Live 34 - Afinal, somos o Espírito no tempo? Com Chris Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky.

FEEGO 10/12/2025 1:28:37

Live 34 – Afinal, somos o Espírito no tempo? Facilitadores: Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky O estudo das obras: Afinal, quem somos – Pedro Granja, O Espírito e o tempo – Herculano Pires e Depois da Morte, de Leon Denis, será realizado quinzenalmente, terças-feiras às 21h30 Link para os vídeos apresentados na live: https://drive.google.com/drive/u/2/folders/1OcYMn8YTAOPLylMF6Ya9gbz75Iv7LaYz . PDF da obra: Afinal, quem somos? Capítulos: https://drive.google.com/drive/folder . Gráfico do Elarrat: https://drive.google.com/drive/folder

Transcrição

เฮ тутутутутутутутутуту. Тутутутуту. เฮ Oh. >> Muito bem, cá estamos. Olha só, Flávia, os três juntos de novo. Boa noite, gente. A tripulação do Anal de Argos está completa hoje. Nós e o público aqui, né? Todo mundo junto. >> Três livros e três integrantes da AAL. >> É isso aí. Muito bom. Para fecharmos o ano, né? Ivana, não é isso? Para fecharmos o ano >> para fecharmos o ano. Que bom que hoje deu certo. Vocês viram que na nossa live passada foi um problemaço com a internet. O ataque foi simultâneo, né? Nós três com problemas de internet e não tinha a menor condição da gente fazer a live. Mas olha só, hoje estamos aqui, não é? E é a nossa última live do ano de 2025, não é isso? Gente, >> isso mesmo. >> Elaí, hoje a gente finaliza esse capítulo do Pedro Granja, né? >> Sim. Esse capítulo assim muito especial na obra, né? Capítulo 14, opinião dos sábios. É um capítulo muito importante pelo fato de trazer essa robustez da do ingresso do fenômeno espírita dentro dos ambientes acadêmicos. O que eu acho legal é que eh junto com cada uma das biografias, ele vem com um pouquinho do dos títulos, né? E a quase totalidade, não vou dizer que todos, mas a quase totalidade são professores universitários, quase todos, que é muito interessante, homens de ciência, realmente, né, pessoas da academia que estavam eh debruçados sobre esse fenão. >> É isso aí, Cris. É, eu acho importante hoje esse coroamento, né, na lembrança, inclusive nas efemérides, por que não, desses homens que se dedicaram à ciência do espírito, né, descortinando a ciência espírita, né, eh, montando aí os primeiros passos para que depois outros o seguem. E também no bojo desses eh desse revigorar desse momento, a gente vai perceber eh inúmeros testemunhos de mediunidades maravilhosas, né? Vai falar já já sobre isso, né? Era uma combinação ali, né, de contribuições, os cientistas e os médiuns notáveis que realmente vieram pontualmente para aquele momento preciso daquele momento histórico para darem ali o contributo também desse

mbinação ali, né, de contribuições, os cientistas e os médiuns notáveis que realmente vieram pontualmente para aquele momento preciso daquele momento histórico para darem ali o contributo também desse descortinar do véu e do, né, do do ressaltar, do evidenciar a dinâmica espiritual. Então, é bem bacana, Ivana. E falando em dinâmica espiritual, eu acho que a gente precisa começar com uma prece, né? O Elará lembrou disso nos bastidores. Eh, quem lembra faz, quem lembra faz, meu amigo. [risadas] >> Então, tá bom. Então, vamos orar. Senhor, nós muito te agradecemos as oportunidades que tu nos concedes de nos reunirmos em torno do teu nome e em torno do ideal espírito que nos anima espírito e que nos faculta compreender a vida de forma completamente diferente. Nós te rendemos graças por isso e te pedimos as tuas bênçãos sobre o nosso estudo, para que o teu amor derramado sobre as nossas vidas nos permita mergulhar de maneira mais efetiva sobre os estudos e as pesquisas do século XIX e os grandes nomes que tu nos trouxeste para apresentar diante de nós a mensagem consoladora. Obrigado por isso, Senhor, e por esse momento que tu nos dás. Permanece conosco e nos inspira hoje sempre. >> Que assim seja, pessoal. Nós estamos transmitindo essa live, né, pelo canal do Conecta Espiritismo, mas também dos nossos parceiros, a Rádio Fraternidade, o Iges, a FEG, Intelitra, o Ideac. Então, sejam todos muito bem-vindos. Se você ainda não está inscrito, vai lá, se inscreve no canal do Conecta, mas também se inscreva nos outros, porque cada vez que a gente se inscreve, que a gente curte, o conteúdo produzido, ele chega mais longe. E nós precisamos contribuir para que isso aconteça, para que mais pessoas possam ter acesso a conteúdos de qualidade, porque conteúdo, eh, digamos assim, né, banal, conteúdo ruim, tem muito, mas a gente precisa valorizar o bom conteúdo, como é esse aqui. Tenho certeza que vocês concordam comigo, né? Então, não custa nada, é só ir lá, dar um joinha, compartilha com os amigos, se

tem muito, mas a gente precisa valorizar o bom conteúdo, como é esse aqui. Tenho certeza que vocês concordam comigo, né? Então, não custa nada, é só ir lá, dar um joinha, compartilha com os amigos, se inscreve no canal, porque assim a gente fica bem feliz, não é isso? E gente, hoje nós vamos terminar falando sobre os italianos, né? >> Sim, verdade. >> Com vocês. >> E deixa eu só fazer só um retrospecto rápido para quem de repente não esteve presente nas últimas lives. Como todos sabem, nós estamos fazendo um estudo entrelaçado de três obras. a obra do Pedro Granja, que é o chamado Afinal, quem somos a obra do Herculano Pires, chamada O Espírito e o Tempo, e a obra do Leão Deni, que tem muitas componentes dentro da obra do Pedro Granja, pelo menos da primeira parte que a obra tinha, quando discutia a discussão sobre eh a doutrina secreta. Agora já há um descolamento entre Leon Deni e Pedro Grande. E o que a gente tá vendo nesse momento é o capítulo 14 da obra Afinal, Quem Somos, que é um capítulo que faz um resgate histórico dos do nome dos principais cientistas que atuaram na virada do século XIX para o século XX. Essa obra era de 1948. Então ela consegue pegar ainda alguns experimentos do início do século XX, pela metade do século XX. Mas ela tem uma concentração bastante robusta nos experimentos e pesquisadores do século XIX. Então, nós vamos perceber aqui desde as semanas anteriores o destilar de vários cientistas. Já passamos pela Inglaterra, passamos pelos Estados Unidos, passamos pela França, na última live falamos da Alemanha e e iremos concluir o nosso capítulo hoje vendo os italianos, que têm muita expressão nessas pesquisas e também alguns outros nomes que aparecem assim, no final do nosso capítulo, mostrando exatamente a universalidade, não só dos ensinos dos espíritos, mas a universalidade dos pesquisadores dos espíritos, porque eles estavam em diversos países diferentes e chegando às mesmas conclusões dos aspectos das pesquisas que faziam. Então hoje, não é,

ritos, mas a universalidade dos pesquisadores dos espíritos, porque eles estavam em diversos países diferentes e chegando às mesmas conclusões dos aspectos das pesquisas que faziam. Então hoje, não é, Cris, a gente vai começar aí vendo especificamente eh os nossos companheiros que que vão que vão apresentar para nós os seus estudos, né, na Itália, os grandes nomes da Itália que participaram dessa pesquisa. >> Quem são esses? O Pedro Granja, ele cita Elá Ivana e amigos, eh, alguns, né, eh, sábios italianos, eh, como Elará tava observando aqui nos bastidores, todos ligados ao meio acadêmico, muitos professores universitários, homens dedicados à literatura, à publicação de livros técnicos, né? Eh, e a gente vai fazer um sobrevoo sobre todos esses sábios italianos, sublinhando eh dois em especial, né, por conta até do volume de entrega eh de conteúdos publicados. Eh, inclusive a gente vai falar do lombroso no aspecto também da contribuição que ele faz para a ciência da criminologia, né? Lombroso, ele ele ele ele inaugura uma tese muito importante dentro dessa área do conhecimento ordinário, que é a criminologia, né? Eh, e também vamos falar do Ernesto Bzano, um pouquinho, né, das contribuições que ele traz, da largueza que ele nos traz do entendimento dessa dinâmica espiritual, eh a a o cuidado que ele tem em detalhar, por exemplo, o fenômeno da morte, né, eh, numa obra dedicada especificamente para isso, eh, a a sagacidade que ele tem de lançar o seu olhar ar sobre a questão da vida além da matéria no aspecto dos animais, por exemplo. Então, eh eh Bano traz muitas contribuições ricas nesse processo de produção literária. Agora, antes, Elará, eh, porque eu tenho certeza que você tem muita contribuição para dar em relação a esses dois sábios, inclusive eu queria só recuperar um pouquinho pra gente conseguir perceber a magnitude da contribuição desses homens de ciência no século XIX, porque todos eles são influenciados e todos eles vão beber na fonte, né, dos enciclopedistas,

