LEI DE DESTRUIÇÃO • Patrick Pires
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #LeideDestruição #PatrickPires #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências e que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos todos os amigos que estão nos acompanhando aqui pela UVCTV, bem como aqueles outros que estão conosco pela TV Mansão do Caminho. Sempre uma imensa satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um instante de reflexão em torno da mensagem do mestre, à luz da doutrina espírita. E para melhor sintonizarmos com esse instante, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Divino amigo, eis-nos aqui, Senhor, te buscando mais uma vez pelas portas do coração, te rogando a assistência fraterna para os momentos de desafios que tantos de nós está ultrapassando por esse instante. tenhamos na tua companhia doce e fraterna a consolação para nos inspirar, intuir, para continuar a vivência sobre os teus postulados e os teus ensinos. Por isso, amigo, nesse momento que estamos reunidos, almas e corações, que a tua luz possa estar em nossas consciências, que o teu amor seja o nosso guia, que a tua paz seja o nosso [música] lo. Por isso, amigo, te rogamos sempre que permaneça conosco. Hoje temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nosso querido amigo, irmão Patrick Pires, que hoje trará o tema lei de destruição. Patrick, sempre imensa alegria tê-lo em nossos canais. Muito bom ouvi-lo e rogando votos de muita paz. Passamos a palavra para você. Fique à vontade. >> Obrigado, Rosângela. E eu aproveito para oferecer os meus cumprimentos fraternos aos queridos amigos e amigas que nos acompanham através da UVCTV, através da TV Mansão do Caminho, rogando ao Mestre Jesus que continue a nos abençoar, a nos envolver em seu amor e a também nos ajudar a ter as nossas mentes esclarecidas para que possamos passar por todas as experiências da vida. Tendo o evangelho de Jesus como nosso roteiro maior, que possamos nas horas necessárias dar o nosso testemunho de fé, de esperança e de amor, assim como o Mestre Jesus deu a todos nós. Hoje nós
vida. Tendo o evangelho de Jesus como nosso roteiro maior, que possamos nas horas necessárias dar o nosso testemunho de fé, de esperança e de amor, assim como o Mestre Jesus deu a todos nós. Hoje nós temos a alegria de estarmos juntos estudando a lei de Deus com os esclarecimentos da doutrina espírita dentro desta temática apresentada, lei de destruição. Esse tema ele tá estudado, é estudado dentro da doutrina espírita, em especial em O livro dos Espíritos, a obra inaugural da doutrina espírita, publicada em sua primeira edição em abril de 1857, no dia 18 de abril, organizada pelo professor Hipolito Leon Denisar Rivail. E na sua terceira parte, que fala das leis morais, as leis morais estabelecidas por Deus, essas leis que fazem parte da lei divina, nós vamos encontrar no capítulo 6 a lei de destruição. E é algo que pode nos gerar um questionamento, indagação. E esse questionamento e essa reflexão. Lembremos que o livro dos espíritos é apresentado como uma filosofia espiritualista, uma obra que cumpre essa função de trazer ali para espiritualidade superior as indagações de todos os tempos, de todas as épocas que os filósofos desde a antiguidade faziam sobre a criação, sobre o criador, sobre o elemento primordial, a razão de existir, sobre a existência da verdade e a atuação dessa essas forças que regem a natureza. E aí a doutrina espírita começa com o livro dos espíritos e Allan Kardec, esse maravilhoso professor, esse apóstolo do Cristo, vem nos trazer as perguntas sábias, inspirado pelos espíritos superiores, e deles obtém as respostas principiológicas para a nossa compreensão. Lei de destruição. Nós vivenciamos a destruição durante toda a existência da humanidade, desde os flagelos naturais, os acontecimentos, as intemperes, as tempestades, os eventos decorrentes do vento, as inundações, as pestes. Então, nós sempre convivemos com isso. E temos também aquelas ocorrências destruidoras decorrentes da ação humana, as guerras, as diversas os acidentes provocados através da criação humana. E dentro
. Então, nós sempre convivemos com isso. E temos também aquelas ocorrências destruidoras decorrentes da ação humana, as guerras, as diversas os acidentes provocados através da criação humana. E dentro dessa temática, Allan Kardec achou por bem também trazer temas que estão relacionados a essa ideia de destruição do ser humano, da sua existência material. E aí pensando, né, nessa existência material e ele vai nos falar dos duelos, vai nos falar da crueldade, vai falar da pena de morte, vai falar do assassinato, do assassino, né? Porque são formas também que levam a destruição e muitas vezes em larga escala. Este tema, ele tá dentro do livro dos espíritos entre as questões 728 e 765. E hoje nós vamos dar uma uma pincelada nas ideias gerais desta temática que está muito presente, porque na atualidade, né, embora a humanidade sempre esteja em guerras, nós estamos tendo alguns eventos mais recentes envolvendo potências mundiais com uma repercussão muito grande e, ou seja, ainda hoje nós convivemos com esses flagelos de todos os tempos. E aí, o que é que a doutrina espírita nos traz como o consolador prometido, como o evangelho rediv vivo, como aquela mensagem da espiritualidade maior captaneada pelo próprio Jesus, que vem consolar os nossos corações, nos ajudando a entender as leis de Deus, os seus desígnios e iluminar as nossas consciências. Consolar, instruindo, instruir, consolando. E o primeiro item, o primeiro tópico que fala, né, dentro deste capítulo é sobre a destruição necessária, destruição abusiva, depois flagérios destruidores, guerras, assassino, crueldade, duelo e pena de morte. É interessante lembrar e observar que tudo no mundo se renova. Tudo no mundo se renova. Então, a ideia da lei de destruição, né, a explicação sobre essa lei de destruição, ela está dentro desse contexto de renovação. Na questão 728, Allan Kardec questiona os espíritos: "A destruição é uma lei da natureza?" E eles nos respondem: "É preciso que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Por pois isso a que chamais
a questão 728, Allan Kardec questiona os espíritos: "A destruição é uma lei da natureza?" E eles nos respondem: "É preciso que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Por pois isso a que chamais destruição não passa de uma transformação que tem por fim a renovação e a melhoria dos seres vivos." Renovação e melhoria dos seres vivos. Então, vejam que a destruição é uma lei que visa a transformação. E a gente lembra da frase eh de Antoine Lavoier, né, aquele dos fundadores da química moderna, quando ele diz que na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. E é justamente nesse sentido que a lei de destruição funciona para que aqueles elementos materiais que hoje que horas servem numa composição, seja de corpos, de estruturas orgânicas, seja inorgânicas, possa ser desassociada e então passe a formar, a contemplar uma outra estrutura, uma outra uma outra a realização da natureza. Então, tudo se transforma e tudo no mundo se renova. Existe uma uma frase de Emanuel quando ele comenta uma passagem, aquela passagem que tá em Lucas 17, que Jesus é questionado pelos fariseus quando haveria de vir o reino de Deus. E ele responde que nós não vamos encontrar o reino de Deus em aparência exterior, mas o reino de Deus e não adianta procurar aqui, não adianta procurar acolá, visto que o reino de Deus está dentro de nós. E aí, Emanu vai nos dizer num texto que comenta este item, que tudo que os olhos humanos podem contemplar, ou já está morto ou está morrendo, né? Então está a caminho da morte. E quando nós paramos para pensar, né, a as grandes civilizações que nós estudamos na história, onde nós encontramos restícios, ruínas, algumas pouco catalogadas, a nossa própria Amazônia hoje já se identifica ali resquícios de cidades, de construções que nem na história está registrado. é um achado arqueológico, mas que não tem uma história ainda que identifica que povos foram aqueles, em que em que época, em que condições eles viveram para terem já aquela estrutura de cidade, aquela estrutura arquitetônica.
