Eduardo Gomes | JUSTIÇA (PALESTRA ESPÍRITA)
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Cumprimento também aqueles que nos acompanham pelas mídias sociais, que recebam o nosso abraço fraterno, nossos votos de paz e de alegria. No dia de hoje, nós vamos fazer algumas reflexões sobre a receita da justiça divina, essa justiça que às vezes a gente não compreende e que nós buscamos em todos os dias da nossa vida. A a biografia, né, está alicerçada no Livro dos Espíritos, no Evangelho Segundo o Espiritismo, no livro Céu e Inferno e no livro Boa Nova de Chico Xavier pelo espírito Humberto de Campos. Vamos inicialmente fazer uma leitura para que a gente possa se preparar ou nos prepararmos para entendermos um pouco mais do evangelho, que é essa boa nova que modifica as nossas vidas. Então, no livro Fonte Viva de Chico Xavier, procuremos com zelo. Procurai com zelo os melhores dons. Eu vos mostrarei um caminho ainda mais excelente. Paulo na carta aos Coríntios. A ideia de que ninguém deve procurar aprender e melhorar-se para ser mais útil à revelação divina é muito mais uma tentativa de consagração à ociosidade que um ensaio de humilde incipiente. A vida é curso avançado de aprimoramento por meio do esforço e da luta. E se a própria pedra deve sofrer o burilamento para refletir a luz, que dizer de nós mesmos? chamados desde agora a exteriorizar os recursos divinos. Ninguém interrompa o serviço abençoado da sua educação. A pretexto de cooperar com o céu, porque o progresso é um comboio de rodas infatigáveis que relega para trás os que se rebelam contra os imperativos da frente. É indispensável avançar com a melhoria consequente de tudo o que nos rodeia. E o evangelho não endossa qualquer atitude de expectativa displicente. A palavra de Paulo é demasiado significativa. Dirigindo-se, dirigindo-se aos Coríntios, o apóstolo da gentilidade exorta-os a procurarem com fervor os melhores dons. É imprescindível nos disponhamos a adquirir as qualidades mais nobres de inteligência e coração. sublimando a individualidade imperecível. Cultura e santificação, por meio do trabalho e da fraternidade,
imprescindível nos disponhamos a adquirir as qualidades mais nobres de inteligência e coração. sublimando a individualidade imperecível. Cultura e santificação, por meio do trabalho e da fraternidade, constituem dever para todas as criaturas. Busquemos zelos a elevação de nós mesmos, assinalando a nossa presença, seja onde for, com as bênçãos do serviço a todos. E tão logo estejamos integrados no esforço digno, dentro da ação pessoal incessante no bem, o alto nos descortinará mais iluminados caminhos para ascensão. Vamos então fazer a nossa oração para começarmos as nossas os nossos debates. Amado mestre Jesus, esteja conosco, nos mostre o caminho a seguir, aponta a bússola do nosso destino, nos ajuda a compreender a tua boa nova, o teu evangelho. Deus eterno, todo poderoso, abençoa todos nós que nos encontramos no caminho da melhoria, da busca incessante pelo bem, na busca incessante pelas respostas para a nossa vida. Que assim seja. E bem, quando nós falamos de justiça divina, a gente até para para pensar, será que eu tenho condições de entender o que é a justiça divina? E Allan Kardec, né, o nosso querido codificador, ele tinha essa dúvida e perguntou para os espíritos e ele faz o seguinte: o homem pode compreender a natureza íntima de Deus? E a resposta é clara para ele. Não falta-lhe para tanto um sentido. E aí Kardec ainda aprofunda um pouco mais. Se não podemos compreender a natureza íntima de Deus, podemos ter uma ideia de de algumas de suas perfeições? Aí a resposta é diferente. Sim, de algumas. O homem se compreende melhor à medida que se eleva eleva sobre a matéria, eles a as entrev pelo pensamento. É como o bom agricultor que se adianta a chuva que se aproxima. Ele não está vendo a chuva, mas ele sabe que vai chover. Nós não temos ainda a bagagem necessária para compreender as qualidades, os atributos divinos. Mas nós podemos ter uma ideia e em particular nós temos o maior médium que já existiu neste planeta. Alguns podem pensar em Chico, alguns podem pensar em
