Justiça humana e justiça divina: Convergências e divergências - Dr. Celso Luiz Rodrigues Catônio
Justiça humana e justiça divina: Convergências e divergências - Dr. Celso Luiz Rodrigues Catônio - FEMS
Boa tarde é com imensa alegria receber este convite de coordenar esta mesa por um motivo muito especial nosso palestrante meu amigo Celso luí Cat Rodrigues caton Capitão R2 do exército da arma de comunicações formado pela Academia Militar das Agulhas Negras na minha turma é também Engenheiro cartográfico pelo Instituto Militar de Engenharia Bacharel em Direito pela Universidade Católica Dom Bosco mestre em direito pela instituição Toledo de Ensino de Bauru assessor de Desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e perito judicial em Aria cartográfica colaborador da Federação Espírita de Mato Grosso do Sul em cursos e palestras evangelizador de juventude do Centro Espírita discípulos de Jesus professor de direito em cursos de graduação e pós-graduação e preparatórios para concursos públicos Como ele sempre diz com os senhores com todos nós Celso caton muito boa tarde a todos eh O nosso tempo é um tempo curtinho nesse instante e eh eu quero fazer uma proposta para vocês a respeito do tema Que Nós escolhemos para falar que foi esse de Justiça humana e justiça divina convergências e divergências são algumas reflexões que eu tive oportunidade de fazer depois que fui convidado para participar desse evento e como reflexões à luz da doutrina espírita elas são flagrantemente suscetíveis de crítica e debate o que eu quero dizer é que não é um tema que está fechado nós temos temas fechados quando fazemos por exemplo uma palestra que antecede o passe uma aula a gente abre fecha os temas aqui na verdade a proposta é mais uma abertura então eu ficaria muito agradecido se vocês eh anotassem detalhes incongruências aspectos que não fechem bem ideias que estejam desamarrados inicial de analisar convergências e divergências toda a sugestão que vocês tiverem para aperfeiçoar esse trabalho será muito bem-vinda nós vamos ver nesses instantes iniciais se eu acertar o tiro daqui para lá acertei nós vamos Recordar apenas que existem diversas teorias da Justiça essas teorias todas procuram
o será muito bem-vinda nós vamos ver nesses instantes iniciais se eu acertar o tiro daqui para lá acertei nós vamos Recordar apenas que existem diversas teorias da Justiça essas teorias todas procuram explicar o fenômeno da Justiça no contexto da experiência humana coletiva em sociedade quando portanto quando portanto a concepção a concepção de Justiça está relacionada ao todo a uma nação ao grupamento de nações que forma a Comunidade Internacional ou a sociedade internacional dependendo do autor então nós temos eh que todo esse contexto de da Justiça que vem sendo propostas desde a mais remota antiguidade em tempos mais modernos em tempos de história contemporânea essas teorias que são abundantes elas podem ser repartidas em dois grandes grupos um grupo de teorias que considera a justiça como equidade E outro que considera a justiça como bem-estar no âmbito da justiça como Equidade os autores estão preocupados principalmente com determinados aspectos utilitaristas aspectos eh relacionados a prazer e dor felicidade e tristeza mas dentro do contexto em que possa haver apropriação de bens que propiciem essa felicidade ou esse prazer então nós temos teorias como as que foram desenvolvidas com base nas ideias de John Stuart mill hry sedwick Jeremy benton inclusive eh com uma perspectiva bastante utilitarista no sentido de que as regras Morais da Justiça estariam diretamente relacionadas ao que há de essencial na promoção da Felicidade humana e essa promoção relacionada àquilo que o ser humano pode se apropriar no contexto da natureza nós temos nesse âmbito da Justiça com Equidade a perspectiva liberal de John Halls que procurou eh por meio da sua teoria compactuar fazer uma uma mescla das ideias do contratualismo clássico que são ideias voltadas para o liberalismo para as restrições da atuação do Estado sobre a liberdade individual das pessoas com ideias do socialismo baseando portanto a sua teoria no princípio da Liberdade segundo o qual cada pessoa deve ter um direito igual ao mais
tuação do Estado sobre a liberdade individual das pessoas com ideias do socialismo baseando portanto a sua teoria no princípio da Liberdade segundo o qual cada pessoa deve ter um direito igual ao mais abrangente no sistema das liberdades básicas tornando compatíveis as liberdades evidentemente e um princípio da Igualdade no qual as desigualdades sociais e econômicas seriam contrabalance adas por um princípio da diferença segundo o Qual as vantagens desvantagens porque a igualdade absoluta não faz sentido mas as desigualdades que fossem admitidas Elas seriam admitidas num contexto em que pudesse ser vantajosas para todos O que por exemplo a bastaria a hipótese de se admitir uma sociedade escravocrata e também Esse princípio da Igualdade relacionado ao princípio da igualdade de oportunidades o que significa de uma certa forma uma igualdade em que todos teriam acesso a determinados cargos e a determinadas funções na sociedade Algumas propostas ainda mais abrangentes e até mesmo mais impactantes foram feitas por haak e nozic como uma perspectiva libertária diminuindo a ideia de igualdade de Don Rolls e aumentando a concepção de liberdade para que a entrada ou a interferência do estado se tornasse mínima no âmbito social e mais tarde como crítica a essas análises Charles Taylor Michel wal e aadar m eh propuseram uma perspectiva comunitarista defendendo uma ética política voltada a virtudes cívicas de crítica e busca por soluções a dilemas Morais dando uma expressão maior a conceitos como cidadania e comunidade e rejeitando ética extremamente utilitarista das outras propostas dentro do âmbito da justiça como bem-estar nós temos por exemplo a concepção de Justiça distributiva de Ronald dorkin que baseia a sua ideia ou a sua concepção teórica em duas ideias centrais a do igual cuidado e a da responsabilidade especial na qual a ideia de igual cuidado estaria relacionada a uma distribuição das riquezas na sociedade de tal forma que as pessoas de acordo com as suas escolhas pessoais tivessem fácil acesso
