Márcia Sirotheau | QUAL É A MINHA MISSÃO? (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 29/03/2025 (há 1 ano) 46:21 804 visualizações

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Transcrição

Por estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda Belê. Boa noite meus irmãos. Boa tarde barra noite. Nunca sei que que fala nessa hora, mas sejam muito bem-vindos à nossa comunhão espírita. Nós hoje vamos começar o nosso trabalho lendo uma mensagem que foi aberta ao acaso pelo nosso amigo José que nos ajudou e que é do livro Sementes de Felicidade de Lourival Lopes. Engraçado que essa mensagem já caiu outras vezes aqui para nós, mas vamos ler, né? sinal que todos precisamos ouvir. O seu problema não tem existência própria. Você é quem dá vida e alimento ao problema. Converte-o em grande ou pequeno, fazendo até desaparecer ao encará-lo de frente. Como se vê, o problema é você mesmo. Ele em si é apenas uma miragem. Suspenda o espírito de dependência do problema. Seja forte e valoroso. Enfrente-o com vigor. O problema vencido, com coragem e determinação, deixa em você um traço de paz. E é esse traço de paz que todos nós buscamos, né, meus amigos? Vamos então nos preparar para fazermos a nossa prece. Quem quiser fechar os olhos para que a gente possa falar dessa vez com o nosso coração, procurando elevar o nosso pensamento ao nosso querido mestre, nosso querido amigo Jesus. E vamos pedir a ele, mestre querido, nos abençoa nesse instante em que buscamos a paz para os nossos corações. Buscamos, Senhor, ver renovadas as esperanças em um futuro melhor. Buscamos ver renovada a nossa visão sobre nós mesmos, a fim de que possamos perceber cada um de nós o tesouro que trazemos no nosso coração a ser trabalhado, desabrochado por cada um de nós. nos dá, mestre querido, a determinação, a confiança e, acima de tudo, que nós possamos ter a graça de perceber a tua proteção que nunca nos falta. Apenas a nossa percepção às vezes não é suficiente para que possamos sentir essa proteção com toda a sua força no nosso coração. Nos abençoa, mestre Jesus, nesse momento e nos dá a tua permissão e proteção para o início da nossa

vezes não é suficiente para que possamos sentir essa proteção com toda a sua força no nosso coração. Nos abençoa, mestre Jesus, nesse momento e nos dá a tua permissão e proteção para o início da nossa atividade de hoje. Graças a Deus, meus amigos, a nossa conversa de hoje é um pouquinho ambiciosa por conta do título. O título é qual é a minha missão? É uma ambição que nós temos, né, de descobrir o que que nós viemos fazer aqui na terra. cada um de nós. Será que os anos que nós vivemos até agora, vivemos cada um de nós? Alguns, não é? Será que eles foram bem pregados? Será que a gente está, por assim dizer, no caminho certo? Porque a gente sabe que antes de reencarnar todos nós viemos com propósito. Fizemos alguns combinados, alguns arranjos lá por cima para que a gente nascesse exatamente no ano que nós nascemos, exatamente na família e no lugar que nós nascemos, para que pudéssemos ir tendo experiências e participando dessas experiências com objetivo. único que é nos é revelado lá na questão 132 do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta para que mesmo que a gente reencarna? Para que que a gente vem pra terra? Não era mais fácil a gente ser criado simples, ignorante, aprendendo por lá mesmo, né? sem tanta provação, sem tanta confusão. E os espíritos, eu vou falar aqui bem sucintamente essa resposta, mas eles dão basicamente duas razões pra gente ter nascido. A primeira delas é chegar à perfeição. Eles dizem assim: Deus impõe a encarnação com o fim de fazê-los nós chegar à perfeição. Depois ele continua explicando melhor. Em seguida, diz assim: "A encarnação tem ainda outra finalidade. Não é só que a gente um dia chegue à perfeição, mas é a de pôr o espírito em condições de cumprir a sua parte na obra da criação. E essa questão então nos faz pensar que além do nosso objetivo pessoal de evoluir, da gente aprender, claro, para construir a nossa felicidade, a gente tem uma tarefa de contribuição na obra de Deus. Parece tanto pra gente, né? a gente tão assim pequenininho no nível que a gente tá,

