JESUS,PILATOS E A VERDADE - Roberto Pinheiro [PALESTRA ESPÍRITA]
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Sejam bem-vindos à nossa comunhão espírita de Brasília. Hoje é feriado e as nossas palestras também serão apenas gravadas. Então, hoje o tema da nossa palestra é Jesus Pilatos e a verdade, aquele célebre episódio do Evangelho. Bem, como é de prache e também a necessidade de buscarmos a elevação espiritual antes dos eventos, eu convido a todos que elevemos nossos pensamentos a Jesus e ao mestre, então, amado Cristo, endereçamos nossas rogativas. de gratidão por tudo que nos tem concedido nesta existência, principalmente a saúde, o teto, agasalho, a doutrina espírita, esta luz que nos orienta, como nos prometestes há mais de 2000 anos. que possamos nos pautar pelos vossos ensinamentos e os de vossos emissários, a fim de construirmos uma caminhada mais consciente nessa nossa existência, aproveitando-a da melhor maneira possível e evitando cometer erros do passado. que possamos também nos reconciliarmos com a lei e com aqueles a quem ferimos em outras épocas, por ampliarmos a nossa compreensão da lei de amor e da caridade. Que tua paz seja conosco hoje e sempre. Assim seja. Bem, minhas irmãs, meus irmãos, comecemos então o episódio é aquele em que Jesus é levado à presença de Pilatos após ser condenado pelo Sinédrio. E o Sinédrio queria que Roma condenasse e executasse o próprio Cristo. Então, em João 19 4:12 assim nos relata, tirando apenas um extrato, que o episódio é mais ou menos longo lá, apenas o extrato que nos interessa. Pilatos então chega para Jesus e pergunta: "Então, tu és rei?" E Jesus lhe responde: "Tu o dizes: "Eu sou rei. Para isso nasci, vim ao mundo, para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz". E a palavra volta a Pilatos que ele indaga o que é a verdade. Mas o estranho é que Pilatos faz a pergunta e já se retira. Ele não aguarda sequer um pouco para verificar o que Jesus tinha a lhe responder sobre a pergunta que ele tinha feito. Mas fica um pouco e já se retira da frente de Jesus. Mas nesse intervalo, Jesus teria tido
guarda sequer um pouco para verificar o que Jesus tinha a lhe responder sobre a pergunta que ele tinha feito. Mas fica um pouco e já se retira da frente de Jesus. Mas nesse intervalo, Jesus teria tido tempo de responder-lhe, mas não o faz. Jesus não responde a Pilatos sobre a sua pergunta: "O que é a verdade?" Então, esse silêncio de Jesus não é um vazio, ele é cheio de significado. E é um dos grandes objetivos do nosso encontro de hoje, falar, reflexionarmos sobre esse encontro e essas questões que estão ali. Então, este encontro de Jesus, ele não se dá, não fica congelado no passado há mais de 2500 anos num fato histórico. ele na realidade se repete até hoje em escala planetária. Eh, de que maneira a pergunta de Pilatos, o que é a verdade? poderia ser formulada atualmente da seguinte maneira, né, ou das seguintes formas. Haverá algo, alguma razão, algum motivo, alguma verdade que faça mudar o meu modo de vida, o meu sentido de vida, a forma como penso, o meu comportamento, como trato as pessoas, a forma como eu enfrento meus graves problemas, a minha maneira de lidar com as minhas grandes perdas econômicas, afetivas, que verdade poderíamos mudar a minha vida hoje. E agora a gente vai compartimentar essa reflexão. Vamos começar refletindo sobre o que se passava com Pilatos. Pilatos era o comandante, era o representante de César, o representante de Roma na Judeia. Ele não era qualquer pessoa, era uma pessoa, um militar muito preparado, um homem inteligente, educado na cultura greco-romana, familiarizado com as grandes escolas filosóficas do ceticismo, do estoicismo e também com relativismo político romano e a governar por conveniência e não pela verdade. para os céticos romanos, como da época de Pilatos, a verdade era inacauçável, pois só existem opiniões úteis. Então Pilatos fala como um céico, quando ele faz a pergunta, o que é verdade? É como se a gente dissesse: "Existe mesmo algo absoluto?" Então, relembrando, nos tempos de Pilatos, o pensamento romano sobre a
