JESUS FRENTE A PILATOS - Norma Nelly [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 02/04/2026 (há 5 dias) 40:35 306 visualizações

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Transcrição

de viver, doando amor, [canto] vibrando [música] luz, buscando [canto] a ti, buscando. [música] >> Bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos. aqueles que nos acompanham aqui presencialmente no nosso salão todas as manhãs de quarta-feira. Aqueles que nos assistem pelas mídias sociais também sejam muito bem-vindos e os que vão assistir em outros momentos também sejam bem-vindos. Para começar o nosso trabalho, a gente sempre faz uma leitura de um livrinho desses de mensagens para já nos harmonizarmos. Eu vou ler uma mensagem do livro Vida Feliz, psicografia de Divaldo Franto, pelo espírito de Joana de Angeles, que é a mentora do nosso grupo neste horário. A mensagem é: A tua vida não termina no túmulo. Com essa consciência aprende para a eternidade, reunindo valores que jamais se consumam. Toda lição que liberta do mal se incorpora à alma como força de vida indestrutível. Fosse a morte o fim da vida e sem sentido, seria o universo. A criação se esmaceria e o ser pensante estaria destituído de finalidade. Depois dessa leitura, cada um busque as suas próprias reflexões. Vamos fazer a nossa prece inicial antes de ouvirmos a nossa palestra. Vamos elevar o nosso pensamento a Deus, a espiritualidade aqui presente. Fechemos os nossos olhos para evitar as distrações do ambiente. Busquemos o silêncio dos nossos corações e pedimos a Jesus que nos intua, que nos inspire, que nos ajude com os bons pensamentos, com os bons sentimentos e que neste momento podemos estar concentrados em ouvir a palestra e absorver o maior número de conhecimentos possíveis paraa nossa vida diária. Que assim seja. Com a palavra nossa irmã Norma, que vai fazer a nossa palestra de hoje. Bom dia a todos, a todos que já estão aqui, aqueles que nos assistem pela internet ou nos assistirão em algum momento, que as palestras normalmente ficam gravadas, e também aqueles desencarnados que são trazidos pelos seus mentores para aproveitarem dos pensamentos, das ideias que serão aqui desenvolvidas. Hoje, como a gente tá já entrou no

mente ficam gravadas, e também aqueles desencarnados que são trazidos pelos seus mentores para aproveitarem dos pensamentos, das ideias que serão aqui desenvolvidas. Hoje, como a gente tá já entrou no período pascoal, né, normalmente pela pelo menos pelo calendário católico, é o domingo de Ramos, que foi o domingo passado, ele abre a Semana Santa, depois vem os acontecimentos de quinta, sexta, sábado e domingo, que culminam então com toda essa lembrança, toda essa celebração do que foi chamado o sacrifício de Jesus. a crucificação de Jesus. Bom, primeiro e uma partezinha engraçadinha que a gente diz que o sacrifício de Jesus não foi somente o Glgota, não menosprezando esse esse tamanho eh suplício que seria uma morte na cruz, mas também o grande sacrifício de Jesus foi ter vindo aqui à terra passar 33 anos conosco. e trazendo essas mensagens. Por quê? Porque Jesus já era um ser eh puramente puramente espírito. Não tinha mais perespírito, não. E com a consciência totalmente expandida a ponto de abarcar todo o planeta Terra, já que ele é tido como o governador do planeta. Ele presenciou a criação do planeta, a moldagem do planeta da forma como é. Eu imagino uma consciência que pudesse abarcar todos esses ensinamentos, todas essas situações de comprimir a ponto de novamente ser criado um perespírito para ele e que ele pudesse ser atraído pelo útero de uma mulher. terrena. Foi preciso muito tempo, foi preciso muito trabalho, não apenas dele, mas de toda a espiritualidade que o acompanhou nessa descida, que a gente diz, essa descida vibracional. Isso tá muito bem explicado. Vou falar muito inclusive desse desse autor e desse livro agora, porque é onde mais a gente tem informações que possam misturar o Jesus histórico, que a gente de certa forma vê nos Evangelhos, porque são relatos de pessoas que ou acompanharam Jesus como Mateus e João, ou que tiveram conhecimento dos feitos e da vida dele. posteriormente como Lucas e Marcos. Então aqui nós temos um pouco do Jesus histórico, mas muito mesclado com Jesus

