JESUS, KARDEC E OS DESAFIOS DA JUVENTUDE
Live 42º Congresso Espírita de Goiás
Bom, queridos irmãos, muita paz e luz a todos vocês. Nós estamos aqui dando sequência eh na nossa programação de lives falando do nosso quadº Congresso Espírita do Estado de Goiás. E hoje nós temos a grata satisfação de receber no nosso trabalho o nosso querido irmão Gustavo Musa. E hoje contando aqui com o apoio, né, presencial da nossa companheira Catarina Fagundes, que é da área de comunicação social espírita, e também do nosso compan companheiro Toninho, que está aqui nos nossos bastidores comandando o nosso trabalho. Boa noite, Catarina. Boa noite, Ene. Boa noite, Gustavo. >> Seja muito bem-vinda. Gustavo, boa noite. Muito obrigado em atender o nosso convite. >> Boa noite, Eno Catarina, boa noite todos que estão conosco. É um prazer para mim participar dessa live. Não é aquele prazer clichê que as pessoas falam no começo, é um prazer, não. É um prazer mesmo participar de qualquer coisa que seja promovido pela FEGO, em especial o congresso. Eh, eu fico muito feliz em participar pela segunda vez, Goiás, Goiânia em especial, uma cidade que me acolheu. Eu gosto muito de estar em Goiânia e tô numa expectativa grande aqui pro nosso congresso para que a gente possa se encontrar mais uma vez. >> Que maravilha. Então, nós vamos iniciar esse nosso momento com uma oração a ser feita pela nossa estimada Catarina. >> Vamos fechar nossos olhos. Senhor Jesus, agradecemos por este momento de encontro e aprendizado. Que possamos elevar nossos pensamentos, abrir o nosso coração, acolher as energias de amor, de paz, que cada pessoa aqui presente nessa live receba aquilo que mais precisa, que a luz nos acompanhe e nos inspire. Hoje e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja. Bom, hoje o nosso tema é Jesus Kardec e os desafios da juventude. Mas antes de nós entrarmos propriamente no tema, nós vamos voltar a Catarina para que ela possa falar um pouco do congresso para nós. Bom, queria, né, agradecer a oportunidade de divulgar o congresso desse ano, que tá sendo preparado com muito cuidado, com muito carinho. Eh,
a para que ela possa falar um pouco do congresso para nós. Bom, queria, né, agradecer a oportunidade de divulgar o congresso desse ano, que tá sendo preparado com muito cuidado, com muito carinho. Eh, vai acontecer durante o carnaval, nos dias 14, 15 e 16 e conta com noites artísticas muito especiais. Mas eu quero destacar o dia 15, que é o domingo, pois a noite artística ela será aberta ao público e eu sou suspeita para falar, mas pode, posso afirmar que vai ser um musical muito bonito, muito emocionante, repleto de ensinamentos e reflexões pra gente. O congresso adulto, ele será realizado no Centro de Convenções Rio Vermelho. O congresso jovem acontecerá no colégio Emanuel e o congressinho, congresso das crianças, ele será no Lar Francisco de Lima. E este ano os valores estão mais acessíveis. O congresso jovem no valor de R$ 50, o congresso adulto R$ 120 e o congressinho R$ 30. As inscrições ainda estão abertas, então convido vocês a garantirem a sua participação, porque com certeza será muito especial, será muito iluminado. E além disso, o Hotel Castros, localizado lá no setor oeste está em parceria com o Congresso e oferece desconto exclusivo do dia 13 ao dia 18 para participantes do congresso. É só usar o cupom FEGO. >> Que maravilha. Inclusive o Castros, né? é uma generosidade, porque assim, é um hotel cinco estrelas aqui dentro de Goiânia e foram eles quem nos procuraram para fazer uma uma parceria que ficou muito muito interessante pro Congresso, muito boa mesmo, né? Bom, então nós vamos aqui, Gustavo, tratar desse tema Jesus e Kardec e os desafios da juventude. Nós sabemos, Gustavo, que hoje nós estamos com uma dificuldade em atrair o jovem para o centro espírita e manter o jovem nas atividades da casa espírita. Então, essa essa questão tem sido muito debatida e hoje eu escrevi um um textinho aqui para você eh comentar para nós que diz assim, ó: "Acredito que o fenômeno da evasão de jovens das casas espíritas na atualidade pode ser compreendido como uma oportunidade
