LEMBRANÇAS DE VIDAS PASSADAS - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 16/12/2025 (há 4 meses) 45:36 608 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer >> ser de coração a paz dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o [música] valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. >> Boa tarde, meus amigos. Sejam muito bem-vindos. Vocês estão tão longe, tá todo mundo tão longe, não nem de óculos dá para ver, mas sejam bem-vindos, né? Eu sei que é por conta do passe, que a gente já gosta de sentar mais atrás, né? Mas sejam muito bem-vindos. Nós vamos hoje falar sobre vidas passadas. que é um assunto que acaba que desperta de uma maneira a nossa curiosidade. Antes disso, meus amigos, vamos ler aqui uma mensagem para que a gente vá preparando o nosso ambiente do livro Receitas para a Alma pelo espírito irmã se do Fô. E essa mensagem se intitula: "Renove a sua intenção." Inicia com a citação de Jesus que tá no Evangelho de Mateus, que diz assim: "Por onde estiver o vosso tesouro, porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração." Mateus, capítulo 6, versículo 21. E vem a mensagem. Você costuma explicar a origem de seus problemas, transferindo as causas dos desgostos e das decepções para as pessoas, acontecimentos e lugares? Construa uma nova ótica sobre os acontecimentos e vai perceber que os problemas de fora são tão somente as expressões das mazelas que você carrega por dentro. Onde você depositar o foco de suas atenções, estará o seu coração. Aprenda a transformar seus valores, aprimorando seu saber e sua intenção, e começará a examinar os dessores por outra perspectiva, enxergando em você mesmo a solução eficaz ou a algema constritora. O mundo de fora, inegavelmente, na maioria das circunstâncias, reflete o que você traz na nas profundezas do coração. Seus interesses, seu tesouro, seu

mesmo a solução eficaz ou a algema constritora. O mundo de fora, inegavelmente, na maioria das circunstâncias, reflete o que você traz na nas profundezas do coração. Seus interesses, seu tesouro, seu tesouro, sua busca. Agasalhe melhores aspirações e se surpreenderá com a renovação dos painéis da vida em torno de seus passos. Mensagem linda, né, meus amigos? Eu gosto às vezes de abrir o acaso, mas eh tem muito a ver com o nosso tema de hoje, que é o esquecimento das vidas passadas. Vamos fazer a nossa oração. Depois eu vou explicar porque que tem a ver. Então vamos unir os nossos corações, aquiietar um pouquinho a nossa mente, fechar os nossos olhos e vamos nos permitir receber todas as bênçãos destinadas a nós nessa tarde. Vamos permitir que o Mestre Jesus se aproxime de nós, nos console, nos acalente, nos oriente. Mestre querido, aqui estamos para nos renovar, para aprender, para nos fortalecer. Abençoa, querido amigo, essas nossas intenções, a nossa vontade. Abençoa o nosso entendimento para que as lições que vamos estudar possam fazer sentido no nosso dia a dia, possam ser ferramentas que possamos utilizar para vencer a nós mesmos e ir passo a passo construindo a nossa paz. Querido amigo, nos abençoa nesse instante e nos dá a tua permissão e proteção para o início da nossa tarefa de hoje. Graças a Deus, meus amigos, vidas passadas é um tema que é muito associado aos espíritas, não é? Porque na hora que a gente encontra com alguém que não é espírita, a primeira coisa é vocês acreditam nesse negócio de espírito, né? e de reencarnação. A primeira coisa que vem à mente das pessoas. E é verdade, nós realmente estudamos muito a reencarnação porque ela é um mecanismo, é uma ferramenta para o nosso crescimento. E aí vem aquela pergunta: por que que nós esquecemos do que fomos na vida passada? É engraçado que às vezes a puguinha da curiosidade belisca a gente e a gente fica com aquela vontade, né, de saber ai que que será que eu fui? Será que tem um espírito lá na comunhão ou em outro centro que pode

