A CONQUISTA DA LIBERDADE - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 29/11/2025 (há 4 meses) 45:15 450 visualizações

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Transcrição

a ti, Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Meus amigos, boa noite a todos. Boa tarde, né? Ainda é tarde. Sejam muito bem-vindos à nossa comunhão. Eu abri aqui uma página ao acaso do livro Senhor e Mestre do Carlos Bachelli pelo irmão José. E a mensagem se intitula karma e nos diz assim: "Não te atribuas, não atribuas tudo que te su momentinho que eu tô precisando de um auxílio. Não atribuas tudo o que te suceda ao passado remoto. Considera no que sofres a consequência da invigilância de agora. A imprudência no presente é fonte geradora de carmas para o futuro. O ontem determinante do hoje inclui o minuto que passa. A existência no corpo físico é o campo de colheita e nova semeadura. Na gleba do destino existem sementes que florescem de imediato. Outras, embora se mostrem de desenvolvimento mais tardio, eclodirão, por sua vez. Meus amigos. Então, eu convido a todos para que façamos a nossa prece, procurando nesse instante unir os nossos corações, quem quiser fechar os olhos. E vamos pedir ao nosso mestre Jesus a sua proteção. Querido amigo, nos encontramos aqui reunidos em teu nome para nos fortalecer em busca de discernimento, em busca de autonomia, de sentimentos, de pensamentos, para que possamos escolher te seguir. Mestre querido, abençoa os nossos bons propósitos, abençoa a nossa vontade de apaziguar o próprio coração e nos orienta, Senhor, para que nas lições que vamos estudar possamos recolher elementos que nos auxiliem no nosso dia a dia, na nossa semana. E nesse instante trazemos a nossa tela mental todos aqueles nossos irmãos queridos que necessitam da sua ajuda, do teu auxílio, envolvendo a todos para que assim conectados, que eles também possam receber onde estiverem as emanações de paz e de amor que serão direcionadas a todos nós

ue necessitam da sua ajuda, do teu auxílio, envolvendo a todos para que assim conectados, que eles também possam receber onde estiverem as emanações de paz e de amor que serão direcionadas a todos nós durante o nosso encontro. E assim, Mestre Jesus, nós pedimos a tua permissão e a tua proteção para o início da nossa atividade de hoje. Graças a Deus. Meus amigos, eu sou Márcia e trago para vocês hoje uma reflexão sobre a conquista da liberdade. E é interessante que essa mensagem preparatória nos falava desse karma, não é? E nós, como espíritas, muitas vezes nos sentimos com a nossa liberdade muito limitada quando nós equivocadamente pensamos assim: "Bom, isso que tá me acontecendo agora, é claro, eu aprendi, é fruto do que eu plantei no ontem e por isso eu estou aqui presa a essas consequências. E essa visão, apesar de conter algo de verdadeiro, ela é muito parcial, porque ela nos coloca em uma posição que é terrível para nós, que é a de comodismo, que é de achar que nós não podemos fazer nada e nós temos sempre a possibilidade de modificar o nosso destino. É verdade que nós somos completamente livres na hora do nosso plantil e somos também completamente escravizados aos resultados das nossas ações. Então, se podemos escolher agir assim ou assado, podemos, mas estamos presos às consequências do nosso agir. O que não significa que a minuto a gente não possa trabalhar em prol de nós mesmos, modificando circunstâncias infelizes, modificando comportamentos que nós já entendemos equivocados. Então, quando nós falamos em liberdade, precisamos primeiro pensar o que que é liberdade para nós. Será que liberdade é eu fazer o que eu quero na hora que eu quero? Bom, para ser livre, a pessoa ela deve poder estar onde ela quiser. Então, para isso, a gente pode imaginar assim, ela precisa de recursos, ela precisa ter uma boa conta bancária, bem caprichada, para ela pensar: "Ah, quero viajar agora lá pro Japão". Aí compra passagem e vai. Será que isso é ser livre? Ou então eu quero sair daqui correndo, então eu

