Lusiane Bahia, Solange Seixas e Marcel Mariano • Conversando Sobre Espiritismo

Mansão do Caminho 05/09/2025 (há 6 meses) 1:03:55 12,415 visualizações 1,953 curtidas

Toda quinta-feira, a Mansão do Caminho recebe um convidado especial para uma breve reflexão em torno do Movimento Espírita. SOBRE O NOSSO CONVIDADO » Marcel Mariano é palestrante espírita e trabalhador da FEEB (Federação Espírita do Estado da Bahia) e do Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador (BA). Também atua como voluntário no Movimento Você e a Paz. #espiritismo #doutrinaespírita #espiritualidade *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Irmãs e irmãos queridos, sejam todos muito bem-vindos ao Conversando sobre o Espiritismo. Cumprimentamos a todos que estão aqui presencialmente, bem como aqueles que nos acompanham da forma virtual. Cumprimentamos a equipe da TV Mansão do Caminho, o querido Marcel Mariano e a nossa tia Solange, para quem passamos a palavra para nos conduzir na prece inicial. Senhor e Mestre Jesus, ó divino pastor, as nossas mentes se elevam buscando a comunhão contigo, pois sabemos que a misericórdia do teu coração nos envolve. E a tua bondade nos impulsiona o querer. Senhor, nesta noite aonde tantos trazem o coração oprimido, as mentes em desalinho e faltam a energia para impulsionar a vontade. Tu és, Senhor, o lírio perfumado que balsamiza as feridas e as dores. Tu és a luz, Senhor, que estanca a escuridão da noite de tantas vidas. Por isto, agradecidos ao teu coração, te suplicamos que nos ajudes a ser o pão da boa palavra, o sentimento nobre que agasalha e a capacidade de entender os que não nos entendem. para que assim a paz se assenham forças para prosseguir intentando superarmo-nos, pois ainda somos caminhantes com dificuldades, mas sabendo que tu nos aguardas, que tu nos ouves, que tu nos agasalhas. Saímos da comodidade para adentrar a busca maior da superação das nossas próprias dificuldades. Abençoa-nos, Senhor, envolvendo o nosso Divaldo, na nossa gratidão eterna, bem como a tios. E te suplicamos também por Dr. Mário em viagem que possa estar atendendo aos objetivos para os quais se destinou. E assim a paz e a ternura envolvendo os nossos corações. Nós te agradecemos, nós te louvamos, nós te bendizemos. Sé conosco, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Como nós sabemos, todas as quintas nós temos aqui o Conversando sobre o Espiritismo. Então é o momento de nós dialogarmos acerca da nossa doutrina, de trazermos perguntas, de buscarmos respostas e aqui compartilharmos estes conhecimentos. Então, nesse instante inicial, aqueles que estão aqui presencialmente podem formular as suas

nossa doutrina, de trazermos perguntas, de buscarmos respostas e aqui compartilharmos estes conhecimentos. Então, nesse instante inicial, aqueles que estão aqui presencialmente podem formular as suas perguntas, chamarem essa equipe gentil aqui à frente para que elas possam fazer uso, buscar esses papéis, trazerem aqui à mesa para as perguntas serem atendidas. E aqueles que nos acompanham virtualmente, basta colocar no chat que vai chegar aqui também pra gente as perguntas que vocês formularem e nós vamos buscar atendê-las. Enquanto isso vai acontecendo, nós vamos dando alguns avisos. Em verdade, um aviso e que a gente pede ao pessoal para que coloque aí na tela, que é o seminário com Severino Celestino, que vai acontecer no dia 18 desse mês. O título é Reencarnação na Bíblia e a gente tem a programação aí disponível também para que a gente busque informações no nosso site, no site da Mansão do Caminho, porque assim nós vamos garantir a nossa vaga aqui nesse cenáculo. O Severino sempre nos traz informações, reflexões profundas acerca de nosso Senhor Jesus Cristo. É sempre uma oportunidade de reencontrarmos-nos com Jesus através da proposta que o Severino nos traz e ele vai trazer a reflexão reencarnação na Bíblia. Ele que é um estudioso do Antigo, do Novo Testamento, tendo traduzido-os. Então é uma oportunidade muito ímpar, muito especial e que a gente possa se inscrever. Basta a gente buscar o site da Mansão do Caminho e lá a gente vai encontrar mais informações sobre a programação que começa às 16 horas e vai finalizar às 19. São dois módulos e a gente tem um intervalo também e vai finalizar às 19 horas. Então fica aí a nossa dica de inscrição e nós vamos apresentar então o convidado da noite que é Marcel Mariano. Ele é palestrante espírita e trabalhador da Federação Espírita aqui do Estado da Bahia e também desse centro do Centro Espírita Caminho da Redenção, também atua como voluntário no movimento Você e a Paz. Seja muito bem-vindo, Marcel. E para você a palavra agora para os seus

ado da Bahia e também desse centro do Centro Espírita Caminho da Redenção, também atua como voluntário no movimento Você e a Paz. Seja muito bem-vindo, Marcel. E para você a palavra agora para os seus cumprimentos iniciais ao nosso público. >> Meus amigos que nos acompanham remotamente e aqui presente, votos de muita paz. Esse é um momento oportuno, porque nós temos muitas palestras hoje no país, mas invariavelmente o momento do diálogo, da interação tem sido um pouco escasso e o número de pessoas com dúvidas, com inquietações, eh, buscando no espiritismo abordagens para problemas modernos t sido crescente. Então, é um dia excepcional que nossa casa proporciona a internautas e presentes, a fim de que possamos trocar impressões sem esgotar os assuntos. Os assuntos prosseguem palpitantes, mas uma dica, um livro, um esclarecimento, uma luz já ajuda a compreender melhor esses assuntos que envolvem todos nós nesses dias tumultuados que todos nós atravessamos. Aguardemos, pois as interrogações ou virtuais ou presenciais. Vamos lá, então. Vamos lá, então. Então, vamos começar contigo, Marcel, trazendo uma pergunta da nossa internauta Ildet. Ela gostaria de saber como é que se dá a desencarnação dos animais. Ela coloca aqui os animais de estimação, que é a ocupação dela em relação a essa pergunta. Para onde eles vão após a morte? e se e se retornam à vida material mais rápido do que nós, seres humanos. >> Permanece o livro dos espíritos como um manancial de conhecimento nessa área, sem que Allan Kardec houvesse penetrado o assunto, porque o estudo da veterinária e em torno dos animais ainda estava em desenvolvimento. Mas o espírito, o animal também tem uma contraparte psíquica. Não vamos dar o nome aqui de espírito por falta de terminologia adequada. Vamos usar apenas como ilustração. Então, os seres irracionais possuem também uma alma que individualizada, inclusive que desprendida do corpo pela morte. Porque ainda hoje eu conversava com um colega de trabalho, os matadouros, quantos bois e vacas são