mpreender as qualidades, os atributos divinos. Mas nós podemos ter uma ideia e em particular nós temos o maior médium que já existiu neste planeta. Alguns podem pensar em Chico, alguns podem pensar em Divaldo, outros podem pensar em João, em Pedro. Mas o maior médium que já existiu nesse planeta, o médium entre nós e Deus, foi Jesus Cristo. Ele sim, ele tinha a comunhão com o Pai e já dizia lá atrás: "Eu sou o caminho da verdade e da vida". Então ele se colocava como aquele que podendo saber e compreender as qualidades divinas, poderia nos explicar um pouco mais. É como o estudante que ainda não se formou e que pede para o professor alguns conhecimentos e repassa para aqueles que estão um pouco mais abaixo. Então, nessa análise de hoje, eu vou me socorrer daquilo que Jesus trouxe como uma ideia, uma notícia do que é verdadeiramente a justiça de Deus. Às vezes a gente parar para pensar quando a gente vê os noticiários do dia a dia, né? Nós estamos muito longe da justiça divina. E em realidade, se a gente parar para pensar, a gente vai ver que nós já avançamos bastante. Basta que a gente se lembre pouco da época das cavernas, quando nós começávamos a dar os primeiros passos e éramos seres ainda mais brutos do que hoje, onde vivíamos a procurar a alimentação, a proteção contra as feras e cuja única regra era a sobrevivência. Podíamos matar, podíamos defender, mas tínhamos uma culpa que era relativa, diferentemente de hoje em dia. Naquele momento, nós ensaiávamos alguma coisa de justiça lá no fundo. É interessante que recentemente a gente vê alguns vídeos, né? E a internet ela ela tem esse dom de espalhar muita coisa. Basta que a gente selecione. E outro dia eu me peguei vendo um animal onde um dono colocava comidas para os animais, colocava mais para um e menos para outro. E o cachorro ele se recusava a comer daquele alimento porque ele ele sabia que tinha algo de errado. É interessante isso, né? Ele não sabe falar, ele não sabe se expressar direito, mas ele se recusa a
E o cachorro ele se recusava a comer daquele alimento porque ele ele sabia que tinha algo de errado. É interessante isso, né? Ele não sabe falar, ele não sabe se expressar direito, mas ele se recusa a comer aquela coisa, porque era era a quantidade menor. Então ele ensaia algo de justiça. E como que nós ensaiamos algo de justiça? pela injustiça. Interessante isso. Nosso progresso espiritual, ele é feito justamente das antíteses, né? Como é que eu posso conhecer e saber da claridade do sol se eu tiver visto a escuridão? Como eu sei se está frio além do sentimento? É porque conhecia o calor também, a possibilidade do outro lado. Então, primeiro estágio nosso, quando a gente deu os primeiros passos, lá atrás tinha algo de justiça, né? Quando você dentro da tribo, dentro do clã, dividia algo de maneira errada, no meio ali, nós tínhamos a sensação de injustiça. E aí nós viemos caminhando e ainda na antiguidade nós tivemos o código de Amurabi na velha Mesopotâmia, que era a lei, né, do dente por dente e olho por olho. Era uma justiça. Era uma justiça. Era uma justiça melhorada inclusive da anterior, que eu tentava reaver, refazer aquilo com algo proporcional. Eu não posso hoje em dia fazer uma ideia, uma avaliação de mérito, de valor, porque naquela época isso foi um avanço para que a sociedade pudesse começar a se estabelecer, para controlar os nossos ímpetos mais fortes, mais animais, mais instintivos. Mas na frente nós tivemos os 10 mandamentos. Uma outra, e essa sim um grande aperfeiçoamento, honrar pai e mãe, amar a Deus sobre todas as coisas, não cometer adultério, não mentir, já foi um grande aperfeiçoamento. Depois nós temos a série de leis da Roma antiga. Algumas delas são usadas até hoje, como no caso das heranças. e alguma outra coisa, mas foi um grande aperfeiçoamento, onde nós tivemos um pouco mais, uma melhoria por nós, feita por nós, mas de acordo com uma certa justiça. Então, percebam que nós estamos vindo melhorando. Depois nós tivemos a Idade Média, onde existiam senhores feudais,
