VALORIZAR A VIDA NA TERRA - Roberto Pinheiro [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 31/12/2025 (há 3 meses) 49:15 627 visualizações

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Transcrição

vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Sejam bem-vindos e bem-vindas à nossa comunhão espírita de Brasília nesta terça-feira, a última terça-feira do ano e começamos aqui com a nossa tradicional oração de abertura, convidando a todos que levemos nossos pensamentos em uníssono. mentalizando a imagem do mestre Jesus. Amado Cristo e amado Deus, nosso Pai Celestial, estamos concluindo mais um ano de nossa existência física e aqui viemos a esta casa que tanto nos ajudou e ajuda, que tanto nos inspira reflexões sobre nossa vida terrena. com a permanente explanação dos conceitos e ensinos que nosso mestre nos legou por intermédio do consolador, por ele prometido, o espiritismo, que nos explica mais detalhadamente tudo aquilo que o mestre à época não pôde fazê-lo pela nossa condição intelectual, capacidade de compreensão. de tão elevados princípios e ensinamentos aqui. Então, hoje viemos agradecer e também continuar a pedir as orientações para conduzirmos nossa existência pelo ano novo que se avizinha. agradecer por tanta ajuda recebida, por aquilo que soubemos que o Senhor nos ajudou e principalmente pela ajuda que desconhecemos ter recebido. nos façamos merecedores a cada dia dessa ajuda sempre presente em nossas vidas. Porque como nos ensinou Cristo, nenhuma de suas ovelhas se perderá. Sabemos com essa doutrina maravilhosa que o Mestre e que o Pai está conosco todos uns instantes, mas temos a consciência de que ainda não conseguimos estar com eles na mesma proporção. Que a misericórdia e a compaixão divinas nos acompanhem nessa luta pelo nosso progresso, em que a cada dia procuramos, com as nossas limitações e dificuldades, superar nossas provas e acrescentar em nosso patrimônio espiritual as virtudes, os ensinos que nos são legados. Que vossa paz seja conosco mais

dia procuramos, com as nossas limitações e dificuldades, superar nossas provas e acrescentar em nosso patrimônio espiritual as virtudes, os ensinos que nos são legados. Que vossa paz seja conosco mais uma vez, hoje e sempre. Assim seja. Caros irmãos e irmãs, conforme acabei de relatar, última terça-feira do ano e procuramos refletir muito sobre a escolha de um tema que buscasse sintetizar uma a ideia mais importante, o ensino mais importante transmitido nas inúmeras, incontáveis palestras desta casa. no ano que se encerra, uma tarefa extremamente difícil para tentar passar a vocês esta síntese. Último dia, tantas vezes eu vim aqui ou até é a primeira vez que eu venho ou vim poucas vezes. O que eu poderia nessas reflexões dos últimos dias deste ano meditar sobre o que me foi passado e principalmente sobre que isso que foi passado que eu apliquei, talvez ainda não na plenitude, porque eu sou espírito em evolução, tenho dificuldade sim de absorver tantos ensinos, mas qual seria a síntese? o que seria a base? Então, eu não inventei, eu busquei a inspiração divina e a resposta me veio numa mensagem do livro O Espírito da Verdade, psicografado pelo grande médium Francisco Când Xavier, o nosso eterno Chico, ditada pelo espírito Emanuel, o título da mensagem para valorizar a vida na terra. Para valorizar a vida na Terra. E ela trata então de qual síntese, de qual tema que seria o mais importante, que foi permeado e fez parte de todas as palestras aqui? O amor. Sim, porque como nos fala o capítulo 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, a o título do capítulo é amar ao próximo como a si mesmo. O amor resume toda a doutrina, todos os ensinos de Jesus, porque este é o sentimento por excelência, é o principal sentimento do espírito imortal criado por Deus e que nós temos e estamos desenvolvendo em cada encarnação até atingirmos a perfeição relativa. Porque absoluta só Deus cabe. Então esse é o tema, a síntese, o amor, o amor que nós temos que desenvolver. Mas isso não é só uma opinião,

