Live 29 - Afinal, somos os espírito no tempo? Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky
Live 29 – Afinal, somos o Espírito no tempo? Facilitadores: Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky O estudo das obras: Afinal, quem somos – Pedro Granja e O Espírito e o tempo – Herculano Pires será realizado quinzenalmente, terças-feiras às 21h30 Link para os vídeos apresentados na live: https://drive.google.com/drive/folder . PDF da obra: Afinal, quem somos? Capítulos: https://drive.google.com/drive/folder . Gráfico do Elarrat: https://drive.google.com/drive/folder
เฮ ту туту. Ah. Muito bem, boa noite. Cá estamos novamente depois de um longo intervalo, né, Larrá? >> É verdade. É verdade. Fizemos aquela nossa live sobre a sociedade dialética com aquele grupo de cientistas, né? E aí na quinzena passada nós estivemos impedidos. Eu estive fazendo uma peregrinação pelo Nordeste na semana passada. Eu andei por nove cidades. Em uma semana fiz 15 palestras. Entrei pelo aeroporto de Recife, no Pernambuco, e saí em Juazeiro do Norte, no Ceará. Andei 780 km nesses dias, fazendo a cada dia uma palestra num canto diferente e nos finais de semanas, três em cada dia. Andei por muitos lugares, vi muita gente, conheci muita coisa e e trouxe de lá uma uma coisa muito legal, sabe, Ivana? Eu considero que eu ganhei um presente nesta viagem pela possibilidade que eu tive, porque já faz um bom tempo que o movimento espírita discute sobre juventude, como trazer o jovem para casa. Aí se discute que o jovem não quer, mas o jovem tá sofrendo e não sei o quê e que precisa modernizar. Muita discussão se faz, mas ninguém chega a lugar nenhum. E lá no último dia, como se fosse assim um presente que eu recebi, eh, eu tive um insight de uma forma que a gente poderia trabalhar para atingir a mocidade, seria nós criarmos dentro do trabalho de atendimento espiritual, uma turma específica só para jovens. Então, você faz o atendimento da casa espírita lá com atendimento fraterno, tem palestra pássegua fluidificada. mediúnica e etc, etc. E fica todo mundo num salão. Então, qual é a ideia? A gente pega quem é jovem, tira de lá, bota numa roda de conversa. Hoje o assunto vai ser boa noite, Graça, Lazarine. Hoje o assunto vai ser sobre eh sexualidade, depois sobre aborto, conflito familiar, eh ideiação suicida, mutilação, ansiedade, depressão e roda de conversa. Então eles vão poder colocar suas histórias, não é um grupo de jovens, mas a gente vai acolher porque esse pessoal tá perdido. Lá na frente daqui a 6 meses a um ano, aí você pode dizer assim, ó, quem tiver
eles vão poder colocar suas histórias, não é um grupo de jovens, mas a gente vai acolher porque esse pessoal tá perdido. Lá na frente daqui a 6 meses a um ano, aí você pode dizer assim, ó, quem tiver interesse, a gente vai montar um grupo de estudo espírita para aprofundar esses conhecimentos que vocês estão tendo. Só aqui uma noção mais um pronto socorro, né? seria um pronto socorro e depois você vai para o trabalho de estudo mesmo. Essa ideia me veio e eu acho que é uma ideia que ela cabe muito bem no movimento espírita e pode dar realmente um acolhimento, >> nossa >> para essa turma grande que não está encontrando forma de se colocar na casa espírita. >> É, nossa, bacana, hein? Pois é, gente. Boa noite mais uma vez para quem tá chegando. Ô, Flávia, o óculos vermelho não combina com blusa rosa, entende? Por isso que a gente troca o óculos, tá? A Flávia tá dizendo, cadê o óculos vermelho? Hoje não tem óculos vermelho, pessoal. A Cris, nós também estamos com saudades da crise, mas vocês se lembram que a crise ela estava naquele processo de mudança, né, de sair de uma casa, ir para uma casa nova. E a crise se mudou ontem. Ontem ela entrou finalmente na casa nova e ainda não conseguiu a instalação da internet. Então, ela não está conosco hoje porque ela ainda não tem internet em casa, ela não teria como acessar hoje, tá? Mas no nosso próximo estudo ela estará conosco, com certeza. E também a gente precisa justificar com vocês, porque eh há 15 dias atrás, na data do nosso estudo, como disse Felá, ele tava com uma dificuldade, eu tava com dificuldade. Então, às vezes, infelizmente, isso acontece, né? chega na nossa dia, na nossa data de estudo, a gente tá com algum impedimento por algum motivo e acabou que a gente não fez a live, né? Eu sei que muitas pessoas perguntaram, inclusive mandaram e-mail pro Conecta, sabe, perguntando: "Cadê a live, onde que tá a live 29 e tal, mas é porque realmente nós não fizemos, tá? Foi isso. Então, hoje nós estamos na live 29 dando sequência à aquele assunto
ail pro Conecta, sabe, perguntando: "Cadê a live, onde que tá a live 29 e tal, mas é porque realmente nós não fizemos, tá? Foi isso. Então, hoje nós estamos na live 29 dando sequência à aquele assunto que a gente conversou, né, da última vez que estávamos, eu e a Lará, aqui falando sobre o livro do Pedro Granja, não é isso, Larra? Conta pra gente aí como é que vai ser. Então, a gente na nossa última live tava comentando sobre aquela comissão de 33 sábios que foi composta, que fez um estudo meticuloso, concluiu pela veracidade dos fenômenos, mas quando foi na hora de publicar o o texto eles haviam descoberto, os caras não quiseram assinar. os que assistiram e viram, não, eu não assino, não posso assinar. Não assinaram e foi feito apenas um relatório. Esse relatório não foi publicado como livro, ficou como relatório interno, as pessoas têm acesso a ele, mas ele não se tornou um livro realmente assinado por todo mundo, mas uma publicação de menos alcance, né? Então, de certa maneira, é um pouco frustrante você ter uma comissão formada por tanta gente que identificou tantos fenômenos que atestou a veracidade do que aconteceu, mas não se predispôs a confrontar com o materialismo que era muito forte na época, né? Eh, o século X era um período assim de muita negação. Talvez hoje, porque já existe um pouco mais de flexibilidade, as pessoas já estão mais eh menos armadas de com relação a medo, à religião, né? Talvez hoje a gente pudesse fazer alguns avanços, como tem acontecido nas experiências atuais de de experiência de quase morte, em que os cientistas estão publicando, eles estão fazendo e estão publicando. Eles não estão publicando que o espírito existe, eles estão publicando que a memória não fica no cérebro. Onde elá fica, eles não sabem, mas eles estão confirmando que realmente a pessoa tá morta e tá tendo eh a possibilidade de lembrar. Maria Regina Cardoso Dária. Eu falei isso no começo da live, exatamente para todo mundo ouvir e levar essa informação para onde quer que possa
pessoa tá morta e tá tendo eh a possibilidade de lembrar. Maria Regina Cardoso Dária. Eu falei isso no começo da live, exatamente para todo mundo ouvir e levar essa informação para onde quer que possa chegar. Então, se a gente puder levar isso e testar, eu gostaria, porque acho que é uma ideia muito boa. A ideia não posso, ah, eu tive uma ideia, não, assim, acho que a ideia é muito boa e penso que pode fazer um grande bem para o movimento espírita a esse acolhimento. >> É verdade, eu concordo. Pois muito bem, ela vamos começar falando então, né, desses desses outros que tiveram coragem, né, porque aquela comissão não teve coragem, mas tiveram outros que tiveram, né? >> Exato. É, é aí que é a pegada, sabe? Porque a gente fica assim meio frustrado quando lê o capítulo 13, que foi o capítulo que a gente estava vendo das pesquisas que foram feitas, e quando chega no final a frustração pela não publicação em alto e bom tom aquilo que essa comissão havia conseguido eh descobrir. Mas eles não foram os únicos. Eles não foram os únicos, não foi só uma comissão. Isso aqui é bonito. Não foi só uma comissão, não foi só uma pessoa. E é aquela coisa que Kardec coloca no livro O que é o Espiritismo. Se algum dia se queimarem todas as obras espíritas, destruírem tudo que foi escrito sobre ele, ele se reescreverá. Ele se reescreverá. Por que que ele se reescreverá? Porque está na lei da natureza não é fruto do pensamento de um homem. Se está na lei da natureza, ele vai eh eh acontecer mais cedo ou mais tarde. Vai ter um momento em que isso isso vai ser percebido, né? O o os próprios pesquisadores da época analisavam essas questões e e faziam as suas considerações também por esse aspecto, né? Tem um, a gente vai ver um pouquinho mais sobre ele mais à frente, mas tem um filósofo inglês muito conhecido, chama William James. William James tá em todas as queem faz faculdade estuda William James porque ele é um um grande pensador do século XIX, inspirador de Darwin e mais vários outros. Ele dizia o seguinte: "Gente,
James. William James tá em todas as queem faz faculdade estuda William James porque ele é um um grande pensador do século XIX, inspirador de Darwin e mais vários outros. Ele dizia o seguinte: "Gente, essa história de que eh existe vida após a morte, de que os espíritos existem, isso não nasceu nesse século. Isso desde na antiguidade se fala, se fala, se fala, se fala. Então isso é uma coisa que se fala, se fala, se fala, aí você abafa, destrói aquilo, vem de novo, se fala, se fala, se fala, está passando na hora da ciência olhar com atenção para isso, porque não é possível que um fenômeno sociológico, que se repete tantas vezes na história não traga seus traços de veracidade. Então, eh, então o que que a gente vai perceber aqui? Esse fenômeno, ele é um fenômeno da lei da natureza e, portanto, não foi só aquela comissão que investigou, muitos outros cientistas também fizeram. E o capítulo 14 da obra do Pedro Granja, o livro Afinal, quem somos? no capítulo 14, reúne uma quantidade significativa de sábios comentando sobre isso. Teve uma vez que eu contei, sabe, lá tem 80, se eu não errei a conta, tem 84 cientistas que eh trouxeram as suas contribuições. E ele agrupa esses cientistas por região, Inglaterra, Estados Unidos, França, Itália, outros países. ele vai segmentando esses esses estudiosos de acordo com a característica de cada um deles. E hoje, particularmente, a Ivana e eu decidimos trazer para vocês a história dos 20, dos 20 pesquisadores citados por Pedro Granja, que são grandes nomes da ciência, são professores universitários, reitores, pesquisadores, eh congressistas, eh estadistas. Tem alguns que não são cientistas, são da área política, né? São estadistas, são políticos. Mas a quase totalidade deles são cientistas de peso, com publicações bastante volumosas no campo da ciência. E são esses mesmos homens que analisavam as ciências do ponto de vista objetivo, que disseram: "Nós vamos investigar". Não é mais aquela comissão, não. Aquela comissão é aquela comissão. Agora são
