Literatura Espírita | T12:E02 • O Evangelho Segundo o Espiritismo e o Sermão do Monte

Mansão do Caminho 01/03/2026 (há 1 mês) 1:32:14 923 visualizações

No segundo episódio da 12ª temporada de Literatura Espírita: prazer em conhecer, o estudo se volta para O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, relacionando seus ensinamentos com os princípios morais apresentados por Jesus no Sermão do Monte. A partir da abordagem kardeciana, o episódio destaca como as bem-aventuranças e as máximas do Cristo são interpretadas à luz da razão, da fé raciocinada e da vivência moral proposta pela Doutrina Espírita, evidenciando sua atualidade e profundidade espiritual. Um convite ao estudo sério do Evangelho, compreendido como roteiro seguro para a transformação interior. 📅 Exibição: 01/03/2026 🎙 Apresentação: Denise Lino 👥 Participações: Maroísa Baio (SP) e Mário Gonçalves (SP) 📖 Obra-base: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec Inscreva-se no canal, ative as notificações e acompanhe a 12ª temporada de Literatura Espírita: prazer em conhecer. Compartilhe este episódio com aqueles que se dedicam ao estudo do Evangelho à luz do Espiritismo. #LiteraturaEspírita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #SermãoDoMonte #AllanKardec #EstudoDoEvangelho #DoutrinaEspírita #TVMansãoDoCaminho #EspiritismoPLAY #Espiritismo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, amigos. Muito bom dia a todos. Esse é o Literatura Espírita. Prazer em Conhecer, que está na sua 12ª temporada. E este é o segundo episódio desta temporada, no qual nós vamos abordar o Evangelho de Mateus dentro do Evangelho Segundo o Espiritismo. Quero inicialmente cumprimentar os internautas que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho, pelo canal Seridó Espírita, pela web TV da União Espírita de Vitória da Conquista, da Web Rádio Fraternidade da Rai TV. a todos vocês o nosso abraço e o nosso a nossa gratidão por nos acompanharem ao vivo neste programa. E para você que nos acompanha neste canal, depois que essa live já ficou como um produto no YouTube, também o nosso agradecimento. Pedimos que se você considera esse produto como relevante, não esqueça de dar o seu like. E para quem nos acompanha aqui no ao vivo, deixe a sua cidade, diga-nos de onde você nos assiste e daqui a pouco nós apresentaremos esta relação. É importante dizer quais são os objetivos do literatura espírita, que são divulgar o espiritismo, divulgar a literatura espírita, instigando os leitores para as múltiplas formas de ler, interpretar e relacionar os textos mediúnicos ou não, e incentivar a aquisição de obras espíritas nas editoras e livrarias espíritas, pois são essas fontes de renda que sustentam grande parte das atividades assistenciais que são tocadas pelo movimento espírita. Então, lembramos a você, de preferência, a adquirir o livro impresso ou ebook em livrarias e editoras espíritas. O programa deste domingo, primeiro de março, é uma homenagem à paz. O Literatura Espírita reafirma o nosso compromisso com a paz no mundo. E antes de começarmos e trazermos aqui os nossos convidados à tela, nós vamos ler um trecho do livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, mais especificamente do item um da introdução desta obra, em que o codificador diz o seguinte: "Podem dividir-se em cinco partes as matérias contidas nos Evangelhos, os atos comuns da vida do Cristo, os milagres, as predições, as palavras que foram tomadas

, em que o codificador diz o seguinte: "Podem dividir-se em cinco partes as matérias contidas nos Evangelhos, os atos comuns da vida do Cristo, os milagres, as predições, as palavras que foram tomadas pela igreja para fundamento de seus dogmas e o ensino moral. As quatro primeiras têm sido objeto de controvérsias. A última, porém, conservou-se constantemente inatacável. Para os homens, em particular, o ensino moral do Cristo constitui uma regra de proceder que abrange todas as circunstâncias da vida privada e da vida pública, o princípio básico de todas as relações sociais que se fundam na mais rigorosa justiça. E finalmente, e acima de tudo, o roteiro infalível para a felicidade vindoura, o levantamento de uma ponta do véu que nos oculta a vida futura. E essa é a parte que será o objeto exclusivo desta obra, O Evangelho Segundo o Espiritismo. Toda a gente admira a moral evangélica. Todos lhe proclamam a sublimidade e a necessidade. Muitos, porém, ainda se pronunciam assim por fé. confiados no que ouviram dizer ou firmados por certas máximas que se tornaram proverbiais. Poucos, no entanto, a conhecem a fundo e menos ainda são os que a compreendem e que lhe sabem deduzir as consequências. Muitos pontos do Evangelho e da Bíblia e dos autores sacros em geral, por si só, são ininteligíveis, parecendo alguns até irracionais, por falta da chave que lhes faculte e se lhes apreenda o verdadeiro sentido. Essa chave está completa no espiritismo, como já o puderam reconhecer os que o têm estudado seriamente e como todos mais tarde ainda o reconhecerão. Esta obra é para uso de todos. Dela todos podem aurir os meios de conformar com a moral do Cristo o respectivo proceder. Aos espíritas oferece aplicações que lhe concernem de modo especial. Graças a essas relações estabelecidas doravante e permanentemente entre os homens e o mundo invisível, a lei evangélica que os próprios espíritos ensinaram a todas as nações, já não será a letra morta, porque cada um a compreenderá e se verá

avante e permanentemente entre os homens e o mundo invisível, a lei evangélica que os próprios espíritos ensinaram a todas as nações, já não será a letra morta, porque cada um a compreenderá e se verá incessantemente compelido a pô-la em prática a conselho de seus guias espirituais. As instruções que promanam dos espíritos são verdadeiras vozes do céu que vem esclarecer os homens e convidá-los à prática do evangelho. Com esse trecho então da introdução de o Evangelho Segundo o Espiritismo, do seu item um, nós convidamos a tela os amigos que estão no Literatura Espírita conosco nesta manhã, Maro Baio e Mário Gonçalves. Olá, meus queridos. Sejam muito bem-vindos ao Literatura Espírita. É uma alegria estar com vocês aqui. A Marioía já é a segunda vez que está conosco. Mário é a primeira vez. São amigos que conhecemos através das atividades espíritas. E eu queria muito que vocês se apresentassem rapidamente pros nossos internautas nos dizendo de onde vocês estão nesta manhã e que atividade espírita vocês fazem. Eu quero começar com a Maroísa. Então, >> olá, querida amiga. Eu, primeiramente, quero agradecer ao seu convite. É uma honra. Eu admiro muito o seu trabalho com literatura espírita, você e sua equipe. Então, é uma alegria e uma honra e uma responsabilidade imensa poder estar com vocês novamente. Eu estou na cidade de Limeira, interior de São Paulo, e colaboro com as atividades do grupo Espírita Lancarddec. também coordeno grupos de estudos, tanto doutrinários quanto do evangelho. E aqui estamos para aprender um pouco mais com todos vocês. Muito obrigada pela oportunidade mais uma vez. >> OK, Mário. E você? >> Eh, também inicio agradecendo a você essa oportunidade de trabalho, de estudo, né, de estarmos aqui e por promover a gente conhecer a Maroísa. Nós estamos tão pertinho, né? Eu >> estou em Ribeirão Preto, a 160 km de de Maroía, mas não a não a conheço pessoalmente. >> Aham. >> A integração entre nós, entre as regiões, né? E como a gente disse agora a pouco, eh a internet deixa tudo

u em Ribeirão Preto, a 160 km de de Maroía, mas não a não a conheço pessoalmente. >> Aham. >> A integração entre nós, entre as regiões, né? E como a gente disse agora a pouco, eh a internet deixa tudo pertinho, né? aqui >> eh Limeira, Ribeirão e Campina Grande e o mundo, né, reunido aqui. Então, amigos, eu nasci, moro em Ribeirão Preto, eh trabalho frequente e trabalho o Centro Espírito Amor e Caridade aqui de Ribeirão desde a infância, né, desde a a evangelização lá no no nesse centro. Eu atualmente estou estou como vice-presidente e colaboro na gestão da biblioteca e da livraria, né? Durante o tempo aí participei de outras atividades, outros setores. Desde da juventude a gente também teve oportunidade de integrar o movimento de unificação, tanto aqui localmente como também no estado, né? eh na US estadual, que é a nossa federativa aqui do de São Paulo. Eh, e atualmente eu participo eh participo não, coordeno também na na US Intermunicipal de Ribeirão Preto a o departamento do livro que que mantém livraria que foi fundada em 1959 e realiza a feira do livro espírita. A a esse ano vai ser a 53ª feira do livro espírito de Ribeirão Preto. Então esse é é o que a gente procura ajudar e colaborar aqui atualmente. Pois é, eu tive a oportunidade de conhecer a feira do livro Espírita de Ribeirão Preto o ano passado, inclusive fizemos o Literatura Espírita ao vivo de lá da feira, que para nós, pro nosso trabalho, pra nossa equipe, foi uma experiência maravilhosa, um marco no Literatura espírita. E a feira do livro de Ribeirão Preto me encantou como atividade de divulgação e como posto de consolação e pronto socorro, né? que vimos ocorrer ali em torno da divulgação do livro espírita, nós podemos classificar como divulgação espírita, mas também espaço de atendimento fraterno, né? Foi uma experiência para mim muito tocante, mas vamos então foi marcante. >> Ah, foi que bom, então, Mário, fico feliz, né? Eh, vamos então apresentar o tema do nosso programa de hoje. Vamos colocar os nossos slides no ar para que