vendo em cada encarnação até atingirmos a perfeição relativa. Porque absoluta só Deus cabe. Então esse é o tema, a síntese, o amor, o amor que nós temos que desenvolver. Mas isso não é só uma opinião, esse ser o tema mais importante. Eu vou me permitir aqui lembrar-los sobre ainda neste capítulo, aliás, no capítulo 15, cujo título é fora da caridade, não há não há salvação, da chamada parábola do juízo final. Nesta parábola, Jesus deixa por intermédio de uma metáfora qual é a nossa finalidade existencial neste planeta e na realidade, em todas as existências que tivermos e se associa com o nosso tema para valorizar a vida na Terra. Lendo a parábola, então vocês vão se lembrar, aqueles que não a conhecem, a conhecerão. Diz-nos Jesus. Ora, quando o filho do homem vier em sua majestade, acompanhado de todos os anjos, sentar-seá no trono de sua glória, reunidas diante dele todas as nações, separará então uns dos outros. Como o pastor separa dos bodes as ovelhas e colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda. Então dirá o rei aos que estiverem à sua direita: "Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do reino que vos foi preparado desde o princípio do mundo. Porque tive fome e me destes de comer. Tive sede e me deste beber. Careci de teto e me hospedastes. Estive nu e me vestistes. Achei-me doente e me visitastes. Estive preso e me fostes visitar. Então responder-lheão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer ou com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos sem teto e te hospedamos? Ou despido e te vestimos? E quando foi que soubemos que estavas doente ou preso e fomos te visitar? O rei então lhes responderá: "Em verdade vos digo, todas as vezes que isso fizestes a um destes mais pequeninos dos meus irmãos, foi a mim mesmo que o fizestes. Dirá em seguida aos que estiverem à sua esquerda: Afastai-vos de mim, porque tive fome e não me destes de comer. Tive sede e não me destes de beber. Precisei de teto e não me agasalhastes.

o fizestes. Dirá em seguida aos que estiverem à sua esquerda: Afastai-vos de mim, porque tive fome e não me destes de comer. Tive sede e não me destes de beber. Precisei de teto e não me agasalhastes. Estive sem roupa e não me vestistes. Estive doente no cárcere e não me visitastes. E concluindo também eles replicarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome não te demos de comer? Com sede não te demos de beber? Sem teto ou sem roupa? Doente ou preso e não te assistimos? Ele então lhes responderá: "Em verdade vos digo, todas as vezes que faltastes com assistência a um destes mais pequenos, deixastes de tê-la para comigo mesmo. Estes irão para o sofrimento e os justos para a vida eterna". São palavras muitas vezes duras, mas adequadas à época para pessoas que não tinham outra forma de compreender. E Jesus disse que mais tarde enviaria o consolador para explicar não apenas esta parábola, mas todos os ensinos dele. Então, aqui está a a famosa, a conhecida, não foi o espiritismo que batizou essa parábola como parábola do juízo final. Ela já vem com a herança teológica ocidental desde a Idade Média. E aqui estão está então bem claro, apesar de ser uma metáfora, o parâmetro para você considerar que a sua existência cumpriu a finalidade. Estive nu e me vestiste. Estive sem teto e me abrigaste. Estive com fome e me deste comer. Caridade material. a caridade em geral. num outro capítulo também fazendo a junção de passagens, algumas passagens do Evangelho Segundo o Espiritismo, para consolidar essa ideia de que o amor é o principal fundamento de todas as palestras dadas este ano. O capítulo segundo, meu reino não é deste mundo. Há uma mensagem na parte das instruções dos espíritos, que na realidade é um depoimento de uma exrainha da França, em que ela diz assim, uma o título da mensagem até uma realeza terrestre. E num trecho ela diz assim: "O capítulo é meu reino não é deste mundo." Vimos agora a parábola do juízo final. É como se aqueles que cumpriram os mandamentos da caridade acessam o reino.