Pilatos fala como um céico, quando ele faz a pergunta, o que é verdade? É como se a gente dissesse: "Existe mesmo algo absoluto?" Então, relembrando, nos tempos de Pilatos, o pensamento romano sobre a verdade é que era considerada inalcançável ou irrelevante, porque o que importava apenas era o que era útil, o que faziam as coisas funcionarem. E ainda tem mais. O Pilatos demonstra num evento ali, nesse encontro que ele não era um homem mau no sentido vulgar, ele era um homem dividido naquele momento. Ele não encontra a culpa em Jesus, tenta soltá-lo, percebe a injustiça do sinédrio judeu, mas cede ao medo e ao seu interesse político. E isso é moralmente decisível. A consciência dele parece dizer: "Jesus é inocente, mas o seu ego político diria: "Mas soltar pode me custar tudo que eu conquistei até hoje". Dessa forma, quando Pilatos pergunta o que é a verdade, na verdade ele não está perguntando se existe algo que obrigasse a fazer o que era certo, porque ele já sabia a resposta e por isso foge. Não espera nem Jesus responder. A pergunta de Pilatos não soa como quem busca a verdade, soa como quem nela desacredita. Então é como ele se dissesse: "Você fala da verdade para Jesus, mas eu vivo de poder então no texto de de João que nós citamos, eh, destaca isso mais uma vez. Pilatos pergunta o que é a verdade e imediatamente se levanta e sai. Ou seja, ele não tinha uma busca. Ele jogou uma pergunta que ele não acreditava que tivesse a resposta. Foi só para com outros objetivos que não ficaram claros no evangelho. E ele, na realidade, ele desiste de ouvir uma resposta. Uma outra fragmentação aqui da nossa reflexão. Falamos de Pilatos. tentando refletir sobre o evento. E agora vamos falar sobre esse silêncio de Jesus. Por Jesus se calou. Por que Jesus se calou? Essa dúvida percorre a humanidade há mais de 2000 anos. Há muitas teorias, há muitos estudos, há muitas colocações. E aqui nos baseamos no que consta o Evangelho Segundo o Espiritismo e nas obras de Emanuel, psicografadas por Chico Xavier.
is de 2000 anos. Há muitas teorias, há muitos estudos, há muitas colocações. E aqui nos baseamos no que consta o Evangelho Segundo o Espiritismo e nas obras de Emanuel, psicografadas por Chico Xavier. Enfim, Jesus não responde. Ele não argumenta, nem começou a argumentar com Pilatos. Ele não citou escrituras, sequer tentou convencer. Ele se cala. E por que ele se cala? Eh, nos estudos que fizemos, nas reflexões, nós chegamos à conclusão que há perguntas que não são intelectuais, elas são existenciais. E essa, o que é a verdade? Ela não procura apenas uma resposta filosófica, ela procura uma resposta existencial. E Jesus, porque ao encontro com a verdade, ele vai levar a pessoa a uma mudança. Ele vai ter que questionar a maneira como tem vivido, como nós falamos no início, algo que possa o encontro com a verdade pode levar o quê? a minha vida pode mudar o meu sentido de existência, o meu comportamento, a minha maneira de pensar, minha maneira de agir, os meus valores. Então, há perguntas que não são intelectuais, são existenciais. Por isso que Pilatos não estava disposto a mudar, a submeter-se, a reconhecer algo acima do poder