A CARIDADE MORAL - Roberto Pinheiro [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Sejam bem-vindos e bem-vindas à nossa comunhão espírita de Brasília para mais uma tarde, fim de tarde, início de noite de nossas reflexões doutrinárias. Hoje, então, abordaremos aqui um tema sempre, né, os nossos temas evangélicos sempre são recorrentes. O título às vezes é diferente da palestra, mas sempre se aborda o Evangelho Segundo o Espiritismo. E o nosso tema de hoje é a caridade moral, que está no Evangelho Segundo Espiritismo em seu capítulo 13, no item nono. E nós vamos pegar a primeira mensagem que aparece dos espíritos, no caso a irmã Rosália, que vai tratar desse tema. Nós vamos pegar um recorte da mensagem dela e vamos refletir sobre ele. Convido então a todos presentes que elevemos nossos pensamentos a Jesus, buscando uma sintonia com o plano mais alto da vida. Concentremo-nos na imagem do Mestre, focando nele a nossa atenção. Amado Cristo, que vosso amor, uma vez mais nos receba em vosso coração. Que a vossa inspiração divina chegue até nós. E as mensagens que aqui serão veiculadas para nós, encarnados e desencarnados presentes, possam tocar nossas mentes e nossos corações, fazendo-nos refletir sobre nossos procedimentos, para que fortaleçamos estes ensinos luminosos. da doutrina que o Senhor nos entregou, como prometestes, que fortaleçamos nosso esforço em praticar as ideias sempre vinculadas nesses encontros reflexivos em que vossos ensinos são pormenorizados, detalhados, para que cheguem até nós de uma maneira fácil. e assim possamos aplicá-los nas nossas dificuldades, na nossa progressividade, mas de forma perseverante e constante. que possamos sempre reavaliar-nos com cada tema que se volta a falar aqui para verificarmos o quanto evoluímos da última vez que ouvimos falar sobre
ressividade, mas de forma perseverante e constante. que possamos sempre reavaliar-nos com cada tema que se volta a falar aqui para verificarmos o quanto evoluímos da última vez que ouvimos falar sobre esse assunto até novamente hoje, pois estamos no momento da nossa evolução em que já despertamos, mas é nesse necessário começarmos a caminhar com passos firmes na estrada luminosa que nos legastes com vossos ensinos e exemplos. E que assim, uma vez mais aqui, sob a vossa misericórdia e compaixão, possamos receber de ti essas luminosas faíscas de amor, para que possamos absorver o que será dito. Assim seja. A caridade moral. Esta mensagem encontra-se no subtítulo A caridade material e a caridade moral. No nosso último encontro aqui há um mês atrás falamos sobre a caridade material. E a caridade moral, para simplificarmos, talvez até demais, ela tem duas vertentes. Uma a que será abordada aqui na mensagem da nossa irmã Rosária, que fala sobre as como nós devemos reagir às ofensas, injúrias, agressões verbais que recebemos de outros. E o outro aspecto da caridade moral é nós auxiliarmos consolando outras pessoas. E isso nós fazemos quase que diariamente. Mas vamos à mensagem então da nossa irmã Rosáia, que eu tirei um extrato. Diz-nos ela: "Desejo que compreendais bem o que seja a caridade moral, que todos podem praticar, que nada custa, materialmente falando." Porém, é a mais difícil de ser exercida. A caridade moral consiste em se suportarem umas às outras pessoas, e é o que menos fazei nesse mundo, onde vos achais por agora encarnados. Grande mérito há. Creiam em primeiro saber calar-se, deixando que outro fale tolies. Segundo, saber sero surdo quando uma palavra zombeteira é dita por uma boca habituada a zombar e a debochar. E por último, ignorar o sorriso de pouco caso, de menospreso com que vos recebem pessoas que muitas vezes erradamente se supõem acima de vós. E ela continua e vai generalizar a mensagem dela nessa frase: "Não dê atenção ao mau procedimento de outrem, porque isso é caridade