racionais possuem também uma alma que individualizada, inclusive que desprendida do corpo pela morte. Porque ainda hoje eu conversava com um colega de trabalho, os matadouros, quantos bois e vacas são abatidas diariamente para suprir o mercado mundial de carne e frango, que se matam milhares de frangos por hora, já que o abate de um animal menor é feito todo já automatizado e aqueles milhares de frangos chegam em caminhões vastíssimo e logo à tarde já estão indo para o supermercado. É tanta alma galinácia, para onde é que vai tanta despenada? Ou seja, entra no mundo espiritual e as informações que se tem, que eles são no livro dos espíritos imediatamente reutilizados por espíritos encarregados desta área para promover o regresso deles à matéria. Já que eles estão numa fase instintiva, eles precisam então dentro do processo evolutivo mergulhar sucessivas em sucessivas experiências físicas, voltando em outros corpos de acordo com os parâmetros estabelecidos por essas entidades nobres, a fim de que prossigam o despertamento de centros psíquicos da vida, a fim de saírem da irracionalidade lentamente até atingirem a razão mais adiante. Então, há espíritos, há animais também desencarnados no mundo espiritual que não necessariamente voltam à matéria tão cedo. Em nosso lar, André Luiz dá notícia de que alguns animais domésticos, quais são? Cães e gatos. Estamos convivendo com cães e gatos há mais ou menos 40.000 anos que eles foram domesticados. Lá eles são usados como terapia. Então, esses animais domésticos passam a ser a companhia de espíritos recém desencarnados para lhes ajudar psicologicamente adaptação no além. Como aqui na Terra se usa cavalos, aquoterapia, salvo engano esse nome, se usa éguas e cavalos para pessoas são portadoras de determinadas limitações físicas. São animais extremamente dóceis que fazem aquela marcha bem lenta com a pessoa nela montada. Nós assistimos em algumas cidades do Brasil e também na Áustria, uma companheira com ela, esclerose lateral amiotrófica. E eu fui ver o

eis que fazem aquela marcha bem lenta com a pessoa nela montada. Nós assistimos em algumas cidades do Brasil e também na Áustria, uma companheira com ela, esclerose lateral amiotrófica. E eu fui ver o exercício dela enquanto ela usava uma égua muito domesticada e uma tratadora especial, eu passeei pelos bosques, mas é uma maneira também de fazer tratamento no além. Portanto, há esses animais de grande ou pequeno porte que são utilizados com finalidades terapêuticas para ajudar os recém-desencarnados a entrarem em adaptação mais rápida no mundo espiritual. >> Excelente, Marcel. E a gente vai refletindo e buscando cada vez mais por conta da nossa forma de lidar respeitosa com os animais. Nós vamos encontrando também cada vez mais literatura e dentro do espiritismo afirmando e falando sobre os animais e trazendo-nos aspectos muito importantes sobre o nosso lidar com eles e o quanto isso vai se aperfeiçoando ao longo do tempo. Tia Solange, o que é bicorporeidade? Boa noite. A bicorporeedade não é para qualquer espírito. Digamos que um eurípedes bassanufo, ele saía do corpo e ia determinada região, fazia o parto da criatura e voltava. Esse é um fenômeno que não ocorre normalmente, porque é preciso que o espírito tenha já um domínio sobre si próprio, porque ele se afasta do corpo físico, se materializa lá adiante e faz o que tem que fazer e retorna o seu corpo. Essa é a capacidade que nós chamamos de bicorporiedade, de poder se apresentar em outro local, em outro determinada região, como Antônio de Pádoa também. Ele saía do corpo e podia se materializar lá aonde estava o seu pai. Então, vejamos que é uma situação que não é corriqueira, não é comum e que não é pertinente a qualquer nível espiritual. É preciso realmente já estar preparado para ter o domínio dessa saída e desse retorno para que não haja nenhum problema com o espírito que está encarnado. >> Excelente, tia Marcel, tem uma pergunta aqui que é bem interessante porque se aplica tanto ao aspecto material quanto

se retorno para que não haja nenhum problema com o espírito que está encarnado. >> Excelente, tia Marcel, tem uma pergunta aqui que é bem interessante porque se aplica tanto ao aspecto material quanto ao aspecto espiritual. A pergunta do José é uma pergunta também de um internauta. Eh, e ele quer saber se uma criança que comete um crime, ou seja, ela está ainda na fase inicial da existência, quando ela chega na fase adulta ao adquirir conhecimento do que é errado, do que é certo, é justo pagar por um erro cometido na época da ignorância. Isso também se aplica à própria história espiritual de nós cometermos equívocos numa fase de ignorância e depois com esclarecimento buscarmos a reparação. Que é que você nos diz, Marcel? >> O Brasil tem uma legislação chamada ECA, Estatuto da Criança Adolescente, a Lei 9690. sofreu agora uma um adendo chamado ECA Virtual por causa dessas notícias de adultção e erotização precoce, porque agora vieram as redes sociais, o que não existia em 90, e nós temos um outro capítulo de crimes contra a criança do tipo virtual, estupro virtual. tem agora estupro virtual aquele além daquele presencial físico. E o ECA diz que criança e adolescente podem cometer ato infracional. É igual. Entretanto, na criança se aplica medida de proteção. Ao adolescente se aplica medida socioeducativa. São cinco medidas socioeducativas aplicada ao adolescente. A criança é medida de proteção. Invariavelmente o menino de 11 anos de idade é uma criança pelo ECA. não fez 12 ainda, não é adolescente, é criança. Ele já pode matar, eh, estuprar, violentar uma pessoa. Um crime bárbaro. Ou seja, ele recebe medida de proteção em que os pais vão responder civilmente pelo delito por ele cometido, as indenizações e tudo mais que deriva para que ele fique sob as a guarda dos pais ou de aqueles protetores. Ora, a luz da doutrina espírita, nesse período, o espírito está em formação. Sabemos hoje que depois que o espírito se vincula ao corpo, só depois dos 7 anos de idade, a psicanálise de Sigmundo Freud afirma que