pouquinho pra gente conseguir perceber a magnitude da contribuição desses homens de ciência no século XIX, porque todos eles são influenciados e todos eles vão beber na fonte, né, dos enciclopedistas, que foram aqueles que inauguraram eh a ideia do pensar e do refletir sobre a dinâmica do mundo. Então, eh o positivismo, né, eh a corrente positivista e quase todos esses teóricos são confessos positivistas, homens de ciência positivistas. Eles eh eles se são influenciados pelo positivismo criado por Augusto Comt, né? O pensamento eh o pensamento lógico, o pensamento positivo, no sentido de não eh assentar as suas ideias sobre elucubrações ou sobre achismos, mas sobre algo positivo, algo que pudesse ser palpável, algo que pudesse ser provado, né? Então vem uma corrente muito forte no século XIX avaçalando as consciências e e instaurando o positivismo e todos egressos dessa consequência natural da lei do progresso que surge lá no no século XVI com os enciclopedistas naquela briga, naquele cabo de guerra entre as forças religiosas e aqueles que queriam mergulhar no aspecto aspecto científico para questionar as respostas que a igreja medieval, no caso, né, eh, que vinha ali se construindo após a Idade Média, eh, instaurada na Europa, a a igreja que não entregava respostas. Então o que a gente tá vendo hoje, né, na culminância desse capítulo, é a consagração de mentes e cérebros, cérebros luminosos que estão amplamente encharcados pela Raivana, desses conceitos positivistas, desse entendimento mais alargado, da contribuição que a ciência pode entregar para o mundo, de como é saudável refletir sobre as coisas, refletir sobre a vida, buscar as suas causas para entender as consequências. Então, é toda uma nova postura humanista centrada no homem e nas suas potencialidades. Eh, pra gente perceber a importância dessas pessoas e de todos que participaram, né, como eu falei antes, cientistas e médiuns. É isso, né? Mas Elará, que que você tem aí sobre o Lombroso? Porque o Pedro Gran

gente perceber a importância dessas pessoas e de todos que participaram, né, como eu falei antes, cientistas e médiuns. É isso, né? Mas Elará, que que você tem aí sobre o Lombroso? Porque o Pedro Gran já cita primeiro o Lombroso, né? Eu, >> antes de falar do Lombroso, queria só >> hã >> falar falar uma coisinha com a Ivana, hein, Ivana? O o quanto a gente ouve hoje as pessoas comentando que não existe comprovação, não existe prova, né? Não existe isso, eh, ignora todo esse material, né, que tá disponível aí, né? Exatamente. E é impressionante, né, nós já comentamos aqui algumas vezes, é que são eh estudos sérios feito por pessoas sérias, que eram cientistas à época renomados, reconhecidos no seu meio, não é? E e se perdeu o o os cientistas de hoje, a academia hoje, eh muitos, eu tenho certeza que a maioria nem sabe disso, né? nem sabe disso. Então, é uma pena. E a gente vê o quanto no surgimento a doutrina espírita ela se aproximou da ciência, porque os cientistas à época eles se eles se interessaram em pesquisar aquele fenômeno, né, em pesquisar aquelas coisas que estavam acontecendo e eles trouxeram resultados fantásticos e hoje esses resultados se perdem, né? Embora hoje nós tenhamos também cientistas pesquisando, principalmente aí no campo da neurociência, pesquisando da mediunidade, não é? Mas também são resultados que às vezes ficam restritos, né? Não vão para o grande grande massa, não é? >> Boa, né? É interessante, >> é interessante como essas pesquisas elas não ecoam dentro da academia, elas acontecem e é como se fosse um fogo de artifício que não explode no alto, ele você faz a pesquisa, mas ela não transcende. E a Damiana tá até colocando muitas informações que se perderam no tempo. Sim, é verdade, né? Algumas estão nos livros que não são editados, material que não é pesquisado, eh experiências e vivências que não são faladas, né? E aí a Cris estava comentando sobre a importância não só dos dos pesquisadores, mas dos médunos. E você tá coberta de razão, Cris, de que

squisado, eh experiências e vivências que não são faladas, né? E aí a Cris estava comentando sobre a importância não só dos dos pesquisadores, mas dos médunos. E você tá coberta de razão, Cris, de que adiantaria um César Lombroso se você não tivesse eh uma Eusápia paladino para ele pesquisar? Então, eh, no século XIX, nós tivemos uma médium muito interessante chamada Eusápia Paladino. Ela ela vai nascer em 1854. Ela nasce, ela é criança quando o espiritismo eh surge, né? Então, ela ela vem um pouquinho depois e ela atravessa pro século XX. Ela vai chegar até aí o início do século XX, ela tá conosco, acho que é 1918 que ela desencarna. Então ela tem uma perspectiva aí de fazer essa transição do do 19 a 20. E ela foi muito pesquisada, né? os os pesquisadores do século XIX eh utilizaram muito a mediunidade dela. A gente até quando viu os ingleses falou muito dessa da presença dela eh dentro dos ambientes de pesquisa. E como ela era italiana, evidentemente os italianos viraram de ponta cabeça Eusápia Paladino. Inclusive os outros nomes que são que são citados neste capítulo, os italianos outros que não esses dois mais relevantes, eles são personagens, doutores, reitores de universidade, professores que assinam as atas dos experimentos feitos com Eusapia Paladino. Eles estão presentes nos experimentos. Mas quem capitaneava esses essas pesquisas com Eusápia em boa parte dentro da Itália era César Lombroso. Como a Cris bem lembrou, ele era um criminalista, ele era advogado. Então ele ele ele vai fazer uma teoria, depois a gente conversa um pouco mais sobre isso, sobre a criminologia, mas ele era um ardoroso crítico do espiritismo. Ele era um cara extremamente racional. eh, ateu, materialista e entrou para pesquisar o fenômeno espírita, como muitos outros, para tentar desmascarar as coisas que eram apontadas. Mas o que acontece com ele é exatamente o inverso. Na medida que ele vai investigando, ele vai se convencendo. E eu acho isso muito bonito da parte deles, porque é uma honestidade

que eram apontadas. Mas o que acontece com ele é exatamente o inverso. Na medida que ele vai investigando, ele vai se convencendo. E eu acho isso muito bonito da parte deles, porque é uma honestidade científica, porque eu poderia me retirar, sabe? Eu poderia me retirar. Não, não. Olha, eh, eu fui até aqui e não tá legal. Eu prefiro me quero ver mais isso, não quero mais, não quero mais brincar, vou me retirar e pronto. Não, mas eles eles não simplesmente investigam como eles voltam a público para dizer: "Gente, o que eu falei tava errado, o certo é isto aqui." E o César Lombroso é o capitão do time com relação a essas pesquisas. Ele começa a fazer os experimentos, usa Eusapia Paladino ali e ele é reconhecido dentro do do meio de científico espírita do século XIX como uma pessoa extremamente rigorosa. Então ele trabalhava com fundamentalmente três médiuns, né? tinha duas mulheres, uma era Eusapia Paladino, a outra era Madrans ou Elizabeth Hope, porque Hope em inglês é a esperança, né? Então ela era chamada Madame de Rasperancia ou que Elizabeth, nome dela Elizabeth Hope, Elizabeth Hope, madame de las Eusapia Paladino e havia um terceiro médico que era um homem chamado Polite. Polite, não é, é Polite. E esses três médiuns, ele trabalhava muito e havia um rigor científico muito grande da parte dele. Por exemplo, Eusapia Paladino, quando eles iam fazer experimento com ela, eles amarravam a mulher, prendiam a pobrezinha na cadeira, passavam, naquela época, século XIX, os recursos eram muito menos do que hoje, né? Então, tinha que ser valer do que tinha. Então, o que ele fazia? passavam uns circuitos elétricos em volta dela de tal maneira que se ela tentasse levantar ou se mexer de onde ela estava, acionava os circuitos elétricos e a campainha ia blédium havia eh tentado se levantar. Por que que eles não viam isso logo de cara? Porque o ambiente é escuro, gente. O ambiente é escuro. É, é, é escuro. Eh, eu e eu eh aí a Ivana que já participou, o o negócio é preto mesmo, né? É no

