Jefferson Bellomo | O 7º MANDAMENTO - NÃO ROUBEIS (ESPIRITISMO EM DIÁLOGO)
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longe de atingir a perfeição. Aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Aqueles que nos assistem pela internet também se sintam cumprimentados. Meu nome é Jeferson Belomo. Eu sou ficarei responsável pela noite de hoje para nós tratarmos do tema eh que é uma série que nós estamos fazendo sobre os 10 mandamentos. Uma vez por mês, todas, aliás, uma sexta-feira do mês, a gente vai tratando de um dos mandamentos. Daqui a pouquinho eu falo um pouco mais sobre isso, mas dado o nosso horário, eu vou ler uma mensagem e depois nós já fazemos a nossa prece e começamos com a palestra do livro Ops. Ops, Gotas de Esperança de Lourival Lopes, capítulo 125. O que eu estou fazendo da minha vida? Pense nisto. Você está dando a sua vida um fim útil? Não passe os seus dias na rotina ociosa. Transforme-os num caminho para o seu aprimoramento e dos que partilham de sua existência. Combata o egoísmo. Veja as necessidades dos outros. Ajude. Faça de Deus um companheiro dos seus dias. Entre em ligação com ele através da prece diária. Nada tema. Viva com amor e simplicidade. Servir é a única maneira de dar um sentido à vida e garantir a felicidade. sugir a todos fecharmos os nossos olhos para que possamos trazer o nosso pensamento e o nosso coração para esse local, para esse instante, sentirmos toda a bondade deste ambiente, toda essa energia boa que nos envolve, para que possamos acalmar as nossas mentes, acalmar os nossos sentimentos e estarmos aqui na presença do nosso divino amigo Jesus e do Deus Pai, esse Deus maravilhoso que nos deu o dom da existência e que vela por nós todos os dias, todos os minutos da nossa vida. Encaminhando o nosso pensamento para esse Deus amoroso, pedimos as suas bênçãos sobre as nossas vidas. Pedimos as suas bênçãos sobre as nossas decisões. Pedimos as suas bênçãos sobre
os da nossa vida. Encaminhando o nosso pensamento para esse Deus amoroso, pedimos as suas bênçãos sobre as nossas vidas. Pedimos as suas bênçãos sobre as nossas decisões. Pedimos as suas bênçãos sobre a nossa saúde e a nossa família. para que possamos aqui encontrar o nosso descanso, encontrar o nosso lenitivo, encontrar o nosso incentivo para que possamos sermos pessoas melhores. Que o tema abordado na noite de hoje possa servir de inspiração e de iluminação para os nossos espíritos, para que saiamos daqui melhor do que aqui chegamos. Que assim seja. Graças a Deus. Então, meus amigos, como eu estava falando, nós aqui temos um projeto que é toda, aliás, é uma sexta-feira por mês chamado Espiritismo em Diálogo, onde nós abordamos temas que são recorrentes do nosso dia a dia. E nós tivemos a oportunidade já e de fazermos uma série sobre os sete pecados capitais à luz do espiritismo. E agora nós estamos com uma série chamada 10 mandamentos à luz do Espiritismo. E apesar da temática que nos remete muito, né, à Bíblia hebraica, na verdade são temas que continuam sendo atuais. Presume-se que a Bíblia começou a ser escrita aproximadamente 1000 anos antes de Jesus. E ela, pelo menos no que tange, né, a chamada antiga aliança ou primeira aliança ou antigo testamento, ela foi terminada por volta de dois séculos antes de Jesus. E aí, eh, depois, né, no cristianismo, nós vamos ter os Evangelhos sinóticos, nós vamos ter as epístolas e o livro do Apocalipse, que para o cristianismo fecha a Bíblia cristã, né, que é o somatório do Antigo Testamento, mas do Novo Testamento. E é o que nós percebemos, que muitas das coisas que são faladas e nesse livro sagrado para eh judeus e cristãos, elas fazem parte do nosso arquétipo, como diria Jung, né? São valores que são universais e transcendentes não só à cultura como ao tempo, porque são valores que permeiam a nossa própria condição de seres humanos. Então, por exemplo, quando a gente aborda a questão dos pecados capitais, quando nós falamos, né, da luxúria do da