da doutrina espírita, nesse período, o espírito está em formação. Sabemos hoje que depois que o espírito se vincula ao corpo, só depois dos 7 anos de idade, a psicanálise de Sigmundo Freud afirma que o cérebro começa a formar massa cinzenta. É quando a criança sai do concreto e começa a perceber o abstrato. Ela precisa desenvolver a massa cinzeta. O espírito ali está, mas ele está começando a manejar melhor aquela ferramenta, o corpo físico. E ele só pode se expressar em plenitude, segundo Manuel Filomeno de Miranda em temas da vida e da morte na adolescência. André Luiz citou os 7 anos de idade, mas Miranda colocou que é da adolescência em diante que ele começa a se manifestar mais plenamente. Porque para o espírita se manifestar plenamente na matéria, ele tem que ter os órgãos amadurecidos. Se você me der um violão sem cordas, não dá para fazer conserto. Não dá. Eu preciso de um violão bom, que tem as cordas e eu preciso saber tocar violão. Então, se o instrumento tiver precariedade, eu não consigo me manifestar plenamente. Mas e os gênios que aos 5 anos iluminaram o mundo, Mozart dando show aos 5 anos de idade, Betoven aos 16, Paganino tocando violão e violino. E temos a figura do próprio Miguelo, que o pai mandou para um professor e o professor meses depois devolveu. Esse menino tem mais nada a aprender. Ele tá me ensinando. O menino tinha menos de 10 anos de idade e era um gênio na estatuária, na pintura. Miguelângel era ela completo. Bom, nós temos aí as exceções, estamos falando da regra. Deixa a exceção de lado. Vamos pra regra. A regra tá todo mundo a um nível médio. Então, nesse período, a legislação humana trata assim e a legislação divina considera que os atos precisam ter responsabilidade do indivíduo, porque para Deus o ato em si não tem a menor importância. Para Deus o que vale é a intenção com que eu faço ou deixo de fazer. Para a lei humana vale o fato. Eu puno o fato. Nem sempre eu fico sabendo porque é que você fez isso. Não tenho como aferir. Está num campo

s o que vale é a intenção com que eu faço ou deixo de fazer. Para a lei humana vale o fato. Eu puno o fato. Nem sempre eu fico sabendo porque é que você fez isso. Não tenho como aferir. Está num campo subjetivo. Mas como as leis de Deus estão na consciência, as leis de Deus sabem porque cada um fez ou deixou de fazer. Então, a criança levada por impulso muitas vezes reage contra o ambiente, reage contra a violência, reage contra o mal-estar que tá sofrendo e toma uma atitude absolutamente inesperada. Ora para o bem, ora para o mal, mas ela é iniputável perante a lei humana. A lei divina só vai considerar a medida que ela amadurece o raciocínio e pode fazer juízo de valor do que faz e o que deixa de fazer. Aí nessa hora ela passa a responder também pelos próprios atos moralmente falando. >> Nós aproveitamos para cumprimentar Diana que tá fazendo a interpretação para Libras. Tem uma pergunta aqui que fala sobre o esquecimento do passado quando nós reencarnamos, mas que vez que outra é possível lembrar de algumas coisas. E se essas lembranças, como é que a gente fica sabendo se essas lembranças são nossas mesmo? ou seja, das nossas vidas passadas, ou são influências de espíritos desencarnados. Em sendo influência de espíritos desencarnados, como lidar com isso? O esquecimento do passado é uma bênção que Deus nos concede para o recomeço. É a oportunidade que temos de recomeçar, deixando de lado nas lembranças do passado, as animosidades, as dificuldades, os imperços, as adversidades. E encontramos naquele contexto de novidades, no novo corpo, em novo contexto familiar, em novo contexto social, a oportunidade de nós recomeçarmos. O fato de nós termos aspectos da moralidade em nós não se circunscreve a lembrança, porque não é o fato de nós nos lembrarmos ou não nos lembrarmos de quem fomos ou quem deixamos de ser, que retiramos de nós as nossas qualificações. A nossa, o nosso ser é quem nós somos, independente daquilo que nós lembramos-nos ou daquilo que nós não nos lembramos. A pergunta fala acerca dessas

ser, que retiramos de nós as nossas qualificações. A nossa, o nosso ser é quem nós somos, independente daquilo que nós lembramos-nos ou daquilo que nós não nos lembramos. A pergunta fala acerca dessas influências espirituais, porque em muitos momentos podem ser essas lembranças que vem como reminiscências do passado, mas podem ser as influências de entidades espirituais. Como distinguir? Como distinguir esses pensamentos? Em um livro dos espíritos há uma informação de que aquele primeiro pensamento que nos advém, ele é nosso e que os pensamentos na sucessividade seriam influências dos espíritos. Mas como é que a gente, no contexto da inserção da convivência ou da presença desses pensamentos, como é que a gente consegue discernir? Como é que a gente sabe qual foi efetivamente o primeiro pensamento que deu causa a todo aquele movimento? Às vezes nós nos comportamos e nem sabemos que pensamos a partir daquele comportamento que realizamos. Então, os pensamentos eles são muito rápidos e fica muito difícil nós de vislumbrarmos de quem é esse pensamento, se é nosso ou se não é nosso. Qual é a dica dos espíritos? Qual é a instrução que o espiritismo nos traz acerca dos pensamentos? Lidemos com eles. Se forem pensamentos bons, importa se são nossos ou não, nós vamos dar uma boa utilidade. Nós vamos receber aquelas inspirações, vamos dar boas consequências. e trazer a partir dali bons frutos. Mas se forem maus pensamentos, se não forem pensamentos bons, como iremos agir? A forma que nos é indicada é o processo da educação. É interessante porque Leon Deni no livro Problema do Ser, do destino e da dor, na sua última parte intitulada As potências da alma, quando Leon Deni conversa sobre a vontade, a consciência, o pensamento, o livre arbítrio, o amor, a dor, ele fala sobre a disciplina do pensamento e a educação do pensamento. Então, o cuidado de nós disciplinarmos, que seria nós darmos conta daquilo que estamos pensando, como se tivéssemos de assumir as rédias sobre o que pensamos e educar esse pensamento,