r. Por que que eles não viam isso logo de cara? Porque o ambiente é escuro, gente. O ambiente é escuro. É, é, é escuro. Eh, eu e eu eh aí a Ivana que já participou, o o negócio é preto mesmo, né? É no escuro mesmo, né? >> Totalmente, totalmente. Não tem um pingo de luz. Na reunião que eu participei, além do médium estar preso numa cabine, amarrado, né? eh eh fechado na cadeira, uma cadeira de braços, eh prendiam-se braços e pernas do médium. Nós que estávamos participando, as cadeiras eram encostadas na parede. Imaginem uma sala retangular com paredes em volta de toda a sala, as cadeiras encostadas na parede, então não tinha nada atrás de ninguém. >> Atrás. >> É. E nós passávamos os braços, um enganchava no braço do outro aqui e também as pernas. Eu trançava a minha perna direita com a pessoa do meu lado direito e a minha perna esquerda com a pessoa do meu lado esquerdo para garantir que ninguém teria levantado a perna para chutar alguma coisa, teria movimentado o braço, nada. Nós ficávamos assim enganchados o tempo todo para garantir, né, que não haveria nenhuma possibilidade assim de fraldar e >> totalmente escuro, preto, preto, preto. >> E os fenômenos acontecendo, né? Totalmente maravilhoso. >> Então, eh, eles pegavam aí o zap paladino e usavam esse tipo de artifício nela. E o que que ela produzia? Ah, Eusabia paladino, ela produzia aqueles fenômenos eh de efeitos físicos que a gente bem conhece, poídos, pancadas, movimento de objetos, aparições eh de partes de corpo. Ela não era um médium assim tão pujante de materialização. Havia levitações, transporte de objetos. Ela não era como uma Florence Cookizava Kate King por integral. assim, aquela materialização maxista do do espírito, não era bem essa a especialidade dela, mas ela fazia materializações, ela fez materializações ao longo da algumas até bastante famosas, mas o que era muito evidenciado nas suas reuniões era movimento de objetos, a batidas, sons, partes de corpo que apareciam, mãos, pé, que surgiam dentro do ambiente, eh,

algumas até bastante famosas, mas o que era muito evidenciado nas suas reuniões era movimento de objetos, a batidas, sons, partes de corpo que apareciam, mãos, pé, que surgiam dentro do ambiente, eh, rastros luminescentes. Outro dia eu estava com os amigos conversando e eles comentavam sobre uma reunião de efeitos físicos que aparecia aí essa coisa fosforescente na reunião. Eh, o médium passava o dedo, onde ele passava o dedo, o ficava verde, fosforescente, igual aquele negócio. Vocês não conhecem que vocês são muito novos. Mas quando tinha relógio no mundo, hoje não tem mais nem relógio, mas quando tinha relógio despertador, a gente, o relógio tinha um, um verde fosforescente nele, pra gente ver à noite. Então era aquela, passava o dedo na toalha, ficava, passava na mão, no rosto assim, a as pessoas ficavam todas fosforescentes. Isso também acontecia na reunião com Eusápia Paladino. Ah, então e ela foi muito investigada por ele. A Madame Desperanç também era muito investigada por por ele e usava uma técnica diferente com ela. Enquanto queapia paladino, ela era presa com esses fios para que algum movimento fosse despertado. A Elizabeth Hopk, ela era colocada dentro de uma espécie de rede e presa ali dentro, costurado ali, tipo um peixe, né? Ela ficava presa aqui dentro. Não tem como ela sair dali. Então ela ficava presa pros fenômenos acontecerem e você não dizer: "Não, este fenômeno foi a médium que produziu, ela tá presa dentro de uma rede". A gente vai ver mais à frente, se Deus permitir, um experimento que tem eh de um de um cara que acende a luz quando um médium desse tá fazendo uma materialização. Vai aparecer mais. É, Elará, tem uma pergunta aqui que é vale vale responder porque tem a ver com o contexto >> exatamente pra gente poder com eh falarmos sobre os desafios, que foram muitos, inúmeros grandiosos desafios enfrentados. A o escuro, o ambiente escuro, é para que não haja a queima do ectoplasma. A luz solar ou a luz elétrica queima a produção eh eh faz uma um antagonismo,

itos, inúmeros grandiosos desafios enfrentados. A o escuro, o ambiente escuro, é para que não haja a queima do ectoplasma. A luz solar ou a luz elétrica queima a produção eh eh faz uma um antagonismo, digamos assim, a produção ectoplasmática que é cedida pelo médium. O ectoplasma é uma solução vaporosa que o mundo espiritual se utiliza exatamente para os fenômenos tanto de efeitos físicos quanto de materialização. Então, os objetos são envolvidos em ectoplasma e daí pelo processo de eh plasmagem, né, de de emissão da vontade do espírito, o espírito consegue deslocar esses objetos. Mas antes que ele desloque esses objetos, ele precisa envolver o objeto que está material. a mesa é material, a cadeira é material, ou seja, o que ele vai erguer no espaço. Então esse objeto ele precisa ser envolvido por ectoplasma, né, que é cedido pelo médium de efeitos físicos para que o espírito possa manipular aquele objeto concreto. Então toda a luz que incide dentro do ambiente atrapalha porque queima, né? queima essa essa eh digamos assim, esse elemento eh ectoplasmático utilizado pelo mundo espiritual para os efeitos físicos e as materializações. Por isso que é necessário é o quanto mais eh silencioso, quanto mais eh recolhido possível for o ambiente sem luz, o ideal, né, para que não hava não haja não hajam distrações e para que não haja essa queima do ectoplasma. É por isso que a maior parte das dos experimentos acontecem nas câmaras escuras, porém alguns experimentos são justamente eh observados esses fenômenos à luz do dia, em ambientes claros, para que pudesse se provar a não violação, a algo que não fosse mistificado, né? Então, eh, os cientistas, muitos exigiam que o ambiente ficasse claro para que ficasse evidente qualquer tipo de, eh, mistificação, qualquer ensaio de mistificação. E aí a gente vê de novo, porque eu tô tocando nessa tecla, o contributo inequívoco, imenso desses médiuns, porque os médiuns correm risco inclusive de saúde. Sim, corre isso. >> Um médium, um médium em uma reunião de

de novo, porque eu tô tocando nessa tecla, o contributo inequívoco, imenso desses médiuns, porque os médiuns correm risco inclusive de saúde. Sim, corre isso. >> Um médium, um médium em uma reunião de materialização mal conduzida pode desencarnar, isso não é exagero da minha parte, pode desencarnar. >> Sim, sim, >> né? Porque o choque energético, a a sessão ectoplasmática é algo muito delicada. Então, eh, muitos médiuns se submetiam a esse tipo de experiências até para provarem que não estavam mistificando. Eh, existe uma passagem, a gente já falou dos ingleses, mas eu preciso sublinhar essa passagem porque ela é muito bonita e ela mostra a verdade e ela mostra a lealdade à verdade tanto dos cientistas quanto dos médiuns que participavam dessas iniciativas. A a Florence Cook foi a médium eh que serviu a William Crooks, que foi um dos maiores, né? É um um grande químico reconhecido pela ciência, mas foi um dos maiores pesquisadores ingleses nesse campo da ciência experimental espírita. E William Crooks começa a trabalhar com Florence Cook depois que ela abalada com os fenômenos físicos que aconteciam com ela, a mãe acompanhava, era uma era uma mocinha. A mãe não entendia nada de nada, nenhuma das duas a gente entendia de dinâmica espiritual. Era tudo uma grande novidade. 15 anos aí a >> Exato. Então a Florent School começa a buscar bases sólidas. Então ela pensa assim: "Eu vou procurar o emérito professor, né, químico cientista, eh, para buscar um apoio e pedir a ele, vejam isso, vejam a lealdade da pessoa, pedir o apoio dele na investigação da minha mediunidade, porque eu sei que eu não estou querendo falsear, mas será que eu estou sendo instrumento e artifício de espíritos zombeteiros? Será que o que tá acontecendo comigo é loucura? Será que eu tô com algum tipo de distúrbio? Então, ela buscava é verdade. Então, ela procura William Crooks. Naquele momento, William Crooks considerava todos esses fenômenos espirituais uma maluquice. Ele não acreditava seriedade a isso. E ele fala:

ela buscava é verdade. Então, ela procura William Crooks. Naquele momento, William Crooks considerava todos esses fenômenos espirituais uma maluquice. Ele não acreditava seriedade a isso. E ele fala: "Olha, eh, vamos fazer os experimentos juntos." E é exatamente o que Telará falou. Com o decorrer do tempo, ele envolvendo-se com essa matéria, ele começou a verificar a verdade em tudo isso e passa a ser um grande defensor do espiritismo, da ciência espírita. E ali Kate King, né, formando essa tríade e promovendo todos os efeitos físicos eh eh pela mediunidade de Florence Cook. O próprio lombroso, o Ela nos falou, a Eusápia Palatino, ela não era uma médium de grandes efeitos de materialização, mas vejam como é que as duas dinâmicas, a espiritual e a física, caminham juntas quando se trata da elucidação da verdade. A mãe de Lombroso se materializa em uma determinada sessão. Ela >> ela se materializa e chama e vai até o filho e dá um beijo prolongado na face do filho e o chama de meu filho. Ele a reconhece, né? A mesma situação de maternidade vai acontecer depois com Bano. A mãe, né, também se materializa e fala com ele, né, ou melhor, eh eh cita cita uma uma uma um texto que ele que ele eh Bano havia criado para lápide. dela lá no cemitério. Quer dizer, como é que a médium poderia saber disso? Então, são provas evidentes, né, dos nossos familiares, dos nossos espíritos amigos concorrendo nesse processo de elucidação da verdade. É tudo muito bonito, minha gente. Olha, >> sim. Fal só o Rubens, ele fez um comentário aqui, né? Eh, primeiro ele fala aqui, a quantidade de energia despendida do médium pela doação de ectoplasma chega a fazer ele perder peso, >> né? E é verdade. Eh, e isso acontece, ele é obrigado a admitir, os fatos existem e eu deles me orgulho de ser escravo. Que legal isso, né? Quando ele fala aí do William Crooks. Eh, aí nós temos duas perguntinhas que eu acho que a gente já podia trazer para depois vocês darem sequência. Pode ser. >> Uhum. >> Então nós temos a Mazé, que diz assim:

le fala aí do William Crooks. Eh, aí nós temos duas perguntinhas que eu acho que a gente já podia trazer para depois vocês darem sequência. Pode ser. >> Uhum. >> Então nós temos a Mazé, que diz assim: "Será verdade que médiuns de materialização morrem cedo por gastarem seus fluidos? Acho que isso isso é mais lenda do que realidade, né? Porque nem todos os médiuns de materialização eh têm uma desencarnação precoce. Tem médicos de uma tradição que que vivem bastante tempo. O que eu já vi o que eu já vi comentarem é que a pujança do fenômeno de materialização, ele tende a diminuir com a idade. Então, por exemplo, Florence Cook, ela era muito jovem, ela ficou dos 15 aos 20 anos trabalhando com William Crooks, muito jovem, produzia fenômenos impressionantes. Quando quando ela se torna adulta e ela casa, ela automaticamente começa a ter uma redução na potência mediúnica dela. Tem mais a mesma pujança diante, isso é verdade. Mas eu tenho no Brasil o Peixotinho que ele foi até o final materializando absurdamente. Quer dizer, ele é um caso que nega isso, mas eh observa-se que médiuns de materialização, quando mais jovens são mais fecundos nesse sentido, né? Mas desencarnar cedo não é como as pessoas falam: "Ah, é médium, médiuns de efeito físico tem desencarnação violenta. Eh, Arigó desencarnou de maneira violenta, o aquele outro que era de do do da de Fortaleza, Edson Queiroz, se encanou de forma violenta." Mas isso não é uma regra, são fenômenos que aconteceram, mas isso não determina que seja assim. Uma outra que desencarnou cedo também foi a Ana Prado do Pará. Ela desencarnou jovem. Ela naquela época o fogão era aqueles fogão de lenha. Ela foi mexer no fogão e o fogo pegou na roupa dela e ela desencarnou em função das queimaduras desse desse incidente besta, né? Hoje não teria perspectiva para isso acontecer, mas teria uma outra desencarnação, mas nós não temos nada nem que desencarna cedo, nem que a desencarnação é violenta. Bom, >> até porque, né, Larrá, o que mantém a

ia perspectiva para isso acontecer, mas teria uma outra desencarnação, mas nós não temos nada nem que desencarna cedo, nem que a desencarnação é violenta. Bom, >> até porque, né, Larrá, o que mantém a vida no corpo é a quantidade de fluido vital que a gente tem. >> É, >> não é? Então não quer dizer que porque você é médium de materialização, que você vai ter menos fluido vital em função disso, né? Peixotinho, por exemplo. E quando a gente estuda a fisiologia do processo de materialização, a gente vai ver que o ectoplasma é uma eh tem a sua produção centrada no núcleo celular. Quer dizer, célula ela é composição física. Então, no ATP aí a gente vai entrar numa estrutura química que não é o caso de tal. Exatamente. Isso provém da nossa estrutura celular, está centrado no corpo, >> no corpo físico, >> sem falar do concurso da espiritualidade aos trabalhadores, >> né? Aos trabalhadores com Jesus. Então, quem trabalha com Jesus em favor do bem vai sempre receber a compensação de volta, >> fluídicamente, energeticamente falando. >> Eh, o o center de lombroso vai ficar pendurado mais um pedacinho que eu quero só fazer um comentário. Essa questão da saúde do médium, de materialização, ela é tão importante que quando vai acontecer o fenômeno de materiaização, a gente sabe que ele vai se dar, porque um cheiro diferente acontece no ar. É o cheiro de ozônio. O ozônio é uma substância que todo mundo hoje sabe que é uma substância bactericida, né? Pessoal que tem filtro de ozônio e tal, então dá um cheiro de ozônio no ar. Aí começa a excreção do ectoplasma paraa formação. Aí teve uma pergunta aqui que eu vi se o o como é que a gente sabe se tá tudo escuro, como é que sabe que o espírito materializou? >> É umas perguntas >> porque eles porque eles tocam, né? por exemplo, eh, um Pará, quando teve as materializações de Ana Prado, que o o Frederico Finner foi do Rio de Janeiro para lá para ver se conseguia encontrar a filha dele que havia desencarnado, dona Ester foi com ele, que era a esposa

ve as materializações de Ana Prado, que o o Frederico Finner foi do Rio de Janeiro para lá para ver se conseguia encontrar a filha dele que havia desencarnado, dona Ester foi com ele, que era a esposa e a filha dele, Raquel Fin havia desencarnado jovem. Então, eles estão na reunião e a filha vem. Os espíritos materializados por por Ana Prada, eles não falavam, eles eram todos mudos. Quem falava era médium da cabine, ela está dizendo tal coisa. E aí a entidade veio e aí ela chega perto de dona Ester. Dona Ester beija as mãos assim. Eu vi as unhas dela do mesmo jeito que sempre foram. O seu cabelo estava tudo tudo como então via a pessoa bem de pertinho, abraça, beija. Eh, é essa que é a condição que a gente tem. No no no caso específico, né, algumas matrizes são feitas numa penumbra bem fechada, não no total pretor, não fica completamente preto. Algumas ficam uma penumbra bem bem intensa, mas pouquinho de luminosidade. Isso também a gente tem. E é por isso que quando a gente vai pra sala de passe não tem iluminação forte na sala de passe. Por que que o a sala de passe tem a iluminação reduzida? Por que que o santo espírita quando vai fazer prece costuma diminuir a luminosidade? Porque se houver alguma emissão de fluidos, algum uma transferência para um, não vou falar a palavra cura para ninguém eh pensar em cura, mas algum fluido que favoreça a saúde de alguém, isso não seja frustrado em função da iluminação. E aí isso também acontece, né? >> E também tem um detalhe, né, Larrá, algumas materializações elas são luminosas. Então o ectoplasma ele é como se fosse de um material fosforescente. A que eu vi, por exemplo, a gente viu uma mão materializada e ela era esbranquiçada. Eh, naquele ambiente de breu total, a gente via aquela forma meio translúcida, esbranquiçada, >> mas era uma mão e a gente via claramente. >> Ai, meu Deus. Eh, eu contei, eu acho que nesse espaço aqui, né, alguns programas passados da minha assiduidade como médium de efeitos físicos reuniões de materializações no

a gente via claramente. >> Ai, meu Deus. Eh, eu contei, eu acho que nesse espaço aqui, né, alguns programas passados da minha assiduidade como médium de efeitos físicos reuniões de materializações no lar de Frei Luiz, inclusive o Dr. Paulo César Frutuoso é um colega meu de trabalho nesse processo >> e a gente teve durante anos experiências fantásticas, né? Materalizações luminosas, algumas são eh luminosas e normalmente os efeitos de materialização como uma névoa branca, né? Uma névoa branca. Então dentro de uma um ambiente muito escuro, essa névoa branca ela pode ser plenamente visível, né? É, >> então é é fácil de enxergar. E a pergunta, né, >> e o médium sofre com a queima? Ó, o médium sofre com a queima do e octoplasma? depende depende do do que esteja acontecendo. Quando a quando ele emite esse fluido e o fluido, digamos assim, não eh foi dissipado, queimado, foi desfeito, é possível que ele não sinta nada. Mas existem situações que a história relata que o espírito estava materializado. O espírito estava materializado e o cara acendeu a luz para ver o espírito. Aí aquela condensação de fluido que tá bastante grande, ela se desfaz e vai na direção do médium de uma vez só, como um jato de luz. Aí isso bate nele. Aí ele aí tem um caso, inclusive esse livro que a gente tá lendo, afinal quem somos contra. Cara tava amarrado na cadeira e o outro acendeu a luz e o espírito veio materializado direto naquele jato de energia nele, bate a cadeira dele cai para trás, ele fica convulsionando. Mas é uma circunstância em que eu tô com uma quantidade muito grande de ectoplasma fora do médio. Mas se eu tiver eh com uma doação pequena que se pô, a pessoa tá aplicando um passe aí e eu eu eu tenho tenho algumas pessoas que eu já vi falarem que quando elas davam passe na mão delas aqui no na palma da mão, criava uma substância branca, tipo uma pomada. Aí a pessoa pegava aquela palmada, ia passando nas pessoas, as pessoas já sabiam, aí mostravam a aqui, aqui minha, ele ia passando aquilo e aquilo sumia da