da gente aprender, claro, para construir a nossa felicidade, a gente tem uma tarefa de contribuição na obra de Deus. Parece tanto pra gente, né? a gente tão assim pequenininho no nível que a gente tá, mas a gente vai realizando pequenas tarefas e quando a gente lembra da nossa infância, a gente vai ver momentos em que algum adulto muito amoroso às vezes nos convidou para alguma tarefa que a gente achava da maior importância, mas que era uma maneira daquele adulto nos falar: "Olha, você também é útil, eu preciso de você. Ajuda aqui a mamãe ou a vovó ou o papai. Dobra sua camisa, olha, arruma sua cama. E eu lembro daquelas avós carinhosas, né? E mães também, pais pode ser também, né? Por que não? Que chamam as crianças para ajudar a fazer um bolo. A criança às vezes não faz nada, quebra ali o ovo, né? Quebrar ovo é difícil. Então, bota ali a manteiga e a criança fala: "Meu Deus, eu fiz um bolo". E fez também. E assim é a proposta de Deus para nós, que nós sejamos participantes dessa obra da criação, quebrando o ovo do bolo, dobrando a camisa, como a gente faz com a criança. O que que será isso na nossa vida espiritual? São os pequenos gestos que a gente pode fazer no sentido de ajudar a espalhar o bem. Achei interessante que a lição que foi lida, já que fechei aqui o livro, que pena. Mas falava, achei de novo, falava que quando a gente resolve um problema, a gente deixa em nós um traço de paz. E é verdade, a cada superação, a cada dificuldade nossa que nós vamos transpondo, a gente vai deixando essa essa sensação de dever cumprido. Consegui, dei conta. Bom, é verdade que daqui a pouco lá vem outra encrenca pra gente resolver e assim é a vida, mas a gente vai pouco a pouco cumprindo. Então, vejam que nós precisamos no nível espiritual que nós estamos, né, tendo acesso a toda essa obra linda que vem a com a a doutrina espírita. E também tenho certeza que outras religiões trazem isso às vezes com palavras diferentes, mas na mesma essência, esse convite para que nós participemos dessa obra, para que a

om a a doutrina espírita. E também tenho certeza que outras religiões trazem isso às vezes com palavras diferentes, mas na mesma essência, esse convite para que nós participemos dessa obra, para que a gente faça a nossa parte. Essa é a nossa missão. E eu achei interessante trazer para nós um uma parte do evangelho. Foi escrita há tanto tempo, mais de 160 anos. Há mais de 160 anos, um espírito se manifesta em Paris, dá o nome de Erasto, e vem falar naquela época, mais de 160 anos, tempestade que as pessoas sentiam se aproximando, aquela tempestade que deveria, ele vai nos dizer, assolar o velho e reduzir nada. As a soma das iniquidades, ou seja, das injustiças, das maldades, aquela tempestade que tava chegando, ela ia se precipitar de uma tal maneira que as maldades, as injustiças iam ficar reduzidas a nada. De que que ele tá nos falando? da nossa renovação moral como humanidade. Há 160 anos ele falava: "Já se pode sentir aproximar essa tempestade que vai assolar o velho mundo. Não é o velho mundo no sentido de falar da Europa, é o nosso velho mundo da Terra. Ainda tu apegada a costumes de primeiro eu, depois eu, segundo, terceiro eu, tão apegada a costumes da gente colocar o nosso ego lá na frente e aí se o nosso ego tiver bem alimentado, aquele orgulho bem nutrido, ah, estamos bem, velhos costumes que vão cair por terra à medida que a gente vai evoluindo e a gente vai percebendo isso, a nossa necessidade de engajamento que nós não estamos sozinhos de forma alguma. E ele vem nos falar nessa lição, ela se intitula Missão dos Espíritos. Mas se a gente for ler com cuidado, nós vamos perceber que é a missão de todo o homem de bem, seja de que religião for. É a missão que é dada a todos nós na medida que a gente consegue entender um pouquinho, um poucadinho do que que Deus quer para nós. Opa, entendi um pouquinho, já tem um pouquinho de missão. Compreendi mais um pouco, posso fazer outras coisas. E assim a gente vai sempre, meus amigos, participando, porque não existe no universo a

