LIVRE-ARBÍTRIO E DESTINO - Eduardo Gomes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 02/07/2025 (há 9 meses) 35:40 348 visualizações

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Transcrição

A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz. buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, busca Boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa comunhão espírita de Brasília, todos que nos acompanham presencialmente aqui na nossa comunhão e aqueles também que nos assistem pelas plataformas. Vamos inicialmente fazer a nossa oração, que é o nosso momento de ligação com o superior, com aqueles que nos dirigem, para que possam nos orientar. Deus Pai todo- poderoso, Deus de infinita bondade, de infinita misericórdia, aqui estamos no dia de hoje na busca do conhecimento, na busca de compreender as as tuas leis divinas, de compreender o que devemos fazer no nosso dia a dia, da nossa vida. Te pedimos humildemente, orienta os nossos pensamentos, aponta a bússola do nosso coração para que façamos as melhores escolhas, para que sejamos inspirados pelo alto no dia de hoje. Que assim seja. Bem, o tema escolhido para o dia de hoje é uma reflexão e é sempre assim que a gente procede, porque a resposta para as nossas angústias, elas não vêm de outras pessoas, elas brotam de nós mesmos. E a única maneira de nós alcançarmos isso é refletindo, refletindo sobre a nossa vida, sobre o nosso dia a dia. Qualquer ensinamento que a gente não possa utilizar na nossa vida diária, ele não serve de nada. O evangelho, em realidade é um código de conduta, de conduta moral, de conduta ética para a nossa vida como um todo, para nossa vida como espírito, para nossa vida como encarnados. E o tema de hoje, que é livre arbítrio e destino, não é o tema comum, não é um tema que nós pensemos nele diariamente, como pode ser outros. Como, por exemplo, por que que eu sofro? Por que que eu sou assim? Porque sou pobre? Porque sou rico? Porque as coisas são como são? Porque eu nasci nessa família? Por que que eu

como pode ser outros. Como, por exemplo, por que que eu sofro? Por que que eu sou assim? Porque sou pobre? Porque sou rico? Porque as coisas são como são? Porque eu nasci nessa família? Por que que eu tenho essa doença? Por que no meu trabalho eu não me dou bem com meu chefe? Essas são perguntas normais do nosso dia a dia, mas para falarmos de livre arbítrio, esse não, ele é necessário fazer uma reflexão profunda para que a gente possa chegar a uma conclusão. Assim, serve sobretudo para o palestrante fazendo a reflexão. Esse é o grande ensinamento e essa é é a nossa grande busca. Parando para fazer esse estudo, eu me deparei com a seguinte situação. O tema é tão profundo como se a gente pulasse num num rio e não soubéssemos a profundidade aquele rio que a gente não consegue ver o fundo. A gente mergulha e a gente para e vê que a o fundo a gente não alcança. É difícil. Ele é uma profundidade muito grande, mas a gente reflete e descobre que a gente pode se aprofundar um pouco mais. Assim, a gente começa a falar do livre arbítrio e se pergunta se realmente nós temos o livre arbítrio no nosso dia a dia. Temos realmente a capacidade de decidir entre uma coisa e outra. Quando viemos para cá, nós decidimos ou fomos levados a decidir vir para cá? Parece uma pergunta superficial, mas é muito profunda. Será que preside os nossos atos algo que nos conduz à frente ou realmente nós tomamos a decisão por nós mesmos? Isso é uma discussão filosófica, é uma discussão psicológica, é uma discussão também da justiça. E a gente lembra o seguinte, há algumas eh alguns segmentos, alguns pensadores que dizem que, por exemplo, aquele que nasce numa sociedade eh ou num local de extrema violência, ele tem uma culpa relativa e não pode responder para aqueles atos. Isso é uma verdade? É isso que a gente faz a pergunta. O quanto que o meio influencia nas decisões que eu tomo? Será isso mesmo? dentro dessa ideia de pensamento, alguns que chegam a afirmar que a nossa decisão é ilusória, porque preside acima de nós