aram Jesus como Mateus e João, ou que tiveram conhecimento dos feitos e da vida dele. posteriormente como Lucas e Marcos. Então aqui nós temos um pouco do Jesus histórico, mas muito mesclado com Jesus messiânico. A Mati já nos traz um Jesus espiritual no livro O sublime Peregrino. E como foi feita essa descida? Então, espíritos da mesma capacidade, vamos dizer, atuar em todos os momentos. aqui bem no alto, os primeiros os espíritos mais elevados juntamente com Jesus fazendo essa, eu não sei nem como é que isso se processa, mas isto que é chamado de uma descida vibracional, adensando as vibrações de modo que elas pudessem se tornar compatíveis com as vibrações que existiam na época. no planeta Terra. E isso, segundo Ramatis, levou cerca de 1000 anos dos nossos do nosso tempo, da nossa contagem de tempo. E não apenas utilizou espíritos altos, como em todos os momentos em que Jesus ia descendo. Esses outros espíritos ligados ao bem estavam trabalhando, ajudando e culminou com o nascimento de Jesus a explosão de luz, a explosão de cânticos de vitória, de ter conseguido chegar ao ponto que ele sim se materializasse como uma pessoa igual a todas as pessoas de carne e osso no planeta Terra, de modo a transmitir a mensagem divina, mensagem angelical a toda a humanidade como um igual. Bom, sabemos muito sobre a vida de Jesus em todo o evangelho. Não vou ficar falando sobre isso, mas vamos ao pedacinho que vai do Getsem Getsemêmane até a crucificação. Os quatro evangelhos estão muito coesos ao trazer essas informações, sendo que o Evangelho de João é o mais prolixo. Evangelho de João procura trazer mais eh minúcias desse desse momento. E sabemos muito bem que houve a traição de Judas. Judas chegando com alguns eh soldados ou que seja guardas do Sinédrio, chega nesse jardim que é descrito por Ramatis como uma chácara muito bonita. onde se plantavam oliveiras, onde se plantavam flores, plantas medicinais, legumes, muito muito bonito. Não era simplesmente um jardim aberto a qualquer um, era uma chácara,

uma chácara muito bonita. onde se plantavam oliveiras, onde se plantavam flores, plantas medicinais, legumes, muito muito bonito. Não era simplesmente um jardim aberto a qualquer um, era uma chácara, um ambiente fechado, eh cercado, porque era um ambiente particular. E Jesus era a eh, como diz, era aparentado do dono daquela daquele espaço. Então, ele estava ali enquanto estava em Jerusalém. Ele e seus discípulos pousavam num galpão daquele espaço e ele sobe para orar lá em cima, onde ele gostava de subir, perto das oliveiras. E nesse momento ele tem a real, eh, vamos dizer, caificha exatamente de tudo que estava para correr, para ocorrer. E Jesus tem, eh, aquela que é descrita também uma sensação de quase morte, sua, muito sua, suor e sangue. E isso deixa muito fraco. o deixa muito eh vulnerável. Então, na hora que os soldados chegam, ele estava também vulnerável fisicamente diante dessa situação que ele havia passado. Então, Judas o beija e com esse foi o mote, esse daí foi a senha para dizer aqueles homens que o acompanhavam que aquele sim era o rabi que eles tanto procuravam. E daí Jesus é é levado a a à presença dos sacerdotes judeus. Bom, há um episódio da orelha decepada que em algum eh em um dos evangelhos diz: "Alguém pegou de uma tomou de uma espada, mas a maioria concorda que foi Pedro que fez isso." E Jesus volta com a orelha da pessoa no lugar, usa ervas para ajudar a estancar o sangramento e diz: "Pela espada, quem toma da espada, pela espada perecerá." Ele não se opõe, ele é elevado. E ainda vocês vieram aqui com paus e espadas me pegar, mas eu tava todo dia ali no templo ensinando. Vocês ouviram? Me ouviram? por que precisava de tudo isso e assim vão. Mas o que que acontecia? Os os sacerdotes estavam extremamente amedrontados com aquela figura simples, aquela figura que não pedia dinheiro, aquela figura que consolava e que era ligada aos pobres, aos infelizes, que não compactuava com os ricos, não se vendia aos ricos ou tinha algum arroubo de domínio

