Leila Parreira | AMOR AO INIMIGO (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 26/04/2025 (há 12 meses) 44:30 337 visualizações

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Transcrição

dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde a todos. Todos se sintam bem-vindos, abraçados nessa hora em que escolhemos estar aqui juntos para estudarmos um pouco mais os ensinos do nosso mestre guia e modelo Jesus. Antes de fazer a prece, nós vamos fazer a leitura que dá título ao assunto que vamos desenvolver hoje. Amai os vossos inimigos. Está no Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 12. Retribuir o mal com o bem. Aprendestes que foi dito: "Amareis o vosso próximo e odiareis os vossos inimigos. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam, a fim de serdes filhos do vosso Pai que está nos céus. e que faz se levante o sol para os bons e para os maus, e que chove que chova sobre os justos e os injustos. Por se amardes os que vos amam, qual será a vossa recompensa? Não procedem assim também os publicanos? Se apenas os vossos irmãos saudardes, que é o que com isso fazeis mais do que os outros? Não fazem outro tanto os pagãos? Está registrado em Mateus, capítulo 5, 43 a 47. Então, pensando sobre isso, vamos mentalizar a figura doce de Jesus com o seu olhar terno sobre toda a humanidade e elevando os nossos pensamentos, busquemos o entendimento, a luz da compreensão, para que possamos todos nós, né, que Deus, que o Senhor Faça que a tu a sua luz ilumine os nossos estudos, guiando-nos pelos caminhos do conhecimento e da verdade. Que possamos todos compreender melhor e termos a coragem, a força, a energia para aplicar as leis divinas em nosso dia- a dia. Então, o como o assunto hoje é esse do Evangelho Segundo o Espiritismo, que trata do amor. Amor é a essência divina,

mos a coragem, a força, a energia para aplicar as leis divinas em nosso dia- a dia. Então, o como o assunto hoje é esse do Evangelho Segundo o Espiritismo, que trata do amor. Amor é a essência divina, né? Amar o próximo é muito fácil. Quando o próximo pensa como nós, quando o próximo é nossa, é pessoa da nossa família, eh, que naturalmente a gente quer honrar, quer conviver. Agora, amar o inimigo, amar aquele que pensa diferente, amar o nosso adversário, aquele que nos calunia, aquele que nos prejudica, é uma proposta que Jesus coloca e vivencia. Uma proposta de quê? Um convite de quê? de transcendência, de fazer diferente, porque ele está nos ensinando a nos tornarmos verdadeiramente seguidores, discípulos dele. Então, para vivenciar igual os pagãos, igual os gentios, o que que faríamos de diferente? Então, o seguidor de Jesus precisa ser alguém melhor, alguém maduro espiritualmente, a ponto de entender que é uma tarefa difícil, claro, porque ainda temos o nosso personalismo arraigado, ainda temos dificuldade em ceder, ainda temos um jeito muito próprio de querer bem a nós mesmos, separando-nos do outro. Mas a proposta é ao contrário, nos identificarmos com o próximo, pensando ele igual ou não a nós, sendo a nosso favor ou não. Por que isso? Porque precisamos nos identificar com o outro como elemento da humanidade. Somos todos da mesma família humana. Precisamos então treinar e aprender a considerar o outro, qualquer que seja o seu comportamento, como semelhante nosso. Aí nasce o dever de nós termos aquele ou desenvolvermos ou cultivarmos aqueles quatro pontos da verdadeira interação com semelhante. Quais seriam esses quatro pontos? O conhecimento da condição do outro. O outro não é um gato, nem uma pedra. O outro, o nosso semelhante, é nosso semelhante. Portanto, nós conhecemos o anseio do outro. É o mesmo anseio que eu trago dentro de mim. Esse anseio é aquele que quer nos livrar do sofrimento e alcançar a plenitude, a felicidade. Tudo isso é o que nós desejamos.