o do pensamento. Então, o cuidado de nós disciplinarmos, que seria nós darmos conta daquilo que estamos pensando, como se tivéssemos de assumir as rédias sobre o que pensamos e educar esse pensamento, substituindo os pensamentos ruins por bons pensamentos. Se nós estamos com pensamento ruim e ficamos pensando assim: "Eu não quero pensar isso, eu não quero pensar isso, quanto mais a gente pensa, mais a gente dá força a esse pensamento negativo. Quanto mais a gente diz que a gente não quer sentir, que a gente não quer pensar, mas aí a gente dá força. Então, diante de um pensamento negativo, a instrução e a orientação dos espíritos é que a gente substitua por um bom pensamento. Mas essa instrução está corroborada também pela neurociência. Porque a neurociência fala da reprogramação cerebral e da capacidade plástica que tem o nosso cérebro de fazer modificações cognitivas nas ligações dos neurônios chamadas sinapses. E nós temos as rédias sobre essas ligações. Ou seja, se sabemos que determinado assunto não é bem-vindo, quando ele nos vem ao pensamento, seja nosso, porque nós estamos numa viciação de pensarmos coisas. pessimistas, depreciativas, coisas que nos fazem mal, ou seja, uma sugestão, qualquer que seja a gênese desse pensamento, nós temos de estar alerta nesse processo que Deni nos convida de disciplinarmos o pensamento, de educarmos o pensamento. Então, de estarmos atentos e dizer: "Eu não quero pensar nisso, então eu vou substituir esse pensamento por algo diferente". Então, se é algo pessimista dizendo que tudo aquilo ali vai dar errado, que a gente não vai conseguir, a gente começa a encontrar os mecanismos, sim, de conquista. E quando a gente começa a fazer esse processo de pensar positivamente, a gente começa a atrair os bons espíritos e eles vão tendo, através de nós possibilidade de nos influenciar de forma acertada. E nós começamos a ter coro para aquele pensamento que se inicia timidamente, porque estamos nos esforçando ao pensamento bom. Então, a gente vai se

possibilidade de nos influenciar de forma acertada. E nós começamos a ter coro para aquele pensamento que se inicia timidamente, porque estamos nos esforçando ao pensamento bom. Então, a gente vai se esforçando, fazendo a nossa parte e os bons espíritos vão fazendo couro aquela vontade nossa. E quando a gente menos percebe, aquele pensamento negativo foi modificado por um pensamento positivo. E como diz o ditado, água mole e pedra dura tanto bate até que fura. À medida que a gente vai se exercitando nesse movimento, essas memórias de uso contínuo, ou seja, que estão no nosso dia a dia, cada vez que as memórias ruins, que as lembranças ruins, que os pensamentos ruins vêm e eu substituo por bons, eu estou arquivando na minha memória mais íntima esses pensamentos modificados com condições positivas. Quando eles vierem à tona, eles já não vão estar tão impregnados da condição pessimista e negativa. Já vai estar com a nossa contribuição positiva. E cada vez, se fizermos este exercício de estarmos atentos ao pensamento, vamos buscando o esforço para nos desvencilharmos desses pensamentos que podem estar sendo sugeridos ou podem ser nossas reminiscências, mas o desafio é estarmos atentos. É o processo de prestarmos atenção. E nós somos os seres da evolução que temos condições de refletir sobre o que pensamos. O animal não pensa sobre o que ele pensa, mas nós conseguimos fazer isto e a partir disso trazer as rédias do nosso direcionamento em termos de pensamento, porque as nossas ações elas nascem a partir do nosso pensamento. Então vigiar as nascentes do coração, como disse Jesus, de onde promana os bons e os maus pensamentos, esse é o nosso desafio. Mas agora a gente vai chamar o nosso intervalo e já já nós retornamos. A mansão do caminho apresenta tudo no universo faz parte de uma sinfonia harmônica e a ingratidão é uma nota dissonante que chama a atenção. A caridade resvala o valor de gratidão como o recurso valioso de edificação moral para a purificação do ser. Veio

te de uma sinfonia harmônica e a ingratidão é uma nota dissonante que chama a atenção. A caridade resvala o valor de gratidão como o recurso valioso de edificação moral para a purificação do ser. Veio Jesus demonstrar a grandeza do amor e ele próprio foi vítima da loucura que assinalava o seu tempo. Cada passo dado à frente é vitória da tua jornada espiritual. Mundo regenerado por Divaldo Pereira Franco, pelo espírito Joana de Ângeles. Ah. transtorno de personalidade narcisista. Como lidar com esse perfil de pessoa? Nó valendo da mitologia, a Liriope, que era uma ninfa, foi avisada de que seria mãe. E na mitologia você engravidava até da espuma do mar. O filho apareceu, ninguém sabe o pai de Narciso. E ela foi gestando aquela criança que todos anunciavam os oráculos queia bela, muito bela. Quando o menino nasceu e cresceu, tinha uma face arrebatadora de beleza. Se apaixonaram por ele homens, mulheres, as árvores, até as pedras gostavam de narciso. Mas ele não tava nem aí, totalmente descolado, só queria curtir a floresta, não se envolveu com ninguém. Até o dia que parou com sede a borda de um lago. De águas calmas, as águas do lago parecia um espelho. Ele botou o rosto e viu a si próprio. Se apaixonou por ele mesmo. Ele achou que era uma outra pessoa. E ali ele não saiu mais da borda do lago, apaixonado pela imagem refletida que era dele. Ele achando que era uma pessoa afogada. E ele então ficou ali, defininhou e morreu de fome e de sede. As os as entidades do bosque solicitaram aos deuses contexto mitológico, solicitaram aos deuses que imortalizassem naciso. A morte dele tinha sido muito sofrida, sem ninguém, definhando. E uma deusa, é, colocou o seu poder para funcionar e fez com que onde ele morreu nascesse uma flor, a flor de narciso. Disso, a psicologia, a psicanálise tirá tirou um excelente símbolo para interpretar as pessoas que se apaixonam pela própria imagem. É innegável que eu devo gostar de mim mesmo, não de maneira narcisística. Eu devo valorizar o que eu