ia. E são esses mesmos homens que analisavam as ciências do ponto de vista objetivo, que disseram: "Nós vamos investigar". Não é mais aquela comissão, não. Aquela comissão é aquela comissão. Agora são eles individualmente e aí vai acontecer, tarã, aquilo que a gente sempre quis. Ao invés de uma publicação feita por aqueles cientistas daquela comissão, eu trago hoje centenas de livros publicados por diversos pesquisadores, tanto da Inglaterra como dos Estados Unidos, que apresentaram as suas reflexões sobre o fenômeno da mediunidade. E assim, eh, um ponto a observar antes da gente começar, mas eh os estudos dele são todos estudos puramente científicos, comprovação da imortalidade da alma. não trazem as discussões que Kardec traz, consequência moral, necessidade da mudança do homem, a proximidade com pensamento de Jesus, o entendimento mais filosófico. Não, não, não, não. Esquece isso. A publicação desses homens é: "Pesquisei, investiguei e concluí que é verdade. Pesquisei, investiguei e descobri que é verdade." E aí, eh, primeiro dos nomes que, eh, Pedro Granja cita na obra dele é um, um membro da Real Sociedade de Londres, que era a sociedade que reunia as maiores cabeças, né? Porque a sociedade dialética, que foi aquela que fez aquele estudo, ela foi composta por um elenco de cientistas. Mas esta real sociedade Londrina era onde os grandes pesquisadores de todas as áreas era muito larga. É uma sociedade que tinha um propósito diferente. A sociedade dialética se reuniu naquele momento para estudar o fenômeno e dar um parecer sobre ele. A sociedade londrina não era isso. É a sociedade dos cientistas que inicia desde a época que eu era menino, lá atrás no século sei lá qual. E aí ela vem passando os séculos e as suas cadeiras vão sendo ocupadas por cientistas diversos. E aí a gente vai ter o primeiro dos nomes que a gente fala hoje aqui é de um engenheiro elétrico, um cara que dedicou a sua vida para estudar os fenômenos da eletricidade. Era aquela época da telegrafia, o início
vai ter o primeiro dos nomes que a gente fala hoje aqui é de um engenheiro elétrico, um cara que dedicou a sua vida para estudar os fenômenos da eletricidade. Era aquela época da telegrafia, o início do código Morse, ele fez a comunicação, as ideias para comunicação por cabo submarino, ligando a América com a Europa. na época não tinha satélite, então fizeram um cabo e existe até esse cabo. O cabo vai para baixo do mar assim e atravessa o oceano e liga os dois países. Depois que o satélite veio, isso aí ficou em desuso, né? Mas ele existe ainda porque é uma forma de comunicação. E o nome dele era Vley. Esse Vley, ele era um grande um grande pesquisador da área de engenharia elétrica, faz fez muitos objetos para o estudo eh referente à questão da eletricidade naquele período nascente das telecomunicações. Para quem não sabe, eu sou engenheiro de telecomunicações. Então ele inclusive é um uma pessoa eh identificada na história da das telecomunicações pelas contribuições que ele deu. E vai acontecer alguns estudos de cientistas, não ele especificamente, mas outros vão estudar médiuns. E foi esse Varley que fez alguns dos equipamentos que foram utilizados por William Crooks, o o cientista que estudou Florence Cook, aquela que materializava Kate King, ele que produziu vários dos objetos elétricos que eram utilizados para a investigação da mediunidade dela e de Daniel Douglas Home. Daniel Douglas Home era outro tipo de mediunidade, não era como a de Florence. mediunidade de flora se era materialização, escretava o ectoplasma e materializava Kate King principalmente. Já o Daniel Dunglas Home, ele não materializava, ele levitava, levitava objetos e principalmente ele saía por uma janela, entrava pela outra. Foi investigado de foi virado do avesso esse cara. E as experiências feitas com Daniel Douglas Romo, elas foram eh utilizaram equipamentos que foram desenvolvidos por Varley. Então, esse cara ele tinha uma mulher, ela era ela era médium e era a convivência com ela como médium que deu a ele as
s Romo, elas foram eh utilizaram equipamentos que foram desenvolvidos por Varley. Então, esse cara ele tinha uma mulher, ela era ela era médium e era a convivência com ela como médium que deu a ele as convicções. Porque eu vejo, eu podia até ter dúvida, mas os fenômenos que minha mulher produz retiram de mim qualquer dúvida sobre a existência eh desse tipo de de fenômeno. Ele, portanto, acaba se eh sendo uma figura importante pelas declarações, pelas publicações que ele fez, não é? E também pelos equipamentos que ele produziu e que ele participava. das pesquisas científicas que eram feitas naquele período. E aí é >> e tem um tem outro fator sobre ele também, né, Larra, que é muito interessante lembrar, é que depois ele também se descobriu médium, >> porque ele tinha mediunidade de cura e foi essa mediunidade que ajudou a curar a enfermidade da mulher, que, né, sofria com muitas enfermidades. Então ele pode sentir em si também a mediunidade acontecendo, né? Então, e isso é assim muito fascinante. E se a gente não tem o aquela publicação daquela sociedade, a gente tem aqui as publicações desse primeiro cientista, mas tem outros, tem só ele, tem outros também que se juntaram. Existe um segundo nome que também Pedro Granja lembra, que inclusive ele tem o o o título de SIR. O título de Sir é dado apenas para os grandes pesquisadores. Isaac Newton era Sir. Sir, Isaac Newton é como se fosse assim o cavaleiro da rainha. Quando você recebe esse título, você é um título eh de gratidão. A rainha, quando ela tem gratidão por alguém, ela concede a muitos muito poucos. E o cara tem que ser destacado para que ele possa merecer esse tipo de de manifestação. E esse aqui chamado Barrer, ele recebeu o título também de Sir, né? E ele pertencia à Sociedade de Pesquisas Psíquicas, que era uma sociedade permanente, diferente daquela outra, uma sociedade permanente que estudava fenômenos psíquicos na segunda metade do século XIX. E ele então eh também produziu literatura sobre isso. Tem
uma sociedade permanente, diferente daquela outra, uma sociedade permanente que estudava fenômenos psíquicos na segunda metade do século XIX. E ele então eh também produziu literatura sobre isso. Tem inclusive uma obra chamada Umbras do Invisível. Esse umbral aí não é no sentido do umbral como a gente pensa, né? Uma coisa. Porque umbral tem a ver com as palavras umbro, que é sombra, penumbra. A penumbra é a mistura da luz com a escuridão, né? Você tem a luz, tem as trevas e tem a penumbra. Então o umbro vem de sombra, local sombreado, onde não tem luz plena, mas não é escuridão, é meia luz. Então, eh, a gente tem muito o nome de no espiritismo, o nome de umbral para essa questão. Mas uma porta, ela tem um umbral da porta. O umbral é a é o portal, né? É, é aquele negócio onde entra o castilho da porta e ele criou uma obra chamada Noz do invisível, que é exatamente o portal do mundo invisível, ou seja, a porta que dá acesso para o mundo invisível. E ele estudou o fenômeno da morte, o fenômeno da sobrevivência do espírito. Por isso que são um braz do invisível. As pesquisas se concentravam na confirmação de que sim, que existe vida após a morte, que os espíritos daqui passam pro lado de lá. Mas ele tinha uma natureza muito inflamada. Então assim, os textos que ele escrevia eram texto assim muito muito indignados, né? Ele era muito indignado com as coisas. Não é possível que a pessoa não compreenda como como que o cara quer discutir se ele não conhece nada, né? Então ele ele não tinha muita paciência para lidar com essas questões. Ele parece muito com Oliver Loder. O Oliver Lod também não gostava de discutir com quem era discrente, mas eh o Barret, que era Sir Barrer, ele tinha essa característica de eh quando escrevia carregava na tinta. Paulo Wter carregava na tinta criticando os opositores, indignado com quem não crê. E esses livros estão aí, sabe? Eles estão disponíveis, Ivana, para quem quiser consultar os experimentos que esses homens faziam, onde a gente percebe que, de certa forma
, indignado com quem não crê. E esses livros estão aí, sabe? Eles estão disponíveis, Ivana, para quem quiser consultar os experimentos que esses homens faziam, onde a gente percebe que, de certa forma o ambiente acadêmico não tem muito interesse de investigar sobre isso, porque outras pesquisas, às vezes solitárias receberam uma atenção muito maior do mundo acadêmico. Você pega uma uma pesquisa de de Charles Darw que ele levanta a hipótese da origem das espécies e aquilo ali norteia uma mudança no rumo da ciência. E quando você pega esse conjunto grande de pesquisadores trabalhando, publicando, investigando e trazendo as suas conclusões, você vê o ranço que o mundo científico tem e de não querer fazer contato com esse conhecimento, de não ter interesse. Por isso, né? >> Não aceitar. E é interessante, né? Porque ele fala que ele não tem dúvida nenhuma da existência da alma e do mundo espiritual, né? Ele fala que ele não tem a menor dúvida de que a alma sobrevive e que existe um plano espiritual onde essa alma vive, né? É muito interessante. >> Sim. E e essas convicções, eles vão tirando do quê? Dos experimentos que eles vão fazendo. Não é só um experimento, eles vão fazendo experiência, experiência. Não. E esse outro de onde veio, como é que é? E vão confirmando, vão, vão fechando a lógica das coisas. Buenas noites, Marcelo. Seja muito bem-vindo. É muito bem, >> muitos deles falam, né, que estudam, que estudam esses esses fatos há mais de 40 anos, há mais de 30 anos, estudando, né, e essas questões, >> esses estudos. É, teve alguns deles que se dedicaram muitas décadas, César Lombroso, Alexander Axacov, dedicaram décadas de suas vidas para isso, né? E tem um um outro que ele também comenta na obra, esse é bem conhecido do movimento espírita. Quando a gente cita os principais pesquisadores espíritas do século XIX, esse aparece que também é sir, assim como o anterior, o Barret, esse também é sir. Esse é Olive Lod. Oliver Lodge, ele ele é físico e tem uma uma formação diferente do dos outros.
