Eduardo Gomes | OS TRABALHADORES DA ÚLTIMA HORA (PALESTRA ESPÍRITA)
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Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa querida comunhão espírita de Brasília. E aproveito para cumprimentar não só os que estão presentes aqui, mas aqueles que nos ouvem pelas plataformas e mídias sociais. Primeiramente, vamos fazer uma leitura para que a gente possa nos ambientarmos, né? Isso é uma é um aconselhamento, inclusive de que sempre quando nós formos pensar ou fazer alguma reunião ou abordar algum assunto que seja espiritual, que seja religioso, de fazer uma leitura de uma página edificante para que a gente possa ter a inspiração. Então, essa página faz parte do livro Fonte Viva eh de Chico Xavier, número 49, União Fraternal, procurando guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz. Paulo, é interessante que Paulo é um dos poucos apóstolos que tem a palavra, né? Ele tem história, né, para contar daquilo que ele viveu. Eh, não só as passagens de Jesus, mas as de Paulo, sobretudo também, né, nos trazem muitos ensinamentos. Então ele diz o seguinte, né? À frente de teus olhos, mil caminhos se descerram, cada vez que te lembras de fixar a vanguarda distante. São milhões de sendas que marginam a tua. Não ouvides a estrada que te é própria e avança deste temoroso. Estimarias talvez que todas as rotas se subordinassem à tua e reportaste a união como se os demais viajores da vida devessem gravitar. ao redor de teus passos. Une-te aos outros sem exigir que os outros se unam a ti. Procura o que seja útil e belo, santo e sublime e segue adiante. A nascente busca o regato, o regato procura o rio e o rio liga-se ao mar. Não nos esqueçamos de que a unidade espiritual é serviço básico da paz. Observas o irmão que se devota às crianças? Reparas o companheiro que se dispôs a ajudar os
rocura o rio e o rio liga-se ao mar. Não nos esqueçamos de que a unidade espiritual é serviço básico da paz. Observas o irmão que se devota às crianças? Reparas o companheiro que se dispôs a ajudar os doentes? Identificas o cuidado que se fez o amigo dos velhos e dos jovens? Assiná-las o esforço de quem se consagrou ao aprimoramento do solo ou educação dos animais? Aprecias o serviço daquele que se converteu em doutrinador na extensão do bem? Honra a cada um deles com o teu gesto de compreensão e serenidade, convencido de que só pelas raízes do entendimento pode sustentar-se a árvore da união fraterna, que todos ambicionamos robusta e farta. Não admitas que os outros estejam enxergando a vida através de teus olhos. A evolução é escada infinita. Cada qual abrange a paisagem de acordo com o degrau em que se coloca. Aproxima-te de cada servidor do bem, oferecendo-lhe o melhor que puderes, e ele te responderá com a sua melhor parte. A guerra é sempre o fruto venenoso da violência. A contenda estéril é resultado da imposição. A união fraternal é o sonho sublime da alma humana. Entretanto, não se realizará sem que nos respeitemos uns aos outros, cultivando harmonia, a face do ambiente a que fomos chamados a servir. Somente alcançaremos semelhante realização, procurando guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz. Vamos então fazer a nossa oração pedindo a Deus e a Jesus que nos ilumine a todos, que nos dê a compreensão daquilo que está no evangelho, de como devemos proceder, aquilo que devemos fazer para sermos felizes, a buscarmos a verdadeira felicidade, que é a felicidade do espírito. Assim, amado mestre Jesus, te pedimos, nos abençoa e nos ilumina no dia de hoje. Que assim seja. Bem, a nossa reflexão de hoje tem o título dos trabalhadores da última hora. E é interessante que todas as vezes que a gente pega o evangelho para estudar, para ler e à medida que passa o tempo, a nossa compreensão ela se modifica. Não que ela altere aquilo que a gente já entendia anteriormente, mas ela nos
