Live 21 - Afinal, somos os espírito no tempo?
Live 21 – Afinal, somos o Espírito no tempo? Facilitadores: Christiane Drux, Jorge Elarrat e Ivana Raisky O estudo das obras: Afinal, quem somos – Pedro Granja e O Espírito e o tempo – Herculano Pires será realizado quinzenalmente, terças-feiras às 21h30 Link para os vídeos apresentados na live: https://drive.google.com/drive/folder . PDF da obra: Afinal, quem somos? Capítulos: https://drive.google.com/drive/folder . Gráfico do Elarrat: https://drive.google.com/drive/folder
เฮ เฮ Olá, olá. Sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio da série Afinal, Somos O Espírito no Tempo. Hoje eu posso dizer que eu zerei a vida eh na Lida Espírita participando de uma live de estudos com os meus queridíssimos Cris Drucs e Jorge Elarrá. E é brincadeira. Aí, aí, pronto. Boa noite, meus amigos. Boa noite. Boa noite a todos. Elará tá firme e forte, né? Depois de uma jornada, Elará chega de congressos internacionais. Tá, tá cansado o nosso amigo. Ah, mas estamos aqui firme e fortes para o para dar continuidade nos nossos estudos. Como está você, Adriano? Tá tudo bem, meu querido? Estou na naquela eh eh como é que aquele personagem do humorístico é o Severino, faz tudo. Não, o Celestino. Quem dera se eu fosse o Celestino, o Severino Celestino. Eh, e cobrindo, né, cobrindo a moçada na na no de Moisés a Kardec. A a nossa Denise Balô tirou aí um período sabático, precisou tirar um período sabático. Hoje a Ivana que estava na apresentação do Afinal Somos Espírito no Tempo, ela está ocupadíssima, né, com o Congresso Espírita do Estádio Goiás. Então hoje ela não conseguiu participar, falou assim para mim: "Adriano, me salva". Falei: "Pronto, na hora vamos lá, vamos Adriano. Inclusive o avião tá na pista da decolagem, né? O avião tá na pista da decolagem, o avião do Congresso de Goiás já tá lá no com trem de pozo dele. Tudo preparado, né? Tá preparado. Já tem tem uma tem uma chamada agora. A gente a gente Sim, vamos lá. Vamos ver. Congresso Espírita do Estado de Goiás, 41º, de 4 a 6 agora de abril, de sexta a domingo. Agora, nesse final de semana, quem puder participar não perca, porque vai ser maravilhoso. E nós vamos passar uma chamadinha para vocês agora. เฮ Bom, muito bem, Cris. Fala um pouquinho do congresso, qual as suas expectativas. Você vai estar aqui em Goiânia, né? É, eu tô muito feliz, sabe? Criança antes da festa de aniversário que fica naquela contagem regressiva. Eu tô na contagem regressiva primeiro para poder encontrar com vocês, irmãos que queridos da FEGO,
eu tô muito feliz, sabe? Criança antes da festa de aniversário que fica naquela contagem regressiva. Eu tô na contagem regressiva primeiro para poder encontrar com vocês, irmãos que queridos da FEGO, né? É um abraço, né? O bom do congresso é esse congresso presencial. Que bom que a gente tá podendo voltar aos congressos presenciais. É isso, né? a possibilidade, né, Larra, desse congramento, da integração, isso faz toda a diferença, né? É ótimo assistir live pelo computador, mas nada substitui essa troca afetiva, esse contato humano, essa troca fluídica, afinal somos ou não somos espíritas. A gente tem que valorar isso, né? Essa troca fluídica entre as pessoas. E o Congresso de Goiás, minha gente, é uma referência, sempre foi uma referência no movimento espírita brasileiro. É feito com muito amor. Por isso que Ivana não tá aqui, porque a Ivana acaba sendo a grande capitã desse congresso. Ivana, que tem aí um histórico de organização de congressos eh emblemáticos, né? o congresso de de Goiás sempre foi muito importante, eh, inclusive na abertura, né, temática, na no quanto ele entrega de conteúdo para que nós possamos promover a nossa eh a nossa transformação, né? Então, proporciona esse espaço de reflexão muito saudável. Agora, Adriano, tem gente me perguntando de uma forma assim bastante incisiva, eh, como é que faz para assistir o congresso. Eu acho que esse ano vocês mudaram alguma coisa nesse sentido, né? Sim. E eh eu não tô assim na organização do Congresso não, porque eu votei, infelizmente, aliás, infelizmente, Virgo, que o compromisso que eu que eu votei nesse final de semana é um compromisso familiar, feliz pra família e, infelizmente eu não vou poder participar do do congresso como um todo, então não estou muito inteirado não, mas tem o site para não falar bobagem, deixa eu puxar aqui, eh, congresso. congresso.org.br onde você vai ter todas as informações e quem não puder vir pode fazer a inscrição para assistir eh online, né? E eh eh eh via internet, tá?
bagem, deixa eu puxar aqui, eh, congresso. congresso.org.br onde você vai ter todas as informações e quem não puder vir pode fazer a inscrição para assistir eh online, né? E eh eh eh via internet, tá? É, eu acho que o que muda é esse detalhe. Quer dizer, não é entrar no no YouTube da FEGO nos momentos do congresso e o sinal vai tá lá aberto paraa pessoa. Ela precisa se inscrever, né? O que eu acho muito bacana também, porque mostra o envolvimento, mostra o engajamento, né? É como vestirmos a roupa para entrarmos na festa. Então vamos nos inscrever, gente. Inscrever a feste noicial. Exato. É, vamos, vamos vestir a veste n oficial, como muito bem lembra. Oi. para entrarmos no festinho das bodas. Muito bom. Então, daqui a pouquinho eu vou colocar uma mensagenzinha aqui embaixo com esse, né, com o endereço eh do site do congresso para quem quiser, né, visitar lá e ver todos os detalhes de inscrição, programação, tá tudo lá. É um é um site assim que tá muito completinho, né, informação, todas as informações que você precisa. Então, vale a pena conferir. Entre lá no site do Congresso. Pessoal, eh, eu não, a Ivana me mandou aqui mais ou menos um roteiro do que vocês vão vão falar hoje. Se eu falar alguma bobagem, por favor, me corrijam, tá? Vocês vão fazer uma correlação do afinal Quem Somos? Do Pedro Granja, eh, com o capítulo 6 do livro Depois da Morte de Leon Deni. É isso, pelo que eu entendi. É isso. É isso, né, Ilará? E a gente é só que não é não é não é o livro com um capítulo. Isso é um capítulo do Pedro Granja. Capítulo oito, cristianismo. Agora isso. Ah, agora sim. Não tá certo. É isso mesmo. Foi o que a Evana me passou mesmo. Capítulo oito, cristianismo da obra Afinal, Quem Somos de Pedro Granja. Eh, com relação com o capítulo seis do livro Depois da Morte de Leoni. Perfeito. Isso. A bola está com vocês. É, deixa eu só fazer aqui um comentário. O a nossa live ela trabalha três obras, não são só duas. A gente trabalha o espírito e o tempo de Herculano Pires. Trabalhamos afinal quem
bola está com vocês. É, deixa eu só fazer aqui um comentário. O a nossa live ela trabalha três obras, não são só duas. A gente trabalha o espírito e o tempo de Herculano Pires. Trabalhamos afinal quem somos de Pedro Granja e trabalhamos o depois da morte do Leoni. Então nós vamos trançando essas três obras. A cada live a gente vai pegando pedaços diferentes, porque elas elas são elas têm muitos momentos de de toque, elas elas se encontram. Então, a gente tá fazendo um um estudo único, puxando essas três, sendo que a nossa espinha dorsal é o o espírito e o tempo. Em cima do espírito e o tempo, a gente sai para o afinal quem somos e para o depois da morte. Então, esses dois vão sendo estudados. Nesse momento a gente tá fazendo uma pausa no livro O espírito e o Tempo, porque a gente discutiu muito sobre ele na última das nossas lives. E estamos voltando agora com as reflexões do que existe nessas outras duas sobre aquilo que de certa maneira nós estávamos vendo na última quinzena. Então agora a gente vai pegar eh dentro do livro, afinal quem somos no capítulo oito e o depois da morte, capítulo 6, né? capítulo 6, capítulo se consiga fazer nessas conexões os extratos eh mais práticos daquilo que filosoficamente a gente encontrou no livro do do Humberto do do Herculano Pires, né? Então é isso que a gente vai trabalhar hoje. E na nossa próxima quinzena a gente vai virando e vai acompanhando de tal maneira que a gente vai patrolando esse conteúdo, juntando as três num num estudo só. É, hoje a gente hoje a gente inaugura, né, Ilará e Adriano e todos que nos acompanham, a gente vai entrar no cristianismo, né? A gente vai se colocar ali do lado de Jesus na instauração da boa nova. E por que que a gente eh não não juntou, né, e não não trouxemos de forma mais antecipada essa temática do cristianismo? Porque o cristianismo per si já vale aí inúmeras lives, né? Mas eh se a gente for observar a divisão por capítulos, o o leondino depois da morte, ele vai tratar de cristianismo nesse capítulo 6.
