Evangelizadores e família, parceria de amor. Com Sandra Borba
O Encontro Estadual de Evangelizadores Espíritas 2026, contará com a participação online de Sandra Borba - educadora, evangelizadora, ex-presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Norte e coordenadora adjunta da Área de Infância da FEB. Junte-se a nós, e acompanhe "Evangelizadores e família, parceria de amor."
É, então parece que a nossa a nossa transmissão ficou prejudicada. Eu não sei até que ponto >> não, mas eles vão gravar. Ela disse vão gravar. >> Então eu vou só repetir, pessoal, eh, da nossa querida Sandra, a alegria de estarmos aqui com ela. E eu estava dizendo que ela dispensava a apresentação, mas mesmo assim eu vou dizer. Ela é educadora, evangelizadora, presidente da, foi presidente da Federação Espírita de do Rio Grande do Norte. Atualmente ela é diretora adjunta da infância da Federação Espírita Brasileira, tem vários livros também, né, com relação à evangelização. É um prazer tê-la aqui conosco. É um prazer ter todos vocês aqui conosco aqui no presencial, aqui no lá no interior do estado, de outros estados acompanhando a nossa querida Sandra. O nosso tema vai ser evangelizadores e família. Parceria de amor. E agora não sei se vai dar certo, Letícia. Fica atenta aí. Nós vamos pedir para que o pessoal para você ver, Sandra, o pessoal do que está no salão e que vai te dar um alô, tá bom? Olha aí, ó. Aê, faz barulho aí, pessoal. Manda um beijo pra Sandra. Olha, tá filmando aí para você. [risadas] Aê, muito bem. >> Eita, povo animado. Olha a chuva aí. Olha a chuva aqui também. Obrigada, pessoal. Agora então é com você, viu, minha querida. >> Olha, eu gostaria primeiramente de dizer >> muito obrigada. É uma alegria imensa e dizer que eu adorei minha foto aí nesse nesse card, porque eu tô de colar, que você sabe que eu sou a rainha dos colares, né? Então eu tô muito feliz, tô tão bonita que chega, fiquei emocionada, rejuveneci um bocado de tempo. Alegria imensa sempre estar com vocês, esse estado maravilhoso, Mato Grosso do Sul, né? Iss hoje é um bendito entre as mulheres. As mulheres é que mandam nele. A última palavra é dele. Vocês estão certas, né? Então alegria >> Sandrinha, só um pouquinho, meu amor. Sandrinha, só um pouquinho. Eu preciso dar um recado rápido aqui. Tem um carro de Tem um carro aí, pessoal, da placa Q V2 J32. É um Nissan da PR. Parece que tá numa
ndrinha, só um pouquinho, meu amor. Sandrinha, só um pouquinho. Eu preciso dar um recado rápido aqui. Tem um carro de Tem um carro aí, pessoal, da placa Q V2 J32. É um Nissan da PR. Parece que tá numa garagem. É isso. >> É, tem que tirar da onde ele tá. >> Tem que tirar de onde está. Tá bom. Tem o pessoal aí embaixo que vai ajudar agora com você mesmo, minha querida. Até mais. É >> aí. V vocês aí no discípulos evocando don virgens. É muito bom. Isso. É sempre >> eh muito reconfortante e principalmente alegre, né, pro nosso coração. Bem, aqui eh em Natal nós estamos em chuva. Desde ontem, muita chuva, muito trovão, relâmpago, alargamentos, mas o coração sempre em festa e feliz pela oportunidade da participação eh em atividades vinculadas à formação de evangelizadores. Bem, a minha amada Eliete eh nos propõe uma reflexão em torno do tema evangelizadores de família, uma parceria de amor. E a gente começa fazendo uma rápida digressão histórica, lembrando que a educação, como todo e qualquer processo social, tem também a sua história, né? tem o seu desenrolar ao longo do nosso tempo. Então, se nós formos buscar, por exemplo, a o surgimento das primeiras organizações, ou nem digo de organização exatamente, mas dos primeiros grupos sociais, nós vamos ter a chamada educação primitiva, onde a educação ela se dá de maneira informal, oralizada, né, de maneira difusa e principalmente comunitária. todo mundo, eh, vamos dizer assim, se responsabiliza pela orientação da geração que vai chegando. E essa educação, ela tem um tríplice foco, né, que seria exatamente a sobrevivência, poder passar determinadas práticas em especial, né, de aquisição de alimentos, de defesa em relação às intempérias, em relação ao ataque dos animais e assim por diante. adaptação, é o segundo foco, adaptação da criançada ao meio e principalmente já aí com o formato mesmo e sendo da época primitiva da chamada transmissão, né, das tradições, dos seus conteúdos, principalmente religiosos, principalmente mágicos e assim por