uito tocante, mas vamos então foi marcante. >> Ah, foi que bom, então, Mário, fico feliz, né? Eh, vamos então apresentar o tema do nosso programa de hoje. Vamos colocar os nossos slides no ar para que todos possamos acompanhar. Só um instantinho, gente, um minutinho que a gente já tá fazendo um pequeno ajuste aqui para colocar esses slides no ar. Vamos entrar em instantes. Nós estamos com um pequeno delay aqui e isso já vai ser corrigido. Peço só que vocês nos aguardem. Os slides estão sendo carregados e nós vamos disponibilizá-los para vocês. Isso. Já estamos então com os nossos slides no ar. esse momento que os internautas esperam, né, sempre eh, com tanto entusiasmo. Então, esse é o nosso tema. Nós estamos com o Sermão do Monte no Evangelho Segundo Espiritismo, porque essa temporada inteira nós vamos olhar para esse sermão falando sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo, aqui reiteramos a autoria de da preção. 15 de abril é o terceiro livro da codificação espírita. A sua edição definitiva foi a terceira, que se deu no ano de 1866. E em 2013 a edição da Federação Espírita Brasileira virou a casa de 130 edições. Em 2013, nós chegamos à 131ª edição. E esse dado certamente já não é mais atual, porque atualmente nós já passamos de 5 milhões de exemplares vendidos desta obra. De que trata o Evangelho segundo o Espiritismo. Trazemos aí a ementa que aparece na folha de rosto e daqui a pouco a folha estará aqui na tela para vocês. Diz então a ementa, ah, esse livro, essa obra dá conta de trazer a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e sua aplicação às circunstâncias, né, de livros e de capas. Temos aí a capa, um facimil da sétima edição em francês do Evangelho Segundo Espiritismo. Está aqui a ementa, a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com os princípios do Espiritismo, como acabamos de dizer para vocês. Está aqui a autoria eh de Allan Kardec e embaixo conta consta, né, o mesmo autor de O Livro dos Espíritos. Aqui Kardec

concordância com os princípios do Espiritismo, como acabamos de dizer para vocês. Está aqui a autoria eh de Allan Kardec e embaixo conta consta, né, o mesmo autor de O Livro dos Espíritos. Aqui Kardec coloca aquela epígrafe que todos conhecemos. que a fé inabalável é aquela que é capaz de enfrentar a razão em todas as épocas da humanidade. E aqui temos o endereço da caça, da casa, aliás, impressora de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Um exemplar como esse, um sétimo exemplar da, aliás, um exemplar da sétima edição Corrigindo, é um livro que todos nós gostaríamos de colocar em nossas mãos. Tenho certeza que a Maroía e o Mário, pelo carinho que tem o Evangelho Segundo o Espiritismo, gostariam, como eu, de um dia colocar as mãos no exemplar como esse. Considerando então as edições que temos em português e as que usamos aqui no Literatura Espírita, nós destacamos a edição histórica da Federação Espíírita Brasileira, a tradução de Guilhão Ribeiro e a tradução mais recente numa língua portuguesa mais brasileira, num texto mais atualizado para o português falado e escrito nos dias de hoje, a tradução do Dr. Evandro Noleto. Então, com isso, nós homenageamos esses dois tradutores e os capistas que trabalharam com esse material. Quanto ao Evangelho de Mateus, no Evangelho Segundo Espiritismo, aliás, especificamente do Evangelho de Mateus, o Sermão do Monte, nós queremos fazer alguns destaques. Antes, porém, é importante lembrar a todos que o Evangelho de Mateus é o primeiro que se apresenta naquele quadro do Novo Testamento. Ele está colocado como primeiro, não por ter sido escrito antes do de Marcos, mas por ser aquele que os estudiosos consideraram a época da montagem do Novo Testamento como o mais completo relato sobre os ditos e feitos do Senhor. E é um evangelho que tem o propósito de mostrar Jesus como o Messias. E por isso também lá está um conjunto em quantidade mais significativo do ensino moral do Cristo, que é o objeto do Evangelho Segundo o Espiritismo. E Allan

propósito de mostrar Jesus como o Messias. E por isso também lá está um conjunto em quantidade mais significativo do ensino moral do Cristo, que é o objeto do Evangelho Segundo o Espiritismo. E Allan Kardec, então, retira de todo o Evangelho de Mateus 72 citações que aparecem em 26 dos 28 capítulos. Apenas o segundo, meu reino não é deste mundo. E o terceiro, há muitas moradas na casa do Pai não têm citação do Evangelho de Mateus. Dessas 72 citações, 32 são de O Sermão do Monte e aparece em 16 dos 28 capítulos, além da coletânea de preces espíritas. Então esse quantitativo nos mostra o quanto o Sermão do Monte é importante para a constituição, a organização do Evangelho Segundo o Espiritismo. E o Sermão do Monte ainda dá título a 14 dos 28 capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo. Não vim destruir a lei, que é o título do capítulo um, vai aparecer ali no capítulo 5 de Mateus. Depois de todos os capítulos das bem-aventuranças, o bem-aventurados, os aflitos, os pobres de espírito, os que têm puro coração, os brandos e pacíficos e misericordiosos, estão naquele início do capítulo 5. Depois, o amar ao próximo como a si mesmo, Kardecrai lá do sétimo capítulo de Mateus, quando Jesus diz que devemos fazer ao outro aquilo que gostaríamos que ele nos fizesse. Depois do 12º capítulo, Kardec vai extrair esse título lá do capítulo 5 de Mateus, quando Jesus diz: "Lembrai-vos o que foi dito aos antigos para odiar os inimigos. Eu, porém, vos digo, amai os vossos inimigos". O 13º capítulo, não saiba a vossa mão esquerda. O que faz à direita? Kardec extrai do sexto capítulo de Mateus, que é onde aparece a recomendação para como se fazer a caridade. Depois, o 17º Sede perfeitos, Kardec extrai lá do capítulo 5 de Mateus, naqueles versículos quase finais, em que Jesus nos dá essa comparação, esse direcionamento para o nosso proceder. Depois, o 21º haverá falsos Cristos e falsos profetas. Kardec extrai do capítulo 7 de Mateus, quando Jesus recomenda para nos acautelarmos dos falsos profetas. O 24º, não ponhas a

ra o nosso proceder. Depois, o 21º haverá falsos Cristos e falsos profetas. Kardec extrai do capítulo 7 de Mateus, quando Jesus recomenda para nos acautelarmos dos falsos profetas. O 24º, não ponhas a candeia debaixo do alqueiro. Kardec volta e extrai lá do capítulo 5 de Mateus, logo depois das bem-aventuranças. E o capítulo 25 e o 27. Buscai e achareis e o pedis e obtereis. Kardec extrai do capítulo 7 de Mateus, lá naquele final, nas recomendações sobre o nosso procedimento. Então, vejamos como o codificador faz aquilo que chamamos de uma curadoria autoral, porque ele organiza a partir de uma seleção muito eh focada no ensino moral do Cristo para construir o Evangelho segundo o Espiritismo. Kardec faz aquilo que tecnicamente podemos chamar de uma reengenharia didática, porque ele tinha o objetivo de facilitar a compreensão e a aplicação dos ensinos morais de Jesus. E o agrupamento é temático. O codificador não tem uma preocupação de seguir a ordem do que estava apresentado lá em Mateus. Ao contrário disso, vai organizando por temas e buscando os versículos conforme melhor se adequavam ao tema. E aqui alguns pontos importantes que podemos destacar. Por exemplo, lá do versículo 17 e 18, aliás, desses dois versículos, sai o título para o item um do capítulo um de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Não vim destruir a lei. Então, nós já abrimos o primeiro capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo, o seu primeiro item, lendo o sermão do monte, quando Jesus na anotação de Mateus disse: "Não penseis que eu tenha vindo destruir a lei ou os profetas. Não vim destruir, mas cumpri-vos, porquanto em verdade vos digo que o céu e a terra não passarão, sem que tudo que se acha na lei esteja perfeitamente cumprido, enquanto reste um único e um único ponto. No capítulo 5 a de o Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec agrupa as bem-aventuranças 2, 8 e 9, onde estão reunidos ali os aflitos. Vejamos como o codificador redige tudo isso, fazendo essa junção e colocando aí sequencialmente essas

Espiritismo, Allan Kardec agrupa as bem-aventuranças 2, 8 e 9, onde estão reunidos ali os aflitos. Vejamos como o codificador redige tudo isso, fazendo essa junção e colocando aí sequencialmente essas bem-aventuranças. Bem-aventurados os que choram, pois que serão consolados. Bem-aventurosos os sequiosos e famintos de justiça, pois que serão saciados. Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque é dele o reino dos céus. E aí, uma curiosidade, essa bem-aventurância sobre a a perseguição, ela reaparece no item 33 da coletânia de pressas, nas pressas pelos inimigos do espiritismo. Então aí essa sábia organização de Allan Kardec. E aí compartilhamos com todos vocês a descoberta que fizemos nesse estudo. Nós temos o texto de um espírito amigo que está lá nas instruções dos espíritos, no capítulo 18, o capítulo intitulado Muitos os chamados, poucos os escolhidos. Os itens 13, 14 e 15 é assinado por um espírito amigo. E aqui pedimos desculpas porque acabamos corrigindo o artigo no nosso slide. é um espírito amigo que é a assinatura do espírito Joana de Ângeles, que se revela a Divaldo Pereira Franco e no livro A veneranda Joana de Ângeles, escrito por Divaldo e Celeste Carneiro. Essa revelação está lá. E verificamos agora nesse estudo o formato, o estilo, os registros autorais que comparecem nesses três itens são os mesmos que encontramos na obra de Joana deângeles. E inclusive esse é o único trecho das instruções dos espíritos, em que um espírito traz um adendo à curadoria feita por Allan Kardec. Somente um espírito amigo acrescentou versículos de Mateus, nesse caso do capítulo 13, versículos 10 a 14. o que nos deixou muito feliz perceber essas correlações. E aí, como o fortuna crítica, os nossos internautas sempre nos perguntam isso, nós lembramos essa obra de estudo O Evangelho Segundo o Espiritismo, Orientações para o Estudo, publicada pela FEB em 2014, as vésperas ali dos 150 anos de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Depois esse trabalho de um