e tirá tirou um excelente símbolo para interpretar as pessoas que se apaixonam pela própria imagem. É innegável que eu devo gostar de mim mesmo, não de maneira narcisística. Eu devo valorizar o que eu faço, porque Paulo tem uma epístola endereçada aos Coríntios. se eh eu ainda não consegui ser quem eu gostaria, mas graças a Deus já sou o que sou", disse Paulo. Ou seja, ele era pequeno, se considerava o menor de todos, mas graças a Deus e a Jesus às portas de Damasco, ele já tinha conseguido algum feito. Já não matava a pessoa, já não perseguia. Houve uma modificação com aquele encontro luminoso, diria Rudolf Oto, o extraordinário psicólogo alemão no início do século, ao criar essa expressão, o nomino, ele teve uma experiência mística. Então, em algumas pessoas, o mito da beleza nos dias que estamos vivendo, chega a raiar a loucura, a insanidade, o despério, porque a pessoa fica o tempo todo trabalhando o corpo físico como se não fosse perdê-lo. Aí tome ele ginástica, tome crossfit, levanta pneu de trator, aquele traseiro que é o maior de todos, fica fazendo aquele gesto para criar músculo, vira brutos, né? Quando não vira popai comendo espinafre, vira aquele monstro de músculo, é colágeno e qualquer manchazinha corre, coloca botox, toxina botulínica aqui, acular e gente que fez tanta cirurgia que o nariz foi para trás da cabeça, a boca foi para o centro da cabeça, né? O na o olho desceu para o o cotovelo, a pessoa vai ficando toda porque tem que esse mito terrível da beleza física, ignorando que amanhã ou depois aquela senhora magra, né, que anda com a foice e passa leva todo mundo bonito, lindo, m gordo, magro, crossfiteiro ou não, embarca tudo. Todos vão na mesma no mesmo comboio em algum momento, mas em algumas pessoas vira uma neurose essa beleza. À medida que avançam os anos, né, o indivíduo vai vendo a decreptude orgânica, se luta desesperadamente contra a velice. Há um remédio, não quer envelhecer. Desencarne antes. É tire e queda, não envelhece de jeito nenhum. Só

anos, né, o indivíduo vai vendo a decreptude orgânica, se luta desesperadamente contra a velice. Há um remédio, não quer envelhecer. Desencarne antes. É tire e queda, não envelhece de jeito nenhum. Só é desencarnar novo, mas não atinge a velice de jeito nenhum. Mas se ficar no corpo é natural e vem a decrepitude orgânica. Então, a psicologia tem se debruçado para numa época de tantos narcisos de homens e de mulheres auxiliar encontrar legítima beleza interior. Uma pessoa pacificada, uma pessoa tranquila, irradia uma beleza que mesmo que o seu corpo físico seja disforme, inarmônico, a gente olha pra pessoa dizend, ela tem um encanto, ela tem uma beleza no olhar, no gesto, na placidez do rosto, que encanta. Os grandes vultos que a gente pode, sem citar nomes do século XX, alguns não eram belos, alguns eram estrábicos, eram baixos, ou gordinho ou magro demais, mas eram vultos que tinham uma beleza interior muito grande e radiavam energia que contagiava quem se lhe acercava. Então, Vinícius de Morais teria dito que me perdoem os fez, né? Mas beleza, é fundamental. Tadinho de Vinícius, né? Já viajou, tá percebendo agora uma beleza sobre outro contexto no mundo espiritual. Então nós devemos trabalhar para não ser tragados por essa volúpia, porque o corpo tem prazo de validade e à medida que ele progrede, natural, suas peças vão se desgastando até que a gente começa a notar que aquele cabelinho super preto agora nevado. Tá Solange, tem uma pergunta sobre reencarnação. a Jacilda, que tá aqui presencialmente, que nos fez. Por que existem dúvidas sobre a reencarnação? Se o diálogo entre Jesus e Nicodemos foi tão claro sobre o assunto na Bíblia? Imaginemos que Nicodemos estava diante de Jesus e não entendeu. Tanto que Jesus pergunta a ele: "És doutor em Israel e não conheces estas coisas? Então, veja bem, porque depende não apenas da intelectualidade da pessoa, mas de uma maturidade da razão que nos leva cada vez a uma compreensão maior dentro daquilo que nós acreditamos. Se nós somos espiritualistas,

porque depende não apenas da intelectualidade da pessoa, mas de uma maturidade da razão que nos leva cada vez a uma compreensão maior dentro daquilo que nós acreditamos. Se nós somos espiritualistas, não podemos fugir desta compreensão, nem entender o mundo espiritual e as reencarnações sem essa justiça divina que proporciona ao ser o processo evolutivo. Precisamos tomar tantos corpos quantos necessários para o nosso próprio desenvolvimento moral e espiritual. Então, na medida em que você vai progredindo, você vai buscando mais. Se a pessoa não se interessa, não tem como entender. Se não entende, se não aceita espiritualidade, a continuidade da vida, não tem como entender a reencarnação, porque não encontra justificativa. Porque se ele vive o aqui e o agora e acabou, então não tem justificativa para se reeducar, se burilar e buscar um processo de crescimento individual para a sua própria fidelidade na vida que ele desconhece porque não conhece a reencarnação. Se não conhece a reencarnação e não aceita a reencarnação, é porque não aceita a vida espiritual, porque não há explicação mais racional do que o processo reencarnatório para a nossa compreensão, inclusive no limite em que nos encontramos todos nós com a possibilidade de entendimento de acordo com o nosso desenvolvimento. Então, a cada dia vamos descobrindo certificações para aquilo que acreditamos. Não apenas acreditamos, mas temos certeza, sabemos. Quando nós sabemos, aí não há como a gente dizer a nós próprios que nós não aceitamos, porque a sua própria racionalidade lhe leva a questionar tudo que você já aprendeu, tudo que ainda falta aprender, coisas que você não conhece e que não é desconhecida para muitas pessoas. Então é aceitar a nossa limitação. Se eu já posso ir até aqui, muito bem. Agora, se eu não aceito a espiritualidade, a continuidade da vida, não tem como aceitar a reencarnação. Daí, naquela época, Nicodemos ficou atônito. Como é que pode um homem velho entrar na barriga de sua mãe? Imagine o raciocínio dele. Então, ficava