que ele tinha e imediatamente se retira. Ele não queria uma definição, isso é uma reflexão, né? que a gente buscou em vários livros. Ele não queria uma definição da pergunta, uma resposta da pergunta. Ele não queria um encontro com alguém que lhe desse uma explicação. Por isso que Jesus se cala, porque a verdade não se explica a quem não quer se dobrar ela. E além disso, Jesus já tinha dado a resposta. Como nos diz o Evangelho de João 14:6. Em outro momento, Jesus já tinha dito: "Eu sou o caminho, a verdade, a vida". Então, a verdade já estava diante de Pilatos, mas Jesus se cala porque Jesus não estava pronto para ouvi-la, porque a verdade não se impõe, como nós falamos. E segundo a lei do progresso que os espíritos nos ensinaram na doutrina espírita, ninguém desperta antes da hora. Pilatos tinha inteligência, mas ainda não tinha maturidade moral. E Jesus
nós falamos. E segundo a lei do progresso que os espíritos nos ensinaram na doutrina espírita, ninguém desperta antes da hora. Pilatos tinha inteligência, mas ainda não tinha maturidade moral. E Jesus respeita isso. O silêncio de Jesus é respeito ao livre arbítrio de Pilatos. É como se ele dissesse: "Eu não posso escolher por você". O silêncio, então, empregado por Jesus é o silêncio da pedagogia. O silêncio expõe o vazio da pergunta de Pilatos. Devolve responsabilidade para quem faz a pergunta, não violenta consciências. Então, uma pequena conclusão, mas importante, é que o silêncio de Jesus foi um ato educativo. Dá pra gente entender isso. Mas naquele momento em que a própria vida de Jesus estava em jogo, havia muito mais coisas do que isso. havia o cumprimento das escrituras e Jesus sabia que estava nos seus momentos finais, mas ele sempre aproveitava para ser um mestre, para ensinar. Mas ele estava diante de alguém que não queria aprender porque achava que já sabia tudo e que não via, talvez na sua idade, no seu posto, no seu momento, momento para mudar nada. não queria saber mais nada, que lhe levasse a mudar todo o seu destino, o roteiro que tinha estabelecido para ele, para chegar ali e para continuar após sair da Judeia. Então, há uma outra questão além dessa de que por Jesus se calou, é a famosa questão de que por Jesus é verdade. Ele fala isso vários momentos. Isso tem várias explicações, não é? Várias explicações. Então, vamos trazer algumas aqui para as nossas reflexões. O espiritismo, para o espiritismo, Jesus é o espírito mais puro, mais perfeito que esteve na terra. Por isso, ele é o nosso guia e modelo moral. O Evangelho Segundo o Espiritismo deixa isso claro logo no início, ao afirmar que o Cristo é o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para servir de guia e modelo. Então, quando Jesus diz: "Eu sou a verdade", a interpretação espírita tende a entender que ele é a expressão mais elevada verdade moral. e espiritual acessível à humanidade.
a servir de guia e modelo. Então, quando Jesus diz: "Eu sou a verdade", a interpretação espírita tende a entender que ele é a expressão mais elevada verdade moral. e espiritual acessível à humanidade. Mas isso ainda não deixa tão claro assim para alguns. Mas e aí? É a expressão mais alta, o espírito mais evoluído, mais puro, mais perfeito? O que que ele quis realmente dizer que era verdade? Que eu não entendo como fazer a conexão disso tudo? é que ele era materializão, ele foi e é a materialização de todas as leis que falam sobre a evolução do espírito, das leis morais, da do processo que os espíritos nos ensinavam, da nosso progresso espiritual. Então ele ensinou o que ele vivia mais que isso, ele ensinou e exemplificou o que ele era. Então, quando o