Jesus e João Batista - Wellerson Santos
Jesus e João Batista - Wellerson Santos
Apóstolo da luz as nossas peores [música] aos pés de Jesus. >> Sintonizados com Dr. Bezerra de Menezes, que estamos evocando por meio da música. Vamos, por intermédio dele, glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz nas nossas vidas. Por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros de Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde às vezes relativa, o dia de hoje. E ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença amorável de Dr. Bezerra de Menezes para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade, na fé. concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas, divulgadores da doutrina, pela nossa ação, pelo amor que tivermos nos nossos corações. Bênçãos pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda a violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde. Nós vamos também radiar para o Brasil, para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, da habitação, da educação e da segurança dignas. Que as nossas autoridades se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, o respeito às leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Mas vamos pedir também para o movimento espírita que as nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento, abençoando as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita
as nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento, abençoando as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso congresso que será daqui a 12 dias, mas também os dirigentes, trabalhadores frequentadores de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, o nosso grupo espírita de mensageiros da luz com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. Vamos irradiar para os nossos lares, lares enlutados com pessoas enfermas, hospitalizadas, cirurgiadas, para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bçãos pedimos para as nossas crianças e jovens. Conceda a todos [música] eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo, do trabalho, da religião, livrando os vícios, dos desequilíbrios, da preguiça, fazendo desses jovens servidores da sociedade. Pessoa que você está se lembrando dela, vamos apresentá-la à misericórdia divina. os espíritos aflitos, entristecidos e enfermos, que estiveram nos nossos lares, levando desassossego, sentimento de solidão, os que aqui vieram, em qualquer lugar que estiverem, que sejam igualmente abençoados e encaminhados às colônias espirituais. Você que nos honra com a presença, estamos transmitindo da sede do grupo Espírita Mensageiros da Luz e todos nós aqui que nos encontramos, que Deus nos abençoe, nos envolva em muita paz. Hoje nós temos a alegria, grata satisfação de receber o nosso irmão Wellerson Santo. Santos. Ele é de Belo Horizonte, já esteve algumas vezes conosco na mansão e hoje, pela primeira vez ele está aqui no Mensageiros da Luz. E a gente também tem a honra de apresentar os livros que são trazidos pela psicografia dele. Esse aqui é do espírito Pedro Catani, Pai
ão e hoje, pela primeira vez ele está aqui no Mensageiros da Luz. E a gente também tem a honra de apresentar os livros que são trazidos pela psicografia dele. Esse aqui é do espírito Pedro Catani, Pai Francisco. É um livro trazido pela psicografia do nosso querido Wellerson Santos. Esse aqui, Espírito Frits, diálogo com Jesus. Certamente depois você vai falar sobre os livros, né? Mas eu quero ter a honra de apresentá-los também. E este um livro infantil, o Vale Encantado da Espinholândia, com o espírito Mirra Alfaça. Seja muito bem-vindo, que Deus te abençoe. É sempre uma alegria te receber. Ele está em Goiás fazendo uma excursão aí ou incursão pelas casas espíritas, 17 centritas. ele tá participando e eu dizia para ele há pouco que Minas Gerais tem um papel muito importante na divulgação da doutrina espírita, a exemplo dele que aqui está conosco. bem-vindo, meus queridos amigos, companheiros de Ideal Espírita, queridos internautas que nos acompanham pelas redes sociais do grupo Espírita Mensageiros à Luz. Boa noite. Boa noite. >> Que as bênçãos de Jesus continuem envolvido os nossos corações em muita paz e harmonia. É uma alegria sempre retornar a Goiânia e visitar hoje, pela primeira vez essa casa que nos acolhe com tanto carinho, para juntos refletirmos em torno da mensagem do Evangelho de Jesus. à luz essa doutrina que sempre nos orienta, nos esclarece e nos instrui durante 400 anos antes chegada de Jesus aqui na terra, as profecias que anunciavam a vinda do Messias haviam se calado. E o povo judeu acreditava que Deus os havia abandonado, os havia esquecido. Eles vivenciavam momentos de muitas dores e sofrimentos, porque estavam escravizados pelo Império Romano, dominados por César Augusto, depois por Tibério César, a corrupção, a injustiça de maneira generalizada e, por outro lado, as dificuldades do ponto de vista religioso. O judaísmo, a religião oficial dos judeus passava também por imensas dificuldades, porque os saduceus, fariseus e escribas brigavam entre si para a conquista do