conhecemos o anseio do outro. É o mesmo anseio que eu trago dentro de mim. Esse anseio é aquele que quer nos livrar do sofrimento e alcançar a plenitude, a felicidade. Tudo isso é o que nós desejamos. Esse é o ponto do conhecimento do ser humano, qualquer patamar que ele esteja vivenciando a sua experiência reencarnatória. É por isso que muitas vezes sempre nós nos deparamos com pessoas muito embrutecidas ainda, muito rudes a testar a nossa capacidade de conviver, de tolerar e de verdadeiramente amar, treinar esse sentimento que é o sentimento elevado à excelência, o amor. Então, precisamos verificar se estamos considerando o outro como nosso semelhante, seja ele de qualquer nação, de qualquer religião, de qualquer bandeira filosófica ou de qualquer cor da pele. Portanto, não cabe preconceito na nossa experiência reencarnatória, porque estamos num tempo em que somos iluminados. pela doutrina espírita codificada, organizada, trabalhada incansavelmente por esse líder religioso, por esse professor, por esse mestre encarnado, missionário de Jesus, Allan Kardec, professor Hipolitleon Denisar Rivaio, que deu a sua vida em favor desse trabal trabalho de iluminar a humanidade, trazendo a possibilidade de nós todos podermos penetrar no sentido dos ensinos de Jesus e realmente alcançarmos a verdade que clareia, que liberta. Não só alcançar o entendimento, a compreensão, através do estudo, através da reflexão, meditando, ponderando o que ocorre dentro de nós e em torno de nós, mas também nos exercitando em relação aos princípios colocados por Jesus. E um dos princípios na tarde de hoje que estamos vendo é esse é uma ordenação. Amai os vossos inimigos. Orai por aqueles que vos caluniam. Aprenda a relevar, a desculpar, a perdoar para não sermos escravos desses sentimentos de ressentimento, mágoa, espaço de não perdão, para não ficarmos prisioneiros, reféns desses sentimentos inferiores, porque só alcançaremos a verdadeira liberdade se nós nos propusermos a desenvolvermos, cultivarmos uma conduta menos

e não perdão, para não ficarmos prisioneiros, reféns desses sentimentos inferiores, porque só alcançaremos a verdadeira liberdade se nós nos propusermos a desenvolvermos, cultivarmos uma conduta menos rígida, menos exigente em relação ao comportamento alheio. Por isso, a benignidade, a amorosidade, a compreensão, a aceitação do outro, do nosso semelhante, como ele é, é muito importante para o nosso crescimento espiritual. Então, conhecimento é o primeiro item, quando nós nos identificamos com o outro e respeitamos todo o seu jeito de ser. O outro, porque são quatro elementos. O outro elemento é o cuidado. Por quê? Se eu me considero irmão, se eu tô desenvolvendo o sentimento fraterno, eu preciso sentir que aquilo que está magoando o meu semelhante, que tá causando impecílio, obstáculo, conflito, dor, me desreseito também. Então, eu preciso ter cuidado em relação ao bem-estar do outro e jamais provocar situações ou circunstâncias que possam magoar o meu semelhante. Conheço algumas pessoas raríssimas, assim, cabe numa mão, menos, né, dos dedos da mão, que sabem conviver com tamanha mansidão, com tamanha generosidade, com tamanho discernimento, que são capazes de modificar ambientes. Quando chegam, é como se o ambiente iluminasse. de tanto olhar de bênção que essas pessoas têm. Então, importa considerar isso, que a gente possa também se transformar em pessoas extremamente cuidadosas, no sentido de ofertar ao nosso semelhante o melhor de nós, de tal maneira que quando chegarmos em qualquer canto, nós saibamos, né, iluminar aquele espaço com o nosso olhar de bênção, sobretudo que está acontecendo à nossa volta. Então, o cuidado tem a ver com a preocupação nossa, com o bem-estar do nosso semelhante. O primeiro item, como já dissemos, é o conhecimento. nós nos identificarmos com o outro para podermos amá-lo, mesmo que ele pense, que o outro pense diferentemente de nós, ou que haja ou que tenha um comportamento menos educado, menos civilizado, que a gente saiba compreender que pessoas que agem dessa