iava uma substância branca, tipo uma pomada. Aí a pessoa pegava aquela palmada, ia passando nas pessoas, as pessoas já sabiam, aí mostravam a aqui, aqui minha, ele ia passando aquilo e aquilo sumia da mão dele, aí ele passava. Então, eh, tem várias formas de processo de materialização, né? Esse cara, inclusive, quando ele fluidificava a água, ela parecia que tinha um sorrisal dentro. >> Olha que interessante. Olha só. Eh, nós temos só uma pergunta aqui que eu acho que é bom esclarecer também. É, como conseguiam tirar fotos de espíritos materializados? Como >> essas fotos? Elas estão de baixo daidade. >> É, exatamente. Eram, eram lentes especiais, com filtros especiais. E o que a gente precisa entender na dinâmica de uma reunião de materialização é que primeiro que a espiritualidade superior ela não age com improviso. Então tudo é previamente acordado, né, entre a direção espiritual material daquela reunião com os espíritos organizadores do trabalho espiritual propriamente dito. Então tudo é acordado previamente. Quando você tem um fotógrafo num ambiente para fotografar o fenômeno, para que haja comprovação da veracidade daquele fenômeno, os espíritos eh especializados nesse laboratório do invisível, que promovem as materializações, já estão ali preparados também com todos os recursos para neutralizar a luz emitida pelo flash da máquina, pelo equipamento humano, que vai ali, de uma certa forma perturbar, né, toda a dinâmica energética daquela situação. Então, isso já é previamente preparado. Nós não temos, meus amigos, ideia do que é, do quão magnífico é o laboratório do mundo invisível. Eles possuem equipamentos, recursos, técnicas, experiências. são verdadeiros médicos do espaço que trabalham, né, no tocante materializações voltadas para a cura. São cirurgiões especializados, médicos especializados, espíritos cientistas e técnicos envolvidos no processo. Então, eles dispõem de recursos que a gente não pode imaginar. O que que é importante conservarmos enquanto espíritos encarnados e sujeitos

dos, espíritos cientistas e técnicos envolvidos no processo. Então, eles dispõem de recursos que a gente não pode imaginar. O que que é importante conservarmos enquanto espíritos encarnados e sujeitos às injunções e aos limites da matéria? é cuidarmos do nosso posicionamento mental, da nossa disciplina, da nossa pureza de intenção de estarmos ali testemunhando um trabalho com Jesus, sem curiosidade, sem competições, sem vaidade de quem produz mais ou de quem produz para que esse grupo mediúnico plasme, e aí a palavra é exatamente essa, plasme. harmonia para que o laboratório do mundo invisível possa atuar. Porque se houver um mínimo traço de isenção, se houver um mínimo traço de eh atenções não voltadas para a finalidade maior da reunião, que é produção de bem e é produção de cura e é produção de alento, os espíritos superiores eles suspendem os trabalhos. Eu já vi isso acontecer, né? a equipe se mobilizar, a reunião começar e daqui a pouco vem o espírito responsável pela condução dos trabalhos e diz: "Nós não estamos conseguindo a psicosfera necessária para o desenvolvimento dos trabalhos. Não tá legal. E por hoje a gente vai interromper os trabalhos >> porque existem, né? Logicamente que eles não são não são não falta caridade descaridos >> de citar nomes, mas eles falam: "Existem elementos no ambiente que não se coadunam com a pureza do trabalho". E aí paraa meu >> simples assim para suspende, >> né? E para que o grupo possa se harmonizar novamente, para que haja estudo, para que haja eh conscientização de posições de trabalho, simplesmente se suspende o trabalho naquele dia. Assim, >> olha, eu eu tô com um amigo que está fazendo alguns experimentos nessa área de materialização e eu sugeri para ele para comprar uma câmera de infravermelho. Disse: "Compra aí pra gente poder filmar no escuro esse negócio, saber o que que acontece aí." Boa ideia. Vou tentar comprar. E então a gente tem recurso hoje que no século XIX não tinha. Já dá pra gente conseguir fazer. Mas eu queria que a gente lesse

sse negócio, saber o que que acontece aí." Boa ideia. Vou tentar comprar. E então a gente tem recurso hoje que no século XIX não tinha. Já dá pra gente conseguir fazer. Mas eu queria que a gente lesse só para voltar lá pro pobre do César de Lombroso tá pendurado até agora. Eh, volta aqui uma uma fala que tem sobre Madame Desperrance, >> que ela disse que ela coloca num livro aí >> aqui, ó. >> Isso, ó. A Mari, como é que é o nome? >> Maria Regina. Maria Regina. >> É Maria Regina. Ela diz assim um no livro que conta sobre Madame Desperrance conta que ela teve um grave problema em uma das pernas por acenderem luzes fora da hora, tá? Então, a depender de quanto de fluido tá fora, como é que é esse negócio, pode impactar ou não, se for pouquinha coisa aí, tudo bem, é vida que segue. Vamos para, vamos voltar para o Césare Lombroso. Então, o César Lombroso, ele ele passa a vida inteira dele fazendo essa depois que ele se converte ao espiritismo, ele passa a vida dele dedicada a isso. e vai produzindo vários relatórios, eh, tentando encontrar exatamente a robustez deste fenômeno e o foco dele era a comprovação da sobrevivência da alma. Então ele ele tinha uma ênfase muito grande nessa discussão da comprovação da da firmeza de se asseverar que sim, que que a a morte não era o fim da existência e que tinha muita coisa ainda paraa frente, né? Então esse foi o a grande contribuição dele nesse processo. Seus livros são muito ligados a essa questão da comprovação científica dos fenômenos espíritas. a gente a gente tem várias obras dele nesse sentido, né, que ele ele tinha uma uma faculdade muito muito grande de de se articular para buscar novos experimentos. resultado deixou uma grande contribuição. A literatura dele em espírita é bastante robusta nesse sentido e a gente pode confirmar isso. E a e tem um detalhe que eu queria falar que a CR até comentou da mãe dele, né? Ele tava uma vez fazendo uns experimentos com o Zapé Paladino. Aí ela pergunta para ele: "Por que que você me pede só besteira? Você fica me

que eu queria falar que a CR até comentou da mãe dele, né? Ele tava uma vez fazendo uns experimentos com o Zapé Paladino. Aí ela pergunta para ele: "Por que que você me pede só besteira? Você fica me pedindo essas coisas que são bagatelas. Disse: "O que é que eu posso pedir para você?" Aí ele disse, eu posso mater. Aí ela disse, eu posso materializar a sua mãe, mas você tem que pensar nela com firmeza e eu posso fazer com que ela se materialize. E aí tem um dia em que eles estão numa numa reunião e como a Cris contou, a mãe dele aparece lá e eles conseg ele consegue eh conversar com ela. ele deixou obras como eh animismo e espiritismo fazendo um bom estudo sobre isso, sobre estoglossia, mediunidade de falar línguas estranhas. Eh, o Zapia Paladino dava comunicações em inglês e ela era italiana, não conhecia inglês, mas eles faziam isso com ela. O, eles faziam perguntas em inglês, deixa eu ver se ela conseguia responder. Ela não só entendia como respondia numa língua que não era dela. Isso também está registrado. Eh, nossa, a literatura que ele deixou para nós é muito grande. Estudou sobre sobre transfiguração, mas observem que o recorte de preocupação dele é a mediunidade e mais especificamente mediunidade de efeitos físicos. Eu quero investigar esse fenômeno. É possível que os mortos se comuniquem. Eu quero provar. Então ele falava de telinesia, capacidade de você sentir a distância, as coisas, a a parte das manifestações paranormais, muitos fenômenos que ele produziu têm essa questão e também a parte dos animais, né? E também entrou nessa discussão aí sobre o >> comano, né? No >> isso. Uma coisa interessante eh a gente pensar também que as contribuições mediúnicas nesse aspecto romperam para >> falando do Bazano. >> Tô falando do Basano, né? >> É, não, os animais ele publica os animais têm alma, né? E vai ser, >> é, mas eu tô falando da pessoa errada, tô falando do Bzano, >> mas ambos tiveram ela experiências com as mães, tanto Bano quanto o Lombroso. Agora, em relação à mediunidade,