ficuldades do ponto de vista religioso. O judaísmo, a religião oficial dos judeus passava também por imensas dificuldades, porque os saduceus, fariseus e escribas brigavam entre si para a conquista do poder. eram profundos conhecedores a lei mosaica, mas estavam afastados da vivência daqueles postulados em sua vida. Para o povo judeu, a única condição para que eles pudessem se libertar era a chegada do Messias, o Salvador, como era chamado por muitos, o rei dos judeus. Naqueles dias vivia numa pequenina aldeia cujo nome não é divulgado pelos evangelistas e nem pelos benfeitores espirituais. Um casal que se voltavam para Deus. Ele se chamava Zacarias e ela se chamava Isabel. Zacarias era sacerdote. Isabel, mulher do lar, que cuidava do seu marido com extremado carinho. Embora eles seguem as tradições judaicas, estudassem a proposta da Torá, profundos conhecedores a lei, a família era marcada pelo sofrimento. Porque Isabel era estéril, não podia ter filhos. E uma mulher estéril naquela época, no seio do judaísmo, era uma mulher marginalizada, porque acreditava-se que ela estava marcada pelo pecado, pelos erros do passado, pelos erros dos seus pais. de alguma forma vivenciava aquela experiência para lhe trazer aprendizado. E muito embora, sendo Zacarias sacerdote, Isabel passando por aquelas experiências difíceis dentro da sociedade, jamais se revoltaram, jamais se levantaram contra Deus. E a misericórdia divina se apresentou para aquele casal numa tarde em que Zacarias estava nos afazeres do templo. Ele estava no local sagrado fazendo as suas orações, acendendo os incensos, quando de repente ele foi visitado por um anjo, um espírito enviado do mais alto. Era o anjo Gabriel que aparece a Zacarias, dizendo-lhe que a sua esposa Isabel ficaria grávida. Ele assustou-se. Como poderia Isabel engravidar se ela era estéril e já idade avançada? Como é que eu vou crer que isso realmente acontecerá? questionou Zacarias ao espírito. E Gabriel, o anjo, lhe disse: "Porque não acreditaste,
Isabel engravidar se ela era estéril e já idade avançada? Como é que eu vou crer que isso realmente acontecerá? questionou Zacarias ao espírito. E Gabriel, o anjo, lhe disse: "Porque não acreditaste, a partir de hoje ficarás mudo e só voltará a falar quando teu filho nascer." E Zacarias perdeu a voz. Ele demorou mais tempo dentro do templo e as pessoas que esperavam do lado de fora começaram a acreditar que alguma coisa de diferente estava acontecendo. Quando o sacerdote saiu mudo, todos tiveram a certeza de que algo extraordinário estava para acontecer. E não demorou muito quando Isabel começou a aparecer com os primeiros sintomas da gravidez, trazendo alegria para aquela família. Os meses passaram com tranquilidade. Quando Isabel estava no sexto mês de gravidez, ela recebeu na sua casa uma visita muito curiosa. A sua prima Maria, que vinha da cidade de Nazaré, veio prestar-lhe os préstimos. Ficara sabendo Maria que a sua prima Isabel estava grávida. E ela que também já havia concebido, trazia no seu ventre o mestre Jesus já no início da gravidez. Porque a diferença do filho de Isabel com o filho de Maria é exatamente 6 meses. Quando Maria chama a porta, o ventre de Isabel estremece. E ela então, ao sair do lado de fora e ver Maria, as lágrimas vêm aos seus olhos. E sem saber que a prima encontrava-se grávida, Isabel disse: "O meu filho que se encontra no meu ventre, ele reverencia o teu que se encontra no teu ventre, porque bendito é o teu fruto." E a palavra de Isabel se transformou na oração que mais tarde nós iríamos repetir em louvor a Maria de Nazaré. Bendito é o fruto do vosso ventre, nasceu Jesus. São as palavras ditas por Isabel. O fato que antes do filho de Isabel nascer, Maria retornou para Nazaré. E quando o menino chegou trazendo alegria para o casal, foi acolhido com imenso carinho. Nas tradições judaicas, o nome da criança, especialmente do varão, é dado somente no sétimo dia do nascimento, quando ele é levado a um ritual judaico chamado circuncisão.