quela figura que não pedia dinheiro, aquela figura que consolava e que era ligada aos pobres, aos infelizes, que não compactuava com os ricos, não se vendia aos ricos ou tinha algum arroubo de domínio E mas eles estavam tremendamente assustados e estava se cheg eh a eh quase no momento da Páscoa judia. Por isso que a nossa Páscoa é junto com a Páscoa judaica. Por quê? Porque eles comemoram, os judeus comemoram até hoje a libertação da escravidão no Egito. E aconteceu que Jesus foi crucificado às vésperas, porque as vésperas na sexta-feira, na sábado, já era a grandiosidade da Páscoa judaica. E os sacerdotes não queriam tomar eles a decisão de sumir com o rabino. Por quê? Porque eles não queriam que houvesse uma rebelião, temiam uma rebelião dos judeus, do populástro, em razão da decisão deles. Então, eles queriam empurrar a pena para ser aplicada pelo eh governador romano, que no caso era Pôcio Pilatos. Então, primeiro vão ao sinedri. Jesus naquela situação de fraqueza, ele já se absteve, já se recolheu em si mesmo e não teve muito ímpeto nem ânimo. E ele reconheceu, eu não tenho por lutar, porque tergiversar o que seja, porque se eu não tiver um fim que seja eh injusto e também claro, se eu, tipo assim, se eu for morrer numa cama daqui a 70 anos, 60, 50, nada que eu trouxe. será lembrado. Ele será lembrado por uma comoção que seja que aconteça. E assim foi. Então Jesus não não discutiu, não se defendeu, apenas disse: "Eu trago sim, eu trago notícias de cima, eu trago notícias do alto." E os judeus haviam, inclusive ranais e caifás, né? sogro e genro Caifás na época como o principal supra eh sacerdote moro ou alguma coisa assim do Sinédrio, eles modificam ali a composição do do conselho de modo a colocarem juízes, haviam já convocado juízes mais novos e que não tinham tanta experiência e que queriam aparecer. diante daquele julgamento. Então, foi um julgamento muito simples. O réu não se não se defendeu. O réu não tinha quem o defendesse, a menos de um um juiz mais velho que tomou ali a

e queriam aparecer. diante daquele julgamento. Então, foi um julgamento muito simples. O réu não se não se defendeu. O réu não tinha quem o defendesse, a menos de um um juiz mais velho que tomou ali a o papel de fazer uma uma defesa muito protocolar e não e abandonou e deixou. Já tá feita. por isso mesmo já teve uma defesa. E todos os outros acharam que aquilo dali era um motivo de morte, mas eles não queriam matá-lo. Eles não queriam lápid seriam os dois os procedimentos que eles poderiam fazer, que estava a alçada dos judeus do julgamento do Sinédrio para condenar a morte, a lapidação, que é a morte pela apedrejamento, ou então o suplice a morte por por eh chicotadas e alguma coisa mais até o fim. Só que eles não queriam, eles queriam impingir essa essa situação, impingir essa decisão aos romanos de modo que eles ficassem exentados. Se por acaso alguém fosse questionar: "Nossa, mas vocês mataram o rabi judeu se a população se revoltasse?" Porque era eram muitos os que estavam dando mostras de seguir e ser e e confiar em Jesus. Eles estavam com medo. Então levaram a levaram a ao conhecimento, né, a decisão dos romanos, a situação de Jesus. E eles tinham pressa. Os judeus tinham pressa. Nesse momento, os sacerdotes judeus tinham pressa. Tudo precisava acabar até a tarde de sexta-feira, porque já no final da tarde, já no entardecer da tarde, já entrava o processo da Páscoa, o processo do sabá. e não poderia haver nenhuma eh sentença, nenhuma morte nesse período, nenhuma morte articulada por eles. Então eles precisavam levar aquela batata quente pros romanos. E assim vai. Eles fazem o julgamento na madrugada da sexta-feira no Sinédrio. Não, você não se defendeu. Você se diz rei dos judeus. Você se diz: "Meu Deus, filho de Deus, isso é blasfêmia. Isso é blasfêmia". E eles levam ao a Pôcio Pilatos, que era o governador, eles levam Jesus com a com a acusação. Ele se diz rei dos judeus. Rei dos judeus é o imperador romano. Eles eram súditos do imperador romano. Ele está ameaçando o império.