ritas do século XIX, esse aparece que também é sir, assim como o anterior, o Barret, esse também é sir. Esse é Olive Lod. Oliver Lodge, ele ele é físico e tem uma uma formação diferente do dos outros. Então ele estuda as questões do mundo físico e ele quer investigar a existência dessas coisas. E ele tem um currículo invejável. O cara é presidente da Associação Britânica de Cientistas, né? presidente. Ele é reitor da Universidade de Birmingham. Então não é um qualquer. Ele é reitor da universidade, ele é presidente da sociedade de pesquisas psíquicas. aquela aquela sociedade que Barr era membro, sociedade de pesquisas psíquicas e eh Barr era membro dela, mas o Olive Lord era o presidente dessa associação e ele ele é um um grande pesquisador porque ele publicou 16 obras sobre a questão da espiritualidade. Por isso que ele é tão visível, né? Ele fez, ele tem muitas publicações no campo da física, que era a área de concentração dele, mas só do mundo espiritual, só das pesquisas da sobrevivência da alma, ele tem 16 livros diferentes. Por que que essas coisas não chegam? Por que que a academia não abraça essas questões, sabe? E e eu tava outro dia conversando o professor Severino contando uma história. A história do professor Severino é a seguinte. Professor Sivirino em 2004 ou 2006, eu nem lembro mais, ele vai ele vai para a Itália e na Itália ele vai a a Pompeia, onde teve o Vesúvel. Aí ele chega com o guia e diz assim: "Eh, eu queria saber se tem aqui na cidade alguma casa, alguma coisa que tenha pertencido a um senador romano chamado Púbio Lentolos". Aí o cara diz: "Lentulos, tem tem uma casa aqui de um senador romano". Sim. "O senhor pode me levar lá?" disse: "Não, não vou lhe levar porque a casa tá fora do roteiro. A a gente vai andar e vai passar perto dela, mas eu não posso levar lá porque sai do roteiro. Mas o senhor pode pelo menos me indicar onde ela é para quando tiver perto para eu achar?" Aí ele disse: "Tudo bem, eu lhe indico quando chegar." Ele foi colado no cara. Quando chegou
sai do roteiro. Mas o senhor pode pelo menos me indicar onde ela é para quando tiver perto para eu achar?" Aí ele disse: "Tudo bem, eu lhe indico quando chegar." Ele foi colado no cara. Quando chegou perto do local onde tinha a casa, o o guia disse assim: "É nessa rua aqui, ó, o senhor vai entrar aqui lá no final, tá a casa que é do senador". Aí ele sai, junta um grupo pequeno de espíritas e eles saem vendo casa por casa, procurando alguma indicação até que eles chegam numa casa lá na frente escrito Domos Cornélia, porque o nome dele era públio Cornéo Lentolus. Cornélio Lentolus. Domos Cornélia. Aí ele bate foto, bate foto, bate foto disso, bate foto daquilo, faz todo um registro fotográfico, né? E procura saber qual é a historicidade daquela Domus Cornélia e descobre que ela realmente pertencera a senador romano da família dos Cornélios e Públo lento Luçura, que é o bisavô dele, era o proprietário, passou pra família e tal. Beleza? Aí ele pega esse material e vai na obra de Chico e junta o texto que ele traz da psicografia feita em 1940, que é quando o livro é escrito. Ninguém nem sabia que tinha Domus Cornélia na em Ponteia. Ele produz um artigo científico e submete o artigo científico para uma revista. Em que ano foi publicado? Nunca. >> Nunca. Aí ele me falando: "Como que você pode fazer ciência se a ciência tá contaminada pelo viés da descrença? A ciência não pode ter viés. Se eu descobrir uma coisa que contradiz o que tem para trás, isso tem que ser publicado para levantar a discussão. Senão eu fiz, ninguém publicou". Então é assim, as coisas são produzidas dessa forma e a ciência tem muito medo das coisas espirituais. Então esse material produzido por esses homens, ele acaba não tendo a visibilidade que poderia ter, porque a própria ciência esconde o trabalho que eles fizeram. Esse Olivilote, ele tinha algumas coisas bem incisivas, ele também produzia discursos. Então ele pega, ele fazia discurso, depois imprimia os discursos dele e os discursos dele eram pauleira
fizeram. Esse Olivilote, ele tinha algumas coisas bem incisivas, ele também produzia discursos. Então ele pega, ele fazia discurso, depois imprimia os discursos dele e os discursos dele eram pauleira e ele tinha uma característica, é esse cara que tem a característica que eu falei ainda agora, ele não discutia com discrente, cara. Não, porque isso não existe. O senhor pesquisou? Então não discute comigo, cara. Você não pesquisou e quer dizer que não existe. Então eu eu não discuto com quem com quem eh eh Olha só, a Marta Cassab esteve lá. Verdade. Senti uma emoção incrível dentro daquela casa. Ninguém sabe da história por lá. Isso não é incrível. Isso é fantástico. Isso é fantástico. Mas a gente não vê a a potencialidade científica que existe num fenômeno dessa ordem. E ele e ele também eh eh tinha nos seus discursos uma frase bastante, na qual ele, assim como o anterior, o Sir Barr, também dizia: "O mundo espiritual é real, não tenho dúvida sobre ele. Ele realmente existe, é isso mesmo. Eh, não existe dúvida nenhuma sobre a a existência da vida após a morte. E eu não discuto com quem é descrente. Vá estudar primeiro, vá pesquisar e depois quando você pesquisar com isenção, aí você conversa comigo. Porque eu tô pesquisando, tô vendo uma coisa. Você não quer pesquisar e quer discutir sem ter conhecimento de causa, só porque acha que não deve ter, porque na sua cabeça não pode ser, vá pesquisar para depois vir falar comigo. Esses homens, eh, o Paulo tá falando que poderia ser um ponto turístico em Pompeia. Paulo hoje já é porque os espíritas vão lá e perguntam onde é que fica a casa do povo nego? Então hoje já está no percurso, tá? Quando eles fazem o percurso, eles passam pela casa deles, porque muita gente quer saber e aí acaba que >> eh mudou o roteiro das visitações na cidade. >> É muito interessante isso, não é, Ivana? muito, muito. E uma coisa interessante no discurso do Ciro Oliver Lod que ele diz que ele não tem dúvida porque ele conversou horas com companheiros dele já