s. Opa, entendi um pouquinho, já tem um pouquinho de missão. Compreendi mais um pouco, posso fazer outras coisas. E assim a gente vai sempre, meus amigos, participando, porque não existe no universo a possibilidade de nós ficarmos esperando sentado que as coisas venham para nós. Isso se chama comodismo. Não existe a possibilidade de eu achar que todas as coisas ruins ou desagradáveis que acontecem comigo são causadas pelo outro. Isso se chama vitimismo. E nós não progredimos na hora que a gente se senta nessa poltrona, às vezes até boa, confortável do vitimismo. Ah, meu Deus, é só comigo. Fulano me fez isso, Beltrano me fez aquilo e aquela lamúria sem fim. Nós não avançamos se a gente se deixar envolver por essa maneira de pensar. Então ele, o espírito eh erasto vai nos falar que ness nesse momento de tempestade nós temos uma missão que a de bendizer bemer o Senhor. é de compreendendo que as coisas que nos acontecem t uma razão de ser, que nós estamos aqui para evoluir, a gente conseguir no meio da tempestade dizer graças a Deus porque eu estou tendo a oportunidade de crescer. Graças a Deus, porque eu posso experimentar situações diversas que vão despertando meu coração. Graças a Deus, porque nós já entendemos, ele vai nos falar que a gente pregue a reencarnação e a evolução dos espíritos, que claro, essa nossa evolução depende de como a gente tiver desempenhando a nossa missão. A gente já aprendeu que voltar, retroagir, a gente não vai, não vamos involuir, não tem isso. Mas a gente pode ficar estacionado, parado, não querer aprender. Isso é fácil. a gente vê, nós aprendemos a ler, escrever, nós não vamos esquecer, a não ser alguma lesão no cérebro, mas aí não é que a gente está deixando de dominar aquele conhecimento. O nosso cérebro físico é incapaz de transmitir aquele conhecimento que o nosso espírito já recebeu. Então, nós não deixamos de aprender. A gente não volta, não retroage, não invol, mas a gente pode muito bem ficar estacionado. Não quero mais aprender nada. Chega, cansei. Pausa

o espírito já recebeu. Então, nós não deixamos de aprender. A gente não volta, não retroage, não invol, mas a gente pode muito bem ficar estacionado. Não quero mais aprender nada. Chega, cansei. Pausa para mim. Pronto. E aí nós ficamos parados, não tem problema nenhum. É um direito que nos assiste. A gente pode, mas se nós optarmos por essa, esse comodismo, a gente vai postergar nossos momentos de felicidade, de realização, de paz. Por isso que é tão importante que a gente trabalhe, por isso que é tão importante que a gente entenda que nós viemos aqui para fazer o bem. Todos nós, sem exceção, onde nós estivermos, nós viemos aqui para sermos faróis de esperança. Aí a gente pode dizer assim: "Mas eu tô tão para baixo, esse farol meu queimou a bateria, a luz pifou, não tem nada de farol, mas a gente vai e se renova e pede ajuda e se refaz e tem as nossas pausas e voltamos à ativa porque essa é a nossa missão. Como nós nós não vamos sair por aí pregando a reencarnação, né? Botar sair daqui da comunhão, pegar um banquinho, megafone, ó pessoal, não, não vamos fazer isso, né? Porque seria até um desrespeito à consciência do outro, a liberdade do outro. Mas nós podemos fazer isso na hora que eu vivo a minha vida, sabendo que eu tenho sucessivas existências, uma só vida, porque o espírito é imortal, mas que eu venho à terra várias vezes. E isso muda toda a minha maneira de olhar o mundo. Isso muda a minha maneira de olhar, por exemplo, o desencarne de um ente querido. É claro que a gente vai ter saudade. Lógico. Aliás, eu já avisei lá nos meus familiares, olha, quando eu desencarnar, pode chorar à vontade, viu? Que eu vou ficar feliz, porque eu vou saber que eu tô sendo fazendo falta. Se ninguém nem der a mínima, gente, uma lágrimazinha, eu vou ficar, vou ficar deprimida lá no plano espiritual. Vão ter que me cuidar de mim, eh, nessa área aí. Mas nós encaramos de outra maneira. Sabemos que nada bala os laços do amor. Sabemos que os reencontros são uma fatalidade. Os reencontros, os que se

