EVOLUÇÃO E LIVRE-ARBÍTRIO - Regina Borges [PRECE AOS SUICIDAS]
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Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração. >> A paz dentro de mim que [música] encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz. buscando [música] a ti. Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. [música] Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Uma excelente tarde a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa comunhão espírita nessa tarde tão especial para os nossos corações em que a comunhão realiza a prece dos suicidas. é uma iniciativa que nos convida para que unamos os nossos corações com as nossas melhores vibrações de esperança, de incentivo, de amor por todos aqueles irmãos que partiram antecipadamente da vida pelas portas do suicídio. Também nos lembramos de todos aqueles que ainda encarnados se sentem compelidos de alguma maneira a desistir, a abandonar, muitas vezes não vendo uma esperança. Então, nesse momento, nós, com muito carinho e com muita humildade vamos procurar unir os nossos corações, pedindo que o nosso mestre Jesus possa aproveitar essa gotinha que nós vamos emanar de amor para a realização desse trabalho de socorro, de esclarecimento, de esperança, nos lembrando que sempre é possível o recomeço e que nós sempre temos ajuda para isso e para que nós possamos nos preparar. Eu trouxe aqui para nós uma leitura inicial que por acaso é do livro da esperança, psicografado por Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emmanuel, que diz assim para nós: "Ante o divino médico, não são os que gozam de saúde, que precisam de médico." Jesus em Mateus capítulo 9 versículo 12, Jesus se acercava principalmente dos pobres e dos deserdados, porque são os que mais necessitam de consolações, dos cegos dóceis e de boa fé, porque pedem se lhes dê a vista, e não dos orgulhosos que julgam possuir toda a luz
almente dos pobres e dos deserdados, porque são os que mais necessitam de consolações, dos cegos dóceis e de boa fé, porque pedem se lhes dê a vista, e não dos orgulhosos que julgam possuir toda a luz e de nada precisar. Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 24, item 12. E vem a mensagem para todos nós. Milhões de nós outros, os espíritos encarnados e desencarnados em serviço na Terra, somos almas enfermas de muitos séculos, carregando débitos e inibições, contraídos em existências passadas ou adquiridos agora. Proclamamos em palavras sentidas que Jesus é o nosso divino médico e basta ligeira reflexão para encontrar no Evangelho a coleção de receitas articuladas por ele com vistas à terapia da alma. Todas as indicações do sublime formulário primam pela segurança e concisão nas perturbações do egoísmo. Faze aos outros o que desejas que os outros te façam nas convulsões da cólera. Na paciência possuirás a ti mesmo. Nos acessos de revolta. Humilha-te e serás exaltado na paranoia da vaidade. Não entrarás no reino do céu sem a simplicidade de uma criança, na paralisia do espírito por falsa virtude. Se aspiras a ser o maior, ser no mundo o servo de todos. Nos quistos mentais do ódio, ama os teus inimigos. nos delírios da ignorância. Aprende com a verdade e a verdade te libertará. Nas dores por ofensas recebidas, perdoa 70 x 7 nos desesperos provocados por alheias violências. Ora pelos que te perseguem e caluniam nas crises de incerteza quanto à direção espiritual. Se queres vir após mim, nega a ti mesmo, toma a tua cruz e segue-me. Nós, as consciências que nos reconhecemos endividadas, regozijamos-nos com a declaração consoladora do Cristo. Não são os que gozam de saúde, os que precisam de médico. Sim, somos espíritos enfermos com ficha especificada nos gabinetes de tratamento instalados nas esferas superiores, dos quais instrutores e benfeitores da vida maior nos acompanham e analisam ações e reações. Mas é preciso considerar que o médico, mesmo sendo nosso Senhor Jesus Cristo,
lados nas esferas superiores, dos quais instrutores e benfeitores da vida maior nos acompanham e analisam ações e reações. Mas é preciso considerar que o médico, mesmo sendo nosso Senhor Jesus Cristo, não pode salvar o doente, nem auxiliá-lo de todo se o doente persiste em fugir do remédio. Então nós temos aí, né, meus amigos, os remédios que o nosso mestre Jesus, as receitas que estão no evangelho, não é? Vamos então fazer as nossas preces, a nossa prece. Eu peço a vocês que se desejarem podem fechar os olhos, mas que aquiietem o coração para que nesse instante nós possamos nos unir formando um só sentimento, que é o sentimento de gratidão por estarmos aqui. Obrigada, mestre Jesus, por esse momento em que a nossa alma, que tem sede de paz e de consolação, te procura. Obrigado, Senhor, por esse momento em que nos propomos ao nosso reguimento, ao esclarecimento das nossas mentes, apaziguar os nossos corações. Permite, Mestre Jesus, que possamos perceber a presença e o cuidado dos amigos da espiritualidade, nos incentivando a caminhar. Não importa em que ponto estejamos da estrada, sempre somos convidados ao recomeço. E te agradecemos, querido amigo, pelas tuas mãos de luz, nos incentivando, nos abraçando, apesar de todas as nossas deficiências, nos lembrando das nossas qualidades e possibilidades. abençoa, mestre querido, esse momento tão especial para os nossos corações e nos dá a tua proteção e a tua permissão para o início das nossas atividades. Graças a Deus, meus amigos, nós temos a alegria de ter aqui conosco a Regina Borges, que nos propõe o tema Evolução e Livre Arbítrio. >> Olá, boa noite meus irmãos e minhas irmãs. Com alegria também eu quero cumprimentar os nossos irmãos que não podem estar presencialmente aqui no auditório Bezerra de Menezes, mas que nos acompanham pelas mídias de comunicação. Que cada um de nós neste momento seja agraciado com a paz e com o amor que emanam do divino mestre Jesus. E eu sempre que vou começar uma reflexão, eu convido todos os presentes,