>> É muito interessante isso, não é, Ivana? muito, muito. E uma coisa interessante no discurso do Ciro Oliver Lod que ele diz que ele não tem dúvida porque ele conversou horas com companheiros dele já falecidos, não é, que também são homens de ciência e que tudo que ele trouxe, que eles trouxeram para eles de informações, não deixavam margem nenhuma paraa dúvida de que eram realmente aqueles companheiros que já estavam mortos aqui do ponto de vista da matéria, mas que voltavam para conversar com ele, como ele poderia conversar com qualquer pessoa que estivesse ali naquele auditório ouvindo o discurso dele. >> Isso é impressionante, gente. Isso é impressionante. Outro dia eu tava conversando com Aroldo Dutra Dias, ele comentando que esteve numa reunião. Você parece que teve nessa reunião também, não esteve? Uma reunião me quer >> lá em Salvador. >> Sim, >> sim. É >> ele falando que o Arnaldo Rocha falava com ele assim bem na cara dele que o sopro do do ar que saía da boca do Arnaldo batia na cara dele aqui. Assim ele sentia o Arnaldo falando na cara dele, a voz do Arnaldo, as falas do Arnaldo e o o sopro dele vindo na direção dele. >> E é fenômeno de voz direta. Não é que tinha um médium falando, era voz direta. Nós tivemos em duas reuniões dessas, em dois anos seguint eh seguidos, nós participamos lá. Muito, muito >> Isso é muito impressionante. Isso é muito impressionante. A Maé tá dizendo que a sogra dela dava as obras básicas para as pessoas dos crentes e dizia: "Leia, depois conversamos". É melhor mesmo. Vai dar uma lida nisso aí. Aí, aí a gente conversa. Vou lá, conversar sem ler não dá. Só que tem uma coisa, masé, as obras básicas, se você bem olhar, Kardec, ele não traz essa substância eh de comprovação científica. Ele parte do pressuposto que esses homens entregaram esse material. O meu papel é daí paraa frente, dado que isso é verdade, porque isso aconteceu, né? É diferente de você pegar um livro de William Crooks, por exemplo, ele diz no dia tal. eh, peguei a médium e coloquei
meu papel é daí paraa frente, dado que isso é verdade, porque isso aconteceu, né? É diferente de você pegar um livro de William Crooks, por exemplo, ele diz no dia tal. eh, peguei a médium e coloquei no tal local, fiz esse experimento, não sei o quê. Ele faz os relatos das experiências. A gente tem um pouco disso na obra do Leão Deni. Leão Deni quando trata do problema de ser do destino, ele fala sobre essas experiências. Ele conta experiências eh eh mediúnicas que aconteciam. Kardec não tem muito esse viés de dia a tal. Eu peguei um vaso de parafina e botei uma substância, mas os outros tinham, cada um no seu quadrado. Papel de Kardec era analisar as consequências morais do fenômeno, ele e Leon Deni. Os outros a comprovação técnica científica do fenômeno. Então são são histórias fascinantes que a gente encontra. Tem um outro pesquisador que também é lembrado por Pedro Granja, que ele não era da universidade, não era professor, não era cientista, ele era um congressista, um político, ele era um estadista norte-americano chamado Robert Owen. Não sei se vocês sabem, mas eh William Crooks investigou de 1870 a 1874 a mediunidade de Florence Cook. que que manifestava um espírito chamado Kate King. Só que Kate King não era o nome dela, isso era um pseudônimo. O nome dela era N Owen A N E espaço O W E N Owen. Esse era o verdadeiro nome de Kate King. Ela teria vivido na Índia durante um período, desencarnou e veio para esse experimento. E o nome desse pesquisador aqui é Robert Owen. Ele tem o mesmo sobrenome verdadeiro da Kate King. Ele também era congressista, ele era, na verdade, eh, ligado às questões políticas dos Estados Unidos, mas ele estudou os fenômenos e comprovou a sua veracidade. Tem até um livro, não tem, Ivana, chamado Espiritismo na Casa Branca, uma coisa assim. da que fala das reuniões mediúnicas que o >> o Rosvell fazia, >> o Lincoln, o Lincoln, >> é, >> né? Ele tinha uma médio que ia na Casa Branca >> e ele tinha um, ó, no Google Maps já tem a marcação da
da que fala das reuniões mediúnicas que o >> o Rosvell fazia, >> o Lincoln, o Lincoln, >> é, >> né? Ele tinha uma médio que ia na Casa Branca >> e ele tinha um, ó, no Google Maps já tem a marcação da casa em Pompeia dos Coronel. Olha aí, tá vendo? Eu tô achando que os espíritas são muitos. Ai, nós mudamos a história, meu Deus. Então, vamos lá. Na Casa Branca tinha umas umas reuniões que aconteciam lá. O o Lincoln, ele consultava uma mulher que era médium, que aparecia por ali, fazia algumas informações. Então, esse conhecimento da vida espiritual, ele não passou o despercebido da Casa Branca, tá? não passou. E conversando com Jusara Cornigold, el tava falando o quanto que o o Lincoln é presente dentro do movimento espírita americano, como ele é, como ele participa numa função assim. Eu vou o livro é sessão mediúnica na Casa Branca. Espetáculo. Eu queria ter um filho assim. Deus não me deu um filho desse jeito assim, tão tão bom de disso. Mas tudo bem. Mas vamos lá. Então, não é estranho que tenha um congressista que estudou, porque a Casa Branca fazia, a rainha Vitória, rainha Vitória também fazia reuniões dentro de do palácio de Buckham. Isso é muito interessante você ver que eles tiveram acesso a esse conhecimento, mas isso acabou ficando meio que velado, mostrando igual o que aconteceu com a doutrina secreta, que ela permeou a história durante milênios, mas sepultada por um uma camada de de proteção que não deixava com que ela chegasse. na sociedade, nos bastidores da história, o tempo todo, os templos egípcios estudando o conhecimento espiritual sem entregá-lo para a humanidade como um todo. E aqui de novo, liga no século XIX, esse trem explode, todo mundo poderia pegar, os caras têm, mas vem a turma do abafa e não deixa que este conhecimento se torne assim tão conhecido como poderia ser. Muito bom. Ah, aqui a mas é falando do mesmo livro sessões espíritas na Casa Branca. São espírita, são mediúnica, não sei meu nome, meu nome lá em cima era sessão mediúnica, que eu acho que é melhor.
Muito bom. Ah, aqui a mas é falando do mesmo livro sessões espíritas na Casa Branca. São espírita, são mediúnica, não sei meu nome, meu nome lá em cima era sessão mediúnica, que eu acho que é melhor. Sessão mediúnica é melhor do que sessão espírita, né? Porque aqui nós estamos numa sessão espírita, né? >> Tem um monte de espíritismo aqui é espíritão. Estamos falando espiritismo. Muito bem. Muito bem. Um outro pesquisador que a gente tem também citado na obra, ele não era um cientista, mas eles ele era um homem atrás de procurar fraudes. Ele era um conhecedor das técnicas de mágica predig >> preste digitação. Preste digitação, que é aquela habilidade, o cara pega assim a carta na mão e a carta assom na mão dele e você diz: "Como é que esse cara fez isso? É a habilidade que o cara tem de mexer dados e esconde objeto na na manga." Então, essa habilidade, esse esse outro personagem da história pesquisava muito. >> Ele era um professor, né? >> Oi. >> Ele era um professor George Sexton. Sim. E aí ele pesquisa durante 15 anos o fenômeno espírita. Ele vai pesquisar durante 15 anos, vai confirmar que os fenômenos são legítimos e vai escrever três livros sobre o assunto. Olive Lod fez 16, esse fez três, mas tá ótimo, tá bom. Ela publicou, publicou, já tá bom. fez três livros analisando os fenômenos e confirmando que sim, era verdade, que aqueles fenômenos não eram mágica, que não era isso. Então, ele usa do prestígio dele, da visibilidade social que ele possuía para fazer a publicação e legar para a humanidade que sim, ele confirmava pela via da área do conhecimento dele que sim, esses fenômenos eram legítimos. mais um pesquisador do século XIX deixando seu contributo sobre essa questão que era eh muito importante, né? Vamos para o próximo. >> Vamos. O Crawford >> é o Crawford. Crawford era tinha doutorado e era professor de mecânica. Craford, professor com PhD, né, PhD em mecânica. E como ele era de estudava física e estudava dentro da física mecânica, do que que ele se ocupou?