l. Vão ter que me cuidar de mim, eh, nessa área aí. Mas nós encaramos de outra maneira. Sabemos que nada bala os laços do amor. Sabemos que os reencontros são uma fatalidade. Os reencontros, os que se amam, são uma fatalidade. Vão acontecer sim ou sim. Não existe outra opção, porque o amor é uma força atrativa. Então, nós nos buscamos tanto na terra como no plano espiritual em razão das leis de atração. E o amor é a maior força de atração. Então isso é viver pregando a reencarnação, não dizendo por aí o que eu acredito, mas vivendo esta crença realmente no meu dia a dia. Quando eu encaro aquele parente difícil, insuportável, sabendo da reencarnação, eu posso deduzir meu próprio coração. Vai me dizer: "Opa, aqui a nossa relação não é das melhores." Significa que a gente tem uma história para trás que talvez, quase com certeza, não tenha sido de boas experiências, de experiências felizes. Temos rancores multos e esses rancores aparecem em coisa boba. Às vezes o jeito que a pessoa fala nos irrita. Mas como que pode ser isso? Não é muito pouquinho. Às vezes é a palavra que ela usa. Às vezes ela chega, fala: "Bom dia, você já se irritou". Por quê? Porque tem uma história para trás, não foi só o bom dia. Sabedores da reencarnação, a gente precisa ter uma outra atitude. Não é que a gente vá fingir agora que ai não, então vou me reconciliar, tá tudo bem, né? Ou então tem gente que fala assim, diante de uma situação difícil, né? Geralmente eu já ouvi falar isso em relação a casamento. Ah, vou ficar com fulano mesmo, porque na outra vida eu me livro, que eu quero pagar logo. Não se livra, viu gente? Sinto dizer que a gente não se livra assim, porque esses laços têm que ser trabalhados. Então, se a gente tá ali suportando o outro para não ver o outro nunca mais, ué, não tá trabalhado o laço. A relação não ficou purificada. Vamos ter que encontrar para purificar. Mas claro que nós sempre contamos com muita ajuda. Toda vez que a gente resolve se renovar, a gente nunca tá sozinho nessa obra que é gigantesca

cou purificada. Vamos ter que encontrar para purificar. Mas claro que nós sempre contamos com muita ajuda. Toda vez que a gente resolve se renovar, a gente nunca tá sozinho nessa obra que é gigantesca para nós. É um esforço às vezes que a gente, meu Deus do céu, acho que não vai dar conta. E aí cada um de nós sabe dos momentos que passou em dificuldades nessa área de relacionamentos conflitivos, de situações em que a gente se vê traído ou a gente se vê menosprezado de alguma maneira. E essas dores são as que mais machucam, que são as dores morais. Essas sim nos fazem sofrer, realmente, nos dizemel, porque a dor física essa dá e passa, nem que seja com o nosso desencarne, mas a dor moral a gente traz. E essa dor é que tem que ser trabalhada por nós. E essa dor moral nos dizem que é a responsável pelo nosso pela nossa evolução, pelo nosso crescimento, porque ela nos obriga a uma mudança. Ela nos obriga a refazer a nossa maneira de encarar a vida, a repensar as nossas atitudes e isso é para o nosso proveito e a nossa evolução. Então, eu lembrei aqui, eh, não sei se vocês já ouviram falar uma expressão, ela de São Francisco de Assis, né? A gente, isso ficou assim disseminado, mas na verdade ela não é exatamente fidedigna, mas eu vou usar mesmo assim. quando Francisco de Assis dizia para os discípulos que eles pregassem, né, eh, o evangelho, se necessário, com palavras, mas principalmente com obras. Isso, essa expressão, ela veio de uma regra que foi feita pela irmandade quando eles resolveram sair pelo mundo e começaram a se preparar para isso. Então, eles se reuniram e fizeram várias regras, né? E essa regra, ela vai dizer assim, é a 1221. Ela vai dizer assim, deixa eu ver onde que eu anotei, gente. Vou achar. Vai dizer assim: "Nenhum irmão pregue contra a forma e as diretrizes da Santa Igreja e continua. Fala mais algumas coisas. E aí essa partezinha que eu queria chamar atenção. Contudo, todos os irmãos preguem com obras. É o nosso exemplo que fala de nós. Eu saí querendo convencer o

