Justiça Divina e Consciência | Encontro 03 de 13
📝 Slides: https://bit.ly/3jyueIu | 💦 Conheça a campanha Gotas do Bem e nos ajude a seguir produzindo conteúdos gratuitos como este: http://gotasdobem.org/ | 🔹 Quer fazer parte da nossa Lista de Transmissão? Manda um Whats: https://wa.me/556581127262 --- 👤 Facilitador: Alírio de Cerqueira Filho Este é o segundo módulo do Estudo Reflexivo das Dimensões do Espírito Imortal, baseado nas obras de André Luiz e Manoel Philomeno de Miranda, desenvolvido pela Federação Espírita do Estado de Mato Grosso. Apresenta reflexões sobre o funcionamento da Justiça Divina por meio da consciência, jamais incorrendo em qualquer mecanismo de punição por meio da culpa. --- 🎧 Este conteúdo também está disponível em formato de podcast no Spotify! Basta procurá-lo pelo nome. --- 🔹 Outros módulos deste programa de estudo disponíveis no YouTube: 01 – As Dimensões do Espírito Imortal e o Plano Existencial: http://bit.ly/2MfQ7Mu 03 – Epífise: A Glândula da Vida Mental: http://bit.ly/2T0LtV5 04 – Doenças mentais e saúde espiritual: https://bit.ly/3hlEu54 05 – Energia Mental e Saúde Espiritual: https://bit.ly/2CRoSY1 06 – Atividades espirituais durante o sono: https://youtu.be/jcg94Bmf1ds Saiba mais: https://bit.ly/3jwNkPg --- Você pode aprofundar seus estudos e colaborar com a manutenção deste projeto iluminativo, adquirindo os livros, DVDs e MP3 do Projeto Espiritizar em: http://www.livrariaespiritizar.com.br 🔹 Material relacionado: - A Influência dos Espíritos em Nossas Vidas (Livro): http://bit.ly/2BI6ygZ - Diretrizes Seguras para Libertar-se da Culpa (DVD): http://bit.ly/2wcU4gv - Doenças e Obsessão (DVD): http://bit.ly/2L7D5Ad - Cura Espiritual da Depressão (Livro): http://bit.ly/2DSYECZ 🔹 Nos acompanhe: - Facebook: http://www.facebook.com/feemt.oficial - Instagram: http://www.instagram.com/feemt.oficial 🔹 Mais informações: http://www.feemt.org.br/ comunicacao@feemt.org.br 🔹 O Projeto Espiritizar é um instrumento doutrinário desenvolvido pela Feemt para o Movimento Espírita. Conheça: http://espiritizar.feemt.org.br/
Cuidado com as fantasias morais negativas que afetam as áreas do sexo e da emoção que se perverte. Elas se enraizam nas telas mentais e cria dependências aflitivas que se convertem em tormentos e desequilíbrios. O que cultives pela imaginação pode tornar-se anjo de auxílio, se nobre ou fantasma quando vulgar. Há condutas morais graves no campo físico sob o assodar de paixões mentais alucinantes. Pensa e age com harmonia. Cultiva as ideias edificantes e te sentirás de todos. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, rogando a ele que nos abençoe a todos. Mestre amigo, abençoe-nos, Senhor. E mais esta noite que aqui nos encontramos para refletir acerca da sua doutrina de amor. para-nos para que possamos prosseguir conscientes da estrada a ser percorrida. A estrada estreita que conduz a porta estreita do esforço no bem em nossos corações. Ampara-nos a todos nesse ideal maior, Senhor. possamos ser fortalecidos cada vez mais para ir ao encontro do sentido profundo da vida. Gratos por tudo, ampara-nos hoje e sempre. Que assim seja. Ainda não falou. Nós vamos prosseguir com estudo reflexivo das dimensões do espírito imortal. Estamos trabalhando o módulo dois, justiça divina e consciência. processo de ressignificação do sentimento de culpa, transformando em ação responsável. Nós vamos trabalhar na noite de hoje ao terceiro encontro desse módulo. Continuaremos com a culpa e a visão teológico-dogmática de Deus. Terceira parte. Nós estudamos na na no nossa na semana passada um caso que André Luiz trabalha no livro Ação e Reação. E hoje nós trabalharemos mais um caso do livro Ação e Ração, um outro do livro Nosso Lar e um outro do livro Obreiros de Vida Eterna. Também são casos de pessoas que cultuaram essa visão teológico-dogmática de Deus enquanto estava encarnados. E dentro das duas polaridades que esse processo gera, tanto da desculpa quanto a culpa, o quão mal isso tudo faz para o ser humano. Antes vamos refletir, o objetivo é refletir sobre a visão teológico-dogmática de Deus e a sua
ades que esse processo gera, tanto da desculpa quanto a culpa, o quão mal isso tudo faz para o ser humano. Antes vamos refletir, o objetivo é refletir sobre a visão teológico-dogmática de Deus e a sua relação com o sentimento de culpa tão presente na sociedade ocidental e como ressignificar esse modelo pelo desenvolvimento do sentimento de filiação divina e da virtude de aprendiz da vida. são são a existe o tanto o sentimento de culpa, que é o mais comum, mas também o da desculpa, em que a pessoa se desculpa e projeta culpa em terceiros. Vamos inicialmente meditar sobre a culpa. Feche os olhos. Entre em contato com você mesmo em essência. Pergunte-se, como você sente Deus em sua intimidade? Há em você um movimento de sentir-te amor de Deus? Você sente necessidade de agir sempre certo para agradar a Deus? sente culpa quando não faz coisas que acha certo. So os seus pensamentos e sentimentos fluírem, evitando qualquer mascaramento no processo de autoengano. Seja verdadeiro ou verdadeira com você, analisando-se com autenticidade. Gradualmente vamos voltando ao estado de vigília para a reflexão doutrinária. Continuaremos a refletir neste encontro alguns exemplos de pessoas que cultuaram a visão teológico-dmática e se preencheram de culpa e remorço. Nós analisamos na semana passada ao caso daquela senhora que expulsou a mãe de casa, entrou num processo de de remorço, cristalizou o remorço em si mesma, produzindo toda uma série de prejuízos mentais e emocionais para ela mesma. Nós estudamos também a parábola da conciliação com os adversários, em que somos convidados a conciliar com os sentimentos egóicos que trazemos, especialmente a culpa, a desculpa dentro de nós. Então, continuaremos a refletir dentro desse mesmo critério. O primeiro caso extraído do livro Ação e reação de André Luiz, psicografia de Chico Xavier, editora FEB. Então é aquele casos de espíritos que são atendidos na chamada mansão paz. Silas está em em eh conjunto com André Luiz e a Hilário, fazendo estudos de pessoas
psicografia de Chico Xavier, editora FEB. Então é aquele casos de espíritos que são atendidos na chamada mansão paz. Silas está em em eh conjunto com André Luiz e a Hilário, fazendo estudos de pessoas atendidas da Mansão Paz. E eles vão atender essa senhora, cujo caso eles eh André Luiz relata a seguir. Pobre mulher prorrompeu em choro convulso junto de nós, cortando a palavra de nosso amigo. Depun cerrados, reclamava infeliz: "Quem me libertará de Satã? Quem me livrará do poder das trevas? Santos anjos, socorrei-me, socorrei-me contra o o temível Bfegor. Silas convocou ao amparo magnético imediato. Enfermeiros presentes acorreram solícitos, impedindo o agravamento da crise. Maldito, maldito", repetia demente, persignando-se. Invocando o socorro divino através da oração, procurei anular-lhe os movimentos desordenados, adormecendo-a pouco a pouco. A serenado ambiente, convidou-nos, Silas a sondar-lhe a mente conturbada. Agora, sob o império de profunda hipnose, busquei pesquisar-lhe a desarmonia em rápido processo de análise mental e verifiquei espantado que a pobre amiga era portadora de pensamentos horripilantes. Como se lhe enraizar no cérebro, via escapar-lhe do campo íntimo a figura animalesca de um homem agigantado, de longa cauda, com a fisionomia de um caprino degenerado, exibindo pés em forma de garras e ostentando dois chifres, sentado numa cadeira tosca, qual se vivesse em perfeita simbiose com a infortunada criatura em mútua imanização. Então, vejamos o que está acontecendo. A senhora começou a gritar dizendo que ela estava sendo perseguida por esse essa entidade chamada Bfegor. A verdade é uma das representações dos demônios feitos pela Igreja Católica. E o que estava acontecendo? Na verdade não havia nenhuma entidade espiritual. Todo o processo estava acontecendo na mente dela, como André Luiz relata aqui, enraizando no cérebro a escaparem do campo íntimo a figura animalesca de um homem agigantado de longa cauda, com a fisionomia de um caprino degenerado.