ídias de comunicação. Que cada um de nós neste momento seja agraciado com a paz e com o amor que emanam do divino mestre Jesus. E eu sempre que vou começar uma reflexão, eu convido todos os presentes, inclusive eu faço esse convite a mim mesma para que a gente esqueça do mundo lá fora, né? E que a gente esteja aqui de corpo e alma para que a gente possa receber essas energias salutares, curativas que nos são trazidas por estes amigos espirituais, tão amorosos, tão bondosos, tão dispostos a nos socorrerem, né, a nos inspirarem. Eles que na maioria das vezes conhecem os problemas que nós enfrentamos, as preocupações, as dificuldades e eles vêm aqui predispostos a nos ajudarem. São os assessores diretos do mestre Jesus, né? Mas para para que eles possam nos ajudar, nós precisamos estar de mente e coração receptivos. Como foi lembrado pela nossa irmã Márcia, essa tarde de domingo, essa tarde quase noite de domingo, nesse horário das 18 horas, é denominado de prece aos suicidas. Então, nós também desejamos saudar todos os irmãos desencarnados que se encontram aqui neste recinto, principalmente estes irmãos que saíram da vida pelas portas do suicídio, que não conseguiram gerenciar suas dores, vivenciar os difíceis aprendizados. e fraquejaram, mas que eles se sintam acolhidos por essa casa de amor, amparados. E nós viemos dizer-lhes que a misericórdia divina é bem maior do que todos os nossos erros, todas as nossas faltas, todas as nossas quedas. Quando Deus, nosso pai, que é um pai de oportunidade e de possibilidades, quando ele envia seu filho Jesus para ser modelo e guia da humanidade, Jesus fez uma promessa altamente consoladora. Eu quero lembrar a estes irmãos essa promessa de Jesus. Ele disse: "Não ficará uma só ovelha a mim confiada pelo meu pai, que não será resgatada". Então, por mais que a gente fraqueje, que a gente se equivoque, Jesus nunca, nunca vai desistir de nenhum de nós. Esses nossos irmãos que saíram da vida pelas portas do suicídio. Percebam, observem
". Então, por mais que a gente fraqueje, que a gente se equivoque, Jesus nunca, nunca vai desistir de nenhum de nós. Esses nossos irmãos que saíram da vida pelas portas do suicídio. Percebam, observem as tantas portas, portões que resplandecem a luz de Jesus, convidandoos sempre a recomeçarem. Então é essa a nossa fala para iniciar essa nossa reflexão que, como a nossa irmã Márcia já falou, o título é evolução e livre arbítrio. Meus irmãos, eh a inspiração para esta reflexão, ela foi tirada deste livro aqui, Justiça Divina. é uma obra eh ditada pelo espírito Emanuel ao nosso querido médium Chico Xavier. É a mensagem 81. E é uma mensagem que foi eh fruto de uma reunião pública ocorrida em 11/12, quer dizer, 11 de dezembro de 1961. É uma mensagem longa. Então eu não vou ler toda porque às vezes leitura fica enfadonho, né? Fica cansado. Tive outro dia eu encontrei com uma uma pessoa lá no condomínio que eu moro estava fazendo caminhada e eu comentei com ela, falei assim: "Poxa, eu não te vi mais na comunhão". Ela falou assim: "Ah, eu não tenho ido não." As últimas vezes que eu fui lá, o palestrante ficou lendo e para ler eu leio na minha casa. Falei: "Gente do céu, gente, tem que ter cuidado para não ficar lendo, né? Olha a observação dela para ler ou ler na minha casa. Então isso serviu de alerta, né? Para mim é uma mensagem longa, mas eu eu tenho cuidado sempre. Primeiro, quando eu venho fazer uma palestra, uma reflexão aqui, que eu sou livre para escolher o tema, aí é uma situação. Mas no domingo, geralmente a nossa coordenadora, a nossa irmã Lizier, ela nos entrega, ela nos passa a mensagem que ela deseja que a gente converse um pouquinho aqui. E aí eu acho que qualquer um de nós palestrantes que estejamos aqui nesse púlpito, nós temos a obrigação de ser fiel ao que o espírito desejou ensinar. Então, como a mensagem é longa, eu não vou ler na íntegra, eu fiz o seguinte, eu assinalei, né, assinalei alguns parágrafos que eu acho que trazem a ideia principal da mensagem e aí nós vamos conversar um
o, como a mensagem é longa, eu não vou ler na íntegra, eu fiz o seguinte, eu assinalei, né, assinalei alguns parágrafos que eu acho que trazem a ideia principal da mensagem e aí nós vamos conversar um pouquinho sobre isso aqui. Primeiro, os primeiros parágrafos que eu separei diz o seguinte: "Hoje eu vou ter que beber água bastante, que eu tô com a garganta meio detonada. De ponta a ponta da terra vibra candente a forja da evolução. Problemas solucionados abrem campo a novos problemas. Horizontes abertos descerram horizontes mais amplos. E na arena da imensa luta, o espírito é a obra prima do universo em ardo burilamento. Olha, me chamou muita atenção essa frase: "De ponta a ponta da terra vibra candente a forja da evolução." Então, o espírito Emanuel já nos deixa claro aqui que evoluir não é uma opção, não é uma escolha. Evoluir é necessidade, é meta, é objetivo, é o nosso dever de casa. Allan Kardec, o nosso embaixador do Espiritismo, ele tem uma metáfora que eu gosto muito. Ele compara o processo, o progresso, né, eh eh o processo evolutivo a uma fonte, uma fonte. A ela ali brota a água e a água corre rompendo eh embebindo o solo, rompendo os obstáculos, dissipando tudo que está à sua frente para chegar ao seu destino. E a fonte lá permanece. Ela é apenas onde nasce a água, mas a própria água com a tua força, ela vai seguindo em frente. Então ele fala que isso é a lei do progresso. Não é uma escolha nossa. Deus, o nosso pai, fonte inesgotável de vida, nos criou. E nós vamos seguindo, destruindo obstáculos, superando as dificuldades e vamos chegar ao nosso destino. É bem verdade que o ritmo não é o mesmo. Cada um tem o seu ritmo. Mas uma coisa é certa. Todos nós vamos evoluir, porque este é o projeto de Deus, nosso pai. E Deus não erra nunca nos seus projetos. Então isso é certo. Eu sempre digo, todos nós nesta vida temos aquela pessoa que a gente conhece, que a gente fala assim: "Gente, mas fulano é uma pessoa maravilhosa? Eu nunca vi fulano falar um palavrão, não