escrevi um um textinho aqui para você eh comentar para nós que diz assim, ó: "Acredito que o fenômeno da evasão de jovens das casas espíritas na atualidade pode ser compreendido como uma oportunidade concedida pela espiritualidade para um necessário reposicionamento do movimento espírita. Diante de uma juventude cada vez mais questionadora e menos vinculada a modelos tradicionais, torna-se evidente que o movimento não se sustenta apenas com estruturas e discursos do passado. ou aprofundos crítica e coerente com os desafios do tempo presente, ou teremos grandes dificuldades em dialogar e atender as legítimas inquietações da juventude? Bom, tá aí, Gustavo, a bola está com você. Olha, esse esse texto que você propõe pra gente começar debatendo, é um texto muito feliz, muito verdadeiro. Da última vez que eu estive em Goiânia, eu participei de um podcast com a Márcia, presidente da Fego. Deixei aqui o meu abraço paraa Márcia. Eno também estava lá presente conosco naquela ocasião. E nós falávamos também desse tema, entre outros que nós falamos lá. Tudo é para o progresso. Tudo que nos acontece nos leva a olhar paraa frente e a ressignificar o presente para que a gente possa encontrar um futuro mais promissor. Kardecou na sua lápide escrito escrito que tudo progride, tal lei, pois a lei é progressista. Quando nós estudamos a doutrina dos espíritos, nós vamos lá ver lei de destruição. E aí Kardec questiona os espíritos, por que que Deus permite que a destruição aconteça? E aí ele fala que é para fazeros progredir mais depressa. Claro que eu tô usando aqui uma comparação extremista, mas eu entendo que o espiritismo chegou ao Brasil, deu frutos e ao longo dos últimos anos passamos por um período, eu não vou chamar de destruição porque seria um exagero da minha parte, mas passamos por um período em que as coisas ficaram um pouquinho conturbadas. Fato é que o senso mostra que nós regredimos, né? Nós diminuímos a quantidade de espíritas percentualmente no Brasil. Para quê? para que pudéssemos
o em que as coisas ficaram um pouquinho conturbadas. Fato é que o senso mostra que nós regredimos, né? Nós diminuímos a quantidade de espíritas percentualmente no Brasil. Para quê? para que pudéssemos progredir mais de pressa. Então, esse momento ele nos convida a pensar aonde a gente está errando, o que que tá acontecendo no nosso movimento para que a gente possa voltar a progredir. Aí quando você vai lá pra questão 781 de O livro dos Espíritos, quando o Kardec tá estudando a marcha do progresso, a gente aprende que eh Kardec pergunta assim: "O homem tem o poder de parar a marcha do progresso?" E os país respondem: "Não, não tem o poder de parar". mas eventualmente podem embaraçar o processo. E eu entendo que o movimento espírita passa por isso. A gente está sim avançando, mas nós estamos embaraçando o processo com as nossas atitudes. Quando a gente deixa de olhar pra juventude, quando a gente deixa de falar a língua da nossa juventude, quando a gente deixa de incluir os jovens nas nossas atividades, a gente está embaraçando a marcha do progresso. E talvez o desafio hoje, elo seja justamente esse, que a gente possa trazer o jovem, mas não como ouvinte, mas não como um telespectador, e sim trazer o jovem para participar, para ser o protagonista. O jovem não quer sentar lá na plateia e ficar simplesmente assistindo uma palestra. O jovem não quer ficar só ouvindo, o jovem quer falar, o jovem quer ter voz e ele precisa participar dos momentos eh onde ele é convidado a participar. Por isso que os encontros jovens que o Congresso está propondo para os jovens e para os jovenzinhos, não sei se eu tô falando o termo certo, que depois a Catarina pode me corrigir, né? Eh, são muito bem-vindos e tenho convicção que a fé acerta em abrir espaços específicos para os jovens, porque não adianta fazer um congresso para adultos, convidar o jovem para sentar na plateia do lado do papai e da mamãe e assistir o Gustavo que tem quase 50 anos falar, não tem sintonia. Então, a régua acerta
