós sairemos daqui." E nesse instante, então, ela tem o seu coração. tomado por uma imensa dor. Porque imagina o que que é pra mãe ver um filho nessa situação, na eminência de ser ali sacrificado, sofrendo e pedindo: "Mãe, me salva, renegue esse Cristo e me salva". Imagina o conflito desse coração materno. E nesse instante então desoberto de Campos, pela primeira vez naquele sofrimento que era terrível, mas pela primeira vez então ela chora e lágrimas então caem nos seus olhos. Mas de repente ela se lembra de Maria. Maria naquele momento da crucificação, vendo o próprio filho ser assassinado, martirizado e assassinado, o exemplo de fé e de coragem que aquela mãe não deu. E ela então se enche novamente de esperança, de coragem e de amor e diz para o filho: "Pensa assim, Maria também fora mãe". E vendo Jesus crucificado no madeiro da infâmia, soubera conformar-se aos desígnios divinos.

nche novamente de esperança, de coragem e de amor e diz para o filho: "Pensa assim, Maria também fora mãe". E vendo Jesus crucificado no madeiro da infâmia, soubera conformar-se aos desígnios divinos. Acima de todas as recordações, pareceu que ela ouvia aquela voz de Jesus lá longe, na casa de Pedro. Lembra? Naquela conversa que eles tiveram? Pareceu que ela voltou naquele momento. E é como se ela ouvisse aquilo que Jesus disse a ela há tantos anos atrás. Vai, filha, e ser fiel. E nesse momento ela se sente então renovada por um novo, uma nova esperança, um novo ânimo. E aí é como se ela então se sentisse completamente iluminada e amparada. E ela disse pro filho: "Cala-te, filho. Jesus era puro e não desdenhou o sacrifício. Saibamos sofrer na hora dolorosa, porque acima de todas as felicidades transitórias do mundo, é preciso ser fiel a Deus." E nessa hora, então, um soldado, ainda mais enfurecido e querendo provocá-la, diz a ela: "É isso que o teu Cristo te ensinou? Te ensinou a morrer? É isso que você aprendeu?" E ela diz: "Não, ele me ensinou também a te amar". E nesse instante, então, ela começa a sentir as chamas que já estavam atingindo o seu corpo. E é nessa hora de extrema dor que ela sente tocando em seu ombro a mão de Jesus. Olha percebe o Cristo ao lado dela e ele diz: "Joana, tem bom ânimo. Eu aqui estou." E essa história, meus amigos, eu acho que ela é uma das mais emocionantes, porque ela vem falar para nós de algo que é para nós um combustível, uma ferramenta nos nossos momentos de sofrimento. Nós não estamos padecendo o mesmo sofrimento de que padeceu Joana de Cusa, sacrificada como mártir do cristianismo. temos outros sofrimentos que são para nós também muito penosos. E quantas vezes diante desses sofrimentos nós nos deixamos abater? É interessante que é Joana de Ângeles, que foi Joana de Cusa, que veio nos contar, nos dizer, nos ensinar no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 9, Bem-aventurados os Mansos e Pacíficos, ela vem nos falar sobre a

Joana de Ângeles, que foi Joana de Cusa, que veio nos contar, nos dizer, nos ensinar no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 9, Bem-aventurados os Mansos e Pacíficos, ela vem nos falar sobre a paciência. Naquela época ela não se identificou como Joana de Angeles, mas ela se identificou como um espírito amigo. E depois ela contou a Divaldo que aquela mensagem era de sua autoria. E vejam a coincidência nesta mensagem, ela vem também nos dar uma lição sobre como nós devemos encarar os nossos sofrimentos. Nós sabemos que às vezes eles são muitos. Às vezes são coisas graves que nos acontecem, perdas que parece que rasgam o nosso coração. Outras vezes não são sofrimentos assim de tamanha proporção, nada um acontecimento extraordinário, uma grande tragédia, não. Mas são sofrimentos que vão pouco a pouco roubando a nossa energia. E esse espírito demonstrando uma compreensão absoluta do que é sofrer, ela vem nos dizer assim, nessa lição intitulada A paciência, ela vem nos dizer assim: "A vida é feita de 1000 bagatelas". Tem algumas traduções do evangelho que dizem de milas. Eu gosto quando fala mil nadas. A minha versão fala 1000 bagatelas. A vida é difícil, bem o sei, constituindo-se de mil bagatelas que são como alfinetadas e acabam por nos ferir. Não é assim que acontece? Às vezes não é uma grande tragédia, é uma desconsideração aqui, é uma grosseria colá, é uma frustração em algo que nós queríamos realizar mais adiante. E de repente a gente quantas vezes se vê meio que sem vontade de continuar. Essas mil bagatelas que são como alfinetadazinhas, aquele sofrimento ali a conta gotas que às vezes de uma hora para outra parece que a gente desmorona e ela vem nos falar o que fazer diante dessa situação, como nós podemos fazer diante do nosso sofrimento para não agravá-lo? Voltando ao tema da nossa reflexão de hoje, como eu posso fazer diante do meu sofrimento para me ajudar e não para me atrapalhar? E ela vem nos dizer que nessas horas é preciso que a gente amplie a nossa