Espiritismo diz que é o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo, é porque ele representava Deus. As leis de Deus estavam ali naquele homem materializado, aquele espírito elevado, que nós não temos sequer condições de avaliar o nível de evolução espiritual de Jesus, mas ele estava ali. Ele era a materialização, as leis de Deus viva. Isso que significa ele ser a verdade. Então Jesus não não falava apenas da verdade, ele a encarna. Ele era a verdade como pessoa. Por isso ele diz: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". Ele não diz eu ensino a verdade, ele diz: "Eu sou a verdade". Porque a verdade não é só um conceito, ela é uma vivência, é ser. O próprio evangelho de Jesus não é algo para se crer, é para sermos, para vivermos. Não é só teoria, é vivência, é transformação, é aprendizagem. Um outro tópico aqui nessa rápida reflexão desse encontro é sobre a verdade. O que é a verdade para o Espiritismo? O espiritismo, ele nos ensina que a verdade é uma revelação progressiva. Eh, Kardec e os espíritos nos ensinam que a revelação de Deus ocorreu, as grandes as grandes revelações, porque revelações sempre existiram e ainda existem. Mas as três grandes revelações ocorreram em três grandes momentos. com Moisés, com
ue a revelação de Deus ocorreu, as grandes as grandes revelações, porque revelações sempre existiram e ainda existem. Mas as três grandes revelações ocorreram em três grandes momentos. com Moisés, com os 10 mandamentos, com Jesus, com o evangelho materializado pelos apóstolos e com espiritismo, que é o consolador por ele prometido, que nos dá um esclarecimento racional, emocional completo. Mas a o Espiritismo não terminou. Eles e não é uma verdade fechada, ele está em progresso. Com a medida que a humanidade evoluir, avançar intelectual e moralmente, novos ensinos virão, como tem vindo. Então, conforme nos disse Jesus, ele trouxe a verdade moral, mas disse que ainda havia mais a compreender, conforme nos diz João em 16:12, tenho ainda muitas coisas a vos dizer e para isso enviarei um consolador. No capítulo 15 do Evangelho Segundo o Espiritismo, no subtítulo Fora da Caridade a Salvação, no item nove, os espíritos também nos falam sobre isso, que o sobre a verdade que o homem que homem ele faz com essa começa com essa pergunta ao texto. A gente tira um extrato aqui do texto. Que homem se pode vangloriar de possuir a verdade integralmente quando o âmbito dos conhecimentos incessantemente se alarga e todos os dias se corrigem as ideias. A verdade absoluta, continua os espíritos, é patrimônio unicamente de espíritos da categoria mais elevada. E a humanidade terrena não poderia pretender possuí-la porque não é não lhe é dado saber tudo. Vejam que texto fantástico. Continua: "A verdade somente pode aspirar a uma verdade relativa e proporcional ao adiantamento do homem. Se Deus houvera feito da posse da verdade absoluta condição expressa da felicidade futura, teria dito uma sentença de prescrição geral, ao passo que a caridade, mesmo na sua mais ampla acepção, podem todos praticá-la. Então, mesmo que você não tenha o conhecimento da verdade, se você faz o que o Jesus ensinou para a lei de amor, não é, você tem como praticar a caridade. Pode no teu conhecimento, o acesso a a