ford era tinha doutorado e era professor de mecânica. Craford, professor com PhD, né, PhD em mecânica. E como ele era de estudava física e estudava dentro da física mecânica, do que que ele se ocupou? fenômenos de movimentação de objetos, cada um no seu quadrado. Ah, se eu sou físico e estudo mecânica e sei como se dá o movimento dos corpos, eu vou usar da minha ciência, sou PhD, para investigar esse negócio aí que o corpo move de lugar, mesa levanta, eh, aquelas mesas pesadas sobre Não, isso é possível, não é possível. Então nós eh nós vamos perceber aí um outro pesquisador trazendo seu contributo, foco do CrowF, especificamente fenômeno de efeitos físicos, movimentação de objetos, identificação da legitimidade das mesas gerantes, das mesas flutuantes, né? Porque as mesas também subiam e as mesas desciam. Aí tinha alguns que diziam: "Não, isso é uma alucinação coletiva". A mesa não sobe para lugar nenhum, as pessoas entram num processo de histeria, a mesa sobe, as pessoas, a mesa não sobe, as pessoas hipnotizadas pensam que a mesa subiu, a mesa desce, não aconteceu nada. É tudo ilusão. Aí tudo bem, então é ilusão. Aí foram para uma próxima reunião, a mesa subiu e quando chegou lá em cima, a mesa se jogou. Eu não queria ser o dono da mesa. Aí a mesa se jogou de lá de cima e plá, poxa, uma mesa do século XIX quebrar, meu amigo, porque o negócio foi feio. A mesa caía e as pernas dela se abriam todinhas. Então é muito pesado aquelas madeiras de lei. E aí se diz o seguinte, né? A alucinação não quebra a mesa, a alucinação não destrói objetos. Então, eram as confirmações. Não tinha como filmar, né, naquela época não tinha as filmagens. E aí as mesas subiam, caíam, quebravam essas mesas. E aí se poderia dar a confirmação de que sim, os fenômenos não eram fruto de uma alucinação. Esse Crauford vai escrever seis livros diferentes falando sobre essas questões. Boa noite, Adriano. Máximo, seja muit Meu filho, você errou a terça-feira, meu filho. Você errou a terça. >> Quase que Adriano vem hoje abrir a live
eis livros diferentes falando sobre essas questões. Boa noite, Adriano. Máximo, seja muit Meu filho, você errou a terça-feira, meu filho. Você errou a terça. >> Quase que Adriano vem hoje abrir a live pra gente. Achei que eu não ia chegar a tempo. Ele tava lá de prontidão. Qualquer coisa ele corria aqui e começava até eu chegar. Mas deu certo. Legal. >> Pois é. Então esse esse Crawford também deixou grandes contribuições só nesse estudo de movimentação de objeto. >> É >> seis livros, hein? >> Oi. >> Seis livros, né? Muita. >> Seis livros. Ele produziu seis obras tratando sobre o fenômeno mediúnico com o foco centrado na telinesia, na nessa habilidade de movimentação de objetos, no fenômeno de efeitos físicos de transporte, todas essas coisas que dizem respeito a isso. Bom, eh, eu até me antecipei um pouquinho falando do próximo, que é o William James, que é é um dos mais conhecidos dessa lista. William James, ele era filósofo, na verdade, né? Ele era reitor da Universidade de Harvard. Ele construiu até um sistema e de pensamento. Seu seu nome é muito visto quando se estuda a filosofia do século XIX. Ele é um dos grandes homens que estrutura o pensamento. Inclusive, o pensamento dele é um pensamento muito humanista de de William James, o que é muito razoável em função das crenças que ele desenvolveu pelas experiências que teve a chance de participar. Era ele que dizia: "Ora, se uma teoria volta, volta, volta, volta, volta, aí passa o tempo, vem de novo, vem de novo, aí fala fulano, fala não sei quem". Puxa, mas todo mundo fala disso. Tá na hora da gente olhar com atenção para isso, porque não é uma coisa que surgiu e desapareceu ao longo da história. Quantas vezes se repetiu e em quantas culturas se disse que existe vida após a morte? Desde a pré-história que se fala isso. Desde a pré-história, os vários povos antigos todos falavam de vida após a morte. Todos. Não tem nenhum povo antigo que disse: "Não existe alma". Todos. Então, cara, eles não tinham conexão entre si. De onde vinha essa
ia, os vários povos antigos todos falavam de vida após a morte. Todos. Não tem nenhum povo antigo que disse: "Não existe alma". Todos. Então, cara, eles não tinham conexão entre si. De onde vinha essa convergência de ideias? É aí que entra o pensamento de William James dizendo se todo mundo fala de diversas culturas, você pegar na história dos povos aqui americanos, porque os nossos povos aqui, nossos índios do Brasil também tinham a crença de que depois da morte a alma sobrevive. também tava. Ele pega os incas, as tecas, maias, os povos ameríndios também estavam, né, eh, prcolombinos, como nosotros dissemos aí, na espanhol, os povos pré-colombinos também estavam cheios dessas crenças. Não há nenhuma cultura antiga que não tivesse a compreensão da imortalidade da alma. Aí o William James disse: "Cara, não é possível. Isso é muito repetido, tem que dar uma olhada nessas questões, né? E ele ele faz muitas publicações sobre essas questões referentes à espiritualidade. Tem várias publicações deles nessa nessa área, né? Sim. >> Aí o o Pedro Granja, ele vai destacar três pesquisadores que trabalhavam juntos. Eles produziram juntos e um deles também produziu sozinho. Eh, Frederick Meers, Frank Podmore e um outro chamado Gurney. Esses três pesquisadores trabalhavam juntos, faziam pesquisas juntos e publicavam as obras em conjunto. E eles reuniram numa obra chamada Fantasmas dos Vivos, 489 fatos de manifestações. E aí eu diria para vocês, se fosse 500, eu até poderia achar, ah, eu tenho conta redonda aí. Mas se foi 489, é porque realmente era 489, né? Porque senão, porque se fosse teria arredondado para 500. arruma mais 11 aí pra gente poder fechar essa conta, pelo amor de Deus. Não, mas a obra traz 489 fatos de manifestações espirituais. E esses três pesquisadores não conta os estudos que esses caras fizeram. desses três havia havia um deles que era o Frederick Meers também publicava sozinho. Ele publicava junto com os dois e publicava sozinho também várias informações acerca dos experimentos
aras fizeram. desses três havia havia um deles que era o Frederick Meers também publicava sozinho. Ele publicava junto com os dois e publicava sozinho também várias informações acerca dos experimentos espirituais. Gente, vejam que riqueza de material nós temos e que está esquecido pela humanidade. Esses homens arriscaram seus nomes, seu prestígio, sua visibilidade científica e o mundo científico pegou as obras deles e não divulga. Procure uma obra desse. Você acha? Difícil achar. Por quê? Porque não há interesse no mundo ateísta que nós vivemos. no mundo acadêmico que tem desinteresse pelas coisas espirituais em resgatar a efetiva verdade, fica muito voltado para a repetição de suas teses confortáveis e que não colidem com as visões de mundo que se tem, né? Então, eh, esse, a, a, a academia hoje não tem interesse de publicar isso, porque isso colide com o eixo central do pensamento, né? Então, deixa eu ficar com tá bom. Não vamos falar desse assunto. Não, vai ter que revisar tudo que a gente pensa. >> Resultado, material excelente produzido do século XIX, esquecido aí nos cantos da história. >> É, ele fala também que o Podmore ele publicou também um sozinho, que é o moderno espiritualismo, espiritualismo moderno, >> espiritualismo moderno, >> né, né? >> Que que é o nome que o espiritismo tem, né? Ele é muito chamado espiritualismo moderno. >> Por quê? Porque o espiritualismo é o espiritualismo. Tudo aquilo que fala que existe vida após a morte é espiritualismo. E nos Estados Unidos usava-se muito esse termo espiritualismo moderno, para representar o pensamento mais alinhado com o pensamento espírita. Tanto que o museu que que hoje tem o barracão aonde a família Fox eh viveu aquele tempo, é o museu do espiritualismo moderno. Ele não é o museu do espiritismo, ele é museu do espiritualismo moderno. Tem uma obra de Arthur Conandoil chamada História do Espiritismo. Hoje o pessoal revê o nome dela e o nome dela é a história do espiritualismo. Porque o que o Artur Conandoide faz ali
ualismo moderno. Tem uma obra de Arthur Conandoil chamada História do Espiritismo. Hoje o pessoal revê o nome dela e o nome dela é a história do espiritualismo. Porque o que o Artur Conandoide faz ali é resgatar a biografia de várias pessoas que tiveram experiências espirituais, mas não necessariamente espíritas. espíritas, >> foram médiuns. Então, durante um tempo, esse livro saiu com o nome de A história do Espiritismo. Hoje, mais recentemente, ele já aparece dito a história, a história do espiritualismo. >> Deveria ser do espiritualismo moderno, né? Porque >> é que é o espiritualismo moderno, né? É >> exato. >> É como o livro, o problema do ser, do destino e da dor. Quando quando o Leão Deni lançou essa obra, o nome dela era O problema do ser e do destino. Não tinha d >> era tanto que a primeira parte é o é o problema do ser, a segunda parte é o problema do destino e não tem uma terceira parte, problema da dor. A terceira parte são as potências da alma. Aí ele tem muitas edições, muitas publicações dessa obra com o nome O problema do Ser e do destino. Se você pegar o livro e abrir e olhar o título original em francês, está lá o problema do ser e do destino. Não tem dador. Última edição que ele fez, quando ele já tava >> perto da minha idade, ele mudou o nome do livro. Não vou botar diferente. O problema do ser do destino e da dor. Aí pegou mudou. Então, tem muitas pessoas que se referem a essa obra como o problema do ser e do destino em função da história que essa literatura possui. >> É, eu me lembro que as edições lá do Leon Deni, do Celt, eles usavam o título original, >> problema do ser e do destino. É, muitas edições do Celt faziam isso. As da FEB colocavam, né, a nomenclatura última, mas Cel colocava a primeira. >> Olha só. Muito interessante. Muito bom. Então vamos para a frente. Tem um químico dos Estados Unidos, da Penilvânia chamado Robert Heir. Esse era um ardoroso combatente da doutrina espírita. Ele era um opositor, um detrator. E ele então foi investigar esse negócio.