mas que não tem uma história ainda que identifica que povos foram aqueles, em que em que época, em que condições eles viveram para terem já aquela estrutura de cidade, aquela estrutura arquitetônica. Então, vejam que as coisas vão passando. Os grandes líderes, os imperadores romanos de todas as regiões, de de todas as civilizações, onde estão eles? Todos naquela personalidade, naquele corpo, se foram, passaram. E os elementos que constituíam aqueles corpos, eles voltam à natureza que os reutiliza em outros, na formação de outras estruturas. orgânicas ou inorgânicas. Uma característica básica de tudo que existe do ponto de vista material é a impermanência. E essa renovação toda é necessária para que isso se faça. Eh, há uma semana mais ou menos, eu assistia um vídeo no YouTube que trazia um estudo que buscava explicar como a árvore é formada, como as árvores são formadas, né? Desde as árvores menores até as grandes árvores com seus grandes troncos. de onde a árvore, né, quando surge ali como semente, de onde ela vai tirando o elemento para formar uma estrutura tão grande, né? Veja como a madeira é importante na história da civilização. E a gente pensa, a gente joga a semente na terra, então deve vir da terra e a gente precisa regar, tem a água. Então deve ser da dessa mistura da terra com a água. E estudos feitos mostraram que a quase totalidade da matéria que compõe a árvore, as raízes, o tronco, a, né, o caule e as folhas e depois a as flores e os frutos não vem nem da água, nem da terra, que são necessários para que ela se desenvolva. Mas os elementos químicos que depois vão formar lá a matéria, o tronco, quase mais de 90, quase 100% vem do ar. o processo de respiração dos vegetais pelas folhas, que gera fotossíntese, que é tão importante para a renovação do ar para nós, vem dali em que a árvore respira, né, e na respiração dela, ela absorve o carbono que nós dispensamos na nossa respiração, nós devolvemos na espiração, a árvore fica com o carbono e aí aquele carbono é que vai se
que a árvore respira, né, e na respiração dela, ela absorve o carbono que nós dispensamos na nossa respiração, nós devolvemos na espiração, a árvore fica com o carbono e aí aquele carbono é que vai se combinando com outras outros átomos, formando as moléculas que vão vão então formar aquela árvore. Olha que maravilha e que paradoxal a gente pensar que uma estrutura tão densa, tão tão tão material, né? Imaginem uma árvore grande, um IPê ou uma aqui na nossa região aqui de Tabuna onde nós falamos as jaqueiras, né? Eh, tão densa e a sua quase totalidade vem do ar. E olha aí a gente vê a sabedoria divina, né? Então, a resposta dos espíritos mostra isso, essa sabedoria divina nos levando a esse processo de renovação através da destruição. E mais adiante, na questão 628A, Kardec pergunta: "O instinto de destruição teria sido dado aos seres vivos com fins providenciais? As criaturas de Deus são instrumentos de que ele se serve para alcançar os seus objetivos. Para se alimentarem, os seres vivos se destróem entre si, com o duplo objetivo de manter o equilíbrio na reprodução, que poderia tornar-se excessiva, e de utilizar despojos do envoltório exterior. Esse envoltório é simples acessório, não a parte essencial do ser pensante. Só ele sofre a destruição, a parte material. A parte essencial é o princípio inteligente que não se pode destruir e se elabora nas diversas metamorfoses porque passa. E aqui ele tá falando ainda mais do reino animal, onde nós vemos dentro da própria natureza espécies que se alimentam de outras, sejam, né, eh, animais vivos e que são abatidos na cadeia alimentar por aquele que está acima, sejam aqueles animais que se alimentam apenas dos despojos, sejam aqueles animais que se alimentam da vegetação e aí, né, eh, se utilizando também de uma criação divina, os vegetais. Mas vejam ali, ó, e esse processo natural que ali existe. Na questão 730, nós pincelar apenas algumas questões aqui de cada tópico, mas essa aqui nós vamos falar porque ela é muito importante, muito importante. Olha a
e esse processo natural que ali existe. Na questão 730, nós pincelar apenas algumas questões aqui de cada tópico, mas essa aqui nós vamos falar porque ela é muito importante, muito importante. Olha a pergunta que Allan Kardec faz. Já que a morte nos leva a uma vida melhor e nos livra dos males deste mundo, seria mais de desejar do que deer. Por que então o homem sente instintivo horror por ela a ponto de estar sempre apreensível por sua causa? Olha que pergunta interessante de Allan Kardec. A partir do que os espíritos já tinham eh respondido, nós sabemos que uma pessoa que viveu dignamente, que viveu bem, tranquilamente, cumprindo com seus deveres, dentro das suas possibilidades, ela vai chegar bem ao mundo espiritual, sobretudo se não se apegar muito ali, não se desesperar. E a doutrina espírita cumpre esse papel, não de nos tirar as nossas dores, mas através da consolação e da instrução nos tirar o desespero, porque nos diz que nós somos seres imortais, que as experiências dolorosas são são provas que nós passamos ou expiações justamente para aprendermos, para ressignificarmos determinados valores em relação aos quais nós falhamos no passado. Então, são experiências educativas. A terra cumpre também uma função de escola e nós somos alunos, mas como toda escola nós temos as séries e nós encerramos uma série depois que temos o período de avaliação. Se vivermos bem dignamente, nós vamos retornar ao mundo espiritual bem. E Kardec pergunta: "Olha, se nós voltamos bem ao mundo espiritual, vamos depois de um certo tempo do descondicionamento da matéria, nós vamos superar as limitações que a matéria nos traz. Nós não vamos mais conviver com as doenças que aqui temos. Nós vamos viver nesse mundo principal, essencial, que é o mundo espiritual. Isso está dito no livro dos espíritos. Nós poderíamos viver sem o mundo material de, né, e ficar apenas como espíritos, que esse é o mundo principal, essencial, é o mundo espiritual. Por que então a pergunta de Kardec, eh, mesmo sabendo disso e trazendo essa essa