a obra de estudo O Evangelho Segundo o Espiritismo, Orientações para o Estudo, publicada pela FEB em 2014, as vésperas ali dos 150 anos de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Depois esse trabalho de um grupo de historiadores, estudiosos espíritas, 160 anos do Evangelho Segundo o Espiritismo, publicado o ano passado, eh, a, aliás, no ano anterior. E nós temos do ano passado um olhar sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo, a obra do nosso consultor, do literatura espírita, Adilton Puliesi. E por fim, para saber mais, quem quiser saber mais sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo, nós temos um programa aqui do Literatura Espírita na nossa quarta temporada, terceiro episódio, que está disponível no YouTube. A Federação Espírita Brasileira conduz um estudo sistematizado de O Evangelho Segundo o Espiritismo também pelo YouTube. Temos um outro trabalho da Federação Espírita Brasileira bem específico sobre a organização didática desta terceira obra da codificação e recomendamos as várias palestras de Divaldo Fran sobre esta obra importantíssima para todos nós. Feita essa apresentação, então nós vamos seguir aqui com os nossos convidados e vamos fazer para vocês, queridos, começando aí pela Maroía, a pergunta que os internautas nos pedem para não deixar de fazer. A pergunta é: Qual é a sua história de leitura com o Evangelho Segundo o Espiritismo? E aí acrescentamos aqui com o Evangelho de Mateus. Eh, eu quando tinha 18 anos, portanto há 52 anos, eu ganhei um exemplar do Evangelho Segundo o Espiritismo de uma amiga de nossa família que era espírita. Na época eu estava começando a faculdade e também aquela época aqui em Limeira não existiam grupos de estudo, eram apenas a o centro espírita oferecia apenas reuniões mediúnicas as palestras de paz. Então, quem quisesse conhecer espiritismo tinha que ler e tentar entender sozinho. Não havia como estudar em grupo. Aí veio faculdade, depois a faculdade veio a preocupação com a carreira, depois formação de família. Então, eu lia o Evangelho Segundo o

ler e tentar entender sozinho. Não havia como estudar em grupo. Aí veio faculdade, depois a faculdade veio a preocupação com a carreira, depois formação de família. Então, eu lia o Evangelho Segundo o Espiritismo, como a gente costuma dizer, como um livro de cabeceira, sempre buscando conforto e consolação. E só muito tempo depois, muito tempo depois, muitos anos depois, em 2013, é que tivemos a oportunidade de formar um grupo de estudos do Evangelho, não somente do Evangelho Segundo o Espiritismo, mas também o Evangelho sobre o Novo Testamento. E com o sermão do monte, a gente lia, mas ficava só naquela leitura rasa. Mas a chave mudou para mim quando em 2010 eu comprei o livro do professor Severino Celestino, O sermão do Monte, onde ele estuda versículo a versículo, mostrando os textos em originais, em hebraico, depois o grego, depois a transliteração. E aí é que realmente as coisas começaram a se aclarar para mim em relação ao sermão do monte. E nos nossos estudos do Evangelho, eu tenho três turmas, Denise, de estudo do Evangelho. E aí quando nós chegamos no estudo do Sermão do Monte, nós demoramos 2 anos para estudar o Sermão do Monte por completo. quando terminou o estudo, mas deu uma caída na vibração do grupo, ficou todo mundo assim extremamente cabisbaixo. E qual foi o motivo por termos, por descobrirmos que ainda estamos muito longe de colocar em prática aquilo que Jesus nos ensina no e nos direciona no sermão do monte. Então, basicamente, foi isso. O evangelho chegou na minha vida em 1975 e o sermão do monte com o professor Severino em 2010. >> OK. Muito bem. E você, Mário, qual a sua história de leitura de o Evangelho Segundo o Espiritismo e do Certamão do M? Bom, eu tenho que que reconhecer assim que a leitura do sermão do monte, mesmo do Novo e Velho Testamento, eu o fazia assim muito pontualmente para desenvolver algum estudo, né, uma leitura sistemática e e organizada. Eu confesso que comecei bem recentemente, né? Então, tô muito no início de uma de uma leitura assim mais

m muito pontualmente para desenvolver algum estudo, né, uma leitura sistemática e e organizada. Eu confesso que comecei bem recentemente, né? Então, tô muito no início de uma de uma leitura assim mais aprofundada eh dessas duas importantes obras aí, especialmente o o Sermão do Monte, né? Agora, já o o Evangelho Segundo o Espiritismo, por eu ter eh nascido numa família já espírita, o evangelho sempre estava lá presente, né? Eh, eu sou a quarta geração da família que é espírita e e isso é bom e ao mesmo tempo também tem uma outra um outro lado, né? Eh, como sempre esteve à mão, né? Apesar de sempre lido em casa, sempre lido no centro que eu cresci, eh a gente foi eh ver a maravilha e reconhecer o tesouro que é inesigotável dessa obra. Eh, não digo tão recentemente, mas assim já adulto, né? participando de grupos de estudos e a partir de companheiros já com alguma vivência e eh estud e e abrindo as as portas desse desse conhecimento é que a gente foi conhecendo e assim sempre sempre nos encantando e descobrindo as as os as lições e como a Maroía disse né? Quanto ainda temos por fazer, mas eu gostaria de abrir um parênteses e contar um uma uma causo em especial aqui a vocês da relação com essa obra, né? >> Pois não, Mário. >> Eh, ela eh a gente aprendeu muito cedo que a gente tem que ler o livro, os livros é de capa a capa, né? Não é abrir ao acaso e etc. Apesar de quem de quem nunca abriu o evangelho buscando uma orientação, um consolo, né? Todos nós, acredito que já o fizemos, né? Eh, e aí a gente realiza o evangelho no lar todos os domingos e lá numa sexta-feira de 2005 eu fui, tive um sequestro, relâmpago, né? Fui abordado lá por eh três três rapazes e fui levado para um canavial, amarrado e, enfim, toda uma situação. Mas graças a Deus, tirando pequenas eh subtração assim de aspectos materiais, né? Isso aconte em 2 horas eu tava de novo em casa já, né? Um período de 2 horas. Mas aquilo abalou bastante, né? tanto a mim quanto a família, né? Eh, todo mundo ficou meio consternado, os

materiais, né? Isso aconte em 2 horas eu tava de novo em casa já, né? Um período de 2 horas. Mas aquilo abalou bastante, né? tanto a mim quanto a família, né? Eh, todo mundo ficou meio consternado, os meninos vinha toda hora me agradar, né? Falei: "Puxa vida, que que coisa ficar ficou todo mundo mesmo assim numa situa numa preocupados, né? Bom, eh, que que acontece aí?" Quem não chegou no domingo na hora de fazer a o evangelho no lar, a gente sempre lê ele em sequência, né? Estuda em sequência. Naquele dia eu falei assim, o meu filho mais velho que lê, que fazia a leitura e o comentário, né, inicialmente, ah, abre a ao acaso, vamos ver que que mensagem que vem, né, e como os espíritos nos ajudam, né, como eles são certeiros mesmo, né? E e aí eu vi que ele tava meio indeciso se lia ou não lia, né? Tava meio assim. Falei: "Lê, pode ler, Mar". E aí eu vi assim como foi certa a lição. E os espíritos conseguiram fazer duas coisas: trazer o a reflexão, o consolo e ao mesmo tempo mudar o clima da casa, né? A lição era: "Se fosse um homem de bem, teria morrido." Então a gente começou a rir, né? Então mudou aquele crime de preocupação, de tristeza e tal, tal. Então é uma historinha aí que que que eu passei. >> OK, Mário. É, apesar da gravidade do texto, a gente enfrenta com bom humor, né? >> É. Não, e é a lição que eu volto recorrentemente para ler, né? Eu, ô, ô ô ô, Denise, eu vou ter que levantar aqui para colocar a fonte que eu esqueci de colocar e tá acabando a bateria. Tá bom. >> Isso. Só trava sua câmera um pouquinho, tá bom? fechar aí e já volto. É o tempo que a gente vai apresentando aqui. >> Isso. Quem está conosco nesse domingo pela manhã, nesse ao vivo, nós estamos aqui com internautas nos acompanhando de Campos do Goita Casasas, Rio de Janeiro, Feira de Santana na Bahia, Goiirê no Paranau, o interior de São Paulo e eu imagino que o interior de São Paulo de muitos lugares, porque nós estamos aqui com a Maroísa e o Mário, que são do interior desse estado, né? Nós temos

