O elixir da Caridade e da Prece, com Lacordaire Faiad
5º Congresso Espírita de Mato Grosso do Sul, realizado em Campo Grande, entre os dias 8 a 10 de agosto de 2025. Tema central: “160 anos de O Céu e o Inferno”
Queridas almas e irmãs, que possa a Jesus, este sol de amor e ternura que aquece, ilumina as nossas almas, prosseguirnos envolvendo no seu amor e na sua ternura. Que possa os bons Espíritos Jesus abençoar todos os pães, Pai. e mãe, porque tem aqueles pais, ah, eu fui pai e mãe, não, você foi o pai que se desdobrou um pouco mais para estar suprindo os desafios da ausência ou das dificuldades na relação com a mãe. Ou você foi a mãe que se desdobrou um pouco mais para estar atendendo os desafios. dessa relação com o marido, com o esposo. E às vezes nós confundimos e às vezes nossos filhos nos cobram que nós escolhemos o pai errado ou a mãe errada. Não, ninguém escolheu o pai ou a mãe para os filhos. Nós escolhemos a esposa ou nós escolhemos o marido? Quem escolhe os pais são os nossos filhos. Tá lá no livro Entre o céu e a terra do Espírito André Luiz. E a minha gratidão com muita ternura, com muito carinho a nossa querida Federação Espírita do Estado de Mato Grosso do Sul por estar nos oportunizando este ágape espiritual. E trago a todos com muito carinho e ternura, o abraço fraterno e amigo da nossa presidente Luía Leontina, presidente da Federação Espírita do Estado Mato Grosso. Elixir, remédio, remédio para as nossas almas. E quando nós falamos do remédio para nossas almas, qual é o remédio? É o amor. E quando nós falamos de amor, de quem nós lembramos? de quem todos nós temos muita saudade. O amor pelo amor, ele é o hino vibrante do universo. Está presente no verme debaixo do solo, no homem e a mulher no solo e o pai nas galáxias. Mas o amor é um perfume que abastece as nossas almas. É o alimento das nossas almas. E como todo alimento, todo perfume, ele precisa de um condutor. E de quem que nós lembramos? O amor por excelência, que a veneranda Joana de Anel chama o peregrino do amor. Quem de nós não tem saudade de Jesus? Não é verdade? Às vezes a gente diz: "Saudade, eu vou matar saudade". Não, saudade não se mata porque é virtude. Virtude não morre. E quem tem saudade,
o do amor. Quem de nós não tem saudade de Jesus? Não é verdade? Às vezes a gente diz: "Saudade, eu vou matar saudade". Não, saudade não se mata porque é virtude. Virtude não morre. E quem tem saudade, quem ama. De quem temos saudade? De quem amamos. Então, a saudade nós revitalizamos, nós revigoramos. E porque temos tanta saudade de Jesus? É o nosso querido Emânel que nos responde no livro Caminho, verdade, Vida. Na lição 142, ele coloca que depois de Deus, que é uma presença permanente na sua criação e junto à suas criaturas, através das suas leis sábias e imutáveis, é Jesus. Jesus é a presença permanente nas nossas vidas. Ele não está longe. Ele está onde nós quando acessamos a lei de permissão está conosco como o nosso anjo de guarda. Porque o amor relembrando, o amor é sereno, o amor é colhedor, o amor é indulgente, o amor não é invasivo. E as ajudas que o universo nos oferece batem nossas portas, mas não arrombam a porta e nem abrem as fechaduras. Isso é de cada um. E Jesus por excelência. Então, emo diz que Jesus ele conquistou a nossa tutela não somente por amor, mas por testemunho. E ele é o nosso tutor do primeiro dia. Que que significa isso? Significa que antes de que nós chegássemos à categoria de espíritos, Jesus já nos aguardava amorosamente para estar tutelando a nossa viagem em busca da nossa angelitude. É por isso que Jesus coloca das ovelhas que o Pai me confiou, nenhuma se perderá. Onde vamos perceber que a evolução ela não é uma opção, ela é uma determinação divina. É por essa razão que esta benfeitora da humanidade, nossa querida Joana de Ângeles, ela diz: "Sabe quem é o anjo de hoje? É o pecador arrependido de ontem. Das ovelhas que o Pai me confiou, nenhuma se perderá." Então Jesus, ele é a porta, o caminho. Mas não é uma porta, não é um caminho qualquer, porque há caminhos, há portas. E quantas portas? Tanto é que ele coloca: "Batei e abre sevos a pedis e obtereis". que porta nós estamos batendo? Quais são os nossos pedidos? Então, ele é a porta, ele é o caminho