latos, que era o governador, eles levam Jesus com a com a acusação. Ele se diz rei dos judeus. Rei dos judeus é o imperador romano. Eles eram súditos do imperador romano. Ele está ameaçando o império. Essa foi a situação que eles apresentaram Jesus a Pôcio Pilatos. Pôcio Pilatos, em todos os quatro evangelhos é dito que ele olha, diz assim: "O que que você fez? responde. Eu posso te te libertar. Se você disser exatamente o que que acontece, eu posso te libertar. Bom, vou dizer a minha opinião particular. Não sei se Pôcio Pilatos está sendo retratado tão bonzinho assim como ele era. Ele não era tão bonzinho. Um homem que representava o imperador romano numa região eh, como é que diz? Uma região ocupada. Primeiro, a última coisa que ele era era benevolente. Ele não tinha vontade, ainda mais com alguém absolutamente desconhecido, ele não era tão benevolente. De certa forma, eh, talvez tenha havido uma mãozinha humana nos nesses relatos para diminuir o peso da decisão dos europeus. sobre a situação de Jesus, sobre o final de Jesus. Isso não afeta em absolutamente nada. A o Jesus messiânico, as mensagens que ele nos eles nos trouxeram, a forma como ele terminou seus dias, isso não afeta. Mas de certa forma para um cristianismo nascente do século quando foi encampado como religião oficial do império romano, fazia uma diferença. Talvez fizesse uma diferença, mas isso não afeta, como eu digo, não afeta o Jesus que nós consideramos, que é o Jesus messiânico, não histórico. E daí Pilatos pergunta, Jesus responde duas ou três coisas e Pilatos diz assim: "Mas você eh no você poderia me ajudar mais?" E Jesus fica. Deixa eu ver aqui que eu eu tirei uma cola do que o meu sublime peregrino tá no tablet, então eu tenho que tirar uma cola dele. Bom, então durante o julgamento no Sinédrion, né, no Tribunal dos Judeus, um ou outro juiz mais novo, que protestou contra o silêncio dele como se for uma atitude insultuosa, não lhe foram negligenciados os recursos de defesa ou do critério moral do Tribunal

nal dos Judeus, um ou outro juiz mais novo, que protestou contra o silêncio dele como se for uma atitude insultuosa, não lhe foram negligenciados os recursos de defesa ou do critério moral do Tribunal Sagrado. Foi feito um teatro bem feito, bem organizado. Não foram os juízes do Sinédrio que condenaram um Jesus inocente dos crimes que lhe imputavam. Isso decorreu da prodigalidade de provas que o sumo sacerdote conseguiu aliciar para convencer aquela corte. Essas provas, muitas delas eram forjadas, especialmente a que a gente conhece, né, como a confissão de Judas. que foi manipulada a ponto de obter uma confissão assinada por Judas, em que ele entrega Jesus como um alguém que queria mesmo subverter a ordem, tomar o poder. Essa era a visão de Judas. Judas queria um um líder humano, não apenas um líder moral. Ele buscava sim uma libertação dos romanos e ele não entendeu. Apesar de todas os fatos e falas de Jesus, ele não entendeu que o mundo, que o reino não era desse mundo. E assim vamos. Pilatos então oferece. Realmente diz-se que Pilatos, os quatro evangelhos dizem que Pilatos oferece oportunidade de Jesus ali se explicando, dando uma uma razão, ele poderia tirá-lo daquela situação. Existe até no Evangelho de João uma coisa que é que é o evangelho mais detalhado de todos. É no evangelho de João que se fala que a mulher de Pilatos eh manda um recado para Deixa eu já não acho que não anotei. Ele manda um recado para Pilatos. Não, não tenha parte na morte deste homem, porque eu tive sonhos muito eh assustadores essa noite a respeito disso. Deixa eu ver onde é que está. Ah, perdi. Que pena. A gente lê, acha que marcou e não marcou. perdi. Lucas, por exemplo, mostra que Jesus teve também junto naquela situação de Pilatos, um encontro com Herodes, outro grande eh outro grande Ele é ele era tetrc. Não, mas ele era judeu. Herodes era judeu. Ele foi, Herodes tinha vontade de conhecer Jesus porque ouvia aquela, aquele burburinho, aquele povo todo falar e tal. E Jesus não lhe diz uma palavra. Ele era, eu