meio e principalmente já aí com o formato mesmo e sendo da época primitiva da chamada transmissão, né, das tradições, dos seus conteúdos, principalmente religiosos, principalmente mágicos e assim por diante. E tudo isso se dá via o processo mais, vamos dizer assim, antigo da educação, que seria exatamente a imitação. As crianças, elas são induzidas os jovens a imitarem o que os adultos faziam. Mas ainda assim nós vamos encontrar, mesmo nesses grupos primitivos, as chamadas narrativas orais, né, os rituais, rituais religiosos, rituais de passagens. Então, quem foi ou é da área de educação, sabe exatamente do que estamos falando. Mas o que que vai ocorrer com essa educação? É que ela vai desenvolver o processo então de socialização nesse meio da criança, não é? Então, é importante que a gente entenda que a comunidade toda era responsável, não havia exatamente áreas específicas ou especializadas de conhecimento. E aí nós vamos encontrar a importância, obviamente, sempre da mãe, tá? Desculpem meus papais, mas a mãe sempre desenvolvendo essa atividade considerada mais importante. E aí também nós vamos ter os chamados líderes, né? tanto líderes, vamos dizer assim, do campo mais entre aspas eh, de lutas, de combate, como principalmente os chamados líderes religiosos, pajés, chamães e assim por diante. Mas o processo eh vai evoluindo, o processo cultural vai caminhando, né, vai agregando que conhecimentos. Esses conhecimentos, eles então são conhecimentos mais especializados, né? Mais especializados. Então o que vai ocorrer com essa família, esse grupo, é que ele vai desde a promiscuidade, né? Então tem gente hoje querendo voltar a isso, né? Mas a evolução histórica não permite, moral, principalmente, né? Então nós passamos pela promiscuidade inicial, né? para os chamados grupos agora mais consanguíneos, para inclusive assegurar, vamos dizer assim, a propriedade, direito e propriedade, como alguns autores dizem, até chegarmos às famílias mais poligâmicas e, enfim, a família monogâmica. é a Roma
íneos, para inclusive assegurar, vamos dizer assim, a propriedade, direito e propriedade, como alguns autores dizem, até chegarmos às famílias mais poligâmicas e, enfim, a família monogâmica. é a Roma especialmente que nós devemos o chamado modelo patriarcal da família, né, onde um conjunto de pessoas estão sobre o domínio, sobre ah o poder do chamado pater famílias, ou seja, o chefe de família, o paisão, entre aspas, né? Bem, e nessas civilizações antigas, então, vai ocorrer o surgimento, já que o conhecimento já tem uma certa especialização ao longo das experiências, né? Então, nós já vamos encontrar figuras de instrutores, de mestres e, principalmente aqui, vou lembrar a nossa situação específica, os pedagogos, né? Então, se tiver pedagogo, levanta a mão aí. a gente nasceu como escravo, porque o pedagogo era escravo, tá? E dentro dessa, né, conformação histórica da época, nos processos principalmente de guerras, eles, né, os grupos, eles levavam na condição de escravos muitas, muitos intelectuais, muitos bons, vamos dizer assim, detentores de conhecimentos especializados. Então, o que que vai ocorrer é que além daquele eh, vamos dizer assim, conteúdo propriamente familiar, né, que a família passava para a nova geração, começa, nessas civilizações antigas, tanto do Oriente quanto do Ocidente, a surgir a figura, eh, vamos dizer assim, eh, mais especializada na área da educação ou da transmissão de um conteúdo mais especializado. Bem, mais adiante vamos andando, né? Tá na antiguidade, então vamos lá pra idade média e vão exatamente surgir além desses escravos intelectualizados ou mestres especializados também as figuras dos monges, dos padres, que já na tradição cristã começam também ao desenvolvimento das chamadas ações educacionais vinculadas principalmente aos mosteiros, né? Nós vamos encontrar as escolas religiosas até que um belo dia nós vamos ter, né, já na chamada baixa idade média o surgimento das universidades. Mas ainda assim, so ponto de vista da criança, nós vamos encontrar