ade especial na qual a ideia de igual cuidado estaria relacionada a uma distribuição das riquezas na sociedade de tal forma que as pessoas de acordo com as suas escolhas pessoais tivessem fácil acesso a essas riquezas considerando evidentemente que nem todo mundo quer ser rico mas todo mundo quer viver bem aliás Nesse contexto de todo mundo querer viver bem até mesmo lá dentro do Livro dos Espíritos a espiritualidade nos orienta ou esclarece que dentro desse contexto de justiça social cada qual ter aquilo que é necessário para viver bem faz parte de uma boa experiência en quanto encarnado E aí Richard Posner ele apresenta uma perspectiva Econômica segundo a qual o estado seria bastante intervencionista para eh não apenas distribuir a riqueza mas também criar riqueza através da criação de instituições e bens que possam prover benefícios à população e a perspectiva capacitá de am martia 100 que é um autor mais novo mais recente com a ideia de que eh a justiça ela não deveria ser avaliada em termos binários no sentido de ah nesta Sociedade existe Justiça ou não existe Justiça enfim Aqui nós temos então uma multiplicidade de teorias da Justiça que nos mostram a complexidade desse tema Em contrapartida de repente ao analisarmos a as convergências e as divergências entre Justiça humana e justiça divina podemos ter uma falsa impressão de simplicidade é essa falsa impressão que eu quero afastar da mente de vocês para que vocês possam fazer a crítica dessas apresentações ou dessas ideias que nós vamos apresentar a partir deste momento em primeiro lugar nós podemos perceber que existe uma complexidade bastante Ampla no que se refere à justiça sob o enfoque humano antes de mais nada porque sociedades mudam o ser humano muda e aquilo que parece justo em determinado do momento histórico no momento seguinte pode ser considerado absolutamente injusto a ponto de criar-se um ambiente de revolução dentro de uma sociedade de tal forma que uma estrutura social que está convivendo razoavelmente
momento seguinte pode ser considerado absolutamente injusto a ponto de criar-se um ambiente de revolução dentro de uma sociedade de tal forma que uma estrutura social que está convivendo razoavelmente bem pode ser dizimada como tantas vezes a história recente da humanidade nos tem mostrado então nós temos exemplos com a Revolução Francesa nós temos exemplo com a revolução cultural na China com a Revolução Russa todas essas concepções todas essas revoluções vieram quebrar estruturas sociais que pareciam estáveis em determinado momento e de repente tudo aquilo que parecia sólido desmancha no ar Como diz Marx lá no seu Manifesto Marx e engels então eh a impressão que se tem inicialmente é de que a justiça divina seria bem mais simplificada do que a justiça humana se nós considerarmos que a justiça divina ela é a mesma sempre Deus não altera os seus critérios de Justiça o homem é que à medida que o tempo passa altera os seus critérios é claro que falar em simplicidade da justiça divina o nosso cérebro ele é adaptado ou o nosso espírito é adaptado para tentar simplificar todas as coisas e parece que essa simplicidade seria uma simplicidade absoluta não é bem isso tanto que existem múltiplos fatores que são considerados na justiça divina para cada caso para cada situação e as vezes com muito mais abrangência do que a própria Justiça Humana porque a justiça humana considera o fato de hoje e a justiça divina considera o fato de eras eras de encarnações O que significa uma amplitude bastante grande mas o fato de ser permanente o fato de ela ser estável o fato de ser uma que está posta desde sempre vai continuar sendo ela como um parâmetro de segurança isso sim daria um critério de simplicidade na justiça divina nós temos a concepção de que a cada Qual é dado segundo suas obras essa expressão inclusive ela é usada pelo instrutor Ribas no livro e a vida continua que foi escrito por André Luiz a respeito da experiência de Evelina e de enfim já me falha a memória mas o casal ele vem e vai se
inclusive ela é usada pelo instrutor Ribas no livro e a vida continua que foi escrito por André Luiz a respeito da experiência de Evelina e de enfim já me falha a memória mas o casal ele vem e vai se reestruturando e reestruturando todo o grupo familiar a que pertence e aí Ribas vem e faz essa observação de que de acordo com a justiça divina a cada qual será dado de acordo com a suas obras e essa é uma concepção bem diferente da Justiça humana segundo a qual a cada um é dado o que é seu notem que essa ideia de dar o que é seu tem todo um contexto utilitarista um contexto de apropriação um contexto de dizer ah eu tenho direito a determinado bem eu eu tenho direito a determinada situação e aí com isso nós eh no contexto da Justiça humana muitas vezes até mesmo transcendemos o aspecto da Equidade da distributividade de acordo com as teorias que eu comentei e eh nos apropriamos ao passo que segundo o Livro dos Espíritos a justiça portanto ser um viés da justiça divina consiste em cada um respeitar os direitos dos demais o que significa uma outra divergência entre a justiça humana e a justiça divina porque a humana estaria fundada em direitos eu quero que os meus direitos sejam respeitados eu vou lutar pelos meus direitos eu quero a aquilo que é meu o que é meu ou que é do meu grupo ou o que é da minha família ou o que é da minha nação enquanto dentro do contexto eh em que Divino em que a justiça consiste em cada um respeitar os direitos dos demais ela seria uma Justiça fundada em deveres no qual eu vou pensar em quais são os meus dever para com o meu próximo eu não vou me posicionar querendo receber os meus direitos até porque dentro do contexto Divino a cada qual será dado de acordo com as suas obras e se as minhas obras forem boas eu vou receber de acordo com elas se forem más também então eu não preciso ficar preocupado com o que eu vou receber eu preciso ficar preocupado com de que maneira eu vou cumprir o meu dever para respeitar os direitos dos outros essas serão as minhas obras e na
u não preciso ficar preocupado com o que eu vou receber eu preciso ficar preocupado com de que maneira eu vou cumprir o meu dever para respeitar os direitos dos outros essas serão as minhas obras e na medida em que eu as realize eu receberei aquilo que eu faço justo isso nos lembra aquela passagem em que Jesus aponta né dizendo assim olhai os lírios do campo nem Salomão em toda a sua glória se vestiu como eles e no entanto Deus Cuida deles quanto mais cuidará de vós e nós na nossa imperfeição ainda vivemos preocupados com aquilo que é o nosso direito já nos preocupamos sim com os nossos deveres e Isso é ótimo é sinal que nós estamos a caminho mas podemos acelerar prestando um pouco mais de atenção aos nossos deveres de qualquer forma nós podemos encontrar uma convergência entre as concepções de Justiça humana e Divina quando percebemos que elas têm uma base moral é claro que a base moral da Justiça humana está relacionada a cada grupo no qual se insere a ideia de justiça e a cada tempo histórico Então já Houve tempos em que era justo algumas pessoas serem escravizadas por outras já houve tempo em que era justo as mulheres se subordinar aos homens serem mantidas em casa afastadas da vida no âmbito social eu tô usando no passado porque tô pensando um pouco no Brasil mas nós podemos usar essas expressões no presente Porque ainda hoje na face da terra existem lugares onde a condição de determinadas pessoas é tão servil tão servil que é como se fosse uma escravidão e existem lugares na terra em que que as mulheres estão absolutamente sob o domínio masculino Então nesse contexto nós percebemos que hoje no planeta nós temos aí situações em que a concepção moral do ser humano ela eh é relativizada pelo grupo que a vivencia mas de qualquer maneira existe uma base moral e é interessante not notarmos que esses ambientes Onde existe uma grande exigência com eh discriminação em castas com restrição das liberdades são ambientes teocráticos ou seja são nações nas quais a religião é