. Tem um químico dos Estados Unidos, da Penilvânia chamado Robert Heir. Esse era um ardoroso combatente da doutrina espírita. Ele era um opositor, um detrator. E ele então foi investigar esse negócio. Não é só ele, tem outros também que viveram essa mesma experiência, né? Mas ele era um combatente do pensamento espírit. Eh, César Lombroso também. César Lombroso é César de Lombroso era era opositora ao espiritismo. Numa reunião que ele foi, a mãe dele se materializou e p acabou o homem. Então esse Robert Harry aqui, ele também era um detrator e muito combativo. Aí ele começa a fazer experimentos e ele é uma pessoa muito digna, porque ele de combatente se torna defensor. Eu acho isso uma coisa incrível, né? que se fosse eu, se fosse eu, tô falando de mim, se eu fosse um detrator de uma doutrina e eu fizesse e ela desse certo, eu simplesmente recuava e não falava mais mal dela, mas eu não defenderia. Eu acho que eu não faria essa volta tão grande. Eu sempre di, deixa isso lá, deixo quieto, eu vi umas coisas aí, ó, vamos deixar assim. Não, do mesmo jeito que ele, como Paulo de Tarso atacava, quando ele se converte, ele vira um, >> ele vira um defensor, >> convertido. >> E aí ele vai produzir obras confirmando a veracidade do fenômeno espírita. Esse fato. >> Oi. >> Não, é só interessante dizer o seguinte, que ele fala que ele resolveu se dedicar ao estudo para que ele pudesse combater o que ele chamava de crescente demência popular que se pronunciavam para essa grossa ilusão chamada espiritismo. E aí ele então chegou à conclusão de que era ele também era então um demente, porque quando ele entendeu, né? Eh, é muito interessante isso, que ele entrou, ele resolveu estudar motivado para esclarecer as pessoas que ele achava que estavam iludidas pelo espiritismo. >> E não é só ele, né? Não é só ele. Nós temos um outro professor de química também. Os dois são químicos, só que esse é da Academia dos Estados Unidos, Dr. Mapes, que ele também foi investigar porque dizia que o povo tava tomado por uma tal de magia
outro professor de química também. Os dois são químicos, só que esse é da Academia dos Estados Unidos, Dr. Mapes, que ele também foi investigar porque dizia que o povo tava tomado por uma tal de magia moderna. Então, ele queria combater a magia moderna. E assim como o outro Robert Hay, esse Mapes também faz os estudos, se convence do contrário, passa a ser um defensor da causa. Eu acho isso assim impressionante, sabe? as pessoas entrarem com um foco, acontecer uma uma mudança na vida delas e elas fazerem esse processo de transformação assim tão significativo. Não sei se eu faria, talvez eu falando de mim, defeito meu, eu silenciaria, não falaria mais mal. Mas eu acho incrível você ser um um cientista que foi e que brigou. Isso é mentira. Isso não pode depois é verdade. Achar que cara tá maluco. Então, esses daí são os pesquisadores que a gente tem. Eh, a até aqui, se para quem se perdeu, nós já falamos de 12 desses cientistas. 12 deles. Aí tem um outro que que era anatomista chamado Herbert Mayo. Esse era anatomista, então ele queria investigar o fenômeno de manifestação mediúnica, as matérias. Eu conheço a anatomia, sou anatomista, vou estudar esses fenômenos aí para ver o que que existe neles. E ele então analisa, investiga os fenômenos e depois publica os experimentos que ele chegou. Então ele vai, faz os experimentos e também publica. Então vejam quanta publicação a gente tem até aqui desses homens interessados em deixar. para as gerações seguintes, o conhecimento sobre a existência da vida após a morte. >> É, e ele fazia parte do colégio de cirurgiões de Londres, Real Colégio de Cirurgiões de Londres. Então, essas pessoas elas não são desconhecidas, elas tiveram uma participação efetiva no mundo científico, deram seu contributo e deixaram seus experimentos, né? >> Eh, a Asu tá perguntando em que ano o está citando as pesquisas. A maioria são do século XIX, né, e início do século XX, né, Lar? >> Sim, algumas são da viradinha do século X, mas da da primeira parte ali
a Asu tá perguntando em que ano o está citando as pesquisas. A maioria são do século XIX, né, e início do século XX, né, Lar? >> Sim, algumas são da viradinha do século X, mas da da primeira parte ali >> alguma coisa desse gênero, né? Não, não é mais moderno, porque a obra do Pedro Granja é de 1946, então não pode ser posterior a isso. Então nós estamos da do século anterior e da do iniciozinho do século XX, que alguns deles atravessaram, né, passaram para o século XX. Aí a Lará agora tem o desafio aí de fazer uma outra obra semelhante a essa que o Pedro Granja fez falando desses homens valentes do século XX, né? >> É. Aí tem que botar o Alexander Moreira, né? >> Tem, com certeza. Primeiro nome que me vem. >> É, tem que botar botar botar Hernani Guimarães. >> É, tem. Nossa, tem é o Júlio Peres, o >> desor >> desce, tem muita gente, né? Isso, isso só no nosso círculo, né? Sem falar em outros. >> Além de nobre, além nobre. >> Pois é. >> É, o material da AM tá aí cheio de de referências importantes nesse sentido. Bom, nós temos um outro que era professor na Universidade de Oxford chamado Dr. Oxon. O dele era de Oxford e o nome dele era Oxford. Acho que ele era um predestinado. E esse cara, ele ele era psicógrafo, ele era médium psicógrafo e estudou também a psicografia. Você veja que cada um deles vai para um ângulo diferente que ah que ah não, eu meu meus estudos estão sobre psicografia. Então, o Dr. Oxon porque ele estudou esse fenômeno. Mas notem que mesmo estudando estes fenômenos, nenhum deles transcende para o aspecto moral. Pode observar. Todos eles vão até a fronteira da comprovação científica e se dão por satisfeitos quando eles carimbam: "Eu confirmei que o fenômeno é legítimo, mas eles não tiram as consequências morais", né? Isso é um uma coisa >> é >> muito interessante, >> ó. Interessante interessante sobre o Dr. Oxon é que ele era médium, né? Ele era também um médium de efeitos físicos e de psicografia. E ele era conhecido no meio eh espiritualista como Stentonal Moses.
. Interessante interessante sobre o Dr. Oxon é que ele era médium, né? Ele era também um médium de efeitos físicos e de psicografia. E ele era conhecido no meio eh espiritualista como Stentonal Moses. Ele tinha um pseudônimo, né, para os trabalhos mediúnicos de psicografia que ele tinha. E aí ele fala que na verdade ele é a prova daquilo, porque ele ele sentia nele, né? >> É resultado das próprias experiências dele, né? Então é uma acadêmica experiência, né? Pois é, exatamente. Eh, o Paulo Wter tá tá lembrando do frutuoso. Exatamente. O frutuoso também é um outro desse. >> Paulo frutuoso. >> É, >> vou falar nisso, há uns dois anos atrás, Paulo Frutuoso foi para um congresso em Sergipe e ele dança muito bem. Ele pegou uma bailarina lá e dançou e o pessoal filmou ele dançando. Aí espalharam na rede social que eu tava dançando com a moça. Aí eu tive, gente, não sou eu. Eu não sei nem dançar, não sei nem andar que eu devia dançar. E aí era para todo lugar que eu chegava. Aí eu vi você dançando. Não sou eu, meu amigo. Eu nem ando que tirar dança. Vamos lá. Eh, ele também produziu três obras com sobre essa questão da psicografia, né? Ele também traz a sua contribuição, deixando aí um material interessante sobre esse aspecto e com as experiências pessoais que ele possuía, né? Um outro que a gente também tem, faz parte desse elegan já nos traz, era professor de geologia em Newcastle. Esse cara chamava Barcas, Dr. Barcas também era PhD. É outro PhD que também investiga o fenômeno e também publica coisas referentes à sobrevivência da alma. mais uma contribuição, eh, nesse caso aí para pro nosso acervo de homens ilustres que estudaram o fenômeno mediúnico. Dr. Charles, ele era professor de astronomia em Cambridge. dizer o seguinte, gente, eh, não tem nem como dizer que não existe, porque tem tantos casos, é tanta coisa, é tão numeroso, é tão, tão abundante o o número de fenômenos que não dá nem pra gente dizer assim: "Não existe não, não é verdade. Os fenômenos eles existem sim e a imensa só aqui ainda
é tanta coisa, é tão numeroso, é tão, tão abundante o o número de fenômenos que não dá nem pra gente dizer assim: "Não existe não, não é verdade. Os fenômenos eles existem sim e a imensa só aqui ainda agora passou 489 casos só no estudo daqueles três. Então aquele dizer, gente, é muita informação, é muito caso, é muita coisa, não dá para negar o que é realidade, não tem como. E esse astrônomo, professor na Universidade de Cambridge, também deixou seu contributo eh nesse sentido aí das pesquisas científicas. Muito bem, muito bem, >> né, Elará? Elará não dança, mas canta. Elô tá dizendo que viu você cantando com a Camasm, com a Ana Pereira. É, qual é a música? Noites traiçoeiras. Porque toda vez que a Camasmi vai para um evento que toca essa música, ela filma um pedacinho e manda para mim. Toda vez que eu vou para um evento que tem essa música, a gente filma e manda, eu filmo e mando para ela. Por quê? Porque quando a gente foi a Conchal na terra do Paulo, nós fomos os dois para lá. Sâ também foi. Ah, tão lembrando da Sônia Rinaldi também. Sônia Rinald faz parte. >> Perfeito. E atualmente o Luiz Ru, né? Luiz Ru Rivas. >> Luiz Ru também é, >> tá fazendo essa pesquisa agora. >> Aí nós estávamos em Conchal e aí teve uma hora que a gente foi cantar essa música e aí foi cantando e o povo foi se empolgando e canta de novo aí mais uma vez. Aí ficou a música tema lá do evento de Conchal Noite Traiçoeiras, né? >> Muito legal. Vamos paraa frente que nós ainda temos quatro. Os últimos vão surpreender vocês. Dr. Nassan, doutor de economia da Universidade de Oxford, observando os fenômenos e vendo a movimentação dos cientistas que faziam e participando das questões, ele disse: "Isso tem que ser estudado, não pode deixar de ser estudado." Só que ele é professor de economia, né? Quem fala que tem que ser estudado, tem que ser estudado por físicos, por químicos, por pessoas que tenham conhecimento para dizer: "Não, mas não pode isso. Como que a matéria se formou?" Então, biólogos,