êm alma, né? E vai ser, >> é, mas eu tô falando da pessoa errada, tô falando do Bzano, >> mas ambos tiveram ela experiências com as mães, tanto Bano quanto o Lombroso. Agora, em relação à mediunidade, é interessante a gente fazer esse recorte histórico também, porque esses médiuns, eles eram egressos da crença católica, a maioria, ou católico ou protestante. Eles não tinham a mínima noção das doutrinas espiritualistas asiáticas, >> né? Então, eh, eles romperam paradigmas da sua própria cultura, das suas próprias crenças, porque uma Florent Cook >> dentro da Itália, dentro da Itália, >> na Itália. Imagina isso, mais católico impossível ali com Vaticano do lado, gente. >> Então, assim, eles, esses médiums, eles rompem paradigmas. Realmente, a pergunta era: "O que que tá acontecendo comigo?" Porque eu sei que eu não estou falseando, eu não estou querendo produzir fenômenos, os fenômenos acontecem. Então, o que que é isso? Que dinâmica é essa, né? O que que é o que que é essa tal de dinâmica espiritual que eu desconheço, que a minha religião não esclarece, porque eles eram religiosos ou não? Estavam inseridos numa cultura religiosa e precisaram romper paradigmas. né? >> Muito bem. Eh, eh, existe existe muitas contribuições nos experimentos que eu falei, tava falando vozo, né? queria falar Lombroso. Existe muitas contribuições que Lombroso deixou nesse nesse nesse campo do estudo do fenômeno. O foco dele era o fenômeno, a questão ali do fenômeno acontecendo, diferente de outros pesquisadores que tinham uma leitura um pouco diferente, né? próprio César, o o Bosano tinha umas umas visões mais abertas com relação a essas questões, né? >> É, agora lá Rai Ivana, o que é interessante é que todos eles, sem exceção, eles num determinado momento dessa trajetória investigativa, eles se depararam com uma situação prevista por Kardec, né? Muitos depois passaram, né, a acessar a literatura produzida por Allan Kardec, porque muitos até deram continuidade a esses experimentos até o início do século XX,

ma situação prevista por Kardec, né? Muitos depois passaram, né, a acessar a literatura produzida por Allan Kardec, porque muitos até deram continuidade a esses experimentos até o início do século XX, por exemplo, né? Mas quando Kardec nos coloca na gênese, né, aquele atestado dele que eu vou ler aqui, que eu separei para ler para vocês, assim como a ciência propriamente dita tem por objeto o estudo das leis do princípio material, ou seja, todos esses cientistas, positivistas, homens de ciência, se debruçavam com ferramentas que lhes eram eram próprias do estudo da dedicação que nutriam pela ciência com essas nesse escopo, nesse objeto de estudo das leis do princípio material. Então eles no início ficavam muito mesesmados e para eles ainda era sobrenatural, ainda era fenomênico, porque eles não encontravam explicações, porque claro, as explicações não estavam nessas leis do princípio material que eles estavam acostumados a desvendar. Você >> tem que desend >> o objeto de Kardec fala aí, Lará. Você tem que desaprender tudo para >> desaprender para alargar o olhar e entender que existe outro universo ainda >> que você não pisou ainda. Então vejam que interessante a cartilha, porque não deixa de ser uma cartilha que Kardec nos revela na gênese. Ele diz o seguinte, a o início da sentença é essa, né? Assim como a ciência propriamente dita tem por objeto o estudo das leis, do princípio material, o objeto especial do espiritismo que todos esses cientistas estavam naquele momento, na verdade, descobrindo é o conhecimento das leis do princípio espiritual. Espiritual. E eles não dominavam essas leis espirituais, não. >> Então, como você tá falando, é um desaprender para depois fazer um salto quântico, alargar o olhar e começar a entender que a matriz que deveria vigorar no raciocínio deles era uma inversão, porque o princípio das coisas não está na matéria. O princípio das coisas está na dinâmica espiritual. A dinâmica espiritual precede a dinâmica material. Então eles precisaram inverter

a uma inversão, porque o princípio das coisas não está na matéria. O princípio das coisas está na dinâmica espiritual. A dinâmica espiritual precede a dinâmica material. Então eles precisaram inverter o raciocínio para conseguir explicar, né? E Kardec é aquele que vai nos ofertar, né? Toda uma cartilha para ler esse novo universo que é o universo do não material. É muito interessante. Eh, eu queria só reforçar algo nisso aí, Cris, porque a gente ouve algumas pessoas que gostam muito de dizer assim: "Ah, porque Kardec nos alertou que o espiritismo ele é uma uma doutrina progressista ou é progressiva, né? Eh, mas nós temos que lembrar que Kardec também disse o seguinte, que se em algum ponto a ciência provasse que o espiritismo estava errado, ele abandonaria aquele ponto e seguiria com a ciência, não é? Mas nós temos que lembrar o seguinte: qual é o objeto da ciência espírita? De que que se ocupa a ciência espírita? Porque nós temos a ciência do mundo que trata das leis da matéria. E nós temos a ciência espírita que tem como objeto de estudo o mundo espiritual, os espíritos, não é? a vida além da vida do corpo. Então, se algum dia a ciência mostrar que o Espiritismo está errado em um dos seus princípios, lembrando o o os princípios que o Espiritismo nos traz são referentes à vida espiritual, ao intercâmbio entre os encarnados e os desencarnados. Então, nós não podemos pegar as coisas materialistas, das ciências materialistas do mundo para tentar enxertar na doutrina espírita para dizer que o espiritismo está desatualizado, porque existe uma ciência, uma ciência que é uma ciência social, que diz isso, que diz aquilo, porque na verdade são objetos de estão diferentes. Então, na verdade a ciência nunca comprovou que o espiritismo estava errado. Pelo contrário, a ciência, assim como nós vimos nesse capítulo, vem mostrando a validade, né, e a autenticidade daqueles fenômenos. E hoje ainda, né, a ciência se preocupa em em comprovar realmente essa existência de uma inteligência extracorpórea que a

capítulo, vem mostrando a validade, né, e a autenticidade daqueles fenômenos. E hoje ainda, né, a ciência se preocupa em em comprovar realmente essa existência de uma inteligência extracorpórea que a própria psicologia hoje já aceita e já admite, né, com a psicologia transpessoal, com a psicologia humanista. Então, eh, a gente tem que observar isso. Vamos entender bem essa coisa de ciência espírita, porque senão a gente acha que o espiritismo está a mercer dos equívocos dos encarnados, porque a gente sabe que ciência é algo dinâmico. O que hoje é aceito como verdadeiro cientificamente, amanhã já não é mais, não é? E os princípios que o Espiritismo nos trouxe até hoje, ninguém provou que eles estavam errados. E outra coisa importantíssima, Ivan, Elará, que a doutrina espírita no seu corpo de doutrina, ela ela traz algo na base que é o mais importante de tudo, é que dentro dessa estrutura ciência experimental, nós sempre vamos poder depreender contribuições morais, valores morais, Porque senão a gente fica entendendo o espiritismo como algo do de apenas cientificismo. Não é a ciência pela ciência, é a ciência comprovando a imortalidade da alma, justificando a providência divina na no seu planejamento estratégico das reencarnações para a evolução do espírito. Então, a ciência, o o tripé, né, o o terceiro pé, digamos assim, ciência vinculada ao espiritismo é algo que vai é um rio que vai desaguar no oceano do entendimento das contribuições morais dessa doutrina em favor da humanidade. Porque a gente não tá discutindo ciência, a gente tá discutindo ciência. A gente tá se utilizando da ciência para falar dos valores do espírito. Tem eh tem questões, né? Tem objetivos, o que eu quero dizer é isso, tem objetivo moral, não é a ciência por ciência, entende? É algo mais nobre, é algo para descortinar a dinâmica da verdadeira vida, que é a vida espiritual. Eu queria só destacar uma coisa que em 1945 o André Luiz publicou uma obra Missionários da Luz em que ele fala sobre o processo reencarnatório do Siges