za terrestre. E num trecho ela diz assim: "O capítulo é meu reino não é deste mundo." Vimos agora a parábola do juízo final. É como se aqueles que cumpriram os mandamentos da caridade acessam o reino. Então diz aqui a mensagem: "Para se conquistar um lugar neste reino, são necessárias a abnegação, a humildade, a caridade em toda a sua celeste prática, a benevolência para com todos. Não se vos pergunta o que fostes, nem que posição ocupastes, mas que bem fizestes e quantas lágrimas enxugastes. nesta mensagem de uma rainha, de uma ex-rainha da França, podem acessar lá no capítulo segundo, ela afirma categoricamente que ela se considerava, ela era uma rainha, se considerava, não, ela foi uma rainha e viu acima dela muitas pessoas que nem nobres eram, estavam muito abaixo dela na hierarquia social da época e no mundo espiritual estavam muito acima dela. Por isso que ela deixa esse testemunho de que são necessárias a abnegação, a humildade, a caridade em toda a sua celeste prática, a benevolência para com todos. Quantas lágrimas enxugastes! Então, ainda voltando lá ao capítulo 15, tô indo e voltando, fora da caridade, não há salvação, afirma-se no item terceiro também que toda a moral, eu trouxe essa palavra nova aqui, toda a moral de Jesus se resume na caridade e na humildade, isto é, as duas virtudes contrárias ao orgulho e ao egoísmo. toda a moral de Jesus. Nas concepções filosóficas, a moral é um conjunto de princípios e valores determinados por um povo ou uma região, um país, em determinada época da história. E a moral vai mudando, o que é certo, o que é errado, o que é bem, o que é mal. No Evangelho Segundo o Espiritismo, aliás, no livro dos espíritos, Kardec pergunta isso aos espíritos: "O que é a moral?" E os espíritos respondem: "É tudo que vos aproxima das leis de Deus, porque as leis de Deus são imutáveis e as leis dos homens mudam." Então, a moral de Jesus é imutável. Fazer o bem é imutável. Mas o que é fazer o bem? O que, já que na nossa moral humana, o bem para um povo pode

eis de Deus são imutáveis e as leis dos homens mudam." Então, a moral de Jesus é imutável. Fazer o bem é imutável. Mas o que é fazer o bem? O que, já que na nossa moral humana, o bem para um povo pode não ser o bem para o outro dentro do próprio país. Isso pode ter diferença se um país é muito grande como nós o que é certo, o que é errado. E no Evangelho Segundo o Espiritismo está escrito que quando você tiver dúvida o que é certo, o que é errado, o que é bem ou mal, você tem que pensar nas consequências das suas ações. Muito bem, amor, fazer o bem. A mensagem então trazida para valorizar a vida na Terra fala sobre isso. Fazer o bem, lei do amor. Ser solidário. Ser solidário. Há uma história que eu encontrei que explica muito bem, de uma maneira muito fácil essa essa história da finalidade existencial, que é uma dúvida que acompanha o ser humano desde milhares de anos atrás. Que dúvida? Por que eu existo? Qual é a finalidade da minha existência? Eu encontrei uma história bem interessante que sobre a mangueira. A mangueira, você joga a semente e ela vai crescendo, vai se desenvolvendo até atingir a sua finalidade, que é produzir mangas. Então, a finalidade da mangueira é produzir mangas, mas ela só produz mangas quando está pronta. Quando ela está pronta, ela produz a a manga, porém ela, como todas as árvores frutíferas, as suas frutas não a alimentam, elas caem para que outros delas se aproveitem. O espírito, diferentemente, obviamente, ao longo de seu crescimento espiritual, para atingir a finalidade maior para a qual foi criado por Deus, ele já começa a cumprir progressivamente a sua finalidade existencial, que é fazer o bem, é amar ao próximo. E amar ao próximo é ser solidário. Fazer a caridade é ser solidário. Ser solidário, fazer a caridade é o amor em ação, como nos ensina o espiritismo. Então, a mensagem que vos trago hoje é sobre a caridade material. E a caridade material ocupa o lugar central, tanto nos ensinos de Jesus quanto no espiritismo. Porém, ela nunca parece aparece isolada.