ssante not notarmos que esses ambientes Onde existe uma grande exigência com eh discriminação em castas com restrição das liberdades são ambientes teocráticos ou seja são nações nas quais a religião é preponderante no Exercício da política e portanto no Exercício jurídico o que nos leva sempre aquele pensamento Ou aquele sentimento de cautela porque as teocracias TM uma tendência de serem ditatoriais pelo menos na história da humanidade parece que sempre foi assim bem um outro aspecto a respeito ou de convergência entre aqui a gente precisa ser atirador de elite para acertar o o o Gerson falou que eu sou Capitão do exército né e ele é Coronel ele acertaria melhor do que eu enfim um outro aspecto de convergência da Justiça humana e da Justiça de Divina é que elas propiciam a convivência social construtiva sim porque onde não há Justiça onde não existe um exercício de comando estatal de ordenamento não há como construir uma sociedade isso não apenas a história mostra como também nós temos bem essa percepção ainda hoje no planeta Terra Olha o planeta terra pode est avançando nós temos aquela mensagem do Bezerra de Menezes que fala de 50 anos mas eu vou contar vai precisar de muito chicote no nosso lombo nesses 50 anos se for para adiantar porque do jeito que as coisas estão tá complicado ainda enfim Isso é uma observação minha tá pessoal não é observação da Federação não o problema de euv com uma federação é que às vezes né ah ele tá falando pela federação não é uma concepção da Federação é minha eu acho que precisa achar que precisa de chicote sou eu que tô falando enfim um aspecto da que é de divergência entre as duas então vem a ser o da relatividade da Justiça humana e o absoluto da justiça divina esse absoluto da justiça divina vai acontecendo conosco encarnados sem mesmo que nós tenhamos noção do que está acontecendo aliás muitas vezes nós achamos que estamos sofrendo e na verdade isso provavelmente é o resultado da aplicação da justiça divina nas nossas vidas nos nossos grupos
nhamos noção do que está acontecendo aliás muitas vezes nós achamos que estamos sofrendo e na verdade isso provavelmente é o resultado da aplicação da justiça divina nas nossas vidas nos nossos grupos sociais nas nossas nações Então essa relatividade está intrinsecamente ligada às percepções humanas que vão se aperfeiçoando com o passar do tempo a justiça humana ela tem muito o aspecto casuístico a justiça humana ela vai se inserir no contexto de acordo com determinada leitura que se faça da sociedade com base num certo entendimento então se nós temos uma sociedade teocrática ela estará baseada num texto religioso a justiça dessa sociedade estará baseada num texto religioso que será analisado de acordo com os interesses do momento se a sociedade for uma sociedade laica a justiça estará lastreada em textos de lei tudo bem que tem aquele aquele aspecto concet duino do direito principalmente no no âmbito do direito internacional mas em princípio tudo vai virando letra tudo vai virando escrito tudo vai virando texto de lei então haverá textos para se analisar e esses textos vão sendo criados de acordo com as necessidades e de acordo com os casuísmos se por exemplo nós temos um governo cuja concepção a respeito da Justiça é uma concep igualitária que depende da intervenção do estado esse governo vai passar a editar leis que vão interferir cada vez mais na vida das pessoas até haver determinadas interferências por exemplo não necessariamente econômicas Mas as coisas acabam extrapolando o campo econômico até haver determinadas interferências como propostas de lei para tirar a guarda de pais cujos filhos são obesos Porque se o filho é obeso é porque o pai não tá cuidando direitinho do filho Então tira guarda e entrega essa criança bom entrega para quem sei lá pro estado quem sabe o estado vai cuidar melhor do que os pais então eh a intervenção é tanta que dentro da família as coisas começam a acontecer pode dar-se isso sim funcionando Com base no quê no casuísmo Como o ser humano e a sociedade humana
or do que os pais então eh a intervenção é tanta que dentro da família as coisas começam a acontecer pode dar-se isso sim funcionando Com base no quê no casuísmo Como o ser humano e a sociedade humana são elementos em construção nessa construção às vezes surgem algumas coisas realmente absurdas já na concepção da justiça divina nós temos uma universalidade por quê porque aquilo que deve ser aplicado já está com previsão de aplicação desde sempre e vai ser aplicado onde quer que o ser se encontre não de acordo com os interesses momentâneos de certos grupos ou de certas pessoas ou de certa população mas de acordo com o interesse Divino de que cada qual receba de acordo com as suas obras então Aqui nós temos Esse aspecto de divergência enquanto a justiça humana é uma justiça em construção que se modifica historicamente a justiça divina tem um caráter de definitividade Deus não fica a cada momento mudando a lei ah espa um pouquinho agora eu tenho um povo escolhido Ah que legal eu tenho um povo escolhido então para esse povo escolhido eu vou fazer uma uma coisa joia aqui aí vou fazer que coisa joia Ah o meu povo escolhido tá indo para uma batalha mas ele não vai chegar em tempo porque vai ficar de noite então eu vou parar o cé o sol aí para o sol para dar tempo dos exércitos chegarem chegar chegar agora mata ele tinha acabado de dizer que não era para matar Mas enfim mata porque agora ele tá deixando matar então esses casuísmos evidentemente são situações humanas o aspecto da Bíblia quando nós olhamos a Bíblia nós temos que ter a concepção da Bíblia como um livro de histórias e não um livro de história histórias com finalidade de construção moral do ser humano e não história como uma narrativa de fatos que aconteceram exatamente dessa forma Então essa concepção literal da Bíblia de que o que tá escrito é o que aconteceu né acaba levando a um Deus parcial e é um Deus cuja Justiça seria uma justiça em construção e não é essa a ideia a justiça divina ela já vem definitiva para