o mundo material de, né, e ficar apenas como espíritos, que esse é o mundo principal, essencial, é o mundo espiritual. Por que então a pergunta de Kardec, eh, mesmo sabendo disso e trazendo essa essa consciência, ali, não diria consciência, mas essa intuição da sua imortalidade, né? Porque algum algumas regiões, algumas concepções, a pessoa não tem essa clareza que a doutrina espírita nos traz. Mas o ser humano, por que então ele tá sempre apreensivo, né, diante da morte? tem instintivo horror por ela. E olha a resposta dos dos espíritos. Já dissemos que o homem deve procurar prolongar sua vida para cumprir a sua tarefa. Mesmo que nós saibamos que no mundo espiritual é o mundo essencial, que nós lá vamos nos desvincular no tempo adequado das das características mais difíceis da matéria que a matéria nos impõe, as doenças, as enfermidades, as limitações, as diversas experiências difíceis que a matéria nos oferece. Mesmo assim, o homem deve procurar prolongar a sua vida para cumprir a sua tarefa. Porque nós não caímos aqui por acaso. Nós descemos vibratoriamente para experiência material com um projeto, com o propósito a cumprir. E essa experiência positiva no mundo espiritual após a desencarnação, ela acontece se nós cumprirmos, obviamente com o nosso o nosso objetivo, com a nossa tarefa. Foi por isso, dizem os espíritos, que Deus lhe deu ao homem um instinto de conservação e esse instinto o sustenta nas provas. Se não fosse assim, muito frequentemente ele se entregaria ao desânimo. A voz secreta que o faz repelir a morte lhe diz que ainda pode fazer alguma coisa pelo seu progresso. O perigo que o ameaça é uma advertência para que aproveite o tempo que Deus lhe concede. Mas ingrato, o homem rende graças mais vezes à sua estrela do que ao seu criador. Então, aí um esclarecimento dos espíritos nos dizendo o quanto importante é, sem nos apegarmos excessivamente à matéria, valorizarmos a nossa experiência material, vermos o corpo como um templo do espírito e essa experiência, essa jornada na eh
s dizendo o quanto importante é, sem nos apegarmos excessivamente à matéria, valorizarmos a nossa experiência material, vermos o corpo como um templo do espírito e essa experiência, essa jornada na eh reencarnatória como um compromisso nosso com a nossa própria elevação, como um respeito nosso a toda uma espiritualidade, a toda uma família espiritual que que nos ajudou na preparação para nossa reencarnação, que nos assiste às vezes muito próxima para que nós acertemos através das intuições, das inspirações, de intervenções sutis nos nossos acontecimentos para que nós estejamos despertos espiritualmente. Muitos investiram e continuam investindo em nós para que nós aproveitemos a nossa reencarnação, para que nós acertemos. Então, vamos conviver por muito tempo ainda com a lei de destruição. Sim, sem dúvida. Mas que nós não nos destruamos, que nós não sejamos agentes de destruição, mas sim agentes de aprendizado, de esclarecimento, de elevação, de edificação, buscando inclusive ser gratos a Deus, aos nossos pais, a todos aqueles que contribuíram para que nós tivéssemos, né, esse templo do espírito, corpo para mais uma experiência de aprendizado. Sabemos, a fila é grande para reencarnar. inclusive nas condições, né, eh eh eh com maiores recursos para uma encarnação exitosa, a concorrência é maior ainda. E muitas vezes nós, mesmo com contato espiritual nos esquecemos disso. Tem uma frase também do espírito André Luiz através de Francisco Cândio Xavier que tá no livro Entre a terra e o céu, que é que é interessante e se conecta com esse raciocínio que nós desenvolvemos aqui a partir da questão 730 do livro dos espíritos. Os espíritos dizem assim, André Luiz registra a fala de um benfeitor naquela obra de um orientador que diz assim: "O contato com o reino espiritual, enquanto nos demoramos no envoltório terrestre, a carne não pode ser dilatado em toda sua extensão, para que nossa alma não afroue o interesse de lutar dignamente até o fim do corpo." algumas pessoas e aí sobretudo quando
s no envoltório terrestre, a carne não pode ser dilatado em toda sua extensão, para que nossa alma não afroue o interesse de lutar dignamente até o fim do corpo." algumas pessoas e aí sobretudo quando vão vivenciar, né, as experiências dentro da doutrina espírita ou de ambientes espiritualistas e tem contato com a mediunidade e a pessoa tem as suas experiências, mas se depara com no nosso nível da Terra as experiências mediúnicas, elas ainda são eh iniciais, né, com exceção de um outro grande médium, exemplo de dentro do movimento espírita de Francisco Canto Xavier, de Divaldo Franco, né, médiuns que tem aquela mediunidade dita objetiva, que consegue, né, ter um detalhe maior das informações espirituais, uma percepção maior e ainda assim muito distante, né, dessa da da de uma percepção plena do mundo espiritual. Mas a maioria de nós tem um uma pálida percepção do mundo espiritual, embora ele esteja o tempo todo, né, eh, ao nosso redor mandando os seus sinais. E aí André Luiz registra lá a orientação do espírito dizendo: "Olha, esse contato espiritual ele não pode ser mais dilatado, ele não pode ser eh aberto em toda a sua extensão, porque aí nossa alma se afrouxaria o interesse de lutar dignamente até o fim do corpo." Porque imagine se nós percebêssemos o mundo espiritual com toda abertura e tendo uma boa condição, nós víssemos as colônias espirituais, as possibilidades de volitação, as possibilidades que os espíritos têm de auxílio mais dilatado, né? Muitas pessoas iam se desinteressar pela experiência material, querendo vivenciar apenas a experiência espiritual enquanto reencarnados. E nós não reencarnamos à toa. Nós reencarnamos porque precisamos passar pela experiência que a carne nos oferece. Ah, aí nós extraímos, né, desse capítulo, desse primeiro tópico que fala da destruição necessária e abusiva, que a destruição é lei natural que permite a renovação e a regeneração dos seres. Eh, o que parece uma destruição, na realidade, é a transformação da matéria, mas o o princípio inteligente que dá
iva, que a destruição é lei natural que permite a renovação e a regeneração dos seres. Eh, o que parece uma destruição, na realidade, é a transformação da matéria, mas o o princípio inteligente que dá ensejo, né, no processo de individualização ao espírito, este é indestrutivo. E o instinto de conservação, apesar da lei de destruição existir, nós temos um instinto de conservação. E os animais têm um instinto de conservação. Foi dado para que nós busquemos prolongar a nossa vida para cumprir a nossa missão. Daí porque naturalmente nós chegamos num lugar alto, a gente tem aquele medo, tem uma situação, né, a os acontecimentos, uma tempestade muito forte, a gente tem um medo. Ninguém precisou ensinar. Isso é um instinto de conservação justamente para que nós tenhamos os cuidados necessários e assim possamos prolongar a nossa desencarnação, não nos descuidando, levando uma desencarnação eh prematura. Essa lei de destruição tem a uma a finalidade também de equilibrar a natureza, mas ela deve acontecer dentro da necessidade. E aí tem umas algumas perguntas aqui que elas são interessantes, né? Todas são, mas assim tem uma peculiaridade. E a questão, na questão 734, Allan Kardec pergunta: "Em seu estado atual, o homem tem direito ilimitado de destruição sobre os animais?" Veja que ele já na pergunta já considera que o homem tem eh teria o direito de destruição sobre os animais, mas ele quer saber se esse direito seria ilimitado. E olha a resposta dos espíritos. Esse direito é regulado pela necessidade de prover ao seu sustento e a sua segurança. O abuso nunca foi um direito. E aí ele fala: "Existe o direito sobre, né, os animais. ele deve cumprir a lei, né, um princípio de necessidade para prover o sustento e a segurança, mas o abuso não é um direito. Então, a não há uma condenação, né, dentro da da da codificação. Há essas essa essa postura do ser humano diante dos animais que são utilizados para carga, para segurança, alguns animais ali uns cães e também para a alimentação, desde que não haja