endo na mente dela, como André Luiz relata aqui, enraizando no cérebro a escaparem do campo íntimo a figura animalesca de um homem agigantado de longa cauda, com a fisionomia de um caprino degenerado. Então, eh eh essa figura é colocada com eh pés de bode, chifre, rabo, né? E a com tridente na mão para perseguir as pessoas. Na verdade, é uns é a visão teológico-dogmática que se coloca de céu, de inferno e de tudo mais. e que existem até livros que abordam sobre isso e que as pessoas fazem um processo de hipnose que é aproveitado por espíritos menos felizes e essas pessoas acabam por fixar essas imagens. A partir do momento que elas fixam a imagem na mente, elas tomam vida. para a pessoa é como se fosse verdadeiramente uma uma entidade fora dela, mas tudo está acontecendo na mente dela, né? Nós estamos colocando esse exemplo para mostrar o quanto a visão teológico dogmática, tanto de Deus quanto do diabo, da do inferno, de tudo, mas quanto isso faz mal às pessoas e quanto isso muitas vezes prossegue de existência após existência, as trazemos verdadeiros os traumas da mente e até que nós resolvamos por ressignificar tudo isso. Na terça-feira passada, nós refletimos o que acontece quando um espírito desse reencarna. Quando ele reencarna, ele vai trazer impregnado essa tendência mística ligada aos fenômenos teológicodmáticos. E aí fica a mesmo que ela tiver, por exemplo, conhecimento espírita numa nova encarnação e já tiver no nível do saber ressignificado a a questão de Deus, do inferno, dos demônios e tudo mais, no nível emocional permanece aquela situação gravada na memória subconsciente. Então é o resultado desse processo para o espírito, como diz André Luiz, enraizado no cérebro. Então, algo que fica enraizado no cérebro, na verdade, o cérebro aqui é o cérebro do perespírito, que que é responsável pela mente do espírito, né? para que quando o espírito reencarna, ele vai trazer essas raízes daquilo que ele desenvolveu enquanto encarnado. Então, eh o que nós temos estudado,
que que é responsável pela mente do espírito, né? para que quando o espírito reencarna, ele vai trazer essas raízes daquilo que ele desenvolveu enquanto encarnado. Então, eh o que nós temos estudado, nós somos herdeiros de nós mesmos. como herdeiros de nós mesmos, nós vamos eh sempre trazer, seja desencarnado, seja encarnado nas raízes da nossa mente aquilo que nós cultuamos ou aquilo que nós cultivamos. Então, se nós cultuamos uma visão teológica, dogmática da vida, nós vamos trazer essa visão teológico-dogmática. Mesmo que às vezes nós já saibamos que as coisas não são assim, nós vamos trazer as raízes disso em nós. Se nós já cultivarmos uma visão mais profunda da vida e fizermos esforços para desenvolver as virtudes do espírito imortal que somos, nós gradualmente nos libertamos dessas raízes eh dogmáticas que trazemos. Continuando, diante de minha pergunta silenciosa, o assistente informou: "É um clichê mental criado e nutrido por ela mesma. As ideias macabras da magia viltante, quais sejam as da bruxaria e do demonismo que as igrejas denominadas cristãs propagam a pretexto de combatê-los, mantendo crendices e superstições, ao preço de conjurações e exorcismos, geram imagens como esta a se difundirem. nos cérebros fracos e desprevenidos, estabelecendo epidemias de pavor alucinatório. Então, qual é o grande problema? Como diz Líia, eh, Lia, Líia, não, Silas, as igrejas cristãs, começando pelo catolicismo, mas que depois as igrejas que se derivaram do luteranismo, do protestantismo, chamadas hoje de igrejas evangélicas, vem perpetuando essa ideia teológicoodmática de céu, de inferno, do Deus castrador. do Deus punidor, do inferno eterno, que as pessoas eh vão sofrer intensamente nesse inferno eterno, a pretexto de combater, de auxiliar as pessoas o que essas ideias produzem, como diz eh Silas, nos cérebros fracos e desprevenidos. Verdadeiros clichês mentais. que são criados. As pessoas mantém esses clichês mentais e estabelecem todo um processo de pavor alucinatório.
zem, como diz eh Silas, nos cérebros fracos e desprevenidos. Verdadeiros clichês mentais. que são criados. As pessoas mantém esses clichês mentais e estabelecem todo um processo de pavor alucinatório. Então, enquanto elas estão encarnadas, elas estão vivenciando essas verdadeiras aulas de hipnose que que se tem nas chamadas igrejas. Então, nas igrejas, pregações hipnóticas, o diabo é assim, o diabo é assim. né? Hoje mais até nas evangélicas do que na católica. Sempre aquela a a arte do demônio, a o demônio age assim assado, com objetivos de vários, né? Normalmente, eh, os objetivos são materiais dos dos que pregam isso e vão produzindo nas mentes desavisadas todo um estado perturbador. Na dimensão espiritual, isso fica mais vivo ainda do que na dimensão física, porque na dimensão física a o próprio cérebro físico amortece muito daquilo das imagens que estão no cérebro perespiritual. Mas quando o espírito desencarna, tudo isso vem de uma forma muito vívida e muito intensa para o espírito, como nós estamos vendo no quadro dessa irmã. né, que não vai terminar simplesmente na dimensão espiritual, como nós estamos eh refletindo. Quando ela reencarnar, ela vai trazer as tendências desse tipo também, desse nível de de desinformação a respeito da realidade espiritual até que se resolva por ressignificar tudo isso. Perguntas até agora. As inteligências desencarnadas entregues à perversão, valem-se desses quadros mal contornados que a literatura feiticista ou a pregação invigilante distribui na terra a mancheias e imprime-lhes temporária vitalidade. Assim como o artista do lápis se aproveita dos debuxos de uma criança, tomando-os por base dos desenhos seguros com que passa a impressionar o ânimo infantil, né? Então, que qual é o grande problema dessas imagens pregadas nas chamadas igrejas cristãs? favorecem o processo obsessivo, porque os espíritos desencarnados, aproveitando as imagens que a pessoa traz, seja desta ou de outras existências, eles, por hipnose, fazem com que essas
rejas cristãs? favorecem o processo obsessivo, porque os espíritos desencarnados, aproveitando as imagens que a pessoa traz, seja desta ou de outras existências, eles, por hipnose, fazem com que essas imagens assomem a a mente da pessoa e eles agem para terrificar mais ainda. a a criatura a partir dessas imagens, tanto na dimensão espiritual, no processo obsessivo de desencarnado para desencarnado, quanto no mundo físico o processo de obsessão de desencarnado para o encarnado. Então, acabam por fazer exatamente oposto do que as igrejas querem, né? Claro que muito de hoje é usado muito demônio para aferir valores financeiros das pessoas. Mas mesmo aquelas aqueles sacerdotes ou pastores bem intencionados que querem ajudar, mas que passam essa ideia teológica doática, eles acabam não ajudando, ao contrário, criando grandes prejuízos por causa dessa desse processo hipnótico e favorecendo o próprio processo obsessivo. O esclarecimento se me deparava como oportuna chave para a solução de muitos enigmas no capítulo da obsessão, em que os doentes começam atormentando a si mesmos e acabam atormentados por seres que se afinam com o desequilíbrio que lhes é próprio, né? Então aqui é a fala de André Luiz, concluindo a partir da fala de Silas. Muitos processos obsessivos começa numa autoobsessão em que a própria pessoa cultuando imagens como essa do do demônio aove que é aproveitada pelos espíritos eh inimigos dela ou não para atormentá-la com mais intensidade. Ário que observava atentamente o duelo íntimo entre a enferma prostrada e a forma pensamento que lhe superpunha a cabeça, falou com ouvido: "Lembro-me de haver manuseado há muitos anos na Terra um livro da autoria de Coland Plan aprovado pelo arcebispo de Paris, trazendo a descrição minuciosa de diversos demônios. E creio haver visto uma figura gravada nessa obra semelhante à que temos sobra direta observação. Silas adiantou confirmando isso mesmo. É o demônio Belegor. Segundo as anotações de Jean Waer, que imprevidentes autoridades da igreja