as ele era judeu. Herodes era judeu. Ele foi, Herodes tinha vontade de conhecer Jesus porque ouvia aquela, aquele burburinho, aquele povo todo falar e tal. E Jesus não lhe diz uma palavra. Ele era, eu acho que o representante máximo judeu, Herodes. Então, acaba que ele vai o Pilatos, a questão da lavação de mãos está em João. Pilatos diz: "Olha, eu não tô encontrando crime neste homem. Eu proponho o seguinte, vou deixar a escolha de vocês. Nós sempre libertamos um prisioneiro por ocasião da Páscoa. Liberto ele ou liberto Barrabáis, que havia sido preso havia pouco por homicídio, roubo, tumulto, uma série de coisas. E todos pedem Barrabá. Obviamente não é a população, não são os as pessoas que foram cuidadas e atendidas por Jesus, que estavam fazendo esse tumulto. Isso era tudo gente comprada pelo Sinédrio, que gritavam com toda a força, homens fortes que gritavam com toda a força. Então, pessoas comuns não iam disputar com eles, obviamente não tinham nem vontade e muito medo. E assim Jesus foi condenado à crucificação. Então, a crucificação era uma pena reservada aos romanos. era uma pena reservada aos romanos, mas chegou-se a essa decisão de que haveria uma pena pelos governantes, eh, preconizada pelos governantes a partir das provas que o Sinédrio, no caso o tribunal e dos judeus haviam juntado. E assim eles fazem a de bem rapidinho [limpando a garganta] a decisão de crucificar, porque eles queriam que tudo terminasse até a tarde de sexta-feira, como efetivamente aconteceu. Jesus morreu por volta das 3 da tarde da sexta-feira e já e ficou pouco tempo na cruz, crucificado por volta do meio-dia. Ele morreu às 3 da tarde porque ele estava fraco e ele não ofereceu resistência orgânica à situação. A gente sabe que quanto menos a gente batalha, a gente luta, a gente tensiona o corpo contra a dor, mais a dor vai doer. Ele não ofereceu essa resistência. Ele se entregou porque ele sabia que assim sim a sua mensagem que não foi escrita, que não foi gravada de nenhuma forma, a não ser na época pelos pelas