a da codificação. Há essas essa essa postura do ser humano diante dos animais que são utilizados para carga, para segurança, alguns animais ali uns cães e também para a alimentação, desde que não haja eh um abuso. Na questão seguinte, questão 735, olha o que Allan Kardec pergunta. Que se deve pensar da destruição que ultrapassa os limites das necessidades e da segurança da caça, por exemplo, quando só tem por objetivo o prazer de destruir sem utilidade. Então ele traz aqui um desdobramento da questão anterior e de sua resposta. Olha, a existe o esse direito, né, para a segurança, para o sustento, para a alimentação, mas e quando ultrapassa? E ele traz o exemplo da caça, né? O que é que nós imaginaríamos? Eh, do ponto de vista moral, existe algo negativo em na caça de animais? E olha a resposta dos benfeitores espirituais. Predominância da bestialidade sobre a natureza espiritual. Toda destruição que excede os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus. Os animais só destróem para a satisfação de suas necessidades, enquanto o homem dotado de livre arbítrio destrói sem necessidade. Terá que prestar contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, pois neste caso cedeu aos maus instintos. Aqui os espíritos dão até como exemplo os próprios animais que ainda estão submetidos apenas a um instinto, uma inteligência ainda eh eh rudimentar, que mesmo aquela fera, temos um leão lá que ataca uma zebra, se o leão tiver de barriga cheia, ele não vai atacar, ele não vai correr para caçar apenas. ele só utiliza, né, do seu instinto destruidor naquele naquela, naquela cadeia alimentar para cumprir uma necessidade. E nós, seres humanos, muitas vezes já adotados do livre arbítrio, como degeneramos em determinados momentos, né, de uma bestialidade aqui sobre a natureza espiritual, nos excedemos. E aí sim a resposta mostra, né, que nós teremos que prestar contas desse abuso da liberdade. E ainda dentro dessa dessa desse pensamento aí da relação do ser humano com os animais, a destruição dos
s. E aí sim a resposta mostra, né, que nós teremos que prestar contas desse abuso da liberdade. E ainda dentro dessa dessa desse pensamento aí da relação do ser humano com os animais, a destruição dos animais, na questão 736, Allan Kardec pergunta: "Os povos que levam o escrúpulo ao excesso no tocante à destruição dos animais tem algum mérito especial?" Ele tá falando de povos que podem trazer uma tradição de, por exemplo, divinizar um animal ao ponto de que aquele animal ele não pode ser abatido, ele não pode sofrer qualquer constrangimento, né? A gente lembra da Índia, a a questão da vaca e podem ter outros exemplos aqui que Kardec pensou, né? E aí ele pergunta: "Existe um mérito especial desse povo de ter esse escrupulo excessivo, esse cuidado excessivo diante de um ou de alguns animais?" Olha a resposta da espiritualidade. Esse sentimento, embora louvável em si mesmo, se torna abusivo quando em excesso. Então, o excesso sempre, né, eh eh chama reflexão, porque uma coisa eu uso, outra coisa eu abuso. Então, mesmo de de uma prática que teve inicialmente um um fim positivo, seu mérito acaba neutralizado por abusos de toda sorte. Entre tais povos há mais temor supersticioso do que verdadeira bondade. E olha como os espíritos são eh sábios. Eles fala muitas vezes, não é por um um um pudor, né, em favor do animal, um nível evolutivo que ali já vê um ser que tá sofrendo, não. É mais por um medo por conta das crenças que foram sendo introjetadas e são repetidas de regeração em geração. É um medo de ser punido pela divindade. E aí as a a aquela tradição se estabelece, muitas vezes leva a abusos e a eles são de forma qualquer sorte negativos, né? Os flagelos, né, destruidores, as catástrofes e calamidades, eles eh cumprem um fim. E a gente pode pensar as a peste, né, as as epidemias, as pandemias, a fome, inundações, contribui para o progresso moral e material da humanidade. Na questão 737, Kardec pergunta: quem com quem qual fim ou com que fim Deus fere a humanidade por meio de
, as pandemias, a fome, inundações, contribui para o progresso moral e material da humanidade. Na questão 737, Kardec pergunta: quem com quem qual fim ou com que fim Deus fere a humanidade por meio de flagelos destruidores? Qual é o objetivo divino de de permitir ou de gerar esses flagelos? E olha a resposta da espiritualidade. Para fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos que a destruição é necessária para a regeneração moral dos espíritos, que em cada nova existência sobe mais um degrau na escala da perfeição. É preciso que se veja o objetivo para se poder apreciar os resultados. Como julgais somente do vosso ponto de vista pessoal, dai-lhes o nome de flagelos, em virtude dos do prejuízo que vos causam. No entanto, muitas vezes esses transtornos são necessários para que mais depressa se chegue a uma ordem melhor de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos. Olha que interessante. Então, a o flagelo ele acelera esse nosso processo de renovação, de regeneração da própria ciência que avança para tentar prevenir a repetição daqueles acontecimentos. Então, a a sociedade às vezes está estabilizada, está estagnada e vem um acontecimento que nos tira desse lugar e nós somos obrigados a nos movimentar. Esse trabalho eh eh estimula o desenvolvimento ainda maior da nossa. inteligência, da nossa precaução, dos nossos cuidados, porque alguns flagéos eles sim decorrem ali, né, de uma disposição divina, mas outros decorrem da nossa imprevidência, do nosso atraso evolutivo. Então eles quando vem ajudam a acelerar a as transformações sociais. Na questão seguinte, 738, Allan Kardec, sempre antenado e colocando outras questões para que no final exista uma compreensão geral melhor, pergunta. Sim, diariamente para melhorar, questão 738. Para melhorar a humanidade, Deus não poderia empregar outros meios além dos flagelos destruidores? Porque veja, Deus é inteligência suprema. Deus tem toda a sabedoria. Deus tem todo o poder. Então, Kardec quando pergunta,
idade, Deus não poderia empregar outros meios além dos flagelos destruidores? Porque veja, Deus é inteligência suprema. Deus tem toda a sabedoria. Deus tem todo o poder. Então, Kardec quando pergunta, seria como perguntar: "Senhor, com toda a sabedoria que o senhor tem, não poderia ter uma outra forma de estimular o avanço, de acelerar, do que não eh em com a utilização dos flagelos? Não poderia utilizar outros meios?" E olha que os espíritos nos respondem: "Sim, e diariamente os emprega, pois deu a cada um os meios de progredir pelo conhecimento do bem e do mal". é o homem que que não se aproveita desses meios. É preciso, pois, que seja castigado no seu orgulho e sinta a própria fraqueza. Então, olha, os espíritos dizem: "Não, Deus não usa apenas os flagelos como mecanismo de regeneração, de renovação. Não dá o conhecimento do bem e do mal para que a gente possa fazer as escolhas corretas. E não precise ser submetido a esses flagelos, que eles sejam mais suaves, porque cada um passa também na medida da sua necessidade. No entanto, nós não aproveitamos e aí vem esses flagelos, né, que vão eh nos curvar em nosso orgulho e aí nós vamos sentir a nossa fraqueza diante da força maior, da força da natureza, da força de Deus. E aí nós vamos entender, né, como como funciona essa essa a lei de destruição através desses flagelos e e que a lei de destruição vai cumprindo sempre o seu objetivo de auxiliar a lei do progresso. A lei de destruição está a serviço da lei do progresso, seja nos fenômenos naturais, a própria alimentação dos animais ali que se destrói. Isso chamava atenção de Buda. Há um pensamento de Buda que é divulgado que ele chamava a atenção dele como os próprios, ele ficava impressionado de que os os animais para sobreviverem terem que destruir os demais. Essa lei da natureza, a lei de destruição que vai nos ajudando a nos renovarmos. Que imaginemos eh a partir das nossas próprias experiências. Existe um momento em que nós reencarnamos, nós eh temos ali na fase infantil muita