o adianta fazer um congresso para adultos, convidar o jovem para sentar na plateia do lado do papai e da mamãe e assistir o Gustavo que tem quase 50 anos falar, não tem sintonia. Então, a régua acerta e muito quando separa para que possa oferecer conteúdos apropriados aos jovens. Lembrando que o conteúdo doutrinário é o mesmo, não deve mudar, mas a forma de apresentar, a forma de falar, de abordagem deve ser proporcional. Cada um a seu tempo, cada um a sua idade, cada um a sua linguagem. Nós tivemos lá no passado como grande divulgador da doutrina espírita o nosso queridíssimo Divaldo, que fez um trabalho incrível na divulgação do movimento espírita mundo. Aa, Divaldo falou em diversos países do mundo, mas Divaldo tinha um uma oratória muito específica, que comunicou muito bem naquele momento. Hoje nós precisamos de abrir o leque para falar outras línguas. Então a gente precisa daquele palestrante que tem uma oratória próximo do Divaldo. Precisamos porque tem as pessoas do público ali que gostam daquele tipo de oratório, que se identificam, mas precisamos de alguém que seja mais descontraído, porque tem pessoas que identificam. Precisamos de alguém que seja mais técnico porque tem pessoas que se identificam. Então, no passado, a gente falava tudo muito igual. Hoje o leque se abre e então entendo que daqui paraa frente surge uma nova realidade, não só com os oradores, mas também com a inclusão da arte, que a FEGO também acerta em promover momentos de arte durante o congresso para que através da arte a gente possa evangelizar. Então o progresso está nessa abertura de leque para falar com vários públicos e aí então a gente consegue conectar com mais pessoas. >> Muito bom. Eh, Gustavo, quando você fala, né, eh, dessa questão de dar voz à juventude dentro da casa espírita, normalmente, quando as pessoas mais experientes elas se propõem a dar voz aos jovens, eles tentam enquadrar o jovem numa linguagem mais formal, que é exatamente a linguagem das pessoas mais velhas. das pessoas mais experientes. Como é que
perientes elas se propõem a dar voz aos jovens, eles tentam enquadrar o jovem numa linguagem mais formal, que é exatamente a linguagem das pessoas mais velhas. das pessoas mais experientes. Como é que nós poderíamos equilibrar isso, né, dentro da casa espírita? Que não fosse uma coisa descontraída demais, mas que não fosse formal demais, mas que acontecesse esse equilíbrio para não gerar choque de gerações, abrindo espaço pro jovem. literalmente isso, não tem fórmula mágica e nem fórmula secreta. Não é difícil. é deixar o jovem falar, eh, que nós possamos identificar entre os jovens da casa aqueles que falam um pouquinho melhor, que conhecem um pouquinho mais da doutrina e oferecer o púlpito para eles. Às vezes, de maneira inicial, 10 minutos, 20 minutos, precisa ser uma palestra inteira de 1 hora, de 50 minutos, mas dá lá para um jovem. Quando eu digo jovem, eu não tô dizendo jovens de 40 anos, não, né? Porque algumas pessoas atribuem ao Gustavo um jovem dentro do movimento espírita. Eu já fui jovem faz um bom tempo. Eu não sou jovem. Por que que atribuem a mim esse conceito de jovem? Porque quem atribui a mim o conceito de jovem tem 70. Então, perto deles eu sou jovem. Com 40 e poucos. Realmente eu sou jovem perto deles, mas quando a gente diz jovem, eu tô falando de 18 anos, de 15 anos, de 17 anos. E não há problema nenhum abrir espaço para esses jovens se por imaginarmos que a idade seja um fator limitante. Ora, meus amigos, lembremos, a doutrina espírita começou com jovens. Kardec se apoiou em duas jovens, em duas médiuns de 14, 16 anos, né? Então é de fato, pegar esse jovem e dar a tribuna para ele, porque quando ele vai paraa tribuna, primeiro que ele já está trazendo a linguagem dele, ele tá expressando a sua essência e segundo que ele consegue trazer os amigos para assistir. Porque quando ele vai falar, ele chega para os amiguinhos e fala assim: "Ó, vou fazer uma palestrinha lá no centro, você não quer assistir?" "Vamos lá". Ele chama a turma, a turma vem. A turma não