ravada nessa obra semelhante à que temos sobra direta observação. Silas adiantou confirmando isso mesmo. É o demônio Belegor. Segundo as anotações de Jean Waer, que imprevidentes autoridades da igreja permitiram se espalhasse nos círculos católicos. Conhecemos o livro a que se refere. tem criado empecílios tremendos a milhares de criaturas que inadvertidamente acolhem tais símbolos de Satanás, oferecendo-os a espíritos bestializados que os aproveitam para formar terríveis processos de fascinação e possessão. Então, o que tem acontecido? os espíritos impedernidos no mal, eles tomam na dimensão espiritual, no num fenômeno de eh de modelação do próprio perespírito, a forma desses demônios que a própria igreja criou, né, as tanto as igrejas eh a igreja católica quanto as igrejas reformadas, as chamadas evangélicas. criaram esses são livros e livros que tratam desses chamados demônios e os espíritos utilizam, as pessoas já trazem a as imagens na mente e aí eles se aproveitam, como diz André Luiz, nos processos de fascinação e de possessão, gerando graves distúrbios mentais para essas criaturas que eh que estão envolvidas por esses processos teológico dogmáticos. Por isso a importância de se difundir a visão espírita da vida, a visão espírita da vida de Deus, como nós vimos no nosso primeiro encontro no livro Eu, espírito imortal do mentor Honório, a visão de Deus cósmico, de Deus amor e de que não existe o inferno, que não existem esses espíritos voltados ao mal eterno. Isso tudo é criação humana, é criação dogmática para amedrontar as pessoas e manipular as pessoas, feitos pelos líderes religiosos, originalmente mantidos até hoje por essas igrejas que se dizem cristãs. Então, é necessário ressignificar tudo isso para para o bem da humanidade, para o bem das pessoas. sabendo que é um processo ainda muito demorado. No próprio movimento espírita nós vemos muitas pessoas ainda com uma visão teológico-dogmática no nível do sentir. Elas sabem que é diferente, mas ainda no nível do sentir t essa visão punitiva de
do. No próprio movimento espírita nós vemos muitas pessoas ainda com uma visão teológico-dogmática no nível do sentir. Elas sabem que é diferente, mas ainda no nível do sentir t essa visão punitiva de Deus, né, de sofrimentos que nós substituímos muitas vezes pelos espíritos obsessores, mas quase que como a na crença dogmática de espíritos voltados ao mal e que tem um poder sobre nós maior do que de Deus. muitas vezes e nada disso é verdade, né? nós nós mesmos que damos o poder aos espíritos eh obsessores e nós podemos também fazer esforço para ressignificar tudo isso. refletia quanto ao problema dos moldes mentais na vida de cada um de nós. Quando o assistente certo, me surpreendendo a indagação, acentuou bem humorado. Aqui é fácil reconhecer que cada coração edifica o inferno em que se aprisiona de acordo com as próprias obras. Assim, temos conosco os diabos que desejamos, segundo o figurino escolhido ou modelado por nós mesmos. Vejamos que a conclusão de Silas é muito significativa, né? Cada coração edifica o inferno em que se aprisiona de acordo com as próprias obras. Nós temos visto que tudo na vida é feito para a felicidade do homem. Nós vimos até no caso daquela senhora na semana passada a misericórdia divina colocando a própria vítima do passado, né, que não ressentimento por ela para acolher a mãe que foi expulsa de casa acolhendo a própria filha. Isso é a misericórdia divina que ampara sempre todas as criaturas. A realidade que Jesus nos ensinou e que a doutrina espírita nos ensina é assim, a realidade que Deus é amor, que a lei de misericórdia é uma lei que está à disposição de qualquer criatura, mas muitos de nós queremos desdenhar as próprias leis divinas, a própria lei de misericórdia, criando um inferno particular em que nós nos aprisionamos muitas vezes conforme as nossas próprias obras, né? Então, qual é a reflexão mais profunda que nós podemos fazer desse caso aqui com base em tudo o que nós falamos? a fazer um resumo do caso. Vejamos que existe a lei de amor,
nossas próprias obras, né? Então, qual é a reflexão mais profunda que nós podemos fazer desse caso aqui com base em tudo o que nós falamos? a fazer um resumo do caso. Vejamos que existe a lei de amor, justiidade. É a lei maior do universo e a lei que anda muito próxima dessa, que é a de misericórdia. Então, eh, nós no movimento espírita estamos sendo convidados a ressignificar de uma vez por todas essa visão teológic dogmática da vida, né? É justo, é amoroso, é caridoso conosco fazer isso por nós mesmos. é misericordioso conosco para que nós possamos fazer isso também aos outros. Como nós vimos no nosso primeiro encontro, muitas vezes nós já libertamos da do daquela fase mítica, mas ainda não nos libertamos psicologicamente dessa visão dogmática, eh, que trazemos muito arraigado do passado. Então, nós somos convidados a ressignificar tanto individual quanto coletivamente, em pleno eh em plena pleno cumprimento da lei de amor, justiça e caridade em nossas vidas e da lei de misericórdia para que fluamos na vida e não nos perturbemos diante da vida. Vamos prosseguir agora vendo um um caso do livro Nosso Lar de André Luiz. Nós vamos ver nesse caso quanto a visão teológico-dogmática é prejudicial, como nós estamos vendo, e nuances específicas da visão teológico-dogmática impregnada na mente de uma senhora que foi resgatada da região bralina. Estudemos o caso relatado na obra Nosso Lar de André Luiz, capítulo com os recém-chegados do umbral. estacaram as matilhas de cães ao nosso lado, conduzidas por trabalhadores de pulso firme. Daí a minutos estávamos todos enfrentando as enormes corredores de ingressos às câmaras de retificação. Servidores movimentavam-se apressados. Alguns doentes eram levados ao interior sob amparo forte. Aqui a André Luiz tá descrevendo eh pessoas que foram retiradas das regiõesinas e elas são levadas, a maioria delas para as câmaras de retificação no Ministério de Regeneração que tem a nas vizinhanças do Umbral na cidade espiritual de nosso lar.
e foram retiradas das regiõesinas e elas são levadas, a maioria delas para as câmaras de retificação no Ministério de Regeneração que tem a nas vizinhanças do Umbral na cidade espiritual de nosso lar. Ele tá descrevendo esses trabalhos. Não somente Narcisa, Salúcio e outros companheiros se lançavam a Lite, cheios de amor fraternal. Mas também os samaritanos mobilizavam todas as energias no afã de socorrer. Alguns enfermos portavam-se com humildade e resignação. Outros, todavia, reclamavam em altas vozes. Tacando igualmente o serviço, notei que uma velhota procurava descer do último carro com muita dificuldade. Observando-me perto, exclamou espantada: "Tenha piedade, meu filho. Ajude-me, por amor de Deus. Aproximei-me com interesse. Cruz escredo continuou benzendo-se. Graças à providência divina, afastei-me do purgatório. Ah, que malditos demônios lá me torturavam. Que inferno, mas os anjos do Senhor sempre chegam. Ajudei a descer, tomado de extrema curiosidade. Pela primeira vez, ouvia a referência aos ao inferno e ao purgatório, partida de uma boca que me parecia calma e ajuizada. Talvez obedecendo a mais a malícia que me era peculiar, interroguei: "Vim assim de tão longe?" Falando desse modo, afetei Áries de profundo interesse fraternal, como costumava fazer na Terra, ouvidando por completo naquele instante as sábias recomendações da mãe de Elías. Aqui a André Luiz faz confidência da forma como ele estava agindo, que depois a própria, a Narcisa chamou a atenção dele, que ele estava ali para servir, para ser útil, não para criar conversas eh com pessoas dementadas, porque essa senhora tava aparentando lucidez, mas ela estava fixada nos processos teológicos dogmáticos que ela trazia da Terra. Vamos continuar para ver o que o que sai dessa conversa, né, André Luía? E e essa senhora, que era uma senhora escravocrata. A pobre criatura percebendo o meu interesse, começou a explicar-se. De grande distância. Fui na terra, meu filho, mulher de muitos bons costumes. Fiz muita caridade.