ouco mais, uma melhoria por nós, feita por nós, mas de acordo com uma certa justiça. Então, percebam que nós estamos vindo melhorando. Depois nós tivemos a Idade Média, onde existiam senhores feudais, aquelas pessoas participavam como agricultores e fazia uso da proteção que o senhor Feudal proporcionava. E ele era a lei. Ele dizia: "Está certo e está errado". Mas para chegar nesse ponto, nós já tínhamos passado pelo direito da Roma Antiga, né? pelo código de Amurabe. Depois disso, nós tivemos também junto os reis, os e os príncipes que governavam, né? E que nós nos acostumamos com isso. Muitos de nós, podemos até ter sido ou sofrido, mas na frente surge o Iluminismo, uma outra melhoria. Esse enfatizou a razão, o conhecimento e a liberdade individual, mas um progresso. Já se reconheceu a pessoa como indivíduo que possui seus direitos. Um pouco mais na frente nós tivemos a Revolução Francesa. E aí com a ideia, né, de igualdade, fraternidade, mais um avanço. E após a terceira guerra mundial, nós tivemos também um outro progresso, que foi a criação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, uma regra que perdura até os nossos dias. Então, vejam todos vocês que aquela ideia de que nós não melhoramos, que é essa ideia que a gente tem hoje em dia, em virtude das guerras que nós eh ainda promulgamos, a nossa escalada é pra frente e para cima, sempre com melhoria. Teve um progresso, esse sim, que modificou a humanidade, que foi o Evangelho do Cristo, que eu vou comentar mais na frente. Mas em termos humanos, essas foram as regras, regras de conduta. E como eu falei, a gente conhece muito mais a justiça, não pelo que ela é, mas pelo que ele ela deixa de ser. Quando eu sofro a injustiça, seja qual ela for, só pra gente ter ideia de como nós melhoramos em termos de legislação, eu vou ler algumas passagens aqui sobre justiça no Antigo Testamento, né? Levítico, se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto adúltero e adúltera. Vejam bem, era algo lá atrás que tinha um quê?
gumas passagens aqui sobre justiça no Antigo Testamento, né? Levítico, se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto adúltero e adúltera. Vejam bem, era algo lá atrás que tinha um quê? Uma semente de justiça, mas tratava com rigor, com rigor excessivo, que era com a pena de morte. Mas nós podemos julgar essa lei no dia de hoje, ou melhor, nós podemos julgar essas pessoas que fizeram essas leis no dia de hoje? Não era aquilo de que necessitávamos. Mais uma também do Levítico, que é o Antigo Testamento, né? Se a filha de um sacerdote se deshonra, prostituindo-se, profana a seu pai, com fogo será queimada. Essa era uma lei, né? Outra em Deuteronômio. Se irmãos morarem juntos e um deles morrer sem filhos, então a mulher do que morreu não se casará com outro estranho fora da família. Seu cunhado a tomará e a receberá por mulher e exercerá para com ela a obrigação de cunhado. Interessante isso, né? para aquela sociedade. Isso serviu, era necessário. Mas hoje em dia, o que que nós precisamos? Vamos mais uma. Vamos ao êxodo. Quem amaldi amaldiçoar a seu pai ou a sua mãe, será morto. Eu acho que hoje em dia tem muita gente, né? Quando a gente fala em amaldiçoar, quer dizer deixar para trás, esquecer ou mesmo xingar ou mesmo agredir. A regra era ser morto. Não é essa regra que a gente vê hoje em dia. Então a gente tá se aproximando de algo melhor. Eu não sou Deus. Eu não tenho como saber quem é Deus, mas eu sei que eu estou no caminho certo. Porque eu imagino Deus assim. E por que que eu imagino Deus assim? Todas as religiões têm um Deus e a maioria delas tem os atributos de Deus. Eu não posso pensar Deus como algo que não é eterno. Deus é eterno. Ele sempre existiu antes de mim. Eu não, eu fui criado. Deus não. Eu não posso conceber Deus sem que ele não seja eterno, sempre ter existido e sempre vai existir. Deus é imutável. Ele não muda a nosso bel prazer. A justiça dele lá atrás não é diferente da justiça de hoje. Por isso que ele é imutável. Ele não está a mercer das modificações,