tando ao tema da nossa reflexão de hoje, como eu posso fazer diante do meu sofrimento para me ajudar e não para me atrapalhar? E ela vem nos dizer que nessas horas é preciso que a gente amplie a nossa atenção, que a gente perceba os nossos deveres e além dos nossos deveres, as consolações que nós temos, as bênçãos que nós recebemos. E é tão interessante porque na hora do sofrimento parece que só tem ele na nossa vida. E é o espírito ramed em outra obra que se chama As Dores da Alma, que vem nos falar sobre como nós utilizamos a nossa atenção diante de algo que nos acontece e como que o emprego, o direcionamento dessa força pode contribuir para que nós tomemos esse ou aquele caminho. Ele vai falar assim para nós: "Atenção, Ramed, falando sobre o medo no livro Dores da Alma". Atenção, ela é que nem uma lanterna na noite escura. Uma lanterna, quando a gente liga e foca ela sobre alguma coisa, o que que aquela coisa fica para nós? Evidente. A gente só vê aquele objeto para onde a gente direcionou o foco da lanterna, não é assim? E ele fala que a nossa atenção funciona como um foco de uma lanterna. Então, que diante de um acontecimento, por exemplo, de dor, de desastre, a gente vai focar aquilo ali. É natural, porque nós precisamos lidar com aquela situação que tá nos desgastando. E aí nós passamos a estabelecer com aquela situação ou com aquele lugar ou com aquela pessoa profundas ligações mentais. Então, é como se a gente, ao focar a nossa atenção naquela situação, acontecimento ou pessoa, a gente estivesse, estamos mesmo emitindo vibrações que nos conectam, formando laços com aquele ser. E aí esses laços passam também a nos alimentar. Quando esses laços são laços que vão comprometer a nossa capacidade de lucidez, nós vamos nos sentindo sem energia. Então ele vai dizer, diante de um acontecimento catastrófico, muitas vezes a gente vai olhar aquilo e vai achar que o mundo todo é catastrófico. Por isso que é preciso que a gente aprenda a focar e a desfocar uma situação. O que que é desfocar? é

o catastrófico, muitas vezes a gente vai olhar aquilo e vai achar que o mundo todo é catastrófico. Por isso que é preciso que a gente aprenda a focar e a desfocar uma situação. O que que é desfocar? é esquecer, fingir que ela não existe. Não é olhar a completude do quadro, olhar a totalidade. Porque se alguém vem e pisa no nosso pé, eu adoro esse exemplo, eu imagino logo um salto agulha cravado assim no dedinho, gente, a gente só vai ter o dedinho que tá doendo. Não tem mais uma coisa no nosso corpo, só o dedinho que tá doendo. E assim é na hora do sofrimento. Para nós só existe aquilo ali, aquela situação. E aí o convite que nos é feito pela espiritualidade amiga é para que a gente possa ampliar o foco da nossa atenção. Então, como diz Jona de Angeles, perceber também as bênçãos, as oportunidades e como que eu vou fazer para enfrentar aquela situação que é de desconforto, de dor, com maior possibilidade de não me desgastar tanto, de não sofrer tanto? Vou sofrer? Claro que sim. mas que aquilo ali não seja para mim o o fim do mundo. Então, a primeira coisa, o foco, eu ampliar o meu foco. E Joana deângeles fala no Evangelho para nós, nesse item sete, intitulado A paciência. Essa frase que é lindíssima. Ela fala para nós assim: "O fardo parece mais leve quando olhamos para o alto do que curvamos a fronte para a terra." Ela não está falando a mesma coisa que remédio de uma outra maneira. Quando a gente olha curva fronte paraa terra, a gente tá o quê? utilizando toda a nossa força e a nossa conexão mental para que a gente se ligue àele problema, aquela situação. E quando a gente olha para o céu, o fardo continua nas costas, continua, mas ele parece bem mais leve, porque nós nos permitimos perceber as bênçãos, também a proteção. Então vamos pensar nas bênçãos que a gente tem. Primeira bênção, a bênção do entendimento. Todos nós que estamos aqui, nós já compreendemos que nós não somos um corpo habitado por um espírito, mas que nós somos um espírito que habita temporariamente um corpo. Isso é muito