o que às vezes a puguinha da curiosidade belisca a gente e a gente fica com aquela vontade, né, de saber ai que que será que eu fui? Será que tem um espírito lá na comunhão ou em outro centro que pode me contar? Eu queria tanto entender o que tá me acontecendo, por que eu vivo essas experiências. E eu falei que tinha muito a ver com a nossa mensagem de hoje, aberta ao acaso, porque de acordo com essa lição que nós lemos aqui do espírito hermano do fô, o que nos acontece mais do que com o nosso passado de outra existência tem a ver com que nós estamos pensando, que energia nós estamos emitindo, que ações que eu estou praticando, o que que eu estou esperando da vida. Por isso a lição renove sua intenção. Muitas vezes a nossa intenção, até a gente sem até sem querer é uma intenção que não é favorável a nós. Quando, por exemplo, a gente se deixa envolver pelo desânimo, por aqueles sentimentos de não vai ter jeito, deu tudo errado, eu não mereço passar o que eu tô passando. Vejam a intenção que a gente tá emitindo para o universo. pensamentos de desproteção, como se a gente tivesse ali jogado, largado, pensamentos de eu não mereço, ninguém cuida de mim. É a mensagem que eu estou mandando. Então eu tô me cercando dessas energias e é claro que essas energias elas vão influenciar diretamente o que eu vou viver hoje, amanhã e depois. Então, precisamos estar atentos a que tipo de energia que eu estou emitindo. Vou pedir licença para vocês. Ah, não, esqueci no carro. Tá bom. A água eu tenho mania de água. Hoje eu vou trabalhar essa mania de água e vou ficar falando sem água, não tem problema não. Esqueci no carro, meus amigos. Então, falando das vidas passadas, a gente tem essa curiosidade natural, né? Quem será que eu fui? Mas a gente quer saber só se foi coisa boa. Se foi meio complicado, a gente às vezes até ia ficar com um pouquinho de vergonha. Mas quando a gente começa a estudar a ciência espírita e a gente percebe imortalidade da alma, bom, então quer dizer que eu não vou acabar quando

te às vezes até ia ficar com um pouquinho de vergonha. Mas quando a gente começa a estudar a ciência espírita e a gente percebe imortalidade da alma, bom, então quer dizer que eu não vou acabar quando esse meu corpo acabar. Beleza? Um ponto importante, eu vou voltar várias vezes reencarnação. E eu reencarno, terceiro ponto importante, para aprender. E eu não desaprendo, não tem jeito, porque o nosso conhecimento, uma vez adquirido, ele fica conosco. A gente não desaprende, a gente não evolui, não dá um passo atrás. A gente pode até parar de caminhar, mas a gente não desaprende. Então, sabendo dessas três coisas, eu sou imortal, eu volto várias vezes, eu não desaprendo. A gente pode perguntar assim: "Vem cá, mas será? E se eu lembrar? Não vai ficar mais fácil para mim?" Por exemplo, eu tô andando na rua, a minha rua tem um buraco, eu tropeço e caio naquele buraco. Quando eu vou mapear aquele buraco, se eu lembrar que ele tá ali, quando eu passar por aquela rua de novo, eu não vou cair. Não faz sentido, não é lógico isso. Então, é muito natural que a gente se faça essa pergunta. Não é melhor eu lembrar para que eu não incida nos mesmos erros, para que eu possa ganhar tempo, já que eu tô evoluindo, que eu tenho uma vantagem nesse meu processo de evolução. Eu preciso lembrar, porque daí desta vez eu vou fazer o certo. Se eu errei e eu aprendi com aquele erro, então dessa vez se eu lembrar eu vou fazer o certo. Então parece num primeiro momento que o tal do lembrar traz pra gente um ganho, uma vantagem, né? E parece que o esquecer me coloca numa situação de desvantagem. Eu não tô jogando com todas as fichas que eu poderia para ganhar nesse jogo de evolução espiritual. Mas aí, meus amigos, nós precisamos aprofundar um pouquinho mais o nosso conhecimento nesse ponto e vamos pedir ajuda do espírito André Luiz, que vai no livro Conduta espírita a lição de número 40, foi psicografada pelo Valdo Vieira e ele vai nos falar assim, nos orientar, observar o maior critério em tudo que se