nta. O quanto que o meio influencia nas decisões que eu tomo? Será isso mesmo? dentro dessa ideia de pensamento, alguns que chegam a afirmar que a nossa decisão é ilusória, porque preside acima de nós um destino ou uma determinação que é superior às nossas decisões. É como se nós tivéssemos uma matrix. E aí eu uso a figura da Matrix, porque é um filme que a maioria do pessoal conhece, como se nós tivéssemos fechado achando que estamos tomando as nossas decisões, quando na realidade algo, algum ser toma essa decisão, essas decisões por nós. Nessa análise de hoje, nós não vamos abordar a parte filosófica, nós vamos nos ater a parte da doutrina espírita, isso sim, para que a gente possa chegar a alguma conclusão. Como que se pode eh conceituar, né, ou definir o livre arbítrio? E eles têm uma uma definição que é a capacidade de um agente, seja ele qualquer, tomar decisões não determinadas por causas externas. Ou seja, eu tomei a decisão e não sofri influência, nem fui levado a tomar por coisa alguma. Essa é uma definição, mas existe uma outra definição dada pelos deterministas, aqueles que acreditam que a gente tem uma determinação. E tem ah um povo, né, vamos colocar assim, que tem isso muito forte, que chama de karma, né? A Índia ainda existe muito disso, né? A na Índia ainda prepondera isso. Então, a pessoa que nasce com seu karma dentro de uma determinada fração da sociedade e ela tem para ela que aquilo é o seu karma e ela deve seguir para sempre. existe um determinismo. Então, conceitualmente, esses defensores do determinismo eh afirmam que a ideia de liberdade é incompatível com a existência de leis da natureza que governam o universo. É como se nós não podemos tomar nenhuma decisão livre, porque é incompatível com a lei do universo que segue à frente. Só para citar Santo Agostinho, que é um pensador filosófico da Igreja Católica, em seu livro Livre Arbítrio, questionou se nós temos autonomia para nos libertarmos do pecado. É como se nós tivéssemos uma prédeterminação,

Agostinho, que é um pensador filosófico da Igreja Católica, em seu livro Livre Arbítrio, questionou se nós temos autonomia para nos libertarmos do pecado. É como se nós tivéssemos uma prédeterminação, determinismo com relação a pecar ou não. Para ele, a verdadeira liberdade não é apenas a capacidade de escolher. Mas a libertação do pecado e a união com Deus. E isso está alinhado com os conhecimentos espíritas que a gente espera chegar no final. Então, para definir arbítrio, ele é definido como vontade, como querer. Então, definição do dicionário é uma resolução, uma determinação dependente apenas da vontade. É também um desejo de alguma coisa. É um poder, uma faculdade de decidir, de escolher, de determinar, dependente apenas da nossa vontade. Aí a pergunta até agora, nós temos isso mesmo? Cada um pode se fazer essa pergunta. Você que está em casa, que nos acompanha, faça essa pergunta, tente responder. Então, vamos ao livro dos espíritos para que a gente possa tentar compreender isso e chegar a alguma conclusão. Então, na pergunta 843, ela refere-se ao livre arbítrio. A pergunta é a seguinte: tem o homem o livre arbítrio de seus atos? E o bom de Kardec que ele é direto, né? Ele ele não faz conversões para fazer a pergunta que deve ser feita. A resposta é: pois que tem a liberdade de pensar, gravem isso. Pois que tem a liberdade de pensar, tem a de igualmente a de obrar, a de fazer, a de operar. Sem o livre arbítrio, o homem seria máquina. Então essa primeira resposta, ela é simples, ela é contundente e ela fala: "Vocês têm o livre arbítrio". De outra forma vocês seriam máquinas. Mas ele tenta se aprofundar um pouco mais. Na pergunta 849, ele pergunta o seguinte: "Qual a faculdade predominante no homem em estado de selvageria? O extinto ou livre arbítrio? Então, Kardec, quando ele faz a pergunta, já passou por ele o pensamento de outras coisas mais. Poxa, mas ele tem um livre arbítrio, mas esse livre arbítrio é o mesmo no homem das cavernas? E a resposta é também elucidativa.