ntão, a mensagem que vos trago hoje é sobre a caridade material. E a caridade material ocupa o lugar central, tanto nos ensinos de Jesus quanto no espiritismo. Porém, ela nunca parece aparece isolada. Ela é sempre apresentada como uma expressão visível da nossa transformação moral. Para nós evoluirmos moralmente, precisamos viver em sociedade. E não vamos evoluir egoísticamente, pensando e agindo só para nós. Não desenvolveremos os valores do espírito assim. Podemos desenvolver até a parte intelectual, mas não a moral na sua plenitude ou de forma adiantada, porque é necessário fazer o bem, amar ao próximo, amar a Deus e a si mesmo. E sobre esse caso então da caridade material, vejam só, eu trago um fato ocorrido na vida de Chico Xavier, que está num dos livros da sua de suas biografias, que tem por título A sopa que salvou uma vida, um caso real ocorrido na cidade de Uberaba. É curta história. Uma noite fria em Uberaba, um homem em situação de rua bateu à porta do centro espírita, onde Chico e os amigos faziam a distribuição de sopa e pães. Esse homem estava sujo, faminto e visivelmente alcoolizado. Alguns voluntários hesitaram em atendê-lo porque ele cheirava fortemente a bebida. Chico, porém, se aproximou e, com seu jeito doce disse ao homem: "Meu irmão, sente-se. Hoje o Senhor Jesus mandou sopa quente e pão para os filhos que têm fome." O homem então comeu em silêncio em lágrimas. Antes de sair, procurou Chico e disse-lhe: "Eu ia acabar com a minha vida hoje. Eu só queria um sinal de que Deus ainda se lembrava de mim. E ele mandou o Senhor me dar sopa." Dias depois, esse homem voltou limpo, sóbrio, trazendo flores colhidas na rua, e disse: "Eu não trouxe dinheiro, mas trouxe o que achei bonito para agradecer. Hoje eu acredito que Deus ainda me quer bem." É impossível nós avaliarmos qual a dimensão, qual o alcance de um ato solidário nosso. Não sabemos. Pensamos que sabemos. Aqui está não apenas um caso isolado, mas um caso real do mundo de provas e expiações que somos ainda.

mos qual a dimensão, qual o alcance de um ato solidário nosso. Não sabemos. Pensamos que sabemos. Aqui está não apenas um caso isolado, mas um caso real do mundo de provas e expiações que somos ainda. A caridade não é apenas dar a esmola, é benevolência, é indulgência, é perdão. A caridade material é necessária nesse mundo, mas é insuficiente sozinha. Próprio Jesus reconhece a desigualdade humana ao dizer: "Os pobres sempre os tereis convosco". Está em Mateus 26:11. Mas sem o espiritismo, que nos explica a finalidade da reencarnação, essa desigualdade levaria possivelmente a três impasses. A existência da desigualdade é fruto de privilégios sem mérito, sofrimento sem causa e justiça de Deus aparentemente arbitrária, porque dá para uns e não dá para outros. Mas o espiritismo responde de uma maneira totalmente diversa, dizendo que as as desigualdades sociais e intelectuais e morais resultam de experiências anteriores vividas por cada um de nós num processo educativo contínuo. É, o processo é educativo. Estamos sempre nas leis de Deus sendo educados. A vida é uma escola para aqueles que quiserem ser bons alunos e também uma escola para aqueles que não quiserem. A caridade material nos ensinos de Jesus ensina então que a nossa evolução moral está associada à nossa solidariedade, ao cuidado concreto com os necessitados. Lembremos da parábola do juízo final. Porque tive fome e me deste comer. Tive sede e me deste beber e por aí vai. Então, a caridade não é simbólica, mas material e objetiva. É o alimento, o abrigo, a roupa, o acolhimento. Então, o critério da evolução nossa não é a crença, mas as obras. Não é a crença, mas as obras. Há um estudioso famoso que diz que o evangelho não é apenas algo para se crer, mas algo para sermos. Tudo que está escrito é para nós vivenciarmos e não termos uma cultura, um conhecimento apenas. E a reenclanação, a reencarnação, então, é a chave do conhecimento da justiça divina. Eu tenho para mim que para conhecer melhor a justiça divina, eu tenho que me