ir. Porque quando ele vai falar, ele chega para os amiguinhos e fala assim: "Ó, vou fazer uma palestrinha lá no centro, você não quer assistir?" "Vamos lá". Ele chama a turma, a turma vem. A turma não vai lá assistir o Gustavo, a turma dele, mas vai assistir ele. Então, dar o espaço para o jovem da maneira mais genuína possível é a coisa mais importante que nós precisamos fazer nesse momento. Agora, é importante que a gente lembre que quando a gente vai abrir o espaço a um jovem, ele a gente não pode ficar podando o jovem e querendo moldar o jovem ao nosso gosto. Olha, fala assim, olha, fala assado. Olha, não fala isso não. Olha, cuidado com o tom de voz, porque aí eu tô moldando o jovem para ser um outro, um outro palestrante que não fala como jovem. Eu tenho dito isso por onde passo e não é com tom de crítica, mas é uma constatação. Nós não temos ausência de jovens palestrantes. Nós temos sim. Se você olhar no movimento espírita, nós temos aí alguns bons palestrantes na casa dos 20 e poucos anos. Temos sim. Você pode usar a sua imaginação que você vai conseguir lembrar aí de vários nomes de bons palestrantes na faixa dos 20 e poucos anos. Porém, todos os palestrantes que nós temos nessa faixa falam como adultos. Eles não falam como jovens. Eles são cópias de grandes oradores que nós já tivemos, porque cresceram ouvindo outras referências. A referência deles foram palestrantes que tinham uma fala mais formal e provavelmente foram se moldando conforme viam nas tribunas os palestrantes que eles admiravam. Mas é uma fala que não é para jovem. Então, quando convidar o jovem, dá o espaço, dá a liberdade para que o jovem possa falar a essência que ele traz sem direcionar. Eu já passei por isso, não quero tomar muito o nosso tempo aqui, mas eu trabalhei em uma em uma casa espírita durante algum tempo e a mim era atribuída a função de fazer a abertura da palestra, né? Eu o que apresentava o palestrante da noite. E nós tínhamos na casa uma uma dirigente muito querida, muito fofa, mas ela
algum tempo e a mim era atribuída a função de fazer a abertura da palestra, né? Eu o que apresentava o palestrante da noite. E nós tínhamos na casa uma uma dirigente muito querida, muito fofa, mas ela me me podava em tudo que eu ia falar. Tudo que eu ia falar, eu tinha que falar do jeito dela. Eu não podia falar do meu jeito. Olha, você vai subir lá, você vai falar assim: "Caros amigos, estamos aqui hoje". Então, então não precisa de mim, sobe ela e fala ela, né? Se não for para falar do meu jeito. Então, talvez aqui seja só uma vírgula pra gente quando convidar o jovem dar liberdade pro jovem ser jovem e não ser um pequeno adulto. >> OK. Muito bom, Gustavo. E é interessante, né, porque você adota no no seu trabalho de divulgação da doutrina espírita um estilo de trabalho que comunica com muita juventude, né? E o resultado, o alcance do seu trabalho é incrível. Então, eh, isso significa dizer que vale a pena fazer o esforço para quebrar essa comunicação mais formal, né? >> Aí você me dá gancho para falar uma coisa que eu vou adorar falar. >> Uhum. Certo. >> A sua afirmação que eu tenho uma página no Instagram, chegamos essa semana a 400.000 1000 seguidores. E aí você fala para mim que eu comunico com os jovens, a minha forma de comunicar, ela se ela se eh ela se adequa aos jovens, né? Não é verdade. >> Uhum. >> Eu não falo com os jovens. Isso é um engano que as pessoas têm. Eu vou te dar dados. O Instagram mostra pra gente as estatísticas da faixa etária das pessoas que te seguem. Quando você vai lá nos insites, você consegue ver a faixa etária das pessoas que te acompanham. Chuta, eu vou pedir para vocês dois, Catarina, participa com a gente. Chuta quantos por cento de jovens que me acompanham? >> Hum. >> Percentualmente. Vamos lá. >> 1000 >> por >> não, percentualmente de zero a 100. >> Ah, 30%. >> Quantos por? >> 30%. >> 30%. Catarina, quantos jovens você acha que me acompanha? >> Acho que 15. 15%. >> 15. Tá bom. Vocês foram muito otimistas, eu vou dizer para vocês.