fala que tem que ser estudado, tem que ser estudado por físicos, por químicos, por pessoas que tenham conhecimento para dizer: "Não, mas não pode isso. Como que a matéria se formou?" Então, biólogos, anatomistas, médicos, químicos, físicos são os mais indicados para investigar o fenômeno. Dizer: "Mas como assim? De que maneira isso se dá? Como que pode? psicólogos, psiquiatras, esse pessoal aí é que tem que estar eh bem bem antenado para essas questões. E aqui eu trago dois nomes importantes. >> Eh, antes de você passar, antes de você passar pro próximo, >> hã, >> eh, eu quero só trazer uma curiosidade que ele fala, ele diz assim: "Antes do fim deste século, chegarão a formar uma ciência. esses fenômenos que ele diria que deveriam ser estudados, né? Então ele diz que antes do fim do século chegarão a formar uma ciência >> e realmente formaram, né, a ciência realmente aconteceu, né? realmente aconteceu e a gente tem cada vez mais um alargamento do dos conhecimentos nessa direção. que nós temos uma personagem muito conhecida que era americana, uma pessoa central do período da independência norte-americana chamado Benjamim Franklin, o cara doaio, >> o inventor do parraaio, >> no ar e colocou uma chave e a descarga caiu na chave e tal. Esse homem que era um Jorge de repente ficou mudo. Travou, gente. Gente, vocês estão me ouvindo? Porque pode ser que o problema seja no meu computador. Dê um toque aí se vocês estão me ouvindo. >> Nós estamos vendo. Você voltou. >> Voltou. >> Você não ficou sem Eu ouvi você o tempo todo. Em nenhum momento você ficou muda. >> E você ficou congelado comigo como se tivesse travado. Oscilação da internet. Tá bom. >> É, acontece. Então, Benjamim Franklin, ele tinha um uma reflexão muito profunda sobre tudo isso, porque, por exemplo, quando perguntavam para Einstein, para Einstein, né, o que que ele achava sobre eh a terceira guerra mundial, como é que ela seria? Aí o Einstein dizia: "A terceira eu não sei, eu só sei dizer que a quarta será
guntavam para Einstein, para Einstein, né, o que que ele achava sobre eh a terceira guerra mundial, como é que ela seria? Aí o Einstein dizia: "A terceira eu não sei, eu só sei dizer que a quarta será de pau e pedra". Ou seja, destruir tudo. Eles dão uma resposta muito bem humoradas, né? E o Benjamim Frank dizia que o homem só vai se completar totalmente depois da morte, porque é só depois da morte que ele se liberta do corpo que ele tem. Quando ele diz que o homem só vai ser completamente eh livre, né, que ele vai ser se completar somente após a morte, ele tá querendo dizer que tem vida após a morte e que lá é a vida verdadeira. É isso que ele tá dizendo. De uma maneira, para não dizer assim, tem vida após a morte. Sim, o cara cria uma frase de efeito para dizer, olha, a vida verdadeira vem depois que a morte acontece. É, ela R ele fala, né, que ele não entende por então tanto tormento se nós sabemos que nós depois da morte iremos para um local onde aqueles que nos precederam estarão nos esperando, né? Se a gente já sabe disso, por que tanto sofrimento? viu como ele se descola das questões puramente científicas e já começa a se debruçar sobre a janela da filosofia, começando a olhar lá para fora, porque ele não é um cientista no sentido técnico de física, de química. Ele não é um homem analítico, ele é um pensador. E é a mesma ideia de Kardec, né? as consequências morais desse desse fenômeno são impactantes demais para a humanidade. E ali ele vai oferecer esta informação de que sim, a humanidade estaria passando por uma grande revolução a partir deste momento. E um outro nome também fortíssimo, tá bem americano, Tomas Alfa Edson. Esse cara tem mais de 400 inventos. A lâmpada é só um deles. Ele tem mais de 400 invenções. Inventou o gramofone e inventou muita coisa. um gênio inventivo fantástico. E ele comentava sobre isso e dizia que se você toma eh a morte como sendo o fim e não entende da imortalidade, você está tomando por sombra a luz mais brilhante que existe. Ele nunca inventou
tástico. E ele comentava sobre isso e dizia que se você toma eh a morte como sendo o fim e não entende da imortalidade, você está tomando por sombra a luz mais brilhante que existe. Ele nunca inventou a lâmpada, então ele trouxe a luz para dentro da frase. Então você está tomando por sombra a luz mais brilhante. Como seria isso? A gente acha que a morte é a sombra, é a escuridão. Diz: "Não, a luz mais brilhante está depois da morte". Ou seja, existe depois da morte algo, existe a sobrevivência do espírito. E eu tive notícia de que ele hoje atua na transcomunicação, que ele tem ajudado na >> é >> na elaboração de equipamentos, melhorando. >> Fantástico, né? né? Tem aparecido >> nessa área. E o último >> ele fala, né? Nada se perde, nada se perde, tudo se transforma. >> Que é a mesma frase do do Lavosier, só que quando o Lavosier fala, ele tá olhando para o aspecto propriamente material. Material. Tem um pensador grego, eu acho que é Aximandro, um pré-socrático que disse essa mesma frase: "Nada se perde, tudo se transforma. Que na natureza as coisas se transformariam, mas nada se perderia". Anaxim Mandro fala isso. Depois nós vamos ter novamente essa frase aí dita lavosier. Nada se cria, nada se pede, tudo se transforma. E o Edson puxando esta frase, mas no sentido da imortalidade, que nada se perde no sentido da morte, né? >> Tudo se transforma. Ah, olha aí, a a Mus tá lembrando aqui que o Tesla também. >> Ah, o Tesla é sim. O Luiz Fu tem falado muito desses eh cientistas do além que estão ajudando nessa questão da transcomunicação e que hoje tem tido resultados fantásticos, né? O Luiz W tem feito experiências nos nossos eventos, fez em Juiz de Fora agora em agosto e os resultados que ele obteve foram fantásticos, sabe? de imagens, de trechos, de áudios, com mensagens, inclusive que ele conseguiu identificar para quem se destinava no auditório. Uma das pessoas que estava no auditório eh conseguiu identificar que a mensagem era para ela quando ele falou do resultado.
inclusive que ele conseguiu identificar para quem se destinava no auditório. Uma das pessoas que estava no auditório eh conseguiu identificar que a mensagem era para ela quando ele falou do resultado. >> Que coisa >> muito legal. E o último dos nossos nomes, William Steed, é um estadista, não é um cientista, mas é um homem também do mundo político que estuda esse fenômeno aí, aquela turma lá da Casa Branca e publica quatro obras tratando sobre os aspectos dos fenômenos espirituais. Então assim, esse essa é só uma amostra dos pesquisadores ingleses. Ainda senti falta aqui de muita gente. Senti falta de Arthur Conandoy, senti falta de William Crooks, senti falta de Coronel de Rochas, senti falta de de muitos nomes de peso que investigaram o fenômeno espírita também, né? Mas o Pedro Gran já trouxe aí esse elenco de pesquisadores para nós na sua obra, destacando que não é por falta de material que a gente pode dizer que não houve movimentação do mundo espiritual para nos trazer as verdades de que a vida vive eh vai além da morte, né? A questão é que nós nós nós é que não nos apropriamos daquilo que a gente fecha os ouvidos, fecha os olhos e continua dizendo, não existe comprovação de que tem vida após a morte. E há muitos que dizem: "Quem foi não, se alguém foi, não voltou para contar, então pega essa literatura todinha e entrega para isso. Vai ler isso aqui primeiro, >> porque não é nem a obra de Kardec, vai ler isso aí para você ver os experimentos que foram feitos. Depois a gente conversa, né? >> É. Ola, eh, eu quero colocar um comentário da Eliana aqui na tela. Ela fez logo no que nós começamos, mais ou menos com uns 10 minutos. Eh, a gente acabou esquecendo, Eliana, de fazer a prece hoje. Foi uma falha nossa de esquecimento mesmo. Começamos já conversando e, né, engatamos no assunto, mas obrigada por nos lembrar, né? Na próxima nós estaremos mais atentos. Vou amarrar um fio no meu dedo. >> Estaremos mais atentos. Eh, o Rubens também ele fez um comentário interessante, né, que a EQM, a
obrigada por nos lembrar, né? Na próxima nós estaremos mais atentos. Vou amarrar um fio no meu dedo. >> Estaremos mais atentos. Eh, o Rubens também ele fez um comentário interessante, né, que a EQM, a experiência de quase morte também hoje é muito comum. Existem muitos estudos, né, feitos com essas experiências de quase morte, em que as pessoas relatam estarem fora do corpo, observando o corpo ali sendo atendido pelos médicos, né, muitas vezes relatando tudo que os médicos falavam, ou seja, o desprendimento da consciência, né, do corpo físico, né? >> É. E, e, e o mais interessante é que esses trabalhos de experiência de quase morte, eles são feitos quase que todos por médicos que são materialistas europeus. Eles não são feitos, pô, ah, o pessoal espírita tá investigando, não. São médicos totalmente despidos de interesse religioso, descrentes, que querem estudar para entender o que tá acontecendo. Por isso que eles não chegam na questão do espírito. Eles só dizem o seguinte: nós já confirmamos que a memória não fica no cérebro, porque a o cérebro não tem iluminação nenhuma, não tem atividade cerebral nenhuma, não está correndo nenhuma corrente elétrica, então os os neurônios estão parados, ele não pode ter nem visão, nem audição, nem lembrança do que aconteceu. Não pode ter, que tá, o cérebro tá parado. Então, aonde estaria a memória? Não sabemos, mas o cérebro tá sendo questionado nesse sentido. >> E aí vem a neurociência, né, que são esses novos cientistas investigando essa relação aí do transcendente, né? Muito interessante os estudos que estão sendo feitos nessa área, né? Eh, tem uma publicação, uma publicação da AM muito boa nesse sentido, que é chamada bio bioética espírita, uma publicação da bem grossona assim, material excelente. Cada capítulo é de um tema sempre palpitante. Então, fala de genética, fala de epigenética, fala de clonagem, fala de eh bebê de proveta, todos os pontos hoje das discussões bioéticas à luz do Espiritismo estão tratadas nessa obra. Muito bom mesmo,