ncontrar as escolas religiosas até que um belo dia nós vamos ter, né, já na chamada baixa idade média o surgimento das universidades. Mas ainda assim, so ponto de vista da criança, nós vamos encontrar principalmente a educação familiar e a educação dada pelos padres, pelos monges e mais adiante pelas freiras e assim por diante, até que conseguimos alcançar com o renascimento, né? Aí já temos aí os séculos XV, X, né? Outros tipos de profissionais, entre aspas, né? que são considerados então formadores, instrutores, mestres, inclusive de habilidades, né, inclusive de atividades que seriam imortalizadas, vamos dizer assim. Bem, até que nós chegamos aí nessa rápida incursão histórica ao século X7, quando surgirá a figura do grande João Amó Comênios, criador, né, e eh autor da obra típica própria para os educadores, a didática magna. Então nós vamos encontrar aí com Romênios, uma área específica do conhecimento humano voltado para a formação daquele que vai desenvolver uma ação pedagógica criando da família, ou seja, fora, né, das duas figuras centrais, pai e mãe, e aquela figura que vai acrescentar, vamos dizer assim, a mera transmissão de um conteúdo, uma atividade ade que vai se caracterizar nos dias daquela época, como nos dias de hoje, como uma atividade eminentemente pedagógica, né? Então, nesse sentido, nós podemos dizer que a figura, vamos dizer assim, do educador vai, né, desde aquela figura difusa, em especial das lideranças, né, eh, das tribos, dos clãs, né, passando pelas figuras dos escravos intelectualizados, eh, dos religiosos, para atingir a essa condição daquele que domina um conteúdo, daquele que organiza esse conteúdo para o processo de repasse às novas gerações. Bem, isso em relação ao educador, a família também ela passa por esse mesmo processo histórico, como dissemos, da promiscuidade, passando para os grupos consanguíneos, né, passando para algumas formações eh poligâmicas até chegar à figura, né, da chamada, né, monogamia e a família, em especial patriarcal. que é
a promiscuidade, passando para os grupos consanguíneos, né, passando para algumas formações eh poligâmicas até chegar à figura, né, da chamada, né, monogamia e a família, em especial patriarcal. que é a grande herança romana que nós temos, mas vai ser exatamente a partir da chamada revolução industrial século XI, que nós vamos ter o modelo mais conhecido, mais próximo a nós, que é a família nuclear moderna, né? Porque até então nós vamos ter aquelas famílias extensivas, imensas, casarões imensos para quem podia, ou então aproximação geográfica, onde você tem então aquela família, avô, avó, tio, tia, primo, irmão, menina, é, é muita gente, não é verdade? Mas uma coisa que nós não podemos negar a família é exatamente que ela tem uma função eminentemente cultural e educacional, né? Ela tem uma função econômica, função sexual, nutricional e assim por diante. Mas desde que ela surge, por mais elementar que ela seja, ela tem aquela condição educacional ou educativa ou cultural para o quê? para adaptar a aquele ser que chega ao meio, para ajudar aquele ser nos processos que terá que assimilar tanto das tradições, né, orais, as tradições religiosas, mas também um conhecimento técnico muito rudimentar naquela época, mas sempre a família tem essa atividade eminentemente educativa. Bem, a pergunta que não quer calar então nesse momento, né? E o evangelizador, quem é o evangelizador? A palavra já vai nos dizer, né, da natureza desse educador. É aquele que educa para o evangelho, pelo evangelho, com o evangelho, né? Então, o educador a gente já sabe, é aquele que vai transmitir determinado conteúdo. Muito bem. é aquele que se especializa. E o evangelizador, o evangelizador espírita, porque é um qualificativo, é aquele que vai desenvolver esse trabalho, essa tarefa pedagógica junto às crianças, adolescentes e jovens, hoje também junto aos bebês, né, no sentido de trabalhar esse conteúdo, de mediar a relação dos educandoos ou evangelizando-os, né? exatamente para a direção do evangelho,