o do entendimento. Todos nós que estamos aqui, nós já compreendemos que nós não somos um corpo habitado por um espírito, mas que nós somos um espírito que habita temporariamente um corpo. Isso é muito diferente. Faz desse momento uma circunstância. Faz da minha vida muito mais do que esse momento aqui do de quando eu nasci até quando eu vou desencarnar. muito mais do que isso. Nos mostra que nós viemos de outras existências em que nós acertamos e erramos. E quando nós nos desviamos da lei de Deus, que é a lei do amor, o que acontece? Um desequilíbrio. Provocamos um desequilíbrio. E o que que cabe a nós como filhos de Deus, com capacidade também criadora trabalhar pelo reequilíbrio. Nós não fazemos assim com os nossos filhos. Se eles tiverem idade suficiente, não vamos fazer com bebezinho, né? Porque não tem condição. Mas filho, numa idade suficiente, derramou lá comidinha, o biscoito, pega o seu biscoito, meu filho, junta ali. A gente não vai ensinando a consertar. Brigou com o coleguinha, vamos fazer as pazes, pede desculpa. Então nós também, crianças espirituais, como nos fala Joana de Angeles, tão carinhosamente se referindo às nossas imaturidades, nós também temos essa condição de reparar. Então, nós já entendemos que o sofrimento ele provém desse desequilíbrio que foi causado por nós. Então, nada mais eh capaz de nos elevar do que reconhecermos que em nossas mãos também está a capacidade de reparação. E ela vai nos dizer em outra obra que é intitulada, só um minutinho aqui, o livro Desperta. Desperte e seja feliz também de Joana de Angeles. Ela vai nos falar no capítulo 21 da dor reparação e vai nos dizer: "Olha, o caso de todos nós aqui na terra é dor reparação, que é justamente isso, é a gente refazer o nosso passado e aí diante desses momentos, que a gente possa estar em paz. Porque se nós encaramos as nossas dificuldades com desespero, nós agravamos a dificuldade. Se nós encaramos a dificuldade nos deixando envolver pela revolta, revolta é um nome tão interessante, não é?

Porque se nós encaramos as nossas dificuldades com desespero, nós agravamos a dificuldade. Se nós encaramos a dificuldade nos deixando envolver pela revolta, revolta é um nome tão interessante, não é? Porque ela nos lembra que a gente fica dando voltas no mesmo mesmo lugar, revolta, a gente não sai do lugar, fica ali que nem o cachorro correndo atrás do rabo, presos, fixados naquela situação. E nós vemos tanto isso quando temos a oportunidade de nos grupos de intercâmbio mediúnico conversar com os espíritos que ainda têm o coração muito magoado e muito sofrido. E eles vêm nos contar sobre situações de dor que eles atravessaram às vezes há décadas, séculos atrás, mas que estão ali revivendo aquela situação. Por quê? Fixação mental, fixados no momento da dor. E qual que é a nossa escolha diante dos nossos sofrimentos? A gente pode ficar fixado no momento da dor se a gente deixa aquela revolta se apoderar de nós. A mágoa, o sentimento de vitimismo, meu Deus, por comigo? Mas nós nos aprendemos que o sofrimento faz parte do nosso mundo aqui na terra. Jesus falou para nós que no mundo tereis tribulações. Um jeito muito elegante, né, de falar que teríamos problemas, sofrimentos, complicações. Vai ter dificuldade. Mas ele nos convidou para que nós tivéssemos bom ânimo, já nos dando a chave para que nós pudéssemos lidar com essas tribulações. E o que que é o bom ânimo? Ânimo vem de ânima, alma. é colocar a nossa alma para a resolução dos nossos problemas, é estar em contato com a gente mesmo, é não se deixar desviar do nosso curso, se deixando envolver ou pela situação dolorosa que a gente pode ficar fixado nela, ou por sentimentos de desespero. Eu lembro que quando eu era adolescente, ai agora vocês vão vou ficar muito velhinha aqui nessa nossa conversa, mas eu acho que tem gente que vai me entender. Tinha uma coisa que era meu sangue de consumo que se chamava aparelho três em um. Gente, não era espetáculo aquilo, era disco, fita e rádio. Não tinha CD naquela época. disco, fita e rádio. Era