so é certo. Eu sempre digo, todos nós nesta vida temos aquela pessoa que a gente conhece, que a gente fala assim: "Gente, mas fulano é uma pessoa maravilhosa? Eu nunca vi fulano falar um palavrão, não é, Márcia? Você deve conhecer alguém assim, tenho certeza que vocês conhecem alguém assim. Ah, ela sempre uma pessoa tão dócil, tão meig, tem sempre um conselho bom, sabe sempre perdoar. Nunca vi falar mal de ninguém. Nossa, mas fulano é um ser de luz. Esta pessoa pode ainda não ser um ser de luz, mas será, porque o nosso destino é a luz. Mas também aquele irmão que está lá no presídio respondendo pelos seus equívocos perante a justiça dos homens. Este também um dia será um ser de luz. Isso é indiscutível, porque Deus nos criou para a perfeição relativa. Emanuel começa aqui falando, ele fala assim que um problema, a gente gerencia um problema, administra, vem outro, né? resolve uma, arruma saída, né? É cura para uma dor, vem outra. Não poderia ser diferente, porque nós estamos num planeta de provas e expiações condizente com o nosso patamar evolutivo. Mas o que é maravilhoso é como eu falei no início, Deus nos mandou Jesus para vir ser o modelo e guia das nossas vidas. Os espíritos nos contam que Jesus foram sete séculos sendo preparado para mergulhar num corpo e vir aqui para renascer entre nós e mesmo espírito continuar guiando os nossos passos. Eu digo sempre, meus irmãos e minhas irmãs, que Jesus é a maior prova de amor do Pai para com os filhos teus. Eu acho que Deus pensou assim: "Eu não vou mandar essa galera para lá sem alguém para poder segurar na mão, né, ajudar a desbravar os caminhos para que eles possam seguir em frente para o destino da luz que eu tenho para cada um deles." E aí ele mandou Jesus. Então é uma grande prova de amor, conforme está na questão 115 do livro dos espíritos. Aliás, quem não tem não dá para um espírita não ter o livro dos espíritos. Pelo amor de Deus, eu sei que todo mundo aqui nesse auditório tem o livro dos espíritos. Eu vejo nos olhos de vocês que todo
Aliás, quem não tem não dá para um espírita não ter o livro dos espíritos. Pelo amor de Deus, eu sei que todo mundo aqui nesse auditório tem o livro dos espíritos. Eu vejo nos olhos de vocês que todo mundo tem ler todo dia uma questão. Ó, gente, é um manancial de luz. é o manancial de conhecimento, de instrução. Ela trata de todos os temas da vida. 119 perguntas e respostas. Esses dias eu levei um para meu pai, porque meu pai é católico, mas ele vive me enchendo de perguntas. Ele é um admirador da doutrina espírita. E aí ele vive, eu falei assim, ó que pai, o livro, o livro dos espíritos pro senhor tirar suas dúvidas. que tem todas as dúvidas. Sen fic me perguntando, eu levei logo 109 perguntas e respostas para ele poder ler e ter as respostas. Mas eu não conto uma coisa para vocês. Meu pai estava casado com uma mulher evangélica. Depois que a minha mãe faleceu, passar 3 anos, ele se casou de novo. E aí um dia eu cheguei lá na fazenda. Pai, cadê o livro do senhor? Eu não levei meu livro dos espíritos e eu precisava tirar uma dúvida. Aí eu pai, cadê o livro do senhor? Ele falou assim: "Tá lá na estante, mas deixa eu pegar para você que você não vai encontrar". Eu falei assim: "Mas como que eu não vou encontrar o livro dos espíritos?" Ele falou: "Porque eu botei uma capa nele." Quando eu cheguei ele encapou o livro com o papel alumínio. E a dedicatória que eu coloquei, ele botou por dentro, né? Assim do do papel alumínio para ela não ver, porque senão ela dava fim no livro dele, né? Porque um dia ela falou para mim que o espiritismo não era de Deus. Bom, mas é isso. O livro dos espíritos tem 109 perguntas sobre os mais variados temas. Mas aí eu esqueci de fechar a história. Gente, vocês observaram a vivacidade do meu pai? Porque ela limpava estante, ela nunca viu que era o livro dos espíritos. Também encapado com papel alumínio, né? Como é que ia ver? Bom, 1019 perguntas e respostas. Como eu tava dizendo lá no livro dos espíritos, na questão eh 115, diz que nós somos
o livro dos espíritos. Também encapado com papel alumínio, né? Como é que ia ver? Bom, 1019 perguntas e respostas. Como eu tava dizendo lá no livro dos espíritos, na questão eh 115, diz que nós somos criados espíritos puros, ignorantes. Mas, gente, nós recebemos um presente maravilhoso que é o livre arbítrio. é a capacidade, autorização que nós temos para traçarmos o nosso próprio caminho, para escrevermos a nossa história. Então, paremos com essa história de ficarmos terceirizando as nossas dores, as nossas dificuldades, porque somos nós que temos que administrar, somos nós que temos que encontrar saídas, que encontrar respostas. Quantas vezes nós passamos a vida sem evoluir, sem progredir, que a gente fala assim: "Não, gente, mas eu acontece, eu sou assim porque eu vim de um lar em que meu pai e minha mãe não tiveram muito compromisso com os filhos. Ah, eu vim de um lar que meu pai era alcólatra e eh deixou a desejar com a educação dos filhos. Não nos esqueçamos, o espiritismo já nos ensinou que cada um de nós é um espírito independente com a sua biografia espiritual, com a sua história, com as marcas do seu passado existencial, de glórias, de alegrias, de amores e de dores. Então, vão parar de terceirizar as nossas dores. Nós temos a obrigação com a gente mesmo de sermos os protagonistas da nossa história. É, a gente pensa assim: "Bom, mas eu sou protagonista da minha história, eu escrevo a minha história, mas escuta, a gente não tem planejamento reencarnatório, essa tal dessa estrada evolutiva, eu não vejo de lá, a gente fala tanto na doutrina espírita de planejamento reencarnatório, não é? Realmente é verdade. A gente não vem para cá aleatoriamente, não. Mas é interessante que até no plano espiritual o nosso livre arbítrio é respeitado. São raríssimas as reencarnações compulsórias que os mentores dizem: "Não, agora não tem saída. Você tem que ir, tem que viver essa situação, tem que fazer essa correção. Já protelou demais, já voltou várias vezes estacionário,