recebem pessoas que muitas vezes erradamente se supõem acima de vós. E ela continua e vai generalizar a mensagem dela nessa frase: "Não dê atenção ao mau procedimento de outrem, porque isso é caridade moral". Então, vejam que aqui a nossa irmã Rosália aborda um tema sempre delicado. Você evangelizar-se é um desafio. É você se comportar, desenvolver atitudes de maneira consciente. Consciente no sentido de que sabe que é isso que tem que ser feito. É um despertamento interior que você acredita nos ensinos que nos são passados pelos espíritos superiores e principalmente por Jesus que nos legou tudo isso. Porque como espíritos imortais destinados a um progresso permanente, nós encontramos essa dificuldade de lidarmos com o que o os homens nesse mundo físico valorizam e aquilo que a espiritualidade vem procurando nos educar a milênios. novos valores, os valores do espírito, o que é realmente o bem. E Jesus nos legou uma doutrina finalística. Eu disse isso no nosso último encontro e vou repetir um pouquinho. Por que finalística? Os ensinos de Jesus nos ensinam o por existimos e como devemos nos comportar para cumprirmos a nossa finalidade existencial. E ele proclama, ensina, exemplifica que em toda a sua moral, todos os seus ensinos se resumem na caridade e na humildade, como nos diz lá no capítulo 15, cujo título é Fora da Caridade não há salvação, porque é a nossa finalidade existencial. Caridade é ser solidário e é muito mais que isso. Caridade é o amor em ação. E é são tantas coisas a serem feitas para nós amarmos na plenitude. Muitos de nós dizemos: "Ah, mas eu tô lendo isso aqui, mas eu estou distante dessa plenitude." Sim, mas na verdade eu já estive mais distante. Eu agora estou menos distante, porque isso aqui, esses conceitos comportamentais, emocionais, racionais, para que esse conhecimento me leva à transformação, eles não me transformam de uma hora para outra. Como nos diz o irmão José numa de suas obras, uma de suas mensagens, para o espírito assimilar uma única
que esse conhecimento me leva à transformação, eles não me transformam de uma hora para outra. Como nos diz o irmão José numa de suas obras, uma de suas mensagens, para o espírito assimilar uma única virtude, são necessárias várias encarnações, até que aquela virtude se torne espontânea, natural, não é mais forçada, é espontâneo. Você faz aquilo naturalmente. Então são várias encarnações que você vai se trabalhando como diante da grande escola da evolução do espírito, a vida em sociedade, uma sociedade ampla, uma cidade, um país que começa na maior sala de aula que é a nossa família. Essa é a principal sala de aula. Ali é a grande escola para o desenvolvimento das virtudes. E muitos cobram com alguma razão. Sim. Mas como é que na casa em casa você é uma coisa e fora de casa é outra? Há vários casos que se enquadram nessa frase, nessa afirmação. O que eu costumo ver é que muita gente, a casa, o lar, a família é um desafio para muitos. Às vezes é um casamento provacional. A união se dá ali para romper com ódios do passado, corrigir problemas do passado. A vida não é tão fácil, mas está planejado e nós temos condições de vencermos, mas será uma luta. Mas e aí o que tem a ver com a frase anterior? É porque muitas vezes eu para encontrar força, para dar coerência, eu preciso vir aqui. Eu preciso ler livros que me deem ferramentas para eu mudar a minha maneira de ser e compreender aqueles com quem convivo no lar, porque eu não tenho essas ferramentas. Onde é que eu vou aprender? Eu tenho que ouvir esses conceitos? Eu tenho que ter um mediador, um palestrante, um livro. uma aula, um vídeo em que eu com frequência me veja na necessidade de buscar isso, porque se tem um um espaço nesse planeta gigantesco em que eu tenho que carregar minhas baterias, eu tenho que ser feliz ou buscar a felicidade, é o meu lar. Se não está assim, eu tenho que fazer de tudo. Ah, mas eu já fiz de tudo. Não tem fim. Às vezes a situação é complexa, como voltando ao irmão José, numa outra mensagem, ele diz