nças, adolescentes e jovens, hoje também junto aos bebês, né, no sentido de trabalhar esse conteúdo, de mediar a relação dos educandoos ou evangelizando-os, né? exatamente para a direção do evangelho, no nosso caso, segundo ou seguindo as orientações dos princípios fundamentais da doutrina espírita. Nós não somos só evangelizadores, nós somos então evangelizadores espíritas. E o evangelizador é um educador, ele realmente tem essa tarefa? Claro que sim. Por quê? Se a família ela tem a sua característica educacional, a sua característica de ser um agente por excelência cultural e educativo, por quê? Porque repassa conteúdos, porque procura estimular a internalização de valores, porque propõe e vigia costumes, modos, não é verdade? Então, a família ela tem um papel educacional que envolve o intelecto, envolve a civilidade e envolve o aspecto de valores, o aspecto moral. E o evangelizador, ele obviamente está nesse contexto da educação moral, da chamada nova geração. Por que que o evangelizador ele é então educador? Primeiro porque ele desenvolve uma atividade que é intencional. O que caracteriza uma atividade como pedagógica é ela ser exatamente uma ação intencional, uma ação sistemática e uma ação planejada. Essas três características que, vamos dizer assim, dão o perfil de uma ação pedagógica, isso existe na tarefa da evangelização. Então, o evangelizador ele desenvolve essa ação que é o quê? É uma ação intencional. Que ação intencional é essa? É a educação moral nas bases do cristianismo à luz dos fundamentos espíritas. é uma atividade sistemática, então não é espontânea ou esporádica. Nós, enquanto movimento espírita, nos organizamos em atividades que são geralmente semanais. Aqui ocular existe algumas variações, mas a sistemática mais comum é exatamente esse encontro que é o quê? Esse encontro que é semanal. 1 hora, 1 hora30, 2 horas, vai depender da forma como essas eh reuniões, esses encontros eles ocorrem mediante a a realização dessa atividade pelo movimento espírita organizado. É
ontro que é semanal. 1 hora, 1 hora30, 2 horas, vai depender da forma como essas eh reuniões, esses encontros eles ocorrem mediante a a realização dessa atividade pelo movimento espírita organizado. É também uma atividade planejada. É por isso que vocês estão aí nesse encontro hoje, porque para que se faça o processo é necessário formação de evangelizadores. Já foi-se o tempo em que, né, o evangelizador era aquele primeiro que, ah, ele gosta de criança, isso não é critério exclusivo, ah, mas é professor, né, na sua atividade profissional também. Isso não é critério exclusivo, né? E também nós entendemos que o processo de formação de evangelizadores é para evitar a mesmice, é para evitar a rotina, é para acompanhar a mudança do perfil do próprio processo educacional, né? Isso tudo exigindo que a chamada ação evangelizadora seja uma ação pertinente, né? concenta, coerente com o momento histórico, cultural, em que estamos vivenciando a nossa experiência reencarnatória. Então, evangelizadores são sim educadores, tá? Nós somos educadores e principalmente é importante registrar isso para fazermos a ponte agora com a parceria, né? Porque essa parceria intitulada parceria de amor, ela tem como base algo muito importante que é o mesmo objetivo. se o objetivo da família, né, além de educar, orientar, enfim, né, manter aqueles laços, ajudar a formação eh dos seus membros, né, além disso tudo, a família, na sua função educativa, ela tem como finalidade, sim, deve ter como finalidade a educação moral. Hoje nós vivemos um momento em que se questiona muito essa situação que a família tem que assumir no sentido, né, da orientação, não apenas a famílias, mas as instituições religiosas e assim por diante. Quando nós, né, acordamos com todo aquele problema acontecido com o cachorro, orelha, né, que chegou a a ter necessidade da eutanásia em razão, né, das da dos maus tratos, a gente faz a pergunta, a pergunta que não quer calar, como é que os nossos adolescentes estão, né, vivenciando aí essa
ue chegou a a ter necessidade da eutanásia em razão, né, das da dos maus tratos, a gente faz a pergunta, a pergunta que não quer calar, como é que os nossos adolescentes estão, né, vivenciando aí essa adolescência, o que que está ocorrendo, né, eh, essa crueldade ou esse instinto, como é que a gente tá lidando com isso? E a gente vai perguntar isso em especial a família, a escola, a instituição religiosa e a sociedade que tem que ter também uma dimensão educativa como um todo, não é verdade? Então, entendemos que se a família tem como objetivo um dos seus objetivos primordiais do campo educacional, a educação moral, educação de valores, para que essa nova geração seja capaz, né, de encontrar sentidos existenciais para sua vida. Sejam capazes essas novas gerações do desenvolvimento de valores que são, né, valores eternos que têm que existir para que nós tenhamos uma vida em sociedade com bem-estar para todos. Nós nos lembramos a essa altura de Leon que nos diz que uma nova