ações compulsórias que os mentores dizem: "Não, agora não tem saída. Você tem que ir, tem que viver essa situação, tem que fazer essa correção. Já protelou demais, já voltou várias vezes estacionário, porque os espíritos têm vindo nas mesas mediúnicas para dizerem que nós estamos retornando estacionários. O espírito não regride. A gente não regride moralmente, eticamente a gente não regride. Isso já é bom, é consolador. Mas os espíritos têm esclarecido que nós estamos retornando estacionários. Nós não estão resolvendo, fazendo, realizando os nossos deveres de casa. Eles têm nos esclarecido isso. O nosso planejamento ele acontece, mas é bom que nós saibamos que é em linhas gerais. são as situações, os aprendizados que precisam ser concretizados nesta vida, mas a forma de concretizá-los, cada um como protagonista de sua vida e de sua história, ele que vai resolver essa essa situação. Eu gosto de fazer também uma outra metáfora que é o seguinte. Hoje a gente quando vai e eh sair de carro com essa com a tecnologia, a gente pode contar com GPS. Aquilo é uma bênção, né? Você vai lá e põe, quero ir para tal lugar, ele põe lá o Eu não sei se acontece com vocês. Comigo acontece muito. Tem hora que eu não confio. Tá mandando eu ir por aquele caminho, ó. Vai por esse lugar. Eu quero para Tabuatinga, ó. Vai por aqui pelo Guará, que o trânsito tá melhor, tá fluindo melhor. Não, gente, tem lógica não. Negócio tá errado. Não vou não. Eu vou é porque ui até tá com obra perto do Guará. Eu sei que tem obra lá, eu sei. E a gente não obedece. Gente, eu gosto, eu essa comparação, eu acho, acho que um dia foi uma a espiritualidade que me mostrou, porque eu falei assim, gente, é igualzinho a gente, a gente vem com um GPS espiritual, né, lá do outro lado, né, Márcio? Eu acho que eles pega um GPS, entrega pra gente, a gente fala assim: "Não, gente, isso aqui não, não, não tem lógica isso aqui não, não vou, eu não vou fazer desse jeito não, porque gente, nós somos teimosos. Nós somos só Jesus mesmo para aceitar ser
gente fala assim: "Não, gente, isso aqui não, não, não tem lógica isso aqui não, não vou, eu não vou fazer desse jeito não, porque gente, nós somos teimosos. Nós somos só Jesus mesmo para aceitar ser modelo e guia nosso, um espírito de luz como ele para aceitar. E aí a gente vai, não obedece, não obedece o GPS espiritual. E aí nós mudamos tudo. E aí quando as coisas não estão bem, a gente fala assim: "Não, mas ah, é porque era meu destino mesmo". Não tem vezes que não é seu destino, não. Eu um dia conversando com uma pessoa que casou se com quando ela casou, sabe aquele aquele namor aquele namoro que você tava vendo que não tinha futuro, muito menos um casamento, não tinha futuro, mas a gente apaixona, né? Paixão é um negócio que cega, né? Só vê as virtudes, só vê as qualidades. A família toda falava: "Não vai dar certo, não vai dar não, mas é minha cara metade, é meu amor". E is e se ele vai mudar quando casar vai mudar. Gente, ninguém muda assim, não. É ilusão. A gente só muda a gente mesmo. A gente só muda a gente mesmo. Assim mesmo é fácil. Quanto mais o outro moral da história, viveram um pouco tempo, separado. Um dia ela virou para mim e falou assim: "Ah, mas é porque era meu destino mesmo, um casamento infeliz. Eu falei assim: "Você já parou para pensar que de repente no seu planejamento no reencarnatório não tinha nem casamento?" Às vezes a pessoa vem e não está no planejamento dela casar. Por quê? Mas como assim? Um dia eu falei isso com uma pessoa, ela entrou em depressão. Falei assim: "Acontece às vezes a pessoa em outras vidas, em outros relacionamentos, ela tripudiou tanto o amor do outro, ela desrespeitou, ela não valorizou, ela pisoteou em pessoas que amavam tanto, que desejavam tanto fazê-la feliz. E aí pode ser que ela venha em outra vida, não venha para vivenciar essa história de amor entre duas pessoas, dividindo uma vida, o mesmo teto, porque ela vem para aprender outras formas de amar. Então vou parar com essa história de falar assim: "Ah, mas é porque era
essa história de amor entre duas pessoas, dividindo uma vida, o mesmo teto, porque ela vem para aprender outras formas de amar. Então vou parar com essa história de falar assim: "Ah, mas é porque era destino". Não, a maioria das coisas somos nós que procuramos. Muitas delas que nos trazem dor, que nos trazem sofrimento, não estavam planejadas na nossa vida. E os espíritos nos contam luta que eles têm do outro lado com a gente quando a gente vem, vem vem encarnar. Fulano, ó, deixa eu te falar uma coisa. Você já casou com essa pessoa três vezes? Por três vidas vocês casaram. Três vidas. Não deu certo o casamento. Ah, não. Mas depois que eu fiquei aqui esse tempo no plano espiritual, eu agora sou diferente, eu entendi tudo. Ó, nós já estamos combinado pra gente voltar e casar e agora vai dar certo. E diz que a espiritualidade insiste com a gente. fala assim: "Olha, que tal e como irmão, como um professor, um amigo, uma amiga, alguém do seu convívio, um pai, uma Mas casamento, fulano, você já foram três vezes?" Não, não, não. É minha alma gêmea. E aí a pessoa vem, porque o nosso livre arbítrio é respeitado. A espiritualidade não tem muito o que fazer. Então, tá. E aí a gente vem e é mais uma vez aquela relação falida, porque gente, os espíritos falam: "Nós somos teimosos demais". Bom, eh, a gente planeja aqui, depois foge do que planejou, né, Massa? Tem que ficar procurando, tem que ficar procurando o que que a gente vai falar. E ali tem relógio, é um problema. E essa questão de seguir o nosso projeto em linhas gerais, né, esse planejamento é tão importante. A Joana de Angeles, que é o espírito, que é mentor de Divaldo Franco, tem obras maravilhosas na área da psicologia, né? Ela que era uma estudiosa da alma humana, né? Ela tem uma colocação muito interessante. Eh, ela fala que muitos dos problemas existenciais que nós enfrentamos são decorrentes dessa nossa, de sermos espíritos estacionários ou não cumprirmos o projeto que nós junto com nossos mentores elaboramos para nós.