lei de destruição que vai nos ajudando a nos renovarmos. Que imaginemos eh a partir das nossas próprias experiências. Existe um momento em que nós reencarnamos, nós eh temos ali na fase infantil muita energia, a criança quer futurucar tudo, quer aprender e tal, brinca, né, a brincadeira, o contato com o outro, contato com a natureza, vai observando, vai tendo as suas experiências. tem o período, a época educacional da formação. Depois nós vamos ter o período eh eh da atividade profissional, que muitos continuam também estudando, forma a família, mas à medida que a idade vai avançando, nós vamos perdendo um pouco essa vitalidade, essa disposição para aprender, para continuar, para nos modificarmos, para nos atualizarmos. E aí começamos a entrar num processo de de estagnação evolutiva. Isso ali com 50, 60, 70 anos. Algumas pessoas que depois que aposentam reduzem bastante a sua atividade. Imagine se nós vivêsemos 200 anos, 300 anos, 400 anos. com 50, 60, 70, já tem muita gente não quer mais nada, não está disposto a aprender, já tem dificuldade de lidar com as novas gerações, com as novas tecnologias, ficam vivendo ali a síndrome da Gabriela, né? Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim, Gabriela, né? Então, com esse período de vida ainda que a média, né? aqui no Brasil, 70 e poucos anos, em outros países um pouco mais, outros um pouco menos. Nós já vivemos esse eh e essa estagnação. E aí a gente desencarna, vai para o mundo espiritual, faz, tem a oportunidade de ver lá numa uma fazer uma avaliação de como foi a nossa reencarnação. A gente começa a se preparar, a gente encontra o mundo espiritual mais evoluído, de onde nós saímos. Nós acompanhamos de lá os avanços que estão acontecendo. Nós passamos por uma programação espiritual e a gente reencarna. quando reencarna vai ser um corpinho novo, uma mente zerada ali no cérebro, né? A mente é do espírito, mas a a e a gente recomeça numa numa numa outra composição familiar, ainda que algumas figuras possam se repetir nos mesmos papéis
nho novo, uma mente zerada ali no cérebro, né? A mente é do espírito, mas a a e a gente recomeça numa numa numa outra composição familiar, ainda que algumas figuras possam se repetir nos mesmos papéis diversos. Isso tudo vai nos impulsionando. É como se nós não tivéssemos, se não acontecesse isso, o momento de acordar no dia, viver as experiências do dia, descansar ao final, à noite, dormir para no outro dia acordar. Imagine se fosse um contínuo, se nós estivéssemos acordados o tempo inteiro, se tem uma parada. Na vida nós podemos material, espiritual pensar dessa forma. Temos a reencarnação, é como se fosse aquele dia, chega o momento final que a gente já tá com sono, a gente vai dormir e ali a gente tem aquela parada e no outro dia a gente já pode acordar com uma nova disposição, com uma nova energia e a gente vai tendo esse aprendizado, né? Ah, do ponto de vista espiritual, dizem os espíritos que esse sofrimento físico gerado pelos flagélios é pequeno diante da eternidade. Não desconsideram esses sofrimentos, né? E eles servem também como provas morais, permitindo que nós desenvolvamos a paciência, a solidariedade, a resignação e muitos deles são agravados pela nossa própria imprevidência. Nós temos os os os acontecimentos, os infortúnios ocultos, como lá no Evangelho Segundo Espiritismo, Kardec registra, nós não precisamos de pandemias, epidemias, de guerras para irmos, né, dentro da nossa condição, da nossa disposição, exercer, praticar a caridade, a fome, a dor está espalhada em todos os lugares, em cada localidade, de acordo com as suas características. Mas sem dúvida nenhuma, quando tem esses acontecimentos maiores, nós somos tocados, tá? E a gente é é estimulado. Aqui na na nossa região mesmo, que Tabum, Sul da Bahia, no final de 2021, nós tivemos chuvas intensas e várias cidades ficaram debaixo d'água. E Tabuna aqui foi a segunda maior enchente da história, muito próxima da primeira que foi em 1967. A principal via comercial de Tabuna na Avenida do Cinquentenário ficou
idades ficaram debaixo d'água. E Tabuna aqui foi a segunda maior enchente da história, muito próxima da primeira que foi em 1967. A principal via comercial de Tabuna na Avenida do Cinquentenário ficou novamente debaixo d'água. Muitos comércios foram extremamente prejudicados, né? Vários bairros foram ficaram debaixo d'água. aconteceu semelhante eh eh isso também aconteceu de maneira semelhante em Jequier e várias cidades menores aqui. Tabuna acabou sendo bem divulgada por ser a maior cidade aqui da região, teres ter emissoras locais de TV. E olha que coisa interessante, isso gerou aqui, nós estávamos ali ainda num momento difícil da pandemia, mas assim mesmo com máscara, com todos os cuidados, a cidade se mobilizou toda, né? locais foram abertos para acolher as pessoas. As doações, as instituições religiosas, todas se movimentaram para fazer frente aquelas necessidades que estavam ali surgindo por conta do desabrigamento. Muitos eh comerciantes precisaram ser auxiliados, comerciantes pequenos que perderam tudo. Então, vejam, uma conta, tem um um um uma a situação específica. Eu tenho uma prima que reside no estado do Rio de Janeiro, na capital, e lá ela faz parte de um pequeno grupo de amigos, não é algo institucional, nem religioso, mas que eles têm um hábito de ajudar instituições eh necessitadas em determinadas datas, dia das crianças, oferece brinquedos, Natal. Quando eles viram esses acontecimentos, eles se reuniram e falaram: "A gente tem que ajudar as chuvas que estão acontecendo lá no Nordeste". Aí viram em Itabuna, sabiam que minha prima morava em Tabuna e aí entraram em contato se disponibilizando a ajudar e a gente deu as horas as os dados, as informações da cidade, instituições que poderiam receber ajuda e eles se cotizaram, não só mandaram recursos para serem comprados, alimentos, coisa de limpeza, como vieram com dois caminhões pequenos, eh, por com recursos próprios aqui para distribuir eh bens, alimentos que eles tinham arrecadado lá. Eu lembro, altas