que era uma senhora escravocrata. A pobre criatura percebendo o meu interesse, começou a explicar-se. De grande distância. Fui na terra, meu filho, mulher de muitos bons costumes. Fiz muita caridade. Rezei incessantemente como sincera devota. Mas quem pode com as artes de Satanás? Ao sair do mundo, vi-me cercada de seres monstruosos que me arrebataram em verdadeiro torvelhinho. A princípio, implorei a proteção dos arcanjos celestes. Vejamos nas entrelinhas a as os processos teológicood dogmáticos que ela vai colocando aqui, né? Então ela se achava uma pessoa de bons costumes, fez muita caridade, que na verdade é esmola, filantropia, rezou muito, né, na a quantidade da reza, mas mesmo assim ela foi presa por Satanás. uma série de de concepções teológico-dogmáticas, bem próprias ainda das igrejas que se dizem cristãs, né? Os espíritos diabólicos, entretanto, conservaram-me enclausurada, mas eu não perdi a esperança de ser libertada de um momento para o outro, porque deixei uns dinheiros para a celebração de missas mensais por meu descanso. aqui o dogma de que se paga as missas e as missas as pessoas vão ter garantido o descanso eterno. Como são interessantes as suas observações. Mas não procurou saber as razões de sua demora naquelas paragens? Absolutamente não respondeu, persignando-se, como lhe disse, enquanto estive na terra, fiz o possível para ser uma boa religiosa. Sabe o Senhor que ninguém está livre de pecar? Meus escravos provocavam richas e contendas. Embora a fortuna me proporcion proporcionasse vida calma, de quando em quando era necessário aplicar disciplinas. Os feitores eram excessivamente escrupulosos e eu não podia zitar nas ordens de cada dia. Não raro algum negro morria no tronco para escarmento geral. Outras vezes era obrigada a vender as mais cativas, separando-as dos filhos por questões de harmonia doméstica. Nessas ocasiões, sentia morder-me a consciência, mas confessava-me todos os meses quando o padre Amâncio visitava a fazenda e depois da comunhão estava livre dessas
por questões de harmonia doméstica. Nessas ocasiões, sentia morder-me a consciência, mas confessava-me todos os meses quando o padre Amâncio visitava a fazenda e depois da comunhão estava livre dessas faltas venais. Porque recebendo a absolvição do confissionário e ingerindo a sagrada partícula, estava novamente em dias com todos os meus deveres para com o mundo e com Deus. né? Então essa é uma das crenças teológicodmáticas mais eh por assim que mais gera dificuldades pro para os nossos irmãos católicos. Por quê? Eles cometem os erros. A consciência alerta, né? Porque como nós estamos vendo aqui, ela sentia sentia morder minha consciência. É aquilo que nós refletimos na no terça-feira passada. Existe o alerta da consciência que é positivo. Existe a ansiedade de consciência. O que ela sente aqui? Alerta ou ansiedade de consciência? Alerta ou ansiedade? É alerta. Será? O alerta gera para o espírito o quê? Reflexão e mudança de atitude. Reflexão para ver o que está acontecendo. Veja o que que ela fazia. Mandava surrar os os os escravos até a morte. Vendia as mães, separando-as dos filhos, para, segundo ela, manter a harmonia doméstica. Na verdade, ela fazia dos escravos o que a o que ela eh queria para manter a sua fazenda produtiva. A consciência, na verdade, ela ela entrava num num conflito de consciência, mas pela crença teológico-dogmática bastava a confissão e tomara a chamada hóstia. Pronto, tudo estava resolvido e ela acreditava fielmente nisso. E como acreditava fielmente nisso, dogmaticamente ela estava isenta de qualquer falta, porque tava tudo resolvido, né, com a os pagamentos das missas, com a a confissão e a chamada comunhão que existe na Igreja Católica, né? Agora, isso anula as faltas na consciência de forma nenhuma, né? Porque a o alerta da consciência existe para que a pessoa possa vir a reparar os erros, fazendo todo um trabalho de ressignificação da forma como ela estava agindo, muito diferente do da forma como ela agiu. A essa altura, escandalizado com a
ra que a pessoa possa vir a reparar os erros, fazendo todo um trabalho de ressignificação da forma como ela estava agindo, muito diferente do da forma como ela agiu. A essa altura, escandalizado com a exposição, comecei a doutrinar. Minha irmã, essa razão de paz espiritual era falsa. Os escravos eram igualmente nossos irmãos. perante o Pai eterno, os filhinhos dos servos são iguais aos dos senhores. Ouvindo-me, ela bateu o pé autoritariamente e falou irritada: "Iso é que não. Escravo é escravo. Se assim não fosse, a religião nos ensinaria o contrário. Pois se havia cativos em casa de bispos, quanto mais em nossas fazendas, quem haveria de plantar a terra senão eles? E creia que sempre lhes concedi minhas censalas como verdadeira honra? Em minha fazenda nunca vieram ao terreiro das visitas, senão para cumprir minhas ordens. Padre Amâncio, nosso virtuoso sacerdote, disse-me na confissão que os africanos são os piores entes do mundo, nascidos exclusivamente para servirem a Deus no cativeiro, né? Então, associado à crença dela, ainda tinha o padre para reforçar, né, que a ela considerava santo o padre e acentuava a visão dela. Pensa então que me poderia encher de escrúpulos no trato com essa espécie de criaturas? Não tenha dúvida. Os escravos são seres perversos, filhos de Satã. Chego a admirar-me da paciência com que tolerei essa gente na terra e devo declarar que saí quase inesperadamente corpo por me haver chocado a determinação da princesa, libertando esses bandidos. Decorreram muitos anos, mas lembro-me perfeitamente. Achava-me adoentada havia muitos dias. E quando o padre Amâncio trouxe a nova da cidade, piorei de súbito. Como poderíamos ficar no mundo vendo esses criminosos em liberdade? Certo, eles desejariam escravizar-nos por sua vez e a servir de gente a e a servir a gente dessa laia, não seria melhor morrer? Recordo que me confessei com dificuldade. Recebi as palavras de conforto do nosso sacerdote, mas parece que os demônios são também africanos e viviam a
vir a gente dessa laia, não seria melhor morrer? Recordo que me confessei com dificuldade. Recebi as palavras de conforto do nosso sacerdote, mas parece que os demônios são também africanos e viviam a espreita, sendo eu obrigado a sofrer-lhe a presença até hoje. E quando veio, perguntei, em maio de 188, vejamos, ela desencarnou, morreu, né, na verdade, no mesmo mês que foi proclamada a a que foi a libertação dos escravos pela princesa Isabel. E a aqui se dá na década de 40 esse diálogo, porque um pouco antes de de, aliás, na década de 30, um pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial que André Luiz trata na no livro Nosso Lar, então provavelmente 38, né, quanto décadas depois da da morte dela que possibilitou a ao socorro e ela ainda trazia toda essa visão teológico-dogmática arraigada. Experimentei estranha sensação de espanto. A interlocutora fixou o olhar embaciado no horizonte e falou: "É possível que meus sobrinhos tenham esquecido de pagar as missas. Entretanto, deixei à disposição em testamento, né?" Então, nós estamos vendo pelo relato o quanto essa visão teológico doática gera essas crenças infantis em que as pessoas acreditam que basta pagar, basta a quantidade de de reza que ela faz para que ela esteja em paz com a consciência, né? E e nós sabemos conforme a orientação de Jesus, o que nos gera paz de consciência. O que Jesus fala sobre isso? Hã, cumprimento das leis, especialmente a lei de amor, justiça e caridade, né, a cada um segundo as suas obras. E não são obras de fora, né? São as obras interiores, é o trabalho interior de autotransformação. Oi. toda essa crença do problemática que ela tinha, ela não teria, falei que considerando a crença dogmática que ela tinha e dentro da percepção dela que aquilo era o correto pelo dogma que ela seguia, a pena ou a punição dela não seria abrandada em razão da intenção não ter sido tão perversa. existe atenuantes, né? Tanto é que a ela foi socorrida mesmo com todas essas crenças. Então, são atenuantes pelo fato