ismo? Porque o cristianismo per si já vale aí inúmeras lives, né? Mas eh se a gente for observar a divisão por capítulos, o o leondino depois da morte, ele vai tratar de cristianismo nesse capítulo 6. E no próprio conteúdo do capítulo 6, ele começa também fazer algumas análises em relação ao catolicismo. Mas aí o catolicismo, a gente até combinava nosores, né, Lará? a gente vai deixar para uma um próximo encontro nosso, porque a gente a gente não tem pressa, a gente não quer impor pressa. O gostoso desse estudo é a gente poder desdobrar com muito carinho, com muito cuidado todas essas fases, né, eh, da construção do progresso da humanidade. E aí, só tentando relembrar e é muito sucintamente para quem tá chegando hoje ou para quem não esteve nas últimas lives de 2025 conosco, a gente já eh se debruçou bastante sobre o fio condutor desse estudo, que é Herculano Pires. Irculano Pires, nas primeiras lives de 2025 nos entregou um manancial de conteúdo riquíssimo, que ele vai falando dos diversos horizontes, né, Ilahá? Então ele fala no do horizonte tribal, quando o homem ainda se organizava naquelas sociedades bastante ainda precárias, né, antigas. Então, as primeiras sociedades, as primeiras eh os primeiros aldeamentos, o homem ainda saindo daquela fase coletora e iniciando uma fase onde ele já se radicava no território, né, já se desenvolvia ali eh uma expectativa de sobrevivência naquela área. Então, Herculano Pires analisa esse horizonte primitivo. E o que eu consigo me lembrar, vai me ajudando, Elará, o que eu consigo me lembrar desse horizonte primitivo é que ali já havia, né, eh, por atestado de Herculano Pires, o exercício da comunhão com o espiritual. Já existia naquele momento a prática mediúnica. o que para o que para os estudiosos materialistas eh causa espécie, né? Suscita uma certa incompreensão, porque como é que eles aqueles homens rudes, aqueles homens primitivos podiam eh eh praticar essa espiritualidade, né? Então, adivinha isso? Então, fica um grande ponto de
ita uma certa incompreensão, porque como é que eles aqueles homens rudes, aqueles homens primitivos podiam eh eh praticar essa espiritualidade, né? Então, adivinha isso? Então, fica um grande ponto de interrogação nesse processo e nessa análise sociológica. É o período pré-histórico aí, mas a mediunidade já presente na pré-histórica. Exatamente isso aí, meu amigo. E aí, evoluindo no pensamento de Herculano Pires, ele vai nos falar depois do horizonte tribal, ele vai nos falar do horizonte agrícola. E aí começam a se formar as primeiras cidades, as primeiras vilas, a economia, né, começa ali a ter uma presença e fazer a diferença daquelas sociedades iniciais. Então ele vai analisar esse orizonte agrícola. Depois ele vai nos entregar uma próxima fase em análise, que é o horizonte civilizado. E nesse horizonte civilizado aí ele deita o olhar dele sobre as grandes civilizações do passado. E aí é muito bacana porque a gente mergulha na Índia, a gente mergulha no Egito, a gente mergulha nas sociedades tribais eh europeias, mas que já se organizavam em termos de civilização. E aí por último, a minha bateria tá acabando agora, mas eu vou então a bateria do computador, porque a minha já acabou há muito tempo hoje. E aí, e aí é o último, o último horizonte, o último horizonte, eh, ela eh, além do civilizado, ele vai falar do horizonte profético. Horizo, o horizonte profético. Isso, ele vai falar do profético que é Moisés, né, que é Moisés, que são os profetas do judaísmo. Então, enquanto enquanto Erclamo Pires vai trabalhando os horizontes com esses títulos, a gente vai tomando na obra do Pedro Granja e na obra de Leonir, as civilizações antigas, mas não com o nome de horizonte A, B ou C. Então a gente vai vendo os Vedas, vai vendo o Bagavada, vai vendo o pensamento de Krishna, o pensamento de Hermes no Egito, o pensamento de Orfeu na Grécia, de Sócrates, Platão, da Cabala. Nós vamos passeando pelos conhecimentos espirituais dos povos antigos, enquanto Herculano vai nominando esses horizontes
rmes no Egito, o pensamento de Orfeu na Grécia, de Sócrates, Platão, da Cabala. Nós vamos passeando pelos conhecimentos espirituais dos povos antigos, enquanto Herculano vai nominando esses horizontes dessa forma, eh, horizonte tribal, né, depois o horizonte agrícola, o horizonte civilizado. E aí essa parte do da fase oracular, dos oráculos, até chegar no período profético que deixa nas portas do cristianismo. Então a gente atravessou, passamos para o outro lado dentro da da estrutura do livro Espírito e o Tempo. Entramos na segunda parte da obra que ele chama de período não mais pré-histórico espiritual, mas o período histórico espiritual, no qual a mensagem espírita é chegada. né? Então ele destaca o amadurecimento do homem para que ele consiga chegar a isso e depois ele volta para discutir como que o cristianismo trouxe essa mensagem do ontem para o hoje. Aí a gente parou aqui para o Herculano Pires e vai estudar cristianismo na obra de Pedro Granja e de Leon Denir. Depois a gente vai para catolicismo, que é uma um aprofundamento da história do cristianismo, avançando nas discussões sobre isso, fazendo o passo da história na análise da mediunidade, que é o foco central do estudo de Herculano Pires. E sendo que na última live houve o coroamento desse pensamento, né, desses cenários de horizontes apresentado por Herculano Pires, onde ele nos apresenta uma nova expressão que é a grande ponte para o cristianismo, que ele intitula nosso mestre Herculano Pires, ele intitula de horizonte espiritual. Então, o homem, a partir do exercício da mediunidade e dessa conexão com o alto, através dos profetas, dentro do horizonte profético, dentro de todo aquele arcabolso de fé eh basilar do judaísmo, a gente vai encontrar ali todo um toda uma argamassa, todo um potencial para a prática, né, Lará, que ele nos apresenta. do horizonte espiritual, dizendo que o homem, mesmo antes da vinda do Cristo, o homem já se encontrava eh intimamente preparado para a mensagem da boa nova. O homem naquele
ará, que ele nos apresenta. do horizonte espiritual, dizendo que o homem, mesmo antes da vinda do Cristo, o homem já se encontrava eh intimamente preparado para a mensagem da boa nova. O homem naquele momento, há mais de 2000 anos, ele já poderia ter sido, né, contundente, já poderia ter se lançado na prática desse horizonte espiritual. Mas aí num grande processo de renúncia, o próprio cordeiro de Deus, o próprio Cristo consolador, vem vivenciar entre nós um grande processo de imolação para a entrega da mensagem e para a exemplificação do evangelho. E é isso que a gente vai tratar hoje, Adriana. É isso que a gente fez uma varredura aqui para um resumão, né? Ela é um resumão. Seu áudio, meu amigo Adriano. Pronto, pronto, pronto, pronto. Então agora é com vocês. Eh, eu vou ficar aqui no no suporte, né? Eh, inclusive nós temos um material belíssimo para apresentar, né, Cris? Eu vou ficar esperando aí o o OK, né, quando chegar o momento. Então, com vocês. Então, o momento é agora. Ah, é agora. Pronto. É, você vai colocar o vídeo agora para nós, pra gente poder então e depois dele iniciar as nossas discussões. Então, vamos lá. Moisés, o iniciado do Egito, guiou pelo deserto a semente do monoteísmo. Na terra prometida, coube ao povo de Israel o enraizamento do pensamento de um Deus único. e foi protagonista no fulcro inicial para a humanidade, do convencimento da unidade de Deus, cujas consequências ultrapassaram as solidões pedregosas do Sinai, preparando a fusão dos povos em uma família universal, debaixo de um mesmo pai e sob lei. Os profetas que precederam a vinda do Cristo pressentiam a essência da verdade e davam a ela propagação. Pois esse ideal oculto, prosseguindo pela inexorável lei do progresso, recebeu o radiante esplendor pelo filho de Maria, o Cristo Jesus, que vivenciou entre nós o processo de imolação, dando a todos nós um novo rumo para a humanidade. Foi ele o aralto da doutrina do verbo divino, alavanca para o entendimento de nossa filiação divina. pelas injunções
entre nós o processo de imolação, dando a todos nós um novo rumo para a humanidade. Foi ele o aralto da doutrina do verbo divino, alavanca para o entendimento de nossa filiação divina. pelas injunções da história, a dispersão dos judeus ainda mais auxiliou a difusão do cristianismo. Segundo sua marcha, através das civilizações decaídas e das vicissitudes dos tempos, ele ficará gravado em traços indeléveis na consciência da humanidade. A iniciação hindu, egípcia e grega. O termo filho de Deus significa uma consciência identificada com a verdade divina, uma vontade capaz de a manifestar na história do cristianismo primeiro, sob o guante de muitos sacrifícios e testemunhos. Tivemos ao mesmo tempo o filho do homem, isto é, o eleito da humanidade terrena e, ao mesmo tempo, o filho de Deus, o enviado da humanidade celeste, em missão de amor, em governadoria planetária, tendo em si o pai ou o espírito que por ele reinaria no universo. Mas o antagonismo ainda escreve linhas tortas nessa história sublime. proporção que o poder romano crescia e se estendia, via-se a doutrina secreta recuar, perder a sua autoridade. A proporção que o mundo moderno se entrega ao materialismo, os espíritos, como outrora, também se corrompem. São raros os verdadeiros iniciados. A Índia fica como adormecida num sonho. Extingue-se a lâmpada dos santuários egípcios. E a Grécia, assenhorada pelos retóricos e pelos sofistas, insulta os sábios, proscreve os filósofos, profana os mistérios. Os oráculos ficam mudos. A superstição e a idolatria invadem os templos e a orgia romana se desencadeia pelo mundo com suas Saturnais, sua luxúria desenfreada, seus enebriamentos bestiais. Do alto do Capitólio, a prostituta saciada domina povos e reis. César, imperador e Deus, se entroniza numa apoteose ensanguentada, um verdadeiro e lamentável atestado de Leoni. Quanto ao Império Romano, traduzido em Império dos Sentidos, que guardou a maioridade terrena, mas não consagrou sua maturidade. Para nós os tempos são chegados. Temos o
lamentável atestado de Leoni. Quanto ao Império Romano, traduzido em Império dos Sentidos, que guardou a maioridade terrena, mas não consagrou sua maturidade. Para nós os tempos são chegados. Temos o roteio, o caminho, a verdade e a vida. O Cristo, antes do seu calvário e crucificação, comunicou às multidões a verdade que até então jazia nos escombros das civilizações do passado. A verdade que fora crisolada no privilégio de alguns, agora se evidenciava. Jesus e os cristãos primeiros pregaram o evangelho do reino dos céus aos humildes. O mestre colocou ao alcance de todos o conhecimento da imortalidade e o Deus comum. Assim se exprime Jesus. Suas palavras patenteiam ao homem perspectivas inesperadas. É no mais recôndito da alma que está à origem das alegrias futuras. Assim se exprime Jesus. O reino dos céus está dentro de vós. Suas palavras patenteiam ao homem perspectivas inesperadas. É no mais recôndito da alma que está à origem das alegrias futuras. E cada um consegue realizá-las pela subjulgação dos sentidos, pelo perdão das injúrias e pelo amor ao próximo. Mas com o tempo, as verdades transcendentais elas se velaram. Aqueles que as possuíam foram suplantados pelos que acreditavam o saber e o dogma material substituiu a pura doutrina. Dilatando-se, o cristianismo perdeu em valor o que ganhava em extensão. O catolicismo desnaturou as belas e puras doutrinas do Evangelho com falsas concepções de salvação, pelas indulgências ou graças, de pecado original, de inferno e de redenção. numerosos concílios t em todos os séculos discutido a Bíblia, modificado os textos, proclamado novos dogmas, afastando-se cada vez mais dos preceitos do Cristo. A igreja dominou o mundo pelo terror nas cruzadas armou os povos uns contra os outros. Na Inquisição, animou e tornou sistemática a perseguição, fez correr rios de sangue em vão. A ciência, em sua marcha progressiva, assinalou as contradições que existem entre o ensino católico e a ordem real das coisas. Um abismo se consagrou entre as esferas culturais.