dor vai doer. Ele não ofereceu essa resistência. Ele se entregou porque ele sabia que assim sim a sua mensagem que não foi escrita, que não foi gravada de nenhuma forma, a não ser na época pelos pelas anotações de Mateus. Mateus, o discípulo, que era coletor de impostos, o judeu coletor de impostos para os romanos, a classe de pessoas mais odiada pelos judeus. Mateus acompanhou Jesus diariamente desde que o encontrou e sempre anotava o que o mestre fazia no dia. Succintamente, muito rápido, quem ler o Evangelho de Mateus vai ter essa certeza. É um relato fiel dia a dia do que aconteceu de uma forma bastante inxuta. Os outros beberam nas fontes das pessoas. Lucas fez seu evangelho em grande parte, fundada nas memórias de Maria, mãe de Jesus, quem ele visitou uma vez já com ela com uma idade bastante avançada. Ele a visitou na Capadócia. Era uma um desejo de Paulo fazer essa visita e era um desejo de Paulo escrever a vida de Jesus a partir dos relatos de sua mãe. Mas ele estava muito doente e, se não me engano, na época estava preso. Então, pediu a Lucas quando que os dois eram amigos e faziam as viagens de eh divulgação da vinda de Jesus juntos. Ele pede a Lucas que vá lá e que faça isso. Então, o Evangelho de São Lucas, ele é todo fundado nas memórias de Maria. Não sei como foi feito o evangelho de Marcos, nunca cheguei a essa a essa informação. E o de João, nós sabemos que foi feito também com João, já muito velhinho, já bastante idoso. João viveu até mais de 90 anos em situações curiosas. E ele fez um evangelho muito mais poético, um evangelho muito mais ligado ao espírito, ligado ao amor do que e finalmente aos fatos, né? O mais factual é o de Mateus mesmo. Então assim foi. Jesus foi para o Golgota a partir de uma eh de uma decisão, né, de uma cor, de uma pena romana, não judaica, mas fundamentada em todas as situações que os judeus poderosos, aqueles que manipulavam a população, conseguiam. Eh, e Pilatos tinha uma outra razão para ouvir os judeus. Caifás tinha um canal privativo com o

amentada em todas as situações que os judeus poderosos, aqueles que manipulavam a população, conseguiam. Eh, e Pilatos tinha uma outra razão para ouvir os judeus. Caifás tinha um canal privativo com o imperador. Ou seja, o que Caifás dissesse ao imperador: "Olha, o seu preposto está prevaricando, o seu preposto está deixando passar coisas". Ele responderia, ele não iria bobear nessa. Então assim foi. Pilatos talvez tenha sido mais generoso com Jesus, mas não era da sua natureza. Talvez tenha sido alguma coisa para ajudar que os romanos na época, né, de Justiniano fossem melhor retratados nessa fita. E assim é, assim foi. E amanhã começa essa nova, essa história. Quem quiser, são quatro evangelhos que contam basicamente a mesma coisa, sendo que o evangelho de João conta de uma forma mais detalhada todos os acontecimentos. Eu convido quem tiver interesse até no Jesus histórico que leia, porque essa isso é o que nós temos dele. O que nós temos a mais são mensagens como a derramatis são puramente espirituais, não são eh mensagens baseadas no que foi registrado durante a passagem de Jesus. Agradeço a todos a atenção e desejo a todos uma excelente Páscoa. Hoje não trouxe um tema tão eh tão evangélico pra gente estudar, mas uma curiosidade sobre o momento histórico daqueles dias tão sombrios. Obrigada a todos. Bom dia e um excelente Páscoa cada >> Vamos agradecer a Norma pelas reflexões, pela palestra, pela pesquisa, né, e por nos trazer esses fatos históricos e messiânicos também para que a gente possa refletir a paixão de Cristo, né, mas principalmente pela ressurreição. Nesse momento vamos fazer a nossa prece final. Antes de passarmos ao passe e vamos fechar os nossos olhos, deixar os nossos corações mais serenos. Vamos pedir a Jesus, que é o elemento principal dessa Páscoa, que vá diluindo as nossas incertezas, as nossas preocupações, as nossas angústias, para que possamos caminhar mais leves, mais seguros, com mais confiança. Vamos agradecer este momento e vamos agradecer a nossa vida.

as nossas incertezas, as nossas preocupações, as nossas angústias, para que possamos caminhar mais leves, mais seguros, com mais confiança. Vamos agradecer este momento e vamos agradecer a nossa vida. O passe vai ser dado no próximo prédio ali da frente. Todos já sabem. Aqueles que não conhecem, é só se dirigirem assim que as pessoas se levantarem. Todos serão atendidos. Boa Páscoa a todos. E os que nos ouvem pelas mídias, permaneçam ligados que vão obter o passe virtual, que também tem os mesmos benefícios do passe presencial. Um bom dia a todos, um bom domingo e uma boa Páscoa de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos [música] pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, [música] fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo [música] físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário

ha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os [música] nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, [música] calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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