muitos dos problemas existenciais que nós enfrentamos são decorrentes dessa nossa, de sermos espíritos estacionários ou não cumprirmos o projeto que nós junto com nossos mentores elaboramos para nós. Como assim? Ela fala, por exemplo, que às vezes, quantas vezes nós experimentamos um grande vazio existencial? Quem nunca experimentou isso? Às vezes você olha paraa vida, fala assim: "Meu Deus, na minha família tá tudo bem, as coisas estão se resolvendo. No meu trabalho também eu tô fazendo aquilo que eu gosto. Eu tenho colegas com quem com a convivência harmoniosa, a casa que eu escolhi para vivenciar a minha fé, eu tô integrada a essa casa, eu trabalho, parece que tudo vai tão bem na minha vida. E por que esse vazio existencial? Por que essa tristeza que se apodera de mim sem que e sem porquê? Sabe o que que Joana de Anjos fala? E muitas vezes isso é o descompasso entre aquilo que foi planejado paraa nossa vida quando para cá voltamos e o que estamos fazendo com a nossa vida. Esse descompasso. Não estamos realizando os nossos deveres de casa. A nossa marcha evolutiva está lenta para não dizer parada. E aí a gente começa a experimentar esse sentimento de vazio. Tem uma fala do espírito do do filósofo Leon Deni. Não, não é isso que eu quero falar agora. Eu quero falar é dessa questão do livro dos espíritos que nós acabamos de falar da questão 115 que diz o seguinte: "Eu comentei a questão 115, mas o que que é perguntado mesmo aos representantes do espírito da verdade? Entre os espíritos, uns foram criados bons e outros maus." E olha o que eles respondem. Deus criou todos os espíritos simples e ignorantes, isto é, sem conhecimento. A cada um deu uma missão. Olha aí a missão. Cada um de nós tem sua missão. Nós não somos Francisco de Assis, não somos Madesa de Calcutá, não somos Chico Xavier, mas nós temos sim nossa tarefa, nossa missão, onde quer que nós estejamos, junto à nossa família, junto aos nossos amigos, junto a todos aqueles que nós fomos colocados juntos nessa
omos Chico Xavier, mas nós temos sim nossa tarefa, nossa missão, onde quer que nós estejamos, junto à nossa família, junto aos nossos amigos, junto a todos aqueles que nós fomos colocados juntos nessa convivência. Todos nós temos essa a nossa missão com a finalidade de iluminá-los e conduzi-los progressivamente à perfeição, pelo conhecimento da verdade para aproximá-los dele. Para eles, a felicidade pura e eterna consiste nesta perfeição. Gente, que verdade seria essa da qual os espíritos falam? Tentando entender. Eu acho que essa verdade é sermos capazes de nos desnudarmos perante nós mesmos, identificando quem somos nós, de onde nós viemos e para onde nós vamos. é fazermos o que Santo Agostinho nos orientava na questão 919 do livro dos espíritos, né, que ele fala, Santo Agostinho dizia, olha aqui a profundidade da fala dele, faça o balanço da sua jornada moral, assim como o comerciante avalia suas perdas e lucros. A gente não pode viver assim sem parar para pensar na vida, para refletir. O espir a doutrina espírita já nos esclareceu que nós viveríamos antes do berço e que nós viveremos após o sepulcro e que a nossa verdadeira vida é espiritual. Às vezes a gente tem tanto medo da morte, né? Por mais que a gente conheça os princípios da doutrina espírita, mas a gente ainda tem um certo temor. A gente não precisa ter medo. Cuidemos dessa vida aqui agora, porque lá vai ser somente a continuidade. Nós vamos estar reunidos com aqueles irmãos, com aqueles espíritos que comungam dos mesmos sentimentos, dos mesmos pensamentos, das mesmas ações que nós alimentamos. Então, nós temos que cuidar do aqui e agora. Eh, escolhi aqui um segundo, uma segunda parte que fala o seguinte, mais dois parágrafos, que diz o seguinte: "Oh, a criatura humana, contudo, ainda infinitamente distante da luz total, pode ser comparada ao aprendiz limitado, aos exercícios da escola". E ele diz, Emanuel diz, olha o quanto essa frase é contundente, profunda e forte. O criador não vive fora da criação.