a de que o que tá escrito é o que aconteceu né acaba levando a um Deus parcial e é um Deus cuja Justiça seria uma justiça em construção e não é essa a ideia a justiça divina ela já vem definitiva para nós no outro ponto nós temos que e essa é uma divergência bastante grande na justiça humana jadores são oos E aí eles ficam na dependência das provas e dos fatos que foram alegados pelas partes nos processos E isso quer dizer ficar na dependência de Perícias e erros periciais na dependência de documentos que deveriam ter sido produzidos e de erros nesses documentos na dependência da atuação eh das partes da maneira como as partes explicam os casos pros advogados da maneira como os advogados entendem a situação e repassam pro juiz Então são tantos fatores colocados no processo além das próprias ideologias do juiz porque um julgador que considere que o estado Deva ser intervencionista ele vai decidir sempre tendo em mente essa ideia ao passo que um outro julgador que entenda que o estado deve ser eh Liberal deve dar o máximo de liberdade para as pessoas e interferir o mínimo possível esse já vai decidir de uma forma diferenciada Como dizia o ministro marco Aurélio outro dia né o STF o Supremo Tribunal Federal que proferiu uma decisão 5 anos atrás não é o mesmo Supremo Tribunal Federal de hoje o que quer dizer que uma decisão assentada pelo STF 5 anos atrás se viesse a julgamento hoje poderia ser encarada de forma diferente então nós temos julgadores humanos ao passo que no âmbito da justiça divina o ador é Divino Claro que ele se utiliza de nós humanos encarnados ou desencarnados para fazer incidir também a sua justiça então quando nós lemos as obras que a espiritualidade nos revela e nós temos aí o Manuel Filomeno de Miranda fala alguma coisa Sempre toques leves André Luiz também tem alguns toques a respeito dessa atuação dos juízes no mundo espiritual inclusive até com oficial de justiça o oficial de justiça vem verifica fatos narra e situações então eh eh eh essas situações na
m alguns toques a respeito dessa atuação dos juízes no mundo espiritual inclusive até com oficial de justiça o oficial de justiça vem verifica fatos narra e situações então eh eh eh essas situações na espiritualidade também acontecem e nós temos eh âmbitos distintos existem certos ambientes de perturbação no mundo espiritual em que os julgadores se colocam pela força e os tribunais são constituídos de tal forma que o juiz ele é também o acusador então ele acusa e já Condena logo e já manda executar também na frente dele as coisas são rápidas lá assim meio parecido com a justiça chinesa não demora muito para fuzilar O Condenado Então as coisas são assim em determinados ambientes da espiritualidade Quando nós vamos para ambientes mais elevados a situação já fica muito mais eh bem cuidada digamos assim no sentido da aplicação da lei do amor da lei do amor e aí a a complexidade dos casos é analisada com muito mais amplitude de qualquer forma quando se trata de justiça divina o julgador é Deus nós temos no âmbito da Justiça humana então muita tecnicidade e o o lado técnico do processo entrou um processo então aqui vamos analisar com um caso mais recente só pro pessoal que não é da área jurídica entender um pouco né vai ter embargos infringentes ou não vai ter embargos infringentes no julgamento do Mensalão pronto Parou tudo aquilo que era do mensalão para discutir um aspecto técnico um aspecto da Lei processual cabem bagos infringentes ou não cabem bagos infringentes Ah então vamos deixar o julgamento pera aí aquilo que era a matéria aquela aquela discussão em torno dos crimes houve crime não houve crime para agora vamos pro lado técnico cabem embargos infringentes ou não cabem aí vira aquela situação Nacional toda por causa dos Tais embargos infringentes Isso é o quê tecnicidade cabe não cabe e tal atrasa não atrasa isso só para enrolar não é para enrolar fica aquela aquele debate todo enfim já na justiça divina o que se procura é estabelecer a harmonia dos seres com as leis
cabe não cabe e tal atrasa não atrasa isso só para enrolar não é para enrolar fica aquela aquele debate todo enfim já na justiça divina o que se procura é estabelecer a harmonia dos seres com as leis divinas então não se prende a tecnicidade mas sim há um esforço por harmonizar Os seres com as leis de Deus evidentemente não precisaria nem comentar em virtude dessa situação de uma justiça em que os julgadores são humanos uma justiça em que a preocupação com a tecnicidade às vezes é até maior do que a preocupação com a justiça em si nós temos aí uma falibilidade não por causa dos julgadores em si eu tô falando julgadores pensando em processo se nós tivermos uma ideia de Justiça mais Ampla dentro do contexto da sociedade toda o aspecto da Justiça começa na é a criação das leis quando vai criar uma lei O legislador estará sendo justo porque esse é um questionamento depois essa lei ela vai bater lá no poder judiciário mas antes de chegar no poder judiciário o legislativo se manifestou o Executivo se manifestou então uma lei que determina que se o filho for obeso os pais devem perder a guarda que houvesse essa lei é uma lei justa é uma lei injusta nós temos algumas outras leis algumas ideias por exemplo depositário infiel pode receber prisão civil não pode receber prisão civil o devedor de alimentos pode não pode leis que parecem justas em determinado momento podem ser consideradas injustas em tempos posteriores o menor de 16 anos deve ser e criminaliza humana e a infalibilidade da justiça Divina tudo bem que é um pouco digamos assim covardia comparar o ser humano com Deus né mas é importante pelo menos como ideia um aspecto de convergência entre ambas é a da compulsoriedade você vai ser atingido pela justiça humana e vai ser atingido pela justiça divina a gente nem tem ideia muitas vezes disso quando é jovem quando é criança até como adulto ideias como por exemplo exemplo Ah por que o meu nome tem que ser escrito dessa forma Por que o casamento é feito dessa maneira o casamento