cá-la. Então, mesmo que você não tenha o conhecimento da verdade, se você faz o que o Jesus ensinou para a lei de amor, não é, você tem como praticar a caridade. Pode no teu conhecimento, o acesso a a conhecimentos que lhe levem a compreender o que seja a verdade. E ele termina aqui esse texto, este extrato que eu fiz fora do espiritismo, né? O Espiritismo, de acordo com o Evangelho, admitindo a salvação para todos, independente de qualquer crença, contanto que a lei de Deus seja observada, ele não diz: "Fora do Espiritismo não há salvação." E como não pretende ensinar ainda toda a verdade, também não diz: "Fora da verdade não há salvação, pois que esta máxima separaria em lugar de unir e perpetuaria os antagonismos". capítulo 15, tem. Então, como o próprio Cristo nos ensinou, estamos falando aqui sobre o fragmento do como o Espiritismo vê a verdade. A verdade vos libertará, nos disse Jesus. É uma libertação espiritual. Sob a ótica espírita, essa libertação envolve libertação da ignorância espiritual, compreensão da reencarnação, entendimento das leis, dentre elas a lei de causa e efeito, a lei do progresso, as leis morais, a imortalidade da alma, a comunicação dos espíritos, a ideia de que Deus é um pai e outros princípios espíritas. Então, a verdade, então, é conhecer as leis divinas que regem a vida conforme o progresso feito. O livro dos espíritos coloca isso de forma direta. O progresso intelectual deve caminhar junto com progresso moral. Sem transformação interior não há libertação real. Então, não adianta você conhecer a resposta se não está preparado para se modificar, como aconteceu no episódio com Pilatos. O espiritismo, por isso, diz que a verdade não é imposta de fora para você, ela desperta de dentro pela sua consciência. A cada reencarnação, o espírito vai se aproximando mais da vontade divina, não por medo, mas por amadurecimento, por desenvolvimento do sentido de transcendência. Existe algo mais do que aquilo que eu vejo na realidade. Eu sinto essa
ai se aproximando mais da vontade divina, não por medo, mas por amadurecimento, por desenvolvimento do sentido de transcendência. Existe algo mais do que aquilo que eu vejo na realidade. Eu sinto essa necessidade de buscar e você começa a buscar. Então, se você buscar a verdade só pelo lado intelectual, você não vai se desenvolver. Você vai desenvolver o egoísmo, o orgulho, poder, preconceitos. Então, por isso que o espiritismo diz que a verdade precisa da vivência do amor e da caridade. Então, a maior verdade ensinada por Jesus é simples e profunda. Fora da caridade não há salvação. Essa é a frase central do Evangelho Segundo o Espiritismo, que resume tudo. A verdade, então, não é apenas conhecer as leis espirituais, é vivê-las no amor, no perdão, na humildade. O espírito Emanuel ensina a verdade sem caridade vira fogo devorador. Por isso que a verdade, segundo Emmanuel, precisa ser guiada pela caridade. Porque a verdade sem amor ela fere, mas verdade com amor liberta. Então, nessa compreensão da junção da verdade com a com a prática do amor, a verdade não exclui, ela amadurece. A verdade não anula o amor, ela esclarece. Então, a verdade ilumina e a caridade aquece. Então, aplicando a verdade em nossas vidas que o espiritismo nos traz, porque é uma palestra espírita nossa, a busca pela verdade, por cada um de nós, é uma é uma jornada contínua. Assim como para Pilatos, muitas vezes nos encontramos em situações onde a verdade parece uma fuga. No entanto, Jesus nos ofereceu um caminho claro. Ele nos chama a ouvir sua voz, a seguir seus ensinos, coisa que Pilatos não quis fazer naquele momento e muitos de nós até hoje no planeta ainda não fazemos. A verdade, então, que Jesus oferece não é apenas intelectual, mas é uma prática e é transformadora. Então, para aplicar esses conhecimentos sobre a verdade em nossas vidas, devemos questionar, estarmos dispostos a questionar nossas próprias percepções, preconceitos, eh buscar com a humildade, a mente aberta, permitindo que ela nos guieções.