ter uma boa conta bancária, bem caprichada, para ela pensar: "Ah, quero viajar agora lá pro Japão". Aí compra passagem e vai. Será que isso é ser livre? Ou então eu quero sair daqui correndo, então eu tenho que ter um corpo com a saúde perfeita para que eu possa fazer isso? Ou será que liberdade é ninguém mandar em mim? Então tem que ser chefe suprema. Não posso no trabalho ter que cumprir ordem de ninguém. Aí eu vou ser livre. E quando nós olhamos as pessoas que detém esse tipo de autonomia, vamos dizer assim, financeira, física, a gente às vezes percebe que elas experimentam tudo menos a essência da liberdade. E a gente começa a se questionar o que é realmente ser livre, o que é realmente poder escolher, o que que nos faz sermos livres. Então, procuramos a liberdade no exterior. Quando, na verdade, se nós formos estudar a história da humanidade, dos grandes pensadores, a gente vai ver que tem gente que esteve preso, aprisionado, literalmente, e que foi muito livre. pessoas que puderam ir e vir para onde quiseram e estiveram escravizadas aos próprios vícios, a própria visão limitada de mundo, escravizadas aos próprios preconceitos que nos impedem de avançar. Olha que prisão terrível. A mais terrível das prisões não é aquela que é circundada por grades, por paredes, mas é a prisão que nós estabelecemos para nós mesmos. Toda vez que a gente fala assim, eu sou desse jeito e eu não vou mudar. As coisas, se não forem como eu quero, elas não me servem. Olha o tamanho da nossa prisão. Muitas vezes nós criamos hábitos que são uma prisão para nós. Uma prisão que interessante, que é uma prisão da qual nós também temos a chave. Essa é a notícia boa. Então, meus amigos, quando nós falamos em liberdade, nós vamos lá no livro dos espíritos e a gente vai ver que na questão 843, Kardec perguntou aos espíritos sobre o livre arbítrio. Livre arbítrio é a essência da liberdade, é o poder escolher. E ele pergunta aos espíritos: "O homem tem o livre arbítrio de seus atos?" E os espíritos respondem dessa maneira:

sobre o livre arbítrio. Livre arbítrio é a essência da liberdade, é o poder escolher. E ele pergunta aos espíritos: "O homem tem o livre arbítrio de seus atos?" E os espíritos respondem dessa maneira: Como eles têm a liberdade de pensar, eles têm também a liberdade de fazer. Então, o livre arbítrio começa no nosso pensamento. E aí vem uma questão muito interessante, porque muitas vezes a gente procura a liberdade no ir, no fazer, no exterior e o nosso pensamento está aprisionado. Está aprisionado a ideias que não nos convém mais. Está aprisionado por ilusões que nós fomos cultivando ao longo da nossa caminhada. Então, quando nós pensamos em liberdade, a gente precisa entender que o que nos acontece é uma consequência dos nossos atos, mas não é um castigo de Deus. Kardec perguntou isso também aos espíritos lá na questão 258. Não é Deus que impõe para nós as tribulações da vida, os aborrecimentos, os problemas, as encrencas que aparecem. É, Deus impõe como castigo. Será que é isso? E aí os espíritos falam: "Nada acontece sem a permissão de Deus". Então isso para nós já é um ponto que a gente precisa ter muita atenção. Muitas vezes quando a gente se acha de alguma maneira aprisionado, preso em uma determinada circunstância, em uma situação, a gente pensa: "Meu Deus do céu, é castigo, devo devo estar pagando alguma coisa?" E precisamos lembrar que nada acontece sem a permissão de Deus. Ou seja, de tudo que nós experimentamos há de vir. Se nós quisermos um bem, algo que a gente pode utilizar para o nosso crescimento, para a construção da nossa felicidade. Então os espíritos falam para nós assim, não vou ler toda a resposta da questão, mas só o que tem a ver bem diretamente com o que a gente tá pensando. Ele vai nos dizer que Deus estabeleceu todas as leis que regem o universo. E mais adiante diz assim: Deus lhe deixa, ou seja, a nós toda a responsabilidade de seus atos e de suas consequências. Os caminhos do bem e do mal lhes estão abertos. Então, vejam que quando a gente