e zero a 100. >> Ah, 30%. >> Quantos por? >> 30%. >> 30%. Catarina, quantos jovens você acha que me acompanha? >> Acho que 15. 15%. >> 15. Tá bom. Vocês foram muito otimistas, eu vou dizer para vocês. >> De zero, de zero a 24 anos, que já nem é tão jovem assim, de 0 a 24 anos, 1.2% do meu público está abaixo de 24 anos. 1.2. Se nós pegarmos abaixo dos 18 anos, que aí é jovem mesmo, é zero ponto alguma coisa. Então eu não falo com jovem. O que que acontece? Porque o jovem que tem 15, 16, 17 anos, para eles, eu não sou jovem. Eles não querem ver um tiozão. Eu sou tiozão. Eu tenho 47, tenho quase 48. Então, para eles, eu já sou um tiozão querendo fazer gracinha. Percebe? A minha faixa etária, ela tá ali. O, a minha grande massa é entre 45 e 65 anos. Esse é o público que dá 80% das pessoas que me assistem. Mas isso é significativo, porque isso mostra o quê? Isso mostra que os adultos também querem algo mais leve, também querem ver a doutrina de uma forma mais descontraída. Eles não querem uma pessoa que está ali falando de uma forma formal das dores que vieram do passado e que agora nós estamos aqui. Eles não querem isso porque tá cheio de pessoas fazendo conteúdo assim. E o Gustavo falando de uma forma mais simples, foi lá para 400.000 seguidores. Então tem uma lição para ser aprendida aí. Tem uma lição. E eu não tô puxando a sardinha pro meu lado, tá bom? Eu tô querendo trazer uma reflexão que quando a gente fala de uma forma mais formal, mais séria, o engajamento é menor. É só ver os números. Quando alguém fala de uma forma mais leve e mais descontraída assim do espiritismo e brinca um pouquinho mais, né, coleguinha, vai lá para cima, as pessoas param para ver. Então, talvez fique aqui a dica para todos os os colegas que nos assistem, colocar leveza na fala. Claro que tem características e características, tem pessoas que não tm jeito para isso, mas dentro do possível, a leveza da mensagem é o que tá criando sintonia. E o jovem que tá na rede social, ele quer uma linguagem jovem, sim, igual talvez eu
s, tem pessoas que não tm jeito para isso, mas dentro do possível, a leveza da mensagem é o que tá criando sintonia. E o jovem que tá na rede social, ele quer uma linguagem jovem, sim, igual talvez eu tente falar, mas apresentada por um outro jovem e não por uma pessoa que é jovem perto de 1 de 70, mas de fato o jovem é 18, é 19, aí é jovem. >> Muito bom. Eh, antes de passar para Catarina, que ela vai novamente fazer a divulgação, né, do congresso, eu quero só voltar um pouquinho na minha afirmação para não para não ficar assim truncado, mas se eu tiver me expressado de forma equivocada, eu já aproveito para pedir perdão. Mas eu entendi que eu disse assim, né, que a maneira como você se expressa, né, com a leveza da juventude, ela tem um alcance maior. Então, em função disso, >> fica claro que esse tipo de comunicação menos formal tem um alcance maior, né? E não que eu tivesse especificado um público, né? Tipo assim, o Gustavo ele é a pessoa que fala para o jovem. Não, o Gustavo ele é uma pessoa que fala eh com leveza, com juventude, forma mais >> tanto que quando eu >> Então talvez eu que tenha então talvez eu que tenha compreendido errado e aí o pedido de excusa é meu. Tá bom. Mas foi, mas foi bom porque você me deu essa oportunidade de trazer essa reflexão do quanto que a leveza é capaz de trazer as pessoas, fazer as pessoas pararem para ouvir. Porque nós no movimento espírita, eu não sei porque cargas d'água, de uns anos para cá, nós temos propagado uma ideia equivocada de que o espiritismo traz a mensagem de que aqui estamos para pagar contas do passado, de aqui está aqui estamos para sofrer as consequências das nossas imperfeições e outras encarnações. O Espiritismo nunca falou isso. O Espiritismo nunca nos trouxe essa mensagem. Isso é uma distorção. O que a gente sabe é que aqui é uma consequência do ontem, mas a gente não vem aqui para sofrer. A gente vem aqui para reaprender. E mesmo que eu esteja aqui para reparar o passado, o passado não se repara com dor e sofrimento. O passado se repara