rios de sangue em vão. A ciência, em sua marcha progressiva, assinalou as contradições que existem entre o ensino católico e a ordem real das coisas. Um abismo se consagrou entre as esferas culturais. Uma imensa separação dividiu as doutrinas romanas da antiga sabedoria dos iniciados, que foi a mãe do cristianismo. O materialismo aproveitou-se deste estado de coisas e implantou em toda parte as suas raízes destruidoras. Por outro lado, sensivelmente se enfraqueceu o sentimento religioso. O dogma não exerce atualmente influência alguma sobre a vida das sociedades. Ada dos embaraços. A alma humana atirou-se para a luz, despedaçou esses frouxos laços para unir-se aos grandes espíritos que não pertencem a uma seita, nem a uma raça determinada, mas cujo pensamento alumia e aquece a humanidade inteira. A despeito de todos os entraves, o advento do cristianismo teve resultados incalculáveis. trouxe ao mundo a ideia humanitária que os antigos não conheceram em toda a sua plenitude. A mensagem de Jesus penetrou pouco a pouco os espíritos e hoje se manifesta no ocidente com todas as consequências sociais que se lhe prende a esta ideia, ele acrescentou a lei moral e a vida futura, ponto central de seus ensinamentos. Venha a nós o vosso reino, assim na terra como no céu. O pensamento do Cristo sobrevive ao tempo e aos interesses mundanos. conceitos libertadores encharcados de amor, justiça e caridade, que se revela na grande corrente humanitária de Anônimos. A nascente do progresso moral da humanidade está no Calvário, cujo fluxo nos arrasta para um futuro mais de tudo. Depende de nós a instauração do reino de Deus sobre a face da terra. Esse era e é o plano do nosso governador planetário e ele conta conosco. Ele conta conosco, meus amigos. Não é isso, conta ou não conta? Ô, com certeza. Essa esse apanhado muito bom que a Cris faz aí pra gente do cristianismo, ele é muito importante, exatamente porque ele mostra que a humanidade ela chega num ponto muito significativo. Por quê?
rteza. Essa esse apanhado muito bom que a Cris faz aí pra gente do cristianismo, ele é muito importante, exatamente porque ele mostra que a humanidade ela chega num ponto muito significativo. Por quê? Porque nós já tínhamos essas verdades esparsas dentro da humanidade. Conceito sobre o amor, sobre o perdão, sobre a prática do bem. Eles já haviam sido apresentados de alguma forma por diversas doutrinas que a gente já tinha tido a chance de ver no passado, em outras culturas. Só que no cristianismo nós vamos encontrar a pregação concentrada de tudo isso e a vivência disso, que é uma uma coisa que a gente não tinha nas eh nas revelações anteriores, a gente não teve essa oportunidade. E aqui eu queria destacar uma característica do cristianismo que é bastante curiosa, que é a quantidade de vítimas que essa doutrina tem no curso da história. É uma doutrina muito perseguida, muito perseguida. Que motivo que havia toda essa movimentação para conspirar contra o desenvolvimento do cristianismo em si? Então, esta esta razão desse dessa movimentação é porque o cristianismo era uma doutrina monoteísta. Mono. E ao ser monoteísta ele apontava para a existência de um único Deus. Aí alguém vai dizer assim: "Ué, mas o judaísmo também é monoteísta?" Não é verdade? Só que o o judaísmo não é proselitista. Então, como funcionava o judaísmo? Nós que somos judeus acreditamos no Deus único. Vocês, vocês fiquem com o Deus que vocês quiserem. Não, não há nenhuma necessidade de vocês acreditarem no meu Deus. E eu não estou interessado que vocês se convertam ao que eu penso. Eu penso assim porque meus antepassados pensavam assim e nós estamos dentro de uma certa bolha de compreensão de que existe um Deus único. Então nós não estamos interessados em levar esse conhecimento para outros povos. Não, isso é conhecimento do meu povo. Eh, eu fui eh por ser pertencente a esse povo, eh, chamado para viver essas verdades. Quando o cristianismo chega, além de ser uma doutrina monoteísta, ela é uma doutrina proselitista, ou seja, ela
o. Eh, eu fui eh por ser pertencente a esse povo, eh, chamado para viver essas verdades. Quando o cristianismo chega, além de ser uma doutrina monoteísta, ela é uma doutrina proselitista, ou seja, ela deseja converter outras pessoas aos as suas crenças. É aí que entra a rota de colisão, porque o Império Romano não está disposto a ceder espaço para um outro pensamento. A doutrina cristã, ela é uma doutrina nascida na ralé. Ela é uma doutrina surgida entre os miseráveis, entre os pobres. Os primeiros a adotarem essa doutrina são pescadores humildes, são pessoas eh rejeitadas pela sociedade. É uma doutrina proscrita, porque ela vem eh das camadas mais básicas da sociedade. Quando nós temos uma reunião que Paulo de Taro participa em Damasco, logo após a sua conversão, Ananias o leva para essa reunião. Ele chega lá, ele começa a ver, disse: "Todo mundo é pobre e miserável. Não tem ninguém ali que tenha autoridade, que tenha culto, que seja culto, que tenha dinheiro. Só tem pobre". E ele disse: "Meu Deus, mas era uma reunião de pessoas simplérrimas, era um um grupo de pessoas nascidas das camadas mais baixas da sociedade, mas eles tinham uma intensidade de amor impressionante, embora fossem um grupo muito básico." Então essa doutrina, como ela vem das camadas mais eh rejeitadas da sociedade, há um preconceito muito grande em se ser cristão, porque de certa maneira é uma uma um apontamento de que você pertence às camadas mais baixas ou que você valoriza essas camadas mais baixas. Então, eh, o cristianismo ele entra em rota de colisão com o Império Romano fundamentalmente por três grandes razões. A primeira delas é a ideia de um Deus único. Quer dizer, ele traz a ideia de um Deus único, o que colide o Deus que estava no os deuses do Olimpo, então Zeus, Artemes, Apolo, todos são retirados do panteão para colocar um único deus. E isso é uma ofensa muito grande, a desconsideração dos nossos deuses, dos um pote. É o primeiro. Segundo, só tem um deus. Então, portanto, o imperador também não é Deus. Então, como
ar um único deus. E isso é uma ofensa muito grande, a desconsideração dos nossos deuses, dos um pote. É o primeiro. Segundo, só tem um deus. Então, portanto, o imperador também não é Deus. Então, como pode alguém dizer que o imperador não é Deus se ao longo de tantos séculos o imperador foi divinizado, foi idolatrado? Não, não, ele não é, ele é uma pessoa. E a terceira, que talvez seja a mais crítica de todas é o cristianismo dizer que todo mundo é igual. Romanos e não romanos possuem o mesmo valor nessa sociedade. Então esses três elementos, eles produziram um aspecto de combustão muito grande. E essa essa essa doutrina ela tinha que ser apagada, ela ela queria se expandir querendo dizer que todo mundo no império era igual. Ou seja, isso conspirava contra a própria estrutura hierarquizada escravocrata do Império Romano. Então, eh esses ingredientes promovem, eh, uma onda de perseguições desde o surgimento do cristianismo. Ele ele já nasce como uma doutrina eh fadada à morte. Exatamente por isso. Agora, só para fechar meu comentário, por que não morreu? porque pregava liberdade, ensinava as pessoas a sonhar. Era um período tão cruel de tanta violência, de tanto desamor, hã, de tanta tirania que dizer alguém que ela iria viver que havia um mundo de felicidades para os que fossem bons, que falava de um Senhor que pregava misericórdia e que libertava as almas através do perdão e da fraternidade, era profundamente renovador. Então, eu já sou um perdido mesmo. São escravo sem nenhuma esperança. Então, deixa que eu me bane com as consolações dessa doutrina que era tão espetacular, fazia com que mesmo as pessoas tendo que enfrentar a morte, a perseguição, o martírio, valia a pena para se libertar do julgo dos senhores cruéis que dominavam as massas e esmagavam as populações, especificamente as mais pobres. Ela é lindo quando você fala isso e você nos apresenta essas três características, né, do por cristianismo incomodava tanto a hegemonia romana e aquela cultura que tava sendo ali instaurada a força, né,