m comprados, alimentos, coisa de limpeza, como vieram com dois caminhões pequenos, eh, por com recursos próprios aqui para distribuir eh bens, alimentos que eles tinham arrecadado lá. Eu lembro, altas horas da noite, chegou um senhor já de idade dirigindo um dos caminhões, o outro quebrou, tocados pela informação de uma calamidade pública que tava deixando muitas pessoas em sofrimento, né? Não, não conheciam ninguém, tiveram apenas um contato para facilitar e saíram de lá. Então, olha a movimentação que nós somos gerados por conta desses acontecimentos. Kardec também trata de um um acontecimento que a nós já mencionamos no início, faz parte da história do do homem, do mundo, que são as guerras, né? E ele faz uma série de perguntas e os espíritos vão nos dizer que nas guerras ali resulta elas resultam da predominância da natureza animal e das paixões humanas. Natureza animal e as paixões humanas. E à medida que a humanidade evoluir moralmente, as guerras tendem, né, naturalmente a a diminuir. Elas historicamente historicamente acabam servindo, né, o progresso e a conquista da liberdade, produzindo sofrimentos. Não é que é uma determinação divina que tenha guerras, né? Mas elas acabam gerando esse processo e à medida que nós vamos avançando, as guerras vão deixando de ser vistas como um meio de evolução. E os espíritos dizem que aquele que provoca guerra, aquele que tem, né, um envolvimento ali no início da guerra, ele tem uma grande responsabilidade espiritual. Eh, na questão 745, Allan Kardec pergunta: "Que se deve pensar daquele que promove a guerra em benefício próprio? Um líder, um governante, um rei, imperador, presidente, eh grupos, eh, de rebeldes, assim, quem provocou a guerra? E deu um seja ao início de uma guerra. Olha a resposta dos espíritos. Esse é o verdadeiro culpado. Precisará de muitas existências para espiar todos os assassínios dos quais foi a causa, pois responderá por cada homem cuja morte tenha causado para satisfazer a sua ambição. Então, olha
eiro culpado. Precisará de muitas existências para espiar todos os assassínios dos quais foi a causa, pois responderá por cada homem cuja morte tenha causado para satisfazer a sua ambição. Então, olha só, na guerra entre a Rússia e a Ucrânia, os dados nunca são precisos, porque existe até uma estratégia ali de não revelar totalmente, mas já se fala mais de 1 milhão de soldados russos mortos em campo de guerra e ucranianos metade disso. Então, as pessoas que tiveram responsabilidade pelo início, pela manutenção da guerra, elas trazem para si a responsabilidade por cada morte. por cada morte, tanto da da das pessoas, né, da nação, do território eh considerado inimigo, como dos do seu próprio território, porque também faz pessoas do seu próprio território morrer. Mas os espíritos nos sinalizam que à medida que nós evoluímos moralmente, isso vai diminuindo. Eh, tem uma obra, é um, é um clássico, inclusive, né, conhecida no movimento espírita, chamada Eustáo, 15 séculos de uma trajetória. É uma obra médiúnica. O autor é o espírito Kaibar Schutel e o médico que recebeu a a Belgen. E eu estaco é o nome aí de uma das personalidade de um espírito que quando ele inicia ele é um general de guerra, ele tem prazer pela guerra, ele tem um uma inclinação. E o livro vai demonstrando a evolução desse espírito ao longo de, salvo engano, 17 reencarnações no período de 15 anos. E ele desencarna brigando em guerra, depois vai pro mundo espiritual, né? Ele lá ele é esclarecido, ele é auxiliado, é feita uma programação para nova reencarnação. Ele reencarna, ele passa um tempinho mais ou menos, daqui a pouco aquele aquela tendência dele vem à tona e ele de novo se envolve em guerra. Aí desencarna, se prepara novamente, depois vem de novo aquele impulso, depois vem de novo. Só que a cada reencarnação aquilo vai se atenuando, novos valores vão eh se internalizando nele, ele vai começando a a a ficar cansado, saturado daquelas guerras. O livro fala também das influências espirituais que estimulam eh esses movimentos negativos,
os valores vão eh se internalizando nele, ele vai começando a a a ficar cansado, saturado daquelas guerras. O livro fala também das influências espirituais que estimulam eh esses movimentos negativos, a espiritualidade inferior e ele lá em contato com essa espiritualidade inferior, mas com o passado dos anos ele vai melhorando. No meio desse caminho tem uma uma estratégia da espiritualidade e ele é vinculado à colônia espiritualda nova aqui no Brasil. E aí ele falou: "Vamos eh fazê-lo reencarnar no meio da mata como indígena aqui nas Américas. e ele reencarna. E ali ele era um homem muito inteligente e tal, ele vai alçando ali na estrutura daquele povo, eh, vai crescendo, né? E ele se torna lá um um guerreiro e daqui a pouco ele começa a disputar a o lugar ali dentro daquela realidade e fazendo parte de uma guerra entre pessoas ali daquela configuração indígena. E aí mostra, é um momento que o livro mostra e os benfeitores assim observando aquilo e falando. Eu acho que o nome dele é Tatuí Piaba, algo nesse sentido. Ele fala assim: "Mas Tatuí, não teve jeito. A gente colocou você no meio da mata e olha você metido em guerra novamente, né? Mas são 1500 anos, mais ou menos, 17 reencarnações. Quando chega na última descrita no livro, ele já é um médico que vai para um cenário, um campo de guerra, né, sendo levado lá por convocação, mas ele já tem uma repulsa à guerra. Ele já está na guerra salvando vidas, aliviando as dores e ele já não tem mais prazer pela guerra. Ele vai, ainda é atraído aquele contexto, mas na bondade da misericórdia divina, agora ele vai para reduzir danos provocados pela guerra. Ou seja, como médico que pela lei de amor agora já não vai vivenciar aquele flagelo da mesma forma que fazia no passado, né? Então, olha que interessante. O outro item que Allan Kardec nos traz é falando do do assassinato, do assassínio. Ele pergunta se é um crime diante da lei de Deus. Os espíritos dizem sim. Questão 746. O assassínio é um crime aos olhos de Deus? Resposta dos espíritos:
az é falando do do assassinato, do assassínio. Ele pergunta se é um crime diante da lei de Deus. Os espíritos dizem sim. Questão 746. O assassínio é um crime aos olhos de Deus? Resposta dos espíritos: sim. Um grande crime, pois aquele que tira a vida ao seu semelhante corta uma existência de expiação ou de missão. Aí é que está o mal. Na questão 750, ele pergunta: "O que é mais condenável aos olhos de Deus? O parricídio ou o infanticídio, né? Matar o pai ou os pais que matam a criança?" A resposta dos espíritos, ambos o são igualmente, porque todo crime é um crime. E aí tem uma pergunta que é bem interessante. Olha como, questão 751 de livro dos espíritos, como se explica que entre alguns povos já adiantados do ponto de vista intelectual, o infanticídio seja um costume consagrado pela legislação? Então, ó, o povo intelectualmente tá avançado, é uma economia potente, isso, aquilo, tem faculdade, tem universidade. Um país que a gente considera desenvolvido, mas lá o infanticídio é previsto na lei. E nós estenderíamos aqui porque parece ser o sentido da pergunta, o aborto também. Esse infanticídio aí tá numa pergunta mais geral que contempla, porque tecnicamente no Brasil o infanticídio, a criança já nasceu e o aborto ela tá no útero ainda. A resposta dos espíritos: o desenvolvimento intelectual não implica a necessidade do bem. O espírito superior em inteligência também pode ser mal. é aquele que muito tem vivido sem se melhorar, apenas sabe. Ou seja, há aí uma distonia, né, entre o o avanço intelectual, que chega antes, os espíritos dizem isso, e o avanço moral. Mas como a diferença é grande, então nós temos eh esse essas ocorrências. a gente vê países no mundo, esticando também aqui para um outro conceito em que existe o a morte, o suicídio assistido, né, autorizado. Então, não é nenhum caso de eutanásia que a pessoa tá lá, né, em estado final, não quer passar por aquele momento mais doloroso final e antecipa a desencarnação, que a doutrina espírita também não recomenda. Mas aqui existe situações em