sociedade exige novos homens, novas formações, novas educações. E entendemos então também com Leon Deni, com Allan Kardec e com todos esses espíritos extraordinários que vem nos orientar campo da educação, que essa educação moral ela deve ser uma condição sinequanon para aquilo que Allan Kardec chamava estado, né, de bem-estar social e que o nosso próprio codificador situa, né, como de fundamental importância para que tenhamos uma sociedade cujo laço entre os seus membros seja em especial o laço da fraternidade. A palavra fraternidade, ela tem um sentido muito mais amplo, muito mais, vamos dizer assim, profundo. Porque ser fraterno é mais do que ser solidário. É ser fraterno é saber que somos da mesma fonte. Ou seja, a fonte é Deus, nosso pai. Então, eu sou irmã de todos vocês. Vocês são irmãos de todos aqueles que aí estão. Então, nós somos irmãos em Deus, nosso pai de justiça, de amor e de caridade, não é? Então, é essa educação moral que a família ela tem que eh entender que ela tem que realizar, sendo
es que aí estão. Então, nós somos irmãos em Deus, nosso pai de justiça, de amor e de caridade, não é? Então, é essa educação moral que a família ela tem que eh entender que ela tem que realizar, sendo uma família nuclear moderna, né, com quadros, com organizações, eh, as mais diversas nos tempos de hoje, qualquer que seja a sua forma organizacional, mas ela precisa exatamente estar consciente desse seu papel educativo para que esses membros novos possam ter uma atitude positiva, positiva no mundo, tá? E não, né, escandalizar, como vimos aí, o escândalo envolvendo os nossos adolescentes. E não só esses, como outros fatos que nos colocam em choque, como por exemplo, irmãos se matando, colegas, né, organizando o que? organizando emboscadas e agredindo e muitas vezes levando o outro colega a situações de constrangimento, não apenas físico, mas até ao comprometimento da saúde. Já houve casos também de óbito em razão, né, dessa forma de bullying utilizada aí pelos nossos adolescentes e jovens. Então, a o grande papel de qualquer família é entregar ou é proporcionar ou é integrar, né, esses seres novos. Mas seres novos, geração nova voltamos a Leon Deni para a construção de uma nova sociedade cuja base, como dissemos, é a fraternidade. Allan Kardec, obras póstumas, quando ele fala em liberdade, igualdade e fraternidade, o slogan, né, a da Revolução Francesa. E o nosso também Leonir numa mensagem no livro Sol de Esperança acerca do progresso. Só poderá haver progresso de fato se nós de fato assumirmos o valor incontestável da fraternidade como não apenas elo de ligação, mas principalmente como a base para a construção de relações que devem ter na sua, vamos dizer assim, essência o quê? O respeito, o respeito, o respeito a diferença, diferença de gênero, diferença de faixa etário, diferença de condição social, diferença de cor, diferença de credo, para que os preconceitos de cor, de raça, de credo sejam, né, largados, deixados para trás, a fim de que hergamos, como nos diz, de
diferença de condição social, diferença de cor, diferença de credo, para que os preconceitos de cor, de raça, de credo sejam, né, largados, deixados para trás, a fim de que hergamos, como nos diz, de modo até, eu digo assim romântico, bonito, poético, né? A última questão do livro dos espíritos, para que reine entre nós o quê? A paz, a concórdia, a fraternidade, a prática do bem. Então esse é o grande papel da família. Vamos para a nossa Joana de Angeles na obra Constelação Familiar, psicografada pelo nosso Divaldo Franco, quando ela diz: "A a família é a escola de bênçãos, onde se aprendem os deveres fundamentais para uma vida feliz e sem cujo apoio fenecem os ideais, desfalecem as aspirações, emochecem as resistências morais". Olha aqui, o ser humano é estruturalmente constituído para viver em família, a fim de desenvolver os sublimes conteúdos psíquicos que lhe já adormecidos, aguardando os estímulos da convivência no lar para liberar, liberá-los e sublimar-se. Então, esse é o grande papel da família, né? É o grande, eh, vamos dizer assim, a o grande objetivo, né? da existência do organismo familiar. Por essa razão nós podemos afirmar tranquilamente, com licença, os pais são os primeiros educadores, os primeiros evangelizadores. E essa educação ela está com base, ela está baseada nos valores cristãos, à luz do Espiritismo. Então