a é lindo quando você fala isso e você nos apresenta essas três características, né, do por cristianismo incomodava tanto a hegemonia romana e aquela cultura que tava sendo ali instaurada a força, né, eh, na Palestina. Porque quando você também cita Paulo, Paulo Estevão e aí é não só em Paulo Estevão, mas eu tenho eh eu eu entendo o pensamento de Emanuel quando ele traduz o seu próprio pensamento nas monumentais obras históricas dele. Quando Emanuel, eh, a gente lê isso nas entrevinhas de Emanuel, quando ele apresenta os filhos de Israel como o povo eleito, ele reconhece isso nas entrelinhas do seu pensamento. licita os filhos de Israel, mas ele também aponta em estado crítico, eh, em pensamento crítico, eh, aponta exatamente isso que você falou, que foi um povo pleno de potencialidades que carreava consigo esse sentimento do Deus único, que era primacial, era importantíssimo para o advento da boa nova, né? para que o filho de Deus se apresentasse, mas que essa comunidade do judaísmo, os filhos de Israel, não tinham em si a vontade de distribuição da mensagem, de divulgação da mensagem. Então eles se mantiveram acisolados. E quando a gente lê as obras históricas de Emanuel, a gente percebe em Emanuel, ela isso que você muito bem apontou, essa crítica. Ele faz essa crítica ao povo judeu. Ele faz essa crítica de uma forma bastante contundente, inclusive para a comunidade sacerdotal, para os fariseus. E aí não houve semeadura. E ele diz a a vamos dizer assim, a pedra de tropeço da comunidade judaica foi exatamente essa. Eles detinham a verdade, né? Essa verdade que vai se construindo ao longo do tempo, né? Nós vimos nessa varredura, né? Tanto que o vídeo faz como no nosso resumão, no início do nosso encontro hoje, a gente viu o quanto de planejamento estratégico superior, o quanto de construção foi ali eh semeada, foi ali colocada na linha do tempo das civilizações. E aí quando eu olho essa dinâmica da linha do tempo, a gente vê o seguinte: sedimentação, né? as as civilizações
de construção foi ali eh semeada, foi ali colocada na linha do tempo das civilizações. E aí quando eu olho essa dinâmica da linha do tempo, a gente vê o seguinte: sedimentação, né? as as civilizações antigas, é o hinduísmo, os egípcios, nesse processo de sedimentação dessa ideia de filiação divina, né, dessa doutrina verdade. Aí depois vem a fase de construção disso, de sedimentação disso, quando o homem já começa a elaborar e a elocubrar mais o seu pensamento através do uso do pensamento filosófico da Grécia, né, da própria Roma, com os seus eh homens de ciência, usando-se de filosofia também para a construção desse pensamento mais sólido. E aí a gente vê o declínio. E é isso que eu gostaria de pensar com você, Larra, é o como nessa linha do tempo esse antagonismo se apresenta, que é o mesmo antagonismo guardar as devidas proporções do antagonismo que temos hoje, hoje em dia, em relação ao materialismo e o entendimento da dinâmica espiritual, o materialismo versus o que o espiritismo entrega, né? o que nós eh deveríamos praticar em espiritualidade não praticamos porque ficamos arraigados aos apelos da matéria. E é esse binômio já se apresentou lá atrás. Esse binômio também se apresentou quando havia entre nós um Cristo vivenciando entre nós e o império romano representando, né? O vídeo até trata disso, a prostituta, a prostituta do Capitólio, né, que é justamente essa questão. Eu queria te deixar falar, Elá, que você fala lindamente sobre isso. Não, não. Eh, e isso aí, Cris, é muito interessante. Mas eu queria puxar antes dessa discussão uma outra que eu acho que é muito importante, que é o aspecto de como é que a lei de causa efeito ela funciona dentro das das nossas sociedades. Porque o que que aconteceu? Nós tivemos um um longo período que que houve, na verdade, um uma espécie de desinteresse pelo surgimento dessa doutrina cristã. Então, o que é que você vai ter? você vai ter um grupo, um grupo de de espíritos interessados em destruir o cristianismo, em esmagar essa semente.
e desinteresse pelo surgimento dessa doutrina cristã. Então, o que é que você vai ter? você vai ter um grupo, um grupo de de espíritos interessados em destruir o cristianismo, em esmagar essa semente. Então são muito, muitas as histórias, né, aqui que a gente vai ter nos primeiros séculos do cristianismo. Então você tem ali o período dos chamados mártires que eles sendo perseguidos e você pensa que o cristianismo vai acabar, mas ele vai criando novos adeptos e perseguições. Era era até uma uma insanidade, porque você se transformava em cristão para ser perseguido. Do ponto de vista material, você entrava para ser perseguido. Então você vai ter ali aproximadamente uns 300 anos de perseguição. Você vai ter uns 300 anos de morte, persegue, mata, tortura, põe fogo, joga no azeite, cavalo rasga, tira flecha e esse pessoal eh se se reorganizando e sobrevivendo. Aí depois nós vamos ter, e a gente vai ver isso melhor na próxima na próxima live, quando aprofundar as discussões sobre eh o a história do cristianismo com o avanço para a era medieval. Mas o que que vai acontecer? você vai ter uma transposição do cristianismo para ser a religião do com poder. Quer dizer, de perseguida que ela era, ela passou a ser uma religião com poder. O que que nós poderíamos imaginar a partir desse expediente? Ah, agora o bem vai se espalhar sobre a terra, porque a mensagem de Jesus será a mensagem oficial do Império Romano. Vai ser lindo agora. Só que há um fenômeno de lei de causa e efeito que está acontecendo. Qual é o fenômeno? Aqueles que eram perseguidores, eles renascem agora dentro dessa esfera cristã. Então, os antigos perseguidores em função da lei de causa e efeito, renascem dentro das hóstas cristãs. Só que ao invés do cristianismo fazer um contágio positivo dessas entidades, eles promovem o contágio negativo do cristianismo. E aí, inexplicavelmente do ponto de vista material, mas claramente explicável do ponto de vista espiritual, o cristianismo que era perseguido passa a ser perseguidor. É uma coisa que, mas
ristianismo. E aí, inexplicavelmente do ponto de vista material, mas claramente explicável do ponto de vista espiritual, o cristianismo que era perseguido passa a ser perseguidor. É uma coisa que, mas como é que pode? Esses caras, eles eram até ontem perseguidos, eram torturados e mortos. Agora são eles que estão perseguindo os que lhes estão contrários. Como pode isso? É porque a natureza do espírito perseguido agora voltava nos processos da reencarnação entre os grupos cristãos e tinha a sanha da violência, da intolerância, do desamor, dando origem a uma outra face para a história do cristianismo, que é essa face eh de um cristianismo perseguidor, castrador, violento, intolerante. e que e que vai dar origem a todos esses fenômenos aí que a CR estava comentando, que são as cruzadas, a Inquisição, etc., que vão ser ondas decorrentes dos processos reencarnatórios dessas entidades. Por isso que temos muita gente que é espírita, que diz assim: "Ah, eu sou espírita hoje". fez muita bobagem no cristianismo. Pois é, fez bobagem no cristianismo porque estava antes perseguindo cristãos lá atrás. Então, perseguiu, depois encarnou como cristão e como era perseguidor, passou a perseguir em nome do Cristo e agora novamente está numa nova roupagem tentando fazer uma limpeza da mensagem de Jesus, aproximando-o efetivamente da sua mensagem original. Por isso, nos dias de hoje, com tanto materialismo, com tanta coisa, nós temos esse grupo de companheiros envolvidos eh insistentemente no propósito de divulgação da mensagem original, que de certa maneira ficou como que soterrada debaixo de uma de um conjunto de práticas exteriores e de equívocos que nós mesmos cultivamos dentro da história do cristianismo. Então ele ela acho que deu uma travada. Tenta tenta continuar falando aí porque eu acho que você tá travado, meu amigo. Problema é que ela é acho que ela ela já travou, né? Quando ele conseguir voltar para mim ele tá totalmente travado. Não é isso, Adriano? Você tá conseguindo ver uma isso, isso
tá travado, meu amigo. Problema é que ela é acho que ela ela já travou, né? Quando ele conseguir voltar para mim ele tá totalmente travado. Não é isso, Adriano? Você tá conseguindo ver uma isso, isso isso. Então, eh, só pegando esse grande gancho que o Elará nos aponta, eh, é curioso porque a gente emará você travou, mas eu acho que deu para pegar o amálgama da sua ideia. Eh, eu queria comentar e recuperar aqui só pra gente poder ir unindo os pontos. A gente vem falando ao longo dos nossos encontros o tempo todo, desde o ano passado, na doutrina secreta. E o que eu gosto de analisar e ver acontecendo em repetição nessa linha do tempo é que essa doutrina secreta, né, ela sempre esteve presente, se fez secreta porque a gente já entendeu que ela era entregue a um grupo eleito de iniciados. Os sacerdotes, os iniciados tinham acesso a essa verdade, mas não o povo, não o povão, não a plebe, né? não era entregue a todo mundo. Daí por a nomenclatura, doutrina secreta e que agora não é mais secreta, que é a doutrina verdade, principalmente depois do advento do Cristo, da segunda grande revelação, com a completude da terceira grande revelação. Então, não tem nada mais de secreto, já é uma doutrina revelada, já é uma doutrina em consonância com a verdade, é a doutrina verdade. A gente já chegou nesse ponto de entendimento. Agora, se a gente volta no tempo e a gente vai ver e a poder atestar os comportamentos cíclicos do homem, e a gente vai ver que, apesar dessa doutrina, a verdade ter estado presente o tempo todo na história da humanidade, sempre há momentos de rupturas, sempre há momentos de abalos, sempre há momentos de abismos onde a sanha do onde o poder entra em ação, onde a junção do entendimento da religiosidade, onde o exercício da fé é acrisolado dentro de uma igreja. Vamos voltar lá atrás. Isso aconteceu com os vedas ou com um conhecimento védico quando ele é acrisolado na situação das castas do hinduísmo, né? Há ali um abismo, há ali eh, um ponto de ruptura, de adulteração dessa doutrina