acolhido com imenso carinho. Nas tradições judaicas, o nome da criança, especialmente do varão, é dado somente no sétimo dia do nascimento, quando ele é levado a um ritual judaico chamado circuncisão. A circuncisão é quando o sacerdote corta o prepúcio do pênis da criança e neste dia aquela criança, aquele varão dá entrada à sociedade judaica. Isabel e Zacarias, para cumprir as tradições, ele era um sacerdote, levou o filho à sinagoga. Muitas pessoas estavam presentes para participar daquele evento. Zacarias estava mudo. E quando o sacerdote tomou dos seus braços, o menino fez o ritual, perguntou qual era o nome da criança. Como Zacarias estava mudo, quem deu o nome foi Isabel. Meu filho se chamará Ió Canaã, que quer dizer João. O povo que estava presente começou a se entreolhar, porque era tradição que os filhos tivessem o nome dos pais ou de alguém da família. Na família de Zacarias e Isabel não havia ninguém com o nome de João, porque ela havia escolhido aquele nome. E houve aquele burburinho. Naquele instante, Zacarias começou a fazer gestos como se ele desejasse falar qualquer coisa. Como ele estava mudo, trouxeram para ele uma tabuinha de madeira. E ele escreveu: "Meu filho se chamará Ió Canaã". que era o nome que a esposa havia escolhido. E naquele momento a sua garganta se abriu e ele começou a falar e fez um discurso, um sermão onde ele anunciava a chegada do seu filho, profetizando sobre a vida de João. Esse sermão ficou conhecido com o nome de O Bendito, falando a respeito do trabalho que iria realizar este espírito missionário que chegava à terra para abrir os caminhos para Jesus. A infância de João, ao lado de Zacarias e Isabel transcorre com muita harmonia. O menino receberá toda a educação baseada na Torá hebraica, porque naqueles dias as crianças eram educadas baseadas no livro sagrado. Aprendiam inclusive a aritmética a fazer contas por meio da Bíblia, por meio da Torá hebraica, para que eles pudessem ter a vida pautada nas tradições deixadas por
educadas baseadas no livro sagrado. Aprendiam inclusive a aritmética a fazer contas por meio da Bíblia, por meio da Torá hebraica, para que eles pudessem ter a vida pautada nas tradições deixadas por Moisés. Quando João completou 12 anos de idade, narra o benfeitor espiritual Humberto de Campos, por meio da mediunidade incomparável de Chico Xavier no livro Boa Nova, que Isabel e João viajaram e foram visitar na cidade de Nazaré. Seria a primeira vez que os dois primos iriam se encontrar, Jesus e João. Eles se encontraram, os dois rapazotes, e as duas mães se assentaram na sala para um diálogo, aliás, um diálogo típico das mães, porque cada uma delas, no dizer popular, puxava a sardinha para o seu lado. Porque Maria falava a respeito de Jesus, do seu filho amado, que havia pregado inclusive no templo de Jerusalém para os doutores da lei. E por sua vez, Isabel falava de João com muito carinho, dizendo que João era um menino diferente, porque desde a terridade preocupava-se com os mais necessitados, buscava estender-lhes a mão, dar uma palavra de consolo e de carinho. E as duas conversaram tanto que o dia passou sem que elas percebessem. Só se deram conta quando José, o esposo de Maria, retornou da carpintaria e ao chegar em casa, perguntou por João e Jesus. As duas mães não sabiam onde os rapazotes estavam. E as duas saem pela cidade de Nazaré para