ender. Tinha uma coisa que era meu sangue de consumo que se chamava aparelho três em um. Gente, não era espetáculo aquilo, era disco, fita e rádio. Não tinha CD naquela época. disco, fita e rádio. Era tudo, era tudo que alguém podia querer. Aparelho três em um. Era uma maravilha. E esse essa essa imagem eu acho interessante porque nos ajuda a pensar em uma possibilidade de ação, de atuação nossa diante do nosso sofrimento. Quando o sofrimento vem, muitas vezes a gente se coloca como aparelho três em um. O que quer dizer isso? O presente está complicado porque eu tô sofrendo, não tá? O mar, não tá para peixe. Aí o que acontece? Eu começo a lembrar do passado. Ah, mas eu nunca fui feliz mesmo. Mas sempre dá errado. Não é possível. De novo. Lá tô eu aqui nesse sofrimento. Seja a situação que for, uma situação de saúde, uma situação de uma desilusão amorosa, uma situação financeira, eu não saio disso. Que que a gente tá fazendo? sofrimento do presente, a gente não satisfeito, a gente lembra do passado. E quando a gente lembra do passado, no nosso inconsciente, eh, não existe o tempo. Então, quando a gente lembra do nosso passado, nós trazemos aquela emoção toda de volta e a gente revive aquele momento também para somar o presente. Mas muitas vezes não satisfeitos, a gente chama o futuro pra nossa cabeça naquele momento. Por isso que eu falo que é três em um, né? Passado, presente e futuro. O futuro bom, de jeito nenhum. É catastrófico, meu Deus. E aí a gente já se vê assim numa situação de muita dificuldade, a coisa não vai melhorar e só vai piorar. O que que acontece? Nós entramos em um processo de hipnose mental autoinduzido. Eu começo a afirmar para mim crenças muito poderosas que vão fazendo com que essa fixação vá se sedimentando. A fixação então na destruição, na desesperança, a fixação em me achar injustiçado de alguma maneira, sozinho, sem ajuda. Então, por isso que Jesus nos convidou, tende bom ânimo, que a gente tenha ânimo, que a gente possa trazer a nossa

esesperança, a fixação em me achar injustiçado de alguma maneira, sozinho, sem ajuda. Então, por isso que Jesus nos convidou, tende bom ânimo, que a gente tenha ânimo, que a gente possa trazer a nossa alma, a nossa essência na resolução dos nossos problemas. Nós não somos essa pessoa de 40, 50, 60 anos aqui. Nós somos muito mais. Somos espíritos imortais que vivenciamos diversas experiências de dor e de alegria que se alternam de maneira a moldar o nosso caráter. Então, diante do nosso sofrimento, que nós possamos deixar que essa mensagem de esperança possa ter lugar também no nosso coração, ampliando o foco da nossa lanterna, voltando a nossa cabeça para o alto também. E vamos também não nos deixar envolver por sentimentos de prevenções. Quantas vezes as prevenções nos atrapalham diante do sofrimento? Quem fala isso é Joana deângeles nesse capítulo que eu tô dizendo para vocês do reparação do livro Desperte Seja Feliz. Quantas vezes são as nossas prevenções que nos atrapalham. Eu tenho uma amiga, não, não minha amiga, amiga da minha mãe, que tinha uma dificuldade muito grande em relação a a diversos problemas físicos, né, e que precisava demais, de uma assistência, de fisioterapia e não queria de jeito jeito nenhum. E não gosto, eu detesto essa gente. Gente, se tem algum fisioterapeuta aqui, não sou eu que tô falando, tá? Eu adoro fisioterapeuta, mas ela diz: "Deteste esse povo". E outro dia uma amiga minha também que tava precisando falou assim: "Não, não vou não, porque depois eles escravizam a gente". Como escravizo? A gente não consegue mais se livrar porque querem que faça uma sessão e outra e outra. Quando você vê, você tá lá 4 anos. Que que é isso, gente? não é a prevenção agravando o sofrimento. Então a pessoa deixa de buscar ajuda numa área que ela precisa por uma prevenção. Olha como nós às vezes agravamos o nosso sofrimento por pessimismo de Joana de Angeles, por autocompaixão, quando a gente se sente a última criatura do mundo. Ô tadinha de meu, não merecia. E