má-lo, mesmo que ele pense, que o outro pense diferentemente de nós, ou que haja ou que tenha um comportamento menos educado, menos civilizado, que a gente saiba compreender que pessoas que agem dessa forma ainda estão vivenciando interesses outros que nos amesquinham, que nos faz esquecer da nossa filiação divina, que nos faz esquecer que o bem é regra imutável do Senhor dos mundos. Então, quando uma pessoa age mal, a primeira prejudicada é ela mesma. Ela que está se comprometendo com algo que trará para ela no futuro algum prejuízo. Por quê? É como se derramássemos um copo de gordura aqui no chão. Essa gordura pode provocar queda em alguém que esteja passando por aqui. Então, o que o nosso impulso é buscar uma forma de higienizar, de limpar imediatamente aquele canto, aquele pedaço. é colocar ordem na desordem provocada assim conosco em relação ao nosso semelhante. Para poder amar tanto o próximo quanto o adversário, precisamos ter esse cuidado para não provocar situações de prejuízo, de aflição, de angústia no nosso semelhante. É claro que amar o inimigo é uma das tarefas mais angustiantes que pode existir. Entretanto, somos convidados pela vida a transcender, conforme Jesus ensinou. O que fazemos de especial quando cumprimentamos o amigo? Quando cuidamos do amigo, quando cuidamos do próximo mais próximo, quando cumprimentamos, saudamos, ou quando favorecemos aqueles a quem amamos, não fazíamos nada de especial. Os publicanos, os fariseus, os gentios, os pagãos também faziam dessa forma. E Jesus nos convida a transcender, a superar o personalismo, a sermos generosos na convivência com o semelhante, quer seja ele o nosso inimigo ou nosso amigo. Há uma história contada lá no livro do Antigo Testamento, no Êxodo. Êxodo. Não, não foi no Êxodo que a gente viu isso. Foi, foi no êxodo. Diz assim, entre aspas, se vires o asno, a animalia daquele que você odeia, estirado ao chão por causa da sua carga, a orientação é: não passarás ao largo, mas libertarás o o asno e o seu

oi no êxodo. Diz assim, entre aspas, se vires o asno, a animalia daquele que você odeia, estirado ao chão por causa da sua carga, a orientação é: não passarás ao largo, mas libertarás o o asno e o seu dono, mesmo que seja inimigo, O dever, a tradição, o somatório daquilo que o indivíduo aprendeu o faz soltar as amarras do animal, recolocar a carga e soltar também aquele que está conduzindo o animal. Tá escrito lá no Antigo Testamento. E o que faz a pessoa com comportar-se dessa maneira é justamente o que ela aprendeu ou a chama íntima que ela traz em sua alma, em sua intimidade, porque é natural ampararmo-nos uns aos outros. Essa é a nossa real inclinação, porque somos filhos dele, temos parentesco com ele e ele é amor que faz chover sobre justos e injustos, que faz brilhar o sol sobre bons e maus. Porque o amor divino, a justiça divina é misericordiosa, não faz diferença. para a todos os seus filhos e dá a todos as oportunidades quantas sejam necessárias para que cada um de nós possa rever pontos de vista, possamos corrigir os nossos enganos do passado ou desse tempo atual. Então, nós somos muito amparados pela lei divina e é agir ou vivenciar de forma inteligente quando nós procuramos fazer just as oportunidades que a vida nos concede. Então, importa muito termos esse cuidado, amparar o nosso semelhante, porque isso é perfeitamente humano, que a gente se irmane, que a gente se proteja, que a gente se ampare e se acolha uns aos outros. O outro elemento, além do conhecimento e do cuidado vem a ser o respeito. Respeito tem a origem numa palavra eh latina respere, entrar de novo, olhar de novo, espiar de novo, ter cautela em relação ao nosso proceder, porque podemos elevar pessoas, retirá-las do poço profundo. Nós podemos com a nossa palavra e o nosso jeito de ser amparar ou fazer com que a pessoa se entregue cada vez mais ao sofrimento, as angústias. Então, que a gente possa desenvolver olhar de bênção sobre tudo, que a gente possa oferecer palavras amorosas, palavras que curem, porque o