Goiirê no Paranau, o interior de São Paulo e eu imagino que o interior de São Paulo de muitos lugares, porque nós estamos aqui com a Maroísa e o Mário, que são do interior desse estado, né? Nós temos também eh amigos de Palmares, Pernambuco, Piatã na Chapada Diamantina, Porto Ferreira, não sei em que estado, f, aliás, São Paulo foi colocado aqui depois, Rio das Ostras, Brumado na Bahia, Juazeiro e Salvador, Vitória da Conquista também na Bahia, Cachoeiro do Itapé Miririm e Vitória, no Espírito Santo, Guachupé e Uberlândia, Minas Gerais, Esperança, João Pessoa, Santa Luzia, na Paraíba. Caruaru, Timbaúba e Vitória de Santo Antão em Pernambuco nos acompanham. Estamos também sendo acompanhados em Algarve, Portugal, na capital de São Paulo, na capital do Rio de Janeiro e em Palmas, que é capital do Tocantins. Então, eh estamos sendo acompanhados nesse ao vivo. Deixamos aqui a nossa gratidão aos internautas e se chegou mais alguém que nos acompanha e não é dessas cidades, por favor deixar aí no chat. Daqui a pouco nós vamos apresentar uma segunda rodada de cidades onde estamos sendo assistidos. E também fica a nossa recomendação para quando os internautas nos encontrarem em eventos espíritas, se apresentarem, nos dizeram: "Olha, eu acompanhei o literatura espírita tal dia". Porque pra gente que tá aqui, né, na frente da Câmara, não dá para saber quem são essas pessoas, mas elas nos conhecem. Então, o Mário já voltou para nosso estúdio e aí nós vamos continuar agora com perguntas que são mais em torno dessa montagem de O Evangelho Segundo o Espiritismo com foco especificamente no Sermão do Monte. E aí, vamos querer perguntar para vocês dois, Maroísa e Mário, e eu quero começar com Mário dessa vez, que aspecto do trabalho de curadoria de Allan Kardec na montagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, te chama a atenção, Mário. >> Olha, eh, agora a pouco você falou que a gente, todos nós gostaríamos de ter uma edição do Evangelho nas mãos, né, assim, das das primeiras edições, tal, tal. em

ritismo, te chama a atenção, Mário. >> Olha, eh, agora a pouco você falou que a gente, todos nós gostaríamos de ter uma edição do Evangelho nas mãos, né, assim, das das primeiras edições, tal, tal. em 2021, eh, nós recebemos aqui uma a pequena amostra da daqueles documentos de Kardec lá que tá no, no museu AOL, né, Allan Kardecine, numa das feiras dos liv do livro, né? E foi assim muito emocionante mesmo ver as primeiras edições das cinco obras. Eu não pus a mão, viu, Denise? Só foi, só pus os olhos, mas é foi muito emocionante. E ver alguns manuscritos de Kardec que ele anotava lápis assim, né? Eh, na na no na na transcrição da mensagem mediúnica. Tinha lá um B, outras mensagens BB e outras TB, né? Aí o companheiro Adair falou assim: "Olha, isso aqui ele tá, a gente procurou saber o que que seria esse B, B, BB e TB". E ele classificando as mensagens como eh Bian, Bianambian e Trebian, né, em francês? Então, um cuidado mesmo assim de análise, de de e tudo à mão. Imagina eh fazer tudo que ele fez com os recursos da época ali, né? Eh, então a curadoria assim começa a gente do do é muito antes mesmo da formação da de uma obra, né? Ele ia colecionando aquelas aquelas comunicações e colocando na revista ou depois na na em nas obras. E no evangelho especificamente, a gente tem aquela aquela comunicação que ele faz na revista espírita de novembro de 1865, que ele fala que a revisão que ele fez para essa terceira edição, que é a que nós conhecemos, ele adicionou algumas coisas e procurou fazer uma classificação mais metódica, mais clara, mais cômoda das matérias, o que torna a leitura e as buscas mais fáceis, né? E aí muita gente, eu acho que já se fez esse essa pergunta, que classificação metódica e mais clara e mais cômoda seria essa, né? Que que é nada mais é do que essa curadoria que ele desenvolveu, né? E aqui temos uma companheira aqui em Ribeirão, a dona Nilsa Pelá. Ela fez um trabalho procurando analisar por qual seria essa lógica, né? E foi naquele livro que que

curadoria que ele desenvolveu, né? E aqui temos uma companheira aqui em Ribeirão, a dona Nilsa Pelá. Ela fez um trabalho procurando analisar por qual seria essa lógica, né? E foi naquele livro que que a a Denise mostrou, a minha capa é mais antiga aqui. O Evangelho Segundo o Espiritismo, orientação para o estudo da FEB. É o sétimo capítulo. Eu vou vou procurar resumir bem assim o que ela que ela qual foi a visão dela, né? Mas ela coloca assim que a gente vê lá, por exemplo, a o encadeamento de toda a obra e e como é que ele talvez tenha pensado, né? Eh, no prefácio de logo na no prefácio a gente encontra o alerta, né, sobre o a que estão chegados os tempos, o convite pra gente nos colocar lado a lado ali com os espíritos que vinham trazer o evangelho, né, reviver o evangelho e a garantia desses espíritos que dizendo assim, estamos juntos de vós, né? Aí depois a gente vem, vai na introdução e como um bom educador, né, o Kardec coloca primeiro eh, antes de apresentar o conteúdo da obra, ele vai fazer uma retrospectiva histórica para que o leitor dê crédito à aquela a obra, né? faz aquela e toda toda a ponderação que ele faz na introdução, que a gente vai ter oportunidade de falar talvez mais à frente do programa. Os os quatro primeiro capítulos, como você pôs na introdução, né, são as bases da doutrina, né, não vim destruir a lei, que é falar sobre Deus, a evolução do pensamento religioso, eh, meu reino não é deste mundo sobre a imortalidade e a vida espiritual. a há muitas moradas na casa do meu pai, a pluralidade dos mundos e ninguém verá o reino de Deus se nascer, se não nascer de novo a reencarnação. Eh, é, é, é, é os quatro primeiros apresentando essas premissas. Logo na sequência, o capítulo 5, bem-aventurados os aflitos, ele ela ele tratou no capítulo 3 falando do dos mundos de prova expiações. Agora ele mostra no capítulo 5 a situação desse mundo de sofrimento, de que tem contingências aí dessas aflições. Aí na o sexto é o Cristo consolador, a que traz a proposta espírita mostrando assim

s. Agora ele mostra no capítulo 5 a situação desse mundo de sofrimento, de que tem contingências aí dessas aflições. Aí na o sexto é o Cristo consolador, a que traz a proposta espírita mostrando assim que a gente não tá desamparado, né? E aquelas quatro mensagens do Espírito da verdade que sinteticamente eu vi uma uma exposição uma vez que me chamou muito atenção. Na primeira mensagem tem aquela instrução: amai-vos e instruí-vos. A segunda, a gente pode deduzir dali: "Amai e trabalhai." Na terceira amai e orai. E na quarta, amai e aceitai, né? Então, eh, é o como proceder aqui, né? O ideal atingir seria as bem-aventuranças dos capítulos 7 ao 17, do 18 ao 24 ela ele apresentaria as nossas dificuldades, né, para nesse processo da transformação moral. Que dificuldades seriam essas, né? Aceitação das provas e expiações, relações familiares difíceis, difíceis, estender os laços familiares para toda a humanidade, a preguiça, a má vontade, o orgulho e por aí vai. do 25 ao 28, eh, a as diretrizes, né, apresentadas as dificuldades. Aí Kardec nos mostra o passo a passo, os instrumentos que a gente tem disponíveis para passar por essas dificuldades. Confiar agindo, desapego dos bens materiais, trabalhar voluntariamente a favor do bem, vigiar o pensamento e a o hábito da prece, né? Então, todo esse esse conteúdo em ordem encadeado, né, fundamentado nos princípios da doutrina que já estavam lá no livro dos espíritos, mostra claramente um trabalho ercúlio aí de uma curadoria impecável de Kardec, né? É assim que eu consigo ver. >> OK. Muito bem, Mário. E você, Maroía, que é que você destaca nessa curadoria de Kardec paraa montagem de Evangelho Segundo o Espiritismo? Olha, Denise, como eu disse para você, comecei a a ler o Evangelho com os meus 18, 19 anos. Então, a as primeiras dúvidas que me apareciam era seguinte, eram as seguintes: "Ué, o Evangelho tem 28 capítulos. Será que Kardec fez na na mente dele, ele colocou esses capítulos nessa ordem pensando em sete grupos de quatro ou quatro grupos

iam era seguinte, eram as seguintes: "Ué, o Evangelho tem 28 capítulos. Será que Kardec fez na na mente dele, ele colocou esses capítulos nessa ordem pensando em sete grupos de quatro ou quatro grupos de sete capítulos? E eu ficava tentando encaixar os capítulos dentro desse raciocínio meu. E e claro que não encaixava, né? Outra coisa, eu pensava assim, o o livro dos espíritos tem quatro partes. Os as demais obras, o livro dos médiuns, céu e inferno, a Gênese, todos têm primeira parte, segunda parte. O Evangelho Segundo o Espiritismo não tem nada, é corrido do primeiro ao 28º capítulo. Qual é o sentido disso? E como eu ainda era muito inexperiente, eu não conseguia fazer esse essa divisão que a gente enxerga hoje, graças aos mais estudiosos e atenciosos do que eu era a época. Outra coisa, quando eu li em obras póstumas que Kardec disse que ele foi para a região eh da Normandia, próximo à Normandia, alugou um chalé em Santa Andres, eu falei: "Nossa, mas ele precisou ficar longe, o que que ele foi lá?" "Esse chalé era dele. Ele tinha um chalé na beira da praia, essas coisas assim de de pessoas assim ainda muito imaturas. Mas depois, conforme a gente vai amadurecendo e vai lendo mais, a gente compreende porque Kardec precisou ficar sozinho, isolado e em contato com a natureza, porque ele poderia ter ficado sozinho na na vila a seguir, se ele quisesse, como ele ficou algumas vezes, mas não em contato com a natureza. E essa, esse isolamento foi aprovado pelos espíritos amigos, como ele recebeu comunicações aprovando aquele isolamento que era realmente providencial, porque para a disposição desses 28, aliás, na primeira edição eram somente 25 capítulos. Depois da edição de 1866 é que foi para 28 capítulos. Então ele precisava realmente estar muito sintonizado com a espiritualidade que o acompanhava e também eh fiel à colocação dos artigos da maneira como lhe eram sugeridos. Eh, não tinha assim discussão, eh, ah, eu tô tendo uma intuição para colocar nessa ordem, mas eu não tô gostando, eu