uda do espírito André Luiz, que vai no livro Conduta espírita a lição de número 40, foi psicografada pelo Valdo Vieira e ele vai nos falar assim, nos orientar, observar o maior critério em tudo que se refere a revelações do pretérito, que a gente tenha muito critério, fugindo ao reerguimento infrutífero de cadáveres que devem prosseguir sepultados nas cinzas do tempo. Passado é causa viva, mas não soluciona o presente. Então ele diz que a gente mexer no que já ficou ali, já foi vivido, mas que ficou ali em outro momento, em outra equação de espaço e tempo, é como se a gente tivesse querendo reviver um cadáver. E isso não traz bons frutos para nós. Depois a gente vai ver isso com algum exemplo prático, mas vamos ainda ficar no no campo da do exame de se é vantajoso ou não. André Luiz diz que não é. e diz que a gente saber o passado não vai nos ajudar a resolver o presente. E ele segue dizendo para nós assim: "Convencer-se de que, por enquanto, ninguém se inteirará dos acontecimentos anteriores à encarnação por motívulos banais ou frívolos". Então, a gente não vai, pela nossa curiosidade descobrir o que que a gente foi na vida passada. De jeito nenhum que a gente possa se convencer disso. E quando nós muitas vezes queremos insistir, ah, eu vou no centro tal que me falaram que lá tem uma médium, olha que é uma maravilha, ela olha para você, fala: "Olha, você foi isso, foi aquilo". Eu, eu vou lá, eu vou porque eu quero saber, eu tenho curiosidade. Ou então tem uma taróloga que ela é espetacular, ela é taróloga de vidas passadas e a gente vai e vai fuçar nessas áreas. por motivos o quê? De que? Curiosidade, não é um motivo frívolo. Então ele prossegue dizendo para nós, quando a sabedoria divina revela o passado de alguém, às vezes acontece sempre de maneira espontânea, cogita do bem de todos. Então, a gente pode observar que a regra é o esquecimento, mas tem alguns casos em que a sabedoria divina, de forma espontânea, revela o passado. E a gente vai ver na literatura não espírita dá cheio de exemplos disso.

e observar que a regra é o esquecimento, mas tem alguns casos em que a sabedoria divina, de forma espontânea, revela o passado. E a gente vai ver na literatura não espírita dá cheio de exemplos disso. Aí tem um programa que passa na Netflix sobre reencarnação, acho que é esse o tema mesmo, que mostra pesquisas feitas por universidades, a partir de crianças que tinham lembranças espontâneas. Olha, eu fiz tal coisa, eu fui fui tal coisa na outra vida o meu nome era fulano, né? E eles fazem esse trabalho. Vale a pena assistir isso, esse tipo de documentário, né? E aí muitas vezes essas são revelações espontâneas, a criança lembra do que aconteceu, mas é interessante a gente observar. Obrigada, gente, coisa boa. Trouxe uma aguinha abençoada, tá fluidificada. Com certeza. Obrigada. Então, com certeza a gente vai eh perceber que nesses casos isso traz um certo desconforto. Obrigada. Obrigada. ou duas logo. Beleza. traz um certo desconforto pra pessoa, porque olha, eu lembro de coisas de uma encarnação tal, aí às vezes eu vou visitar, tem até parente que ainda tá vivo, como acontece nesse especial, né, de um rapaz que lembra que era piloto e tal, mas aquela pessoa que eu da qual eu me recordo, não sou mais eu, eu sou outra pessoa. Nós somos formados a partir das nossas vivências. Na hora que eu assumo um novo corpo de carne, eu tenho também as minhas vivências do período de gestação, da minha infância. Aquilo ali também me constitui. As vivências do período antes de reencarnar, porque entre aquela vida passada que se findou e a minha vida atual, eu tive um período na espiritualidade. Eu vivi, coisas aconteceram, lições foram aprendidas. Então, aquela pessoa ali do passado não sou mais eu. Tem partes dela que vivem em mim, sim, mas nós somos um todo muito mais complexo. Então, muitas vezes essas recordações trazem um certo desequilíbrio. Então, a gente percebe a lembrança quando ela ocorre espontaneamente, ela ocorre por permissão divina e existe alguma utilidade para aquilo, por alguma