essoa se entregue cada vez mais ao sofrimento, as angústias. Então, que a gente possa desenvolver olhar de bênção sobre tudo, que a gente possa oferecer palavras amorosas, palavras que curem, porque o sofrimento graça e é uma condição do ser humano aqui na Terra. Aqui estamos vivendo numa casa de expiação e provas. Então é natural que todos nós tenhamos desafios, sofrimentos, crises, conflitos, enfim, por causa disso, porque ainda estamos aqui vivenciando um tempo de expiação, um tempo de provas, precisamos fazer crescer a intenção, a decisão de cooperar com um tempo mais feliz, com um tempo chamado de regeneração, em que o mal não será tão exuberante como é hoje, em que a corrupção será diminuída, quase anulada, em que o desrespeito não ocorrerá, porque já teremos desenvolvido o sentimento fraterno de solidariedade também, porque a fraternidade, a solidariedade, a boa vontade uns para com os outros são pilares desse novo tempo que somos convidados a ajudar a construir. Mas para isso é preciso aprender desconstruir aqueles velhos hábitos em que a gente só pensa em nós mesmos. alargar os horizontes, cultivar novos paradigmas, aqueles que há 2000 anos atrás Jesus exemplificou aqueles paradigmas que Allan Kardec, o codificador dessa luminosa doutrina, coloca para nós quando nesse capítulo, por exemplo, capítulo 12, amai os vossos inimigos, ele faz reflexões importantes que eu recomendo que vocês em casa hoje busquem a se aprofundar. Ele que dedica vários capítulos a realçar a importância da lei do amor. Então, amor é de essência divina, é o objetivo e a meta. Estamos aqui para aprender a amar, amar melhor. E amando, nós vamos alcançando a sabedoria de viver com leveza, praticando a mansidão, porque mansidão é passaporte para o reino dos céus. É muito bom a gente aprender a amar, porque aí estaremos livres das arestas, livres das viciações, livres de pensamentos negativos. Nós não nos permitiremos afundar nem paralisar, porque mesmo diante de uma calúnia, diante de uma fala dirigida

aí estaremos livres das arestas, livres das viciações, livres de pensamentos negativos. Nós não nos permitiremos afundar nem paralisar, porque mesmo diante de uma calúnia, diante de uma fala dirigida para nós de uma forma incorreta, não civilizada, nós pensaremos muito mais profundamente no nosso jeito de responder, do nosso jeito de reagir, porque já Estaremos nos qualificando como seres humanos pensantes, reflexivos, capazes. Todos nós somos. Porque a providência divina nos oferta diuturnamente os instrumentos para o refazimento constante. Todo ser humano é resgatável. Mesmo que tenhamos cometido erros, podemos consertá-los. Então, é importante que a gente busque se autoconhecer e se autoeducar, porque segundo Allan Kardec, lá numa das últimas questões do livro dos espíritos, nos mostra que a educação é a chave do progresso, mas pra gente se educar precisa se autoconhecer. E quando nos autoconhecemos, vamos separando o joio do trigo, sabedores que somos daquilo que está de acordo com a lei divina e daquilo que é contrário à lei divina. Como nós devemos nos amar a nós mesmos, que essa é a nossa principal e primeira tarefa. Então, nós vamos cuidar de não desviar do caminho, de buscar fazer juo aquilo que nos compete realizar. Precisamos alcançar a plenitude e isso é indelegável. Não dá para atribuir a nenhum pastor, a nenhum papa, a nenhum guru, a nenhum santo, a tarefa que nos cabe realizar. Assim como eu não posso fazer o trigo buscar a luz do sol, assim como eu não posso fazer a palmeira buscar eh alcançar a fotossíntese quando lá no solo o ser humano precisa transcender. E quando Jesus coloca, amai os inimigos ele está colocando algo extraordinariamente para a época e para o contexto, diferente de tudo que se praticava aquele tempo. Era ponto de honra odiar o inimigo. Ele, porém, nos ensina com as suas palavras e a sua vivência a perdoar, a amar, a considerar como irmão, até mesmo um traidor, como ele fez com Judas Iscariotes, ou como ele fez quando sofreu a negação de