e sempre vai existir. Deus é imutável. Ele não muda a nosso bel prazer. A justiça dele lá atrás não é diferente da justiça de hoje. Por isso que ele é imutável. Ele não está a mercer das modificações, seja quais elas forem. Ele é imaterial. E aqui vem algo que tá muito ligado à doutrina espírita, né? Que nós reconhecemos que nós estamos no mundo da matéria. Então nós não podemos conceber Deus como participante desse mundo, porque nós sabemos que a alma continua, que a vida continua. Deus não pode ser diferente disso. Deus é único. Por que que ele é único? Porque se houvesse vários deuses, ele não seria Deus. Ninguém pensa em Deus como uma colônia de seres que ficam modificando suas suas ordens e que compartilham, né, do fato de serem deuses. Mas Deus é único, ele é pai. Era assim que Jesus tratava, porque ele sabia, ele é todopoderoso. Esse é um outro conceito. Podemos conceber Deus como alguém que não tem todo o poder. É só a gente lembrar que como conceitualmente nós, conceitualmente não, por verdade, né? Deus está em nós e nós habitamos em Deus como peixes dentro da água. Então, Deus é tudo, ele é todopoderoso. E aí vem o conceito que tem a ligação com a nossa reflexão de hoje. Ele é soberanamente justo e bom. Percebam que nos outros atributos são atributos isolados. Vou repetir aqui. Ele é eterno, ele é imutável, ele é imaterial, ele é único, ele é todopoderoso. Apenas um atributo. Quando chega nessa parte, ele se junta. Deus é soberanamente justo e bom. É como se fosse uma receita de bolo. Depois que você quebra o ovo, que você mistura a farinha, que você põe o açúcar, você não consegue separar uma coisa de outra. A obra de Deus com relação à sua justiça é essa. E como eu sei? Porque Jesus nos ensinou. Porque eu tenho dentro de mim a semente divina de compreensão de tudo que acontece conosco. Tem uma obra que se chama Céu e Inferno, né? E que trata da justiça divina. E ela, para quem quiser consultar, ela vem dividida em vários tópicos para que a gente possa
o de tudo que acontece conosco. Tem uma obra que se chama Céu e Inferno, né? E que trata da justiça divina. E ela, para quem quiser consultar, ela vem dividida em vários tópicos para que a gente possa compreender. Por exemplo, na primeira parte ela fala do futuro e do nada. Todos nós queremos saber do nosso futuro. O que que nos aguarda? O que que é a morte? O que que vou fazer no dia seguinte? O que que meus filhos irão conquistar? O que que meus filhos irão fazer? Quando que eu vou partir? A preocupação com a morte, o céu, o inferno, o purgatório, a doutrina das penas eternas e por aí vai. Então, que quiser estudar, de uma folihada nessa obra. Ele é considerado também, né, isso é interessante, o código da vida futura, como código penal, né, tem um código da vida futura. O que nós temos que seguir esse código para que a gente não se afaste do caminho de Deus. Vamos agora à parte que eu falei que a gente se ancora que é obra do divino mestre Jesus na sua boa nova. Então Cristo ele falou várias coisas que demonstravam como que ele passava, passaria para nós a ideia de justiça de Deus. Então, São Mateus, no capítulo 5, ele fala o seguinte, que Jesus falou: "Bem-aventurados os que são misericordiosos, porque obterão misericórdia". O que que é isso? Se não um código, é um código penal? É um código que serve para todos os nossos dias. Ele tá falando: "Bem-aventurado aquele que é misericordioso, porque na frente você vai alcançar misericórdia". Então, vejam que a justiça de Deus não tem a ver com punição, tem a ver com recompensa, com conquista. Ainda, né, São Mateus, no capítulo 6, se perdoardes aos homens as faltas que cometerem contra vós, também vosso Pai celestial vos perdoará os pecados. Mas se não perdoardes aos homens quando vos tenham ofendido, vosso Pai celestial também não vos perdoará os pecados. É a regra, tá sendo dito. E vejam que é uma regra de justiça, mas aí vem o Cristo e fala o seguinte: o amor ele substitui um monte de erro que a gente possa cometer. Essa é a receita que ele vem