nuidade da vida, não tem como aceitar a reencarnação. Daí, naquela época, Nicodemos ficou atônito. Como é que pode um homem velho entrar na barriga de sua mãe? Imagine o raciocínio dele. Então, ficava difícil o entendimento dessa realidade do espírito imortal. Então, quando nós acreditamos que somos imortais, já temos uma certeza desse processo, porque numa encarnação só é impossível você adquirir toda a evolução da qual você precisa ter para adentrar a regiões superiores da vida. Então, que cada um de nós busque dentro da possibilidade de entendimento e somando experiências, somando conhecimento e trazendo para a sua vivência aquilo que você já aprendeu como mecanismo de própria aceitação da sua realidade, de que você não é esse corpinho que é passageiro, que tem um, como disse Marcel, tem um tempo de fluido vital para estar nesse período de experiência reencarnatória, que você tomará tantos corpos quantos necessários para que você atinja um nível de aprendizado e libertação do próprio primitivismo e possa avançar na direção da angelitude. >> Uma pergunta aqui do presencial. O que é intuição na visão espírita? O espírito Joana deângeles no livro Triunfo Pessoal, no seu último capítulo, onde ela vai conversar sobre religião, religiosidade e a contribuição da religião na nossa formação, na contribuição do nosso aprimoramento, ela nos traz a intuição, inclusive na visão psicológica, mostrando-nos a vertente de Jung, que nos ensina que a intuição seria um diálogo, uma ponte entre o inconsciente e o consciente numa linguagem mais simples, aqui nós trazendo, mas tem uma profundidade esse olhar sobre o prisma e um guiano. Mas a benfeitora destaca que essa intuição seria essa voz interior. Ela responde ou corresponde ao arcabolso das nossas histórias pregressas. Então essa intuição nos vem de dentro, vem da nossa história espiritual, vem das nossas vidas anteriores, vem daquilo que a gente traz como arquivo do inconsciente e que clode como possibilidade, como o próprio nome diz, intuitiva de nos

, vem da nossa história espiritual, vem das nossas vidas anteriores, vem daquilo que a gente traz como arquivo do inconsciente e que clode como possibilidade, como o próprio nome diz, intuitiva de nos orientar de alguma forma. é diferente da inspiração. Inspiração é exterior, vem dos espíritos e eles estão nos inspirando, vem de fora. E aí a benfeitora no livro Momentos de Consciência, que agora é Momentos de Consciência e de Saúde, nos traz a reflexão de que através da oração, a gente se conecta com os espíritos e permite que deles vertam para nós a inspiração. Mas através da meditação, quando nós silenciamos o nosso próprio eu buscando os escaninhos nossos, nós escutamos de dentro para fora, ou seja, esse Deus interior. Então, a meditação faz eclodir a intuição e a oração faz eclodir a inspiração. Marcel, nós temos uma pergunta aqui que nos faz refletir sobre a desencarnação. A pergunta da Cláudia, que ela nos faz virtualmente, é possível que uma pessoa de bem, ao desencarnar sinta as dores referentes ao que a levou a desencarnar? A possibilidade sempre existe, porque no campo, se o campo moral forra a pessoa a distrbios maiores no além, facilitando a sua adaptação ao novo mundo, se a pessoa não tem uma cuidade maior do ponto de vista intelectual para saber superar certos trans, certos apegos e certos apelos, é natural que a pessoa passe algum tempo no que Kardec chamou da perturbação espiritual. A questão não é morrer, é como se morre. Ou seja, uma morte lenta, uma doença que vai esvaindo a pessoa, vai seifando a sua energia, a pessoa vai como que se acomodando e percebendo que não tem retorto, vai marchando para o desprendimento. Mas o impacto, as tragédias coletivas, a queda do avião, do helicóptero, o afundamento do barco, o afogamento são impactos para qualquer tipo de espírito. entidades mais nobres percebem isso como a transição e o retorno, mas nós que estamos na craveira comum temos muita dificuldade de assimilar isso. Aquilo ficam marcas no indivíduo de natureza

spírito. entidades mais nobres percebem isso como a transição e o retorno, mas nós que estamos na craveira comum temos muita dificuldade de assimilar isso. Aquilo ficam marcas no indivíduo de natureza psicológica que reclamam algum tempo para serem diluídas quando compreendidas que o indivíduo pereceu ali. Ainda, ainda hoje temos certeza que tem espíritos ali em torno das Torres Gemas do World Trade Center, mas o episódio se deu há mais de 20 anos, as duas torres derrubadas, mas tem gente andando nas ruas de Nova York achando que tá vivo. 20 anos depois tem espíritos ainda aprisionados aquele drama, aquele atentado terrorista, o naufrágio do Batomouch. Talvez ainda há espíritos prisioneiros do naufrágio do Titanic, o grande navio que levou 1528 pessoas para o fundo do mar, 4 km de profundidade e acontecimentos mais recentes, porque essas pessoas têm pouca pouca evolução, pouco entendimento do fenômeno da morte e encaram como se fosse um aterramento, como se fosse um impacto, uma violência psicológica e demoram mais tempo de serem atendidas. Quando Miranda narrou num dos seus livros, O Tsunami, que em 2004 devastou 11 países no Índico e também no Pacífico, ceifando até hoje 325.000 mil vidas que não aguardavam aquele tsunami depois de um maremoto no subsolo do Índico. Ele conta que no mundo espiritual muita gente estava aprisionada ao corpo, achando tava vivo, em desespero, tentando tirar outros do corpo sem saber por causa da religião adotada que não elucidou a morte. E eles entraram no além. Por isso que saiu do Brasil uma equipe multifacetada. Havia católicos, espíritas, evangélicos, levou-se muçulmanos, maometanos. Havia budistas no grupo de quase 200 espíritos. Primeiro para adaptar a língua, cada um falando seu dialeto, entra no alentalo. Vai falar as religiões sem visão da transcendência. Então aquele grupo de espíritos em que Miranda fez parte, foi levar suporte a essas almas para desprendê-las do corpo. Portanto, a morte pode ser até como oriente, como a gente diria no direito, né? Como