aminhos, há portas. E quantas portas? Tanto é que ele coloca: "Batei e abre sevos a pedis e obtereis". que porta nós estamos batendo? Quais são os nossos pedidos? Então, ele é a porta, ele é o caminho que quando nós adentramos, nós encontraremos o alimento para as nossas almas, para as nossas vidas. Eu venho para que tenhais vida. Quem de nós não temos vida? Nós somos vida. Mas por que que ele vem para que nós tenhamos vida? E não é uma vida qualquer, é uma vida em abundância. Todos aqueles que antecederam Jesus, Sócrates, Pitágoras, Arquimedes, Buda, Moisés, Lautissé, Confúcio e tantos outros vieram sobre a tutela de Jesus. Jesus é o homem incomparável. Ele é tão grande que a história da humanidade não o coupe, ele a dividiu antes dele e depois dele. Diz Ernesto Renan, que é um historiador francês. Porque Jesus é o homem incomparável falando do pão, do peixe, da pedra, do denário, coisas que muitos falaram, mas ninguém falou como Jesus falou. Jesus falava, segundo Emanuel, não há persona, porque ele falava expressando o maior puro amor. E nós vivemos, nós nos comunicamos, nós nos interagimos por ondas mentais. Então, amor desperta amor, mágoa desperta mágoa. E Jesus era o amor por excelência. Então, quando ele falava, ele falava ao ser essencial ou ao self na linguagem unguiana. É por isso que o espírito emânio diz que as palavras do Cristo são palavras de vida eterna. E o livro céu, inferno, vem como sendo uma programação espiritual muito profunda. Porque muitas vezes nós ouvimos, isso é muito bonito na teoria, quero ver na prática, a mensagem do Cristo não é mensagem de teoria, é o maior psicólogo, amor, terapeuta da humanidade. Ele que poderia ter descido num dor de astros, vem na simplicidade de uma manjedora. E o espírito Emânio no livro Caminho da Luz, uma mensagem que se intitula manjedora, ele diz: "Jesus veio inaugurar para a humanidade a era da humildade. E como que ele chega? Chega os pais uma cidade estranha, batendo de porta em porta, pedindo guarida para o seu nascimento.
njedora, ele diz: "Jesus veio inaugurar para a humanidade a era da humildade. E como que ele chega? Chega os pais uma cidade estranha, batendo de porta em porta, pedindo guarida para o seu nascimento. E ninguém, ninguém foi capaz de oferecer um espaço para Jesus. E quem ofereceu, ofereceu não do que lhe faltava, do que iria lhe incomodar. ofereceu uma estrebaria, um corral em que seu pai, na sua criatividade, amorosidade, improvisou um coxo. Qual a razão? Ele, como diz Emanuel no livro A Caminho da Luz, que recebe das mãos de Deus poeticamente a terra como uma nebulosa e veio prepará-la com toda a sua equipe de geneticistas, de arquitetos, de engenheiros para nos receber. Por que Jesus veio nesta condição? É por isso que ele chega dizendo: "Eu não vim para ser servido, eu vim para servir." Como nós vimos naqueles que nos antecederam nas diversas exposições, um ponto em comum que nós podemos estar sintonizando é que Deus não cria ninguém coitadinho, nem capaz. Usando as reflexões que o nosso destro também nos ofereceu e recordando uma metáfora da nossa benfeitora espiritual, Joana de livro Amor imbatível amor. Ela coloca que nós somos a semelhança de uma semente que traz dentro de si todos os ingredientes necessários para despertar a árvore que a tipifica. Então, todos nós trazemos conosco todos os ingredientes necessários para nos tornarmos felizes. Nós já somos perfeitos enquanto criação divina. Da parte de Deus não nos falta nada para despertarmos a árvore que somos. Mas para que possamos desfrutar da árvore que está dentro da semente, é fundamental que nós busquemos plantá-la, regala-la, adubá-la com carinho necessário. Da mesma forma somos nós. É fundamental que nós busquemos nos autoacolher, nos autoamar, nos autovalorizar. É por essa razão que Jesus coloca. Nós somos a nossa referência maior depois dele. Quando Allan Kardec, na questão 625 deu o livro dos espíritos, ele pergunta: "Qual é o ser mais perfeito que Deus nos concedeu como modelo e guia para a humanidade?"