essas recordações trazem um certo desequilíbrio. Então, a gente percebe a lembrança quando ela ocorre espontaneamente, ela ocorre por permissão divina e existe alguma utilidade para aquilo, por alguma razão. Muitas vezes a gente não conhece aquela razão, mas não é por curiosidade, porque senão nós vamos nos colocar, isso é muito importante, nas mãos de espíritos, brincalhões, embusteiros. Não acontece assim com a gente? A gente não gosta às vezes de fazer piada com outro, né? Quando a gente tá assim no modo mais mazinho, muitos de nós, e de ficar ali zombando e rindo. Imagina me colocar numa posição de total credulidade que aquele médium fala: "É o que é?" Olha só como nós nos colocamos numa posição de joguetes, às vezes de forças que são que não querem o nosso bem, dos afetos que nós temos na espiritualidade, que muitas vezes podem se aproveitar dessa nossa curiosidade para nos confundir, para nos levar a equívocos, para nos levar a ilusões. Então, precisamos ter muito cuidado. O que que nós então eh devemos fazer? A gente pode querer saber? Bom, poder a gente pode, né? Porque como diz Paulo na carta aos Coríntios, todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas me convém. A gente pode, pode convém? Não convém, porque se fosse assim, Deus nos daria essa condição. O Aroldo Dutra conta uma história muito interessante. Ele tem um livro lindo chamado Despertar, Nossos Desafios na transição planetária. Aí ele apresenta assim, falando sobre a justiça divina, ele fala: "A justiça divina ela precisa ser entendida em seus vários aspectos e um deles é o esquecimento do passado. Ele faz parte da justiça divina." Aí ele nos propõe assim, vamos imaginar uma situação. O jovem casal resolve iniciar uma família, aí a esposa fica grávida. Ah, que alegria! Ah, vai ser um menininho. Ah, que lindo. Qual vai ser o nome dele? Pergunta o marido. A mulher disse: "Ah, vamos chamá-lo de João?" "Ah, João é um nome lindo." "Mas sabe quem que é o João?" Ela diz pro marido: "Não, quem que é o

, que lindo. Qual vai ser o nome dele? Pergunta o marido. A mulher disse: "Ah, vamos chamá-lo de João?" "Ah, João é um nome lindo." "Mas sabe quem que é o João?" Ela diz pro marido: "Não, quem que é o João?" O João é o Antônio. É aquele que lá em 1915 era o seu sócio. E aí eu era casado com Antônio nessa época, né? A mulher disse pro marido, e aí foi aquele cara que você, de quem você roubou na empresa, na sociedade, roubou os bens, me roubou também, que eu era mulher dele, resolvi ficar com você. E aí nós acabamos tendo que matá-lo para poder ajeitar as coisas direitinho ali pra gente. Já pensou? Mas vamos supor que esse casal seja um casal assim muito embuído no seu próprio progresso moral, espiritual. Não. Então tá. Que maravilha. Nós vamos ter a chance então de restituir ao Antônio, que agora vai se chamar João, aquilo que nós tiramos a começar pela vida. A gente não deu cabo da vida dele. Então agora através de nós ele vai renascer. Ô meu Deus, obrigado, que coisa linda. Vamos supor que ele estivessem nesse nível. Mas aí o Antônio, que agora é João, vai crescendo. Aí chega um dia, como toda criança, ele dá uma birra na rua por qualquer coisa. quer um chocolate? Não pode, meu filho. Eu quero. Se joga no chão. Aquela coisa que todo pai e mãe tem pavor quando o filho faz, né? Quando é pequenininho, às vezes faz até a gente ensinar que a vida não é assim, né? Às vezes passamos por esse constrangimento. Em vez de dar um bom corretivo no João, meu Deus, não vou porque olha, coitado, que que a gente já fez com ele? Não vamos ter paciência e deixa o menino fazer birra e deixa de exercer a função que todo pai e mãe deve ter, que é de educar com amor, colocando limite. Ah, mas eu tô sem graça de colocar limite porque já aprontei tanto com fulano? Vejam que a missão começa a ficar prejudicada. Então, o esquecimento do passado é uma necessidade e é para todos nós uma bênção. É uma oportunidade de crescimento que a vida nos dá. E para crescer, a misericórdia divina é tão maravilhosa