tão, fala de genética, fala de epigenética, fala de clonagem, fala de eh bebê de proveta, todos os pontos hoje das discussões bioéticas à luz do Espiritismo estão tratadas nessa obra. Muito bom mesmo, muito legal. É, e interessante também esses estudos que têm sido feitos com médiuns, né, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, em universidades como de Coimbra, também na Alemanha, eh, e que se levam os médiuns e que durante o trans mediúnico eles são submetidos a exames de imagens, né, de ressonância magnética. Isso foi feito com médiuns de psicografia também da da pintura mediúnica, né? O Florense foi um desses médiuns que participou já de algumas pesquisas de universidades. Então, eh existem pessoas ainda hoje pesquisando essa temática, né? >> É. Eu, eu tava ouvindo o Anthon o comentar sobre isso, dizendo que as ondas cerebrais são completamente diferentes quando ele está em transe. E aí ele dizendo, uma pessoa, ela tem um padrão de onda cerebral. Quando uma pessoa, uma pessoa, ela está em estado de vigília, suas ondas cerebrais têm um certo padrão de comportamento. E aí ele diz aqui, ele ficou sobre essa essa situação aí de investigação e a onda cerebral mudava, mudava a assinatura da onda cerebral mudava como se fosse >> examente exatamente aquela área que deveria estar sendo eh ativada naquele momento em que eles estavam no transe, ela estava completamente paradinha e eles observavam outras regiões do cérebro ativadas naquele momento, né? Então >> é, nós vamos ter que estudar para entender como é que isso funciona, né? É bom porque a ciência vai avançando e a gente vai tendo a possibilidade de ver outras outros desdobramentos dessa questão, né? >> Exatamente. A Flávia tá falando que tem experiências de estudos com tratamento e ectoplasmia em Vitória, né, Flávia? Você tá falando? >> É, deve ser na do Espírito Santo, né? >> É. Muito interessante. Os estudos que ela já tá falando, ô Flávia, são da AM Brasil, né? Essa essa publicação é eu posso dizer que é da AM Brasil, mas
ando? >> É, deve ser na do Espírito Santo, né? >> É. Muito interessante. Os estudos que ela já tá falando, ô Flávia, são da AM Brasil, né? Essa essa publicação é eu posso dizer que é da AM Brasil, mas é um um livro que tem são artigos diferentes de autores distintos e tem um que é o organizador da obra. >> Sim. E eu vi, eu recebi, eu estive no Crato, não estive em Juazeiro, eu recebi uma obra muito interessante lá. Eu ainda não li, mas eu vou ler. O nome da obra é A Criança no Mundo Espiritual, em que o que que eles fazem? É, é também é da AM, mas é da AM Ceará. O que que eles fazem? Eles pegam a obra do André Luiz, aí pegam lá, ó, criança antes de nascer. Então o Sigismundo, toda essa a discussão da gestação, aí eles trazem as experiências que eles têm e encaixando no André Luiz, criança na infância. Aí eles pegam as obras do André Luiz, a criança na infância. Então eles vão acompanhando a criança, o desenvolvimento dela na obra do André Luiz e ao mesmo tempo as experiências práticas que eles estão coletando. Bem interessante, sabe? E aí, >> nossa, bem interessante o Dr. Fernando Souza que tá eh capitaneando esse trabalho ali, material. Aí passei pra Sia. Sâia, você que é da área, toma, vá ler, vá estudar, resuma e me passe o resumo da obra. >> A Sâmia é a sua IA. >> Ela é minha I. Todo mundo, né, fazendo isso. Pensam que o que eu falo fui eu que descobri. Na verdade a Sâia descobre e diz: "Você já viu isso?" Nossa, que interessante. Ela pensa, olha só, isso aqui é por causa disso aqui. Isso aqui que incrível. Vou falar sobre isso. Aí eu me aproprio da pesquisa dela e >> ah, mas é legal isso, né? Compartilhar conhecimento, né? Que legal. >> Ó, eu quero fazer uma uma pausa rapidinho. Enquanto isso, o pessoal vai colocando aí no chat se querem fazer algum comentário, alguma pergunta, né? que nós já estamos com quase 1 hora meia de live, mas agora a gente chegou naquele momento de um convite muito especial para todo mundo que tá aqui com a gente. Vou colocar. >> Vem aí o Conecta Espiritismo Campinas
amos com quase 1 hora meia de live, mas agora a gente chegou naquele momento de um convite muito especial para todo mundo que tá aqui com a gente. Vou colocar. >> Vem aí o Conecta Espiritismo Campinas 2026. E olha só quem já confirmou presença. José Carlos Deluca, Aroldo Dutra Dias, Jorge Lará, Ana Teresa Camasmi, Adeilson Sales, Jaime Ribeiro, Simão Pedro, Jo Andrade, Rosel, Thaago, Eloía Pires, Gustavo Musa, Cristiane Drux, Andrei Moreira, Florêncio Anton, Ivana Heis, Noa Lara, Vor Hugo, Alexander Moreira Teodoro e Caio Almeida nos dias 20, 21 e 22 de fevereiro. Será no Centro de Convenções do Expo Dom Pedro, bem ao lado do Shopping Dom Pedro, que é considerado um dos maiores shoppings do Brasil. Faça já a sua inscrição, porque as vagas são limitadas. Conectaespiritismo.com.br. do br. >> Muito legal, >> muito bom, não é? Nós estamos aqui já na contagem regressiva, que eu acho que vai ser um encontro maravilhoso, muita gente especial junta, né? Ó, masé, não desiste não. Qualquer coisa fala comigo que eu te ajudo, tá? Masé tá tentando se inscrever e tá com problema com e-mail. Qualquer coisa, fala comigo que eu te ajudo, tá? Muito bem. Ah, sou, você estará no Congresso de Goiânia no Carnaval. Beleza. É um ótimo evento também, né? Maravilhoso. O o evento de Campinas ele é no fim de semana seguinte, então quem sabe você vai nos dois, hein? Quem tá em São Paulo, gente, mais fácil ainda, né? Ali na região, tanto na capital quanto na região de Campinas, ali tem muita gente, né? Mas a gente eh eh eu sei de muitas caravanas, viu, Elarra? pessoal tá se inscrevendo, formando caravanas para irem ao congresso. Então vai ser muito legal, muito bom mesmo, pessoal. E aí, acho que nós já podemos, né, Jorge, encaminhando para o encerramento. Já estamos com quase >> fazer a nossa prece final. >> Pois é, fazer a nossa prece final. E olha, nós temos inclusive uma prece aqui eh em vídeo, >> em vídeo, que eu acho que nós podemos terminar com ela, né, de uma forma assim bem bem gostosa, bem inspirada, né? E
zer a nossa prece final. E olha, nós temos inclusive uma prece aqui eh em vídeo, >> em vídeo, que eu acho que nós podemos terminar com ela, né, de uma forma assim bem bem gostosa, bem inspirada, né? E lembrando mais uma vez, né, que daqui a 15 dias, com fé em Deus, nós estaremos de volta para dar sequência, né? Porque ainda tem um monte de pesquisadores pra gente ver, né, lá agora de outras nacionais. Não vimos só vimos em Inglaterra, Estados Unidos, tem França, Alemanha, Rússia e ixe, outros países todos por aí. Deixa eu só dar um recado aqui para o Marcelo. Sim, Marcelo, certamente eu estarei. Eu não posso porque el futuro a Deus pertence. Então, >> congresso mundial no Uruguai, né, gente? Próximo fim de semana. >> É, vai ter no Uruguai, na cidade de Punta del Leste. >> Ponta del Leste. Muito bem. É isso aí, pessoal. Então, nós vamos fazer o seguinte. Nós vamos encerrar agora primeiro com uma música para nos harmonizar na sequência prece e a gente se despede daqui a 15 dias a gente se encontra, tá? E eu vou colocar uma música que vocês vão amar aqui, tem certeza. Um beijo para todos. Obrigada pela companhia de cada um. Obrigada, Jorge. Obrigada a todos. Ори. que o amor eleva. Viver na terra sem tocar o chão. Jeitas dores, pensamentos flores te envolverá. beleza todo amor amor que o amor perdoa e o perdão te doua muito mais amor divina Eu ensina é o rei de amor. Que o amor eleva, viverás na terra sem tocar no chão. Água dores, pensamentos. te envolverão. Que a canção mais bela te revela. As altas do amor. Ama que o amor te espera nas altas esperas para compartilhar o amor e o amor te inspira. Maria amor quando Jesus começou a prece dominical, satisfazendo ao pedido dos companheiros que desejavam aprender a orar, iniciou a rogativa, dizendo assim: Pai nosso que estás nos céus, o Mestre queria dizer-nos que Deus, acima de tudo, é nosso pai, criador dos homens, das estrelas e das flores, Senhor dos céus e da terra. Para ele, todos somos filhos abençoados. Com essa afirmativa, Jesus igualmente
izer-nos que Deus, acima de tudo, é nosso pai, criador dos homens, das estrelas e das flores, Senhor dos céus e da terra. Para ele, todos somos filhos abençoados. Com essa afirmativa, Jesus igualmente nos explicou que somos no mundo uma só família e que, por isso, todos somos irmãos com o dever de ajudar-nos uns aos outros. Ele próprio, a fim de instruir-nos, viveu a fraternidade pura, auxiliando os homens felizes e infelizes, os necessitados e doentes, mostrando-nos o verdadeiro caminho da perfeição e da paz. Na condição de aprendizes do nosso divino mestre, devemos seguir-lhe o exemplo. Se sentirmos Deus como nosso pai, reconheceremos que os nossos irmãos se encontram em toda parte e estaremos dispostos a ajudá-los, a fim de sermos ajudados mais cedo ou mais tarde. Vida só será realmente bela e gloriosa na terra quando pudermos aceitar por nossa grande família a humanidade inteira. Pai nosso que estás nos céus, pelo espírito de Meimei,