os pais também são os primeiros evangelizadores através do acolhimento, né, da criação, né, do carinho, dos zelos de carinho, de amorosidade, através da palavra, através do exemplo. Nós conhecemos pais que possuem o hábito tão salutar de toda noite prepararem os seus filhos para o sono físico e realizam a contação de histórias, né? Histórias simples, rápidas, a oração em conjunto. A que coisa linda e maravilhosa, né? para que, né, se possa estabelecer essa esse aconchego, né, essa relação amorosa. Então, família, pais, qualquer que seja, como dissemos, a sua organização, primeiros educadores, primeiros evangelizadores, mas como antigamente a família não conseguia, né,
né, essa relação amorosa. Então, família, pais, qualquer que seja, como dissemos, a sua organização, primeiros educadores, primeiros evangelizadores, mas como antigamente a família não conseguia, né, em razão da complexidade cultural, do avanço dos conhecimentos, da especialização dos conhecimentos, desenvolver essa educação plena. Então, né, da mesma forma que se precisava antecipadamente lá atrás, né, desde a antiguidade da ajuda de alguém que no caso é um mestre, pedagogo, né, um instrutor, também a família ela precisa, né, de alguém que se especializa porque desenvolve exatamente o estudo aprofundado, faz formação, né, sistematiza a atividade, planeja a atividade, busca recursos, acolhe também propõe que exatamente é a figura do evangelizador. É por isso que Bezer de Menezes vai dizer para nós assim: "Com quanto seja o lar, a escola por excelência, os pais jamais deverão descuidar-se de aproximá-los dos serviços de evangelização, em cujas abençoadas atividades se propiciará a formação espiritual da criança e do jovem diante do pov. Olha, Bezerra, né, nosso coordenador da evangelização nacional ao lado da nossa amada Meime, né? Então, o que é que ocorre? é que o lá desenvolve esse trabalho essencial, né, primário, fundamental, mas o trabalho da evangelização vem apoiar, vem aprofundar, vem sistematizar uma formação espiritual para as novas gerações. Então, como é que se faz isso, né? Isso se faz, ou seja, a educação, né, moral da nova geração pelos pais e pelos evangelizadores em parceria. Isso se faz através de quê? através, primeiramente, de uma atitude que seja atitude de acolhimento e de amorosidade. A nossa Joana diz, a gente pode ter todas as condições, psicologia, currículo, pedagogia, didática especializada, mas se não tiver a base que é o amor, toda a tarefa está comprometida. Então, acolhimento e amor. Os pais, né, acolhem, amam seus filhos. Os evangelizadores conectam-se com os evangelizandos, criando elos de amorosidade e ao mesmo tempo, conectam-se com a família desses mesmos
acolhimento e amor. Os pais, né, acolhem, amam seus filhos. Os evangelizadores conectam-se com os evangelizandos, criando elos de amorosidade e ao mesmo tempo, conectam-se com a família desses mesmos evangelizandos para juntos num esforço, que é uma parceria de amor, né, se possa realizar a grande tarefa da evangelização. Proporcionando o quê? Vamos lá. Primeiro, conteúdos. Quando nós falamos em conteúdos, não são ideias, não são apenas aspectos cognitivos. Os conteúdos envolvem também valores, envolvem também atitudes, né, ideais. Então tudo isso hoje é compreensível ou é compreendido, melhor dizendo, como conteúdo. Então se nem sempre às vezes os pais eles vão fazer uma evangelização conjunto aos seus filhos, né, com essa sistematização e esse planejamento, mas tá aí a ação suplementar importantíssima do evangelizador que organiza o quê? Um programa de evangelização, né, utilizando aí a colmeia. do nosso, né, livro, exatamente, né, o nosso material orientador, orientação para ação evangelizadora espírita na infância e na juventude. Então, há toda essa busca de sistematização. Então, essa sistematização vai proporcionar, né, no interior, em especial da evangelização, aquilo que nós chamamos de experiências pedagógicas. São recursos os mais variados possíveis, não é? São atividades pedagógicas que visam exatamente aquilo que o bezerra colocou, contribuir para a formação espiritual, hã, espiritual dessa nova geração. E nós destacaríamos dois grandes pontos dessa formação espiritual. Primeiro que as nossas crianças, adolescentes e jovens vão incorporando em seu processo de conhecimento a condição de espíritos criados por Deus, simples e ignorantes, destinados à perfectibilidade e seres imortais que somos. Se nós conseguirmos, né, de fato, trabalhar essa visualização para que seja internalizada pelos nossos evangelizantes, nós estaremos, conforme o livro dos espíritos, mudando paradigmas. nós estaremos auxiliando a nova geração, né, a esses espíritos, ao segundo ponto importante que dissemos,