. E mais adiante diz assim: Deus lhe deixa, ou seja, a nós toda a responsabilidade de seus atos e de suas consequências. Os caminhos do bem e do mal lhes estão abertos. Então, vejam que quando a gente fala na lei da liberdade, que é uma lei divina, se a gente for estudar as leis divinas ou naturais, no livro dos espíritos aparece a lei da liberdade. A gente precisa entender essa lei conjugando com uma outra que é a de ação e reação. Então, nós temos a liberdade, mas essa liberdade nos atrela às consequências dos nossos atos. E que bom que é assim, porque se não fosse na hora que eu, usando meu livre arbítrio, escolho um caminho complicado para o meu desenvolvimento pessoal, qual é a consequência disso? Eu vou experimentar o nível de sofrimento. E é esse nível de sofrimento que vai me trazer um incômodo, que vai ser alavanca pra minha mudança. Porque se eu errasse, errasse, errasse e não acontecesse nada, que que eu ia fazer? continuar do mesmo jeito, mas aí vem aquele incômodo, coloca aquela pulga atrás da orelha em forma de dor, de sofrimento e eu penso: "Epa, não tá dando, tem que mudar alguma coisa, tem que fazer algo por mim". E aí a gente começa a se rever, rever a nossa maneira de ser, de pensar, de encarar o mundo, a nossa maneira de nos relacionarmos com o outro. Porque muitas vezes nós confundimos liberdade em querer que o outro aja da maneira como eu quero. Porque se ele fizer tudo que eu quero, aí eu vou ser livre. Ele vai sair do meu pé, não vai mais pegar no meu pé. Vou ser livre, né? Quem tá ali de alguma maneira causando para nós um aborrecimento, uma insatisfação qualquer, mas nós não conseguimos mudar o outro. Então, nessa equação, o que qual é a nossa liberdade? que que eu, com quem que eu posso mexer? É comigo. Então, as consequências que não são agradáveis me convidam a uma mudança, a uma reflexão. E nesse contexto o espírito Joana de Angeles vai falar para nós de uma coisa muito delicada, que são os nossos hábitos mentais. Como nós viemos de outras

eis me convidam a uma mudança, a uma reflexão. E nesse contexto o espírito Joana de Angeles vai falar para nós de uma coisa muito delicada, que são os nossos hábitos mentais. Como nós viemos de outras encarnações, não de outras vidas, né? Porque vida a gente só tem uma. Nós somos imortais, quem morre a nossa matéria, mas nós encarnamos algumas vezes diversas. Então, como nós viemos de outras encarnações, de outras experiências, nós trazemos condutas e maneiras de pensar que ficam como se fosse ali cristalizadas no nosso pensamento. É isso que é o hábito? Vamos pensar no hábito físico. Tem um hábito, por exemplo, de nem todo mundo, né, mas alguns têm, acorda, escova os dentes. Tem gente que só gosta depois do café, né? Enfim, é bom gostar alguma hora, né, gente? Não pode também deixar, né, no café, enfim. Mas vamos pegar esse exemplo. A gente tem aquele hábito, a gente faz isso automaticamente. A gente não pensa, bom, eu vou acordar, eu vou tomar café, eu vou escovar o dent. Não, pensa, a gente vai logo lá, né? Porque é um hábito nosso. E os hábitos mentais eles atuam da mesma maneira. A gente vai ali no automático sem perceber que a gente está reagindo daquela determinada forma. Então, meus amigos, é muito importante, Joana de Angeles, quem quiser aprofundar isso, vai tratar desse tema no livro Vida, Desafio e Soluções. Ela vai ter um capítulo dedicado aos hábitos mentais e ela vai trazer para nós essa noção de que nós vamos fixando aprendizagens de outras existências. E essa aprendizagem, elas vão se consolidar em hábitos mentais. Por exemplo, eu me acostumei por ter vindo à Terra diversas vezes em uma posição de mando, a pensar assim: "Eu mando e o outro obedece, não tem nem possibilidade." E aí quando alguém me contraria, que que acontece? Eu, como diz, como diz lá na minha terra, minha mãe tá aqui, tá me fazendo lembrar, subo na pupunheira. Não sei se vocês conhecem, pupunheira, é uma árvore que tem do Pará, que ela é cheia de espinho, assim, tipo um coqueirinho cheio de