e faz a pergunta, já passou por ele o pensamento de outras coisas mais. Poxa, mas ele tem um livre arbítrio, mas esse livre arbítrio é o mesmo no homem das cavernas? E a resposta é também elucidativa. O instinto, o que não impede de agir com inteira liberdade no tocante a certas coisas, mas aplica como a criança essa liberdade às suas necessidades e ela se amplia com a inteligência. Consequentemente, tu que és mais esclarecido do que um selvagem, também és mais responsável pelo que fazes do que um selvagem o é pelos seus atos. Então, essa primeira ideia, existe uma diferença. Apesar de o livre arbítrio ele existir quando a gente é criado e nós fomos criados como selvagens, ele é relativo à minha condição de inteligência. Como é que eu posso decidir se eu não tenho condições de pensar? Imaginemos o selvagem que sai para caçar e obviamente ele tem uma tribo rival e com grande facilidade eles se atritam. E o selvagem, né? quando nós éramos selvagens e nós temos alguns ainda eh vivendo no planeta, porque não podia poderia ser diferente, nós estamos em estágios diferentes. Ele pode matar uma pessoa e mesmo assim não tem a culpa que nós teríamos se tivéssemos feito isso. Então, essa é a primeira compreensão entre selvagem e o homem atual, o homem que já passou por várias fases e que conquistou a inteligência, a capacidade de decidir. Então, temos numa balança, de um lado, o livre arbítrio e no outro determinismo. Quanto maior determinismo, menor o livre arbítrio. A medida que a gente progride espiritualmente, essa balança se inverte. Eu tenho mais livre armítrio, eu tenho tenho menos determinismo. Deus não precisa determinar aquilo que eu tenho que tenho que fazer. Vamos à pergunta seguinte. 851. Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida conforme ao sentido que se dá a este vocábulo? Quer dizer, todos os acontecimentos são prédeterminados. E neste caso, o que vem a ser o livre arbítrio? Os espíritos respondem com grande facilidade, grande acerto. A fatalidade existe unicamente pela escolha que o

os os acontecimentos são prédeterminados. E neste caso, o que vem a ser o livre arbítrio? Os espíritos respondem com grande facilidade, grande acerto. A fatalidade existe unicamente pela escolha que o espírito fez encarnar desta ou daquela prova para sofrer. Vejam bem, ele tá falando da parte física, da parte corpórea, material. Aí ele vai fazer o comentário, comentário mais na frente. Falou das provas físicas, pois pelo que toca as provas morais e as tentações, o espírito conservando o livre arbítrio, quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor, de ceder ou de resistir. Isso quer dizer que fisicamente a gente pode escolher e no nosso modo de pensar, em nenhum momento nós temos subtraído o nosso livre arbítrio. É como se nós pudéssemos e podemos reencarnar de forma a escolher aquilo que a gente vai passar. E em alguns momentos nós podemos ser determinados vir de determinada forma, como por exemplo, alguém que não pode mexer os membros, alguém que está impedido de se locomover. Esse é um determinismo. Essa é uma forma de Deus impor a nós uma necessidade nossa. Mas mesmo neste neste tipo de prova ou expiação, nós temos o pensamento livre. E a gente vê que as pessoas têm formas diferentes de abordar os problemas. Então, a forma de pensar nossa é sempre livre. A literatura é cheia de casos onde nós estacionamos durante muito tempo como espíritos recalcitrantes, tentando nos manter afastados do caminho de Deus por iniciativa nossa, por livre arbítrio, né? Em determinados momentos somos forçados a reencarnar de forma compulsória, mas mesmo assim o nosso pensamento é livre. Nós podemos ser revoltados ou não com aquela situação. Por exemplo, a literatura nos diz que os espíritos protetores, os guias, eles podem nos ajudar e via de regra nos ajudam intuindo, fazendo com que nós tenhamos boas intenções, bons propósitos, mas eles não retiram o nosso livre arbítrio. Inclusive, se nós não vibrarmos corretamente, eles se afastam de nós como regra, como lei divina. Isso é uma realidade.