elos nossos evangelizantes, nós estaremos, conforme o livro dos espíritos, mudando paradigmas. nós estaremos auxiliando a nova geração, né, a esses espíritos, ao segundo ponto importante que dissemos, aproveitamento da atual reencarnação, conforme ela se apresente, com dificuldades, com limitações, com problemas familiares também, né, com limitações, tudo isso. Mas se essas duas ideias básicas, né, a ideia da criação, da perfectibilidade e da imortalidade, ao lado da ideia da oportunidade reencarnatória, nós estaremos auxiliando, sem dúvida alguma, primeiramente a nós, né? Porque quem evangeliza, nós já sabemos, se evangeliza primeiro, né? Então, a gente está criando, a gente está tendo a oportunidade sacrossanta de ser realmente, né, os chamados luzeiros no mundo, como diria Paulo em uma de suas cartas, ser luzeiro no mundo. Arquivo que escrevemos tá publicado no jornal Munda Espírita do Paraná do ano passado. Então nós, ao desenvolvermos as nossas atividades como pais responsáveis, como dirigentes que apoiamos, né, como gestores que atuamos de forma positiva e principalmente como evangelizadores engajados, comprometidos e responsáveis, somos luzeiros no mundo, contribuindo para a disseminação, né, de conhecimentos e principalmente de ideais. Bem, essas experiências pedagógicas elas não se dão no vazio. Apesar de sermos aqueles que nos encontramos uma vez por semana, temos que criar espaços de comunicação. E esses espaços de comunicação e espaços de integração vão gerar a criação de laços de afeto entre nós, laços de amorosidade. hoje, né, já com quase 70 anos, viu? Meus grandes amigos foram meus evangelizados em sua maioria. construímos laços de amorosidade. Então, é preciso ter essa preocupação, como criar, como manter, porque o espaço evangelizador, a gente já sabe, não é só, né, o espaço do momento do chamado encontro pedagógico. Nós temos os espaços, no caso esse que nós nos encontramos semanalmente, né, de quê? de estudo doutrinário, de vivência do evangelho, mas nós temos também o espaço
ento do chamado encontro pedagógico. Nós temos os espaços, no caso esse que nós nos encontramos semanalmente, né, de quê? de estudo doutrinário, de vivência do evangelho, mas nós temos também o espaço da convivência familiar, o espaço das confraternizações, das vivências e ações sociais, da comunicação e do próprio movimento. A Eliete disse que vai ter aí a prévia do encontro de vocês para os adolescentes jovens, mas vai ter o encontro de crianças também, se não me engano, ela falou de cinco a sete, já preparando já aí a semente, porque isso junta, isso agrega, isso estabelece laços profundos de amizade, de carinho. E finalmente nós vamos, já que o nosso tempo tá correndo aqui só, né? Vamos ver o que é que Guilô Ribeiro, ex-presidente da FEB, nos diz sobre o evangelizador. É bom que se diga: "O evangelizador consciente de si mesmo jamais se julga pronto, acabado, sem mais o que aprender, refazer e conhecer. Ao contrário, avança com o tempo, vê sempre degraus acima a ser engalgados. na infinita escala de experiências e de conhecimento. É por isso que essa parceria de amor família e em especial agora com a criação, né, específica da área da família, temos tido, inclusive em nossos encontros nacionais momentos de integração com a área, né? Porque nós estamos juntos, como dissemos, com o mesmo objetivo, né? Nós temos um objetivo em comum muito forte, educação moral das novas gerações. Então essa parceria, ela tanto ocorre pelo fato de estarmos eh voltados para o mesmo objetivo, como para ações que podemos desenvolver juntos, né, a o núcleo de evangelização e a família. Quantos não se tornaram evangelizadores em razão exatamente de terem ido apoiar, né, o próprio trabalho de evangelização. E aí essa parceria significa companheirismo, significa estar juntos, significa construir juntos, compartilhar, né? Então, o nosso profundo desejo para vocês, em especial neste dia, neste final de semana aí de formação de evangelizadores, é que de fato nós possamos, enquanto pessoas que