ao tempo, porque são valores que permeiam a nossa própria condição de seres humanos. Então, por exemplo, quando a gente aborda a questão dos pecados capitais, quando nós falamos, né, da luxúria do da gula, quando nós falamos da ira, nós estamos falando não só de pecados, nós estamos falando da condição humana, daquilo que nos move visceralmente, da condição que qualquer um de nós, devidamente provocado, pode ter uma resposta completamente desproporcional e da mesma mesma forma, quando nós abordamos a questão dos mandamentos, né, dos chamados 10 mandamentos, nós não estamos falando só de algo do ponto de vista estritamente religioso, do ponto de vista estritamente dogmático. A humanidade desde que se conhece, né, por civilização, ela tem problema de assassinato, ela tem problema de adultério, ela tem problema de fidelidade à sua, a ao seu sentimento religioso e ela tem problema em relação à posse do bem alheio, entre outros problemas, né, como falso testemunho. Então, no tema de hoje, na nossa sequência que segue a divisão dada por Allan Kardec no Evangelho Segundo Espiritismo, nós vamos abordar aquele mandamento que diz: "Não roubarás ou não roubeis ou não furtarás". E a gente vai vendo que o tema continua sendo atualíssimo. Por, mais uma vez, não trata de uma questão religiosa, trata de uma questão de uma condição humana. O ser humano desejar o que é do outro faz parte da humanidade em um planeta que os espíritos eh que aqui vem são espíritos ainda muito muito moralmente muito atrasados. Por isso que no espiritismo, na classificação dada, né, pelo por Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, nós vamos falar em planeta de provas e expiações. Afinal de contas, quem é que precisa ser provado? Quem é que precisa espiar os seus erros? Pessoas que têm problemas. Quem não tem problema não precisa disso. Quem tá consciente do seu valor não precisa ser testado. Nós não testamos, por exemplo, uma pessoa que é um expertise em alguma coisa, porque a própria eh diplomação da
tem problema não precisa disso. Quem tá consciente do seu valor não precisa ser testado. Nós não testamos, por exemplo, uma pessoa que é um expertise em alguma coisa, porque a própria eh diplomação da pessoa já mostra que ela está habilitada para exercer aquela profissão. Ninguém vai ficar testando um astronauta para saber, para perguntar o que que ele entende, né, de engenharia aeroespacial. Ele é um astronauta, ele não precisa ser testado. Um estudante que está se bacharelando em engenharia astronáutica, esse precisa passar por provas, esse precisa passar por avaliações, esse precisa de testes. Quem já tem um diploma, não precisa. Se nós estamos aqui num planeta de provações, é porque somos estudantes. O que que é a expiação? É simplesmente nós colhermos o que nós plantamos. Quem planta espinho não vai colher maçã, não vai colher uva, vai colher espinheiro. Se nós estamos aqui colhendo o que nós plantamos e é um planeta onde nós vemos a desarmonia, o sofrimento, é porque nós somos seres que em algum momento da nossa jornada plantamos sofrimento. E é importante que nós tenhamos a colheita para o nosso aprendizado e para a nossa reflexão. E para já fazer um uma introdução do tema de hoje, algo que parece que nos nas últimas décadas foi devidamente e parece que eh propositalmente esquecido. Deus também é justo. Ultimamente, principalmente nos últimos 20, 30 anos, deu-se um enfoque muito grande. Deus é amor. E é verdade. Deus é amor. Deus é misericórdia. Não tenhamos dúvida disso. Mas o que a gente precisa raciocinar é que só existe amor, só existe misericórdia onde tem justiça. Se não há justiça, não há amor. Porque onde não há justiça, você vai ter o a abertura para vingança. Uma vez que não tem um poder superior para o qual você possa recorrer e encontrar a justiça, você naturalmente está legitimado para fazer a vingança, olho por olho, dente por dente. Logo, onde não há justiça, não tem amor, porque tem vingança, tem ódio, tem olho por olho, dente por dente. Então, um