porém, nos ensina com as suas palavras e a sua vivência a perdoar, a amar, a considerar como irmão, até mesmo um traidor, como ele fez com Judas Iscariotes, ou como ele fez quando sofreu a negação de Pedro, um dos apóstolos mais próximos, mais queridos. Então, é preciso que nós busquemos as qualidades de Jesus, como ele vivenciou as situações para que a gente possa progredir espiritualmente. Progredindo, alcançamos a liberdade de ser. Quando praticamos o bem, acredito, por exemplo, que esses avatares, essas esses irmãos nossos abnegados e altruístas, como Martin Luther King Júnior, como Marath Magand, como Madre Teresa, como Allan Kardec, como eh Teresa Dávila, tantos, tantos como Albert Schweitzer, como Nelson Mandela, esses todos que marcaram com passos luminosos as suas vidas, deixando para nós um legado importante. Eles não se sentiam infelizes, nem se sentiam tristes em momento algum. Por quê? Porque estavam fazendo juo que compete a cada um de acordo com a maturidade espiritual. Também nós não precisamos nos afligir porque não não alcançamos ainda um entendimento muito profundo que a gente tenha paciência com a vida. É o passo a passo. Se a gente cultivar todos os dias um pouco daquilo que é altruísta, daquilo que é bom, daquilo que é nobre, daquilo que é justo, cumprindo o nosso dever e vivendo retamente, nós dormiremos em paz e estaremos, sim, mesmo sem fazer grandes coisas, sem oferecer eh material para influenciar multidões, se nós fizermos aquilo aquilo que é pequenino, mas que é dever nosso, como pais, como irmãos, como filhos, como amigos, como frequentadores de uma doutrina luminosa como a nossa, que nos esclarece, nos consola. Se a gente sabe valorizar essas coisas, estaremos sim florescendo onde Deus nos plantou. Então, falamos do conhecimento, do cuidado e do respeito. O outro elemento que compõe essa condição de nos tornarmos amorosos até com os inimigos é a responsabilidade. Responsabilidade quer dizer, eu não posso provocar situações indesejadas para qualquer semelhante

elemento que compõe essa condição de nos tornarmos amorosos até com os inimigos é a responsabilidade. Responsabilidade quer dizer, eu não posso provocar situações indesejadas para qualquer semelhante meu. Eu tenho que ser responsável por pelo bem-estar, não só o meu, como daqueles que me cercam e até mesmo do local, da coletividade, da comunidade onde eu vivo. Então eu preciso prestar atenção até no lixo, preciso prestar atenção na ciência da ecologia. A importância de nós como inquilinos dessa casa do pai. Nós não criamos a terra onde moramos. Ela não, ela não é criação nossa, não nos pertence de fato. Nem o nosso corpo físico nos pertence. É tudo empréstimo. Empréstimo da providência divina. Saibamos honrar esses empréstimos e saibamos também nos conduzir com leveza, com gentileza, porque e isso nos caracteriza e nos define como seres humanos qualificados desse milênio. Porque não se justifica o fato de ainda nos comportarmos com rudeza. com deselegância moral, porque é preciso que a gente apure. E essa é a oportunidade, a oportunidade de estarmos com a nossa família, no nosso lar. Quantas vezes nós deixamos de ser efetivamente seguidores do nosso mestre lá no nosso ambiente doméstico? quando nos entregamos à impaciência, quando nos entregamos à rudeza. Então, o convite hoje é cultivar a transcendência, sermos melhores do que fomos ontem e buscando assim imprimir no nosso tempo, na nossa coletividade, na comunidade onde vivemos. Esse traço de caráter que o amor traz, o amor se efetiva, se atualiza em ações e nós podemos escolher isso ou aquilo, buscarmos fazer o nosso melhor, é o desafio da tarde de hoje e que deve durar para sempre. Agradecemos a oportunidade de estarmos juntos e peço de novo para que a gente faça a comunhão íntima com o sagrado dentro de nós. Oremos a Jesus. Agradecidos que estamos por essa oportunidade de estudo e que todos nós possamos nos fortalecer com a luz do Cristo no nosso caminhar todos os dias com o propósito e a determinação, o foco e a decisão de não

idos que estamos por essa oportunidade de estudo e que todos nós possamos nos fortalecer com a luz do Cristo no nosso caminhar todos os dias com o propósito e a determinação, o foco e a decisão de não desistirmos nunca, de realizarmos o nosso melhor e de buscarmos conhecer esse mestre amoroso. que nos abraça, que nos ampara, que nos protege e que nos concede a oportunidade de caminharmos para o Pai. Se é conosco, Jesus, hoje e sempre. Graças a Deus. Obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a

s se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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