anhava e também eh fiel à colocação dos artigos da maneira como lhe eram sugeridos. Eh, não tinha assim discussão, eh, ah, eu tô tendo uma intuição para colocar nessa ordem, mas eu não tô gostando, eu vou colocar nessa. Não, a fidelidade de Kardec aos benfeitores espirituais que o assistiam é algo impressionante. Então é isso que eu admiro, Denise, porque eu só consegui compreender que realmente há uma divisão em para basicamente em quatro partes, né? Então, e e ali relacionadas depois da dos quatro primeiros capítulos, a nossa transformação interior, a nossa transformação com o outro e depois a nossa transformação com a coletividade ali, realmente agora hoje que eu enxergo isso, hoje que nós enxergamos isso, mas a princípio eu não conseguia visualizar nada, eu não conseguia, para mim era assim, eram 28 corridos e tentava encaixar quatro grupos de sete ou sete grupos de quatro muito tempo depois. E e começando com aquela palestra que você fez no congresso de Uberlândia em 2024, em comemoração aos 160 anos do Evangelho, é que as coisas se abriram para mim e realmente está tudo de acordo com o Evangelho, o Novo Testamento, sobretudo Mateus e sobretudo o sermão do monte. É isso >> seu áudio. >> OK, amigos, voltando aqui. Muito bem, Maroía, Mário, muito obrigada por esse compartilhar esse olhar de quem vai lendo e estudando. Antes que a gente prossiga com essa roda de conversa nessa manhã, vamos destacar mais algumas cidades de onde os internautas nos assistem nessa manhã. Queremos lembrar Vitória no Espírito Santo, Carmo da Cachoeira, no sul de Minas Gerais e aí para todo o pessoal de Minas, sobretudo ali a região de Juiz de Fora, nós mandamos o nosso abraço de solidariedade pelas chuvas intensas que ocorreram nessa semana que passou e que afetaram aquela região de de forma muito drástica. Estamos também sendo acompanhados em Houston, no Texas. As nossas amigas, que chamamos as meninas do Texas nos acompanham de lá. também de Indaiatuba, São Paulo, Laranjeiras, Porto Alegegre,

drástica. Estamos também sendo acompanhados em Houston, no Texas. As nossas amigas, que chamamos as meninas do Texas nos acompanham de lá. também de Indaiatuba, São Paulo, Laranjeiras, Porto Alegegre, no Rio Grande do Sul, São José da Barra em Minas Gerais, Lauro de Freitas na Bahia, Goiânia, Goi Belo Horizonte, a capital de Minas Gerais, eh também ainda em Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul e Tararé e Rio Claro, em São Paulo. Então, a todos os amigos que nos acompanham nessas diferentes localidades, a nossa gratidão por essa audiência tão qualificada. E aí queremos seguir. Eh, e agora eu quero perguntar a para você, Moi inicialmente sobre uma afirmativa de Allan Kardec que está na introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, quando ele diz que muitos pontos do Evangelho, da Bíblia e dos autores sacros, por si só, eles parecem ininteligíveis, alguns até irracionais, faltando a chave que permita que se lhe entenda o verdadeiro sentido. E essa chave está no espiritismo. Então, considerando a sua experiência de leitura com o Evangelho Segundo o Espiritismo, com os estudos do Novo Testamento, você poderia nos dar uma chave, assim, indicar o momento em que o conceito espírita te ajudou a compreender um trecho do sermão do Monte, Marua, >> sim, Denise. Essa chave para mim é a reencarnação, porque muitos trechos do sermão do monte Jesus coloca no futuro como as bem-aventuranças, por exemplo. E a questão quando ele começa a falar sobre ouviste o que foi dito aos antigos. Então, olha, vocês ouviram desse jeito, mas agora eu vou colocar uma forma mais esclarecida para vocês. E claro, numa única existência, nós não vamos conseguir fazer essa transformação de algo que é secular na nossa formação religiosa e num passe de mágica começarmos a agir de forma diferenciada. Então, a proposta de Jesus, claro, é para a imortalidade, já que somos espíritos imortais e sem a reencarnação, nós não alcançaremos esse esse momento de espíritos redimidos. Essa para mim é a chave principal, o conhecimento que o

aro, é para a imortalidade, já que somos espíritos imortais e sem a reencarnação, nós não alcançaremos esse esse momento de espíritos redimidos. Essa para mim é a chave principal, o conhecimento que o conhecimento espírita corrobora sobre as múltiplas existências. Eu às vezes prefiro falar múltiplas existências do que reencarnação para dizer que nós vivemos e repetimos tantas vezes as mesmas experiências em momentos diferentes, em contextos diferentes, com personagens diferentes, para ver se a gente aprende pelo menos uma lição. Eu vejo assim e sinto assim, Denise. OK, Maroía, e você, Mário, eh, tem um exemplo de uma chave do Espiritismo que te ajudou a compreender o Sermão do Monte? Mário, eu vou só pedir para você abrir seu áudio. Abriu. Eu nem percebi que tinha fechado. Acho que postei aqui. Eu tava dizendo que eu acho que a gente teve alguma reunião no plano espiritual, porque eu escolhi o mesmo mesmo trecho da que a Maroía disse aqui, né, que é o ensinando agora você em vez de amar o amar o vosso próximo, vão amar os inimigos, né? Usei o mesmo, né? E e é a chave que eu cheguei à conclusão é é a reencarnação e a imortalidade que a Maroía também abordou. Um outro aspecto dessa questão que eu que eu pensei, né, eh, é que assim, a a gente para incompreensar o melhor do do do Evangelho, eh, já que é o Evangelho segundo o Espiritismo, melhor é se a gente conhecer os fundamentos do Espiritismo para para encontrar essas chaves, né, do que ler ter a leitura direta, a primeira vez já no Evangelho. Não que isso traga alguma algum problema, mas seria mais rico se tiver a leitura, o estudo da da principalmente da do livro dos espíritos, né? Eh, para compreensão melhor. E e eu lembrei também daquela mensagem, aquele mensagem do de Emmanuel que ele fala o mestre e o apóstolo, né? que ele vai fazendo uma comparação a partir daquela eh que Jesus fala que ele é a porta, né? E aí o Emânio traz aquela mensagem que é de 1963 e tá no livro Opinião Espírita. Alguns trechinhos, né? Jesus o Mestre,

fazendo uma comparação a partir daquela eh que Jesus fala que ele é a porta, né? E aí o Emânio traz aquela mensagem que é de 1963 e tá no livro Opinião Espírita. Alguns trechinhos, né? Jesus o Mestre, Kardec, Jesus convida ao amor, Kardec impele a caridade. Jesus revela Jesus revela Kardec diskurtina. Jesus propõe, Kardec expõe. Jesus afirma que é preciso nascer de novo, Kardec explica a reencarnação. E aí ele termina, né, Jesus à porta, Kardec a chave. Então eu tinha pego essa essa ilustração aí para trazer para nós também. >> OK. Muito bem. E aí vamos seguindo aqui com essa abordagem que estamos fazendo, olhando especificamente para como Allan Kardec aproveita o Evangelho de Mateus e mais especificamente o Sermão do Monte nessa composição de 28 capítulos de O Evangelho Segundo o Espiritismo, que como a Maroía destacou, a primeira edição só tinha 25 capítulos. é edição definitiva que sai com os 28 capítulos, inclusive a coletânia de preces espíritas que merece aí ter o nosso olhar, porque Kardec baseia essa coletânia toda na análise que ele faz do Pai Nosso. E aí, Maroa, eu queria começar perguntando para você. Nós estamos nesse movimento de olhar essa curadoria que Kardec faz de forma muito específica, muito didática, trazendo por organização temática lá do Evangelho de Mateus, do Sermão do Monte para essa composição. E eu queria te perguntar que argumento nós podemos deduzir para um estudo espírita que também se volve para a leitura do Novo Testamento. Denise, deu uma travadinha na sua fala, então você pode fazer a pergunta novamente que fique que deu deu umas boas travadin para mim, né? Deu. Você poderia colocar novamente a sua pergunta? >> Isso. E vosso assim, nós estamos com uma dificuldade aqui na internet. Pedimos eh a paciência de todos vocês com relação a problema que não estamos conseguindo superar hoje, mas chegaremos ao final do do programa. Então, ia te perguntar que argumentos nós podemos deduzir para o estudo do Novo Testamento a partir desse trabalho tão minucioso que Kardec faz,

o superar hoje, mas chegaremos ao final do do programa. Então, ia te perguntar que argumentos nós podemos deduzir para o estudo do Novo Testamento a partir desse trabalho tão minucioso que Kardec faz, trazendo o ensino moral do Cristo pro Evangelho Segundo o Espiritismo e particularmente pro Evangelho Segundo e particularmente do sermão do monte. >> Olha, eh, eu vou comentar como que a gente faz, Denise, nos nossos grupos. Sim, sim. Eh, eu vou comentar com vocês como que nós fazemos no nossos grupos de estudo eh do Evangelho, tomando o Novo Testamento e como fizemos quando estudamos especificamente o Sermão do Monte, eh, Mateus 5, 6 e 7. E como disse para vocês, nós demoramos 2 anos para fazer uma leitura bem aprofundada do sermão do monte. Então, nós fizemos o caminho contrário do Novo Testamento. Nós fomos para o Evangelho Segundo o Espiritismo e também para obras subsidiárias, eh, que também tratam do assunto. caso o sermão do monte do professor Severino Celestino, o sermão da montanha do Rodolfo Caligares, a voz do monte de Richard Simonete e assim tentando compreender melhor as palavras de Jesus. E aí e também quando necessário buscávamos no livro dos espíritos. Então nós fizemos o caminho contrário do Novo Testamento, nós íamos para as obras espíritas. E claro, como já tínhamos também conhecimento de dos princípios básicos da doutrina, a maioria dos participantes já tinha algum conhecimento doutrinário, mas esse ano, eh, aliás, desde 2024, eh, eu peguei um grupo desafiador porque muitas pessoas estavam começando a estudar na doutrina espírita pela primeira vez, nunca haviam participado de grupo de estudo nenhum. e não tinham nenhum conhecimento doutrinário. Então, era realmente desafiador. Mas nós fizemos eh justa sem pressa. Nós não podemos ter pressa para estudar nem o Evangelho segundo o Espiritismo e nem que a gente vá buscar textos no Novo Testamento ou no Antigo Testamento. E tem outra característica muito interessante do Evangelho de Mateus, que ele cita muito os eh ele ele traz muitas