aturalmente está legitimado para fazer a vingança, olho por olho, dente por dente. Logo, onde não há justiça, não tem amor, porque tem vingança, tem ódio, tem olho por olho, dente por dente. Então, um Deus que é amoroso é um Deus que necessariamente tem que ser justo. E é a justiça que nos dá segurança, é a justiça que nos dá esperança, é a justiça que nos dá força. Porque se eu estou sofrendo algo, eu sei que Deus, ele não está sendo indiferente ao meu destino, indiferente à minha sorte. Deus não levantou do sofá, foi na geladeira pegar o refrigerante e quando ele voltou, aconteceu alguma coisa muito ruim na minha vida. Aí Deus fala assim: "Ups, me distraí e olha o que aconteceu com o Zezinho. Olha o que aconteceu com a Mariazinha". Não acontece isso, porque é da própria natureza divina ser onipotente, onisciente, tudo saber, tudo poder. Então, se Deus tudo pode e Deus tudo sabe, tudo que nos acontece, absolutamente tudo, acontece com a permissão dele. E por que que coisas ruins acontecem? Porque nós plantamos coisas ruins. Bom, mas por que que eu preciso colher coisas ruins? Eu não tenho outro jeito de eu eh apagar o meu passado, de eu redimir o meu passado? Sim, tem. A questão é a nossa consciência deixa. A nossa consciência quando enfrenta as lágrimas que fez as outras pessoas derramar, derramarem, a nossa consciência se satisfaz. só com, "Ups, foi mal." ou nós carregamos essa marca conosco. E muitas vezes nós precisamos para entender o sofrimento do outro passar também por coisas semelhantes para que a partir dessa experiência a gente não faça mais ninguém sofrer, porque a gente sabe que dói. O processo de empatia, muitas vezes, ele só acontece quando nós passamos pela experiência do mal que nós praticamos no outro. Então Deus, ele rege tudo, Deus governa tudo. A vontade de Deus é a lei do universo. O que é bem é a vontade de Deus. O que é mal, o que se afasta ou vai contra a vontade de Deus. Por isso que eu acho fantástico que um povo que era nômade, que vivia no
ade de Deus é a lei do universo. O que é bem é a vontade de Deus. O que é mal, o que se afasta ou vai contra a vontade de Deus. Por isso que eu acho fantástico que um povo que era nômade, que vivia no deserto, ele através da sua religiosidade, ele fazer regras que nós brasileiros do século XX, um hebreu que vivia lá no crescente fértil, não sabia o que que era Brasil, onde é que ficava a América do Sul, que ia ter brasileiro séculos depois, Mas ele já entendia situações que são universais. E uma das situações universais, e por isso que está lá no livro sagrado dos Hebreus, que os cristãos herdaram por causa da figura de Jesus de Nazaré os mandamentos. E mandamento, eu sempre gosto de frisar, mandamento não é sugestão. Mandamento não é assim carta de boas intenções. Mandamento é uma ordem. E do ponto de vista bíblico é uma ordem escrita na pedra, ou seja, ela não foi feita no papel. Papel pode ser rasgado. Papel, você pode apagar a tinta, você pode rasurar, escrever por cima a beleza da imagem bíblica, que pode ser histórica ou pode ser simplesmente mitológica, metafórica, mas é poderosa. O mandamento está escrito na pedra e ele foi dado por Deus para um homem da sua confiança. Ele não foi dado por Deus para os anjos. Ele não foi dado por Deus para os extraterrestres. Ele foi dado por Deus para um ser humano. E este ser humano apresentar essas tábuas de pedra para outros seres humanos, dizendo: "Aqui está o meu mandamento". Não é sugestão, é mandamento. Então é para cumprir. E entre os mandamentos e aí na ordem dada por Allan Kardec em o Evangelho Segundo Espiritismo, mas se vocês pegarem a catequese da Igreja Católica ou livros doutrinários evangélicos, essa ordem pode mudar. Mas na ordem do Evangelho Segundo Espiritismo, nós temos o sétimo mandamento. Não furtareis, não roubareis. Eu tive a curiosidade de pesquisar, né, em textos do hebraico. E a palavra que tá lá em hebraico é roubar mesmo, é meter a mão no que é do outro. E isso não é uma prerrogativa só da legislação