ados. É a regra, tá sendo dito. E vejam que é uma regra de justiça, mas aí vem o Cristo e fala o seguinte: o amor ele substitui um monte de erro que a gente possa cometer. Essa é a receita que ele vem nos passando ainda, né, no Evangelho São Mateus, no capítulo 18. Se contra vós pecou o vosso irmão, ide faz-lhe sentir a falta em particular. A sós com ele. Ora, ora, negócio, algo que foi falado lá atrás, que serve pro nosso dia a dia. Se eu tenho algo que alguém tem contra mim, vou no particular. E olha que a gente tem uma dificuldade tremenda, né? A gente gosta é de falar que a pessoa errou para outra pessoa, mas dificilmente a gente tem coragem de buscar aquela pessoa e conversar com ela. Ele continua: "Se vos atender, tereis ganho o vosso irmão." E a doutrina espírita nos mostra que no nosso caminho o grande problema são aquelas pessoas que nós ferimos, que ficaram para trás e que nós não saldamos essa dívida. Mas na frente, fatalmente a gente acaba se reencontrando e aquela dívida vai ser substituída. Então, aproximando-se dele, disse Pedro: "Senhor, quantas vezes perdoarei a meu irmão quando houver pecado contra mim?" Até sete vezes? Respond respondeu-lhe Jesus: "Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até 70 vezes sete vezes, ou seja, de forma infinita. 70 elevado à sétima potência. 70 x 7 vezes não há limite para o perdão. E aí entra aquela parte que tá ligada à justiça de Deus, que é o amor. Vamos ver o que ele fala sobre a reconciliação com os adversários. Também reconciliai-vos o mais depressa possível com o vosso adversário, enquanto estais com ele a caminho, para que não vos entregue ao juiz, o juiz não vos entregue ao ministro da justiça e não sejais metido em prisão. Digo-vos em verdade que daí não saireis enquanto não houverdes pago o último seitil. Também foi Mateus que falou isso, não falou isso? eh, descreve que o Cristo falou no seu evangelho. Vamos falar um pouco mais ainda do Evangelho sobre as parábolas de Jesus. Eu vou citar quatro aqui que
mbém foi Mateus que falou isso, não falou isso? eh, descreve que o Cristo falou no seu evangelho. Vamos falar um pouco mais ainda do Evangelho sobre as parábolas de Jesus. Eu vou citar quatro aqui que demonstram como que Jesus abordava a justiça de Deus. O filho pródigo. Eu não vou narrar completamente, mas o filho pródigo foi aquela história daquele filho que pede tudo que é dele, a sua herança, sai pelo mundo, gasta tudo e retorna. E o pai o recebe com grande abraço. Esse pai é o pai do céu, é Deus. que a todos nós sempre está esperando que a gente retorne. Essa é a justiça dele. Ainda que a gente erre, se a gente retornar, ele vai receber de braços abertos. Outro é da mulher adúltera. Tem uma passagem interessante que a gente sempre acha que é não julgueis. Então, a passagem é mais ou menos isso. Procuram Jesus e trazem uma mulher que foi pega em adultério. E a lei manda que ela seja apedrejada e perguntam para Jesus, Jesus, ela foi pega em adultério, podemos apedrejá-la? Ele responde: "Aquele que tiver pecado que tire a primeira pedra. E aqueles que estão aí, ali sai um, sai outro. No final não resta ninguém, apenas Jesus e a mulher. Jesus pergunta, mulher, cadê aqueles que te julgavam? Cadê aqueles juízes? Ela responde, foram embora. E aí Jesus demonstra como é a justiça de Deus. Vaz eu também não te condeno. Não peques de novo. Essa é outra passagem. Os trabalhadores da última hora. É outra passagem onde um senhor sai angareando trabalhadores e promete uma moeda. Às 6 horas da manhã ele consegue trabalhadores. Às 9 horas ele consegue mais um pouco. Às 12 horas outros trabalhadores. Ele ainda continua precisando. Às 3 horas da tarde ele consegue mais. E as 5 horas, que só falta 1 hora para as 6, porque naquela época se trabalhava até quando tinha o a luz do sol, ele também chama e ao final do dia, às 6 horas da tarde, ele vai fazer o pagamento e a todos ele paga de forma igual. E a pergunta é: injustiça? Não, ele combinou o salário com aquele das 6 horas desde o
também chama e ao final do dia, às 6 horas da tarde, ele vai fazer o pagamento e a todos ele paga de forma igual. E a pergunta é: injustiça? Não, ele combinou o salário com aquele das 6 horas desde o início. Na realidade, ele tá exercendo é a bondade dele. Essa é a bondade de Deus. Outro é a parábola dos talentos. Esse aí fica bem caracterizado a justiça divina, onde eh o trabalhador deixa cinco moedas e sai para viajar, deixa cinco com um, três com outro e uma com outro. Ao retornar, ele vai pedir contas. O de cinco moedas, você fala: "Eu sei que você é um é um é um chefe que exige muito. Eu multipliquei suas moedas, tá? que as cinco que eu recebi mais cinco. A que recebeu três, entrega três e mais três. E é que recebeu