erra, minha mãe tá aqui, tá me fazendo lembrar, subo na pupunheira. Não sei se vocês conhecem, pupunheira, é uma árvore que tem do Pará, que ela é cheia de espinho, assim, tipo um coqueirinho cheio de espinho. Então, imagina que para subir na pupunheira a pessoa tem que estar embuída assim de uma força, de uma energia. E quando a pessoa tá braba a gente diz: "Fulano subiu na pupunheira, tá furiosa". Então, se eu tenho, venho de uma existência que eu sou acostumada a mandar, sempre mandei várias existências, aí chega numa aqui, eu preciso experimentar uma posição de submissão para o meu bem, para que eu possa trabalhar minha humildade. Aí o outro não me obedece, na verdade ninguém me obedece, eu tenho que obedecer a todo mundo. Eu subo na popunheira, me revolto completamente. E aí nós vamos então nos vendo em uma situação de muita dificuldade, de um sofrimento que vem nos convidar a uma mudança. E é sobre isso que Joana de Angeles nos fala. os nossos hábitos mentais, essas essas condutas ou maneiras de ver a vida que estão cristalizadas em nós acabam dirigindo a nossa vida de maneira inconsciente. Aí a necessidade que nós temos de nos aprofundar nesse tal desse autoconhecimento para que eu possa me questionar, para que eu possa avaliar, fazer um balanço e aí eu vou podendo perceber algumas características que eu preciso trabalhar em vez de agir ali no automatismo. Então, Joana de Angeles vai nos falar que essa questão é muito importante. os hábitos mentais passam a dirigir a nossa conduta. Isso é de uma importância tão grande para nós, porque muitas vezes nós nos deixamos conduzir pelas manifestações primitivas habituais. E a gente vem repetindo, diz Ana deângeles, sem resultado positivo, as atividades que nos mantém no estágio em que a gente tá, que às vezes é de sofrimento, a gente vem repetindo sem perceber. E aí nós precisamos de Joana de Angeles, cultivar o valor moral para alcançar novos patamares nos nossos processos de evolução. Ou seja, existir de uma outra

mento, a gente vem repetindo sem perceber. E aí nós precisamos de Joana de Angeles, cultivar o valor moral para alcançar novos patamares nos nossos processos de evolução. Ou seja, existir de uma outra maneira, fazer diferente, tomar outras decisões, trazer para a nossa consciência a nossa realidade espiritual. E precisamos então de Joana deângeles, amealhar e cultivando em nós os recursos morais para que a gente faça frente a situação. Então, por exemplo, no livro Ação e Reação, no capítulo 4, tem um diálogo muito importante ao livro da obra Vida no mundo espiritual de André Luiz. Tem um capítulo muito interessante em que André Luiz e seu amigo Hilário estão conversando com o ministro Sânzio sobre a lei de ação e reação. E o ministro Sânzio vai dizer para eles, estudando esse tema, que existe algo chamado circunstância reflexa. O que é isso? Nós se em determinado momento da nossa vida, vamos dizer lá no passado, nosso passado, em outra encarnação, nós, por exemplo, nos habituamos a uma conduta de desistência. Por exemplo, se em determinado momento da minha vida eu resolvo desistir da própria vida, envolvida pela ilusão de que desistindo da vida eu vou cessar a dor, pode ter nos acontecido já. O que que acontece? Eu sou recolhida na espiritualidade. É claro que estarei naquele sofrimento que eu já estava na própria vida, né? Não é nada agravado, nem menor e nem melhorado. Eu vou do jeito que eu estou. Então meus conflitos me acompanham. Mas a misericórdia divina é sempre maravilhosa e nos socorre, nos acolhe. E nós somos agraciados com a chance de uma nova existência e voltamos mais fortalecidos. O que que acontece? Naquela idade em que eu na existência passada optei ou fui levada a desistir da minha vida, é como se eu sofresse os ecos daquela ação. É como se fosse um reflexo. Por isso a expressão circunstância reflexa. Então experimenta a tentação de repetir de um hábito da mesma conduta. E por isso o ministro Sio diz para nós, é preciso que nós amalhemos, que a gente vá juntando