bareis. Eu tive a curiosidade de pesquisar, né, em textos do hebraico. E a palavra que tá lá em hebraico é roubar mesmo, é meter a mão no que é do outro. E isso não é uma prerrogativa só da legislação hebraica. Outras nações daquela região, por exemplo, o próprio código de Amurab, o código de Manu, já tinham lá, não pode pegar o que é do outro. E vejam, eram tribos que hoje, por exemplo, as pessoas que estão nos assistindo pela internet são dos mais variados lugares do Brasil e às vezes até de outros países. Então, não conhecem Brasília, Distrito Federal, mas aqui no Distrito Federal nós temos aproximadamente 2 milhões e pouquinho de habitantes. 2 milhões e pouco de habitantes e com a maioria da população alfabetizada e relativamente eh com o nível de escolaridade, pelo menos do ensino fundamental, é possível você fazer contrato com essas pessoas ou essas pessoas assinarem títulos de crédito e você no judiciário ou num tribunal arbitral exigir que se a pessoa não cumpra aquele contrato, você execute aquele contrato, você execute aquele título de crédito para cobrar a pessoa. Nós temos 2 milhões de seres aqui no Distrito Federal, então eu posso executar a dívida do Paulo e o Ninguém sabe quem é o Paulo. sujeito tem que entrar lá no sistema do TJDF para saber que o Paulo tá sendo executado ou no cartório, porque o nome dele foi negativado no Serasa ou outro eh outro serviço de proteção ao crédito, mas naquela época eram grupos de dezenas, no máximo centenas de pessoas, onde a maioria, a maioria esmagadora era analfabeta. As pessoas, como diz o Pai Nosso, elas estavam preocupadas com pão nosso de cada dia. Ninguém mandava filho pra escola. Sabe por que as pessoas iam pra escola? Para cobrar imposto, para gerenciar as coisas do estado. Por isso que as pessoas viam pra escola. E quem é que cobra imposto e gerencia as coisas do Estado? A elite, a aristocracia, a monarquia, a nobreza. Então, era um grupinho muito diminuto que sabia ler, escrever e calcular. A massa, a galera não sabia ler, não sabia
to e gerencia as coisas do Estado? A elite, a aristocracia, a monarquia, a nobreza. Então, era um grupinho muito diminuto que sabia ler, escrever e calcular. A massa, a galera não sabia ler, não sabia escrever. Ler e escrever é um fenômeno relativamente recente. Ele começa com a revolução industrial, exatamente porque as pessoas tinham máquinas e as cidades ficam grandes e os serviços se se diversificam. Então não é só quem controla o estado que tem que saber ler, escrever e fazer cálculo. Os negócios prosperam. O comerciante, o empregado do comerciante tem que saber essas coisas, porque senão ele não controla nada, ele não gerencia nada, não administra nada. Então para nós isso hoje é normal. Naquela época não. Bom, se as pessoas não sabiam ler e escrever, como eram os contratos? Palavra, testemunha. Em alguns lugares tinha um oficial que fazia o contrato. E não pensem que eram contratos como esses que a gente tem hoje. Era coisa assim de um parágrafo, no máximo dois. E aí o oficial certificava que aquelas pessoas estavam assumindo um compromisso. Mas isso em lugares que tinham uma estrutura. E nas pequenas aldeias, nas pequenas vilas, vamos pegar o exemplo de Jesus, Nazaré. Nazaré era uma cidade