so aconteceu com os vedas ou com um conhecimento védico quando ele é acrisolado na situação das castas do hinduísmo, né? Há ali um abismo, há ali eh, um ponto de ruptura, de adulteração dessa doutrina verdade lá atrás, na civilização hindu com os Vedas, né? Eh, depois a gente vai ver o mesmo acontecendo com o cristianismo primeiro, com o cristianismo primitivo, com os cristãos. Eu não gosto de usar primitivo, né? Porque de primitivo não tinha nada com os cristãos primeiros, onde esse processo de adulteração vai vir com força de novo, porque a gente pega a fé desses homens simples que Elará eh explicou pra gente, né, dessa dessa comunhão fácil de pensamento entre o criador e a criatura daqueles homens recheados de fé, de inocência, de humildade para um exercício de fé acrisolado dentro das estruturas da igreja. E aí é que começa a a decair novamente. E aí é que começa a abertura de espaço paraa inquisição, paraas cruzadas e para todo aquele horror praticado na Idade Média. Você você vai ver, Cris, que e a espiritualidade ela faz inúmeras tentativas de entrega de água limpa. Ela entrega água limpa, aí a gente suja. Aí entrega água limpa, a gente suja. E assim vai. Nós vamos entregando água limpa. Eles vão nos entregando água limpa e a gente vai sujando. E é muito curioso porque eh o Krishna falava sobre isso. Nós temos um versículo no Bagavad em que ele trata dessa questão. do Bagavad Guita, no capítulo 4 dele, o Krishna fala algo desse tipo, porque ele diz o seguinte, no capítulo 4ro, nos versículos 7 e 8, ele diz que todas as vezes que o materialismo quisesse apagar as ideias da espiritualidade e que o erro quisesse se impor sobre a mentira e que as trevas tentassem vencer a luz, o bem retornaria. E aí ele diz assim: "Todas as vezes que isso acontecer, eu renascerei entre os homens." para aqui, ó. Eu vou ler. Sempre que o mundo declina em virtude e justiça, sempre que imperam o vício e a injustiça, venho eu, o Senhor, e apareço no meu mundo em forma visível, nascendo
e os homens." para aqui, ó. Eu vou ler. Sempre que o mundo declina em virtude e justiça, sempre que imperam o vício e a injustiça, venho eu, o Senhor, e apareço no meu mundo em forma visível, nascendo e vivendo como homem entre os homens. A minha influência e doutrina destróem o mal e a injustiça, restabelecem a restabelecem a virtude e a justiça. Mil vezes já apareci assim e muitas vezes aparecerei ainda. Então ele tá falando que eh existe da parte da espir da parte da espiritualidade um elenco de de espíritos ligados a essa essa hoste mais alta, Adriano, que faz o quê? Identifica: "Olha, houve uma queda, o mal está querendo sobrepor o bem. Nós precisamos restaurar o bem. Nós precisamos recolocar as coisas nos seus devidos lugares. Então, nós vamos renascer para limpar as trevas, né, para fazer esse processo de melhoria que precisa ser feito. E aqui no Evangelho segundo o Espiritismo, no prefácio, o segundo parágrafo diz assim: "Eu vos digo em verdade que são chegados os tempos em que todas as coisas devem ser restabelecidas no seu verdadeiro sentido". Então, elas estavam corrompidas para dissipar as trevas. O o Cristna fala de trevas lá para confundir os orgulhosos e glorificar os justos, que é fazer a justiça. Em algumas traduções do Bagavada, eu tenho aqui em Esperanto, ele fala para glorificar os justos. E essa frase aparece aqui no prefácio do Evangelho Segundo Espiritismo. Ou seja, essas ondas de restauro, elas estão previstas pelo governador planetário no processo de reorganização do ORB, sempre que tem um declínio. Então, quando ocorre um declínio, bruft, uma revelação vem e empurra para cima de volta. São diversas vezes que isso aconteceu. O Advento do Cristo é um desses episódios e o advento do Espiritismo é também porque o materialismo estava dominando o pensamento humano. Então nós temos aqui o cristianismo como sendo a resposta dos céus a um período de muito desequilíbrio, como tava mostrando a Cris no vídeo, né? Fala-se que eh a gente mede uma civilização por duas
o. Então nós temos aqui o cristianismo como sendo a resposta dos céus a um período de muito desequilíbrio, como tava mostrando a Cris no vídeo, né? Fala-se que eh a gente mede uma civilização por duas coisas. arte e comportamento sexual. Quando uma civilização entra em declínio, a sua arte ela periclita e os desequilíbrios sexuais avançam. Então, se você olhar na história, quando o Império Romano estava nos seus períodos piores da decadência dele, houve uma perversão geral em termos sexuais. E também a arte ela se atrofia eh nos momentos em que a humanidade experimenta esses embates em que o mal tenta se impor sobre o bem e aí uma uma onda de renovo vem e retoma novamente como aconteceu no no período do renascimento, que ali a mediocridade tava tomando conta e tudo. Aí v uma onda de renovo vem para restaurar as coisas. Então isso é sempre cíclico. Quando a coisa parece que vai periclitar, o governador sopra uma brasinha e a coisa toma fôlego de novo e se reorganiza. O cristianismo, ele é mais uma água limpa que a gente recebe. O nosso problema é que é água limpa na em mãos sujas. É água limpa em mãos suj. Então a gente pega nessa água limpa e ela se suja. Então a gente vai sujando, mas o o governador planetário, ele diz assim: "Não tem problema sujar, depois eles vão limpar essa água". É importante estar sempre entregando água limpa até que as mãos se limpem, até que a gente consiga limpar as mãos, né? E é por isso que Leon Deni, porque a gente acaba usando no roteiro do vídeo, pensamentos e ideias, fragmentos, né, desses nossos autores que nos inspiram. Então, Leon Deni vai trazer o pensamento que é no fluxo que tem a ver com água, como já tá falando, é no fluxo do calvário, né, que é eh apontado o roteiro da humanidade, né? é justamente nesse fluxo, nessa água do Calvário, de testemunho, de renúncia, de olhar para o alto, de valorização do verdadeiro reino dos céus, né, que é a dinâmica espiritual, a verdadeira vida, né, o ponto central do ensinamento do Cristo,
lvário, de testemunho, de renúncia, de olhar para o alto, de valorização do verdadeiro reino dos céus, né, que é a dinâmica espiritual, a verdadeira vida, né, o ponto central do ensinamento do Cristo, além dele ter eh inaugurado nesse momento de boa nova um momento de restauro, como ela explicando eh o ponto central do cristianismo e da mensagem do Cristo, né? Aquele tradutor do pensamento divino, aquele mensageiro de Deus, cordeiro inclusive de Deus, cordeiro por conta dessa ilação com a tradução, tradição judaica da imolação, né? Ele se acertou, ele se molou, ele veio, minha gente, em um grande assim incomensurável processo de renúncia. Imaginem vocês um espírito crístico vivenciar entre nós, né? está conosco no caminho, sem necessidade. Sem exatamente perfeito. Sem necessidade, porque até aquele momento já tinha sido entregue tudo que se fazia necessário para esse horizonte espiritual do homem. Abrimos a live de hoje falando isso, mas houve esse momento de ruptura, houve esse momento de adulteração. O Império Romano, a partir da sua sanha de poder, colocou os valores espirituais que até então vinham sendo construídos e praticados pelos primeiros cristãos em cheque. E aí houve a necessidade dessa presença augusta, imperativa no verdadeiro valor da palavra, a presença imperativa, a presença imperiosa de autoridade, de estatura moral do mestre para novamente colocar a humanidade no seu curso redentor, literalmente redentor. visto redentor, né? Então, é muito bonito quando a gente analisa tudo isso. E aí a gente vê naquele momento, né, também ali na Palestina, a vigência da cultura romana praticando orgias, eh, endeusamento do deus Baco, né, do vício da bebida, das Saturnais, de encontros de calendário, dos bacanais, dos saturnais, encontros de marcados no calendário. Hoje nós vamos eh ir além do limite. É com feito convocações para que aqueles grupos sociais fossem além do limite. E aí a gente vê, e eu sempre procuro trazer paraa realidade de hoje, o que não é o carnaval.