da luz total, pode ser comparada ao aprendiz limitado, aos exercícios da escola". E ele diz, Emanuel diz, olha o quanto essa frase é contundente, profunda e forte. O criador não vive fora da criação. O nosso pai que nos criou sua imagem e semelhança está sempre junto ao seu rebanho. Por isso, de tempos em tempos, eh, a providência divina nos faz revelações ou manda espíritos iluminados para reencarnarem na terra, para nos ajudarem nesse processo de avançarmos espiritualmente. Foi assim com Sócrates na filosofia, com Pástero na ciência, com Francisco de Assis na religião, com Bethoven na arte e quantos outros espíritos do mundo contemporâneo que com certeza quando a gente vai ver a sua história de vida, a gente percebe que são espíritos que já estão bem à nossa frente. Irmã Dulce, Chico Xavier, o nosso próprio irmão Divaldo, desencarnado há pouco tempo. Quantos irmãos? Então, espíritos iluminados são enviados para trilharem conosco essa jornada que não é fácil, mas é o que eu digo sempre, gente. Será que alguém falou pra gente que seria fácil quando a gente ia voltar para cá com as malinhas prontas para reencarnar de novo? Será que alguém falou: "Ó, você vai, vai ser uma maravilha o mar de rosas". Com certeza não. Nós sabíamos que os desafios seriam muitos, que teríamos que atravessar os desertos interiores dos nossos valores tão deturpados. Numa vida que às vezes nós vamos deixando se perder ao longo das nossas lutas. Nós vamos deixando se perder o verdadeiro sentido da vida. Quantas vezes, meus irmãos e minhas irmãs, nós lutamos? Lutamos sim, mas é em busca dos patrimônios materiais. Acumular riquezas, né? Vivemos ao sabor do orgulho e da vaidade. Nos esquecemos que os verdadeiros tesouros são os tesouros da alma, do espírito. Aqueles que as traças não roem, a ferrugem não consome e o mais interessante são os que vão advogar a nosso favor ao longo das jornadas sucessivas. É todo o bem que a gente fez. É o patrimônio individual intransferível. É a caridade que a gente praticou.
e o mais interessante são os que vão advogar a nosso favor ao longo das jornadas sucessivas. É todo o bem que a gente fez. É o patrimônio individual intransferível. É a caridade que a gente praticou. Nós adotamos para nossa vida essa doutrina que tem como bandeira fora da caridade. Não há salvação. Essa salvação não é na conotação que outras crenças religiosas dá de ir pro céu ou pro inferno. Não. É fora da caridade. Não há progresso, não há evolução, não há crescimento, não há aproximação de Deus. Quando nós vamos vencer esse personalismo, esse individualismo, esse orgulho exacerbado numa valorização extrema dos patrimônios eh palpáveis materiais, valorização extrema do corpo físico, da beleza do corpo. Se nós sabemos que ela fenece, nós temos que estar preocupados, sim, em fazer resplandecer. É o nosso espírito, porque é ele que vive e viverá para sempre. É ele que é imortal. É dele que nós temos que cuidar. Quantas vezes passamos a vida venerando esse corpo físico? O nosso irmão Luiz Sérgio conta numa obra dele de uma irmã que desencarnou o espírito Luiz Sérgio contra uma irmã que desencarnou na nona plástica. E ele ele ele ele discorre sobre o sofrimento desse espírito ao abandonar aquele corpo que tanto venerava. Não há mal nenhum se a gente não aprecia algum traço da nossa aparência fazer uma correção. Se é com nosso dinheiro, a gente não usurpou ninguém, é do nosso trabalho, tudo bem. Mas não vamos fazer esse culto exagerado das aparências. Não vamos passar a nossa vida tentando angarear recursos materiais, joia, roupa de grife, carro do ano, porque nada disso vai conosco. Na duaneira espiritual só vai passar a bagagem do amor que a gente colocou em ação. Só isso que a gente vai conseguir levar. Nada mais, meus irmãos. Quando a gente vai lá no Evangelho, quantos exemplos nós temos de irmãos que no momento da vida tiveram um encontro inesquecível com Jesus e deram um salto evolutivo. Apóstolo Paulo, nós sabemos a história do apóstolo Paulo, o doutor da lei, né? Perseguidor
temos de irmãos que no momento da vida tiveram um encontro inesquecível com Jesus e deram um salto evolutivo. Apóstolo Paulo, nós sabemos a história do apóstolo Paulo, o doutor da lei, né? Perseguidor implacável dos cristãos. Aliás, dizer que Paulo era, que Saulo de Tarso, o doutor da lei, era perseguidor dos cristãos, é o eufemismo, porque ele era um matador sanguinolento. Mas um dia ele tem um inesquecível encontro com Jesus. A caminho de Damasco, Jesus se apresenta a ele em forma de luz e lhe indaga, Saulo, Saulo, por que me persegues? E ele questiona Jesus, Senhor, o que queres que eu faça? Porque ali já começava o grande salto evolutivo de Saulo de Tarso, que depois se transforma no apóstolo Paulo. Emanuel nos conta na obra Paulo Estevão que ele estava a caminho de Damasco em perseguição ao cristão Ananias, que havia convertido a sua noiva Abigail ao cristianismo. E Saulo de Tarso, não satisfeito de mandar apenas seus homens capturar Ananias, ele próprio vai. E naquela cegueira física em que ele se depara, naquele momento em que ele percebe aquela luz intensa, a personificação de Jesus, Emmanuel fala na sua obra que às vezes nós perdemos a visão do corpo físico para que a nossa alma possa enxergar o que é verdadeiro. Então veja a transformação, o salto, o pulo, né, evolutivo do doutor da lei. Agora, se Jesus contou com Paulo, acolheu, amparou Paulo sem cobranças e fez dele um dos seus grandes continuadores, o que Jesus não faz por cada um de nós? E outra coisa que sempre me chamou atenção, eu sempre me perguntava, gente, por que Jesus escolheu escolheu Saulo de Tarso? Perante tantos que confiavam nele, que defendiam a sua mensagem, que o amavam profundamente, que confiavam nele. Por que ele escolheu Saulo? Porque Jesus conhece cada um de nós. E ele sabia. que com a mesma força, com a mesma vemência que Saulo perseguia os cristãos, ele haveria de disseminar a boa nova. E ele precisava de alguém culto, alguém corajoso e determinado. E isso Saulo de Tarso era. E outra coisa também que eu acho que