vezes disso quando é jovem quando é criança até como adulto ideias como por exemplo exemplo Ah por que o meu nome tem que ser escrito dessa forma Por que o casamento é feito dessa maneira o casamento religioso vale Tem muita gente que acha que o casamento religioso já Supre todas as situações que não precisaria por exemplo de uma eh uma con de uma regularização no registro civil para que seja considerado casado diante da Lei civil e precisa da regularização então a pessoa dá mais importância pra religião do que pra Lei civil e eh isso acaba fazendo com que eventualmente ela se veja Surpreendida lá adiante ao saber que precisa ter o registro civil daquele casamento também então Eh nós temos aspectos compulsórios a respeito da da Justiça humana alguém que ao falecer Imagina assim ah eu vou deixar um certo património eu vou deixar tanto para tal pessoa tanto paraa outra tanto para outra eu posso deixar o que eu quiser eu posso deserdar um filho de quem eu não gosto eu queria deserdar no Brasil eu posso então esses aspectos vão nos atingindo fora os impostos eu não vou nem falar de imposto que é pra gente não baixar o nível Espiritual do ambiente enfim da mesma maneira é compulsória a lei ou a justiça divina apesar disso nós temos um aspecto interessante a justiça humana é burlándose determinada cena para cometer um homicídio e parecer que foi um suicídio e a ela escapa da Justiça humana mas a justiça divina é inescapável então a compulsoriedade da Justiça humana Depende de eh o o o órgão julgador de o estado conseguir fazer incidir aquela not aquela lei agora a justiça divina sempre será aplicável por mais que a pessoa pense que vai driblá-la um outro aspecto de convergência é o da intransferibilidade desde o velho testamento os primeiros livros do velho testamento já se dizia que cada um deverá responder pelo próprio pecado cada um responde pelo próprio crime o que até faria a justiça divina oscilante de novo porque ele não foi assim com com Adão e Eva né Adão e Eva
dizia que cada um deverá responder pelo próprio pecado cada um responde pelo próprio crime o que até faria a justiça divina oscilante de novo porque ele não foi assim com com Adão e Eva né Adão e Eva cometeram pecado e toda a descendência ficou pagando pelo que Adão e Eva fizeram então foi digamos assim uma grande injustiça com o resto da humanidade que podia até não aceitar aquilo que Adão e Eva fizeram mas depois disso né Deus então passou a considerar que cada um deveria responder pelos próprios pecados é claro que essa resposta podia se dar pelo bode expiatório sabem né o bode expiatório levava o bode lá pro altar aí O sacerdote sacrificava o bode aí o bode absorvia o pecado da pessoa e a pessoa saía livre do pecado do templo Isso é um problema sério no espiritismo por quê Porque nós temos concepções religiosas que dizem assim você acredita que Jesus é o cordeiro de Deus acredito você acredita que ele morreu para pagar os nossos pecados ele é o ele não é o bode de Deus porque bode ficou associado com o demônio né Ele é o cordeiro de Deus que foi levado ao sacrifício para resgatar os nossos pecados então se eu acreditar nisso eu tô salvo aí vem o espiritismo e diz assim a cada qual segundo as suas obras não tá salvo nada não você tem que se salvar e trabalheira talvez esse seja um dos motivos pelos quais eu vinha pensando porque será que o espiritismo né demora tanto para para para alcançar ele dá muito trabalho eu acho enfim mas pelo menos nós estamos mais próximos dessa justiça divina parece né enfim então nós temos Esse aspecto de ibilidade tanto na justiça humana quanto na justiça divina hoje e dentro de um contexto ocidental né porque outros contextos jurídicos que eu não conheço pode ser que ainda façam com que o filho pague pelo pai porque durante muito tempo isso aconteceu na história da humanidade filho Neto a família toda Paga pelo crime do sujeito um outro aspecto interessante que tem cada vez eh sido mais realçado no Brasil é o dessa conciliabulo se encontrarem superarem o
ória da humanidade filho Neto a família toda Paga pelo crime do sujeito um outro aspecto interessante que tem cada vez eh sido mais realçado no Brasil é o dessa conciliabulo se encontrarem superarem o trauma quando as situações são de lesões de pequena monta eh crises que não exigem em si uma atuação ríspida do Estado as pessoas são trazidas para determinados determinadas reuniões de conciliação e agora com mais profundidade ainda na tentativa de fazer com que as pessoas Conversem entre si e restabeleçam o diálogo por meio da mediação judicial o Cristiano torque inclusive recentemente se formou como mediador e tá feliz da vida porque é toda uma concepção voltada para uma Justiça restauradora das relações entre as pessoas então Eh essa conciliabule individuais sim nessas relações torna-se cada vez mais estimulada a ideia de conciliação e de mediação e muito mais na justiça divina que chega a colocar dentro da mesma família pessoas espíritos em crise para que resolvam E se o negócio for muito muito muito apertado dois num corpo só aí nasce os xifópagos apertado um no outro Ah não querem dar certo separado então V amarrar um no outro para ver se funciona acaba funcionando enfim outro aspecto interessante é que a justiça divina ela está eh gravada na consciência do ser ela é portanto interior Onde está gravada a lei de Deus na consciência de cada um ao passo que a justiça humana ela é exterior a gente tem que estudar tem que sentar Tem que ler tem que entender tem que absorver que o digam os concurseiros né a gente faz o concurso estuda estuda estuda estuda estuda e aí acha que sabe e enfrenta a prova aí descobre que não sabe o suficiente ainda para passar o degrau daquela prova que o digam aqueles que foram aprovados no concurso e são felizes da vida porque foram aprovados a Gama de conhecimento que se exige hoje é uma coisa impressionante mas é tudo exterior não é interior não é aquilo que fica apertando a consciência dizendo assim você fez errado você fez errado faz o
a Gama de conhecimento que se exige hoje é uma coisa impressionante mas é tudo exterior não é interior não é aquilo que fica apertando a consciência dizendo assim você fez errado você fez errado faz o certo enfim nós temos na justiça o humana uma superficialidade voltada muitas vezes somente para as relações externas as as intenções Mou tem muito pouco valor no âmbito da Justiça humana já no âmbito da Justiça humana da justiça divina tem um valor imenso porque Deus Analisa aquilo que a pessoa pretendia se a pessoa pretendia algo maior e só não realizou porque foi menor isso tem um peso considerável na justiça divina volta-se portanto muito mais para a essência das relações outro aspecto que nós poderíamos levantar é o da fragmentação da Justiça humana e da completude da justiça divina por mais que o ser humano tente fechar toda a sociedade por meio da Justiça sempre há lacunas a serem colmatadas sempre existem lacunas que precisarão ser fechadas normalmente pela atuação do Poder Judiciário que vai suprir essas lacunas por meio de decisões E aí essas decisões Vem vindo uma atrás da outra no mesmo sentido formam jurisprudência consolida-se e de repente acaba virando lei ao passo que a justiça divina não tem lacunas ela abrange todas as situações até Aquelas que nós ainda não temos condições de mensurar pelo nosso estágio espiritual ainda de espíritos em início de evolução um aspecto interessantíssimo é que quando se trata de Justiça humana via de regra a pessoa procura afastar de si uma desfavorável o sujeito pode por exemplo ser um criminoso e ele procura afastar aquela aquela sentena de todo modo ao passo que no contexto da justiça divina de acordo com as narrativas que nós tivemos oportunidade de ler a pessoa se sente tão inferior ela se sente tão fora de de algum direito de estar no mundo espiritual no ambiente melhor que ela pede para reencarnar e resgatar a culpa que a está afligindo aquilo dói tanto a vergonha é tão intensa que ela pede para nascer de novo ela pede para se esconder na Carne