ir juntos, compartilhar, né? Então, o nosso profundo desejo para vocês, em especial neste dia, neste final de semana aí de formação de evangelizadores, é que de fato nós possamos, enquanto pessoas que estamos de fato preocupados com a sociedade, com a humanidade, com o futuro, preocupados conosco, com os nossos filhos, nossos netos, com o legado que podemos deixar a essa humanidade. Então, lembremo-nos, né, lembremo-nos de que o Senhor, em especial, pais evangelizadores, nos convocou a tarefa extraordinária junto a esses espíritos. Sabemos, claro, que muitas famílias possuem a questão provacional, expiatória, né? é o ponto de encontro muitas vezes de espíritos que não dão tão bem, mas é a oportunidade sacrossanta de perdão, de compreensão, né, para seguir adiante. E é o evangelizador. Você que está aí no auditório, né, do nosso discípulo de Jesus, você que está acompanhando essa formação da AIG, da Federação Espírita do Mato Grosso do Sul, você foi convidado para integrar a equipe de Jesus. Lembremos do convite do mestre, conforme se encontra no último capítulo de Mateus, no momento conhecido como a exensão do Senhor. e evangelizai a todas as gente, incluindo que é hoje uma das perspectivas mais interessantes, né, que a evangelização desenvolve, a inclusão, né, a evangelização inclusiva, seguindo o próprio modelo de inclusão do Cristo, que nós possamos desenvolver as nossas tarefas. E aí, só pontinha pra gente concluir. Tá cansado, hein, evangelizador? tá meio assim conturbado com este mundo enlouquecido, essa transição planetária, né, fevescente, meio eh complicada para a nossa compreensão. Vamos ombro a ombro, como diz a nossa amada Miriam, não é isso, Eliete? ombro a ombro, lado a lado. Busquemos uma qualidade, não só doutrinária, claro, mas uma qualidade relacional, onde nós nos preocupamos com aquele que está ao nosso lado, no mesmo núcleo de evangelização, carregando consigo dificuldades, problemas, limitações. Então, evangelizamos crianças, adolescentes, jovens, bebês, mas que nos
mos com aquele que está ao nosso lado, no mesmo núcleo de evangelização, carregando consigo dificuldades, problemas, limitações. Então, evangelizamos crianças, adolescentes, jovens, bebês, mas que nos evangelizemos, criando entre nós laços de amizade, de afeto. Parceria família evangelizadores. Sim, parceria de pais, parceria de evangelizadores entre si, para que a obra do Senhor não seja adiada mais uma vez em razão das nossas profundas limitações e dificuldades. Estamos de retorno à barca do Senhor, como diz Amélia Rodrigues. E é por isso que enfrentando os ventos das nossas dificuldades e limitações, as ondas das nossas inseguranças e incertezas, nós o buscamos na proa e pedimos socorro o Senhor e ele nos dirá: Homens, mulheres de pouca fé, eu estou entre vós. que ele continue sendo nosso pastor, nosso guia, nosso modelo e em especial aquele que acalma ventos e ondas internas e internos da nossa condição deficitária, mas que ele seja principalmente aquele que repetirá na acústica das nossas mentes e corações. Vinde a mim todos vós que vos achais aflitos e sobrecarregados, eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei comigo que sou manso e humilde de coração, porque suave o meu julgo e leve o meu farto. Beijo no coração, Eliet, todos vocês que integram a Federação Espírita do Mato Grosso do Sul e todos aqueles que, porventura ainda tiveram a oportunidade, né, de acompanhar essas palavras. Muito obrigada. Nós que agradecemos, querida Sandra, mais uma vez trazendo reflexões tão oportunas para os nossos corações, para as nossas mentes. Só aproveitando a oportunidade, pessoal, que eu sei que aqui para o salão o áudio ficou um pouco prejudicado no início, os nossos encontros então dia 15 de março, a pré-juventude, pré congêmeos, aliás, pra juventude, idade de 13 a 21 e o encontro das crianças, nós a idade é de 5 a 12. Tá bom, Sandrinha, obrigada, meu >> c é de c de criança. C a do desculpa, eu informei errado. Tem de c a s 5 a 12, ou seja, todos contemplados.
a 21 e o encontro das crianças, nós a idade é de 5 a 12. Tá bom, Sandrinha, obrigada, meu >> c é de c de criança. C a do desculpa, eu informei errado. Tem de c a s 5 a 12, ou seja, todos contemplados. >> Beijo no coração de cada um. >> Domingo para você, tá? Beijos. Tchau.
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