o a expressão circunstância reflexa. Então experimenta a tentação de repetir de um hábito da mesma conduta. E por isso o ministro Sio diz para nós, é preciso que nós amalhemos, que a gente vá juntando recursos internos suficientes e morais para fazer face às a essas circunstâncias reflexas que nada mais são do que os hábitos mentais. Ah, não tá como eu quero, desisto de tudo. E a gente faz isso em grande escala às vezes, como o suicídio é um exemplo, ou em pequenas escalas. Quando eu desisto, por exemplo, de um relacionamento difícil, quando aquela amiga que não corresponde à minha expectativa, puxa, pisou na bola comigo, de repente eu não quero mais saber. Quando eu desisto de investir nas relações, porque eu queria que o outro fosse perfeito e o outro não é. E como é que faz se não tem ninguém perfeito na terra? Eu vou me relacionar com quem? Então, precisamos ir juntando recursos morais para fazer frente esses desafios, que são desafios da nossa própria evolução, para que a gente possa florescer onde nós estamos plantados. Esse florescer onde nós estamos plantados vem falar também da nossa liberdade. Interessante que muitas vezes nós achamos que eh ter liberdade às vezes é estar em outro lugar. Não queria ter nascido aqui, não queria ter nascido nesse tempo, não queria ter nascido nessa família, eu queria estar em outro lugar. E o convite que a vida nos faz é para que a gente floresça onde nós estamos plantados. Essa daí é o título de um livro de um pastor, é citado por Divaldo Franco no livro que eu trouxe aqui que se chama A Estrela Verde. É um uma coletânea de algumas palestras do Divaldo. E ele fala desse pastor. Esse pastor escreveu um livro também. Escreveu vários livros, né? Mas esse é flores onde está plantado. E esse livro, essa uma pequena mensagem, ela é muito interessante porque ela vai falar para nós justamente eh vai nos convidar a pensar o que nós entendemos por liberdade. Quando a gente pensa, eu não queria estar aqui, aí eu queria florescer, mas eu queria

ressante porque ela vai falar para nós justamente eh vai nos convidar a pensar o que nós entendemos por liberdade. Quando a gente pensa, eu não queria estar aqui, aí eu queria florescer, mas eu queria florescer, na verdade na Itália. Eu preferia ter nascido lá e morar lá, mas não deu. Eu nasci aqui. Eu queria ter outra profissão, mas eu tenho essa. E a que eu queria não é nem possível para mim. Eu queria ser astronauta, mas já viu uma mulher astronauta no Brasil? Na minha idade não tem, mas era o que eu queria, mas não dá. Então o convite é para que a gente possa ser livre dentro das nossas circunstâncias. E o Dr. Robert Schully, que é esse pastor, ele conta uma história muito interessante que eu vou procurar contar aqui em breves palavras para que a gente possa pensar sobre isso. Ele conta uma história verídica, né, nesse livro dele, de uma moça de uma família muito rica que morava na Califórnia. E essa moça, então, ela tem um noivo, o noiva é militar da Força Aérea na época em que estava em curso à guerra no Vietnã. E o rapaz precisava fazer um treinamento no deserto da Califórnia, em condições terríveis e depois partir para a guerra. E era noivo dessa moça, uma moça muito bonita, uma família muito rica. E aí fica aquele dilema, né? O rapaz vai pra guerra e agora como é que faz? Resolvendo ficar noivos. E ele precisava ir para esse treinamento que era no deserto. Era um lugar que se chamava eh deserto. Eu até anotei aqui, deixa eu ver se eu vou achar. Vale do inferno. Imagina o lugar que era. Vale do inferno. A temperatura 45º. Era um calor miserável. Não tinha assim uma plantação, absolutamente nada. um deserto na Califórnia, onde os soldados iam se preparar para as condições que eles iriam enfrentar lá no no Vietnã nas batalhas. Então, a moça resolve casar com ele e bom, mas ele ia lá para essa base, como é que faz? Eles visitam lá a área e vem que perto do lugar do treinamento, para o qual ela não podia ir, podia levar a família, eram só os militares. Mas ali perto tinha umas