vamos eh ir além do limite. É com feito convocações para que aqueles grupos sociais fossem além do limite. E aí a gente vê, e eu sempre procuro trazer paraa realidade de hoje, o que não é o carnaval. Carnevale. Antes da antes da da Páscoa vive-se a quaresma, né? Mas antes da quaresma, aquele momento de extravazamento nos sentidos, a carne vale. Tudo que é carne vale. Então vamos praticar os apelos da carne, vamos praticar sexualidade, vamos praticar sensualidade. E o mundo moderno acaba reproduzindo os Saturnais de Roma. nem se dá conta. Depois fingir que nada aconteceu. Aí agora eu viro a página e começo de novo a minha campanha para virar santo, né? Porque aí depois do carnaval vira todo mundo santo de novo, buscando galgar, né? Esse caminho em relação a Deus e a Jesus, né? Eh eh eh o comportamento do homem é muito curioso, né? E é cíclico. É muito curioso. É, é muit é muito interessante quando a gente olha a história da humanidade por essa visão, porque isso nos dá um alento muito grande, porque a gente percebe assim, observa, todas as vezes que o cristianismo, ou melhor, que a história da humanidade tá entrando em crise, o governador joga uma boia, joga uma boia, tá se afogando, pega uma boia. Então, a humanidade já deveria ter acabado muitas vezes. Já deveria ter acabado muitas vezes. Por quê? Porque a gente entra num determinado comportamento. E eu digo para vocês com sinceridade, se eu vivesse na idade média, eu diria: "Este mundo não tem concerto". Porque não tem como, não tem como, a gente não tem, era um círculo vicioso de perturbação e que a gente não iria ter como sair. O mundo medieval é um mundo perdido. É perdido e cada vez pior. Além de ser perdido, é cada vez pior, porque a tirania, a perversidade, a ignorância, os absurdos cometidos em nome da religião. Eu eu uma vez, eu não sei nem onde eu tirei coragem para isso, eu visitei uma exposição no Rio de Janeiro. Aí, Cris, eh, instrumento de tortura. Eles trouxeram, botaram no, naquela Biblioteca Nacional uma exposição de
não sei nem onde eu tirei coragem para isso, eu visitei uma exposição no Rio de Janeiro. Aí, Cris, eh, instrumento de tortura. Eles trouxeram, botaram no, naquela Biblioteca Nacional uma exposição de instrumento de tortura. Eu fui lá ver e eu fiquei pensando que quando a gente fala assim, você vai lá, você vai olhar e se você pensar isso aqui foi usado, teve gente que sentou nessa cadeira de prego, teve gente que foi esticado nessa roda, não é só um um uma ameaça dizer assim: "Olha, eu vou montar isso aqui e se você não se comportar e vou mandar você". Não, cara, teve muita gente que foi morto ali. Não era alegoria, né? Não é porque assim a gente olha e pensa assim: "Não, os caras bolaram esses negócios para amedrontar as pessoas". Não, as pessoas eram torturadas, mutiladas, né, com isso. E pior, em nome da religião. Aí quando você olha o Manuel Moura diz que ele já foi numa exposição dessas, uma exposição dessa, mas é faz muito tempo. Naquela época eu era menos menos eu compreendia menos as coisas, sabe? Porque eu fui lá ver, hoje eu nem iria não quero nem ver isso. Na época eu fui, ah, eu vou dar uma olhada. Deve ter uns 30 anos na época. Ah, eu vou lá olhar. Eu fui lá, vou lá ver. Digo, gente, eu sou doido de ir para um lugar desse, mas tudo bem. Eh, o que eu quero dizer é que parece que não tem solução. Aí quando a coisa tá assim que vai afundar de vez, o governador diz: "Não, não, não, não, não. Eu vou, eu vou mexer aqui uns negócios. Eu já vi que precisa uma intervenção. Então você tem vários momentos na história em que o que parecia perdido tomou um sopro de renovo. E muitos de nós hoje estamos vivendo esse processo dizer assim: "Cara, agora não tem jeito. Esse período de transição planetária agora vai acabar mesmo. Aí você não, o governador tem a rédia na mão, ele vai mexer alguma coisa, né? Então isso isso é muito interessante da gente observar, né? Ô Elar, você sabe bateu, desculpe só te cortar rapidinho, mas é porque eu acho que você vai gostar do que eu vou falar.
er alguma coisa, né? Então isso isso é muito interessante da gente observar, né? Ô Elar, você sabe bateu, desculpe só te cortar rapidinho, mas é porque eu acho que você vai gostar do que eu vou falar. É, me bateu um certo saudosismo, porque a gente falava dessa presença amorosa do Cristo muito quando a gente estudava o Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, especificamente a história do nosso país, né, da pátria do Cruzeiro. E hoje, por acaso, eu tava trabalhando na floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ah, e esse pensamento me perpassou na cabeça. Eu falei: "Puxa vida, nós temos no Rio de Janeiro a segunda maior floresta eh replantada do planeta, né? A floresta replantada. Replantada. É a floresta da Tijuca. É a segunda maior floresta do mundo e foi replantada. E replantada por quem? Aí eu preciso falar dele. Pedro I, né? um dos espíritos eh desse dessa missão da terra brasileira, elencado e escolhido para reencarnar e para exercer o papel fundamental que exerceu na história do Brasil. E aí, eh, eu quero falar desses contributos, sabe? Porque desses respiros que Jesus nos oferta, né? É isso aí. Ela faz de novo, esse, né? e inspirar de ar saudável, de água límpida, porque não só o próprio governador do planeta se mobiliza planejamento estratégico superior, como ele delega ações na matéria através de espíritos missionários que vão fazer essa revertida. Então, voltando à história da floresta da Tijuca, né? A floresta da Tijuca, ela teve que ser replantada porque todas as montanhas do Rio de Janeiro estavam fadas a desertificação. Meu Deus, arrasaram a terra, acabaram com todos os mananciais de água, acabaram com a mata, né, com a floresta nativa, a mata atlântica, né? E aí não havia mais água no Rio de Janeiro. O nosso imperador Pedro II, ele teve esse olhar alargado de perceber isso. E aí ele faz uma grande convocação para que os europeus estudiosos viessem para o Rio de Janeiro para edificar novamente uma floresta. E quem é que entra no trabalho de fazer acontecer isso?
ber isso. E aí ele faz uma grande convocação para que os europeus estudiosos viessem para o Rio de Janeiro para edificar novamente uma floresta. E quem é que entra no trabalho de fazer acontecer isso? O braço escravo, o braço escravizado, a raça negra, a raça preta ou como queiram chamar, mas os nossos irmãos africanos entraram com o braço, com o suor, com as lágrimas, com o seu próprio sangue, na injunção da escravidão para poder replantar a floresta da Tijuca. Por isso que eu eu tô pegando só um fragmento da história e um exemplo da história, porque aí Jesus restaura, ele monta de novo o ecossistema da harmonia e do bem, né? E no caso aqui o exemplo é a floresta da Tijuca no Rio de Janeiro, utilizando-se dos espíritos missionários, né, na prática da humildade e na prática do servir. Então, ao longo da história da humanidade, tivemos um, tivemos e temos um grande governador planetário orquestrando lindamente o que precisa ser organizado e espíritos de scol praticando testemunhos. E a gente tem que render homenagem a essas pessoas, a gente tem que em memória se lembrar delas, né? foi só um exemplozinho para mostrar esse cíclico, né, da humanidade. Sim. Essesiros. É, olha, a Eu não sei se a gente pode ir conversando sobre as perguntas que eu tenho aqui, mas eu tô vendo uma pergunta aqui de Zanza 66 assim, por que não pode ser o próprio Jesus que vem dar esse respiro? Porque na verdade ele tem uma equipe muito grande de de colaboradores. Aí tem uma equipe muito grande e não é necessário que o governador planetário venha novamente, né? Nós nós nós temos muitas oportunidades de de perceber os o o a quantidade significativa de emissários que ele tem. Então não é necessário que um espírito não tem não tem que ser ele de novo, não manda um emissário para fazer. Tem emissário de todo tipo para todas as culturas. Então a gente não pode eh criar aquela crença de que não, somente o Cristo planetário é capaz eh de trazer essa informação para nós. Não. Só que aí é aquela velha história, né?