reja e continua. Fala mais algumas coisas. E aí essa partezinha que eu queria chamar atenção. Contudo, todos os irmãos preguem com obras. É o nosso exemplo que fala de nós. Eu saí querendo convencer o outro, dando aula de espiritismo. Se o outro não me perguntou, isso aí é desrespeito e arrogância. Agora, eu falar do que eu aprendi na doutrina espírita através das minhas obras, isso é maravilhoso. Esse é o nosso trabalho de evolução. Aí a gente pode pensar assim: "Ah, mas eu não tô ainda nesse nível, né, de vou evoluir mais um pouco. Aí de repente eu consigo ser um exemplo de alguma coisa". Mas vamos nos lembrar que André Luiz nos falando sobre o trabalho vai dizer que nós trabalhando evoluímos. Não é que a gente vai primeiro evoluir para depois trabalhar. Não, a gente trabalha do jeito que a gente tá mesmo e a gente vai evoluindo à medida que a gente vai trabalhando. Essa é a proposta que é feita. Essa é a nossa tarefa, essa essa é a nossa missão, que a gente vá utilizando essa ferramenta do trabalho para evoluir. Aí a gente pensa assim: "Bom, mas que que trabalho é esse? Que tanto se trabalho, será que eu vou agora ter que sair distribuindo cesta básica, eu vou ter que viver e fazendo sopa, que que eu vou fazer? um trabalho excelente também, mas existe o trabalho que o espírito erasto no nos fala aqui nessa missão de sacrificar os nossos hábitos, fazendo as mudanças necessárias. Isso é um trabalho que a gente precisa fazer. Às vezes a gente tem certos hábitos que são extremamente nocivos para nós, mas são prazerosos. A gente gosta. Então, o chamado é que a gente promova essas mudanças. Qual o instrumento para fazer isso? É a nossa vontade. Ah, mas é muito, muito difícil, é muito complicado eu fazer essas mudanças. E aí Kardec perguntou isso pros espíritos sobre essas mudanças, né, que a gente tem que fazer. Ah, temos que trabalhar nossas mais tendências, né? Tá certo. Ninguém ninguém eh discute isso. Tudo muito bem, mas é muito difícil. E aí Kardec perguntou pros espíritos assim

ue a gente tem que fazer. Ah, temos que trabalhar nossas mais tendências, né? Tá certo. Ninguém ninguém eh discute isso. Tudo muito bem, mas é muito difícil. E aí Kardec perguntou pros espíritos assim na questão 90. Eu acho bom o livro dos espíritos que tudo que a gente pensar, Kardec perguntou, era impressionante. Qualquer coisa tá lá, em alguma hora você acha. E ele perguntou assim: "Será que o homem pode vencer as suas más tendências? mediante o seu próprio esforço. Quer dizer, eu com a minha vontade, com o meu esforço, eu vou lá e consigo. Será que é possível fazer isso? E os espíritos respondem: sim. Pode. Ou seja, pode vencer as mais tendências apenas com seu esforço. Sim. E eles continuam e às vezes com pouco esforço, gente, é essa daí é um pau de jua fria pra gente. Quer dizer que precisa pouco esforço, não é uma coisa assim de outro mundo, não. Às vezes é pouco esforço. Então, por que que a gente não consegue se é pouquinho esforço que precisa? E eles continuam nos dizendo assim: "O que lhe falta é a vontade". E aí você lamenta: "Ah, como são poucos os que se esforçam entre vós". E é verdade. Se a gente para para fazer uma autoanálise sincera, a gente vê que muitos hábitos nossos a gente não tem vontade de mudar. Se a gente se esforçar, a gente muda, mas às vezes a gente não quer. É só a gente parar para pensar no regime, gente. Regime é uma coisa que quase todo mundo mora na vida, tem que fazer um pouquinho pela saúde. E aí eu não consigo fazer regime, pera aí. Não consigo ou não quero? Não, a gente não quer, porque às vezes a gente não quer abrir mão de certos prazeres. Tá no nosso direito, tá? Mas vamos ser honestos com nós mesmos e verificar essa peculiaridade da qual o livro dos espíritos nos fala. Não é tanto questão de esforço, mas é muito mais de vontade. Então, precisamos empregar a nossa vontade na realização dos nossos propósitos, sabedores dessa realidade maravilhosa que nos é transmitida no ensinamento espírita. o ensinamento cristão de que nós estamos