elicidade, é o meu lar. Se não está assim, eu tenho que fazer de tudo. Ah, mas eu já fiz de tudo. Não tem fim. Às vezes a situação é complexa, como voltando ao irmão José, numa outra mensagem, ele diz que é necessário muitas vezes você mudar o quadro de parede. Já falei isso aqui em outros encontros, mas essa frase é muito bela e muito significativa. Muitas vezes é necessário você mudar o quadro de parede e ver o mesmo problema sobre o novo ângulo para encontrar a solução. Mas como eu vou encontrar solução se eu estou condicionado a ver o quadro naquela parede? Eu tenho que ler, ouvir, ver alguém me chamar atenção para isso. Eu tenho que adquirir um pouco mais de conhecimento para eu refletir sobre isso. Aí eu vou procurar aplicar. Aí vem a outra etapa do aprendizado. É vivenciar. E não será fácil, mas você tem que perseverar para adquirir a virtude, como eu falei anteriormente. Então, toda a moral e todo o ensino de Jesus se resume na caridade e na humildade. Dois princípios que são contrários ao orgulho e ao egoísmo. E quando li a mensagem da nossa irmã Rosália sobre aquelas situações, você se fazer de surdo, você desconsiderar aquelas ofensas, é porque você já está fazendo a caridade. Você tem que ter aquelas ferramentas que eu acabei de me referir, que nós vamos falar mais um pouco aqui, para lidar com aquela situação com autoconfiança, com segurança. E muitas vezes você não vai conseguir, você vai se envolver emocionalmente, você vai falhar, mas Deus quer que nós perseveremos. É assim que aprendemos, é na perseverança. Tanto é sobre essa ideia da doutrina finalística de Jesus, que a nossa principal razão da evolução moral é a prática do amor, o amor em ação, a caridade, a lei da solidariedade, que ele, como também falei no nosso último encontro, um título que é dado a uma das parábolas dele, que não foi dado pelo Espiritismo, a parábola do juízo final, em que no final o Senhor vai separar as ovelhas para um lado, os bodes para outro. Aqueles que fizeram a vontade do Senhor
parábolas dele, que não foi dado pelo Espiritismo, a parábola do juízo final, em que no final o Senhor vai separar as ovelhas para um lado, os bodes para outro. Aqueles que fizeram a vontade do Senhor terão acesso ao reino dos céus e os outros não. Então ali ele resume a finalidade da nossa existência. E o espiritismo adotou pela mensagem, uma mensagem do espírito da verdade, esse lema, fora da caridade não há salvação. Essa é a nossa grande finalidade, fazer o bem. Fomos criados por Deus para isso e à medida que fomos evoluindo, a ideia é ampliarmos essa prática do amor ao próximo. Então, ainda no capítulo 15, que é fora da caridade, não a salvação, tem um item lá que é uma mensagem de Paulo, o apóstolo, em que eu estraio também aqui essa passagem dele. Meus amigos, agradecei a Deus. haver permitido que pudesses conviver com a luz do Espiritismo. Não é que somente os que a possuem serão salvos. É que ajudando-vos a compreender os ensinos do Cristo, ela vos faz melhores cristãos. Esforçai-vos, pois, para que os vossos irmãos, observando-vos, sejam induzidos a reconhecer que o verdadeiro espírito e o verdadeiro cristão são uma só e a mesma coisa, dado que todos quantos praticam a caridade são discípulos de Jesus, sem embargo de seita a que pertençam. Aí com certeza alguém está pensando, mas como fica de melhor aquela ideia de da dificuldade de nós sermos coerentes assim o tempo todo? Mas entra o que eu falei antes da perseverança. Nós temos que demonstrar que estamos nos esforçando para sermos melhores. Não é ouvindo aqui na palestra que segunda-feira eu sou outra pessoa. Esse aprendizado leva tempo, esforço e muitas vezes suor e lágrimas. Então, esse ensino, essa mensagem da irmã Rosáia converge, se alinha com muitos ensinos de Jesus nessa direção. Um deles, se alguém vos bater na facea, apresentai-lhe também a outra. O que nos explica o evangelho que dizendo que apresentemos a outra face aquele que nos haja batido numa sob outra forma, é que não se deve pagar o mal com o mal.