para todas as culturas. Então a gente não pode eh criar aquela crença de que não, somente o Cristo planetário é capaz eh de trazer essa informação para nós. Não. Só que aí é aquela velha história, né? Nós estamos hoje muito mais maduros para fazer esse crescimento. Poxa, é é só sópra brasa, porque a doutrina já foi trazida só paraa brasa. O espiritismo é, na verdade, por que que chama espiritismo cristianismo red de vivo? Por que que tem esse nome? Só se revive o que tá morto. Não existe revivescência daquilo que não morreu. E o cristianismo no século XIX ele foi profundamente atacado. Por quê? Porque o cristianismo ele tá apoiado em três pontos: a existência de Deus, a imortalidade da alma e o amor. Isso basicamente é isso aqui. A existência de Deus, o materialismo disse que não existia. A imortalidade da alma foi junto com Deus. E o amor foi substituído pelo prazer. Então, os aliceces do cristianismo estavam todos mortos. Todos mortos. Então, para que eu pudesse revivecer o cristianismo, eu tinha que fazer restaurar esses três pontos. Só que para restaurar esses três pontos, eu não posso usar as mesmas armas do cristianismo, porque essas armas foram mortas. Então, a a pregação dogmática, ela não serviria mais, não. Eu não poderia usar o mesmo instrumento. Então, para reapresentar Deus ao mundo, eu precisava da lei de causa efeito. Porque a única forma de provar que existe Deus é pela lei de causa efeito. Não, o cara sofre por causa disso, não, isso aqui é ah, não, isso é por causa daquilo. Mortalidade da alma, você prova com mediunidade e a importância do amor você prova com a reencarnação, porque não existe sentido de você eh procurar o amor, senão o entendimento de que é através da reencarnação que a gente vai desenvolver isso para alcançar a felicidade. Então, diz Lázaro naquela mensagem do Evangelho, a primeira palavra do alfabeto divino é o amor e a segunda é reencarnação. esse esse processo de resgate dessa questão. Então, aonde nó aonde nós vamos eh encontrar de eh lei de causa efeito,
angelho, a primeira palavra do alfabeto divino é o amor e a segunda é reencarnação. esse esse processo de resgate dessa questão. Então, aonde nó aonde nós vamos eh encontrar de eh lei de causa efeito, mediunidade e reencarnação, doutrina espírita. Então, ele vai revivecer o cristianismo. Tem mais perguntas aí, né? Eu já até respondi uma. Temos perguntas. Vamos, vamos passar paraas perguntas, então. Vamos lá. Temos aqui, ó, eu, opa, agora vou vou precisar doos auxiliares. O Arrênius Felipe, ele colocou aqui, ó, separação entre espíritos afins. Os que vibram em sintonia com o bem seguirão adiante, enquanto os resistentes à evolução terão outras oportunidades em mundos inferiores. É, capítulo 18 do livro a Gênesis, item 27, primeiro parágrafo. Eles vão ter duas situações. Uma, eles migram do planeta para fazer isso aí que você tá falando. E segunda, eles migram no planeta para regiões mais primitivas para darem um contributo. Ou sai ou sai de onde está e vai para outra região. É isso que deverá acontecer com aqueles que são resistentes ao processo de evolução, chamados no texto de maus não tocados pelo bem. Gênese, capítulo 18, item 27, primeiro parágrafo, a última frase do primeiro parágrafo. Podemos passar paraa próxima? Acho que sim. Então vamos lá. Perfil Zanza 66. Boa noite, Elahrá. O que você leu agora do Bagavacta, não com a Duna com o que foi perguntado a você sobre as várias encarnações de Jesus Cristo. Olha, o fato de nós termos o a ideia de que eh há um pensamento de que Jesus, seja Buda, seja Krishna, aparece em algumas obras espíritas. Mas aquilo que a gente tem como universalidade dos ensinos dos espíritos diz que não. Diz que não. Por quê? Porque a gente tem que se fixar naquilo que é universalidade dos ensinos. Porque eu sempre vou encontrar um escrito para dizer Swindenborg, por exemplo, dizer que não tem reencarnação. E daí você vai ficar com ele, vai ficar com Kardec? Porque você tem espírito para todo tipo de direção. Eu preciso de ter uma leitura
ra dizer Swindenborg, por exemplo, dizer que não tem reencarnação. E daí você vai ficar com ele, vai ficar com Kardec? Porque você tem espírito para todo tipo de direção. Eu preciso de ter uma leitura em diversos grupos, diversos países, diversos lugares para eu poder dizer: "Olha, isso aqui é assim". E atéonde a vista alcança, eh, não são o mesmo espírito, porque nós temos a tal da universalidade dos ensinos dos espíritos. Porém, se algum dia se provar que é, ele passa a ser, não tem problema nenhum, porque o grande problema nosso é que o que nos importa mais de perto são as nossas imperfeições, porque não vai mudar muita coisa paraa nossa vida se Jesus for Cristo ou se ele não for. Isso acaba não tendo grandes importâncias, né? Você disse assim: "Não, não, não é o Cristo planetário veria várias vezes, tá? a a minha dificuldade de lidar dentro de casa fica do mesmo jeito, né? Então são conceitos assim muito mais do campo filosófico do que propriamente eh da necessidade da criatura humana para o seu desenvolvimento. Agora, eh essa visão de do de Krishna, ela é uma visão que ela mostra que existe uma equipe que coordena o planeta. Quando você pega na cabala judaica, ele diz assim, eh, berit baráimares, no princípio criou criou os Elohim, o céu e a terra. Os Elohims era um conjunto de espírito, não é um só, era uma falange. O chefe dos Elohims seria Jesus, mas ele tem muitos Elohims com ele trabalhando. Não é só ele, ele tem uma galera que que coordena esse trabalho. E só para deixar a gente ainda mais antenado, no Bagavada, quer dizer, dentro do hinduísmo, existe um conceito chamado narayama. Narayama. O que que é narayama no hinduísmo? governador planetário. Eles dizem que existe um espírito que é o governador da terra. E tem e a tradução é essa, Narama, o governador planetário. Eles dizem que o governador planetário é Krishna. Aí você poderia dizer: "Ah, então ele é Jesus". Isso reforça a ideia. Olha, há uma coletividade de espíritos. a no que o espiritismo diz, não seria isso. Agora,
que o governador planetário é Krishna. Aí você poderia dizer: "Ah, então ele é Jesus". Isso reforça a ideia. Olha, há uma coletividade de espíritos. a no que o espiritismo diz, não seria isso. Agora, para botar mais lenha na fogueira, ah, no hinduísmo, a déma encarnação de Krishna, que seria lá na frente, chama-se calque, a décima encarnação de Vishno, na verdade de Vishno. Vishno vem várias vezes, uma das vezes ele é ele é Krishna, mas ele seria Vishno também, ele seria Calk. Calque vai montar um cavalo branco e anda com uma espada na mão, que é exatamente a imagem de Jesus no Apocalipse. Então, eu diria que existe uma coletividade de espíritos que tem a função de reger o planeta. A princípio, Jesus é o comandante dessa falange, mas se algum dia isso for dito que é diferente e assim ficar confirmado, não tem nenhum problema. Item um, item 55 do capítulo primeiro da Gênesis e a doutrina é progressiva, então não tem nenhum problema. É assim. Então assim será. O problema é que isso não muda nossas vidas, tá? Mas pode ser que seja, não tem problema nenhum. Hoje não é. Olha só, o grande professor Otaciro Rangel está aqui com audiência qualificadíssima. Grande abraço, professor Otaciro, muito obrigado por estar nos prestigiando. Ele deixou aqui, ó, a a a o questionamento. Boa noite, amigos. Israel poderia ser entendido como uma figueira que não deu frutos. Olha, o o Evangelho não tem gabarito, então ele não tem só uma resposta certa, ele tem eh várias várias respostas que podem dar como certa. Eu poderia eu poderia dizer assim: "Não, Israel deu fruto. Afinal, os primeiros seguidores de Jesus eram quem? Eram judeus. Então, como é que eu posso dizer que os judeus não aceitaram a mensagem de Jesus se foram eles os primeiros a divulgar a mensagem? Então, eu posso ter uma leitura e dizer: "Não, não, não. Quem perdeu foram os não judeus que corromperam, que quem corrompe o cristianismo é quando ele sai de Israel pro mundo." Então, eu não posso atribuir isso aos judeus. Então, eu poderia dizer
não, não. Quem perdeu foram os não judeus que corromperam, que quem corrompe o cristianismo é quando ele sai de Israel pro mundo." Então, eu não posso atribuir isso aos judeus. Então, eu poderia dizer que a árvore que não deu frutos seria os cristãos, não judeus, os pagãos. que teriam corrompido a mensagem original, né? Existem várias interpretações. Eu poderia também não dizer exatamente um povo, mas o indivíduo que de posse da mensagem não produziu frutos. Eu evocaria aqui, capítulo 13 de Mateus, a parábola do semeiador, a semente que caiu entre os espinheiros. E a semente que caiu entre os espinheiros não é necessariamente um povo, mas qualquer um de nós que de posse da mensagem renovadora, vive na inércia da transformação em função dos espinhos da existência humana que nos impede de dar frutos. Repare que a fruta que a a semente que cai nos do espinheiro, ela não morre. A a da pedra, a beira do caminho nem nasce. A outra que nasce na pedra morre, mas a a do espinheiro não morre. Ela só não dá frutos, que é parecido, né, aí com a história da figueira que não deu frutos. Figueira estéril. Eu acredito até que você uma honra ter você aqui, hein? Poxa, eu acredito até, Ela, você já tenha respondido, então aqui o Argênios, né, Felipe? Papel do livre arbítrio. Cada indivíduo é responsável por sua própria transformação moral. É, sem dúvida nenhuma, né? processo de salvação é individual e ninguém salva ninguém. Somos nós que salvamos a nós próprios. O Cristo aponta o caminho, mas quem vai me salvar sou eu. É isso aí. E a última pergunta aqui do Franc Fogaça. Nossa, isso aqui dá um seminário de umas duas semanas. Boa noite, muita paz a todos. Afinal, quem somos? É a resposta da temporada toda, né, que ler o livro todo. Quem somos? Olha, eu eu vou arriscar dar uma resposta que eh não tem erro, a gente pode depois aprofundar essa resposta, mas eu atesto que nós somos filhos de Deus, plenos de potencialidades. Então, o que a gente não pode deixar de entender são as nossas competências de filhos de Deus, a