itismo e nem que a gente vá buscar textos no Novo Testamento ou no Antigo Testamento. E tem outra característica muito interessante do Evangelho de Mateus, que ele cita muito os eh ele ele traz muitas citações do Antigo Testamento e falas de salmos e dos profetas. E aí nós íamos no Antigo Testamento para comparar o que foi falado ou por um determinado profeta Isaías ou num salmo ou numa passagem do do Antigo Testamento. Aí comparando com o que tínhamos na doutrina e com o que Jesus havia dito, juntando as três revelações. Então, estudar o evangelho começando o novo, o sermão do monte com Mateus é muito enriquecedor. Eh, no meu caso, eu tenho a Bíblia de Jerusalém. Então, ali ele faz muitas citações de dos profetas, dos Salmos, dos Provérbios, do Antigo Testamento, que a gente chama de Antigo, mas de Antigo ele não tem é nada, não tem é nada. Então, eh, nesse sentido, Denise, é quando a gente consegue juntar as três revelações nos nossos estudos do Evangelho, fica maravilhoso. E, claro, a a luz maior é a doutrina espírita que nos proporciona. Então, eu conto para vocês assim a minha própria experiência nesse sentido, certo? Certo? Nossa, que excelente resposta. E Mário, queremos seguir com você agora e eu queria te perguntar um pouco sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo, como sendo tomado a feição de um livro religioso e um livro que não é de ciência. E eu sei que você pensa além dessa dualidade. E eu queria que você nos falasse especificamente sobre esse aspecto que é tão seu agrado, que é também mostrar a ciência em o Evangelho Segundo o Espiritismo. >> Eh, eu in eu início iniciaria dizendo assim: "É é evidente, claro que o evangelho trata das questões religiosas, das questões morais da doutrina. sem dúvida nenhuma aí, né? Eh, mas para poder desenvolver o esse raciocínio e para que aqueles que nos assistem possam nos compreender, eh, eu primeiro buscaria, busco lá no no livro O que é o Espiritismo, Kardec, a definição que Kardec dá ao Espiritismo, né? Então eu ele coloca assim, é um

les que nos assistem possam nos compreender, eh, eu primeiro buscaria, busco lá no no livro O que é o Espiritismo, Kardec, a definição que Kardec dá ao Espiritismo, né? Então eu ele coloca assim, é um parágrafo pequeno que eu selecionei aqui. O espiritismo é ao mesmo tempo, ciência experimental e doutrina filosófica. Como ciência prática tem sua essência nas relações que se podem ter com os espíritos. Como filosofia, compreende todas as consequências morais decorrentes destas relações, né? Então, eh, a partir dessa colocação de Kardec, definição do espiritismo e e compreendendo que também é uma é um é uma é é geral e consenso assim que a gente não sabe que o livro dos espíritos é o núcleo central da codificação da onde as outras obras decorrem, né? São desenvolvimentos de cada uma da das suas das suas partes ali, né? Mas a gente vai lá no livro dos espíritos e e vai encontrar logo na na folha de rosto eh filosofia espiritualista, né? Em seguida, dizendo que ali naquele livro contém eh eh estão contidos os princípios da doutrina dos espíritos. Então, o livro dos espíritos eu vejo assim como um livro essencialmente filosófico, central e alicerce da doutrina, né? e um pequeno parênteses, eh, pegando o finalzinho do que a Maroía disse, né, da ligação entre as três revelações. Uma vez eu vi uma imagem muito bonita, né, que eh se uma árvore eh se o espiritismo, a literatura espirit fosse uma árvore, ela tá no terreno ali na no evangelho de de Jesus, né? Seria o terreno e a e Jesus disse que não veio destruir a lei, né? Então, também tá dentro desse terreno. E aí o livro dos espíritos seria o tronco dessa árvore. E cada quatro galhos principais decorreriam ali o livro dos médiuns e eh falando da das desenvolvendo os assuntos da segunda parte, especialmente a parte experimental da doutrina espírita. Então eu vejo o livro dos espíritos baseado na naquela definição de Kardecas, que é essa relação entre o mundo material e espiritual. Vou pular o Evangelho, o céu e o Inferno, na da

doutrina espírita. Então eu vejo o livro dos espíritos baseado na naquela definição de Kardecas, que é essa relação entre o mundo material e espiritual. Vou pular o Evangelho, o céu e o Inferno, na da quarta parte esperanças e consolações, um livro filosófico. A Gênese decorre prioritariamente da primeira parte do livro dos espíritos, tratando de questões de cunho científico, né? E quando a gente chega no evangelho, que a gente trata da questão religiosa, a gente buscando colocar uma lente na forma como Kardec construiu o livro e como ele fez a curadoria, que foi um dos temas que a gente já tratou, a gente vai ver que toda a o trabalho dele falando das consequências morais decorrentes das relações do homem com os espíritos, né, baseado na nos ensinos eh morais de Jesus, eh a gente vai encontrar ali em todo o capítulo a mesma essência, o mesmo DNA das outras obras. Eh, eu quero dizer assim, a mesma metodologia científica ali que ele que Kardec usou, eh, colocando a a questão da razão, né, eh, para se definir a os princípios espíritas, o controle universal do ensino dos espíritos, a concordância necessária que precisa ter entre esse essas revelações. Então, a gente vai encontrar no Evangelho, eu vejo assim, a partir de uma leitura que fiz, né, preciso dar o crédito aqui pro nosso companheiro Alexandre Fontes da Fonseca, que também tem um capítulo do no livro que também você mostrou, que é os 160 anos do Evangelho Segundo o Espiritismo, né? Eh, eu vi a apresentação deles lá no naquele no encontro que teve da pesquisadores. Achei muito bacana assim como ele colocou luz sobre essa questão. Então, muito rapidamente ele coloca nesse capítulo sim exemplos do evangelho inteiro, mostrando o cuidado e a metodologia científica presente ali nessa obra, né? Na folha de rosto, o epígrafe, né? A fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade. O item dois da introdução, autoridade da doutrina espírita, é um é um texto eh puramente científico, né? Kardec tá vai

nte aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade. O item dois da introdução, autoridade da doutrina espírita, é um é um texto eh puramente científico, né? Kardec tá vai falar ali da razão, do controle universal dos ensinos dos espíritos. Eh, e aí eu me pergunto assim, né? Ah, na introdução ainda, né? temos lá a as notícias históricas. mostrando Sócrates e Platão, eh, mostrando assim que a a lei de Deus, ela tá presente em também assim, fazendo uma revisão bibliográfica, podemos até dizer, né, do que já se falava sobre isso. E e aí eu me pergunto, né, o item dois da introdução do livro dos espíritos, poderia estar no no livro dos espíritos, poderia poderia estar no no livro dos médiuns, por será que Kardec colocou no evangelho, né, falar da autoridade da doutrina? me parece assim que é para dar crédito a tudo aquilo que ele ia expor na sequência. Eh, no, por exemplo, o primeiro capítulo, né, na o não vim destruir a lei, vai ter um parágrafo lá assim: "O espiritismo é ciência nova que vem revelar aos homens, por meio de provas irrecusáveis, a existência e natureza do mundo espiritual e suas relações com o mundo corpóreo, né? Eh, no capítulo s, por exemplo, bem-aventurados os pobres de espíritos. Eh, Kardec tem uma frase dele lá dizendo assim no item seis, o espiritismo sanciona, pelo exemplo, a teoria, mostrando-nos a a na posição de grandes no mundo dos espíritos, os que eram pequenos na terra. E bem pequenos, muitas vezes os que na terra eram maiores e poderosos. Kardec só podia fazer essa, só poôde fazer essa afirmação eh depois de analisar todas as comunicações que passou por ele. Então é uma análise de dados, é científico, é até uma metodologia ali, né? Então é nesse sentido que eu eh enxergo ali a ciência também ali no Evangelho. É a questão no último, no 27º capítulos, é capítulo, né? Quando é o pedidiz obtereis. Eh, e tem 10. O espiritismo torna compreensível a ação da prece, explicando um modo de transmissão do pensamento. Para aprendermos o que

no 27º capítulos, é capítulo, né? Quando é o pedidiz obtereis. Eh, e tem 10. O espiritismo torna compreensível a ação da prece, explicando um modo de transmissão do pensamento. Para aprendermos o que ocorre em tal circunstância, precisamos conceber mergulhados eh no fluído universal que ocupa todo espaço. Esse fluido recebe da vontade uma impulsão. Aí ele explica a mecanismo da prece e a importância da base científica nessa nessa explicação que Kardec coloca por nesse capítulo 27, a gente vai encontrar, por exemplo, logo na sequência, ele dizendo: "Essa explicação vai sobretudo com vistas aos que não compreendem eh a utilidade da prece puramente mística. não tem, por fim, materializar a prece, mas tornar-lhe inteligíveis os efeitos. Então, eh, a gente vê aí em todo o o Evangelho Segundo o Espiritismo, esse cuidado, essa metodologia e esse olhar do dos do científico de Kardec, né? Consegui explicar? E Mário conseguiu explicar assim, a nossa dificuldade com a internet é que por vezes dá interferência, mas conseguimos seguir o seu raciocínio. Antes que a gente avance aqui com as questões, a equipe está me lembrando que eu sempre ah peço aos internautas que deixem suas perguntas, os seus comentários. Eu estou fazendo isso agora, pedindo aos internautas suas perguntas, seus comentários sobre o nosso programa, porque a equipe aqui também faz uma pressão para que eu responda perguntas. Então, se não tiverem não tivermos perguntas dos internautas, a Maroísa e o Mário farão perguntas para mim hoje, né? Então eu já vou adiantando aí que se tivermos essas perguntas, perguntas fáceis, amigos, tá bom? Então vamos seguindo ainda aqui com o que temos do nosso que temos como nosso roteiro de estudo, o nosso foco para essa manhã, para despertar esse olhar ah voltado pro Evangelho Segundo o Espiritismo, para essa curadoria que Allan Kardec fez e especificamente o que ele trouxe do sermão do monte para montar essa obra tão relevante, doutrina espírita. Eu queria te perguntar, Missía,