facea, apresentai-lhe também a outra. O que nos explica o evangelho que dizendo que apresentemos a outra face aquele que nos haja batido numa sob outra forma, é que não se deve pagar o mal com o mal. Então, se aquela pessoa está me ofendendo, está falando toices de mim, não está me agredindo fisicamente, mas verbalmente, eh, eu não vou duelar com ela ali naquela hora. Não é o momento. Se eu duelar, se eu partir para cima, se eu revidar, eu posso em 5 minutos talvez criar um problema que vai durar séculos. Porque eu como espírito que ainda estou em evolução, eu tenho minhas tendências de vidas anteriores. Muitas delas são agressivas e eu estou ali me dominando. Como nós já aprendemos às vezes, muitas vezes, melhor dizendo, o melhor momento de dar a resposta não é na hora, é no dia seguinte. é você consultar o travesseiro em casa e saber se vai reagir e principalmente como irá reagir. Outro ensino de Jesus que vai nos possibilitar aprofundar essa colocação da irmã Rosáliia, que converge com o que ela diz e sobre a caridade moral. É bem-aventurados os brandos ou muitas vezes os mansos, porque possuirão a terra. E aqui então entra a reflexão maior do nosso encontro, é sobre essa mansuetude. Eu ali eu tô ouvindo tudo aquilo, estou tranquilo. Mas eu para estar tranquilo, na realidade nós vamos debater isso agora, refletir sobre isso agora, porque mansidão é ter força, mas não empregar a violência. Mansidão é você ter força, mas não empregar a violência. Como assim? Essa frase, para ser bem compreendida, eh, somente quando abandonamos aquela ideia tradicional de que mansidão significa fraqueza, submissão, passividade. E para Jesus e para o espiritismo, mansidão não é isso. Não existe virtude cristã passiva. Todas as virtudes cristãs são ativas. Então, a mansidão é a força de uma moral elevada. Continuemos a refletir sobre isso, que é fruto, né, uma moral elevada, fruto de um domínio interior. Então, eh, mansidão é confundida como fraqueza, como falamos, como alguém que
de uma moral elevada. Continuemos a refletir sobre isso, que é fruto, né, uma moral elevada, fruto de um domínio interior. Então, eh, mansidão é confundida como fraqueza, como falamos, como alguém que aceita tudo, que se submete a tudo, se submete a todos. Não, esse aí é um bom cristão, mas não é bem assim. Por quê? Eh, Jesus exaltou a covardia e a omissão moral. Nós temos vários testemunhos no Evangelho de que Jesus enfrentou autoridades religiosas, denunciou hipócritas, chamou atenção de hipócritas olho no olho e manteve a sua firmeza até os seus derradeiros momentos. Logo, a mansidão elogiada, bema-aventurança, não é ausência de força, mas é uma força controlada. É um domínio de si sobre as próprias paixões. Eu tenho a força para reagir, mas não vou reagir dessa maneira. Porque se eu estou me evangelizando, Paulo não falou que temos, agradecemos a Deus, termos a força do espiritismo para nos instruir. Eu já sei que tem a lei de ação e reação, lei do retorno. Sei porque tô existindo aqui, que eu tenho que fazer a caridade, mas eu agora tô diante de um teste e muitas vezes é um teste diário, é dentro de casa, é no trabalho que aquilo fica me assicatando, me espezinhando. Então, a mansidão é o poder de ferir, mas escolher não fazê-lo. Eu posso, mas não quero. Eu não devo porque eu já estou consciente que esse não é o caminho. E por quê? Porque tem pessoas que t aqueles hábitos que a irmã Rosália falou. Ela se viciou em ferir. Ela tem um gênio difícil, né? Trata mal as pessoas. É o famoso pavio curto ou pavio embutido. Não se preocupa com um ambiente com bem-estar. com respeito ao semelhante. Mas essa mansidão, então, ela transcende a violência. E como que eu desenvolvo isso? Eu tenho que me fortalecer na oração. Eu tenho que orar até pelos meus inimigos ou por aquela pessoa que está vivendo um ciclo que talvez eu já eu não sou melhor que ela, mas eu creio, eu sou levado a crer pelos meus esforços que eu acho que eu já superei um pouco isso. Então, Jesus, né, e o Evangelho Segundo o Espiritismo