poder procurá-los e vão encontrar Jesus e João assentado sobre o monte. Um estava ao lado do outro. Jesus estava apontando para João ao seu derredor tudo que era visto por aqueles montes de Nazaré. E até hoje não se sabe o que estavam conversando estes dois espíritos grandiosos no encontro daqueles dois primos que iriam trazer para todos nós mensagens tão edificantes. Voltaram para casa, dormiram em Nazaré e quando o dia amanheceu, Isabel despediu-se de Maria. juntamente com João, Isabel convidou Jesus para que pudesse ir com eles, passar uns dias em sua residência. E Jesus, olhando para Isabel, fez uma profecia. É necessário que João vá primeiro para
aria. juntamente com João, Isabel convidou Jesus para que pudesse ir com eles, passar uns dias em sua residência. E Jesus, olhando para Isabel, fez uma profecia. É necessário que João vá primeiro para que depois eu possa ir. E eis então que esse menino ele cresceu e na sua juventude, depois de haver aprendido com seu pai as tradições judaicas para se tornar um sacerdote, porque era uma função que era transmitida de pai para filho. João, que era um estudioso da Torá hebraica, encantou-se especialmente com um grande profeta. que havia vivido centenas de anos antes dele, o profeta Elias. Quando João lia a respeito de Elias, o seu coração pulsava como se ele estivesse relembrando a vida daquele espírito aqui na terra. Elias vestia-se de pele de camelo e alimentava-se de mel, silvestre e gafanhotos. Vivia no deserto e João quis seguir os mesmos passos de Elias. Renunciou toda a herança que era derivada dos seus pais. E ele vai para o deserto em reflexão. Ele não sabe o porquê. Ele não sabe qual eram os caminhos que ele iria percorrer. Mas no deserto, em meditação, João começa a ter visões e começa a ser convidado para realizar o trabalho pelo qual ele havia sido convidado para nascer na terra, anunciar a chegada do Messias. E ele escolhe fazer este trabalho por meio do batismo junto ao rio Jordão, no local de grande passagem de viajantes, o val de Betânia, que não é na região de Betânia, fica próximo de Jericó. Ali ele resolveu anunciar a chegada do grande libertador. Ele está por vir, por chegar à terra e ele nos trará as boas novas de alegria. João ficou agora conhecido como João Batista, porque por meio do batismo ele convidava as criaturas ao arrependimento. Arrependei-vos para que possas alcançar o reino de Deus. Eram centenas de pessoas que vinham ao rio Jordão para serem batizadas por João Batista. Até mesmo os estrangeiros, soldados romanos, pessoas se convertiam através da palavra de João Batista, que era uma palavra firme, objetiva. Ele era um homem justo, muito digno,
zadas por João Batista. Até mesmo os estrangeiros, soldados romanos, pessoas se convertiam através da palavra de João Batista, que era uma palavra firme, objetiva. Ele era um homem justo, muito digno, gostava das coisas muito corretas e era bem observador do mundo à sua volta. Batizando as pessoas e convidando-as ao arrependimento, João Batista começou a ter seguidores, aqueles que se tornariam seus discípulos. E todos diziam que, na verdade, era ele o Messias. E João, na sua dignidade ele afirmava: "Eu não sou. O Messias chegará e eu não sou digno de desatar as suas sandálias". Naquela época, muitos homens se levantavam dizendo que era o Messias. Eles chegavam nas cidades e traziam a