uma, guarda e só entrega aquela. E esse é justamente esse que não multiplicou o seu dom, que na justiça de Deus é que está errado. A gente eh sabe, e a doutrina nos coloca isso, que nós estamos num planeta de provas e expiações. E aí o que nós mais vemos é sofrimento. A nossa mente sempre vem a ideia de injustiça. Por que que uma criança nasce com problemas médicos, com problemas físicos? Por que que eu vivo mais? Porque aquele tem uma situação financeira melhor? Por que que meu trabalho não é tão bom? Porque nada dá certo para mim. Esse é um planeta de provas e expiações, onde todos nós sofremos de alguma forma. E aí vem a ideia de injustiça, mas é uma ideia errada. E Jesus demonstra isso quando ele vem. E ele veio numa época onde o que vigorava era o Antigo Testamento, a lei quase que a lei de italião, né, onde se mandava apedrejar, matar. E Jesus vem trazer uma outra concepção que servia para aquela época e serve para todos nós. Eu não vim para aqueles que têm sucesso. Eu não vim pros sábios, pros inteligentes. Eu vim para os humildes, todos nós que nos sentimos injustiçados. E aí tem a maior passagem dele, que certa vez, se eu não me engano, foi Gand que falou, ainda que todos os livros do mundo fossem queimados, se restasse apenas o sermão da montanha, as bem-aventuranas,
aí tem a maior passagem dele, que certa vez, se eu não me engano, foi Gand que falou, ainda que todos os livros do mundo fossem queimados, se restasse apenas o sermão da montanha, as bem-aventuranas, bemaventuranças, nada teria se perdido. que nas bem-aventuranças e ela elas foram feitas para nós, ele fala: "Bem-aventurados vós que sofres, bem-aventurados os misericordiosos". Essa é a justiça de Deus. Tem uma passagem que eu vou ler do livro Boa Nova de forma rápida, apenas para demonstrar como que Jesus abordava. E aí eu encerro. Tiago fez uma pergunta para para Cristo. Isso tá na página 93 desse livro. Também na lei está escrito, Cristo, que o homem pagará olho por olho, dente por dente. Ele tá se baseando na lei do Antigo Testamento, falando: "Cristo, tá falando sobre o perdão. Também tu, Tiago, estás procedendo como Nicodemos?", replicou Jesus com generoso sorriso. Como todos os homens, aliás, tens raciocinado, mas não tem sentido. Ainda não ponderaste talvez que o primeiro mandamento da lei é uma determinação de amor? Ele tá falando. Quando o Thago fala de justiça, de olho por olho, primeiro mandamento não é justiça, é amor. Acima do não adulteraráis, do não cobiçaris, está amar a Deus sobre todas as coisas, de todo o de todo coração e de todo o entendimento. Como poderá alguém amar o Pai aborrecendo-lhe a obra? Contudo, não estranho a exiguidade de visão espiritual com quem examinasse o texto dos profetas. Todas as criaturas feito o mesmo, investigando as revelações do céu com o egoísmo que lhes é próprio, organizaram a justiça como o edifício mais alto do idealismo humano. Olha só. E entretanto, coloco o amor acima da justiça do mundo e tenho ensinado que só ele cobre a multidão dos pecados. Se nos prendemos à lei de Talião, somos obrigados a reconhecer que onde existe um assassino, haverá mais tarde um homem que necessita ser assassinado. Com a lei do amor, porém, compreendemos que o verdugo e a vítima são dois irmãos, filhos de um mesmo pai. Basta que ambos sintam isto para que a
verá mais tarde um homem que necessita ser assassinado. Com a lei do amor, porém, compreendemos que o verdugo e a vítima são dois irmãos, filhos de um mesmo pai. Basta que ambos sintam isto para que a fraternidade divina afaste os fantasmas do escândalo e do sofrimento. Então essa é a nossa reflexão de hoje. Agradecemos a Deus, agradecemos a Jesus o fato de estarmos aqui, o fato de tentarmos compreender um pouco mais o evangelho, a boa nova, a mensagem de Cristo, que muito mais de que letras jogadas ao vento, servem pro nosso dia a dia, serve para as atividades que nós todos vamos desempenhar daqui a alguns minutos. Obrigado a todos. Que Deus nos proteja e que a paz nos acompanhe agora e sempre. Obrigado. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os
bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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