lo que talvez eu já eu não sou melhor que ela, mas eu creio, eu sou levado a crer pelos meus esforços que eu acho que eu já superei um pouco isso. Então, Jesus, né, e o Evangelho Segundo o Espiritismo nos traz a seguinte solução. O que fazer então? O que eu devo fazer? Lá no capítulo 10, bem-aventurados os misericordiosos, está escrito assim: "Se contra vós pecou o vosso irmão, ide-lhe sentir a falta em particular. Sois com ele. Se vos atender, tereis ganho o vosso irmão. Então, aproximando-se dele, disse-lhe Pedro: Senhor, quantas vezes perdoarei a meu irmão quando houver pecado contra mim até sete vezes? E o Cristo responde: Não vos digo que perdoe até sete vezes, mas até 70 vezes 7. E ainda tem mais outra questão nesse capítulo que fecha essa resposta do como fazer. Então aqui, vejam que aqui eu tenho que procurar em particular escolher um bom momento, né? Hoje eu já conheço a personalidade ele hoje não, hoje não é um bom dia de eu conversar com ele. Eu vou conversar amanhã, vou me preparar para isso. Vou orar, vou orar por ele, pedir a Deus, porque eu tenho que fazer o quê? O que está também no capítulo 10, Kardec pergunta aos espíritos: "É permitido repreender os outros, divulgar o mal que fazem?" E os espíritos respondem: "Certamente, eh, a pergunta não é essa, me desculpem. A pergunta que Kardec faz é: "Ninguém, sendo perfeito, seguir-se há que ninguém tem o direito de repreender o seu próximo?" E os espíritos respondem: "Certamente que não é essa a conclusão a tirar-se, porque cada um de vós deve trabalhar pelo progresso de todos e sobretudo daqueles cuja tutela vos foi confiada. Por isso mesmo, deveis fazê-lo com moderação para um fim útil. e não como as mais das vezes pelo prazer de denegrir. Neste último caso, a repreensão é uma maldade. No primeiro é um dever que a caridade manda seja cumprido com todo o cuidado possível. Ademais, a censura que alguém faça a outrem deve ao mesmo tempo dirigi-la a si próprio, procurando saber se não a terá merecido. Então, vejam,
caridade manda seja cumprido com todo o cuidado possível. Ademais, a censura que alguém faça a outrem deve ao mesmo tempo dirigi-la a si próprio, procurando saber se não a terá merecido. Então, vejam, Jesus nos falou que somos o sal da terra, a luz do mundo. Nós temos um dever para com a nossa evolução, para a nossa transformação e também como transformadores do mundo e das pessoas. Isso é verdade, não é falta de humildade. Nós somos agentes de transformação do mundo material, do mundo emocional. Como é que as pessoas vão evoluir se alguém não procurar alertá-las? Ah, mas isso é teórico demais. A pessoa que que apronta, que eu conheço, é insensível. Pode ser no tempo que você deseja, mas você terá tido a virtude cristã associada à coragem moral de conversar com ela em particular e expor tá acontecendo isso, isso, isso, não é? E tem que haver um limite. Você já percebeu que você tá fazendo isso? Tá me ofendendo, me ofendeu no outro dia? O que que você quer que Como é que você quer que eu reaja? E muitos de nós aqui, com certeza, pela experiência de vida, já encontraram pessoas assim e principalmente pessoas que são assim e que não e se surpreendem com uma atitude de coragem moral cristã, como ele disse aqui, não é o que você vai dizer apenas, é o como você vai dizer o como é que vai influenciar a pessoa a mudança. no tempo de Deus e não no nosso. Porém, sem dúvida alguma, é de se supor que majoritariamente a seu lado, você estará demonstrando que tem respeito a si próprio e que exija que aquela pessoa também tenha e que pense nisso, né? Porque você hoje, ontem aceitou, né? calado pacientemente e que amanhã vai continuar a ser assim. Aí como vou reagir violentamente? Não, aí é o caminho da arte, não tem receita de bolo. Se você procurar a inspiração espiritual para lidar com essa situação, não é? Eh, muitas vezes eu eu já vivenciei um caso desse em que a pessoa estava sendo influenciada espiritualmente para provocar uma discussão séria e o outro, sua vítima, ser levado a reagir e a ser