ossa referência maior depois dele. Quando Allan Kardec, na questão 625 deu o livro dos espíritos, ele pergunta: "Qual é o ser mais perfeito que Deus nos concedeu como modelo e guia para a humanidade?" Na neurolinguística, nós aprendemos que metamodelar é tomar como referência. E a resposta mais sintética é Jesus, que Kardecis desdobra, mostrando que de todos aqueles que foram os mensageiros da mensagem do bem, do bom e do belo, que reencarnaram no seio da coletividade humana com essa finalidade de nos ajudar a entender que nós somos amor e como eu faço para desfrutar do amor que sou. Muitos deles falam, mas Jesus tinha uma congruência incomum, o seu discurso e a sua prática. E Jesus diz João num dado momento, prevendo a sua crucificação, ele disse: "Se me amais, guardai os meus mandamentos". Ó, se me amais, esta é a condição para que possamos guardar os mandamentos de Jesus. Por somente quem se ama faz escolhas conscienciais. Somente quem se ama, que se cuida, que se valoriza, se respeita, que se acolhe, vai se dar o melhor. E ele diz os mandamentos, amar o próximo. Qual é a referência para eu amar o próximo? Como a si mesmo, fazer ao outro que eu gostaria que fosse para mim. num uma atitude consciencial. Ninguém é que reencarnou para mudar o outro. O nosso compromisso reencarnatório, ele é pessoal, individual, intransferível, mas nós somos seres eminentemente sociais. Então, nós fomos criados. Questão 115 de o livro dos espíritos simples e ignorantes. Simplicidade desprovido desta complexidade que hoje trazemos como homem e a mulher tecnológicos, mas ignorantes do quê? Da verdade. E onde está a verdade? A verdade é que Jesus coloca: "Eu rogarei ao Pai que envie outro consolador para que fique eternamente convosco." Quem de nós vamos viver eternamente? Nós vimos nas exposições que nós estamos uma persona, mas nós somos um espírito imortal. Então esse consolador não viria centrado numa persona, numa pessoa. Então viria centrado em algo que seria permanente. O que é o permanente? As leis divinas.
ersona, mas nós somos um espírito imortal. Então esse consolador não viria centrado numa persona, numa pessoa. Então viria centrado em algo que seria permanente. O que é o permanente? As leis divinas. Então onde está a verdade? Nas leis divinas. E onde se encontra essas leis? Kardec pergunta aos benfeitores da humanidade na questão 621 e eles respondem na consciência. Então, a consciência é a voz de Deus dentro de nós. Nós somos uma consciência que temos um corpo. Nós somos uma consciência que temos um padrão psíquico, mental. Nós somos uma consciência divina, que temos um corpo, que temos um caldo sócio cultural. Viemos de uma relação, como diz Piagê ou Valum, que é um teórico francês. Toda criança tem necessidade do adulto socializado para inseri-la no social. E mais, a criança copia o verbal e o não verbal na relação com o adulto. E nós temos uma referência para nos ajudar na nossaura carnal exitosamente. O nosso tutor é Jesus. Então, o consolador ele veio e veio no dia 18 de abril de 1857. Diferente de todas as demais religiões, ela não foi criada, ela foi codificada. Ela vem do mundo espiritual para o mundo dos encarnados. Ela vem, como nós vimos também, onde a ciência para, ela continua. Como Allan Kardec a denomina. O espiritismo é uma ciência que estuda a natureza, a origem, o destino dos espíritos e as suas relações com o mundo corporal. Não é uma ciência como é a matemática, é a física, é a química, a biologia. Hoje, quando a psicopatologia estuda uma síndrome de D, trissomia do cromossoma 21, uma hidrocefalia, como se explica teoricamente aquele espermatozóide comprometido? O óvulo ganha a corrida dos sãos e faz a fecundação. Nós vimos que hoje a neurociência mostra o quão é importante os padrões mentais. Então, antes da fecundação do espermatozoide com o óvulo, ali está a presença do agente pensante com seu psiquismo, interferindo no seu processo reencarnatório. É por essa razão que Jesus coloca nosso a cada um conforme as suas obras. Nós somos herdeiros de nós mesmos.