ezes que a gente pega o evangelho para estudar, para ler e à medida que passa o tempo, a nossa compreensão ela se modifica. Não que ela altere aquilo que a gente já entendia anteriormente, mas ela nos coloca uma nova visão. Cada vez que a gente descobre alguma coisa, que a gente aprende alguma coisa, aquilo nos desperta e nos amplia a consciência. Então, todas vezes que a gente lê uma passagem do Evangelho, uma passagem da vida de Jesus, ela se nos modifica. ela passa a ter uma outra interpretação mais profunda, mais abrangente. E é interessante também que dependendo daquilo que a gente tá passando, se só um momento de felicidade ou de dor, aquela mensagem ela também se modifica. para que a gente possa compreender e antes que eu possa passar a leitura da parábola em si, né, é necessário que a gente compreenda e coloque a nossa visão ao que acontecia naquela época. Às vezes a gente faz a leitura do Evangelhos esquecendo de colocar na nossa mente a paisagem que existia naquela época. Quando Jesus falava para todos, a comunidade era uma comunidade rural, agrícola, né? E ele se dirigia, aquelas pessoas utilizando de histórias que aquelas pessoas pudessem compreender, não só aquelas, como nós nos dias atuais. E a primeira necessidade é a gente compreender o que que se falava em termos de hora naquela na época de Jesus. Os os judeus daquela época, né, os hebreus, eles se referiam às horas com relação às 6 horas da manhã. Então, a primeira hora do dia era as 6 horas da manhã, a terceira hora do dia era às 9 horas, a sexta hora era o meio-dia. E por aí vai. A 9 hora, 3 horas da tarde e a do 10ª hora às 12 horas, às 6 horas da tarde, que era 12ª hora. Então a gente vê isso nas passagens. E aí eu vou vou ler uma parte do de Lucas. E era já quase a hora sexta e houve trevas em toda a terra. Até que a hora nona, escurecendo-se o sol e rasgou-se ao meio vel do templo. Então, na realidade, o que ele tá falando são os momentos em que houve a crucificação de Jesus, né? Em Marcos
toda a terra. Até que a hora nona, escurecendo-se o sol e rasgou-se ao meio vel do templo. Então, na realidade, o que ele tá falando são os momentos em que houve a crucificação de Jesus, né? Em Marcos afirma-se que a crucificação ocorreu na hora terceira, ou seja, às 9 horas da manhã. Então, quando a gente lê a Bíblia, a gente tem que entender quais são os termos que se utilizavam e que a morte de Jesus ocorreu na hora nona, provavelmente às 3 horas da tarde. Então, só para que a gente entenda o que vai ser lido a seguir. Outro conceito importante, quando se fala de trabal trabalhadores daquela época, os trabalhadores praticamente eram todos escravos ou ex-escravos. Então, quem trabalhava eram aqueles mais humildes da sociedade. Então, quando Jesus tá falando dos trabalhadores, ele tá falando justamente daqueles mais humildes. Então, vamos à parábola em si. Então, tá em Mateus, capítulo 20. O reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu de madrugada a fim de assalariar trabalhadores para sua vinha. Naquela época não se tinha o trabalhador fixo, né? Se buscava o trabalhador, como em alguns locais, inclusive no Brasil hoje, tendo convencionado com os trabalhadores que pagaria um denário a cada um por dia, mandou-os para vinha. Então, às 6 horas da manhã, ele saiu, buscou aqueles primeiros trabalhadores que estavam na praça e falou: "Acertou o contrato, vocês vêm trabalhar comigo, terão direito a um denário do trabalho do dia de hoje." Saiu de novo à terceira hora do dia e vendo outros que se conservavam na praça sem fazer coisa alguma, disse-lhes: "Ide também vós outros para a minha vinha e vos pagarei o que for razoável". Eles foram, saiu novamente a hora sexta e a hora 9a, isso quer dizer ao meio-dia, às 3 horas da tarde. E fez o mesmo. Saindo mais uma vez a hora 11ª, ou seja, 5 horas da tarde, estava faltando apenas uma hora para acabar o dia de trabalho. Encontrou ainda outros que estavam desocupados, aos quais disse: "Por que permaneceis aí o dia inteiro