ica da verdadeira vida, que é a vida espiritual. Eu queria só destacar uma coisa que em 1945 o André Luiz publicou uma obra Missionários da Luz em que ele fala sobre o processo reencarnatório do Siges Mundo e ele fala do comportamento interferindo na cromatina, ele fala da interferência do espírito nos genes. gente, é uma coisa completamente fora de tudo aquilo que a biologia jamais sonhou, sonhou que pudesse ser verdade. Então, eh, parecia assim uma fala de ficção científica, uma uma viagem do André Luiz. Só que o que que tá acontecendo agora? Está surgindo um ramo novo da da biologia chamado epigenética, que é a descoberta de que a genética é sujeito ao comportamento, que o comportamento da criatura pode ativar ou desativar genes, aquilo que a gente fala, chamava de predisposições móbiles, o cara traz uma doença incubada e de acordo com o comportamento, ela pode eclodir ou não. Hoje os cientistas não existe sim, chama epigenética. é a metilação das bases que pode provocar os nucleotídeos que podem provocar a alteração do genoma. E aí essa frase que eu falei, ela é dos biólogos. Isso. Nós estamos precisando desaprender tudo que aprendemos para reaprender uma nova genética totalmente diferente. Só que a genética do século XX que tá surgindo agora com a a epigenética, é a genética que nós tínhamos em 1945 com a obra do André Luiz. Isso é é fantástico, né? Então é essas descobertas aqui que acabam sendo. Gente, eu escrevi aí no grupo Bano porque era para vocês lembrarem que eu eu eu falei aquilo, mas eh não era do Bosano, não, tá? Eu eu tava falando Bano, mas era César Lombroso, tá? >> Isso. >> Eu eu troquei o nome dos personagens aí. Não era o o o César, o Não era o Bano, não. Bano a gente ainda vai falar. É. E ó, é bom a gente começar a falar dele porque nós já estamos com mais de uma hora de live, o tempo passa muito rápido e daqui a pouco chega a hora da gente encerrar. >> É verdade. Bom, deixa eu fazer aqui então um resuminho do Bano no seguinte sentido. Por que que eu tava frisando a questão

o tempo passa muito rápido e daqui a pouco chega a hora da gente encerrar. >> É verdade. Bom, deixa eu fazer aqui então um resuminho do Bano no seguinte sentido. Por que que eu tava frisando a questão do César Lombroso? naquele objeto de estudo dele. O objeto de estudo do César de Lombroso é focar especificamente nas manifestações mediúnicas, no fenômeno mediúnico. O César Lombroso, ele não era criminalista, era filósofo. Então, a pegada do do Bzano é diferente. O Pozan, ele chegou a ameaçar de ver aquilo que Kardecu, aquilo que Leon Deni viu, porque eh Bzano se debruçou na janela das consequências morais. Ele ele enxergou as questões que diziam respeito eh ao comportamento das criaturas, só que ele faz com o método científico. O que que que o o Ernesto Bzano faz? Ele começa a investigar os fenômenos psíquicos da hora da morte. Então o que que ele vai fazer? Paulo faz a seguinte jogada. Ele pega vários espíritos que desencarnaram e pergunta: "Como é que você tá do lado daí? Você tá bem? Você tá mal? Que aconteceu? Que que houve? Tentando montar um mapa. Eu era assim, fiquei assim. Eu era assado, fiquei dessa forma. Tentando fazer um depara. Quem era assim ficou assim. Quem era assim ficou assim. Fenômenos psíquicos da hora da morte. É um estudo que ele faz tentando descobrir qual é a relação entre a conduta da criatura e a sua vida do outro lado. E ele vai entregar como resultado dessa obra uma coisa que o movimento espírita, eu não sei por, trata de maneira diferente. O movimento espírita parece que não representa a doutrina consoladora, porque o movimento espírita adora ameaçar as pessoas. O movimento espírita adora dizer: "Ah, vai desencarnar mal." Ih, vai todo mundo bravo. Ih, vai todo mundo. E o experimento do do do Bzano não diz isso. O experimento do Bzano diz: "Não, eu descobri que o ser humano mediano desencarna medianamente e que o e o que o o o indivíduo altruísta desencarna muito bem. E quem fica mal é o indivíduo que durante a vida foi torto. Se você tem uma vida

scobri que o ser humano mediano desencarna medianamente e que o e o que o o o indivíduo altruísta desencarna muito bem. E quem fica mal é o indivíduo que durante a vida foi torto. Se você tem uma vida digna, se você tem uma vida dentro dos padrões, você fica meia boca do lado de lá, né? Exato, Paulo. É, é a mesma proposta do céu e o inferno. Só que ele ele não vai além, mas ele chega a fazer essas conexões. E ele ao concluir diz: "Olha, a minha conclusão é: se você for mediano, você não vai ficar mal, você não vai ficar bem, não vai ficar mal." Quando Kardec trabalha no livro Céu e o Inferno, os espíritos em condições medianas, ele diz: "Foram aqueles que na terra cumpriram suas obrigações e que estão do lado de lá numa condição que eles não experimentam nem a felicidade, nem a tristeza. Eles estão num num estado de uma certa frustração pelo fato de não terem aproveitado de maneira melhor as suas existências. Então é, eles são um que, eles têm um q de melancolia, né, pela essa característica de suas almas, quando encarnados eram meio melancólicos e depois que desencarnam continuam melancólicos porque não são almas que foram além do dever, cumpriram o dever, como diz Joseph Bre no livro Céu e Inferno, eh, eu fui justo aos olhos dos homens, mas não fui justo aos olhos de Deus. Aos olhos de Deus, eu olhei muitas oportunidades, embora os homens tenham achado que eu era eh muito bom. Essa conclusão do desse livro dele e da crise da morte também, essas obras vão fazer com que Ivone do Amaral Pereira faça um estudo sobre esses aspectos, dizendo que a desencarnação dos indivíduos não é como muitas vezes nós pensamos, né? Então, eh, tanto a crise da morte como fenômenos psíquicos da hora da morte, veja que é um estudo diferente do do lombroso. Não tá escarafchando a a comprovação eh da mediunidade como um fenômeno objetivo. Ele tá enxergando as consequências morais que essa questão possui. Ele não chega a fazer uma proposta, mas ele diz: "Gente, eu encontrei isso. Olha, a

ação eh da mediunidade como um fenômeno objetivo. Ele tá enxergando as consequências morais que essa questão possui. Ele não chega a fazer uma proposta, mas ele diz: "Gente, eu encontrei isso. Olha, a situação ética é essa. Se você tiver uma vida razoavelmente equilibrada, a tendência é que você fique bem. E a e aí ela quando a gente tem, né, como legado todo esse volume monumental de obras, né, assentadas na lógica, assentadas na ciência experimental espírita, com cunho filosófico, como Bano imprimia na sua produção literária, como Leon Den imprimia na sua produção literária, como Kardec, né? eh dando a dimensão de terceira revelação e dando segmento à segunda grande revelação, que foi a vinda do Cristo entre nós, nos entregando a boa nova e nos entregando o evangelho. E vem Kardec e amarra tudo isso em tríplice aspecto, né, eh, na culminância da doutrina espírita. E aí a gente fala de novo e de novo e de novo. A gente não vai cansar de se falar isso. Precisa estudar, gente. Precisa voltar no espiritismo clássico, se debruçar sobre essas obras desses grandes homens. Romance espírita é ótimo, não tem problema nenhum ler romance espírita, mas vamos nos assenhorar das nossas realidades, principalmente para aqueles que intentam seguir um curso de formação mediúnica. Não dá para praticar mediunidade às cegas. A mediunidade ela vai continuar potente. A condição mediúnica vai tá sempre ali. Mas a quem a gente tá servindo? a Deus ou a mamã. Então, a gente precisa se assenhorar das nossas competências para colaborarmos de uma maneira melhor. E como é que a gente se assenora dessas competências? Estudando, recorrendo a esses tesouros desse passado. Tá tudo lá. Produção literária do século XIX é imensa. E eu não vejo o movimento espírita consumindo Charles Richet. Eu não vejo o movimento espírita consumindo axacov. Eu não vejo o movimento espírita consumindo Delane, eu não vejo o movimento espírita consumindo eh Banano e todos esses a gente passa ampassã. Ah, eu sei quem é,