presença do agente pensante com seu psiquismo, interferindo no seu processo reencarnatório. É por essa razão que Jesus coloca nosso a cada um conforme as suas obras. Nós somos herdeiros de nós mesmos. E o livro Céu e Inferno, ele vem em sintonia com a questão 919, 19A de O Livro dos Espíritos nos trazer a certeza de quem nós somos, o que estamos fazendo aqui, para onde nós vamos. Segundo Sócrates, somos viajores do tempo enquanto ser pensante. E a vida na Terra é uma estação. Todos nós estamos aqui de passagem. Então, a Terra é um aeroporto, é uma rodoviária. Todos estamos na fila para voltar. Quem quer furar a fila? Mas é inevitável. E Sócrates também coloca, se não houver vida além da vida, é um grande negócio para os desonestos e inescrupulosos e o mau negócio para os bons e os justos. Então, o livro Céu e Inferno, a justiça divina é um livro que devemos ler diariamente, porque a doutrina espírita, ela vem utilizando os métodos dedutivos da ciência possível, comprovando e contra fatos não há argumentação. já diz esse postulado, ela vem mostrar justamente a doutrina espírita qual é o melhor roteiro para que possamos prosseguir. E Jesus é a referência. O espírito Joana de Andes, essa benfeitora da humanidade, teve a caridade ao término de um livro que tivemos a oportunidade de refletir em torno das suas obras, da série psicológica. E nosso querido Divaldo sabendo depois nos ligou, pediu para ver o livro e depois disse: "Olha, a benfeitura espiritual tá oferecendo o prefácio". E aí nós vamos, ela começa dizendo o seguinte: "O amor é a chave sublime que faculta abrirem-se todas as portas que conduzem à plenitude. O amor na essência. Nós somos uma consciência em essência. Qual é o nosso desafio? Colocar este amor em vivência. E aí vamos perceber se a consciência é a voz de Deus dentro de nós, como diz Emanuel, podemos comparar numa metáfora, ela é como se fosse um olho d'água que burbulha a água pura e cristalina, mas essa água vai canalizar através de um rego para chegar
us dentro de nós, como diz Emanuel, podemos comparar numa metáfora, ela é como se fosse um olho d'água que burbulha a água pura e cristalina, mas essa água vai canalizar através de um rego para chegar no poço. O que é o poço? nossas crenças e valores. Ah, eu não sou capaz, eu não consigo. Não vi um nosso desce e outros também colocando dessa forma, onde nós confundimos quem nós somos com aquilo que eu tenho ou com que eu estou. Nós somos amor, diz João, que Deus é amor. E se nós somos criada a imagem semelhança de Deus, nós somos amor, mas temos atitudes de desamor. Então, quando eu tenho consciência de quem eu sou, eu vou me ajudar no que eu tenho ou no que eu estou, me acolhendo amorosamente. E ela diz assim: "Graças a essa emoção de qualidade superior, tudo quanto existe resulta de suas transcendentes vibrações." Newton, numa carta ao amigo, ele diz que a gravidade é presente em todo o universo, mas há uma gravidade maior que gerou a gravidade. Que gravidade maior. Questão número um de O livro dos espíritos, que é Deus. Essa inteligência suprema, causa primária ou primeira de todas as coisas. Einstein coloca: "O homem só pôde desvendar o cosmo graças à suas pulsantes inteligentes que rege o universo." Muito antes de Einstein, Kardec já nos trouxe esse Deus, como nós vimos, o não antropomórfico, não forma humana. Este Deus que ao nos criar nos deu para nós mesmos, porque ele é tudo, ele não precisa de nada, mas só que ao nos criar, ele nos deu também duas utilidades fundamentais, cocriador e colaborador. O espírito Emânio no livro Caminho, verdade e vida, ele coloca que a beija a flor ou a abelha ou a borboleta quando pousa numa flor leva o pó a outra flor. Estão exercendo o papel de cocriadores e colaboradores da divindade. Mas nós somos os únicos seres da criação que somos convidados a ter a autoconsciência de quem nós somos para nós no primeiro momento. E aqueles de nós que não sabemos quem nós somos para nós mesmos, nós ficamos a mercer da validação do outro.