judicada. Então, o esquecimento do passado é uma necessidade e é para todos nós uma bênção. É uma oportunidade de crescimento que a vida nos dá. E para crescer, a misericórdia divina é tão maravilhosa que ela nos dá a oportunidade, mas assim, completa, com todas as ferramentas. Quais são elas? Reencarnar no momento preciso para a nossa evolução espiritual. cercados das companhias que vão nos fazer crescer. E não é só anjo da guarda, não. Não é só espírito fofo, não. Às vezes quem não vai nos fazer crescer, aquela pessoa difícil que tá ali do nosso lado, mas é a ideal para nos ajudar a desenvolver o que nós viemos para desenvolver. E a outra ferramenta é o esquecimento do passado. E a gente vai lá no Evangelho estudar o esquecimento do passado e vamos aprender que se a gente lembrasse de tudo, nós íamos ficar numa posição complicada. Vamos supor que a gente lembrasse de coisas maravilhosas que a gente fez. Ah, gente, a vaidade já ia bater na gente. Ah, porque na outra vida, tá vendo? Tá vendo aquele orfanato que tem bem ali? Fui eu que construí, menina, porque eu tava, eu era de uma ordem religiosa ou de eh de caridade e eu fui eu, eu era fulana, imagina o convencimento. Ou então a gente aprontou e lembra com detalhes daquelas coisas que dão tanta vergonha que se a gente pudesse a gente deixava os perespir se esconder de tanta vergonha. Em uma situação ou em outra, nós íamos perder a nossa espontaneidade. E o Auroldo Dutra vai dizer para nós assim: "Se pudéssemos lembrar de todos os nossos vínculos e sofrimentos e de todas as nossas ações inconsequentes, pensou lembrar de tudo que a gente perguntou? Talvez não tivéssemos um sorriso tão espontâneo. E Deus preza a nossa espontaneidade e alegria. A gente ia ficar borocochô, muitas vezes envergonhado, deprimido e não íamos aproveitar a oportunidade do crescimento. O André Luiz traz no livro eh Os Mensageiros, capítulo 10, uma um relato muito interessante, porque ele se encontra com um espírito que havia se chamado na terra Joel. E

a oportunidade do crescimento. O André Luiz traz no livro eh Os Mensageiros, capítulo 10, uma um relato muito interessante, porque ele se encontra com um espírito que havia se chamado na terra Joel. E esse espírito, ele veio pra Terra com uma missão muito importante de trabalhar a mediunidade na área da caridade, como sempre acontece com toda a mediunidade. Ele tinha uma missão também de criar um orfanato e de fazer várias ações assim na área do bem e da proteção àqueles mais carentes. e tinha essa mediunidade extraordinária e tinha um grupo mediúnico. E lá pelas tantas ele se focou em descobrir, utilizando de todo aquele grupo, né, e aqueles instrumentos que estavam lá à sua disposição, os diversos médiuns. Ele se focou em descobrir o que ele tinha sido em vidas passadas. E teve uma revelação. Ele tinha sido um Monsenhor na época final da da Inquisição Espanhola, Monsenhor Alejandro Pizarro. Ele começou a checar, a investigar historicamente dados e viu que aquela pessoa realmente existiu e havia sido ele. E ele então se deslumbrou com esse acontecimento e começou a cada vez mais fundo, esquecendo que a tarefa mediúnica, que o intercâmbio com os espíritos é para servir de ferramenta para o desenvolvimento da nossa amorosidade. Não é para outra coisa, não é para curiosidade, não é pra gente se deprimir, nem se vangloriar. E ele esqueceu disso. Resultado, esse espírito, quando André Luiz encontrou com ele no no plano espiritual, ele sofria de vertiges constantes, ficava sempre tonto, como se fosse uma labirintite que vai e volta, né, mas muito intensa mesmo. E aí os mentores lá, os os instrutores explicam para ele isso que ele sente é o resultado do desequilíbrio mental a que ele se permitiu, acessando áreas da consciência que não deveriam ser acessadas. Ele se desequilibrou psiquicamente, energeticamente e agora já no lado de cá, né, eles diziam ou de lá pra gente, está em processo de reequilíbrio, porque para nós não tem outra saída. A gente se desequilibra, acontece, não tem