a punição dela não seria abrandada em razão da intenção não ter sido tão perversa. existe atenuantes, né? Tanto é que a ela foi socorrida mesmo com todas essas crenças. Então, são atenuantes pelo fato da própria igreja, como ela disse, na casa dos bispos tinha escravos. O próprio padre falava para ela que os escravos eram filhos de Satã e que eles foram criados por Deus para o para o cativeiro. Então, com tanta informação vindo de pessoas que deveriam ser cristãs, mas que não eram cristãs, geraram para ela o atenuante, mas não a ponto de impedir que ela passasse pelas consequências das próprias obras, né? ela como escravocrata, como essa pessoa desumana, ela passou todas essas décadas na região umbralinas, eh, sofrendo as ações dos espíritos que não a perdoaram, né, até que possibilitou o mínimo para que ela fosse socorrida, claro, claro, levada para a Câmara de Retificação para que ela possa ali rehaver ver toda a sua lucidez aí fazer com que trabalho que ela ainda vai precisar fazer, tanto essa quanto a outra. A outra estava fixada na mente o a perseguição do capeta lá do do Belfegor. Essa fixada nessa nessa visão teológico-dogmática. O que não aconteceu com ela ainda? arrependimento, né? Essa aqui nem remorço ainda tem. Veja o nível de endurecimento do espírito. Nem remorço. Ela tinha o problema da consciência, mas ela mascarava com os princípios dogmáticos da igreja, né? Aquela primeira que nós estudamos semana passada, o primeiro caso, já trazia o remorço, que tem a intenção positiva. Nós vimos a intenção positiva do remorço, que é a pessoa eh eh realizar eh atitudes corretas, só que mal direcionada por um processo que a pessoa se aprisiona no remorço, né? E ela é necessário que ela se arrependa dos erros. para poder espiar e reparar. Ah, essa aqui ainda está por fazer. A partir do momento que ela cair em si, começar a perceber toda essa realidade, ela vai adentrar na na lei de reparação, arrependimento, expiação e vai rogar uma reencarnação reparadora, expiatória, pode ser
r do momento que ela cair em si, começar a perceber toda essa realidade, ela vai adentrar na na lei de reparação, arrependimento, expiação e vai rogar uma reencarnação reparadora, expiatória, pode ser inicialmente só expiatória ou as duas coisas, expiatória e reparadora simultaneamente, né? Vamos ver agora mais um outro caso muito interessante também extraído do livro Obreiros de Vida Eterna. É um caso que são são muitas muit são dois capítulos do livro do Obreiro da Vida Eterna que nós recomendamos a todos que leiam no original. Nós vamos fazer um resumo desse caso. Era um um padre, o padre Domênico, que trazia uma visão teológico-dogmática muito arraigada, tanto nas concepções dele para com a igreja, quanto da igreja para com os chamados fiéis. Só que ele trazia também uma uma um crueldade muito intensa. Nós vamos ver alguma coisa da da história de vida dele e quanto essa visão teológico-dogmática, tanto da culpa quanto da desculpa, é prejudicial ao ser humano. Meras! Gritou infortunado, acusando alguma transformação íntima. Fui traído em meu ministério sacerdotal. Negaram-me os direitos prometidos. Fui espezinhado e ferido. Que desejais de mim? Lastimar-me? Não necessito da compaixão alheia. Aconselhar-me impossível. Então, para quem não leu a obra ou leu há muito tempo e não tá se recordando, nós estamos aqui numa região trevosa, a a o espírito chamado Cipriana, que era diretora da casa transitória, que é uma é uma espécie de um proto socorro vinculado a nosso lar. E essa casa transitória é uma instituição que fica nas regiões inferiores e das da da umbralinas ou trevosas, não dá para identificar muito bem. E ela esporadicamente ela sai de um lugar e vai pro outro. Ela é uma uma espécie chamado de casa transitória, mas é um é um lugar muito grande. E aí sai desse lugar e vai para outro lugar e eh para atender a necessidade dos espíritos. E eles eh a partir da casa transitória, eles vão para essa região, uma região muito densa, ao encontro desse padre. E eles levam uma um espírito que tem uma
h para atender a necessidade dos espíritos. E eles eh a partir da casa transitória, eles vão para essa região, uma região muito densa, ao encontro desse padre. E eles levam uma um espírito que tem uma capacidade de fazer leitura mental. É uma capacidade anímica em que a pessoa o a pessoa funciona como um médium. No caso aqui, esse espírito chamado Luciana, ela adentrava na mente do da do do padre Domênico e captava tudo aquilo que é que ele tinha vivido e que ele estava de alguma forma negando. É muito comum nesse movimento teológico do ele diz aqui, a, o sacerdote é feito toda uma espécie de lavagem cerebral por parte dos superiores, que ele se dedicando à igreja, ele vai ter muitos direitos depois que morrer no corpo, né? Depois da morte do corpo, ele vai ter uma série de direitos muito parecid, claro, salvadas proporções, muito próximo dessa visão teológico dogmática dos homens bombas, que eles promete-se para ele, por exemplo, paraíso com muitas virgens e comida abundante. Se eles se explodem com num lugar público, eles já vão imediatamente para esse paraíso. Então, a o dogmatismo em qualquer religião ele eh no caso dos homens bombas existe um processo muito negativo. gasto das igrejas, existe esse movimento de eh manipulação da das mentes para servir a igreja, mas não para servir a causa do Cristo. É muito claro a do caso do padre Domênico esse fenômeno da de servir a uma casa, eh, do ponto de vista humano, que pretensamente levaria a causa cristã, mas que de cristã não tem nada, né? Qual a importância disso para nós no movimento espírita de estudar exemplos como do padre Domênico? Qual a importância para nós? Se nós não somos mais católicos nem evangélicos, qual é a importância? Nós não somos, mas já fomos. Então, muitos de nós ainda trazemos os resquícios desse tipo de crença que o padre Domênico trazia. Nós trazemos ainda resquícios na nossa mente de situações teológicodmáticas que nós acreditamos durante séculos nessas dessa visão e que estamos sendo convidados a ressignificar. Por isso a
co trazia. Nós trazemos ainda resquícios na nossa mente de situações teológicodmáticas que nós acreditamos durante séculos nessas dessa visão e que estamos sendo convidados a ressignificar. Por isso a importância, a importância de se estudar casos como esses. De um modo geral, todos nós espíritas já passamos por essas religiões e muitas vezes nós desconstruímos eh nós nós construímos, melhor dizendo, uma uma visão de Deus extremamente punitiva, extremamente eh coeriva. E estamos hoje em nova existência para ressignificar tudo isso. Mas muitos de nós ainda trazemos isso muito forte em nós. E como trazemos muito forte, é muito importante estudar esses casos, ver o que tá acontecendo aqui nessa realidade do exemplo colocado na literatura espírita para que nós possamos refletir e agir de forma diferente nas nossas na nossa intimidade. Então vamos continuar aqui para ver o caso do padre Domênico. Primeiro ele fala, ele ele ele vem reclamando sobre direitos prometidos. Vamos continuar e refletir aqui juntos sobre o caso dele. Estou cego e atormentado no inferno por deliberado, menosprepreso das forças divinas que me desampararam totalmente, né? Então aqui é uma crença teológico-dogmática de que Deus vai nos amparar simplesmente pelo fato de nós termos sido um sacerdote, termos sido um pastor, termos sido de uma religião A ou B que ele trazia muito arraigado dentro dele. Domênico falou-lhe então Hipólito, a pedido da orientadora, que lhe fez silencioso gesto de solicitação, nesse sentido, dando-nos a ideia de que não desejava empregar a própria voz na conversação que se se iniciava: "Não te rebeles contra a determinação da justiça divina". Então, a maior revolta do padre Domênico era ele estar na situação que está e achar que aquilo era injusto. Como ele diz, as forças divinas me desampararam totalmente. Aqui o Hipólito também foi padre, só que foi um padre verdadeiramente cristão. O Hipólito diz para ele: "Não te rebeles contra a determinação da justiça divina, porque a justiça divina nos traz o quê?