al no ambiente melhor que ela pede para reencarnar e resgatar a culpa que a está afligindo aquilo dói tanto a vergonha é tão intensa que ela pede para nascer de novo ela pede para se esconder na Carne porque a carne dá um esquecimento abençoado e ela pede para começar de novo para tentar fazer certo dessa vez Então muitas vezes muitas vezes o que o espírito busca é a sua própria responsabilização nós pedimos para ter determinadas dificuldades na nossa vida para que a aprendamos a superá-las e para que resgatemos o nosso passado e o triste é que às vezes depois de encarnados nós esquecemos disso E aí cometemos erros de novo a justiça humana Pensa numa vida só e a justiça divina ela é reencarnacionista o painel é muito mais amplo então esses são alguns aspectos de convergência e divergência entre Justiça humana e justiça divina que eu pensei em repartir com vocês hoje espero que vocês tenham críticas e possam apresentá-las se não houver oportunidade de apresentá-las hoje eh que possam apresentar mais adiante nós estamos sempre nos encontrando eh se vocês mandarem pro e-mail do Gerso ele encaminha e-mail para mim pra gente ir aperfeiçoando quem sabe essas ideias Muito obrigado a todos que Jesus esteja conosco Então nesse momento Nós abrimos a perguntas perguntas perguntas o Celso aceita até críticas segundo ele além de perguntas microfone ali por favor som teste eu vou fazer uma pergunta aqui que o nosso professor Eu sempre gostei dele porque ele é explicativo El ele esgota o assunto se eu digo que já trabalhamos juntos com conhecimento de causa naquela situação eh os advogados na justiça humana que é a recorribilidade e não na Divina é irrecorrível já quer logo Desc para cumprir poderia usar nesse sentido também essa resposta da aceitabilidade do resultado vamos ver se eu entendi a pergunta do Senhor vamos ver se eu entendi a pergunta do senhor o senhor tá perguntando and sobre eh se o o o ser o advogado seria afastado no caso daid quando tem uma decisão que é Divina já aceita já quer
ta do Senhor vamos ver se eu entendi a pergunta do senhor o senhor tá perguntando and sobre eh se o o o ser o advogado seria afastado no caso daid quando tem uma decisão que é Divina já aceita já quer logo reparar e a outra quer recorrer para poder derrubar não aceita é advogado no sentido que era um instrumento de falando de advogado não o que quer dizer você quer dizer com relação à parte né que vai recorrendo recorrendo é obrigado é eh esse esse é um aspecto que a gente fica pensando né Tá ruim esse ah tá a pergunta que ele tá se referindo é a seguinte na justiça humana as partes a parte que fica vencida ela recorre Então perdeu n o sujeito propôs por exemplo uma ação de inação por anos Morais aí ele perdeu não fica satisfeito recorre né E aí vai recorrendo até chegar no STJ no STF todos os se puder chegar na corte internacional de Justiça chega inclusive nós temos o caso de uma pessoa aqui no estado de Mato Grosso do Sul que eh criou conflito com todos os desembargadores suscitou exceção de suspeição de todos os desembargadores dizendo que todos queriam prejudicá-lo e querendo que os o caso dele fosse julgado pelo Supremo Tribunal Federal e ele foi para a corte interamericana de Justiça né corte interamericana de justiça e e mas era uma pessoa eh que tem a mania de litigar tem gente que é assim né tem que litigar tem que brigar com todo mundo agora o que o desador tava perguntando é isso Esse aspecto de recorrer a parte que ficou vencida ela recorrer recorrer recorrer estaria dentro desse contexto de inace abilidade muitas vezes sim o que a gente percebe é que a pessoa Às vezes sabe que tá errada sabe que deve mas não quer cumprir o seu dever então o que que ela fica fazendo ela fica enrolando enrolando enrolando enrola o que pode enrolar tá bem dentro desse contexto mesmo parece né Doutor bem dentro dessa ideia agora o que vai acontecer com esse sujeito quando ele estiver submetido à justiça divina o que vai acontecer com ele quando ele compreender o que fez de
o mesmo parece né Doutor bem dentro dessa ideia agora o que vai acontecer com esse sujeito quando ele estiver submetido à justiça divina o que vai acontecer com ele quando ele compreender o que fez de errado né O que vai acontecer com ele quando ele perceber que toda a sua conduta foi uma conduta imprópria aí de repente ele vai falar assim eu quero reencarnar e eu quero eu não quero que nenhum negócio meu dê certo eu quero que toda a vida quando tiver dando certo o negócio eu vou falir e vai passar uma vida quebrando né né para aprender a respeitar aquilo que é direito dos outros alguém mais gostaria som primeiro te agradecer pela palestra sempre muito boa e segundo eu queria propor uma discussão com relação ao julgador Porque você diz assim do julgador humano que a gente sabe que tem mas do julgador que exe um será que as leis divinas por serem perfeitas elas não são autoaplicáveis Eu particularmente não consigo ver Deus como alguém que julga o certo ou errado existe o certo o errado é o ignorante então será que com relação ao julgador a divergência seja o julgador Divino não existe Gerson você faria uma gentileza de anotar isso para mim é uma ótima pergunta e né Eu não tenho resposta aliás até Esso é uma coisa que eu eu queria eu eu comentei até com o Ireni esse trabalho magnífico que a ag e a AM tem feito de nos reunir uma vez por ano eh a talvez e ele tava com concordando com essa ideia você quer falar eu tava concordando com essa ideia de estar na hora de dar o próximo passo porque o que acontece quando eu vou fazer uma palestra nós temos essa concepção que é uma concepção muito correta dentro do ambiente Espírita quando eu vou fazer uma palestra pro passe eu vou abrir e vou fechar porque eu preciso fechar as ideias dentro do contexto que é o da palestra pass quando eu vou dar uma aula para os jovens quando eu vou dar uma aula nod eu tenho que abrir e fechar as ideias dentro dos postulados espíritas quando eu vou fazer uma palestra para um público heterogêneo também porque aqui nessas