ão aquele grupo de espíritos em que Miranda fez parte, foi levar suporte a essas almas para desprendê-las do corpo. Portanto, a morte pode ser até como oriente, como a gente diria no direito, né? Como oriente. Todos falecem na mesma queda de do avião. Morrem todos ali. Mas o despertamento de cada um vai se dar em momento próprio. Tem gente que minutos depois da queda percebe que entrou no além. Tem gente que vai perceber com uma semana, com um mês, com um ano, com 10 anos e até com séculos é que vai perceber que já não está mais na matéria. E o mundo espiritual só tem a psicologia do afeto. Não vai despertar com agressividade, nem com uma verdade dolorosa. Dizer um espírito que já morreu, que ele morreu sem ele saber, corre risco dele remorrer. Ele morre de susto de novo no além. Então tem que ter paciência e caridade para elucidar, esclarecer a alma ou então que ela mesma colida com a verdade. É possível consertar, reverter ou mesmo pagar os erros dessa existência nesta mesma existência para que não tenhamos mais dívidas nas próximas ou pelo menos que a dívida diminua. Nós estamos aqui para isso, para vivenciar a experiência da reparação, como consta lá no céu e inferno na primeira parte, no capítulo sé, no Código Penal da Vida Futura, que constam 33 itens. E no item 16, Kardec anota o arrependimento, a expiação e a reparação com passos imprescindíveis pra gente buscar a melhor versão de nós mesmos. Então, imersos aqui no corpo físico, estamos buscando a nossa felicidade, a libertação em relação às amarras. E para vivenciarmos isso, a gente pensa: "Ah, então eu vim aqui para sofrer. Eu vim aqui para espiar, porque se eu tenho que me arrepender, depois eu tenho que espiar para depois eu reparar". acontece que a própria dinâmica da vida nos convida a arrependerm-nos e arrependidos já espiarmos reparando e repararmos espiando. Basta que a gente faça a eleição pelo bem. Se nós queremos o bem, buscamos o bem, desejamos o bem, nós vamos passar pelos processos das dores que são expiatórias, que são as

ndo e repararmos espiando. Basta que a gente faça a eleição pelo bem. Se nós queremos o bem, buscamos o bem, desejamos o bem, nós vamos passar pelos processos das dores que são expiatórias, que são as necessidades dos nossos pagamentos, entre aspas, das dívidas, mas vamos atravessar sob a pesta, sobre a marca da misericórdia. Dr. Bezerra de Menezes assinala que a justiça vem ao nosso encontro e vem buscar-nos para ali naquela naquele pagamento em relação às nossas faltas buscar de nós a correspondência. Mas quando nos encontra no trabalho, no esforço, na busca do melhoramento e da realização do bem, das coisas boas, na tentativa, no esforço, a justiça não é a que impera, mas sim a misericórdia. Ou seja, esse hálito divino que abranda as nossas dores e nos permite, recheado de amorosidade, que nós tragamos as nossas recuperações, que nós espiemos, mas também a partir dessa reparação. Então, se queremos lidar com essa contabilidade da justiça divina, o caminho que os espíritos nos aconselham é fazermos o bem. Por isso que a gente encontra no Evangelho Segundo o Espiritismo, fora da caridade não há salvação. Para que a gente empreenda todos os esforços. Lembrando que caridade, conforme entendia Jesus, questão 886 do livro dos espíritos, é benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Então é esse leque de oportunidades para nós irmos ao encontro dessa melhor versão de nós mesmos. Marcel, e a gente tem aqui um questionamento bem interessante que é da norma e que ela nos fez também virtualmente. Como é que a gente lida, Marcel ingratidão? grato. Não perca tempo com o ingrato. O ingrato é um doente. O grato é um enfermo. Ele adoeceu no processo evolutivo. Ele não aprendeu a ser grato. Invariavelmente nós sempre acreditamos que a gratidão é eu devolver uma dádiva a quem me deêu uma. Você me deu um livro, eu vou lhe dar um lenço. Você me deu uma gravata, eu vou lhe dar um vestido, homem e mulher. Esse é um aspecto da gratidão. Mas