não é? Eh, muitas vezes eu eu já vivenciei um caso desse em que a pessoa estava sendo influenciada espiritualmente para provocar uma discussão séria e o outro, sua vítima, ser levado a reagir e a ser despedido. que a espiritualidade queria afastar aquela pessoa do centro espírito que estava, centro espírita que que convivia. E aquela era a chance, discutir com o chefe e a pessoa não discutiu. E o espírito, grupo líder do grupo de espíritos que acionava, que influenciava o chefe, manifestou-se numa reunião mediúnica e disse: "Como é que você não reagiu? Como é que você suportou tudo aquilo?" Então tem essas possibilidades também. É lógico que eu não tô dizendo que tudo isso que acontece com uma pessoa, ela tá influenciada espiritualmente. Nem tudo é espiritual, né? Mas é um tema para nossas reflexões. Começamos com a irmã Rosália, que ela diz: "Desejo compreendis bem o que seja a caridade moral que todos podem praticar, que nada custa, materialmente falando, porém que a mais difícil de ser exercida." A caridade moral, diz-nos ela, eu repito, consiste em se suportarem umas às outras pessoas, e é o que menos fazis nesse mundo, onde vos achais por agora encarnados. E quando nós procuramos agir dentro disso, eu também sou testemunha de um outro caso em que alguém que teve essa paciência e transformou, como diz o evangelho aqui, um uma pessoa que era antipática num amigo, foi uma em 1 milhão, mas aconteceu porque nós, como nos diz a oração de São Francisco, ele começa lá dizendo: "Ó mestre, fazei-nos um instrumento da vossa vontade. Onde houver o ódio, que leve o amor. Onde houver ofensas que leve o perdão. Onde houver discórde que eu levo a união." Então esse é o e por aí vai. Nós que estamos aqui na escola evangélica de autoevangelização, não podemos questionar essa necessidade da nossa mudança nos mínimos detalhes. Então, a caridade, principalmente a moral, é muito vasta. E na nosso encontro de hoje, este era o tema de nós suportarmos aqueles que nos ofendem, mas suportarmos cristamente também
mínimos detalhes. Então, a caridade, principalmente a moral, é muito vasta. E na nosso encontro de hoje, este era o tema de nós suportarmos aqueles que nos ofendem, mas suportarmos cristamente também encontrando o momento de servir instrumento de de instrumentos para mudança deles com uma arte que temos de descobrir, né? Eh, já citei isso aqui para concluirmos em outra outra oportunidade que eu aprendi na vida que contrariando a matemática, a a menor distância entre as pessoas não é a reta, é a curva. para várias situações. Se você for em linha reta, é a linha do conflito. E se você fizer a curva, se colocar ao lado dela, é a linha para distender os problemas, para encontrar uma solução. A linha do acolhimento. Muitas vezes aquela pessoa irada traz uma dor da alma e não tem com quem compartilhar. procuremos nos iluminar e também passar um pouco de iluminação aos nossos semelhantes. Estamos na doutrina do consolador prometido para consolar a nós e aos nossos semelhantes. Esta era a nossa reflexão de hoje. Obrigado. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa,
m possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores
E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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