a lá para essa base, como é que faz? Eles visitam lá a área e vem que perto do lugar do treinamento, para o qual ela não podia ir, podia levar a família, eram só os militares. Mas ali perto tinha umas cabanas que tinham sido abandonadas pelos indígenas. E aí eles resolvem reformar uma cabana daquelas e morar lá. E eles têm um uma semana de licença. Aquele calor miserável não tinha nem ventilador. Ah, mas ela estava nas nuvens, né? Era o amor da vida dela. Aquela lua de mel naquele calor. Ninguém achou ruim o calor, absolutamente. Aquele deserto tava tudo lindo, maravilhoso. Uma semana de pura felicidade. Mas aí o marido precisa fazer o treinamento. E aí o treinamento começa 5 horas da manhã, ele vai pra base e volta 10, 11 horas da noite, absolutamente exausto. Não consegue nem trocar a roupa, a farga lá imunda, suada. Primeiro dia ela vai ajuda, te troca ali a roupa. Que romântico, né? Segundo dia a mesma coisa. Ela começa já não achar bom, porque o marido não consegue mais nem dar bom dia, boa tarde, boa noite, na Chega absolutamente exausto e ela se vê ali presa naquela cabana horrorosa. Mas que calor insuportável, o que que eu vim fazer aqui? Com 15 dias ela tá enlouquecida. Aí ela escreve pra mãe: "Mãe, eu não aguento mais esse homem. Quando ele chega, o ronco dele me irrita. Esse calor é horroroso. Esse lugar é horroroso. Mãe, pelo amor de Deus, eu quero voltar. Quero largar desse homem. O que que eu faço? E a mãe escreve para ela uma pequena pequenas linhas e diz assim pra filha. A resposta da carta. A menina desabafando, né? E a mãe escreve assim: "Havia dois homens presos na mesma cela. Um olhava para cima através das grades e via o céu estrelado. O outro olhava para o piso e via a lama do chão. Abraços, mamãe. Essa é a frase. Esse é o conselho que a mãe dá. E a moça então reflete, reflete nas palavras da mãe e resolve no dia seguinte botar um chapéu largo, né, com uma aba enorme e resolve explorar lá as redondezas. E ela descobre que naquele lugar, deserto da Califórnia,

flete, reflete nas palavras da mãe e resolve no dia seguinte botar um chapéu largo, né, com uma aba enorme e resolve explorar lá as redondezas. E ela descobre que naquele lugar, deserto da Califórnia, havia sido em outras elas geológicas, o fundo do mar, e ela vê várias conchas que ela nunca tinha visto. Ela morava na praia, em Malibu e adorava conchas e conhecia, mas aquelas eram tão diferentes, ela nunca tinha visto. E ela se entretém, então, coletando aquelas conchas e chega em casa e começa a arrumar tudo ali numa mesa e a catalogar. O marido chega tarde da noite, ela nem presta atenção porque tá tão envolvida com aquele trabalho, tá maravilhada com aquela descoberta. E assim ela vai nos outros dias saindo e anda um pouco mais e vê algumas mulheres eh indígenas trabalhando um artesanato, mexendo com couro, com tapeçaria e ela acha aquilo lindo, mas elas são as indígenas bem eh naquele tempo, né? eh, a Redias, mas ela é tão simpática e começa ali falar aquele inglês que ninguém entendia e aí fala assim: "Quem sabe vocês me ensinam esse trabalho tão lindo e eu ensino vocês o inglês?" E aí começa uma amizade. Então o marido eh vai pra guerra e ela resolve ficar por ali mesmo, porque já tava adorando aquelas aquelas incursões que ela faz com as indígenas são maravilhosas e mostram para ela lugares que tinham ainda mais conchas e mais raras. E ela resolve então eh ficar por ali mesmo, porque estava adorando. Não tinha mais calor, não tinha mais nada. Ela tá absolutamente integrada no Vale do Inferno, na Califórnia. E ela percebe aquele artesanato tão lindo, fala assim: "Como é que vocês fazem com esse artesanato? Como é que vocês vendem isso? Não tem um atravessador que vende pra gente, mas ele fica com quase todo o dinheiro, a gente fica com muito pouco. E ela diz: "Olha, eu sou muito rica, eu posso fazer o seguinte, com os meus recursos, eu monto uma loja lá na Califórnia, Hollywood, monto uma loja e eu posso vender as peças de vocês. Com a venda das peças vocês me pagam a despesa e o