, precisamos empregar a nossa vontade na realização dos nossos propósitos, sabedores dessa realidade maravilhosa que nos é transmitida no ensinamento espírita. o ensinamento cristão de que nós estamos aqui na Terra por um breve momento para realizarmos algo. Claro que nós temos os nossos objetivos materiais, não tem problema nenhum, faz parte. E os nossos objetivos, vamos dizer assim, espirituais profundos, quais são? Será que eu tô me descuidando disso? Será que eu tô deixando em segundo plano o que é importante? o que é mais importante, que é o que eu vim fazer aqui na terra. Então, o espírito erástto fala assim para nós o evangelho: "É hora de sacrificar os hábitos". Claro, os maus, né? Os maus hábitos, sacrificar os trabalhos, sacrificar as futilidades a fim de pregar. Olha como é que essa pregação, não é que a gente vai sair por aí falando, essa pregação, ela é interna, é da nossa mudança. E aí ele segue nos falando da dificuldade que nós temos. Por que que o evangelho é tão claro, gente? É tão bonito? Por que que a gente não não coloca em ação na nossa vida? Porque ele vai nos dizer, muitas vezes vai ser pregado o desinteresse aos avarentos. Ou seja, você fala pão duro pra gente traduzir aqui para ele ser mais desprendido. Não quer, não quer mudar, quer segurar tudo para si, não quer gastar nada. vai pregar a abstinência aos dissolutos, ou seja, vai pregar, seja comedido, seja controlado, aquela pessoa que quer viver sem controle, sem regra nenhuma, faz tudo que dá na telha, a pessoa não quer mudar, não quer ter organização, vai pregar mansidão aquelas pessoas que tm aquele aquele espírito ainda tão arraigado, a intransigência, a vontade de mandar. Como é que a gente vai pregar mansidão ao tirano? Aí nós precisamos trazer isso para nós. Porque quando a gente fala em pregar, a primeira pregação e a mais importante é para nós mesmos. Nós como quando estamos ali aferrados na nossa tirania, tudo é como eu quero. Se não for como eu quero, eu emburro a cara, eu fecho. Acabou o dia, não fale mais

e a mais importante é para nós mesmos. Nós como quando estamos ali aferrados na nossa tirania, tudo é como eu quero. Se não for como eu quero, eu emburro a cara, eu fecho. Acabou o dia, não fale mais comigo, tá na minha lista negra. E a gente tem um repertório para dizer como é que a gente isola o sujeito que não quer fazer do jeito que a gente quer. Então, precisamos pregar para nós essa mansuetude. Ontem eu fiquei com muita vergonha porque eu encontrei umas colegas de trabalho e a gente trabalhou junto muitos anos num num determinado lugar e aí elas vieram falar comigo que eu tinha comunicação não violenta. Eu falei, gente, que eu estudava isso? Eu falei, eu nunca estudei, mas você não gostava desse negócio? Falei: "Não, até acho que é interessante, mas nunca me aprofundei nisso." Ai, Márcia, mas não, mas você tem comunicação não violenta? Eu falei: "Eu não, gente, mas pelo menos no trabalho elas achavam que era isso." Mas eu, a vergonha foi porque eu olhei assim para mim, olhei, me olhei na minha casa, me olhei na minha relação com meu filho, quando eu perco a paciência com o resto da família, eu falei: "Gente, eu não tenho comunicação não violenta, até eu gostaria, mas eu não tenho, não posso de mentir falar que eu tenho". E aí eu falei: "Olha só". Quer dizer, em uma em um local, segundo a percepção dessa amiga, eu consegui por alguns anos ter esse comportamento, mas eu não consigo na totalidade da minha vida. E eu falei: "Ai, que que eu faço lá no trabalho que eu não faço em casa?" E eu tô pensando, sabe? Tô aqui, não ten a resposta não, para ver se eu consigo fazer essa essa conexão e consigo aproveitar o que de bom tinha lá para eu trazer paraa minha dificuldade. Mas é claro que é mais difícil no lar, porque lá estão os nossos afetos queridos, mas também tá os nossos desafetos. Lá é que a coisa vai pegando e lá que a gente precisa se superar. Então esse convite que é feito para todos nós, né? A mansidão aos tiranos e déspotas, que a gente possa pregar isso. Nosso desafio, meus amigos, nos