camente, energeticamente e agora já no lado de cá, né, eles diziam ou de lá pra gente, está em processo de reequilíbrio, porque para nós não tem outra saída. A gente se desequilibra, acontece, não tem outra saída a não ser nos reequilibrarmos. E era nesse, nessa situação que André Luiz encontrou com esse espírito. Então, vejam que fica para nós a advertência de termos muito cuidado com isso. Há casos em que a recordação é necessária. E aí também André Luiz vai nos contar em outro livro chamado Ação e Reação, o caso de outros dois espíritos, Ascânio e Lucas. Esses eram benfeitores espirituais que haviam recebido um instrutor de André Luiz nesse livro que é espírito Druso, que é o diretor da, como é que se chama? A Mansão da Paz, que é a entidade, o lugar em que André Luiz tá trabalhando, né, nesse, nesse livro. Então o instrutor Druso conta para ele, olha, esses dois são benfeitores maravilhosos, foram responsáveis pela minha acolhida quando eu cheguei aqui. E ele já era o diretor da casa, né, de acolhimento, desse posto espiritual. E há mais de cinco séculos eles trabalham de uma maneira belíssima na condução de tantos espíritos sofredores. São mentores, são maravilhosos. E esses dois espíritos mentores queriam eh galgar esferas mais elevadas, queriam ir para outros planos e já tinham aparentemente méritos para isso. Cinco séculos de trabalho no bem, gente, parece que, né, cinco séculos é um tanto bom, né? Dá para dizer que é uma boa folha de serviço. E aí não conseguiam, os pedidos eram sempre negados. Eles pediram então uma uma explicação, uma reunião com aqueles espíritos ainda mais elevados, responsáveis por essa essa essa condução, né, da dos pedidos deles. E eles pedem então essa reunião e aí começa a vasculhar as fichas de memória, muita coisa linda, várias encarnações dedicadas ao bem. Mas por que que será? O que que acontece? Foram aprofundando, foram aprofundando a investigação, porque não é fácil. chegaram em um período em que eles haviam sido soldados

carnações dedicadas ao bem. Mas por que que será? O que que acontece? Foram aprofundando, foram aprofundando a investigação, porque não é fácil. chegaram em um período em que eles haviam sido soldados que junto com Joana, Joana Dark haviam se envolvido naquela batalha e haviam libertado no século no século XV Orleães. Então, nesse momento dessa libertação, dessa cidade, eles faziam parte daquele exército. E naquela euforia eles jogaram dois companheiros, provavelmente inimigos, né? companheiros, modo de falar, não companheiros de arma, mas estavam no lado contrário de uma torre muito alta que caíram no fosso e morreram dessa maneira, mas naquela coisa da batalha, né, da foram aclamados ali como heróis, né, derrotaram ali o inimigo, deram aquele destino cruel. E aí os mentores perguntam: "Querem continuar ou tá bom aqui?" Não, não é tá bom. Até aqui eles não quiseram aprofundar mais a recordação do passado. E aí eles pedem: "Não, então precisamos quitar esse débito de alguma maneira". Como era um espíritos já muito adiantados, com muitas realizações no campo da caridade, foi permitido que eles escolhessem então a maneira de se redimirem daquela falta. E eles escolheram então trabalhar na área da aviação. Resolveram então que queriam, experimentariam o mesmo tipo de morte, mas que aquela morte tivesse um significado para o avanço da indústria, das pesquisas aeronáuticas, alguma coisa nesse sentido. E assim acontece. Então eles vêm nessa área da aviação e os dois então sofrem o mesmo tipo de situação que eles haviam há cinco séculos atrás imposto aos companheiros de caminhada, que era essa queda dessa altura exorbitante. E é claro, meus amigos, que a desencarnação de cada um de nós, ela é diferente. Nós podemos desencarnar nesse capítulo, André Luiz nos conta de várias maneiras. até da mesmo jeitinho, todo mundo do mesmo tipo de acidente, mas a desencarnação de cada um é diferente, porque nós vivemos vidas diferentes. Nós temos dificuldades próprias, valores próprios, maneira de