a do ontem, mas a gente não vem aqui para sofrer. A gente vem aqui para reaprender. E mesmo que eu esteja aqui para reparar o passado, o passado não se repara com dor e sofrimento. O passado se repara com amor. >> O passado se ajusta, não é com dor. Eu reajusto o passado amando e não sofrendo. Então essa é a mensagem do Espiritismo. Atribui-se aos ao Espiritismo que nós estamos aqui. Ah, o Espiritismo fala que vem aqui para sofrer, pagar conta do passado. Isso não é verdade. A gente vem aqui para amar, para aprender através do amor o significado de coisas que nós ainda não encontramos. Por isso que Jesus e Kardec é tão importante nos dias atuais. Exatamente. Bom, olha só, inclusive, Gustavo, eu quero aproveitar para dizer que o nosso Congresso Espírita Jovem, a estrutura de organização, eh, tanto de logística quanto doutrinária, artística, está assim fenomenal, exemplar pro restante do Brasil, tá? A, doutrinariamente eles estão seguindo eixos de reflexões, conectando teorias com vivências que levam o jovem a uma conexão psicológica muito grande com a realidade dos temas que estão sendo abordados. Então, aos pais, né, que vão participar do nosso congresso, vamos fazer a inscrição dos seus filhos. Ainda temos vagas para o encontro dos jovens lá no nosso colégio Emanuel. Parabéns a Angélica de Pádua, parabéns a Tami, né? Parabéns ao Vinícius que é o coordenador da área da juventude. Tá lindo o trabalho que eles estão desenvolvendo. E temos também congresso do das crianças, não é isso, Catarina? >> Isso mesmo. Eno >> reforça aí para nós, minha querida. Bom, o congresso ele será durante o carnaval. No dia 14, 15, 16 vai ter noites artísticas muito especiais. No dia 15, que é um domingo, a noite artística, ela será aberta ao público. Eh, assim como o En começou a falar, o congresso adulto, ele vai ser no Centro de Convenções Rio Vermelho, o jovem no colégio Emanuel e o e o congresso para crianças vai ser no Lar Francisco de Lima. E o valor do congresso jovem, ele tá a R$ 50, o adulto R congressinho tá
Centro de Convenções Rio Vermelho, o jovem no colégio Emanuel e o e o congresso para crianças vai ser no Lar Francisco de Lima. E o valor do congresso jovem, ele tá a R$ 50, o adulto R congressinho tá 30. >> Uhum. Maravilha. Eh, Gustavo, só faltou o violão, hein, >> rapaz. Isso não pode faltar, mas no dia da lá no do Congresso não vai faltar. Nós teremos violão, teremos uma participação surpresa. Eu não vou dar spoiler aqui, >> mas eu tenho uma convidada, eu tenho uma convidada que vai cantar comigo via telão. Nem vocês sabem ainda. Peguei de surpresa, né? E eu tenho certeza >> que vai ser um momento de muita emoção, porque é uma queridaça de vocês e minha também. Ela vai tá presente via telão, vai participar comigo. >> Rapaz, eu vou dizer uma coisa para você. Na hora que você falou que tinha uma convidada, eu cheguei a imaginar coisas aqui, sabe? >> Eu pensei assim, eu acho que é alguém da família do Gustavo que tá vindo aí também, >> não é? Não, vai ser pelo telão. >> É