evenção. Olha como nós às vezes agravamos o nosso sofrimento por pessimismo de Joana de Angeles, por autocompaixão, quando a gente se sente a última criatura do mundo. Ô tadinha de meu, não merecia. E aí a gente vai fazendo com que aquele sofrimento se intensifique para nós. Então, se a situação era grave, nosso coração sente como gravíssima e aí nós vamos nos atrapalhando. Eh, de revolta surda. Essa revolta que do que a gente falou, né, de se achar e que Deus não deveria fazer isso comigo, como é que pode que injustiça. Essa revolta surda. Surda por quê? Porque não houve, não houve as lições que nós aprendemos de lei de causa e efeito. Vamos nos preocupar com o nosso plantil. a colheita já tá, já estamos colhendo. E aí a gente vai avaliar como é que eu vou agir com que eu estou colhendo. E aí sim, como é que eu vou agir diante do sofrimento e o que que eu estou plantando. E é tão interessante que ela vai nos falar que nós eh no momento das nossas dores, elas ocorrem porque nós no passado certamente não fomos eh ela não vai falar essa palavra não. que eu vou dizer, tá, gente? Não sei nem se é melhor, mas não fomos bons o suficiente na tarefa de amar. Então, se a gente amou pouco e aí a gente infringiu as leis de Deus e agora a gente colhe, qual que é o remédio? Vamos amar mais, vamos fazer mais. Ah, mas não dá para amar essa encrenca aqui que tá me fazendo sofrer. Tudo bem, nós temos o nosso limite. Dá para amar quem? Dá para ajudar quem? De quem que eu consigo me aproximar? Que lágrimas que eu consigo secar? além das minhas, porque assim nós vamos secando as nossas lágrimas também. Lembrando que toda vez que nós descortinamos a nossa mente e o nosso coração, estabelecendo uma conexão com o alto através da prece, das boas ações, nós permitimos a ajuda da espiritualidade. Porque às vezes eu tô tão presa na revolta e no pessimismo, na autocompaixão, que eu não deixo a espiritualidade me ajudar. Simplesmente assim. Ah, mas Deus não vai ajudar. Ele vai, mas não da maneira como eu poderia

eu tô tão presa na revolta e no pessimismo, na autocompaixão, que eu não deixo a espiritualidade me ajudar. Simplesmente assim. Ah, mas Deus não vai ajudar. Ele vai, mas não da maneira como eu poderia receber aquela ajuda. Mesma coisa. A gente às vezes vai tomar o passe, ah, não sei nem que eu tô fazendo aqui, viu? Que eu tenho que ir pro supermercado. Ah, a gasolina do carro tá acabando, mas o preço subiu. Gente, que passe é esse? A pessoa tá lá, o passista com todo o amor, a espiritualidade ajudando a transmitir a energia e a gente é como se estivesse bebendo água de boca fechada. Alguma coisa entra, talvez um pouquinho ali, mas a gente precisa abrir a boca. Então, vamos abrir a boca do nosso coração para que nós possamos também receber as bênçãos que todos nós temos direito e merecemos como filhos de Deus, bastando apenas a nossa disposição e a nossa vontade. Meus amigos, eu agradeço a vocês esse esse nosso momento que é sempre de tanta alegria para mim e convido a todos para que façamos a nossa prece. Então vamos pedir ao nosso Pai, ao nosso mestre Jesus, que ele possa nos dar a paciência diante dos nossos sofrimentos, das nossas dificuldades, mas mestre, dá-nos também a lucidez para que não fiquemos fixados apenas no que há de ruim, de difícil a ser superado, mas que possamos perceber e agradecer pelas bênçãos, pelas oportunidades de crescimento. pelas pessoas que estão ao nosso lado, pelo nosso anjo da guarda, esse amigo querido, sempre pronto a nos aconselhar, a nos amparar. Obrigada, Senhor, pela possibilidade de crescer. nos ajuda, mestre, para que não nos falte a coragem necessária, essa coragem de falar com o nosso coração, ouvindo tudo isso que trazemos dentro de nós, de maravilhoso, esse nosso potencial de renovação e de crescimento, que possamos ouvir o nosso potencial amoroso e que possamos, Senhor, diante das nossas dificuldades, como nos ensina nossa nossa querida mentora Joana de Angeles, que possamos erguer a nossa fronte para o céu, a fim de nos sentirmos envolvidos pelas

e possamos, Senhor, diante das nossas dificuldades, como nos ensina nossa nossa querida mentora Joana de Angeles, que possamos erguer a nossa fronte para o céu, a fim de nos sentirmos envolvidos pelas bênçãos de luz que são derramadas com tanto carinho sobre todos nós. Graças a Deus. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia [música] íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em

[música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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