uma cultura, um conhecimento apenas. E a reenclanação, a reencarnação, então, é a chave do conhecimento da justiça divina. Eu tenho para mim que para conhecer melhor a justiça divina, eu tenho que me aproximar do conhecimento do amor de Deus. Quanto mais eu procurar entender o amor de Deus, eu procurar, eu vou, eu tenho conseguido entender mais a justiça dele. Pois a justiça de Deus, a justiça de um pai, como nos ensinou Jesus, é reerguer o seu filho. Deus sabia quando nos criou que iríamos passar por todas essas dificuldades, esses erros, esses acertos, os desacertos. o enclausuramento, em ideias que não deveríamos ter, em hábitos, em vícios. ele sabia de tudo isso, mas ele é tão poderoso, ele tem um amor tão poderoso, ele tem uma lei tão poderosa e coloca todos os seus filhos mais adiantados para nos ajudar, que ele sabe que um dia nós seremos muito mais do que somos hoje. Essa é a história do universo. Sempre foi assim, porque Deus criou o universo com amor, mas não nos entregou ao acaso. Tudo está sendo feito para darmos certo. Vai me faltar o nome correto do livro agora, do espírito Cairbachutel, numa psicografia dele. já citei aqui em outros momentos, ele é o governante espiritual de uma cidade eh nova alvorada, em que ele diz assim que todos nós, eu não sei se o livro ia conversando sobre mediunidade ou outro, que todos nós que estamos encarnados pertencemos a uma cidade espiritual, todos, sem exceção. Não há caso na encarnação. Temos um mentor espiritual, não é? O anjo da guarda, conforme o conhecimento católico, que está sempre acompanhando a nossa vida. Como estamos associados a uma cidade espiritual? Nós somos monitorados para ver se estamos cumprindo o nosso planejamento reencarnatório. E o que que e no que que estamos nos desviando, o que que precisam fazer para nos alertar, para voltar pro caminho que desviamos. Então, vejam, tô citando isso como reforço ao que eu falei anteriormente, de que Deus coloca todo o universo para nos ajudar. É perfeito demais para muitos

rtar, para voltar pro caminho que desviamos. Então, vejam, tô citando isso como reforço ao que eu falei anteriormente, de que Deus coloca todo o universo para nos ajudar. É perfeito demais para muitos acreditarem, mas não poderia ser, quando a gente começa a refletir, a gente chega à conclusão que não poderia ser diferente, já que Deus é a perfeição maior. Então, a reencarnação nos explica essas desigualdades, nos explica conforme nos diz o Espiritismo, como funciona a justiça divina. O espírito tem várias múltiplas existências corporais. Em cada uma, cada existência existe uma oportunidade de crescimento. E a pobreza e a riqueza não são punições e nem recompensas, mas instrumentos pedagógicos de crescimento para aquela vida que você está tendo aqui. Então, para quem sofre, a carência material pode ser uma prova de resignação e paciência. Não é que eu fiz algo errado no passado, tô vindo pobre. Não, eu pedi para desenvolver a humildade, para desenvolver a solidariedade, porque aqueles com quem eu estou nascendo na mesma família ou vou ter filhos mais tarde, eles eu preciso reergê-los da onde estão e eles terão de passar por essa essa necessidade econômica e precisam de alguém que os sustente nesta vida, sustentar no sentido moral, afetivo. Eu sou voluntário. Por quê? Porque eu já tenho uma vivência com ele no passado. Ou até não. Às vezes eu pedi a Deus, quero ajudar alguém. É complexo isso, mas não é uma equação matemática, é uma equação afetiva. Pode ser uma expiação também reparadora. que ele, a pessoa, o espírito em sucessivas encarnações, utilizou mal os recursos financeiros. Então isso, porém, não justifica para aqueles que estão na mesma eh sociedade que esse espírito, não, isso aí é a karma dele, ele tem que passar por isso. Isso não justifica a nossa omissão, porque essa situação nos desenvolve a compaixão. A compaixão é o sentimento que nós temos de querer diminuir o sofrimento alheio, ao sentimento. da compaixão se dá pela solidariedade, pela caridade.