ilusão e a fantasia à mente das pessoas que estavam ávidas de que o Messias surgisse. O povo judeu já estava cansado dessas pessoas, mas João aclamado, ele diz não ser. Ele tem a ombridade de reconhecer qual era o seu trabalho aqui na terra e dizia ao povo que o procurava: "Eu batizo com a água, mas chegará aquele que batizará com o Espírito Santo e com o fogo, convidando-nos à grande transformação." E durante bastante tempo, João Batista realiza este trabalho ali naquela região, sempre próximo ao rio Jordão, por causa do batismo que ele realizava e também pelas passagens dos viajantes. Era uma região bastante movimentada. Certo domingo estava João Batista no trabalho, a fila imensa de pessoas para serem batizadas. Quando na fila entrou Jesus, João Batista não viu que Jesus estava na fila. O mestre havia saído de Nazaré, despedido-se de sua mãe, dizendo que era chegada a sua hora. Ele estava com 30 anos de idade. E ele então vai a este local no rio Jordão para encontrar João. Ele entra na fila e quando chega próximo de João, o Batista se assusta e diz: "Mas que fazes aqui na fila? Eu quero ser batizado por tuas mãos, mas eu não sou digno disto. Eu não sou digno de desatar as suas sandálias. Batiza-me, João, para que se cumpra as Escrituras, para que a justiça se faça na terra. As profecias dos profetas que anunciavam a
u não sou digno disto. Eu não sou digno de desatar as suas sandálias. Batiza-me, João, para que se cumpra as Escrituras, para que a justiça se faça na terra. As profecias dos profetas que anunciavam a chegada do Messias dizia que o Messias seria batizado nas águas do rio Jordão e que Elias voltaria para anunciar a chegada desse homem aqui na terra. Vejamos como a vida é curiosa, como que as passagens do evangelho elas vão costurando entre si. O local onde João Batista escolheu para poder batizar é um lugar muito simbólico na história do povo hebreu. É o lugar onde Josué atravessou com o povo judeu para entrar na terra. Quando Moisés libertou o povo do jugo egípcio ali no val de Betânia, próximo de Jericó, eles atravessaram o rio Jordão, chegaram em Jericó, quando eles adentram a cidade e conquistam a terra que um dia fora deles. Mas é neste lugar também do rio Jordão que, segundo as tradições bíblicas, Elias subiu no seu carro de fogo. Subir na carruagem de fogo é uma linguagem simbólica do evangelho. As pessoas que viram, elas estavam vendo a desencarnação de Elias, o espírito dele subindo às esferas sublimes. E as tradições diziam que Elias voltaria naquele mesmo lugar para anunciar a chegada do Messias Libertador. João Batista é a reencarnação de Elias e ele volta no mesmo lugar onde ele morreu para anunciar a chegada de Jesus conforme havia sido prescrito pelos profetas. Quando ele cumpre com o que Jesus havia solicitado, Jesus é imerso nas águas do rio Jordão. Quando ele se levanta, uma voz é escutada: "Este é meu filho amado, em quem muito eu me comprazo." Naquele instante, Jesus se afasta e vai para o deserto. Ele permanece no monte próximo de Jericó. durante 40 dias, João nota que seu compromisso aqui na Terra está chegando no fim. Ele diz: "Agora é necessário que eu diminua para que ele apareça". Naqueles 40 dias, João continua com trabalho na divulgação, no convite às criaturas a transformação. E passados 40 dias, está João ali no rio Jordão batizando junto com seus discípulos.