depois aprofundar essa resposta, mas eu atesto que nós somos filhos de Deus, plenos de potencialidades. Então, o que a gente não pode deixar de entender são as nossas competências de filhos de Deus, a nossa filiação divina. nos entrega inúmeras possibilidades, inclusive possibilidade de realização. É a pergunta de Pedro Granja. Eh, ó, o Pedro Granja coloca no nome do livro, Afinal, quem somos e manda, manda, não, pede para que o Monteiro Lobato faça o prefácio do livro dele. E o Monteiro Lobato dá uma no dá uma no Pedro Granja, porque no finalzinho do texto diz assim: "Meu amigo Pedro Granja, se eu fosse escrever seu esse livro, eu não diria que afinal quem somos. Eu diria afinal o que somos. Porque quem é uma coisa, mas o que a gente precisa entender o que que somos e não quem. É o quem o quem a gente vai se construir de forma mais elaborada depois. Nós ainda somos o quê, né? A gente tá muito somos. É, exatamente. Mas é isso. Ô, Adriano, deixa eu dar duas respostas de coisas mais pontuais, né? Eh, a primeira que tem uma companheira nossa aqui que ela diz que mora fora do país e ela não tá conseguindo se inscrever. A Teca eh não consegue se inscrever pelo site da FEGO. Teca, quando você entra na homepage, na página inicial do site, você vai ter lá um boxzinho, uma caixa de diálogo na primeira página escrito assim: congressista virtual. E aí quando você clica nesse box, nesse quadradinho, abre para você uma outra página, um link para você preencher um formulário dando o seu e-mail, o seu nome e eu até abri esse aqui, e-mail. E aí você vai criar uma senha e vai confirmar a sua senha. Pronto, você tá inscrita. Então, não precisa apresentar RG, CPF ou identificação de outro país, nada disso. É só colocar e-mail, criar uma senha e confirmar a senha. Na página inicial tem um boxzinho congressista virtual. Rola a página até mais embaixo que você vai encontrar isso que a gente quer te ver, né, nesse universo virtual acompanhando o congresso da FEGO. E uma outra observação aqui da companheira Luía
irtual. Rola a página até mais embaixo que você vai encontrar isso que a gente quer te ver, né, nesse universo virtual acompanhando o congresso da FEGO. E uma outra observação aqui da companheira Luía Negrão, se eu não me engano, deixa eu buscar o comentário dela aqui na tela, é a Luía, que também mora no Rio de Janeiro. Ela diz que tem muita vontade de fazer um passeio, né, pelo Rio de Janeiro. Você me deu uma boa ideia, Luía. Como organizar isso. A gente marca um dia, em uma das lives, eu marco o encontro com vocês, quem tiver no Rio de Janeiro, pra gente se encontrar de forma voluntária. Eu vou fazer esse passeio e apresentar o Rio de Janeiro para vocês e me divertir muito junto com vocês. Foi uma excelente ideia e a gente vai colocar isso em prática. Eu tenho roteirizado um circuito histórico reproduzindo a história do espiritismo naqueles primórdios do espiritismo no Brasil, quando a FEB ainda tinha sua sede no Rio de Janeiro, né? Então, a gente vai criar esse circuito histórico do Rio Antigo, rememorando a história do Espiritismo. E lógico que a gente vai unir nesse nosso passeio, nesse nosso roteiro, a floresta da Tijuca, eh, e todas as belezas naturais da cidade. Vamos marcar. E se a Teca continuar tendo alguma dificuldade, Teca, eh, me procure, por favor, me procure pelo Instagram, tá? Adriano Máximo, Máximo com SC, me procure no Instagram que eu posso te auxiliar, tá bom? Não vai ficar sem fazer essa inscrição, não. Agora deixa eu fazer uma observação para vocês. O quanto a doutrina espírita é maravilhosa e nos proporciona assim momentos eh eh felizes e largos ao mesmo tempo. Eu recebi uma mensagem aqui de um primo, o Nelson Alves Júnior, é médico aqui em Goiânia, especialista em cirurgia toráxica. Ele eles ele me mandou o print da aqui do do da nossa tela do programa. Me mandou o print. Eu não sabia que ele assistia a série. Ele não sabia que eu que eu era envolvido aqui com todo esse trabalho, né, pelo Jes e tudo. Me mandou a mensagem aqui. Eu falei: "Ah, não é
a. Me mandou o print. Eu não sabia que ele assistia a série. Ele não sabia que eu que eu era envolvido aqui com todo esse trabalho, né, pelo Jes e tudo. Me mandou a mensagem aqui. Eu falei: "Ah, não é possível". Legal, pessoal. Reta final de programa. Então aqui, ó, a Peca falou que vai me procurar pelo Instagram aqui para para que eu possa auxiliá-la. Se precisar eu estou à sua disposição. Eh, reta final. Reta final. Partindo pro encerramento. Partimos. Eh, só lembrando, então, eu já tinha deixado até o calendário aberto aqui. Próximo programa, dia 15 de abril. 15 de abril. Então, dia 15 de abril. E já fica o convite, né? Eh, estou substituindo Denise Balô, Xenise para os íntimos. Estou substituindo a Denise na série de Moisés a Kardec. E no próximo, na próxima terça-feira, então, nós teremos a continuação, né, quinta temporada da série de Moisés a Kardec. Estaremos lá, se Deus assim permitir, com o Jorgito Elá, professor Severino Celestino e Álvaro Morenhai, tá? Então já fica aí o convite. Olha, vai ser uma live, acredito que vai ser uma live especial porque o professor Cevedino tá voltando da viagem, ele traz fotos para nós, então a gente dá uma parada para ver as fotos que o professor nos trouxe. Isso aí. O o em ela o o professor começou a mostrar o material, só que ele não terminou. Então tem fotos ainda que ele vai comentar. Ah, então ele já mostrou nessa nessa é que eu tava viajando, né? Já você estava viajando. Ele já mostrou parte, só que ele vai continuar. Tem ainda muito material para ele mostrar pra gente. E cada foto que ele abre lá, você já viu, é, tem muita, muita informação, né? Então, bacana demais. Então, fica aí o convite. Ah, considerações finais. Só gratidão, né? Agradecer a você, Adriano, né, por ter assumido aí a mediação do programa de hoje. Ivana tá totalmente envolvida com o congresso. Denise, como já explicamos, tá nesse período sabático dela, dando atenção a questões familiares. Então, a chance de por hora, o retorno da Denise é remota. Quer
á totalmente envolvida com o congresso. Denise, como já explicamos, tá nesse período sabático dela, dando atenção a questões familiares. Então, a chance de por hora, o retorno da Denise é remota. Quer dizer, ela até nos disse, né, que vai precisar estender esse seu tempo de ausência. Enquanto isso, a gente tem Ivana aqui conosco, né? E o Adriano também, né? Eh, podendo estar conosco quando Ivana tiver muito assoberbada, porque Ivana é também aquela que faz muitas coisas, realiza muito. É um trator, é um trator. É um trator. Eu, eu que eu gostaria de ter um décimo da energia que ela tem, viu? Exato. Mas é gratidão mesmo pelo carinho de todos, né? Eu tô vendo assim lindos e grandes amigos, né? As presenças rotineiras aqui que a gente não conhece pessoalmente, mas já considera-se todos uma grande família aqui e especificamente algumas pessoas se interessando pelo passeio. A gente vai mesmo organizar isso, gente. A Luía Negrão falou que mora em Nova York, mas quando você tiver no Rio de Janeiro a gente combina. Luía, e como entra em contato comigo, vocês podem me mandar e-mail, né? Eu eu não eu tentei publicar aqui o meu comentário no chat, Adriana, mas eu não sei porque que acontece isso. Não vai, o meu comentário fica bloqueado, mas eu posso falar, é simples. O meu e-mail é C de Cristiane, meu sobrenome, que é esse barulho aqui, Drux, né? @all.com.br, tá? cd drs@wall.com.br e aí a gente se fala por e-mail. Luía, um beijo para você. Ah, Joia. Ela, a Vera fez uma pergunta aqui para você. Não, não será. Vai ser dia 8. É sempre na segunda e na quarta quarta-feira do mês. E amanhã é a primeira quarta-feira, então não tem. é na segunda e na quarta. Então não teremos amanhã, mas aí a gente vai ter na outra semana, tá? É isso aí. Uma honra para mim eh ter participado aqui com vocês. Muito obrigado pela receptividade aí. continua à disposição de vocês, mas lógico, a Ivana, possivelmente no próximo programa, no dia 15 de abril estará, né, na apresentação. Mas o o Adrianinho fica à
Muito obrigado pela receptividade aí. continua à disposição de vocês, mas lógico, a Ivana, possivelmente no próximo programa, no dia 15 de abril estará, né, na apresentação. Mas o o Adrianinho fica à disposição de vocês sempre que precisar, né? Eu eu vou vou quebrando o galho. Cris, eh, vou te pedir a prece de encerramento, pode ser? E aí, assim que a Cris fizer a pre encerramento, então eu vou colocar novamente o vídeo de divulgação do nosso 41º Congresso Espírita do Estado de Goiás. A gente encerra com o vídeo. Ótimo. Vamos sim. Então a gente vai se envolver, né, se abraçar fluídicamente nós nós aqui na tela, né, Rá, Adriano, esses amigos queridos no chat, elevando agora os nossos pensamentos, buscando mergulhar nesse fluxo d'água límpido. Eh, a respeito dele, refletimos no programa de hoje, nas nossas ilações, para pedir ao mestre que possa nos manter unidos dentro dessa conjuntura de água fresca, que alivia, que descedenta, que harmoniza, Senhor Jesus, que possamos cumprir com a nossa com o nosso impositivo reencarnatório da melhor forma possível, que possamos air nessa oportunidade devida os valores dessa mesma vida, que possamos vivenciá-los, que possamos praticá-los, que possamos ofertá-los esses valores que nos construirão. pessoas melhores, pessoas cujas consciências não latejam quando nos autodenominamos filhos de Deus. Queremos ser, em verdade filhos de Deus. E para isso existe um impositivo maior do exercício da irmandade, do exercício da fraternidade, do impositivo de fazermos a diferença no mundo a partir das nossas práticas do cotidiano. Auxilia-nos, Senhor, a auxiliar. Auxilia-nos, Senhor, a nos construirmos pessoas melhores. Elementos que ao mergulharmos nessa água, nessa água lustral do evangelho, nessa água que descedenta, nessa água que edifica sermos pessoas capazes desse mergulho, sem desnarmos essa própria água. Senhor, esteja conosco. E em especial nesse momento onde elevamos os nossos pensamentos. Quando elevamos os nossos pensamentos, queremos também
capazes desse mergulho, sem desnarmos essa própria água. Senhor, esteja conosco. E em especial nesse momento onde elevamos os nossos pensamentos. Quando elevamos os nossos pensamentos, queremos também vibrar por toda a equipe encarnada e desencarnada que organiza o Congresso Espírita do Estado de Goiás, na certeza de termos todos os apostos para um lindo encontro, para um lindo momento de interação. de confraternização e de entrelaçamento de corações. Que possamos na Goiânia de Goiás, nesse local central da terra do Cruzeiro, mergulhar nessa água lustral do evangelho. Muito obrigada, Senhor. Graças a Deus. Jorgito, beijo no coração. Cris, beijo no coração. Beijo nos corações de todos vocês que estiveram nos acompanhando. Centenas de mensagens de todos os lugares do Brasil e do mundo. Como nós ficamos felizes com a com as participações de vocês. Lembrando que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Ó, dia 15, próximo programa. Eh, e no, mas fica o convite para no dia 8, próxima terça-feira, vocês também acompanharem aí a continuidade da quinta temporada da série de Moisés a Kardec. Tá bom? Tchau, tchau. Fiquem com Valeu, gente. Uma boa noite para todos. Ciao. Ciao. เฮ