a que a pessoa tá lá, né, em estado final, não quer passar por aquele momento mais doloroso final e antecipa a desencarnação, que a doutrina espírita também não recomenda. Mas aqui existe situações em que a pessoa ela tá bem, não tem perspectiva de que ela vai desencarnar naturalmente ali, não tem nada que indique isso, mas ela não tem vontade de viver. E ela vai numa clínica específica para isso, assina alguns papéis, é submetida a uma avaliação psicológica, tudo tá tudo OK. Então, pronto, você tem esse direito, ela paga e a vai ser submetida a um processo para tirar a sua vida de forma assistida. países como como a gente vê em alguns alguns relatos e como a Suíça tudo que autorizam isso intelectualmente muito avançados, tal, mas tem essa marca e os espíritos dizem: "Olha, tem o avanço intelectual, mas a moral nesse ponto não acompanhou". E aí, por isso que a gente tem que ter muita atenção, porque nem tudo que é apontado como um progresso do ponto de vista aqui na concepção material corresponde a um progresso espiritual. Algumas ideias que são disseminadas como progresso para a humanidade espiritualmente não representam um progresso, representam ainda um equívoco, uma um resquício de um período ainda mais atrasado nosso. Eh, Kardec faz perguntas também sobre o assassinato, tá? faz perguntas. Eh, eh, ou o melhor, assassinato, nós falamos, ele faz eh perguntas sobre o duelo, né? A a e ele vai os espíritos vão nos dizer que o duelo é a forma mais negativa do instinto de destruição. Ela ele decorre da predominância da matéria sobre o espírito, da falta do seu desenvolvimento moral. eh mostra ali a a crueldade, né, a a o atraso moral da pessoa e mas que isso vai se atenuando com o passado tempo, né? No Evangelho Segundo Espiritismo tem também um termo, um texto que fala do duelo, o espírito Júlio Olivier, e ele fala assim que não pode eh eh conceber que no meio espírita ainda exista esse tipo de de comportamento, porque existe aquele duelo clássico combatentes, mas existe aquele duelo que é mais
ivier, e ele fala assim que não pode eh eh conceber que no meio espírita ainda exista esse tipo de de comportamento, porque existe aquele duelo clássico combatentes, mas existe aquele duelo que é mais sutil, que é habilidoso, né, para disputa de poder, orgulho, vaidade, e que isso não pode ser aceito. Os espíritos dizem que alguém que se submete a um duelo sabendo que vai perder um um combate material, isso equivale a um suicídio. Mas se houver um equilíbrio ali, ele não sabe se vai matar o outro ou se vai morrer, é tanto pode ser visto como um assassinato como com um suicídio. Então, olha que que questão eh interessante. O último tópico que a é trazido fala sobre a a pena de morte, né? E os espíritos vão dizer que a pena de morte ela tende a desaparecer. Eh, em alguns casos ele pergunta assim: "Mas tem aquele aquele aquela pessoa que fez muito mal pra sociedade e retirar retirar a vida dele não seria também uma demonstração da lei de conservação da coletividade em face daquele sujeito que é um criminoso que expõe a risco." E os espíritos dizem, existe outras formas, né? Sem precisar tirar a vida do criminoso e também dar oportunidade a ele da mudança, né? E a restrição da pena de morte que vem acontecendo em muitos países, isso já mostra, né, um sinal do avanço civilizatório. E Kardec faz uma pergunta também ao final bem interessante sobre a pena de morte, quando ele ele lembra a pena de Talião, né, em que aquele que pelo ferro feri pelo ferro perecerá e que se essa pena de morte ela não seria o cumprimento dessa pena de Talião. E os espíritos, olha, ao lar, né? Alto lar, porque aí nós estaríamos e usurpando a a lei de Deus. E olha a pergunta: que se deve pensar da pena de morte imposta em nome de Deus? Questão 765. É tomar alguém o lugar de Deus na aplicação da justiça. Os que assim procedem mostram quão longe estão de compreender a Deus e o muito que ainda tem a espiar. A pena de morte é um crime quando aplicada em nome de Deus e os que a impõem se tornam responsáveis por
assim procedem mostram quão longe estão de compreender a Deus e o muito que ainda tem a espiar. A pena de morte é um crime quando aplicada em nome de Deus e os que a impõem se tornam responsáveis por esses assassínios. Porque nós sabemos que em muitos povos ainda existe, né, uma uma mistura da da da teologia local com os poderes do Estado. E as pessoas são mortas em razão de descumprimento de preceitos religiosos. Então são mortas em nome de Deus. Aqueles agentes acham que estão matando em nome de Deus. alguns atos terroristas foram feitos porque as pessoas achavam na sua convicção de que estavam ali em nome de Deus. Eh, e aí a espiritualidade esclarece eh o equívoco eh disso aí. Mas o certo é que a justiça divina não falha jamais, né? Eu me recordo de um um caso que é contado por André Luiz no livro Ação e Reação e é um capítulo que fala dos resgates coletivos. Resgates coletivos. André Luiz está na mansão da paz, acompanhada de Lário, do espírito Silas, um orientador. E aí, eh, chega um alerta ali naquela instituição socorrista de que um acidente aéreo acontecera há pouco, acabara de acontecer. E um espírito auxiliar local, ele pede reforço e o reforço é encaminhado. André Luiz tem a autorização de acompanhar para testemunhar ali como se dá esse socorro. Ele tava aprendendo, queria relatar. E lá ele chega, foi uma pequena aeronave e eram nove pessoas falecidas naquele acidente. Ele testemunha o socorro a todos prestado, mas ele nota que muitas pessoas ainda estavam aderidas ao corpo, né? Os espíritos ainda estavam aderidos aos corpos. Alguns corpos mais inteiros, outros bem flagelados, né? Bem comprometidos. uns mais um alguns espíritos mais tranquilos, serenos, outros desesperados, ainda sentindo-se encarnados e gritando ali naquele contexto. E ele recebe a orientação do do do benfeitor Druso de que o auxílio a todos é prestado, mas que a assimilação vai depender da condição espiritual de cada um. Alguns ali de imediato adormecem, não sentem nada, vão ser encaminhados para as