uma grande cantora do movimento espírita. Já tô dando a dica aqui, hein? É. >> E ela vai participar via telão comigo e vai ser um momento de muita emoção. Maravilha. Então, ó, lembrando, né, que o Gustavo estará conosco no congresso autografando também, né, livros, vai cantar. Gustavo, sempre uma grande alegria, né, com essa energia eh da juventude, né? Eh, isso é muito bom, muito bom. Ô, Gustavo, você disse que tá com quantos anos? >> 47. >> 47. Eu tô com 57, né? >> Lá tem 10 aninhos você. >> Eu posso olhar assim para você e falar assim: "Esse jovens, [risadas] >> nós estamos perto, viu? Tá muito longe aí. Você >> que maravilha. Nós somos da mesma geração. >> É, é, nós estamos aí nessa, nessa geração aí, né? Eh, Gustavo, qual a mensagem que você deixa para os pais que fizeram a inscrição, né, mas que ainda não conduziram os seus filhos para o Congresso, para esse aprendizado da juventude? que a gente possa aproveitar esse momento que a FEGO nos está nos proporcionando através do Congresso. O Congresso é uma grande oportunidade da
os para o Congresso, para esse aprendizado da juventude? que a gente possa aproveitar esse momento que a FEGO nos está nos proporcionando através do Congresso. O Congresso é uma grande oportunidade da gente se reunir e encontrar. Depois da pandemia, nós passamos um momento de muita, muito distanciamento, né? As palestras passaram a ser online, mas a pandemia já passou e agora é a hora da gente vir pro presencial. Live é uma maravilha, mas nada como o presencial. E o congresso é uma oportunidade do jovem poder vivenciar a teoria que ele vai estudar de uma maneira prática, não só nos livros, interagindo com outros jovens, de despertar o interesse nos jovens para a doutrina espírita, que às vezes nas casas espíritas nós não temos a oportunidade que certamente nós temos nos congressos, oportunidade única e imperdível, tão imperdível, que eu vou levar os meus filhos dessa vez para participar. Os meus filhos já estão inscritos meus dois filhos, Joaquim e Malu, de 7 e 10 anos. Eles estão inscritos, eles vão participar porque é imperdível e nós como pais precisamos dar aos nossos filhos a oportunidade de conhecer a doutrina, de conhecer Jesus e uma grande oportunidade no congresso de uma forma mais dinâmica com outros jovens, participativa inclusiva, que isso com certeza é uma sementinha plantada que vai dar muito fruto lá na frente. Muito bom. Bom, esse é o momento em que a maioria das casas espíritas, né, estão iniciando as suas atividades, reuniões públicas, trabalhos mediúnicos, mas o as nossas lives, né, são muito acessadas pelos companheiros. Então, nós queremos dizer que aqueles que fizerem a inscrição ainda hoje eh terão direito a um livro da editora FEGO. É uma promoção aí da nossa companheira Márcia Riso, que é a nossa diretora editorial. Então, nós temos aqui o nosso companheiro Antônio Carlos Abreu, que diz assim: "Boa noite, povo bonito e cheio de luz". A Angélica de Po, que é a coordenadora do Congresso da Juventude, diz assim: "Que equipe fantástica". Eh, a Gisa Freita diz: "E Gustavo Mousa