, porque essa situação nos desenvolve a compaixão. A compaixão é o sentimento que nós temos de querer diminuir o sofrimento alheio, ao sentimento. da compaixão se dá pela solidariedade, pela caridade. Então, o sofrimento do próximo é instrumento para o meu para o desenvolvimento dos meus sentimentos e o sentimento por excelência, o amor. Então, para quem possui recursos financeiros, não precisa ser rico. A riqueza ou a condição financeira é uma prova. Como nos disse o próprio Cristo, muito será cobrado a quem muito se houver dado. Os bens materiais, como está no Evangelho, é um empréstimo divino. A caridade material, principalmente no mundo de desigualdades, é um dever nosso, é um dever reparador e educativo. O Espiritismo também reconhece, portanto, que a pobreza, a miséria é uma prova difícil, mas quem possui recursos tem responsabilidade moral em acréscimo. Nós temos aqueles que têm recursos. E que que é ter recursos pra gente tentar? É só você estar um pouco melhor que o outro. Todos nós sabemos que aqueles que vivem na pobreza ou vivem e e vivem às vezes de uma hora para outra, perdem tudo, né? Quem tem dificuldade financeira se ajuda muito, reparte o que tem, compartilha o que tem. Então, para quem tem um pouco mais, a doação material auxilia o seu próprio progresso, além do progresso do assistido. Vejam a história do Chico. Vejam a história do Chico. As orações de quem sofre, as orações a Deus, a Jesus, de quem sofre essa desigualdade econômica. Como que Deus, como Jesus vai atender materialmente? É por aqueles que se candidatam, como nós e muitos outros de muitas religiões, a serem instrumentos da vontade de Deus. Kardec também alerta para contra os extremos dar por vaidade e negar ajuda por medo de ser enganado. Hoje tenho encontrado muita gente que diz assim: "Não, não preciso ajudar porque existe bolsa, isso, bolsa aquilo". Essa pessoa que tá aí pedindo, ela já recebe muitas bolsas do governo. Eu não sei. Vejam que Jesus também nos ensinou. Não julgueis. Eu não sei a necessidade

porque existe bolsa, isso, bolsa aquilo". Essa pessoa que tá aí pedindo, ela já recebe muitas bolsas do governo. Eu não sei. Vejam que Jesus também nos ensinou. Não julgueis. Eu não sei a necessidade real. Se você recebe a bolsa é melhor, não tá? Talvez passando a miséria pior, extrema. Um espírito uma vez me disse numa reunião mediúnica, que eu participo de reuniões mediúnicas, eu sou dialogador, ele disse para mim isso há muito tempo atrás, que ele desencarnou com fome e ele disse: "A dor da fome ninguém esquece, é uma dor terrível. Jamais você esquecerá se você passou pela fome. O que é a fome? sentindo a dor que ela lhe causa. Então, a caridade, segundo nos ensina a solidariedade, segundo o espiritismo, ela tem que ser prudente, respeitosa, sem humilhar, sem investigar excessivamente a dor alheia e também não usar como recurso de não ajudar por temer ser enganado. Por que que eu não posso deixar de ajudar por ter medo de ser enganado? Eu tenho que ter um critério, mas eu ainda posso ser enganado. Porque você será enganado. Um dia será ou mais de uma vez. Agora isso não pode não pode te impedir de continuar ajudando. E se você fosse aquele que tivesse negado aquele prato de comida que o Chico deu a uma pessoa alcól alcoolizada, melhor dizendo, que chegou lá na reunião, não, não, você não vai entrar aqui, você tá alcoolizado, tá, tá imundo, aquela pessoa teria se suicidado. Nós não sabemos, não podemos julgar. O próprio Cristo assim o fez. O próprio Cristo ensinou, exemplificou. O Espiritismo, então, para concluirmos aqui o nosso encontro, ensina a caridade como a lei viva do amor. Essa é a nossa finalidade existencial para sermos felizes na terra, fazer o bem. Hoje, amanhã, último dia do ano, perguntemos cada um a si próprio: quantas lágrimas eu enxuguei? Para quantos que estavam nu, eu dei uma roupa, que estavam sem comida, eu dei um alimento? E assim eu concluo o nosso encontro com aquela mensagem que eu encontrei do livro da do espírito da verdade, em que Emanuel nos fala assim:

u dei uma roupa, que estavam sem comida, eu dei um alimento? E assim eu concluo o nosso encontro com aquela mensagem que eu encontrei do livro da do espírito da verdade, em que Emanuel nos fala assim: "Amigo, espiritismo é caridade em movimento. Utensílio inútil em casa será utilidade na casa alheia. O desapego começa nas pequeninas coisas. Transfigure os apetrechos, que lhe sejam inú inúteis em forças vivas do bem. Retire da dispensa a comida que descansa esquecida para a distribuição fraterna aos companheiros do estômago atormentado. Reviste o guarda-roupa libertando os cabides das roupas que você não usa, deixando as onarilhos desnudos da estrada. Estenda os pares de sapatos que lhe sobram aos pés descalços que transitam ao redor. Elimine o mobiliário, elimine do mobiliário as peças excedentes, aumentando a alegria das habitações menos felizes. Revolvo os guardados em gavetas ou porões, dando aplicação aos objetos parados de seu uso pessoal. Transforme em patrimônio alheio os livros empoerados que você não consulta, endereçando-os ao leitor sem recursos. Examine a sua carteira, dando um pouco mais que os simples compromissos da fraternidade, mostrando gratidão pelos acréscimos da divina misericórdia que você recebe. Ofereça ao irmão comum alguma lembrança afetiva de parentes e amigos que aora se encontram na pátria espiritual, enviando aos que partiram maior contentamento com tal gesto. Renovemos a vida constantemente, cada ano, cada mês, cada dia. Previna-se hoje contra o remorço de amanhã. O excesso de nossa vida cria a necessidade do semelhante. Aplaque a fome alheia, medique os enfermos, divulgue o livro nobre, enxugue lágrimas, socorra feridas. E ele finaliza, quando buscamos a intimidade do Senhor, os valores mumificados em nossas mãos ressurgem nas mãos dos outros em exaltação de amor e luz para todas as criaturas de Deus. Então é tempo de nós fazermos tudo isso, que esta mensagem um pouco longa deixei aqui relembrando, é o tempo de nós visitarmos nosso guarda-roupa, nossa

de amor e luz para todas as criaturas de Deus. Então é tempo de nós fazermos tudo isso, que esta mensagem um pouco longa deixei aqui relembrando, é o tempo de nós visitarmos nosso guarda-roupa, nossa dispensa e e verificarmos o que não usamos e que faz falta para outros. Resistam aqueles que puderem, que tiverem condições financeiras. Resistam à tentação de vender. Doe, doe, lave, limpe e doe. Há muitos que precisam. A fome, a desigualdade, a pobreza ainda fará parte do nosso mundo por um bom tempo. Sejamos aqueles instrumentos de Deus que diminui o sofrimento alheio. Era o que tínhamos passar para vocês nesse nosso último encontro de terças-feiras deste ano. Assim, queridos irmãos e irmãs, nesta reflexão que nos lembra sempre os ensinos de Jesus, concluentando a imagem do Cristo no milagre da multiplicação dos pães, dos peixes, atendendo a necessidade de e a carência de muitos que lá se encontravam. Quem sabe lá estivéssemos recebendo o pão e o peixe. Amado Cristo, encerramos o nosso encontro com oração que um grande missionário vosso nos faz lembrar com a oração que ele nos legou, a oração de Francisco de Assis. Ó Mestre, fazei-nos um instrumento da vossa vontade. Onde houver o ódio, que levemos ao amor. Onde houver ofensas, que levemos o perdão. Onde houver discórdias, que levemos à união. Onde houver dúvidas, que levemos à fé. Onde houver desespero, que levemos à esperança. Onde houver o erro, que levemos à tua verdade. Onde houver tristezas, que levemos alegrias. E onde houver trevas, que levemos à tua luz. Porque ó Senhor estamos aprendendo que é dando que se recebe, que é perdoando, que se é perdoado, e que é morrendo que se renasce para a vida eterna. Fazei-nos um instrumento da vossa vontade. Vão em paz, vão com Deus. Um novo ano com muita saúde, felicidades, alegrias e com o consolador prometido no coração e na mente de todos para que superemos as dificuldades naturais que surjam. Até o próximo encontro. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de

nsolador prometido no coração e na mente de todos para que superemos as dificuldades naturais que surjam. Até o próximo encontro. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares,

ituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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