da mesmo jeitinho, todo mundo do mesmo tipo de acidente, mas a desencarnação de cada um é diferente, porque nós vivemos vidas diferentes. Nós temos dificuldades próprias, valores próprios, maneira de encarar a vida personalíssima. Então, a nossa vida, assim como o nosso desencarne, é de acordo com as nossas opções, com os nossos valores, com as nossas ações. Então, por isso é personalíssimo, né? Mas voltando aqui à nossa a nossa lição falando sobre as vidas passadas e a gente pode pensar assim: "Bom, então é isso, né? Não adianta querer saber de nada. O negócio é a gente encarar a vida mesmo como nós viemos, né? Despreparados de lembranças. E aí nós nos perguntamos: será que nós estamos despreparados de lembranças? A gente pode pensar: "Eu não lembro de nada. Eu tô, eu tô despreparada, não tenho lembrança nenhuma". Mas aí a gente vai lá no Evangelho, no capítulo 5 e vamos ler um texto que se chama esquecimento do passado, onde Kardec vai nos dizer de uma maneira muito clara do que que nós nos lembramos. as nossas realizações, as nossas conquistas, elas ficam marcadas em nós. Não é que eu vou me lembrar que na outra vida eu criei um orfanato, eu não vou me lembrar, mas aquela conquista, daquela amorosidade e aquela vontade de cuidar daquelas pessoas em situação vulneráveis, as crianças abandonadas, ela fica em mim, ela está ainda em mim. Então assim, as nossas conquistas elas aparecem na forma das nossas boas intenções, dos nossos valores, são as conquistas. A gente não vai lembrar detalhe, mas a gente lembra do principal. Trazemos essas conquistas e as dificuldades. O que que a gente aprontou ali de complicado na outra existência? Como é que eu vou me lembrar disso? Eu preciso que alguém me conte. Márcia, você aprontou, você roubou seu sócio, como no caso que Aroldo Dutra conta no livro dele, né, como exemplo. Será que eu preciso que alguém me lembre? Ou aquela vontade minha às vezes de obter uma vantagem legal, de passar a perna no outro, que que aquilo ali fala de mim?

nta no livro dele, né, como exemplo. Será que eu preciso que alguém me lembre? Ou aquela vontade minha às vezes de obter uma vantagem legal, de passar a perna no outro, que que aquilo ali fala de mim? Que eu estou ainda com aquela dificuldade para ser trabalhada. Então, as nossas mais tendências que todos nós temos, vem nos contar que que a gente precisa trabalhar. Tá dizendo para nós, nós estamos nos lembrando do que importa, as boas resoluções e as más tendências. Com isso, nós podemos seguir a nossa vida adiante, não nos deixando aprisionar por essa ilusão de que se eu souber o que eu fui, minha vida vai ser melhor. Não, não vai mudar em nada. Com certeza até talvez piore, porque como nos diz o evangelho, se eu fizer me lembrar de coisas boas, talvez eu posso cair no orgulho. E se eu me lembrar de coisas ruins, talvez eu me sinto humilhado, envergonhado, deprimido, desmotivado. Então nós nos lembramos do que precisamos. Para nós é suficiente. Para nós é suficiente. E isso é importante que a gente guarde muito bem. Nós temos a noção da oportunidade que todos nós estamos tendo. Não é fácil voltar ao planeta. Somos muito mais espíritos desencarnados do que encarnados. Não é fácil. Não é fácil ter a circunstância ideal para o nosso crescimento. Tinha que ser aquela mãe, não podia ser outra. Tinha que ser aquele pai, tinham que ser aquelas pessoas que t a mesma idade que eu tenho em determinado período, que vão ser meus colegas de trabalho, de faculdade ou de sei lá qu, são aquelas pessoas que eu preciso. Então, imagina a dificuldade de montar esse quebra-cabeça, o cuidado, a minúcia com cada um de nós. Os corpos que nós viemos a habitar, que são os necessários para o nosso crescimento. Não tem uma vírgulazinha errada. Não tem um fio de cabelo torto, é o que tem que ser. Até o que nós vamos desenvolver, a nossa programação genética que vai ser ativada ou não de acordo também aí sim com as nossas escolhas do presente, também foi programada para nos dar chance de crescer. Então, meus amigos, não podemos