os boas intenções, bons propósitos, mas eles não retiram o nosso livre arbítrio. Inclusive, se nós não vibrarmos corretamente, eles se afastam de nós como regra, como lei divina. Isso é uma realidade. Então nós, como seres reencarnados, como espíritos imortais, temos o livre e arbítrio. Temos a capacidade de decidir o nosso dia a dia, de escolher. Uma outra, um outro fato da nossa vida e que é um determinismo porque faz parte das leis divinas. é a nossa morte, é o desencarne. Todos nós de forma igual temos que desencarnar, vamos desencarnar como a regra divina. Isso a gente não pode modificar, mas o caminho até lá é nosso. O livro consolador, ele também aborda essa parte do livre arbítrio até de maneira muito objetiva. A pergunta 132 é feita da seguinte forma: "O determinismo e o livre arbítrio ao mesmo tempo na existência humana? Existem os dois ao mesmo tempo? Determinismo e livre arbítrio coexistem na vida, entrosando-se na estrada dos destinos para a elevação e redenção dos homens." Então, vejam só, os dois coexistem. É aquilo que a gente tinha falado sobre o determinismo de um lado e o livre arbítrio do outro. Ao homem da caverna há muito mais determinismo do que a nós neste momento agora. À medida que eu cresço em inteligência, em compreensão das leis divinas, eu diminuo esse determinismo. Há um momento em que nós eh vamos chegar em que praticamente só existirá o nosso livre arbítrio. É o caso dos anjos, dos espíritos evoluídos. Eles já passaram pelas etapas, então o determinismo para ele é muito pouco. E aí há uma complementação a essa pergunta. O primeiro é absoluto, ou seja, o determinismo nas baixas camadas evolutivas. E o segundo, que é o livre arbítrio, amplia-se com os valores da educação e da experiência. Por isso que nós estamos aqui, por isso da necessidade de nós reencarnarmos. A cresce observar que sobre ambos pairam as determinações divinas baseadas na lei de amor sagrada e única. Então, é mais ou menos o seguinte: Deus estabeleceu as leis divinas que nós

ós reencarnarmos. A cresce observar que sobre ambos pairam as determinações divinas baseadas na lei de amor sagrada e única. Então, é mais ou menos o seguinte: Deus estabeleceu as leis divinas que nós devemos seguir, que são leis criadas para a nossa felicidade, para a nossa conquista. Mas nós, à medida que evoluímos, temos a capacidade de decidir o que é melhor pra gente. A comparação que se faz é com a criança. A criança que vai pra escola, ela pode decidir muita coisa? Não, ela não decide qual o seu uniforme. Ela não decide quem é a sua professora, mas ela decide qual amiguinho que ela quer se aproximar mais. Ela decide se quer morder o amiguinho ou se quer brincar com o amiguinho. E nós somos essas crianças. Nós podemos decidir quem que a gente vai amar, se a gente vai perdoar. Nós não podemos decidir muita coisa, mas vejam bem, o planeta está passando por um momento de transformação, onde nós vamos sair de um mundo de provas e expiações pro mundo de regeneração. Essa é uma fatalidade que vem de acordo com a lei de progresso estabelecida por Deus como uma coisa boa para todos nós. Mas aqueles que seguem com o planeta, aqueles que abraçam a causa, aqueles que decidiram seguir no caminho que é Jesus, porque ele falou que ele é o caminho, a verdade e a vida, elas vão ser tratadas de formas diferentes. Isso tem muito a ver com o mérito. Ainda na pergunta, ele faz um comentário. O próprio homem, à medida que se torna responsável, organiza o determinismo da sua existência, agravando-o ou amenizando-lhe os rigores até poder elevar-se definitivamente aos planos superiores do universo. É interessante como depois que a gente começa a ler e reler, né, e praticar e tentar se eh aperfeiçoar, como que a gente nota a bondade de Deus para conosco nas mínimas coisas? E o livre arbítrio é um deles. Mais uma pergunta. Havendo o determinismo e o livre arbítrio ao mesmo tempo na vida humana, as duas coisas. Como compreender a palavra dos guias espirituais quando afirma não lhe ser possível influenciar