ra 11ª, ou seja, 5 horas da tarde, estava faltando apenas uma hora para acabar o dia de trabalho. Encontrou ainda outros que estavam desocupados, aos quais disse: "Por que permaneceis aí o dia inteiro sem trabalhar?" E disseram eles que ninguém nos assinalou, assalariou. Então ele lhes disse: "I de vós também para minha vinha". Ao cair da tarde, ou seja, às 6 horas da tarde, disse o dono da vinha aquele que cuidava dos seus negócios: "Chama os trabalhadores e paga-lhes, começando pelos últimos e indo até aos primeiros." Aproximando-se então os que só a 11ª hora haviam chegado, receberam um denário cada um. Vindo a seu turno. Os que tinham sido encontrados em primeiro lugar, julgaram que iam receber mais. Porém, receberam apenas um denário cada um. Recebendo, queixaram-se ao pai de família, dizendo: "Estes últimos trabalharam apenas uma hora e lhes dás tanto quanto a nós que suportamos o peso do dia e do calor." Mas respondendo, disse o dono da vinha a um deles: "Meu amigo, não te causo dano algum. Não convencionaste comigo receber um denário pelo teu dia? Não era o combinado? Toma o que te pertence e vai-te. Apra-me a mim, dar a este último tanto quanto a ti. Não me é então lícito fazer o que quero? Tens mau olho? Porque sou bom? Assim os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos. Porque muitos são os chamados e poucos os escolhidos. Então, a primeira vista nós temos uma primeira compreensão sobre essa reflexão. Para que a gente compreenda a parábola, necessário que a gente entenda o que que Jesus quis falar com aquilo. Ora, o pai de família que era dono é compado a Deus. a vinha ao universo, a toda a obra dele. Os trabalhadores são os seres humanos, todos nós. O trabalho na vinha, o trabalho no bem e as horas a qualquer qualquer período de tempo. E qual o salário? a felicidade. Assim, nós temos uma primeira visão. Quando a gente olha, parece que é injusto mesmo, né? alguém que trabalhou o dia inteiro, se a gente for fazer essa comparação com o dia de hoje, eh, ele
elicidade. Assim, nós temos uma primeira visão. Quando a gente olha, parece que é injusto mesmo, né? alguém que trabalhou o dia inteiro, se a gente for fazer essa comparação com o dia de hoje, eh, ele pode, com o direito dele, né, achar que o direito dele estava sendo, eh, ferido, porque ele trabalha desde à 6 horas e aquele trabalhador vai receber 1 hora da t por por um trabalho de 1 hora o mesmo que ele recebeu. É injusto. Se a gente for fazer a leitura dessa parábola ao pé da letra, então a parábola tem que ser interpretada. É necessário dizer que o trabalho, que o patrão, né, que o senhor da vinha, ele não considerou o tempo de trabalho. Nessa interpretação, ele tá falando que considerou a qualidade do trabalho. Aí a primeira coisa que a gente vem à mente com relação a nós mesmos é que vale a pena o nossa qualidade do trabalho e não o tempo do nosso trabalho. Há uma comparação em dizer que aqueles trabalhadores da primeira hora são os espíritos mais antigos que começaram a trabalhar, né, com Cristo muito antes e que os trabalhadores da última hora são aqueles que são espíritos mais recentes, mais novos e que por isso são os trabalhadores da última hora, só estão começando a trabalhar agora. Essa é uma interpretação. Nessa interpretação, né, chega a ser à conclusão fazendo a análise. Por isso que se chega ao final e se fala: "Os primeiros poderão ser os últimos e os últimos serão os primeiros". Nessa interpretação se coloca que existem espíritos mais preguiçosos do que o outro e outros que trabalham mais eh proficuamente, com mais dedicação. Isso é verdade. Mas eu quero fazer uma outra interpretação que nos alcança a todos dessa parábola. Primeiramente, vamos ver o que que é salário. Segundo dicionário, remuneração ajustada pela prestação de serviços em razão de um contrato de trabalho. É aquilo mesmo que foi falado no início, né? Quando o dono da vinha fala: "Ó, você vai trabalhar para mim, vou te dar um denário e vai trabalhar na minha vinha". Então, esse era o contrato. Pode ser considerado
esmo que foi falado no início, né? Quando o dono da vinha fala: "Ó, você vai trabalhar para mim, vou te dar um denário e vai trabalhar na minha vinha". Então, esse era o contrato. Pode ser considerado também o termo salário como eh uma paga, uma recompensa. E é interessante que hoje em dia nós recebemos dinheiro, né? Mas o salário nem sempre foi assim. Inclusive o termo salário vem de sal, né? Então se pagava o trabalho, né? Antigamente pelo valor do sal. Se entregava o sal, por isso que era considerado salário. Hoje em dia, não. Recebemos dinheiro, né? O que é que eu trabalho? O que é o trabalho? O trabalho é qualquer atividade física ou intelectual realizada pelo