tidão é eu devolver uma dádiva a quem me deêu uma. Você me deu um livro, eu vou lhe dar um lenço. Você me deu uma gravata, eu vou lhe dar um vestido, homem e mulher. Esse é um aspecto da gratidão. Mas quando Joana de Angeles, a benfeitora de nossa casa, escreve um livro Psicologia da Gratidão, com quase 300 páginas, é que a gente começa a ter noção de que a gratidão é muito maior do que eu ser. Muito obrigada. Muito obrigada. para essa gratidão é isso que a gente faz isso comumente, ela é muito maior do que isso. É uma contemplação do infinito. É uma entrega, é um reconhecimento do ser, de todas as dádivas que foram entregues por Deus para os indivíduos viverem em paz no universo, de acordo com o seu nível evolutivo. Então, se encontrarmos uma pessoa como filhos ingratos, não reconhecem os esforços dos pais, companheiros e companheiras no dentro do casamento que não não ignoram a luta do cônjuge para manter a harmonia doméstica. Os indivíduos no campo do trabalho que ignoram o gesto da gratidão por aquele que fez algum pequeno favor, são pessoas ainda que não desenvolveram esse sentimento. Para nós que já o conhecemos, ele deve deve ser automatizado. Automaticamente eu devo ter gratidão pelo acolhimento da vida, o despertar cada manhã. Todos nós vamos deitar daqui a pouco a gratidão pelo dia. Quantos de nós vamos levantar amanhã, sexta-feira? Certamente a maioria esmagadora aqui vai estar de pé. A noite dormida, descansada, um sentimento de gratidão. Isso liza a alma, torna a alma porosa, passa a ser um hino permanente de gratidão pela beleza da vida. Agora, se o outro não reconhece, ainda vai descobrir isso mais tarde, mas vai descobrir. >> Eu gostaria de retificar a informação que eu dei aqui para vocês no início. Eu disse que o seminário do Severino seria 18 desse mês, mas não é, não é 18 do próximo mês, é do mês de outubro. Então o cartaz está aí e a gente tira todas as dúvidas, inclusive em relação à programação. A gente encontra lá no site da mansão para que a gente possa se

ão é 18 do próximo mês, é do mês de outubro. Então o cartaz está aí e a gente tira todas as dúvidas, inclusive em relação à programação. A gente encontra lá no site da mansão para que a gente possa se inscrever. E aqui a gente reitera a reencarnação na Bíblia com Severino Celestino, dia 18 de outubro. Nós gostaríamos de agradecer imensamente a todos vocês que estiveram aqui presencialmente, aqueles que nos acompanharam virtualmente, a equipe da TV Mansão do Caminho, a nossa tia Solange, o querido Marcel Mariano, para quem passamos a palavra para nos trazer as suas considerações finais. Quero agradecer o convite para estarmos mais uma vez aqui, sobretudo na quinta, que é o dia que a gente pode trocar essas impressões. As perguntas todas palpitantes em cima de temas bem atuais, nos convidando a reflexão e a literatura vasta, não só a de Divaldo, a de Chico, a de Kardec, dona Ivone do Amaral Pereira, Leon Deni, nós temos aí 8.000 livros espíritas. só em língua portuguesa. Então, ninguém pode alegar que não tem material para aprofundar. Por isso que encontros como esse são verdadeiros aperitivos de natureza intelectual, nos projetando para mais profundos alcances dentro da visão espírita do mundo e da transcendência. Até o nosso próximo reencontro. Agradecemos a equipe responsável por nos conduzir aqui as perguntas. Agradecemos também a nossa querida Diana e a todos vocês que trouxeram as perguntas. As perguntas que vocês fizeram tanto presencialmente quanto virtualmente deram o tom aqui da nossa conversa e permitiram que nós tivéssemos acesso a reflexões muito boas. Então nós convidamos agora os companheiros responsáveis pela aplicação do passe em nossa casa para que possam, por favor, se dispor no salão doutrinário. Querido mestre Jesus, a alegria salta dos nossos corações, Senhor, pela oportunidade da comunhão entre irmãos, experimentarmos esta egrégora de fraternidade nos conduz a patamares reflexivos, ennobrecedores, que nos conduzem a estímulos especiais de renovação dos nossos pensamentos,

e da comunhão entre irmãos, experimentarmos esta egrégora de fraternidade nos conduz a patamares reflexivos, ennobrecedores, que nos conduzem a estímulos especiais de renovação dos nossos pensamentos, nutrindo sentimentos que alimentam a alma, trazendo-nos ânimo e coragem para enfrentarmos os contextos de aprendizado desta existência. Te rogamos, mestre, pelos companheiros que fazem uso neste momento do instrumento que o nosso pai maior lhes concedeu e trazem através da sua dedicação a energia salutária e renovadora para todos nós. Senhor, identifica neste planeta imenso os pontos significativos de amor e de bondade e faz com que cada vez mais eles eclodam para que venha ao nosso encontro em formato de esperança, de vivacidade, de fé, para que encontremos na convivência entre irmãos, nas situações diárias, na família, no lar, no trabalho, na sociedade, nos encontros e reencontros, as oportunidades de vencermos o nosso mundo íntimo e de nos expressarmos com mais realidade e verdade a partir das experiências dessa existência. Vencendo as nossas amarras, superando o pessimismo, superando a tristeza, o desânimo e encontrando no teu evangelho e nos exemplos de mulheres e homens que dignificam os teus exemplos, as tuas lições, oportunidades de revisitarmos a mensagem do bem. Abençoa, Senhor, essa nossa casa planetária. Abençoa os focos de animosidade, de guerras, para que eles possam ser diluídos aos poucos, através dos nossos pensamentos, insistentes no bem, na justiça, na paz. Encoraja os bons, Senhor, para que cada vez mais sejamos numerosos, altivos, conscientes dos papéis e das responsabilidades que temos de empreender no contexto social. Envolve a todos aqueles que perderam os discernimentos, que enlouqueceram, que estão nos cárceres, que estão abandonados. que estão em situações de rua, que estão enfermos, que apresentam dores físicas e morais. Abençoa todos nós, réprobos ainda do dever. Senhor, abençoa e nos traz a esta casa as energias bemfazjas de paz, envolvendo todos aqueles que colocamos

enfermos, que apresentam dores físicas e morais. Abençoa todos nós, réprobos ainda do dever. Senhor, abençoa e nos traz a esta casa as energias bemfazjas de paz, envolvendo todos aqueles que colocamos os nomes no salão inicial deste nosso espaço, fluidificando as águas que ali também lhes apresentamos. E te agradecemos, mestre, por toda a proteção, por todo o amparo e por tudo que recebemos aqui nesta hora em que decidimos permanecer juntos, seja presencialmente ou virtualmente, recebendo as benéces oriundas do teu amor, da tua bondade, do teu ser. Permanece conosco, Senhor, conduzindo-nos em paz aos nossos lares, à nossas próximas tarefas e para que sigamos conscientes desta responsabilidade que o teu evangelho nos convida cotidianamente. Gratidão por tudo e sempre. Assim seja. Está encerrada a nossa reunião da noite de hoje. Sigamos em paz.

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