ra os jovens quando eu vou dar uma aula nod eu tenho que abrir e fechar as ideias dentro dos postulados espíritas quando eu vou fazer uma palestra para um público heterogêneo também porque aqui nessas situações o que nós vamos é idei que são ideias e concretas e que estão já consolidadas dentro do ambiente Espírita mas aí acontece um problema eu vou preparar uma palestra para vir falar aqui aí eu ando para um lado ando pro outro eu fico com mais dúvidas do que com certeza mais abre do que fecha quem sabe o próximo passo seria nós propicios as reuniões em que nós estivéssemos em grupos de discussão e não numa estrutura de palestra com perguntas e respostas e nos grupos de discussão nós discutirmos as nossas dúvidas eu tava eu tô meio de super pai esse f de semana porque minha filha mudou esse fim de semana para São Gabriel doeste até eu vou conversar com vocês depois pois é mudou esse fim de semana para lá então e eu tava ajudando a mudança você sabe como é que é né fura uma coisa aperta outra coloca chuveiro Liga luz toma choque essas coisas básicas quando tem mudança E aí eu vim correndo de São Gabriel para cá e quando eu tava vindo eu tava alinhavando essas ideias porque é um negócio engraçado a gente tem uma vida toda de trabalho intelectual aí repente jogado numa situação que você começa a mexer parece que destampa alguma coisa no cérebro você começa a limpar algumas ideias e aí eu vinha pensando né colocando questionamentos que podem ser questionamentos inclusive tolos Mas se a gente não questiona por exemplo e teros sociológicos termos sociológicos por o espiritismo não atingiu a população em geral por qu nós somos no Brasil eu li uma reportagem agora da esté eu não sei se eu me lembrei direito mas somos cerca de 3 milhões de espíritas 36 milhões de simpa Por que só 3 milhões alguma coisa tá acontecendo Cadê os nossos sociólogos espírit o espiritismo no Brasil é espiritismo de Elite Por que que é espiritismo de Elite porque a gente estuda quem é que vai ser esp aquele
hões alguma coisa tá acontecendo Cadê os nossos sociólogos espírit o espiritismo no Brasil é espiritismo de Elite Por que que é espiritismo de Elite porque a gente estuda quem é que vai ser esp aquele camarada que tá estudando lá que tá aprendendo é claro que uma pessoa que ainda não tem condição de estudo né e muita gente não tem essa condição no Brasil vai ter dificuldade de compreender de estudar de ler os livros mas até alguns livros eh eh de André Luiz por exemplo as pessoas não chegam a ler mecanismo da mediunidade evolução em Dois Mundos Então o que acontece algumas dúvidas vem surgindo o espiritismo encontra certo respeito porque ele tá associado à caridade à prática da caridade ou seja assistência social mas as outras religiões também estão fazendo isso o que mais eu tenho a impressão atica do direito e é que a pessoa é é o só botando na pergunta do Dr Quem perguntou foi o Dr d e eu sei que por outros motivos dois companheiros não tiveram a oportunidade de ouvir minha palestra que trata justamente do mecanismo da Justiça na R cidade e justamente o André Luiz né na sua série eu aqui mostrei né o nosso planeta como é que são as formas casos concretos mostrando como são julgadores divinos é claro que a justiça divina como eu falei ela Visa sempre a Regeneração do espírito Nós encarnados é que lavamos nossa própria sentença lembram disso quando nós desencarnamos de acordo com a nossa veste oficial nós vamos habitar uma daquelas ses esferas E é claro E é claro que depois da purgação né Depois de toda aquela passagem pelas zonas purgatori Aí sim vem o arrependimento aí nós vamos pros pros socorros né De acordo aí com o merecimento E aí vamos para as colônias cidades paraas mansões no Brau e aí eles vão examinar os nossos processos de corrigenda E é claro que todos esses recursos não fica só aquele nível viu que numa das Mansões vai para o ministério da Regeneração e auxílio e depois lá da nossa sexta esfera onde tá gênios angélicos como diz o André luí o her são eles que analisam né os recursos
nível viu que numa das Mansões vai para o ministério da Regeneração e auxílio e depois lá da nossa sexta esfera onde tá gênios angélicos como diz o André luí o her são eles que analisam né os recursos extraordinários e sempre visando o nosso aperfeiçoamento sempre visando o espírito então sentenç somos nós mesmos que gravamos né gravamos tudo no nosso DNA espiritual e automaticamente igual o imã nós somos levados para as regiões que é afins a nós o abismo ou trevas ou umbal ou arte futur cência você veja que é de acordo com a nossa veste que nós vamos né acender ou descer regiões para regiões purgatori Depois eu mando para os senhores aí o powerp eu acredito que é que o companheiro realmente ficou falando sempre justiça divina sempre levando a Deus Deus realmente deixa suas leis imutáveis e esses gênios tuteláveis né esses arquitetos divinos é que que fazem né que os desígnios da Providência possam ocorrer falar com todos nós e em todo o universo E aí a gente acaba tendo de qualquer maneira né essa ideia né Deus julga o Era exatamente isso o que eu tava pensando agora H pouco dentro da pergunta que foi feita o no livro Sexo e destino o André luí fala lá do do juiz Amantino né nas regiões espirituais no templo da da Justiça então vários processos eh referentes a pessoas que estão no mundo espiritual e até pessoas que estão no mundo físico então eh eh dependendo das nossas ações eh o nosso projeto reencarnatório poderá sofrer mudanças então foi lá apresentado eh um caso para que o André Luiz acompanhasse de Ira veletri então ir veletri ela tinha reencarnado na terra há 36 anos ela se casou aos 18 e aos até os 26 ela ficou junto com o marido aí ela resolveu seguir uma uma vida mudana entregando-se à prostituição porque o marido não podia lhe dar tudo que ela queria Principalmente um luxo exagerado então dos 26 aos 36 ela estava naquela vida de desequilíbrio na área da sexualidade então mãe dela eh tinha sido deliberado lá na justiça e no plano espiritual esse Amantino esse juiz Amantino tinha
o então dos 26 aos 36 ela estava naquela vida de desequilíbrio na área da sexualidade então mãe dela eh tinha sido deliberado lá na justiça e no plano espiritual esse Amantino esse juiz Amantino tinha analisado o caso dela e a mãe dela foi lá pedir né que a fosse feita alguma coisa pela filha dela E aí ela o mentor Félix ela entregou para ele falou Félix Olha eu não aceito uma coisa dessa minha filha se é internada do manicômio que mãe que aceita isso aí ele disse para ela ó a situação da sua filha assim assim assim e aí realmente não tinha outra outra situação e ele disse para ela muitas vezes minha filha a o Manicômio na terra é uma abençoada oportunidade de se refazer as nossas vidas quantos de nós temos filhos amados lá internados então Há sim no plano espiritual atuação de juízes de pessoas que organizam toda essa aplicação da justiça divina né dentro daquilo que foi Essa justiça que é descrita no plano espiritual ainda é a justiça humana os tribunais organizados no plano espiritual ainda são referência à justiça humana a diferença principal é que a justiça do encarnado é uma justiça punitiva repressora e essa outra Justiça já é uma Justiça mais voltada para trazer o indivíduo a harmonização mas a justiça divina que é emanada de Deus como causa primária origem de todas as coisas ela não tem julgador eu acho que esse ponto é na minha cabeça o que veio foi isso então nos planos espirituais sejam quais forem as esferas são seres humanos espíritos em graus variados de evolução que estão se organizando para elevar a humanidade à justiça divina mas a justiça divina em si aind Eu ainda acho que não tem julgador deixa eu passar o microfone aqui deixa olha eh só para dar um uma contribuição uma perspectiva quem sabe dessa questão que o companheiro Décio eh suscitou eh o julgador na verdade a questão 621 nos diz que as leis divinas como elas estão gravadas na nossa consciência então o julgador seríamos nós então ao longo da nossa jornada trajetória evolutiva na medida em que nós nos