do o Espiritismo, para essa curadoria que Allan Kardec fez e especificamente o que ele trouxe do sermão do monte para montar essa obra tão relevante, doutrina espírita. Eu queria te perguntar, Missía, considerando essa a diferença entre a primeira e a terceira edição, que é edição definitiva, o que você percebe tenha sido acréscimo de Kardec quanto ao Evangelho de Mateus ou quanto ao Sermão do Monte, especificamente? É, ele na primeira edição eh havia e como eu disse 20 25 capítulos somente e ele abriu mais três que são os capítulos de 23 a 26, aliás mais quatro, de 23 a do da na edição definitiva, eh, ele pegou e incluiu mais quatro capítulos. E esses quatro capítulos, do estão relacionados mais especificamente com o finalzinho ali do sermão do monte, onde ele fala. E, aliás, justamente nesses capítulos, né, no 23 a 26, ele fala do pedir, do pedir, buscar, do pedir, pedir, buscar, bater. Tesouros do céu, fala das aves do céu, justamente o fechamento do sermão do monte quando ele faz o fechamento do seu raciocínio com o Evangelho segundo o Espiritismo. E então ele pega justamente bastante do evangelho do do sermão do monte do capítulo seis, aonde ele tá fala dos tesouros do céu, de buscar, buscai os tesouros do céu, olhar as aves do do céu, as flores do campo, enfim. E também no capítulo 24 ele coloca a parábola da candeia, né, que inclusive dá nome ao capítulo, né, não colocar a candeia sobre o alqueire. Então, a como que dizendo, olha, é como se ele tivesse durante esse período pensado assim, eh, eu falei pouco sobre o finalzinho, porque tem uma curiosidade, Denise, todo mundo sabe que o sermão do monte começa com as bem-aventuranças, mas quando você pergunta e termina com o quê? Aí as pessoas não sabem. sabe como começa, mas não sabe como termina. E Jesus termina com uma parábola que é da casa construída sobre a rocha e termina falando justamente para que a gente amenize as nossas ansiedades em relação às coisas da vida material. Então, se e assim como que dizendo, olha, vocês

que é da casa construída sobre a rocha e termina falando justamente para que a gente amenize as nossas ansiedades em relação às coisas da vida material. Então, se e assim como que dizendo, olha, vocês ouviram bem tudo que eles falam? Ainda pergunta, vocês entenderam o que eu falei? E acho que todo mundo respondeu: "Sim, todo mundo entendeu. Todo mundo entendeu." E aí ele conta a parábola da casa construída sobre a rocha. É assim que ele termina o sermão do monte. Então, acho que Kardec pensou, eu preciso também fechar o meu raciocínio em relação ao evangelho segundo o Espiritismo. E aí ele inclui esses capítulos do 23 ao 26. É isso. Eh, Denise, eu gostaria de fazer um comentário. Eu não sei se eu nem sei se é uma pergunta que virá a seguir, mas se for, eu já peço desculpas antecipadamente por estar me adiantando. Quando o Evangelho foi publicado em abril de 1864, Kardec colocou na revista espírita de abril de 1864 apenas uma pequena nota bibliográfica. avisando, olha, foi lançado o livro, acabou de ser lançado o livro Imitação do Evangelho Segundo o Espiritismo. E sobre esta obra não direi, não farei nenhum comentário. Olha só. E ele colocou apenas uma parte da introdução e ele não comentou nada. Mas na revista espírita de dezembro de 1864, no grupo espírita da cidade de Bordelus, o espírito de verdade fala sobre o Evangelho segundo o Espiritismo. Ele Kardec não fez nenhum comentário, mas o espírito de verdade fez e fez um comentário extraordinário. Quero ler só um trechinho para vocês terem uma ideia do que o Espírito de verdade falou sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo. E não falou na sociedade parisiense, falou num grupo espírita de Bordeus. E claro que depois a mensagem foi enviada para Kardec. O espírito de verdade diz assim: "Acaba de aparecer um novo livro. Isso isso em dezembro de foi publicado na revista escrita de dezembro de 1864. É uma luz mais brilhante que vem clarear a vossa marcha. Há 18 séculos, por ordem de meu pai, vim trazer a palavra de Deus aos homens de

zembro de foi publicado na revista escrita de dezembro de 1864. É uma luz mais brilhante que vem clarear a vossa marcha. Há 18 séculos, por ordem de meu pai, vim trazer a palavra de Deus aos homens de boa vontade. Esta palavra foi esquecida pela maioria dos homens e a incredulidade, o materialismo vieram abafar o bom grão que eu tinha depositado em vossa terra. Quer dizer, eu fiz a minha parte, mas precisava de um up nessa, nas minhas palavras. Não vou, não vou ler a mensagem inteira, só mais um trechinho hoje. Olha só, gente, Jesus, por ordem do Pai, trouxe a sua mensagem. Agora, hoje, hoje quando 1864, por ordem do Eterno, os espíritos bons, seus mensageiros, vem a todos os pontos do Globo fazer ouvir a trombeta retumbante. Escutai suas vozes, são destinadas a vos mostrar o caminho que conduz aos pés do Pai Celestial. Sede dóceis aos seus ensinos. Os tempos preditos são chegados, todas as profecias serão cumpridas e a mensagem continua. Então, Kardec se calou sobre o Evangelho segundo o Espiritismo, mas o Espírito de verdade não. E trouxe uma mensagem em dezembro daquele ano. >> Pois é. Então, só pra gente reforçar aqui, repetindo, é uma mensagem do Espírito de verdade sobre o evangelismo do Espiritismo, aí dessa obra na revista espírita de dezembro de 1864. Lembremos que o livro havia sido publicado em abril de 64 >> e essa comunicação foi dada na cidade de Bordô, na França, e posteriormente publicada na revista espírita. Então, a importância desse livro, OK, mas eu olhei aqui pro relógio e o tempo tá correndo. Foi excelente comentário que a Marisa trouxe. Nós não poderíamos deixar de falar em revista espírita se estamos com a Maroía Baio aqui. E eu quero aproveitar, Mário e perguntar para vocês, se para você nos dar uns números eh da feira do livro espírita a respeito de vendas de Evangelho Segundo o Espiritismo. É o livro mais vendido na feira, Mário. >> É. em todas as edições foi o livro mais procurado, mais vendido. Eh, as obras de Kardec, historicamente, elas

o de vendas de Evangelho Segundo o Espiritismo. É o livro mais vendido na feira, Mário. >> É. em todas as edições foi o livro mais procurado, mais vendido. Eh, as obras de Kardec, historicamente, elas representam no movimento da feira do livro espírita aqui de Ibeirão Preto, alguma algo entre 22 e 24% do total vendido, né? E o evangelho sozinho fica ali na casa dos 10%. E todo esse essa esse esse esse resultado, né, desse é um trabalho que é feito assim, não só na feira, mas insistentemente pela US e pel todas as casas espíritas aqui, incentivando mesmo a leitura de Kardec, aquela famosa campanha que agora é nacional, comece pelo começo, né? eh, dando Kardec como fonte segura aí. E é isso. Então, todo ano a gente coloca os as obras de Kardec eh, em destaque, né, na feira ou trazemos o dobro do que achamos que vai ser comercializado para não ter risco de faltar de jeito nenhum, né? E e e é isso. Pode fal o Chico Xavier orientou o pessoal que começou a feira, f, olha, pode faltar todos os livros, menos de Kardec, né? Então a gente leva a riscaveito assim essa oportunidade para convidar a todos que puderem, né, estar aqui conosco do dia 3 a 12 de julho, né? Esse ano o livro homenageado será a o livro dos médiuns, né, por conta do do aniversário dessa obra. E o autor homenageado vai ser o Manuel Filomeno de Miranda, né? Vamos estar aqui recebendo a companheira Tânia Menezes lá da Bahia. É um prazer. E isso é, >> eu só ia completaria Menzes, que é nossa amiga da mansão do caminho. >> Isso. E eu queria aproveitar só assim aqueles que nos assistem, fique sempre que puder dentro do alcance de cada um, promovam a literatura espírita, levem Kardec para fora dos centro espíritos, né? A feira do livro feita numa praça pública, na principal praça da cidade, e é feita assim para aqueles que desejam conhecer o espiritismo, não para os espíritas. Aqueles que desejam às vezes ainda tons dificuldades de adentrar a uma casa e na praça a praça é pública, né? E é isso. >> OK, Mário. Muito bem. Estamos quase