sa vai pegando e lá que a gente precisa se superar. Então esse convite que é feito para todos nós, né? A mansidão aos tiranos e déspotas, que a gente possa pregar isso. Nosso desafio, meus amigos, nos diz o espírito erasto nessa lição, é que a gente possa na nossa existência agora, no momento em que nós estamos, aniquelar o culto ao bezerro de ouro. O que é isso? é o materialismo. A gente precisa aniquilar isso para nós, mesmo sabedores da existência, de da espiritualidade, do plano espiritual, sabedores que a nossa existência transitória, que a gente vem à Terra várias vezes, às vezes a gente se pega nessa vida achando como se fosse tudo, se apegando a coisas que vão passar. A nossa saúde vai passar, a nossa juventude vai passar, nossa inteligência vai passar, porque o cérebro vai ficando mais lento, enfim, tudo vai passar. Nós vamos experimentar a fragilidade também. E o que que eu tô plantando se eu não plantei, não criei em mim o hábito de pedir ajuda, de ajudar, o hábito de fazer laço com outro, como é que vai ser? Que solidão que eu vou sentir? Então, precisamos ir nos preparando para as várias experiências que a gente vai ter. As alegres, claro, lógico, vamos ter muitas e as tristes também. E as complicadas também. Para que a gente possa aqui finalizar, meus amigos, ele nos fala de duas características que a gente precisa eh trabalhar, a decisão e a coragem. Coragem para fazer essas mudanças, coragem para sair da zona do comodismo. Outro dia eu conversava com uma amiga e ela perguntava assim, a gente conversava sobre isso, né? Uma perguntando paraa outra: "Que que é o contrário de amor?" A nossa primeira intuição é falar: "É ódio, né? Contrário de amor é ódio. E ela dizia: "Não, não é ódio. Contrário do amor é a indiferença. Esse é o contrário do amor. O ódio já teve amor e tá ali tudo misturado. A pessoa importa para quem odeia. Agora, a indiferença, a indiferença é o que é a verdadeira desgraça, como a gente vai ver mais adiante também no Evangelho, né, lá no

ve amor e tá ali tudo misturado. A pessoa importa para quem odeia. Agora, a indiferença, a indiferença é o que é a verdadeira desgraça, como a gente vai ver mais adiante também no Evangelho, né, lá no capítulo 5to, quando nós vamos estudar sobre a verdadeira desgraça, uma das lições mais lindas que nós temos no evangelho, quando o espírito delfío de girardã, falar bonitinho, girardã consultar que vai dizer dizer para nós que às vezes a gente acha que a desgraça é um acontecimento triste qualquer, a perda de um ente querido, a as dívidas, a pobreza, a penura, não, não, isso não é a desgraça. Ele vai dizer para nós que a desgraça não tá na coisa em si, tá na consequência daquelas coisas. Ou seja, como nós encaramos os momentos de provação. E às vezes o que a gente acha que é por alegria, o que a gente acha que é, ah, tá tudo ótimo, maravilhoso, né? tô alegre, feliz, eufórico, eh tendo momentos de prazer, de fama, eh aquela inquietação fútil. Se esses sentimentos todos que a gente experimenta nos levam à esfixia da consciência, aí a gente tem a verdadeira desgraça. Ah, mas tá tudo feliz, alegre, a pessoa tá lá no Instagram postando aquela vida dos sonhos, né? Mas se esses sentimentos levam à asfixia da consciência, temos aí a verdadeira desgraça. Então, vejam como a nossa maneira de encarar o que nos acontece vai nos falar da nossa missão. A nossa missão é podermos abrir os nossos olhos para entender cada acontecimento como um acontecimento que deve ser por nós aproveitado para o nosso progresso. Nosso progresso se dá através do laço que eu faço com o outro. Não adianta eu passar o dia inteiro rezando, eu fazendo prece, meditação, rezando texto no culto. Não adianta. Se eu não tiver fazendo nada pelo outro e fazendo algo pelo outro, eu tô fazendo por mim. que, como nos diz André Luiz, trabalhando nós vamos evoluindo, aprendendo a servir, eu vou pavimentando meu caminho também e eu vou me encontrando como ser humano. Eu vou encontrando o meu propósito existencial. Nós vivemos momentos em que tanta gente