, eu posso fazer o seguinte, com os meus recursos, eu monto uma loja lá na Califórnia, Hollywood, monto uma loja e eu posso vender as peças de vocês. Com a venda das peças vocês me pagam a despesa e o resto fica de lucro para vocês. E aí, meus amigos? Isso vai aumentando. E quando o Dr. Schul escreve esse livro, Flores onde está plantado, já eram mais de 140 lojas nos Estados Unidos. Isso na década de 80, mais ou menos. Eu não sei qual é essa loja. Queria até saber se ainda existe, né? Mas qual que é a lição que fica para nós? As condições não tinham como ser alteradas. O que que a moça fez? Ela mudou a maneira dela encarar a situação. Em vez dela ficar naquela posição de cobrança do outro que não podia oferecer nada, ele não podia fazer absolutamente nada. Em vez dela se colocar numa posição de vítima, se lamentando, se lamuriando, ela se permitiu olhar pras estrelas, como disse a mãe na carta. Ela se permitiu viver outras experiências, fazer novos laços, se permitiu sonhar e ter um novo projeto e assim florescendo, onde ela esteve plantada, estava plantada. A guerra acabou, o marido voltou, eles viveram depois eh em na Califórnia e essa lição fica para todos nós. Então o Dr. Robert Schul fala para nós nesse livro que o nosso enfoque, quando nós falamos de liberdade, o nosso enfoque precisa ser alterado porque ele é ainda muito milp. Os nossos valores são ainda muito complicados. Geralmente ele diz, muitas vezes a gente gostaria que a vida fosse exatamente aquilo que ela não é. Eu quero que a minha vida seja o que ela não é e muitas vezes o que ela não pode nem ser. E muitas vezes eu desejo aquilo que não está nem na minha possibilidade de alcance. O que é isso se não cultivar a infelicidade? E qual é a proposta do uso da liberdade? Que eu possa florescer onde eu estou plantado? Qual é o meu trabalho? Eu gosto dele, eu quero mudar, eu posso, posso tentar mudar, não tem problema nenhum, mas a minha realidade que eu não consigo alterar, qual que é? E será que eu posso ser feliz dentro da minha

balho? Eu gosto dele, eu quero mudar, eu posso, posso tentar mudar, não tem problema nenhum, mas a minha realidade que eu não consigo alterar, qual que é? E será que eu posso ser feliz dentro da minha realidade? Existe um psiquiatra já faleceu, Dr. Victor Franel, que é o o pai da logoterapia, escreveu o livro sensacional chamado Em Busca de sentido, escreveu vários livros, né? E ele vem nos falar sobre a liberdade de uma maneira muito diferente, porque eu posso estar presa por circunstâncias eh eh geográficas, políticas, eh econômicas, físicas. Quantas vezes o meu corpo, por alguma limitação está me prendendo, eu não posso fazer o que eu queria. E será que isso é ser livre? O Dr. Victor Fran esteve em campos de concentração na época da guerra. Auschwitz da ficou muito tempo prisioneiro e saiu de lá e desenvolveu a logoterapia, que é uma proposta de cura através da busca do sentido para cada um de nós. Ele fala assim: "O sentido, o sentido não pode ser dado por nenhum psiquiatra, por nenhum cientista, porque ele é pessoal e significa exercer a liberdade última". Qual é a liberdade última? em última instância, diante daquilo que me acontece, que muitas vezes eu não posso alterar, eu sempre posso escolher como eu vou me posicionar diante desse acontecimento, como eu vou agir. Mesmo que eu esteja paralisada numa cama, mexendo só o olhinho, eu consigo me posicionar. Como eu vou sentir essa experiência que eu tô vivenciando? O que que eu vou emitir do meu coração? Isso dando um exemplo extremo, né? E ele vem então nos fazer esse convite, a conquista da liberdade como a busca do sentido último da nossa existência. Que que eu vim fazer aqui? O que que realmente me importa? E esse sentido é diferente para cada um de nós. Claro, porque nós somos diferentes. Cada um de nós tem uma missão. E essa missão nossa, apesar de em linhas gerais ser a nossa própria evolução, mas os detalhes eles vão se alterando aqui e ali. Qual que é a minha missão nesse momento, nesse trabalho que eu tô, nessa nessa