ue somos convidados a ter a autoconsciência de quem nós somos para nós no primeiro momento. E aqueles de nós que não sabemos quem nós somos para nós mesmos, nós ficamos a mercer da validação do outro. E diz-nos o espírito Joana deângeles, equivoca-se aquele que diz ser quem não é presunção, vaidade, tanto quanto aquele que não diz ser quem é omissão. Eu não faço mal, mas não faço bem. Tô fazendo mal, estou fazendo mal, porque Deus é ação. O pai trabalha incessantemente e eu trabalho com ele, diz Jesus. E a benfeitura prossegue quando ela diz assim: "Eng germe no espírito, nos mais variados períodos do processo evolutivo, agiganta-se e qualifica-se de acordo com as conquistas morais. que desenvolve. Então, todos nós somos convidados a manifestar o nosso amor que somos onde quer que estejamos. E nos diz Joana de Angeles, floresça onde Deus lhe colocou. Ninguém está onde está, com quem está, porque está, por acaso. Acaso não existem e nem milagres. à luz da doutrina espírita. Aquilo que atribuímos enquanto a casa e milagre nada mais é do que uma pobreza de instrumentação para ferir a intimidade dos fatos. E ela diz assim, quando ela coloca aqui: "Não te desescoroçois quando as circunstâncias não te permitem escupi-los no coração em toda a sua grandeza." faz dizer assim: "Nunca desista de amar, especialmente nos momentos desafiadores em que não pareça ser a melhor solução. Faz também a tua parte, mesmo que mínima, tem o volume de um grão de mostarda. O que, ó, o sol de amor aquece e jamais perde a potência iluminativa de que se constitui. O que hoje falta não te faz falta. O que hoje é falta para ti não faz falta. E ela diz: "Porque estás a caminho de consegui-lo, desde que permaneça fiel ao amor. O que te falta não te faz falta. Por o apóstolo Paulo no livro Paulo e Estevão, Emmanuel nos descreve no momento em que ele está em Éfeso com João e atenda o tear de áquila e Prisca foi totalmente destruído. Era para que ele pudesse estar ali também, mas não estava. E ele ficou profundamente
descreve no momento em que ele está em Éfeso com João e atenda o tear de áquila e Prisca foi totalmente destruído. Era para que ele pudesse estar ali também, mas não estava. E ele ficou profundamente ali mexido, porque eram duas almas queridas. E ele dizendo: "Agle, por isso que eu devo muito, são meus irmãos da primeira hora, afetividade, respeito, carinho." E João insiste. Paulo, ele queria ir lá. Não vá, não vá. você será também castigado desnecessariamente. E ele então se determina a sair de Éfeso, ainda com o corpo machucado pelas marcas das situações de testemunho. E João naquele momento o abraçando diz: "Fique Paulo, fique não posso, João, não posso, porque o trabalho com Jesus é agora". E João emocionadamente abraça Paulo e diz assim: "Pulo, és feliz porque entendeste o programa de Jesus ao teu respeito?" Quem de nós não temos um programa elaborado por Jesus? E você já entendeu o seu programa? O livro Céu e Inferno, ele mostra aqueles de nós que muitas vezes tomamos atitudes impulsivas, porque diante das leis divinas, nós não temos como contrariá-las. Ou nós nos sintonizamos, ou nós nos afastamos. Quando o Santos Dumon foi criar o avião, ele não foi contra a lei da gravidade ou da aerodinâmica. Ele foi estudá-la. É por isso que Allan Kardec, na parte terceira o livro dos espíritos, ele coloca pelo menos 10 leis básicas para que nós possamos estudá-las, para que possamos desfrutar de quem nós somos, no que temos, no que fazemos, no que estamos. E o nosso programa reencarnatório, como também João disse a Paulo, ela passa por duas vertentes, a horizontal, onde está ligado aos nossos diversos papéis, o ter, o fazer e o estar. E Allan Kardec traz de relato de espíritos que não se perceberam quem são ou quem eram naquilo que estavam fazendo, tendo ou estando. coloca desde espíritos sofredores, atormentados, espíritos em condições medianas e espíritos que já e ajudou na sua própria desencarnação. Então, Kardec coloca as 10 le 10 básicas para que nós possamos entender como é
ritos sofredores, atormentados, espíritos em condições medianas e espíritos que já e ajudou na sua própria desencarnação. Então, Kardec coloca as 10 le 10 básicas para que nós possamos entender como é que funciona a lei de liberdade e a lei de responsabilidade como que funciona? Como é que funciona a lei de sociedade? a lei de solidariedade, de fraternidade, por exemplo, a lei de liberdade, dependendo da escolha que eu faço, eu construo a minha libertação. Dependendo da escolha que eu faço, eu construo a minha escravização. Quando o apóstolo Paulo diz assim em cartas aos Romanos: "O bem que eu quero fazer, esse eu não faço e o mal que eu não quero, eu faço". O que que ele está falando da nossa mente viciada? Porque nós somos uma consciência e temos uma mente que é intermediária e que está no nosso corpo energético perespiritual que atua no cérebro. Por isso que Allan Kardec no capítulo 27, 28 de o livro dos do Evangelho Segundo o Espiritismo. Quem não leu, vale a pena ler. nos fala do poder do pensamento, do poder da oração, que nosso CL colocou muito bem aqui