ele apareça". Naqueles 40 dias, João continua com trabalho na divulgação, no convite às criaturas a transformação. E passados 40 dias, está João ali no rio Jordão batizando junto com seus discípulos. Dois deles eram de Cafarnaum, André e João, irmão de Simão Pedro. Eles estavam ali naquele dia, quando Jesus desce em costa do monte, passando próximo ao rio Jordão. E então João Batista diz aos seus discípulos: "Eis aí o cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo." João e André, muito curiosos, foram correndo atrás de Jesus. Jesus parou a Marte e perguntou: "Que queres? Queremos saber onde tu moras. Vem e vê com seus próprios olhos. E eles acompanharam os passos de Jesus durante aquele dia. João Batista no seu coração percebe que agora era o momento dele começar a silenciar, porque Jesus iniciar a atividade da divulgação do seu evangelho das boas novas de alegria. Nessa época, João, que tinha uma palavra muito firme e não gostava de coisas erradas, sempre com olhar observador, denunciando injustiças, ele não se calava. Ele estava bastante revoltado porque o rei dos judeus estava traindo seu irmão com a esposa. Herodes estava com Herodíades, a esposa do seu irmão, tendo uma vida sexual ali extraconjugal. Isso revoltava o coração de João Batista, porque as tradições judaicas ensinavam que não se deveria cobiçar a mulher do próximo. Era o mandamento da lei de Moisés. Como é que o rei dos judeus vai contra o mandamento? Porque os judeus podiam ter mais de uma mulher, mas essa mulher precisava ser solteira. Se ela fosse casada, era adultério. Então João começa a denunciar Herodes. Chega aos ouvidos do rei. Ele tem medo de João Batista porque João Batista tinha uma força muito grande com o povo, a autoridade moral diante daquilo que falava. Mas Herodíades ela não temia. uma mulher que se encheu de ódio porque ela estava sendo falada pelas pessoas e por esse que estava falando a respeito da sua vida ali no rio Jordão. Então ela começa a pedir a Herodes que tomasse
ia. uma mulher que se encheu de ódio porque ela estava sendo falada pelas pessoas e por esse que estava falando a respeito da sua vida ali no rio Jordão. Então ela começa a pedir a Herodes que tomasse providências. Herodes não sabe o que fazer e então decide prender João Batista. João Batista é levado para o palácio de Maqueronte, que era um palácio de Herodes, onde ele deveria ficar no subterrâneo. O desejo de Herodes é que colocando João ali, os rumores se calassem e que nas condições inóspitas da prisão João morresse. Mas Herodías queria mais. Ela queria a morte daquele homem que falara a respeito da sua vida. Herodes não tinha coragem de mandar matar João, porque o povo poderia fazer uma rebelião. Somente que foi aniversário de Herodes e ele, muito festeiro, resolveu fazer um grande banquete, chamando seus irmãos, chamando outros reis para virem participar da festa no palácio de Maqueronte. E na festa pomposa que ele havia feito, Herodíades, que tinha uma filha chamada Salomé, pediu para que ela se apresentasse para Herodes. A famosa dança do ventre dos sete véus, em que a mulher vai se despindo, tirando os véus do seu corpo. o auge da festa, a música começa a tocar e Salomé, de rara beleza, dá entrada ao salão dançando. Herode já estava alcoolizado, assentado no seu trono, fica embcido ao ver aquela jovem que se parecia muito com a mãe, que era sua amante. E ele envolvido com Salomé dançando e tirando os véus, ficando nua, ele mandou parar a dança. E quando levantou a mão para que parasse, todos ficaram atônitos. E Herodes, alcoolizado, disse: "Você é tão bela que você pode pedir o que quiser e eu te darei? Peça metade do meu reino e eu entregarei nas tuas mãos". Vejamos o que faz o alcoolismo na vida de alguém. Naquele momento, Salomé não sabia o que pedir, era muito jovem. Então, ela procurou a mãe para que pudesse orientá-la. E a mãe aproveitou a oportunidade. Era a palavra do rei diante dos convidados. Peça a ele a cabeça de João Batista em uma baixela de prata. E quando Salomé