Aqui o Hipólito também foi padre, só que foi um padre verdadeiramente cristão. O Hipólito diz para ele: "Não te rebeles contra a determinação da justiça divina, porque a justiça divina nos traz o quê? Conforme as crenças teológico-dogmáticas que que tínhamos ou que tivemos ou conforme as nossas obras? Conforme as obras. A lei de causa efeito está intimamente ligada à lei de justiça. Se passamos por efeitos dolorosos, é porque as causas que geramos foi de produzir muita dor, que como o caso do padre Domênico. Vamos prosseguir. Justiça! replicou ele, vibrando de emotividade. E não tenho fome do direito. Não possuía eu prerrogativas no apostolado? Não fui sacerdote fiel à crença. Há muitos anos padeço nas trevas e ninguém se lembrou de fazer-me justiça? Acalma-te", disse o nosso companheiro com voz firme. "A consciência é juiz de cada um de nós." Possivelmente envergasse a batina fiel à crença, mas desleal dever. Vejamos a fala do padre Hipólito, né? Ele tava reclamando direitos. Antes de nós reclamarmos direitos, qual é o grande convite da vida para todos nós? cumprir os deveres. Ele não tinha cumprido nenhum dever em relação à lei de amor, justiça e caridade, que também no Evangelho tá muito claro a lei de amor, justiça e caridade. Também dentro da igreja católica se prega isso, só que a grande maioria só teoriza em torno do evangelho sem cumprir verdadeiramente os deveres. Por isso ele diz: "Fiel à crença, fiel à igreja, mas não fiel aos deveres." Como? O dever é o aguilhão da consciência. Sim, é o aguilhão da consciência. Como diz o espírito Lázaro, temos conosco alguém com bastante poder de penetração nos escaninhos de tua vida mental. Espera. Vamos orar em silêncio para que a bênção do Senhor se faça sentir em teu coração. Em seguida, passaremos a auxiliar-te para que releias com a serenidade precisa o livro de tuas próprias ações, compreendendo a longa permanência nos despenhadeiros fatais. No caso da da Luciana, como que funciona o processo? é um movimento de recordação terapêutica
idade precisa o livro de tuas próprias ações, compreendendo a longa permanência nos despenhadeiros fatais. No caso da da Luciana, como que funciona o processo? é um movimento de recordação terapêutica das próprias ações que o espírito nega. Como ele ele eh desencarnou numa situação muito infeliz, ele foi assassinado, o que que aconteceu com ele? Ele cristalizou o processo da morte como se fosse injusta, como ele cristalizou de uma como se fosse injusta. A, o André Luiz está juntamente com o padre Hipólito, a a diretora da casa transitória, que é a Cipriana e Luciana. E eles vão, a Luciana funciona como uma espécie de terapeuta, ela vai adentrar agora na mente do de do padre Domênico para fazer um processo de recordação de memória para que ele parasse de negar a realidade que ele vinha negando. É muito interessante o o fenômeno. É um processo terapêutico que se dá na dimensão espiritual. O infeliz emudeceu por momentos e tomados de forte desejo de auxílio, endereçamos fervorosa súplica à esfera superior, rogando lenitivo para o sofredor e bastante luz para a nossa irmã Luciana, a fim de que pudesse ver aquela consciência culpada com eficiência. A enfermeira clarividente, evidenciando o carinho fraterno, aproximou-se do infeliz e, depois de fitar-lhe a fronte demoradamente começou: "Padre Domênico, vossa mente revela o passado distante, e esse pretérito fala muito alto diante de Deus e dos irmãos e humanidade. Duvidais da providência divina, alegais que o vosso ministério não foi devidamente remunerado com a salvação e imprecais contra o Pai de misericórdia infinita. Vossa dor permanece repleta de blasfêmia e desespero. Proclamais que as forças celestes vos abandonaram ao tenebroso fundo do abismo. É por e porventura não é assim? gritou desventurado, interrompendo-a. Compelido pelas circunstâncias da vida humana a servir numa igreja que me enganou, negam-me o direito de reclamar. O evangelho não tem palavras de melo de Judas? Deverei, por minha vez louvar os que me traíram?
pelas circunstâncias da vida humana a servir numa igreja que me enganou, negam-me o direito de reclamar. O evangelho não tem palavras de melo de Judas? Deverei, por minha vez louvar os que me traíram? Não, Domênico, vossos amigos não cogitam de criticar instituições. Desejo tão somente amparar-vos. Não concordais no vosso desvio da conduta cristã? Teresis de fato agido como sacerdote fiel aos sagrados princípios esposados? Esperarias um paraíso de vantagens imediatas para cada túmulos, tão só pelas insígnias exteriores que vos diferençaram dos outros homens? Não ponderaste a extensão das responsabilidades desassumidas? Vejamos que a a a Luciana vem fazendo para ele várias perguntas conscienciais, ele reclamando porque ele seguiu os dogmas da igreja e estava ali sofrendo as consequências dos atos dele. E ela vem fazendo essas perguntas conscienciais um processo terapêutico para auxiliá-lo no despertar. Ó que perguntas!", exclamou o interpelado com indfarçável azedome: "A organização religiosa que servi prometeu-me honras definitivas. Não era eu diretor de grande coletividade social, não ministrava o santíssimo sacramento, não fui recomendado ao céu. Apesar de tais protestos, o padre Domênico já acusava sinais de transformação íntima. Fizera-se-lhe a voz mais triste, denunciando capitulação próxima. O fato de ele nos nos sentir de mais perto através da audição facilitava-nos a atuação magnética de auxílio, né? Então, a a o é claro, todo espírito vai ser buscado na hora que ele já está num movimento de tédio, porque todo esse vazio existencial que essa visão teológico doática, distante verdadeira de verdadeiramente de Deus gera, faz com que o espírito adentre um estado de profundo vazio existencial. E nesse momento os benfeitores se aproximaram, então ele já estava sensível às reflexões que Luciana estava proporcionando a ele. Ao término de suas interrogações reticenciosas, Luciana observou: "As igrejas, meu amigo, são sempre elevadas e belas, consubstancia invariavelmente o roteiro de nós de
na estava proporcionando a ele. Ao término de suas interrogações reticenciosas, Luciana observou: "As igrejas, meu amigo, são sempre elevadas e belas, consubstancia invariavelmente o roteiro de nós de nosso encontro divino com o Pai de infinito amor. ensino a bondade universal, o perdão das faltas, a solidariedade comum, mas e os nossos crimes, fraquezas e defecções. Em geral, todos nós, filiados a correntes várias do pensamento religioso da Terra, exigimos que se nos faça justiça, esquecidos, contudo, de que as noções de justiça envolve a existência da lei. Qual é o grande dificuldade em relação à visão teológico-dogmática? No texto coloca essa grande dificuldade. Por que que ela é tão nociva? Porque não considera as leis divinas. Exatamente. Porque não considera as leis divinas. Tudo é privilégio. Então o sacerdote, porque ele, como ele mesmo diz, ele ministrou o sacramento, ele passou pela extrema unção, aconteceu tudo aquilo que o dogma manda. Mas os dogmas, o que caracteriza a visão teológico dogmática é exatamente a ausência de conexão com as leis divinas. Então, as pessoas acreditam uma série de coisas desconectadas das leis divinas, agem dessa forma, acreditando que estão sendo fiéis, acham que vão ter privilégios, mas a realidade vai ser sempre de acordo com a prática do dever, do dever consciencial, e não com aquilo que nós achávamos. E e como ludibriar a lei soberana, inalterável, embora compassiva em suas manifestações? Vejamos mais uma pergunta consciencial da Luciana que serve para todos nós. Como que nós vamos ludibriar a lei? A lei que é soberana e inalterável, embora compassiva em suas manifestações? A misericórdia divina vai estar sempre presente nas leis, mas para que nós cumpramos essas leis. Não concordais que é absurdo reclamar determinado procedimento dos outros, esperando para o nosso eu tirânico e desequilibrado as compensações somente devidas às observações das regras de purificação, das quais não passamos de meros expositores no campo do ensinamento.