nfeitor Druso de que o auxílio a todos é prestado, mas que a assimilação vai depender da condição espiritual de cada um. Alguns ali de imediato adormecem, não sentem nada, vão ser encaminhados para as instâncias de refazimento no mundo espiritual, onde vão acordar bem, nem sentiram muitas vezes eh qualquer constrangimento físico no momento da morte. Outros ainda vão perdurar um tempo próximo ao corpo porque muito vinculados, porque ainda muito materializados. Então, a cada um segundo as suas obras. Eh, André Luiz não tem autorização para continuar no atendimento, porque os espíritos dizem que não seria interessante ele levasse essas informações tão claras que poderiam gerar medo, temor nas pessoas que vão ler a obra. Mas ele pega o geral nessa, nesse momento. Hilário Silva, companheiro de André Luiz, pergunta Druso, né, faz pergunta sobre essas ocorrências, esses acontecimentos, queeduso fala que tudo cumpre, né, a a ali a justiça divina, que eles, se eles ficarem ali, vão ver os antecedentes espirituais de cada um, o que motivou aquele acidente, o por que a pessoa foi atraída para para aquele contexto e tal. E aí ele pergunta, tem algum caso que você possa nos trazer e lembrar? E ele fala: "Não, já acompanhei diversos casos". Mas aí Druso começa a contar um caso de dois trabalhadores do mundo espiritual, benfeitores espirituais, que haviam reencarnado há algumas décadas, chamados Ascânio e Lucas, dois trabalhadores maravilhosos. E eles, eh, trabalhando no mundo espiritual, eles começaram a ter a vontade de ascender, sair daquele núcleo de socorro espiritual mais próximo a regiões densas e poderem trabalhar em colônias mais elevadas, em outras tarefas, e outras atividades. E eles viam outras pessoas, outros espíritos, outros benfeitores asendo, mas eles não tinham autorização. Até que um deles foi questionar, um orientador da colônia, qual a razão de eles não conseguirem, da mesma forma avançarem. Eles eram benfeitores espirituais reconhecidos pelos seus trabalhos. E ali os espíritos
deles foi questionar, um orientador da colônia, qual a razão de eles não conseguirem, da mesma forma avançarem. Eles eram benfeitores espirituais reconhecidos pelos seus trabalhos. E ali os espíritos bondosamente falaram: "Olha, é necessário que vocês tenham um acesso maior às suas vidas passadas para identificarem a causa dessa necessidade de permanecerem por mais tempo nessas atividades. Eles não se preocupavam de saber de vidas passadas mais remotas, mas para ter esse esclarecimento eles aceitaram. Então, foram foram ao local adequado, submetidos a processos magnéticos para não apenas ter informação das vidas passadas, mas trazerem a lembrança das vidas passadas. E assim foi feito. E eles vão voltando 100 anos, 200 anos, 300 anos, 400 anos, 500 anos. Até ali todas as reencarnações proveitosas, fazendo bem, aprendendo, evoluindo gradativamente. Mas quando ele chega no ano de 1429, ele se vem como integrantes do exército francês ali ao tempo de Joana Dark. E nas disputas internas de poder, eles derrubam, lançam dois companheiros de uma torre, de um de um de uma a instituição de um uma espécie de de de castelo eh lá da França. Eles matam, jogando de uma altura muito grande, eles caem num fosso fétido e morrem rapidamente as duas vítimas. E ali, ao longo daquela reencarnação, eles usufruíram do poder, do reconhecimento, mas aquilo ficou impregnado em suas consciências. Quando eles têm esse conhecimento, ambos voltam para o orientador espiritual, né, após terem aquela aquela regressão e saberem a causa, eh, dessa de desse certa limitação que eles estavam tendo para as mais. E ali eles pedem para reencarnar. Pedem para reencarnar. pedem para terem uma vinculação profissional aeronáutica brasileira e então pedem para desencarnarem num acidente aéreo. E então Druso fala que só tinha dois meses que eles tinham retornado em face de um acidente aéreo. E com esse acidente aéreo eles estavam quitando aquele acontecimento dado no ano de 1429. Eário ainda pergunta: "E você teve,
ó tinha dois meses que eles tinham retornado em face de um acidente aéreo. E com esse acidente aéreo eles estavam quitando aquele acontecimento dado no ano de 1429. Eário ainda pergunta: "E você teve, quando eles estavam se preparando para reencarnar, antes dessa reencarnação que eles faleceriam no ocidente, foram visitar?" Sim, fui visitar várias vezes. Eles tiveram autorização para pedir, para escolher? Tiveram. Todos lá tinham? Não, eles tinham por conta dos séculos já seguidos fazendo bem, mas outros não tinham eh participação maior, apenas se preparavam e eram obrigados a aceitar o planejamento dos benfeitores espirituais. E aí nós vamos vendo como a justiça divina, a sabedoria divina vai nos dando a oportunidade das dos nossos resgates, das nossas experiências. Eh, Airton Sena, esse grande ídolo brasileiro, né, faleceu naquele acidente lá em 1994, dia 1eo de maio, na na curva tamburelo. Assisti esses dias uma entrevista de um neurologista e também afeito à questão esportiva. fala, ó, ele ali não teve zero dor, foi tão rápido e o comprometimento cerebral foi tão imediato que ele não teve nenhuma dor. Mas ali ele estava tendo eh de acordo com o livro Campeão, Além do Tempo, de Telma Bastos, ali publicada ali numa reunião ali da mansão do caminho, ele teve a a informação, né, com pseudônimo, de que ali era uma experiência de resgate de equívocos semelhantes do passado. Mas sem dúvida nenhuma, Deus nos dá vários outros recursos para que nós possamos nos reajustar com a lei divina em nossas consciências. Temos sempre, sempre a professora amor e temos também aquela outra professora muito eficiente que não falha jamais, que é a professora dor. E ela pode vir de maneira mais intensa quando a professora Amor não encontrou muita receptividade em nós. Poderá vir de forma mais suave dentro das experiências evolutivas, a dor evolução, como nos diz André Luiz no livro ação e reação, mas de maneira mais suave. Então, que todos nós possamos ser excelentes alunos da professora Amor,
e dentro das experiências evolutivas, a dor evolução, como nos diz André Luiz no livro ação e reação, mas de maneira mais suave. Então, que todos nós possamos ser excelentes alunos da professora Amor, para que a professora Dor não precise se preocupar tanto conosco. Que Jesus nos abençoe hoje e sempre. Um grande abraço e e muito obrigado pela atenção de todos. A nossa imensa gratidão, Patrick, pelas excelentes reflexões dessa noite, que saibamos aprimorar os conhecimentos através de amigos generosos que contribuem para paz e ilusiva. A nossa gratidão também a tantos amigos aqui presentes, lembrando sempre que esse conteúdo nos traz esclarecimento, consolo que é bom compartilhar. Sempre compartilhamos o bem a fim de cooperar com o mestre na grande disseminação da sua mensagem hoje através da doutrina espírita. Lembrando também que todas as manhãs às 7 horas aqui nos encontramos para começarmos o dia na luz da oração com o nosso momento de reflexão e todas as quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa Somos todos imortais. No mais, nossa imensa gratidão pela presença generosa de todos. Paz e luz e que tenhamos uma boa noite.
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