procurou a mãe para que pudesse orientá-la. E a mãe aproveitou a oportunidade. Era a palavra do rei diante dos convidados. Peça a ele a cabeça de João Batista em uma baixela de prata. E quando Salomé pediu, Herodes não tinha outra escolha. senão mandar matar João Batista. E foi assim que João foi morto, retornando à pátria espiritual com os compromissos cármicos sanados, porque Elias havia sido responsável por decolar mais de 400 sacerdotes, os sacerdotes de Baal, quando mandou matá-los por causa da crença que eles tinham em outros deuses. João Batista é chamado precursor de Jesus aqui na terra e a sua vida pautada no bem serve para todos nós como exemplo. Talvez muitos de nós questionemos para que estudar a vida deste homem? Nós estamos em pleno século XX. Jesus já esteve conosco, está conosco sempre. que nos vale lembrar da vida de João Batista. João Batista, para nós que somos cristãos espíritas, ele traz a mensagem, primeiramente da humildade, quando ele entendeu que era necessário diminuir para que o Cristo falasse. Quantas vezes na nossa vida nós queremos ser maiores do que a mensagem que nós professamos? Quantas vezes nós não entendemos que somos apenas instrumentos, que somos aqueles que somos convidados a realizar um trabalho, seja na nossa casa, seja no nosso trabalho remunerado, seja na nossa instituição religiosa. É preciso nós compreendermos que, como cristãos espíritas, precisamos dar o testemunho por meio das nossas atitudes. A dignidade deste homem, a honestidade dele e os compromissos levados até o fim, para que Jesus pudesse ter os caminhos abertos a fim de realizar as suas atividades aqui na terra. Então, na noite de hoje, ao fazermos essa pequena viagem pelo tempo, que nós possamos escutar a voz doce, suave de João Batista a nos dizer: "Arrependei-vos, mas eu batizo com água, mas chegará aquele que batizará com fogo e com o Espírito Santo." O batismo simbólico que o Evangelho nos traz, segundo Emanuel, pelas mãos abnegadas de Chico Xavier no livro
, mas eu batizo com água, mas chegará aquele que batizará com fogo e com o Espírito Santo." O batismo simbólico que o Evangelho nos traz, segundo Emanuel, pelas mãos abnegadas de Chico Xavier no livro Consolador, é o batismo da nossa transformação moral. é emergir na água por meio da reencarnação para que nós possamos burilar o nosso ser, desenvolver as qualidades e virtudes, deixando de lado os nossos vícios e as nossas imperfeições. possamos então levar conosco no nosso coração este convite para que possamos realmente nos tornar estes seareiros, aqueles que buscamos semear a boa semente, muito mais do que pelas palavras, por meio das nossas atitudes. Nós queremos agradecer a presença e o carinho de todos vocês. Márcia quando nos apresentou, ela falou a respeito do nosso trabalho. Nós temos 40 livros publicados para crianças, jovens e adultos, cuja renda é revertida para diversas instituições de caridade e uma delas é a ONG Fraternidade Sem Fronteiras. Aliás, é uma instituição que acredito quase todos que estão aqui presentes devam conhecer, porque a Federação Espírita do Estado de Goiás sempre foi uma grande apoiadora da Fraternidade Sem Fronteiras. Aliás, este ano estaremos também con com a FEGO no encontro do carnaval, no congresso do carnaval, onde abre o espaço para que nós possamos divulgar o nosso trabalho. A Fraternidade Sem Fronteiras é uma ONG que há 16 anos realiza atividades humanitárias, tanto no Brasil quanto na África, hoje atendendo a 37.000 pessoas em nove países. E tudo isso só é possível com apoio dos nossos corações, aqueles que entendemos que a caridade não tem fronteiras e que nos unimos para poder fazer a diferença. E nós que estamos à frente deste trabalho, como coordenadores, divulgadores, alguns médiuns e escritores, temos dedicado os direitos autorais dos nossos livros para fraternidade sem fronteiras. Aqueles que tiverem interesse, ao final do nosso encontro, nós montamos um pequeno estande ali na saída. A Márcia já falou dos livros, mas eu quero falar