missão nossa, apesar de em linhas gerais ser a nossa própria evolução, mas os detalhes eles vão se alterando aqui e ali. Qual que é a minha missão nesse momento, nesse trabalho que eu tô, nessa nessa área da família em que eu fiquei inferida, nesse momento que eu estou vivenciando? Qual que é a minha tarefa? E mais importante, qual que é a minha tarefa? Qual que é a minha escolha? Como eu escolho encarar isso? Como eu escolho me posicionar? O que que eu escolho oferecer? Porque muitas vezes eu tô pensando em que que a vida vai me oferecer. E o Dr. Víor conta que ele esteve dois eh com dois companheiros, né, de encarceramento lá no campo de concentração e os dois queriam desistir da vida. E ele pergunta assim: "Por que que vocês querem desistir da vida? A vida não oferece mais nada para nós aqui. Que tem o que aqui para esperar? O que que a vida pode nos oferecer?" E ele faz a pergunta contrária. O que que você pode oferecer para a vida? E aí um fala assim: "Bom, o que eu queria oferecer eu de mim? Eu tenho uma filha que já tá nos Estados Unidos, então queria muito reencontrá-la. é um propósito. O outro fala assim: "Eu queria se saísse daqui acabar um tratado que eu tô escrevendo, são vários volumes sobre geografia. É um propósito. Então é muito importante que nós não nos deixemos arrastar pela indiferença. Quando a gente fala indiferença, não é só indiferença com outro. Quantas vezes somos indiferentes a nós mesmos, aos nossos sonhos, aos nossos projetos. Isso, meus amigos, é tudo. Menos seguir o ensinamento do Cristo, menos autoamor, porque na hora que eu me abandono, eu não est não estou me amando. E todos nós viemos aqui para cuidar de nós e daqueles que nos cercam. primeiro de nós, para que a gente possa assim bem amparado, bem cuidado, também fazer parte dessa esse grande ciclo de ajuda que se forma, esse esse projeto maravilhoso do qual nós fazemos parte, que é a renovação do nosso planeta, começando pela nossa própria renovação. Meus amigos, eu agradeço muito a vocês

ciclo de ajuda que se forma, esse esse projeto maravilhoso do qual nós fazemos parte, que é a renovação do nosso planeta, começando pela nossa própria renovação. Meus amigos, eu agradeço muito a vocês esses momentos de reflexão. Desejo a todos uma excelente noite e um excelente final de semana. Vamos fazer nossa prece, então vamos. Então vamos agradecer ao nosso mestre Jesus pela nossa liberdade. Obrigada, Senhor, porque conseguimos pensar, porque conseguimos escolher como enfrentar a nossa vida. nos fortalece para que não nos falte a coragem, o bom ânimo, para que não nos falte a capacidade de perceber as belezas que estão ao nosso redor. Porque, mestre, nas horas de dificuldade, nossa atenção se volta para o problema, mas que nós não nos esqueçamos das bênçãos que recebemos todo dia, a começar pela bênção da nossa existência, a oportunidade bendita que nós temos de nos reconstruir, de reconstruir laços que foram por nós tratados de maneira indevida no passado, desastrosa. mas que agora temos a oportunidade de refazer. Então, mestre, abençoa os nossos esforços, abençoa a nossa vontade de triunfar, abençoa a nossa capacidade de transmitir amor, confiança e paz para todos aqueles que nos cercam. Abençoa os nossos lares, nossos queridos familiares. Abençoa aqueles que se dizem nossos inimigos, mas que são também os nossos companheiros de caminhada. E que nós possamos, mestre, pelo nosso esforço, pela nossa vontade de conexão através da prece, continuar merecendo toda essa proteção, todo esse carinho da espiritualidade para com todos nós. Graças a Deus. Meus amigos, boa noite a todos. Nossa irmã vai chamar pro passo, né? Podem permanecer onde estão. Um excelente final de semana. >> Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e

m como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a [música] alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada [música] canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da

erenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja [música] o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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