cer o espiritismo, não para os espíritas. Aqueles que desejam às vezes ainda tons dificuldades de adentrar a uma casa e na praça a praça é pública, né? E é isso. >> OK, Mário. Muito bem. Estamos quase chegando nos momentos finais do nosso programa, mas temos a participação dos internautas aqui que nos dizem que nos acompanham também de Cabedelo aqui na Paraíba e de Petrolina em Pernambuco. Temos o comentário da Adriana Alcântara que diz: "O sermão do monte é claro e direto. Jesus é maravilhoso". Temos também um comentário da Ana Carol Brant que diz: "Olha, as instruções dos espíritos enquanto em quase todos os capítulos são de uma profundidade ímpar". Isso mesmo, Ana. E ela diz mais, "Vou destacar aqui o comentário de Kardec, reconciliação com os adversários, que são que este é um texto lindo e de fato é mesmo, Ana, concordo com você". A Elisete Vieira nos acompanha, Mua e Mário, e diz que o programa, apesar da internet falhando, foi muito esclarecedor e está gostando muito. E temos uma pergunta da nossa internauta Marlene Rosa que nos acompanha. Ela dirige essa pergunta a Maroísa e pergunta Maroía, eh, sobre o se você tem alguma opinião ou alguma análise sobre a tradução do Dr. Evandro Noleto do Evangelho Segundo Espiritismo para o português utilizado nos dias de hoje. Considerando que o vocabulário de Kardec e a tradução do Guilhon Ribeiro parece, né, estar ficando distante, incompreensível, sobretudo para os jovens. Eu te perguntaria, você já pensou sobre isso, Maroisa? >> Olha, Denise, e esse é um é um dos problemas, inclusive para a leitura da revista espírita, porque claro, todas as obras Kardec escreveu no francês clássico da época e as traduções foram feitas no começo do século XX. E também a língua portuguesa falada naquela época não é o modo como nós nos expressamos hoje. Então a gente encontra realmente muitas dificuldades em algumas passagens e algumas formas de conjugação verbal já são consideradas arcaicas pro nosso tempo. Eh, por exemplo, dar a, né, da gente, nós não falamos, nós não

ra realmente muitas dificuldades em algumas passagens e algumas formas de conjugação verbal já são consideradas arcaicas pro nosso tempo. Eh, por exemplo, dar a, né, da gente, nós não falamos, nós não falamos mais desse jeito. Então, realmente para a geração mais nova talvez seja um pouco mais difícil realmente a interpretação de alguns trechos eh de qualquer obra de Kardec, justamente por causa disso. Então, então é como se a gente precisasse de um tradutor. Olha, o Guilon Ribeiro escreveu conforme a língua portuguesa que se usava a sua época, né? Hoje nós nos expressamos de outra forma, fica uma lacuna e nós precisamos usar todos os recursos necessários para que a doutrina espírita seja compreendida. Não é alterar o que Kardec escreveu, não é, não é isso, não se trata disso, mas fazer com que aquilo que ele escreveu no francês clássico do século XIX possa ser compreendido com o nosso modo de conversar hoje, né, que é o modo de conversar muito dinâmico, né, Denise, e ainda mais com internet, então a gente precisa realmente ir atualizando esta questão, mas se possível sempre é bom. Eh, eu eh eu sempre digo isso nos nossos estudos, que cada um, se possível, tivesse a uma um livro de uma editora diferente com um tradutor diferente, Salvador Gentille, Herculano Pires, o Guilon Ribeiro, agora o o Evandro, para que a gente possa comparar, fazer comparações nos trechos mais obscuros de de que maneira cada um conseguiu e a gente compreender melhor. É interessante, em todo grupo de estudos é bom, é bom que cada um tivesse um livro de cada tradutor. >> Ah, ok. A língua muda, mas os ensinos de Jesus não, né? Então eles permanecem. Exatamente isso. >> Então, vou aqui ainda destacar que temos internautas em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, nos acompanhando. Temos também a Maria Ferraz, que nos diz: "Vou salvar essa live maravilhosa, quantos aprendizados!" E ela está nos acompanhando lá do Texas. E o Cláudio, professor, que também nos acompanha, diz que gostou muito da explicação da

que nos diz: "Vou salvar essa live maravilhosa, quantos aprendizados!" E ela está nos acompanhando lá do Texas. E o Cláudio, professor, que também nos acompanha, diz que gostou muito da explicação da Maroísa sobre o começo e o final do Sermão do Monte. importantíssimo confirmar o entendimento desse sermão e é de fato algo que pouca gente assim fica atento, né? Bom, temos agora aqui uma pergunta da nossa equipe, né? Eh, para nós três aqui. A pergunta é se nós conseguimos resumir a pedagogia de Kardec e o Evangelho Segundo o Espiritismo em relação ao Sermão do Monte. Eu quero perguntar para vocês dois. Vocês querem começar respondendo isso ou vocês vão jogar a bola para mim? >> Para você? Claro. >> Em dúvida? >> Porque até agora nós só falamos, ela só perguntou, não é, Mário? Agora vamos. >> Ela ela pediu pra gente fazer uma pergunta de fácil para ela, né? E para nós só. Então, fazemos essa. >> É, então ainda temos um tempinho para uma pergunta fácil, talvez. Veja, para responder essa pergunta, né? A pedagogia de Kardec no Evangelho Segundo o Espiritismo relacionado ao Sermão do Monte, eu poderia dizer que é uma uma pedagogia em que Kardec desmonta e remonta, porque ele desconstrói aquela ordem trazida por Jesus, não sentido de contra força ao mestre, mas de trazer aquilo que toca o nosso coração primeiro. Então faria dois destaques, o do capítulo um, não vim destruir a lei. Então ele nos assegura ali Jesus como modelo e guia da humanidade, dando continuidade a todo um projeto ah para o mundo, para a evolução da Terra. E depois, no capítulo cinco, quando Kardec reúne aquelas três bem-aventuranças sobre os sofrimentos. Bem-aventurados os aflitos, bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça. Esqueci a terceira agora. Fiquei nervosa com a pergunta. Olha, até eu fico nervosa, mas lá no capítulo C, quando ele reúne as três bem aventuranças e ele nos coloca de fato diante do Evangelho Segundo o Espiritismo naquilo que nos toca primeiro, que é a dor. E essa

é eu fico nervosa, mas lá no capítulo C, quando ele reúne as três bem aventuranças e ele nos coloca de fato diante do Evangelho Segundo o Espiritismo naquilo que nos toca primeiro, que é a dor. E essa reorganização de Kardec, sobretudo ali nos capítulos cinco, depois o seis, o Cristo Consolador e o sete, que é bem-aventurados os pobres de espírito. Eu acho que é a demonstração por essência dessa pedagogia em que ele desmonta, mas reconstrói de forma didática para todos nós. Vocês querem acrescentar alguma coisa que o nosso tempinho tá chegando? >> Uhum. Eu gostaria rapidamente. >> Ah, pois não, pois não. >> Eh, rapidamente, Denise, quando a gente pega, você falou que Kardec e coloca as bem-aventuranças numa ordem diferente daquelas em que Jesus pronunciou, mas de alguma forma ele mantém eh assim a proposta no seguinte sentido. As três primeiras bem-aventuranças são nove, né? As três primeiras bem-aventuranças estão relacionadas com a nossa transformação individual. As três seguintes estão relacionadas com a nossa transformação pessoal, ou seja, nós e os outros e o outro. E as três últimas estão relacionadas com a transformação coletiva, a necesshã. Então, embora Kardec tenha trocado a ordem, a estrutura total do Evangelho segundo o Espiritismo, mantém a ordem das nove bem-aventuranças: transformação interior, transformação com o outro e transformação com a coletividade. Mesmo ele desmontando e remontando, ele foi fiel a à sequência das nove bem-aventuranças. É isso. >> Perfeito. Perfeito, Maroísa. E aí nós já começamos a nossa rodada de despedidas. Eu vou pedir para o Mário começar se despedindo dos nossos internautas. >> Olha, passou bem rápido mesmo, né? Muito bom, muito gostoso. Eh, deixo aqui o nosso agradecimento e em últimas assim, eh, coisa que eu gostaria de acrescentar, eh, incentivar a todos a conhecer Kardec, né, a a a estudá-lo. Eh, individualmente a gente pode estudar, fazer as leituras sempre do começo ao fim, né, de capa a capa, mas o o estudo em grupo é é

tar, eh, incentivar a todos a conhecer Kardec, né, a a a estudá-lo. Eh, individualmente a gente pode estudar, fazer as leituras sempre do começo ao fim, né, de capa a capa, mas o o estudo em grupo é é muito significativo. A gente aprende uns com os outros, não só o conteúdo, mas o relacionamento também. Então, se eu posso deixar aqui um uma palavra final, vamos estudar sempre. Muito obrigado, pessoal. >> OK. E você, Moias, suas despedidas. Eu eh eu eu só deixo mais uma vez, Denise, o meu agradecimento. Você sabe o quanto eu admiro você como pessoa, admiro o seu trabalho, admiro o Literatura Espírita com toda a sua equipe e ainda espero nessa existência poder te abraçar pessoalmente. Passei perto o ano passado quando você foi para Ribeirão, mas eu não pude ir, tá certo? Então, parabéns pelo seu trabalho e que Deus abençoe a todos. Muito obrigada mais uma vez por essa oportunidade. >> Exatamente. Esse abraço está muito aguardado. Eu agradeço a vocês dois que estão aqui conosco. Agradeço aos internautas toda a paciência que tiveram conosco nessa manhã com todos esses problemas que tivemos. Mas temos uma ótima repercussão junto aos internautas que nos acompanharam, que comentaram, que deixaram o seu like para que o o YouTube entenda que este programa é um produto relevante e que muito mais pessoas poderão assistir. Lembram vocês que nós voltaremos para o próximo programa do Literatura Espírita no dia 5 de abril e desta feita o livro será O sermão do Monte, a sublime e consoladora mensagem de Jesus, livro do professor Severino Celestino, que foi citado aqui pela Maroía. Até lá vocês, ah, exatamente, até lá vocês acompanham a preparação do nosso próximo programa pelo nosso perfil oficial no Instagram que é o @literatura.espírita e aguardamos vocês no dia 5 de abril. Até lá, um excelente mês para todos vocês. Um grande abraço. Muito obrigada por essa manhã. Já.

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