bre a verdade em nossas vidas, devemos questionar, estarmos dispostos a questionar nossas próprias percepções, preconceitos, eh buscar com a humildade, a mente aberta, permitindo que ela nos guieções. Então, ao abraçarmos essa busca pela verdade, encontraremos liberdade e propósito firme de nossa existência. Por eu existo? Essa pergunta e todas as demais, da onde vim, para onde vou, porque existo, porque sofro. O espiritismo responde, a ciência não responde, só as religiões respondem. e das religiões. O espiritismo é a que traz a explicação completa. Então, a verdade nos liberta das cadeias do engano e nos capacita a viver de acordo com os valores do reino de Deus que Jesus pregou. Então, este é o convite de Jesus para cada um de nós, viver na verdade e permitir que ela transforme nossas vidas. Então, concluindo aqui o nosso encontro, né, chegando ao final, mas não concluindo ainda, vem uma outra questão. Nós falamos aqui um pouco sobre a verdade segundo o Espiritismo, mas vamos ser mais práticos. Por que precisamos da verdade? Porque sem a verdade, a nossa vida nesse mundo faz com que o sofrimento vire revolta. A perda econômica afetiva vira desespero. O erro vira hábito. Parece normal. Mas com a verdade, quando a verdade nos toca, mães encontram força para orar por seus filhos difíceis. Alguém enfrenta o luto sem perder a fé. Alguém suporta uma prova difícil na vida, sem perder a dignidade. E a verdade mantém a nossa esperança no futuro. A verdade nos lembra que nada é definitivo, nada é perdido, nada é em vão. A verdade é a luz do espírito. Por isso que Jesus nos fala na verdade libertadora quando nos afirma em João 8:32: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Mas libertará do quê? Do medo, da culpa mal compreendida, do desespero diante do luto, da sensação de que tudo termina com a morte. Então, a missão de Jesus foi nos dar, deixar um conhecimento que nos explique a finalidade da nossa existência. A finalidade é amar, desenvolver-nos progressivamente,
de que tudo termina com a morte. Então, a missão de Jesus foi nos dar, deixar um conhecimento que nos explique a finalidade da nossa existência. A finalidade é amar, desenvolver-nos progressivamente, intelectual e moralmente. Nós vimos aqui rapidamente porque com amor é necessário estar aliado. Isso de uma maneira muito simples, né? com aquisição do conhecimento. Então, a missão de Jesus era dar esse testemunho. Ele era a verdade encarnada. Então, mostrar que a vida não termina paraa morte e nada prevalece sobre a verdade. Bem, agora sim nós chegamos à conclusão do nosso encontro meio filosófico, meio religioso. É um tema que dá para ficarmos horas conversando sobre ele. Mas aqui a finalidade era isso, era essa chegar, refletirmos, né? sobre a pergunta que nos julga: o que é a verdade? Quando Pilatos perguntou o que é a verdade, ele pensava estar julgando Jesus, mas na realidade era ele quem estava sendo julgado. 2000 anos depois, aquela pergunta continua ativa e a resposta que vem seguida é uma outra pergunta: Queres apenas entender-me ou queres tornar-te aquilo que sou? A verdade não é algo que se define, é algo que se vive. Toda vez que sabemos o que é o certo e escolhemos o conveniente, estamos naquela sala como Pilatos. Eu sei o que devo fazer, mas vai contrariar objetivos pessoais. Então o Cristo permaneceu em silêncio, não porque não tenha resposta, mas porque agora a resposta somos nós. Então, deixamos a conclusão do nosso encontro com outra pergunta. A maior pergunta não é o que é a verdade, é se nós estamos dispostos a viver segundo ela? Para que eu preciso conhecer a verdade? Eu vou ter medo, então, de mudar o que é a verdade? E aí, o que isso nos fará com a nossa existência? Conversamos rapidamente aqui e deixamos essas reflexões para todos e desejamos que seja útil. Não adianta você ir a uma palestra na casa espírita, ler um livro espírita, conhecer toda a obra de Kardec, conhecer várias obras de André Luiz, de Chico Xavier, de Emanuel, de Joana de Angângeles, de Divaldo e muitos
ir a uma palestra na casa espírita, ler um livro espírita, conhecer toda a obra de Kardec, conhecer várias obras de André Luiz, de Chico Xavier, de Emanuel, de Joana de Angângeles, de Divaldo e muitos outros. O que que aquilo está fazendo com você? O que isso? O que que isso está fazendo conosco? Estamos nos melhorando? Estamos conhecendo a verdade para quê? Por isso que nós falamos, a maior pergunta não é o que é a verdade, é se estou disposto a viver segundo ela. Era o que tínhamos a conversar com todos nesta neste dia sobre nesse momento, nesse feriado de carnaval. E é um dia reflexivo. Nós vivemos o mundo material em convivência com o mundo espiritual. O que é a verdade ao qual devo seguir? E assim concluímos o nosso encontro. Obrigado e até a próxima ocasião. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia [música] com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor [música] meu Deus, permita que os bons espíritos
momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor [música] meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar [música] a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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