ossos livros para fraternidade sem fronteiras. Aqueles que tiverem interesse, ao final do nosso encontro, nós montamos um pequeno estande ali na saída. A Márcia já falou dos livros, mas eu quero falar em especial do diálogo com Jesus. Esse livro tem 13 capítulos, onde em cada capítulo nós refletimos sobre um personagem do evangelho. É um trabalho de pesquisa que nós realizamos, onde um dos capítulos é sobre João Batista, contando essa história com mais detalhes, logicamente, que hoje nós trouxemos. Mas aqui tem sobre Zaqueu, a mulher adúltera, a mulher samaritana, tem sobre Maria de Nazaré, Tomé, Judas Iscariotes e outros. Depois a espiritualidade comenta os diálogos de Jesus, trazendo para os nossos dias atuais. Então, temos esse e vários outros trabalhos, a Marisa e a Silvia, e eu também estarei à disposição de todos. a nossa gratidão pela atenção de todos. Muito obrigado, Márcia, pelo acolhimento nessa casa. Vamos falar então o pai Francisco. É um livro que fala sobre Francisco de Assis. São orações e canções em homenagem a ele. É um livro que nós psicografamos o ano passado numa viagem que fizemos a Itália e ao Egito, onde durante a viagem o espírito Pedro Catani escreveu a respeito de Francisco de Assis. O livro também tem várias fotos de Assis e da vida de Francisco para que nós possamos emergir junto com o autor. Tem várias canções onde através do Qrycode nós podemos acessar e escutar, ver as imagens através do YouTube. E dos livros infantis, nós temos vários com diversos temas, mas o Vale Encantado da Espinholândia fala sobre o uso indiscriminado do celular nestes dias em que nós estamos envolvidos tanto pela tecnologia e esquecemos a convivência. É uma família de porcos e espinhos que encontra um celular perdido e eles ficam maravilhados com aquela caixinha que se acende, que toca música, que tem vídeos. E os porquinhos e espinhos não querem mais comer, não querem mais ir à escola, não querem mais dormir. A mamãe e o papai não querem mais trabalhar, não querem cozinhar, não querem nem para
tem vídeos. E os porquinhos e espinhos não querem mais comer, não querem mais ir à escola, não querem mais dormir. A mamãe e o papai não querem mais trabalhar, não querem cozinhar, não querem nem para casa. O caos se instala na família e o vovô que é o mais sábio de todos, que nem sabe mexer com celular, mas tava doido para poder aprender. Ele tem uma ideia genial para resolver aquele problema. E é claro que eu não vou contar para vocês, vocês vão descobrir lendo o livro. Uma boa noite para todos nós. Muito obrigado. E sábado que vem, eh, que horas que é, Márcia, lá na mansão? >> Às 8:45. às 8:45, sábado que vem, nós vamos estar lá na mansão fazendo mais uma palestra e esperamos contar com a presença de todos vocês. Muito obrigado. Obrigada. >> Nós agradecemos muito a gente fica aqui até amanhã porque assunto é o que não falta, graças a Deus. É assuntos muito pertinentes sempre. à luz do evangelho e por consequência da doutrina espírita. Nossa gratidão e até sábado. E é assim, nós estamos pedindo aos nossos companheiros médiuns para se posicionarem para a transmissão dos paz. Você que está nos assistindo, coloca a sua água aí para fluidificar. Vai receber o passe também pela bênção, pela misericórdia da espiritualidade, amiga. Lembrando que o passe é uma transmissão de energias. daí a importância de descruzarem braços e pernas para receberem melhor essas energias adivinas da espiritualidade amiga. Paz e emanação de luz, bênção de nosso Jesus. [música] Gesto tão puro de amor de nossas mãos [música] para outras mão. Em nome de nosso Senhor. [música] Fortalece do caminho. Aeniza, cura a alma. Alegria e reconforta. Balsamador, >> paz e emanação de luz. Bção de nosso Jesus. >> Gesto tão puro de amor de nossas mãos. >> para outras mãos. Em nome de nosso Senhor. Fortale, >> fortalece no caminho. >> Ameniza cura a alma, >> alivia e reconforta. Como o balsam naador fortalece no caminho, >> ameniza por alma, >> alivia e reconforta como bsamador que Jesus abençoe e nos envolva a todos
no caminho. >> Ameniza cura a alma, >> alivia e reconforta. Como o balsam naador fortalece no caminho, >> ameniza por alma, >> alivia e reconforta como bsamador que Jesus abençoe e nos envolva a todos em muita paz.
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