tros, esperando para o nosso eu tirânico e desequilibrado as compensações somente devidas às observações das regras de purificação, das quais não passamos de meros expositores no campo do ensinamento. Ó, ó, e a confissão tornou Domênico, visivelmente impressionado com as palavras ouvidas. Monsenhor Pardini ouviu-me antes da morte e absolveu-me, e confiaste em semelhante medida. Vosso colega de sacerdote poderia induzir-vos ao bom ânimo e a coragem necessária ao serviço de reparação futura, mas não conseguiria subtrair-vos a consciência os negros resultados mentais dos atos praticados. Vosso coração, padre, é um livro aberto aos nossos olhos. Envolvido nas trevas, injuriás o nome de Deus e sua justiça. No entanto, a viva descrição de vossas reminiscências são bastante expressivas. Então, mais uma mais um engodo que ele acreditou pelo fato de ter passado pela extremção, foi absolvido pelo colega. Ele achava que simplesmente todos os débitos dele seriam anulados. da mesma forma que a senhora do caso anterior, né? uma visão teológico-dogmática de como se fosse possível anular a lei de justiça. Vejo-vos a derradeira noite na existência carnal, acompanhando-vos em noite fria, sob fortes rajadas do vento de céu sem lua. Desviastes o passo de centro populoso enveredais por estrada sombria de recanto suburbano. Não somente vos observo a forma física, sinto-vos igualmente o estado emocional. Empolgado pela visão embriagante dos sentidos, penetra um lar honesto, cego por sentimento menos respeitoso, para com alguém que vos ouviu inadvertidamente as palavras finas de sedução e malícia. Alijastes a batina escura como quem deséspem como da capa. Envergais agora na intimidade de pequeno salão verde, perfumado costume de Casimir Cinza Claro, absorvida por vossas referências gentis, que apenas traduzem propósitos de sensação distantes de qualquer sentimento edificante. Certa mulher cede as vossas promessas. Alguém, todavia, demora-se espreitando-vos. É um homem que se certifica da
ue apenas traduzem propósitos de sensação distantes de qualquer sentimento edificante. Certa mulher cede as vossas promessas. Alguém, todavia, demora-se espreitando-vos. É um homem que se certifica da ocorrência e afasta-se alucinado, sem que lhe identificassis a presença. Trata-se do esposo ofendido em dolorosa crise passional. Distancia-se a caminho de pequena cidade próxima, tomado de dor selvagem. penetra grande impório de bebidas e adquire 1 litro de vinho antigo por alto preço. Afasta-se angustiado e oculto à sombra de árvores acolhedoras adiciona o conteúdo do frasco pequena porção de substância venenosa, fulminante. Em seguida, espera-vos de longe, acariciando a ideia do assassino. alta, regressai ao presbitério e o adversário, como quem volta de ligeira viagem, saúda-vos agradavelmente, com dissimuladas demonstrações de estima e confiança para o convite ao vinho reconfortante na madrugada gélida e abris a porta da residência paroquial. calmo. Na tepidez do interior doméstico à frente de vasta mesa bem servida, experimentais honrado o vinho velho misturado a veneno destruidor. Não tiveste tempo para explicações. Ante vossos gemidos furiosos e roucos entre esgares de sofrimento. O assassino rice e pronuncia aos vossos ouvidos feias palavras de maldição. Quando a respiração se fez mais opressa, o homicida pediu socorro às dependências da casa depois de inutilizar a prova do crime ante vossos olhos assombrados. Precipitam-se em vão os servidores. Velho eclesiástico aproxima-se no intuito de ouvir-vos. Deve ser o Monsenhor Pardini de vossas referências. Compreendo-vos a dificuldade para manter qualquer conversação. Interroga o criminoso que se declara vosso amigo íntimo. Esclarece fingidamente que regressava em vossa companhia do próprio lar, onde havis entretido confortadora e longa palestra junto a ele e a esposa, demorando-se aí por insistência dos dois. O criminoso, revelando piedade irônica, assegura que vos acompanhar a casa paroquial em vista da noite alta e que
ora e longa palestra junto a ele e a esposa, demorando-se aí por insistência dos dois. O criminoso, revelando piedade irônica, assegura que vos acompanhar a casa paroquial em vista da noite alta e que demandaram interior a vosso convite para reconfortar-se e que em plena palestra amistosa caíste fuminado por síncope singular. De balde intentais esclarecimento. Vossa destra levanta-se e o indicador aponta o criminoso. Monsenhor Pardine aproxima-se. O homicida toma-vos a mão quase inerte e exclama: "É preciso salvar o padre Domênico. Minha esposa e eu não conformaríamos com semelhante perda. O eclesiástico que vos assiste permanece sob forte emoção. Supõe ser o vingador o companheiro desvelado da vítima e inicia o serviço dos morimbundos. Endereçais supremo olhar de impassível desespero ao adversário e compreendeis o próximo fim do corpo. Esfria-se vos membros. Viscoso suor vos corre abundante do rosto, e num esforço tremendo pronunciais de maneira quase ininteligível uma frase: "Eu, pecador me confesso. O religioso que vos acompanha, porém, fecha-vos os lábios no intuito de poupar-vos e assevera: Domênico, descansa em paz, né? Então, nós temos a aqui a a o dia da morte de Domênico, né? Ele traiu esse senhor levando a esposa dele a aquele lugar. Teve relação com ela e na volta o esposo o espreita, compra uma garrafa de vinho e com veneno a ele acaba morrendo. Pode falar. Eh, o que nos chama atenção aqui, Alírio, é a característica do papel da Luciana na tomada de consciência desse espírito. Uhum. Porque ele poderia recordar do que ele fez, né? Os fatos. Mas como ele estava muito vinculado a uma negação muito grande, né? Uma máscara de vitimização muito grande. Isso. Então, como que esse processo terapêutico mostra para nós uma lição muito interessante? é que no decorrer do relato que a Luciana faz, não é apenas um relato da linha histórica da vida dele ali. Uhum. Mas se nós percebermos as entrelinhas, da forma como é colocado, vai fazendo um ajuste na tomada de consciência dele.