a que Saulo perseguia os cristãos, ele haveria de disseminar a boa nova. E ele precisava de alguém culto, alguém corajoso e determinado. E isso Saulo de Tarso era. E outra coisa também que eu acho que Jesus conhecia, conhecia o doutor da lei, não há registros de Paulo olhando para trás para o seu passado delituoso, de perseguidor implacável dos cristãos e se lamentar e se culpar. Não há registros. Paulo olhou para a frente e cumpriu a tarefa que Jesus lhe confiou, sem se remoer em culpa, em remorço. Às vezes nós estacionamos na vida porque ficamos a olhar para os nossos equívocos, para os nossos erros, remoendo as nossas faltas, nos culpando. Culpa é autoflagelação que não nos ajuda a evoluir, a progredir. Para os erros, a gente olha apenas para aprender, para não cometê-los novamente. Mas se a gente ficar olhando para trás, a gente tropeça e cai de novo. Outro vulto muito muito importante que todos vocês conhecem. Gosto de pegar esses esses vultos conhecidos porque todo mundo conhece a história. Maria Madalena, né, chamada de a pecadora. Uma mulher que vivia a sexualidade desvairada, descomprometida, desprovida de qualquer sentimento nobre, denominada de endemoniada. Hoje nós que somos espíritas sabemos que na verdade ela era acompanhada por irmãozinhos cobradores, sofredores, devido à vida que ela levava. Mas um dia ela ouve falar de Jesus, ela vai ao seu encontro e nunca mais se afasta dele. Olha o salto evolutivo que Madalena deu. Conta-nos o espírito Humberto de Campos que depois que Jesus partiu, os discípulos não aceitaram que ela permanecesse ao lado deles. Talvez pela cultura da época, né, pelo machismo que imperava, eles não aceitaram Maria Madalena ao lado deles. E ela foi viver na cidade de Darmauta. Um dia ela estava na praia e naquele dia ela sentiu uma saudade tão grande de Jesus. Quando ela olha, ela vê que se aproxima um grupo de pessoas esqueléticas, maltrapilhas, cheias de ferida no corpo. E ela vê que era um grupo de leprosos. Indagam-lhe por Jesus. Eles vieram ao
e Jesus. Quando ela olha, ela vê que se aproxima um grupo de pessoas esqueléticas, maltrapilhas, cheias de ferida no corpo. E ela vê que era um grupo de leprosos. Indagam-lhe por Jesus. Eles vieram ao encontro de Jesus porque haviam ouvido falar das suas curas. E ela explica-lhes que Jesus já havia partido, mas que em espírito permanecia conosco. E ali ela fica acampada com aqueles leprosos cuidando deles. As autoridades não gostam porque afinal era uma praia, era um lugar bonito, bucólico. E aí expulsam eles de lá. Ela segue com eles para o vale dos leprosos em Jerusalém e foi lá cuidando deles, lavando as suas feridas, que ela também contraiu a doença da lepra. E conta-nos o espírito Humberto de Campos que quando Madalena se liberta daquele corpo maltratado, alquebrado pela lepra, é o próprio Jesus quem vem recebê-la. É só esses exemplos. É só pra gente lembrar do quão grande é a misericórdia de Jesus e de nosso Pai com cada um de nós. Meus irmãos. A verdade, eu vou ler aqui o último parágrafo, porque o tempo já tá terminando. Eu nunca falo nem a metade do que eu planejo. Acho que a gente planeja uma coisa, a espiritualidade planeja outra, né? que às vezes eu falo coisa aqui que depois eu falo: "Gente, mas isso não tava no script não". Eh, Emmanuel festa essa mensagem dizendo o seguinte: "Recebe, pois o quadro das provações aflitivas em que te encontras, como sendo o maior ensejo de crescimento e de elevação que a bondade infinita por agora te pode dar." Sabes que o homem não é planta sem raiz, nem barco a matroca. Enquanto observas do caminho perturbação e sofrimento, aguisa de poeira e sucata em prodigiosa oficina, tranquiliza-te e espera, porquanto aprendendo e servindo, sentirás em ti mesmo a presença do Pai. Então, vamos descruzar os braços, vamos trabalhar o nosso progresso, o nosso crescimento, para que a gente possa alcançar mais cedo a luz a que todos nós estamos destinados um dia. E aí, como nós estamos no final do ano, gente, eh no início do ano, início de ano a gente
nosso crescimento, para que a gente possa alcançar mais cedo a luz a que todos nós estamos destinados um dia. E aí, como nós estamos no final do ano, gente, eh no início do ano, início de ano a gente sempre faz promessa de mudança, né? Acho que todo mundo faz. Ah, esse ano eu vou paraa academia. Esse ano eu vou cuidar da minha alimentação. Esse ano eu vou deixar mais tempo pro meu lazer. Esse ano eu vou visitar mais os amigos. Chega o final do ano, a gente não cumpriu nada, mas a gente faz promessa. Então nós vimos aqui hoje fazer, sugerir que nós façamos uma dieta nesse início de ano, uma dieta de substituição. Que dieta é essa? Vamos tentar substituir ódio, rancor, ressentimento por amor, mágoa por perdão, maldade por bondade, desânimo por luta, revolta por resignação, orgulho por humildade, vaidade por simplicidade, descrença pela fé, crítica pela indulgência, queixa pela paciência. Vamos da irritação para calma, da agressividade para brandura, a docilidade do egoísmo para a prática da caridade. Vamos tentar implantar essa dieta, essa substituição em nossa vida. E aí nós vamos ser como o matuto que observava um artista plástico, eh, lapidando a a pedra bruta e criando uma uma imagem. E aquele matuto, aquele homem simples, olha aquele artista plático, ele fica e ele fica reparando, gente, assim, tipo assim, o que será que ele tá fazendo ali? E quando ele observa, ele vê que dentro daquela pedra bruta brota uma imagem linda de um homem. E o matuto olha para aquele artista e pergunta: "Como vósmic sabia que dentro dessa pedra tinha esse homem tão bonito?" Meus irmãos, assim somos nós. Da pedra bruta das nossas imperfeições, das nossas mazelas, do nosso egoísmo, da nossa vaidade, do nosso materialismo. Nós podemos nos lapidar com cinzel divino e encontrar a imagem linda, imagem e semelhança do Pai, criados para alegria, criados para a luz, para a felicidade, para o progresso, para a evolução. E aí não pode faltar poesia. Quem me conhece rapidinho, eu tenho alegria de ter ali na primeira fila ali