dade a questão 621 nos diz que as leis divinas como elas estão gravadas na nossa consciência então o julgador seríamos nós então ao longo da nossa jornada trajetória evolutiva na medida em que nós nos aproximássemos da vivência da compreensão dessa lei Divina nós teríamos condição nos aproximariam também ao mesmo tempo daquelas bem-aventuranças então a prática da Lei Divina essa consciência daquilo das nossas possibilidades dos nossos equívocos também das bem-aventuranças então o julgador na verdade somos nós mesmos a nossa consciência que é vai sendo descortinada na medida das nossas existências da nossa trajetória quanto mais nós aproximamos dessas leis divinas da sua prática da sua compreensão da sua vivência Nós também nos tornamos bem-aventurados porque em consonância em perfeita sintonia com essas mesmas leis nos Nosso propósito é nossa é a nossa consciência que faz com que nós nos movamos em direção a essas leis divinas eu o detalhe interessante porque nós temos horário n não sei como é que tá o nosso horário notem o que aconteceu nesses momentos que é isso que interessa PR proposta que eu tava apresentando nós a discutir a questão Essa é a ideia como é que é tem o julgador não tem o que você quer dizer com julgador divino julgador Divino para você é a justiça na espiritualidade ou é uma coisa diferente porque são coisas n quando você fala na justiça na espiritualidade ainda no contexto da Justiça humana isso é justiça divina até ponto questão é não vamos fechar aqui eu só tô falando que é super legal nós termos oportunidade de discutir dúvidas que é muito mais bacana do que eu fic aqui uma porção de coisas eh nós termos esse Fórum de discussão que é um fórum mais homogêneo porque nós todos somos espíritas com bastante tempo nós eu acredito que muita gente também tem dúvida não sou eu o proprietário das dúvidas todas né um aspecto com relação à Medicina por exemplo até que ponto a mediunidade deveria ser utilizada como auxiliar na medicina até que ponto um amigo nosso lá o esposo Deli
roprietário das dúvidas todas né um aspecto com relação à Medicina por exemplo até que ponto a mediunidade deveria ser utilizada como auxiliar na medicina até que ponto um amigo nosso lá o esposo Deli José Luiz Ele tava dizendo que uma pessoa aparentada na família não lembro se é a cunhada dele uma pessoa que ela de repente tá tá desenvolvendo uma mediunidade assim ela tá olhando para uma pessoa de repente abre-se o corpo da pessoa ela enxerga o interior do corpo e ver a coisa funcionando mal lá dentro Ó eu não sei nemum nome dessa mediunidade Alguém sabe nã não uma coisa super não poderia ser um mecanismo Fantástico para auxiliar por que que a mediunidade ela tá colocada só dentro da casa Espírita da maneira como a gente vê e até mesmo ainda dentro desse contexto da da da mediunidade né Eh o o eu eu não tenho tempo de trabalhar o lado mediúnico porque esse negócio de preparar aula minha psicofonia Ela tá toda voltada pras aulas essas coisas que a gente faz né mas houve um tempo que eu falei assim porque eu já Participei de reunião e já percebi que tem essa essa possibilidade aí eu falei assim eu gostaria de participar da reunião mas eu gostaria de fazer assim como um mecanismo de controle para mim para eu saber que não sou eu para eu saber que é um espírito ali eu gostaria de pegar abrir um livro deixar aberto numa página e vir paraa mesa de trabalho e se algum espírito se comunicar por mim que ele comece dizendo qual é a página que tá aberta no livro porque aí eu vou confiar um pouco mais naquilo que tô fazendo não é verdade aí eu fui desestimulado porque essa ideia de controle talvez não fosse muito adequada então claro eu não não foi ficou só nisso também não avancei nessa Mas não seria uma coisa interessante para se pensar talvez ou para se debater o que eu quero dizer é assim quem sabe o ir beni tava comentando a dificuldade que é conseguir organizar um evento Quem sabe aqui né a gente consegue encontrar pessoas que se dispõe a falar assim vamos montar umas
o dizer é assim quem sabe o ir beni tava comentando a dificuldade que é conseguir organizar um evento Quem sabe aqui né a gente consegue encontrar pessoas que se dispõe a falar assim vamos montar umas mesas vamos vamos fazer o debate vamos vamos conversar ao invés de ouvir vamos aí poderia ser super legal também Quem sabe né fica a proposta apenas 150 anos é uma doutrina muito nova ainda ainda tem muito Campo que se discutir que se abrir que se pesquisar e se encontrar muitas explicações para dúvidas que nós temos ainda e as dúvidas é que levam a perquirição a a procurar a desvendar e a chegar à conclusão indústrias repartidas mas não a gente ter pressa de que agora o espiritismo Já resolveu todos os problemas não nem pode ser adivinho também ver que tem página lá vai ser adivinho não pode é dá tempo que o espiro precisa de tempo já se deu sobre espiritismo a primeira palavra a última jamais será dada dentro do contexto eh da Justiça humana Eu também entendo que é um contexto da justiça divina a justiça humana ela se ela é é um como se fosse um departamento da justiça divina também então é um contexto muito maior às vezes nós queremos as coisas compartimentadas onde é que termina uma onde é que começa a outra nós estamos no mundo imenso que a casa de Deus então toda essa Justiça aplicada no mundo físico ou no mundo espiritual faz parte da justiça divina como coordenador também filho de Deus viu a gente hoje saiu os companheiros do Bezerra comentando sobre isso não se dá para visualizar Deus coordenando um tribunal né como nós aqui em alumo como você dis na natureza tão perfeito planejamento Que ele vai colocar o espelho da verdade de frente com cada um de nós e Analisa e julga né jamais ele vai precisar nos julgar né podemos fechar então nós queremos agradecer mais uma vez ao Celso pela brilhante apresentação conseguiu até várias perguntas aqui né ação nós agradecemos a participação de vocês
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