movimento espírita consumindo axacov. Eu não vejo o movimento espírita consumindo Delane, eu não vejo o movimento espírita consumindo eh Banano e todos esses a gente passa ampassã. Ah, eu sei quem é, eu tenho uma leve ideia de quem é, mas as pessoas não pegam esses livros e não estudam e tá tudo lá. Como é que a gente, o que que acontece comigo na hora da morte? Tem lá o romance do irmão Jacó no livro Voltei, maravilhoso. Mas tem também no fenômeno da morte de Bano, a crise da morte, melhor dizendo, de Bano. Tá tudo lá detalhado, passo a passo, o que que acontece contigo, né? Então é falta da gente acessar esses materiais, né? Vamos voltar a ter contato com o espiritismo clássico. Eu acho que esse é um dos objetivos, né, Lará Ivana, da gente tá tentando reavivar Pedro Grano, da gente tentar reavivar Herculano Pires, porque são as nossas bases. Leon Denis são as nossas bases e Kardec, né? É, eu tava aqui refletindo sobre isso. Se nem Kardec a gente se preocupa em estudar, quçará os demais. É isso aí, gente. Olha, eh, nós nós já estamos daqu, eh, daqui a pouquinho a gente já começa a seguir pro encerramento. Nós temos que, eh, duas questões para vermos aqui. A Cris preparou um vídeo pra gente de Natal, uma mensagem linda que a gente vai mostrar daqui a pouquinho, né? Vocês já sabem que os vídeos da Cris são os vídeos da Cris, né? Lindo, lindo, lindo. E nós também temos que falar sobre o nosso recesso, porque nós estamos agora aí já mês de dezembro, né? Daqui a pouquinho já é Natal, vem a virada de ano, então nós vamos dar um intervalo porque Elará precisa de férias, Cris precisa de férias, eu preciso de férias. Não sei se a gente vai ter férias, mas que a gente precisa, eu tenho certeza que a gente precisa. Então, eh, esta é a nossa última live do ano. Nós vamos retornar em 2026. E aí, Elahá, a gente tava pensando que talvez em fevereiro, não é isso? Porque janeiro normalmente o pessoal sai de férias, né? Tá todo mundo muito voltado para comer este ano. Que que vocês

em 2026. E aí, Elahá, a gente tava pensando que talvez em fevereiro, não é isso? Porque janeiro normalmente o pessoal sai de férias, né? Tá todo mundo muito voltado para comer este ano. Que que vocês acham, meninos? Pode ser. Ó, a primeira, o o carnaval vai na segunda. Ah, tô falando baixo. É 2027. Ele é no começo de fevereiro. >> Não, mas ele é na segunda semana de fevereiro, o carnaval. >> Ah, é? Ah, tá. >> É, ele é na segunda semana de fevereiro. Nós tínhamos pensado, olha, eu tinha pensado aqui, olhando o calendário, na segunda quinta-feira de fevereiro, nós temos uma quinta-feira antes do carnaval. Quinta-feira. Não, gente, quarta-feira. Terça-feira. Terça-feira. Esquece o o o quinta. Eh, o dia 10 de fevereiro. 10 de fevereiro. Eh, é uma, é na semana do carnaval que vai começar o carnaval no dia 13, sexta-feira. Vocês acham que é uma boa data? >> Pode ser. Tem, pode ser. É bom, é bom ouvir o que que o pessoal aí eh também tá opinando sobre a questão pra gente poder >> Isso. É isso aí, gente. Ó, nós queríamos decidir junto com vocês aí se vocês acham que é uma boa ideia a gente retornar na em fevereiro, que seria na segunda, terça-feira, dia 10, dia 10 de fevereiro, tá? Coloca aí no chat pra gente. Ó, o Paulo concordou fevereiro. >> É legal. >> Ó, enquanto o pessoal vai colocando ali a opinião, eu vou compartilhar o vídeo da Cris. Pode ser que é uma mensagem lind Natal para nós. Deixa eu colocá-lo aqui. Ah! Ah! >> ا Oh. >> ا [música] >> E aí, gente, que seleção de texto bem feita. >> Que coisa linda. Muito bom. Achei linda, linda. Linda. >> Tava aqui anotando as frases que eu achei muito boa. Aquela, aquela de João, >> não, tem uma de João muito boa. Se alguém diz que permanece nele, deve andar como ele andou. >> Ele >> é. Ó, vou dizer para vocês que eu vou colocar esse vídeo no canal do Conecta Espiritis do YouTube, porque aí quem quiser rever estará lá, tá? Na na nossa playlist da série Afinal Somos Espírito Notembro. né, pessoal? E aí, nós temos algo mais ou nós já podemos caminhar pro

cta Espiritis do YouTube, porque aí quem quiser rever estará lá, tá? Na na nossa playlist da série Afinal Somos Espírito Notembro. né, pessoal? E aí, nós temos algo mais ou nós já podemos caminhar pro encerramento? Como é que nós estamos aí? Acho que podemos ir pro encerramento. Acho que podemos. >> OK. Bom, então eu quero começar agradecendo a todos por estarem sempre com a gente, né? mesmo quando a gente tem qualquer problema, a gente coloca um aviso aqui. O pessoal tá ali no chat deixando recado. Isso é muito gostoso, é muito bom nós estarmos aqui com a participação de vocês. A vantagem de ser ao vivo é essa, porque a gente realmente pode interagir, né? Então nós vamos formando amigos. Eh, eu espero que a gente possa se encontrar presencialmente por aí, pelos eventos espíritas, né? E que no ano que vem a gente esteja juntos aqui seguindo nesse estudo que é tão gostoso, tão agradável e a gente gosta tanto. Agradecer a Cris, a Elahá pela parceria, pela oportunidade e eu passo para vocês para nós finalizarmos. Eu quero agradecer aí a presença de todos nessa nossa segunda temporada, porque a nossa primeira temporada foi uma temporada falando da doutrina secreta e na nossa segunda temporada a gente trabalhou mais o avanço da ideia, como foi que depois que houve o descolamento disso até chegar esse momento nosso das nossas pesquisas. Então, quando for em 2026, a gente vai voltar para os nossos ambientes mais filosóficos, né? Nós vamos ter algumas incursões ainda nessa parte mais científica, mas a gente volta a retomar alguns pontos filosóficos paraa construção do pensamento espírita em cima da lógica resultante das experimentações, dos fenômenos observados, né? Então, aguardem na terceira temporada um retorno reflexivo das verdades espíritas sobre a luz dos fatos observados. >> Muito bom. É, a gente vai permanecer juntos, né? Muitos também pedindo notícias da Denise. Eu estive recentemente com Denise numa outra live. Denise tá bem, tá lá eh ainda administrando as questões, né, da vida

É, a gente vai permanecer juntos, né? Muitos também pedindo notícias da Denise. Eu estive recentemente com Denise numa outra live. Denise tá bem, tá lá eh ainda administrando as questões, né, da vida pessoal dela, vida familiar, mas se Deus quiser, teremos aqui um parteto em breve, né? Porque da Ivana a gente não abre mão mais, já tá ali no DNA, já tá como tatuagem na nossa pele, então não tem mais como abrir mão de Ivana, mas quem sabe a gente possa vir a formar um quarteto, né? e continuarmos essa jornada rumo ao conhecimento que tem como finalidade maior o burilamento da nossa essência, do nosso melhor, né? Eu acho que esse é o grande objetivo desse nosso encontro quinzenal aqui, que possamos trocar informações, trocar entendimentos, nem conhecimento, mas entendimentos para que possamos nos construir pessoas melhores. Gratidão pelo carinho de todos, pela assiduidade, né, pelo pela noção de pertencimento que a gente percebe, que todos nutrem por esse espaço, que é realmente um espaço comum a todos nós, um espaço preparado com muito carinho para que nós nos reunamos aqui, que realmente haja sempre nesse espaço a força integradora desse desse sentimento e desse amor que a gente tem uns pelos outros. Muito obrigada. É uma felicidade imensa tá aqui nesse espaço com vocês. Gratidão. Feliz Natal para todos. Ótimo fim de ano. Isso aí, gente. Natal. >> Que venha, que venha ano que vem. >> Que venha. E vamos terminar com música, tá? Porque a vida é para valer. E é isso que a gente vai ver agora, gente. Beijo a todos. Feliz Natal. Até 2026. >> Talvez [música] você esteja imaginando que a [música] vida seja apenas ilusão. Não, mas eu te [música] digo, viver vale a pena. Para cada desafio que vencer, você tem mil motivos para crescer. >> E mesmo que a vida diga não, sorrir é construir [música] a solução. Os lens [música] do quer existem. Atalhos e caminhos [música] para seguir. O importante é nunca desistir. Então agora vem viver em paz, cantar, sorrir e ser um pouco mais.

onstruir [música] a solução. Os lens [música] do quer existem. Atalhos e caminhos [música] para seguir. O importante é nunca desistir. Então agora vem viver em paz, cantar, sorrir e ser um pouco mais. Em cada dia uma esperança, [música] a paz, a luz, o amor. Então eu te convido a refletir. Pense, não desista, fique [música] aqui. Eu tenho fé, a vida é para valer. Pencer [música] na vida é viver. Então agora [música] vem em paz para ser um pouco mais. E cada dia uma [música] esperança, a paz, a luz, o amor. Então eu te convida [música] que você não desista, fique aqui. Eu tenho fé, a vida é [música] para valer. Vencer na vida é meu. Eu tenho fé, [música] a vida é para valer. Vencer na vida é [música] viver. Eu tenho fé. A vida é para valer. [música] Quer vi? Yeah. [música]

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