para todos nós, o poder da oração, mostrando que conforme nós pensamos, nosso pensamento estimula o nosso cérebro que neuroquimicamente irá produzir as enzimas correspondentes aos nossos padrões mentais de saúde, manutenção, porque nós somos saúde, doença nós temos ou nós estamos. E mesmo aqueles que temos a doença, existe o doente que cria a doença da doença, a doença da rebeldia, a doença de não seguir a prescrição médica, a doença e aqueles que têm a doença, mas agem com saúde. Nós somos saúde. E a doença, ela é o carteiro que bate a nossa porta, nos convidando a refletir e analisar para agir de forma diferente. Às vezes nós ouvimos muito, não é? Quem não muda por amor, muda por quê? Pela dor. Muda ou não muda? Muda. Ó, isso aqui é assim, isso aqui não. Muda ou não? Não muda, gente. Não é a dor que nos muda. Nós vimos isso nas exposições. A dor, ela só é o carteiro, como diz o espírito amigo que Deus nos envia. Porque eu posso
é assim, isso aqui não. Muda ou não? Não muda, gente. Não é a dor que nos muda. Nós vimos isso nas exposições. A dor, ela só é o carteiro, como diz o espírito amigo que Deus nos envia. Porque eu posso estar sofrendo. Eu estou culpando o meu pai, culpando a minha mãe, eu estou culpando o governo. Eu não me vejo enquanto autor do meu próprio destino. A dor, ela vem nos convidar para que possamos entrar num processo consciencial. Três perguntas fundamentais. Por que estou nessa situação? O que que eu fiz? O que que eu deixei de fazer? Por quê? antes do que tá te acontecendo, o que que aconteceu antes do que tá te acontecendo, o que que aconteceu? O que que você fez? O que você deixou de fazer para tá te acontecendo o que está te acontecendo? A segunda, o que esta situação quer me dizer? O relato dos espíritos que Allan Kardec traz para nós no livro O céu e Inferno, mostra espíritos que todos eles tiveram a informação, mas não tiveram o cuidado de internalizar para poder mudar. Porque o que nos muda na realidade não é o que eu conheço. O que eu conheço é GPS. Vai me ajudar. a sinalizar o caminho, mas a caminhada eu só vou realizá-la se eu internalizar, como está lá no livro dos espíritos, questão 115, fomos criados simples e ignorantes. Nós temos três níveis de ignorância. A ignorância do não saber, a ignorância do não sentir e a ignorância do não vivenciar. Você já viram um médico que fuma e ele tem um desconhecimento do quanto alcatrão, a nicotina e outros elementos nocivos do cigarro são prejudiciais? Então ele não tem a ignorância do não saber. Assim também muitos de nós. Mas eu tenho a ignorância do não sentir para o não vivenciar. Quantos de nós já não brigamos conosco, como é que pode? Eu que tenho tanto conhecimento, eu escuto tanta palestra e tô desse jeito ainda. Então está faltando eu internalizar, colocar o modelo de Jesus conosco, por seu olhar, o seu ouvir conosco. Jesus diante da mulher carente afetivamente. Ele nos ensina o que que é texto e contexto diante daquela mulher. Era uma cilada,
, colocar o modelo de Jesus conosco, por seu olhar, o seu ouvir conosco. Jesus diante da mulher carente afetivamente. Ele nos ensina o que que é texto e contexto diante daquela mulher. Era uma cilada, jogaram aquela mulher arrastada pelo cabelo, como diz Amélia Rodrigues, pelo próprio companheiro. Senhor, essa mulher foi apanhada em adultério, diz a lei que devemos apedrejá-la. Isso é texto. Qual é o contexto? Jesus nos ensina quando ele diz naquele momento, aquele que tiver nenhum pecado, que não precisar de perdão, não precisar de compreensão, não precisar de indulgência, de acolhimento, atire a primeira pedra. E naquele momento ele já trabalhou naquilo que nas nossas relações pessoais e interpessoais, existe aquilo que está contido e não manifesto. E o mais importante é trabalhar muitas vezes, como nós vimos do nosso C, as dores da nossa alma. Porque ela, aquela dor que é minha, se eu não cuido, se eu não me acolho, se eu não me dou atenção, ela vai doer no momento inadequado. Ou eu vou descontar em quem? não tem nada a ver com isso. Então, naquele momento, Jesus, ao colocar desta forma, ele nos ensina a ver o contexto para que possamos ter texto e contexto. O que realmente mais importante não é o quanto eu conheço. Quantos livros você já leu Gorder? Ah, mas o quanto deste livro você meditou, refletiu? e se pôs no conhecimento. O que vai realmente mudar é como eu me vejo, como eu me sinto naquilo que eu conheço. E aí nós vamos ver a ignorância do não sentir. Não tocou o coração, não tem mudança. As pessoas que mais marcaram a nossa vida foram pessoas que nos levaram a sentir gente. É por isso que o espírito André Luiz diz que o afetivo é a base de tudo. Eu havia terminado uma palestra Jesus modelo e guia da família. Era, aliás, um seminário. Ao término do seminário, acercou-se de nós uma companheira e disse: "Olha, eu tô muito emocionada porque eu não conheci esse Jesus que a doutrina espírita oferece. Um Jesus descrucificado, um Jesus diferente, um Jesus que não