s uma pergunta. Havendo o determinismo e o livre arbítrio ao mesmo tempo na vida humana, as duas coisas. Como compreender a palavra dos guias espirituais quando afirma não lhe ser possível influenciar a nossa liberdade? Jesus, ele tinha um conhecimento de muita coisa, inclusive sobre seus próprios apóstolos. Mas ele nunca forçou nenhum dos seus apóstolos a fazer nada que fosse contra. Ele sempre deixou que cada um tomasse suas próprias decisões. Aí ele pergunta: "Como pode o homem agravar ou amenizar o determinismo da sua vida?" A determinação divina às sagradas leis universais é sempre a do bem. e dá felicidade para todas as criaturas. Então, a gente observa que Deus criou as leis para que a gente seja feliz um dia, que nós transformemos em pessoas melhores. O Aroldo Dutra Dias, ele sempre comenta de que o grande objetivo de toda qualquer religião é a formação do homem de de bem. E é isso mesmo. Seja qual for a religião, independente do credo, se se ela estiver formando homem de bem, ela estará alinhada com os princípios divinos. E não poderia ser diferente, porque Deus não poderia excluir ninguém e nenhuma religião do seu caminho. E aí a gente encontra dentro do espiritismo as leis divinas, lei de progresso, lei de ação e reação, né? e uma importantíssima para este assunto que é a lei de liberdade. E a lei de liberdade ela se subdivide em outras leis e fala do livre arbítrio e responsabilidade. Nós somos livres, mas também somos responsáveis. Aí vem a ideia do plantil e da colheita. E nesse sentido, Jesus abordava o livrear arbítrio, não com a palavra livre arbítrio, mas com a ideia de plantil de colheita. Eu sempre tenho uma possibilidade de plantar. Eu sempre tenho a possibilidade de escolher aquilo que eu vou fazer, mas a consequência e a responsabilidade são minhas. E ele fala o seguinte também no livro: "A liberdade não é absoluta, sendo limitada pelas leis divinas e pela convivência social". Então eu tenho liberdade, sim. E a a liberdade absoluta eu tenho no pensamento, neste exato

também no livro: "A liberdade não é absoluta, sendo limitada pelas leis divinas e pela convivência social". Então eu tenho liberdade, sim. E a a liberdade absoluta eu tenho no pensamento, neste exato momento. Cada um pode estar pensando, pode estar viajando, pode estar achando algo coerente, incoerente, gostando ou não gostando. E não há força na natureza que possa mudar ou possa intervir nesse livre arbítrio que é nosso. E o Cristo, na sua passagem, como eu falei, ele abordava isso. E tem uma passagem de Mateus que fala o seguinte: "Porque o Filho do Homem virá na glória de seu pai com seus anjos, então dará cada um segundo as suas obras. Jesus conhece a verdade e a verdade vos libertará. Vaz e não peques. Como regra, Jesus curava as pessoas e falava: "Vaz e não peques." Mas ele não interferia da liberdade de decisão. Ele também chega para Pedro e fala: "Pedro, hoje me degarás três vezes", mas ele não impede Pedro de fazer isso. Assim, Paulo também complementa quando fala: "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém". A semeiadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Isso tudo faz parte do nosso livre arbítrio. Assim, como conclusão, a gente pode dizer que o nosso livre arbítrio existe no nosso pensamento, na nossa forma de pensar como espíritos, mas ele é proporcional à nossa capacidade de termos responsabilidade. Precisamos desenvolver através da inteligência, da prática do bem, a liberdade de escolher para tirar o determinismo das nossas vidas. Assim, à medida que o determinismo diminui, o nosso livre arbítrio vai crescer e depende só de nós. Quanto mais distante dos nossos instintos nós tivermos, mais livres nós seremos. Essa é a ideia de hoje, a ideia de que o nosso arbítrio ou livre arbítrio existe, que depende de cada um de nós, compreendermos as leis divinas, alinharmos a nossa vida com elas e prosseguirmos. Graças a Deus. Graças a Jesus. Obrigado a todos. Sejam bem-vindos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília.

s, alinharmos a nossa vida com elas e prosseguirmos. Graças a Deus. Graças a Jesus. Obrigado a todos. Sejam bem-vindos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares,

ituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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