criados para alegria, criados para a luz, para a felicidade, para o progresso, para a evolução. E aí não pode faltar poesia. Quem me conhece rapidinho, eu tenho alegria de ter ali na primeira fila ali uma amiga de Porto Alegre que tá visitando Brasília. Nós temos um evangelho virtual, um grupo da comunhão e algumas pessoas de fora eh fazem esse evangelho conosco na segunda-feira. Ela é uma dessas amigas, dessas irmãs que participam desse momento de oração, que é esse evangelho. E ela está visitando Brasília. E aí segunda-feira nós fazíamos o evangelho. Enquanto eu fazia o evangelho, veio a inspiração dessa poesia. Eu tava pensando, gente, não vai ter poesia porque eu é é um tema que não tem poesia. Eu gosto de fechar minhas palestras com poesia, mas não é a poesia pela poesia, tem que ser dentro do tema trabalhado. E aí os espíritos me inspiraram e eu comentei, falei assim: "Que bom, veio a poesia para eu deixar com meus irmãos no domingo, dia 4". E aí ela lembrou e veio hoje ouvir. Eu tô muito feliz, tô muito honrada, Lourde, de tê-la aqui entre a gente. Todos vocês alegram muito minha alma de tê-los aí como ouvintes. A vida é viagem ligeira no vagão da evolução. Ao longe já se vislumbra o movimento da estação. O bilhete de viagem tem o valor das nossas ações e o passaporte é carimbado com pensamentos e emoções. A bagagem é preparada com zelo, amor e cuidado e deve ser compartilhada com viajante atormentado. Que nada amealhou dos tesouros espirituais, não sabe o que é bondade, muito menos indulgência. Não desenvolveu virtude como tolerância e paciência. Estejamos sempre preparados, pois não sabemos a hora precisa em que mudaremos o cenário da jornada evolutiva. Pois seja na vida terrena ou no reduto espiritual, o homem deve cuidar do seu progresso ético e moral. Livre arbítrio é atributo que requer maturidade, clareza para nortear a jornada com equilíbrio e leveza. Precisamos avaliar quais são as verdadeiras riquezas. Os patrimônios da alma viajante atravessam a duaneira
io é atributo que requer maturidade, clareza para nortear a jornada com equilíbrio e leveza. Precisamos avaliar quais são as verdadeiras riquezas. Os patrimônios da alma viajante atravessam a duaneira espiritual. As traças não roem, nem a ferrugem consome. Patrimônio intransferível do espírito imortal. Meus irmãos, que Jesus nos abençoe. Muito obrigada, viu? Domingo é tão bom que a gente pode aplaudir, né? Ficar feliz. Não tem para ninguém ficar com vergonha. Deixa eu contar para eles aqui. Tem uma palestrante espírita aqui, Antônia Néri, que ela fala assim que as palmas atrasam o processo evolutivo dela, [risadas] >> meus amigos. Então vamos, eh, já manifestamos a nossa alegria, né, pelas palmas, a gratidão e eu tenho certeza que o seu processo não fica atrasado não, gente, pelas palmas não, né, de jeito nenhum, que manifestam o amor, né, de todos nós. Então, vamos fazer a nossa prece, unindo os nossos pensamentos. Nós que recebemos tanto nessa tarde de hoje em forma de palavras que nos incentiva a caminhar. Nós que tivemos o nosso coração nutrido de esperança, de vontade de caminhar. Vamos então pedir ao nosso mestre Jesus a oportunidade de dividirmos tudo isso que nós recebemos, trazendo a nossa mente, os nossos irmãos queridos, aqueles amores do nosso coração que nesse instante envolvemos dos nossos melhores sentimentos e no nosso pedido ao Pai para que eles sejam protegidos, que eles sejam acalentados, inspirados em sua jornada. que eles possam receber essas vibrações de equilíbrio, de paz, de amor que nos rodeiam a todos. Pedimos também ao nosso Pai que através dos seus mensageiros celestes possa também estender essas vibrações aqueles com quem temos dificuldade de convivência. São aqueles que vieram para nos ensinar a ter a paciência, a perdoar, que vieram nos desafiar a apresentarmos a outra face. que eles filhos de nós, de Deus como nós, sejam também envolvidos e sejam também inspirados a continuar o seu caminho, buscando como nós um pouquinho de luz, um pouquinho de
presentarmos a outra face. que eles filhos de nós, de Deus como nós, sejam também envolvidos e sejam também inspirados a continuar o seu caminho, buscando como nós um pouquinho de luz, um pouquinho de compreensão, um pouquinho de paz para os nossos corações. abençoa, mestre Jesus, todos aqueles irmãos que se encontram entre nós também na espiritualidade, recebendo esse bálsamo de esperança, esse lembrete de que não importa o tamanho das nossas dificuldades, temos sempre a possibilidade do recomeço. Somos sempre muito abençoados e basta para receber essas bênçãos que saibamos abrir o nosso coração em humildade, suplicando ao nosso pai a proteção, a inspiração, a força necessária, a coragem. Que não nos falte, Senhor, o bom ânimo. E assim, com muita alegria, com muita gratidão, pedimos ao nosso mestre Jesus a permissão para encerrar o nosso trabalho dessa noite. Graças a Deus, meus amigos, >> sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do
stre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. >> Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a [música] tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua [música] vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos
vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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