nossa programação genética que vai ser ativada ou não de acordo também aí sim com as nossas escolhas do presente, também foi programada para nos dar chance de crescer. Então, meus amigos, não podemos de jeito nenhum desperdiçar a oportunidade nos entregando. Ah, mas será que poderia ser diferente? E se fosse assado? Não, mas é frito. E é o frito que nós temos que aceitar. É o que é para nós. Vamos abraçar a nossa existência do jeito que ela veio. E se não está de acordo com o que eu quero, vamos nos esforçar para mudar. Porque de nenhum de nós é esperado que a gente se entregue ao masoquismo. Ah, sofrer evolui de jeito nenhum. Sofrer não evolui ninguém. O que nos evolui é aprender desenvolver a nossa amorosidade. Fazemos isso sofrendo? Sim, podemos fazer ou não. Podemos ficar só na resolta. Fazemos isso felizes também? Claro que sim. ou não, podemos ficar só no deslumbramento, no aproveitamento. Então, a escolha de crescer é sempre de cada um de nós. E por isso nós temos hoje essa possibilidade de com André Luiz sermos lembrados da nossa da nossa missão, da nossa tarefa aqui na terra. Então, meus amigos, eu agradeço a vocês muito essa oportunidade de pensar sobre a bênção do esquecimento, que nós possamos aproveitar o nosso momento, porque agora para crescer, para aprender a nos amar, a nos cuidar e assim também amar e cuidar quem tá ao nosso lado. Agradeço a vocês todos, desejo uma excelente tarde e vamos fazer a nossa prece, né? Eu acho que eu esqueci de fazer a prece de início, não foi, gente? Esqueci ou não? Não sei, mas vamos fazer agora, né? Nosso irmão Sérgio, que nos dirige esse horário, tá se recuperando de uma cirurgia, tá se recuperando muito bem, mandar todos nós o seu carinho e nós vamos aproveitar esse momento para mandar também o nosso para ele, né? Vamos fazer nossa prece pedindo a Deus que abençoe o nosso querido dirigente, nosso irmão Sérgio, que ele possa receber todo cuidado, todo amparo e também que abençoe a cada um de nós aqui presentes. Jesus, aqui estamos para

pedindo a Deus que abençoe o nosso querido dirigente, nosso irmão Sérgio, que ele possa receber todo cuidado, todo amparo e também que abençoe a cada um de nós aqui presentes. Jesus, aqui estamos para crescer, para aprender. Nos auxilia e nos abençoa, Senhor. nos dá a alegria de viver para que possamos aproveitar cada instante dessa abençoada oportunidade e nos momentos de dificuldade, de fraqueza, que nós possamos nos lembrar de te buscar e assim ter acesso a todo esse manancial de consolo, de esperança, que se derrama do teu coração em todos os instantes em direção de todos nós. que possamos aproveitar essas boas vibrações, nos nutrir e assim seguir confiantes na tua proteção, no teu amparo e na nossa vontade de crescer. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade.

tares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo [música] e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério [música] necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre [música] Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que [música] esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita [música] a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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