e a Luciana faz, não é apenas um relato da linha histórica da vida dele ali. Uhum. Mas se nós percebermos as entrelinhas, da forma como é colocado, vai fazendo um ajuste na tomada de consciência dele. Um ajuste psíquico, né? É um ajuste psíquico a função disso. De maneira que com a clareza e a forma como é colocado nos detalhes Uhum. Ele agora é convocado a uma autorresponsabilidade como ele nunca teve. Uhum. Então o processo terapêutico, nesse sentido, fica muito claro que conduz a pessoa para se autorresponsabilizar. Exatamente. E é esse e é isso que é interessante do papel desta Uhum. desta forma de psicoterapia utilizada ali pelos benfeitores pro espírito tomar consciência. É. Excelente a sua a sua observação. Por quê? A, na verdade, padre Domênico, trazia uma culpa muito intensa pelos erros praticados, porque esse adultério não foi o principal erro dele. Ele fez, foi muito cruel. No livro fala de uma de uma moça que tinha um filhinho que era filho dele e muito magros, subnutridos e que ele a seduziu com promessa de casamento e ela foi à casa dele para conseguir algum recurso para o filho e ele simplesmente mandou soltar os cachorros. eram cachorros muito ferozes e não não atendeu a a mulher nem o filho e mandou soltar os cachorros em cima deles para expulsá-los da casa dele, né? Então era uma pessoa muito cruel. Então ele trazia o sentimento de culpa, mas ao mesmo tempo o sentimento de vitimização muito grande. E na vitimização ele se desculpava o tempo todo, né? Então ele ficava na negação dos atos cruéis e na vitimização como se ele não tivesse sido recebido da forma como ele achava adequado pela providência divina. E aí o que que acontece? Quando a Luciana vem, chama atenção para o o para ação responsável. Por quê? O que nos liberta de nós mesmos sempre vai ser em primeiro plano, nos responsabilizar pelos nossos atos. Porque enquanto o espírito não se responsabiliza pelos seus atos, ele vai ficar eh flutuando entre a culpa e a desculpa. Uma hora ele está na culpa,
meiro plano, nos responsabilizar pelos nossos atos. Porque enquanto o espírito não se responsabiliza pelos seus atos, ele vai ficar eh flutuando entre a culpa e a desculpa. Uma hora ele está na culpa, outra hora ele adentra a desculpa. num processo de irresponsabilidade. Se ele, caso do Domênico, ele culpava até Deus pelo fato dele acreditar nos dogmas que acreditava, ele culpava a Deus por não ter recebido toda a consideração depois da morte. Mas lá no fundo ele sabia que ele era responsável por tudo isso, né? Então, a a atuação da Luciana foi realizada até que ele realmente se sensibiliza, cai em si e começa a se modificar. Pode falar. Para mim, o que fica de lição é que existe uma diferença muito grande entre saber o que fizemos, Aham. ou o que fazemos e ter consciência do que fizemos, isso ou do que fazemos. No caso, ele precisou dessa intervenção Uhum. Para conduzi-lo ou estimulá-lo a ter consciência do que uma questão que parece que é a mesma coisa, mas não é a mesma coisa. Come? verdade é começar a despertar a consciência para a responsabilidade do que ele fez, né? Porque eh não é simplesmente uma recordação de memória para saber o que ele fez, mas para que ele pudesse começar a a despertar a consciência de responsabilidade. No nosso próximo, no próximo, eh, estudo, no próximo encontro, nós vamos trabalhar do livro Eu espírito imortal, a questão da lei de responsabilidade, né? Para que o espírito se liberte desse da prisão, tanto da culpa quanto da desculpa, projetando a culpa em terceiros, ação responsável é fundamental. Então essa esse processo terapêutico feita para pela Luciana é para que ele assumisse a responsabilidade pelos seus atos. Parece um processo cruel só de lembrar a pessoa do que ela fez. Não, não é isso. É um processo para que ela tome consciência e se responsabilize. Ao sacerdote reto não se faz necessária confissão no alento derradeiro. Ainda hoje ministraste a sagrada partícula. Pede a Deus por nós no céu. Isso fala do padre do padre Pardini. Em seguida, concede-vos plena
te reto não se faz necessária confissão no alento derradeiro. Ainda hoje ministraste a sagrada partícula. Pede a Deus por nós no céu. Isso fala do padre do padre Pardini. Em seguida, concede-vos plena absolvição de todos os pecados da existência humana, tratando-vos a personalidade espiritual cheio de santa confiança. A palavra do colega, porém, perturba-vos a consciência. No fundo, sabeis que a morte vos surpreende em doloroso abismo. Em vão tentais receber a paz que Monsenhor Pardini vos deseja. De balde procurais desviar o olhar do envenenador que vos segue. Mordais vossas mãos tombam inertes. O religioso amigo segura o crucifixo que não sentis. Vossos olhos param na contemplação da última cena. Abre-se a porta da alcova espaçosa e alguns servos ajoelham-se em pranto. Não distante um sino toca fúnebre aviso. entretanto semiinconsciente, fustigado pela dor e pela desesperação, não vos vejo desfrutando as claridades do novo dia que surge cá fora, assírios acesos e atitudes respeitosas dos paraquanos se multiplicam, visitando-vos os despojos após o laudo médico de bondoso facultativo, que intimamente vos cresç suicida, fornecendo, porém, explicações da causa mortes, como sendo fulminante ataque de angina, a fim de evitar escândalos e perturbações no círculo sempre venerável da religião. Há pessoas que choram sinceramente e ouço comentários elogiosos ao vosso pastoreio, pastorejo sacerdotal. Dentro de vós, todavia, prevalece imensa noite. Gritais como cego ao abandono, no primeiro instante de cegueira inesperada, porém ninguém vos ouve. Relacionais o crime de que fostes vítima. Rogai providências contra o matador, mas os ouvidos humanos agora permanecem noutras dimensões. Buscai o recurso de fugir, mas invencíveis grilhões vos ligam ao cadáver. Ao crepúsculo processa-se o enterramento. Abre-se o templo suntuosamente ornamentado com flores roxas. Cânticos tristes evolam-se do couro e toda a nave cheira a incenso. Com grande pompa em todas as minudências das Ezéquias, vosso
erramento. Abre-se o templo suntuosamente ornamentado com flores roxas. Cânticos tristes evolam-se do couro e toda a nave cheira a incenso. Com grande pompa em todas as minudências das Ezéquias, vosso corpo desce ao último abrigo. Entretanto, permaneceis ligados às víceras decompostas. Então, ele morreu, mas não desencarnou, né? Então, toda esse processo terapêutico é para que padre Domênico possa se responsabilizar pelos seus atos. Assim é na vida de todos nós. Todos nós já cometemos muitos erros no passado. Nós espíritas, de um modo geral já fomos também padres, fomos freiras, fomos pastores em outras religiões. Criamos muito, muito desse dogmatismo que existe na igreja. nós mesmos podemos ter participado da criação de tudo isso. Trazemos esses resquícios. Quando o padre Domênico reencarnar, se é que eles não estáem reencarnado, ele vai trazer essas tendências também, mas sempre será o objetivo de todos nós tomar consciência dos nossos atos e agir com responsabilidade perante a vida, para que nós possamos, agindo de forma responsável, nos libertarmos tanto da culpa quanto da desculpa. e da projeção da culpa em terceiros, seja nas leis, seja em Deus, seja num outro ser humano. É fundamental que nós nos libertemos disso tudo. Vamos fazer a nossa avaliação reflexiva. Feche os olhos, entre em contato com você mesmo em essência, buscando sentir o conteúdo estudado neste encontro. Do conteúdo o que você entendeu que se aplica à sua vida. O conteúdo estud estudado mudou a forma como você compreende a presença de Deus em sua vida. Em caso, em caso positivo, que mudança foi essa? Nesse encontro reflet sobre a visão teológico dogmática das questões espirituais e sua íntima relação com os sentimentos de culpa, desculpa, vitimização tão presente na cultura ocidental, bem como o que fazer para mudar essa concepção? Que ações você está disposto a realizar para firmar a concepção espírita de Deus, de modo a sentir-se filho de Deus, aprendiz da vida? M.
Mais do canal
Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #04
1:27:36 · 42 views
A Vivência do Amor Cap. 4 | A Expansão da Conciência | Lacordaire Faiad
1:25:46 · 94 views
Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #03
1:31:13 · 79 views
Estudo Reflexivo | Módulo 02: Os Mensageiros - #02
1:27:30 · 105 views
20º Encontro do Curso de Administração e Finanças | 06/03/2026
1:11:39 · 63 views
A Vivência do Amor | Atitudes e Comportamentos | Lacordaire Faiad
1:16:39 · 75 views