ser humano, cujo objetivo é fazer, transformar ou obter algo para a realização pessoal e desenvolvimento econômico. Então essa é a primeira interpretação que a gente tem. Mas eu quero dar uma outra visão. Primeiro, que o que foi falado naquela parábola serve para todos nós como espíritos que somos e espíritos que podemos trabalhar a qualquer momento. Quando nós reencarnamos, nós recebemos o véu do esquecimento, que é uma bênção. É uma bênção porque Deus faz com que a gente, esquecendo daquilo que a gente fez no passado, estejamos prontos para começarmos do zero. Então, essa primeira eh forma de observar isso. Mas nesse nessa parte específica, onde o salário é o mesmo, a gente percebe que o Senhor da vinha, que é Deus, ele paga aquilo que ele quer pagar. E ele nos compara a dizer que a qualquer hora a gente pode ser um trabalhador dele. A qualquer hora eu posso fazer a opção de trabalhar pelo Cristo e eu terei o mesmo salário que aqueles que operam pelo Cristo há muito tempo. Quando Cristo veio, ele trouxe a mensagem para os que sofrem e ele afirmou: "Eu não vim pelos sãos, mas por aqueles que sofrem. Nós estamos no planeta de provas e expiações. Sofredores somos todos nós com os nossos problemas." E aí a gente vê a grandeza e a bondade de Deus e de Jesus. Quando ele traz a mensagem dele, ele sempre nos coloca como aqueles que
vas e expiações. Sofredores somos todos nós com os nossos problemas." E aí a gente vê a grandeza e a bondade de Deus e de Jesus. Quando ele traz a mensagem dele, ele sempre nos coloca como aqueles que necessitam de apoio. E aí eu posso pensar: "Poxa, mas eu pequei tanto no meu passado, seja ele recente ou muito lá atrás, pelos problemas que eu tenho, eu devo ter errado muito. Eu devo ter perseguido, eu devo ter traído o meu marido, devo ter traído a minha esposa, devo ter perseguido muita gente, devo ter sido rico e maltratado meus empregados. Mas isso é uma visão nossa. Nas passagens do Evangelho, Jesus deixa muito claro isso, que o que nós fizemos no passado é apenas um problema nosso. E aí eu vou vou contar uma passagem eh do Evangelho. E para mim é muito e cara, né, que eu gosto muito porque eh como alguém que sabe que o meu passado está cheio de erros, ele me dá uma esperança muito grande. Tem uma passagem onde Jesus é perguntado, mestre ou senhor ou rabi, né? Esta mulher foi pega em adultério. Diz a lei que nós temos que apedrejá-la. A lei determina isso. O que nós devemos fazer? E Jesus, né, apenas continua escrevendo no chão e fala: "Aquele que tiver pecado que atire a primeira pedra". E a primeira vista e a primeira lição que realmente existe é o não julgueis. Então não posso jogar pedra porque o meu telhado é de vidro. Nessa parábola, depois de algum tempo, Jesus levanta a cabeça e encontra só a mulher e ele pergunta para ela: "Mulher, cadê aqueles que te julgavam?" E ela responde: "Todos foram embora". E aí vem uma uma lição que para mim é muito mais importante para mim como pessoa, porque me traz muita esperança. Ele responde para ela: "Eu também não te julgo. Vai e não peques." Essa é a lição para mim. A partir do momento que eu decida me modificar para trás, estão os meus erros. é um acerto meu com o passado e o meu amor, a prática daquilo que eu fizer vai substituir aquilo que eu deixei para trás. Mas Deus e Jesus, ele quer saber do nosso futuro, o que
, estão os meus erros. é um acerto meu com o passado e o meu amor, a prática daquilo que eu fizer vai substituir aquilo que eu deixei para trás. Mas Deus e Jesus, ele quer saber do nosso futuro, o que que a gente pode fazer daqui paraa frente. E aí a comparação com o trabalhador de última hora. Não existe hora para que a gente escolha seguir a Jesus, para que a gente modifique a nossa vida. Não existe momento. E mais ainda, aquilo que Jesus falou, eu não te julgo, vá e não peques, é o salário. O salário é o mesmo. Aquele que trabalha muito tempo, ele tem direito ao salário de ser feliz. E se eu decidir seguir a Jesus e modificar a minha vida, e modificar a minha vida não quer dizer que eu seja um santo, muito pelo contrário, quer dizer que eu escolhi, escolhi o caminho a seguir. Lembram quando Jesus falou: "Eu sou o caminho da verdade e da