u, que diz assim: "Boa noite, povo bonito e cheio de luz". A Angélica de Po, que é a coordenadora do Congresso da Juventude, diz assim: "Que equipe fantástica". Eh, a Gisa Freita diz: "E Gustavo Mousa estará conosco no 42º Congresso." Isso mesmo, Gisa. O pessoal da TV Nave, para aqueles que vão acessar depois também, né? Eles dizem assim, ó: "Amigos, vamos usar o triplo C, curtir, comentar e compartilhar." Os canais agradecem e o YouTube oferece mais recursos, considerando o conteúdo como muito importante. Gratidão, né? é o nosso companheiro Ito. Então vamos nessa, né? Eh, a Angélica diz, né? Estaremos juntos daqui a pouco. Saudades de todos nós. Saudades de todos. Eh, pessoal da TV Nave, importante observação. A Vânia, né, Guiz, que é nossa companheira de trabalho, diz: "Essa é a grande sacada". A Márcia Riso, a nossa diretora de editorial, diz, né? Boa noite, sempre uma honra ouvi-los. Bom, então nós vamos seguindo. Nós temos aqui muitos comentários, não dá para ler todos em função da limitação do tempo. Eh, a a Márcia Riso, eu acho que esse aqui nós temos que passar por ele, diz assim, ó. Teremos o livro Manual de Sobrevivência para Gente Cansada de Gustavo Musa na livraria da FEGO, no nosso congresso espírita. Tá bom? Eh, nós queremos agradecer profundamente, né, ao Gustavo Musa, a Catarina, eh, por terem dedicado esse tempo ao nosso movimento espírita. Então vamos lá as palavras finais de vocês, né, da nossa querida Catarina Fagundes e em seguida do nosso amado irmão Gustavo Musa. Catarina, >> eh, eu concordo com o que vocês falaram e eu acho que eu tenho uma uma experiência maior, porque eu fui a eu cresci dentro do espiritismo, então eu tenho a minha visão eh daquela pessoa igual o Gustavo falou, que ficava sentada escutando o adulto falar e também tenho a minha experiência como a jovem que ia lá na frente falar. Então, eu tenho esses essas duas experiências e eu concordo totalmente com o que foi falado aqui. >> Muito bom. Meu amigo Gustavo Moza, suas considerações finais.
mo a jovem que ia lá na frente falar. Então, eu tenho esses essas duas experiências e eu concordo totalmente com o que foi falado aqui. >> Muito bom. Meu amigo Gustavo Moza, suas considerações finais. É só agradecimento e de grande expectativa para que o nosso congresso chegue logo, que a gente possa se encontrar, se abraçar. Fica aqui um beijo para as duas Márcia, pra Márcia mãe e pra Márcia filha. Um beijo para elas. Muito obrigado mais uma vez pela confiança. Pode ter certeza que nós faremos um grande congresso. Nós vamos viver momentos inesquecíveis. Maravilha, Gustavo. O nosso 42º congresso. >> Obrigado, Catarina. Desculpa, só obrigado, Catarina, também pela sua participação, viu? Pronto. >> O nosso 42º Congresso Espírita, ele te aguarda e te acolhe, tanto você quanto a sua família com muito carinho. Você é um irmão muito querido entre nós, tá? Então, vai ser uma grande alegria recebê-los mais uma vez aqui no nosso congresso. Muita luz. >> Me dá 30 segundos. >> Me dá 30 segundos. Eu sei que o tempo já tá estourado. Eu vou dizer algo aqui que não tô rasgando seda não. Eu tenho hoje o privilégio e a graça de Deus de falar no Brasil todo. A gente viaja em vários estados, vai de norte a sul o ano inteiro. Em pouquíssimos lugares eu me sinto tão bem como em Goiânia. >> No fundo do coração. Eu adoro ir para Goiânia, tá? É emocionante isso. Então, nós queremos eh estender, né, esse sentimento, essa emoção a todos os trabalhadores do nosso congresso, os coordenadores e trabalhadores de todas as comissões. a agradecer, né, a nossa presidente da Federação Espírita, que também está coordenando o nosso congresso pela oportunidade de servir. E que Jesus possa iluminar a todos nós nessa caminhada do conhecimento, porque Jesus dizia: "Conhecereis a verdade, a verdade vos libertará". Então, que saiamos melhores desse 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás. Muito obrigado mesmo a vocês, muita luz e até a próxima. Beijo. Valeu, gente. Até mais.