acercou-se de nós uma companheira e disse: "Olha, eu tô muito emocionada porque eu não conheci esse Jesus que a doutrina espírita oferece. Um Jesus descrucificado, um Jesus diferente, um Jesus que não está longe, um Jesus que é acolhedor, um Jesus que nos ama incondicionalmente. E ela contou a história dela. Ela disse que ela estava no trabalho. Uma amiga chegou e disse: "Mariana, hoje eu estou de um jeito que eu estou sobrando abraço e eu quero lhe dar um abraço especial. Eu quero lhe dar um abraço, porque há 5 anos, quando eu adentrei aqui nessa repartição, você sabia o meu nome, o seu sorriso. Quando você chegou e disse: "Márcia, é você. Que bom que você veio, porque aqui as pessoas se sentem como petecas. Já vem de outro lado. Não, não é aqui, não é do aqui." E era uma instituição que atendia pessoas com CA, com câncer. E ela então foi e disse: "Eu sou uma outra pessoa antes e depois de trabalhar com você, Mariana. Eu tenho muito de você em mim. Eu quero lhe dar um abraço muito especial." E ela foi dar um abraço. A Mariana ficou sentada, diz: "A Márcia foi, não levantem um abraço especial". Aí naquele momento a Mariana começou a chorar. A Márcia ficou desconcertada. E que que aconteceu? O que que tá acontecendo? Ela foi mostrou um bilhete que ela estava escrevendo para desperdice da vida como se fosse possível. E ela foi contou naquele momento, como você sabe, meu único filho faleceu a 8 meses. E além da dor, da ausência desta alma tão querida, o meu esposo vivi me acusando que eu sou uma assassina, porque o maior desejo do meu filho era poder trabalhar e pedir que o senhor ajudava a comprar uma moto. Eu ajudei, eu estava muito feliz, muito bem realizado. Já faz uns seis meses que ele estava trabalhando com a moto, quando um jovem alcoolizado com o carro do pai bateu de frente, ele foi a óbito. E eu não tô suportando essa dor na minha alma. e mostrou o bilhete, porque do trabalho onde ela estava tinha um viadulto. Ela veio sem carro para poder logo no almoço pular do viadulto.
e foi a óbito. E eu não tô suportando essa dor na minha alma. e mostrou o bilhete, porque do trabalho onde ela estava tinha um viadulto. Ela veio sem carro para poder logo no almoço pular do viadulto. E ela foi e disse: "Mas agora que eu sei que a morte não é o fim e que nascimento não é o começo e que meu filho não está longe, nem está perto, está onde eu o coloco, eu quero conhecer esse Jesus. E é o que o livro Céu e Inferno nos traz, nos relata que Allan Kardec, sabiamente reconstruindo a história da humanidade nos traz com essa limpidez desse Jesus que nos abraça através do abraço do amigo, do companheiro. A pergunta é: o que vamos levar desse congresso? És feliz, Paulo? Porque entendeste o programa de Jesus ao teu respeito. O que vamos levar conosco? Qual é a nossa proposta? De que forma Jesus tocou nossos corações neste congresso? Eu venho de uma família de 14 filhos. Eu sou do meio. Como Joana de colocou, o que te falta não te faz falta. Eu em alguns períodos eu achava Deus injusto. Morava numa cidade sudoeste de Goiás, uma pobreza danada. Meu filho, meu filho dizia: "Pai, o senhor não era pobre, senhor era miserável". E o fato é que eu tinha uma vontade muito grande da minha mãe me abraçar, porque eu tinha uma vizinha que abraçava o filho dela e falava assim, ele aprontava, era meu colega de capetagem. Diz: "Eu meu sol, minha vida, falei: "Não, minha mãe nunca me chamou nem de vagalume." Aí um dia eu falei: "Vou abraçar minha mãe". Em que hora? Na hora do almoço. E foi uma semana, eu programei sete para 8 anos, eu abraçava e corri. Que que é isso? já tava lá no quintal e a criança sabe o que quer sim, o que quer não. O fato é que ela na sexta-feira disse: "Olha, que que foi, meu filho?" Aí eu contei, falou: "Sabe, meu filho, eu gosto que você me abraça, mas eu tenho um conflito comigo. Quando criança, eu fui abraçar uma tia que minha mãe me deu para que eu pudesse estudar com ela. Ela não tinha filhos e foi dia das mães. Eu levei um coração ela de que eu havia desenhado. Ela foi e