evoluindo, aprendendo a servir, eu vou pavimentando meu caminho também e eu vou me encontrando como ser humano. Eu vou encontrando o meu propósito existencial. Nós vivemos momentos em que tanta gente com depressão, tanta gente com sentindo um vazio existencial enorme. E aí chamamos atenção para esse fato, a falta de propósito existencial. A gente se apegou no materialismo, mas materialismo deixa a gente na mão, porque não é a realidade. Nós não fomos feitos para vivermos o materialismo. Nós somos espíritos imortais num corpo de carne e precisamos entender a nossa natureza e a nossa missão. E assim, meus amigos, abraçarmos as tarefas que são apresentadas para nós com carinho, com vontade, como nós aprendemos agora, não basta, não basta a nossa, a nossa ideia de não prejudicarmos ninguém. Não fazer nada significa inação. Não faço mal, é só ficar quieto. Não fiz mal para ninguém. Precisamos dar um passo adiante. Precisamos dar ação no bem. Essa é a nossa tarefa de todos nós e com certeza estamos muito eh abençoados e protegidos toda vez que a gente realiza qualquer uma dessas tarefas, porque não realizamos nenhuma tarefa no bem desacompanhados. Sempre estamos em excelentes companhias, como nesse momento em que a gente se volta para ver o nosso coração, para fazer esse balanço. Que que eu posso fazer? Que que eu posso mudar? Com certeza cada um de nós está abraçado pelo seu anjo da guarda que tá nos ajudando, nos intuindo e nos falando das nossas qualidades que às vezes são tão esquecidas por nós, das nossas potencialidades. Então vamos abraçar essas potencialidades e nos entregar com amor, com carinho na oportunidade que nos é dada de nós nos renovarmos. Meus amigos, eu agradeço a vocês esses momentos. Agradeço demais a atenção, agradeço as vibrações amorosas, carinhosas que a gente sente. E convido a todos para que nós possamos continuar o nosso trabalho através da prece. Todos nós somos trabalhadores. Não existe ser humano nessa comunhão espírita de Brasília e nenhum outro centro do mundo

nvido a todos para que nós possamos continuar o nosso trabalho através da prece. Todos nós somos trabalhadores. Não existe ser humano nessa comunhão espírita de Brasília e nenhum outro centro do mundo que não seja trabalhador, porque nós estamos emitindo energias e sentimentos. E esse nosso trabalho é aproveitado pela espiritualidade amiga como energias de conforto e de refazimento para outros irmãos na espiritualidade e na própria terra necessitados. Então vamos nesse momento imaginar, fechar os nossos olhos e imaginar o nosso coração e vamos perceber nesse coração uma pequena luz que começa a brilhar. É a luz do nosso amor, a luz da nossa boa vontade. E vamos pedir ao nosso mestre Jesus que nos ajude a intensificar essa luz para que ela possa alcançar a todos aqueles que estão agora em nosso pensamento, nos nossos lares, pessoas com as quais nós convivemos, nossos entes queridos na terra e na espiritualidade e vamos assim criar um grande campo de luz, abraçando a todos e pedindo ao nosso Pai que nos proteja, que nos fortaleça, que nos abençoe. Mestre Jesus, abre os nossos olhos, a fim de que possamos colocar as nossas mãos a teu serviço nessa causa de espalhar pelo nosso planeta o bem, que possamos levar a esperança, que possamos ser a voz que fala da compreensão, que fala do amor, que possamos ser os braços que abraçam aqueles que precisam de um carinho. Que o nosso olhar, Senhor, possa transmitir a compreensão, a compaixão, que nós possamos desenvolver a qualidade de nos colocarmos nos nos lugares dos nossos irmãos de caminhada, sabedores que todos nós fazemos juiz a tua proteção e temos alcançado o merecimento para a construção da nossa felicidade. E assim, querido amigo Jesus, nós te agradecemos por esse momento de tanto amor e pedimos a permissão para encerrar a primeira parte do nosso trabalho. Graças a Deus, meus amigos, uma excelente noite para todos. Nossa amiga Evo nos orienta agora em relação ao passe. Fiquem com Deus. Uma boa semana. Sejam bem-vindos.

primeira parte do nosso trabalho. Graças a Deus, meus amigos, uma excelente noite para todos. Nossa amiga Evo nos orienta agora em relação ao passe. Fiquem com Deus. Uma boa semana. Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se

Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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