vida?" Ou para outra interpretação, eu sou o caminho, a verdade e a vida? H, ele quer dizer o seguinte, não importa onde você quer chegar, importa o caminho que você vai trilhar. Daí a comparação com os trabalhadores da última hora. Se eu decidir agora, isso eu não posso deixar para trás, eu vou estar modificando o meu futuro, trazendo a minha felicidade. Existe uma outra parábola que é muito parecida com essa dos trabalhadores de última hora, que é a parábola do filho pródigo. E aí eu vou fazer um, não vou ler, mas vou fazer um comentário ampassã, apenas paraa gente relembrar o que foi a parábola do filho pródigo. Existi, existia um senhor, né, que resolveu passar para os seus filhos as heranças. Então, ele reuniu seus filhos e passou as heranças. Um dos filhos decidiu pegar a herança e cair no mundo, fazer o que ele queria. Outro filho ficou em casa e esse filho saiu pro mundo, gastou tudo que pôde, viveu de forma alegre. Até que chegou um dia e a terra para onde esse filho foi, ela passou por grandes problemas e o dinheiro dele acabou. Ele se viu pobre distante da casa do pai. Ele tava passando fome e aí ele decidiu pedir ajuda a um
um dia e a terra para onde esse filho foi, ela passou por grandes problemas e o dinheiro dele acabou. Ele se viu pobre distante da casa do pai. Ele tava passando fome e aí ele decidiu pedir ajuda a um fazendeiro. Por favor, me deixe, deixe-me me alimentar com uma comida que vocês dão pros porcos. E o fazendeiro aceitou. Só que determinado momento ele refletindo, e é isso que a gente tem que fazer, refletir, ele pensou: "Poxa, na casa do meu pai nenhum dos trabalhadores dele passou fome e eu aqui estou distante. Gastei tudo que tinha, estou comendo a comida dos porcos, vou voltar para a casa do meu pai, pedir-lhe perdão e dizer que errei." Ele faz isso quando ele se aproxima, né, da casa do pai retornando, um dos trabalhadores observa e fala: "Aquilo dali é o filho. Ele procura o dono da, né, o fazendeiro e fala: "Aquele teu filho tá chegando aí." E o fazendeiro, né, em incontinente, ele toma a decisão. Fulano, abata o melhor gado para ele. Vamos fazer uma festa. E aí quando o filho chega, ele abraça, faz aquela festa, todos comemoram, só que quando chega no final da tarde, o filho que ficou com ele retorna. Interessante como é muito próxima essa essa parábola da outra. E ele reclama: "Eu sempre estive contigo, pai. Nunca bateste uma ovelha aqui sequer. Sempre trabalhei contigo. Nunca desse uma festa. Isso é injusto. E ele responde: "Meu filho, você sempre esteve comigo. Eu sempre dei o que havia de melhor. Você sempre trabalhou comigo. Nós sempre compartilhamos aquilo que tínhamos, mas esse meu filho estava perdido e foi encontrado. É justo que eu comemore." Então é a mesma coisa. os trabalhadores de última hora, aquele filho que tava perdido e que voltou. Essa é a lição para todos nós a qualquer momento, em todos os momentos. Mas é importante que seja agora, ou seja, naquele momento em que a gente decida realmente seguir. Ah, eu vou seguir o caminho do Cristo. E voltando a dizer, o caminho do Cristo não é o caminho de se isolar, não é o caminho de se tornar santo, não é o
momento em que a gente decida realmente seguir. Ah, eu vou seguir o caminho do Cristo. E voltando a dizer, o caminho do Cristo não é o caminho de se isolar, não é o caminho de se tornar santo, não é o caminho de jogar tudo que eu tenho fora e partir para uma vida de contemplação. O caminho do Cristo é: "Eu vou pautar toda a minha vida, todas as minhas decisões de acordo com o código do Cristo, que é uma lei moral universal." E qual é o código dele? O código dele é: "Eu vou amar a todos. Eu vou fazer o bem aquele que está comigo. A mensagem, finalmente, de esperança é essa. Nós todos podemos ser trabalhadores de última hora, de primeira hora, das 15 horas. Basta que a gente decida seguir este caminho. Essa é a mensagem, essa reflexão e que a gente possa pedir a Deus e a Jesus que nos dê forças, determinação para que a gente possa seguir neste caminho. Obrigado a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons
essa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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