. Quando criança, eu fui abraçar uma tia que minha mãe me deu para que eu pudesse estudar com ela. Ela não tinha filhos e foi dia das mães. Eu levei um coração ela de que eu havia desenhado. Ela foi e disse que eu não era, que ela não era minha mãe, que bobeira era aquela? Porque eu ten que abraçá-la se ela não era minha mãe? E quando eu vou abar, eu lembro disso. Olha a dor. Aquela dor que eu tenho comigo, que eu não cuido, ela inibe o nosso potencial criativo. O fato é que minha mãe estava com câncer em 2006 e eu ia lá. Eu sou o único que moro fora e de dois em dois meses em Brasília visitá-la. uns três meses antes, ela foi disse: "Meu filho, eu quero contar para você uma surpresa tão feliz e é o que o livro Céu e Inferno nos traz". Ela foi disse: "Eu estava numa dor muito grande nessa região abdominal. Vi um jovem todo luminoso, sentou ao lado da minha cama, colocou a mão e aquilo foi suavizando. Eu entrei numa madonna e quando eu olhei para ele que a dor passou, eu disse: "Nossa, como você é bonito, você parece com meu filho". E ele olhou para mim, pegou nas minhas mãos, me deu um beijo e disse: "Mãe, a senhora não está me conhecendo, mãe?" Não, mãe, eu sou o Alberto que quando ele tinha 12 anos, 40 anos depois ele volta. Eu disse: "Mas por que, meu filho? Agora, mãe, eu sempre estive presente com a senhora, mãe. Os laços que liga o filho, à mãe e ao pai é permanente, mãe. Eu sempre estive com a senhora, mãe. O fato é que minha irmã me ligou: "Olha, se você quiser vir, minha mãe disse que tá te esperando." E eu fui. Minha mãe já não mexia mais nada. Quando eu cheguei, minha irmã disse: "Mãe, olha que o acordar como era o seu chamado, que eu sentei à beira da cama, peguei a mão dela, beijei, como sempre eu fazia. Eu disse: "Bença, mãe". Ela abriu os olhos com dificuldade, olhou: "Ó, meu filho, é você?" Eu tava só ali esperando aquele abraço do fogão, pequenos, grandes momentos da vida da gente. E minha mãe sempre pergunta: "Meu filho, por que que você viaja tanto?"
de, olhou: "Ó, meu filho, é você?" Eu tava só ali esperando aquele abraço do fogão, pequenos, grandes momentos da vida da gente. E minha mãe sempre pergunta: "Meu filho, por que que você viaja tanto?" Eu falo, "Mãe, eu viajo na serviço da federação, você parece cacheiro viajante. Eu não entendo bem, mas eu oro por você. O fato é que em 2008 eu havia fazer um, tava terminando um seminário, uma cidade interior do Mato Grosso, Matupá. Quando eu terminei o seminário que eu olho a minha mãe vindo de braços dados com meu pai, que aos 13 anos que eu tinha, ele desencarnou, a Deixando viúva com 40 anos, com 14 filhos. E ele chegou abraçado com ela e ela também. E ela me abraçou. Ainda bem que já tava no final do seminário. Eu me emocionei, como muitos familiares nossos estão aqui nos abraçando. Muitos pais estão aqui agradecidos a lembranças carinhosas dos filhos e ela conosco aqui também e muitos outros benfeitores. E quando ela me abraçou aquela emoção, ela foi e disse: "Meu filho, eu tenho um recado de coração para coração de mãe para você". Eu roguei a Jesus e a mãe Maria que dentro do possível me permita estar com você como ela está aqui agora, meu pai também. Isso é o papel do livro O céu e Inferno. A morte não existe. Mas eu quero te dizer uma coisa, lembre sempre, o trabalho precisa muito de você. E antes que eu enchesse a bola, ela foi disse: "Mas você muito mais precisa do trabalho, principalmente o trabalho doutrinário, o trabalho espírita. Você é como se fosse um garçom numa festa que não te pertence. A festa é de Jesus e todos que aqui estão são os seus convidados. O que você tem na bandeja que você tá ofertando não é seu. É da doutrina espírita, é de Kardec, é dos bons espíritos. O que é seu é o seu jeito. Então, busque sempre se humildar para você poder sempre ser convidado para a festa de Jesus. A humildade é a túnica, meu filho, para a festa com Jesus. Lembre-se disso. Pai nosso que estais nos céus, na luz dos sóis infinitos, pai de todos os aflitos deste mundo de escarcel,
a festa de Jesus. A humildade é a túnica, meu filho, para a festa com Jesus. Lembre-se disso. Pai nosso que estais nos céus, na luz dos sóis infinitos, pai de todos os aflitos deste mundo de escarcel, santificado, Senhor, seja o teu nome sublime, que em todo o universo exprime concórdia, pernura e amor. Vem ao nosso coração, ó Jesus, o teu reino de bondade, de paz e de claridade na estrada da redenção. Cumpra-se o teu mandamento que não vacile nem erra nos céus, como em toda a terra, como também em nossos corações. Que Jesus nos abençoe e guarde sempre na sua paz.
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