que hoje, né, através das escavações arqueológicas feitas em Nazaré, hoje Nazaré é uma cidade grande, é a terceira maior maior cidade de Israel. Mas na época de de Jesus era uma aldeia de 400 habitantes e todo mundo analfabeto porque pão nosso de cada dia. Tinha que ir para Cafarlaum pescar quando tinha pesca. Tinha que ir para Séfores fazer construção quando tinha construção em Séfores, que era uma cidade maior que tinha sido arrasada pelos romanos e foi reergida por Herodes Antípas. tinha que ir paraa lavoura como eh boia fria, quando era época de semeadura, quando era época de colheita. A criança até mais ou menos 6, 7 anos, ela ficava com a mãe. Os meninos, quando já tinham condição de carregar alguma coisa, já ficavam do lado do pai e iam trabalhar junto com o pai. Então, eram pessoas que não se
mais ou menos 6, 7 anos, ela ficava com a mãe. Os meninos, quando já tinham condição de carregar alguma coisa, já ficavam do lado do pai e iam trabalhar junto com o pai. Então, eram pessoas que não se alfabetizavam. Nazaré tinha 400 pessoas. Cafarnaum, que já era maior, 100, 100 pessoas bombando. E olha que Cafarnaum era uma cidade pesqueira que tinha até uma certa proeminência ali nas margens do lago de Genezaré. As pessoas tinham que fazer contrato, elas tinham que fazer negócio. O negócio era feita, era feito com a palavra das pessoas, porque não adiantava botar no papel, ninguém sabia ler, ninguém sabia escrever. Então, como a sociedade controlava os negócios? Honra, vergonha, respeito. O seu nome, ele tinha valor enquanto você fosse uma pessoa de respeito. No Distrito Federal, com 2 milhões de habitantes, teu nome pode estar sujo, quem não pesquisar não vai saber. Mas quando você tem 400 pessoas e todo mundo se conhece, todo mundo é parente, o teu nome tem um valor absurdo, porque você só tem um nome, você não tem outro. É o nome que você vai carregar do nascimento até a morte. Então, essas pessoas elas prezam muito por honra e vergonha. Eu posso fazer negócio com João? João é uma pessoa honrada. Eu posso casar com a filha de Thago. A família de Thago é de pessoas honestas? São confiáveis. Então assim, você conhecia o teu vizinho de porta, você conhecia as pessoas do teu bairro e era muito importante as pessoas confiarem uma nas outras, porque se elas não confiassem uma nas outras, não tinha coesão social. Se não tem coesão social, como é que você se defende? Como é que você se ajuda? Não ajuda. Vem uma praga, cada um por si. Vem uma uma seca, vem uma tribo inimiga, cada um por si. E cada um por si é um sistema de gente fraca, porque a união faz a força quando nos mandamentos, e isso remete ao Oriente Antigo, mas a gente tem exemplos, né, em vários locais do você não pode pegar o que é do outro. E aí as pessoas como Rousseau, Jean Jacques Rousseau, falavam assim: "Eh, a
os, e isso remete ao Oriente Antigo, mas a gente tem exemplos, né, em vários locais do você não pode pegar o que é do outro. E aí as pessoas como Rousseau, Jean Jacques Rousseau, falavam assim: "Eh, a humanidade perdeu a sua pureza a partir do momento que algum idiota fez uma cerca e disse: "Esse pedaço de terra é meu". O que João Jaque Rossou, que nunca fez uma cerca na vida, nunca parou para pensar. Por que que as pessoas dividiam os seus bens numa comunidade? Porque as pessoas trabalhavam, as pessoas tinham habilidades diferentes. E o justo é você que trabalha muito, receber muito. Você que é inteligente, que bolou uma forma de pescar mais eh é mais apropriada, que desse mais lucro, você pescou mais peixes. Os peixes são seus. Porque você teve a inteligência, você teve a sagacidade, você parou para queimar neurônio. E os antigos, coisa que hoje a gente questiona, na época ninguém questionava porque era o básico. O sujeito trabalhou, aquilo é dele, porque ele trabalhou, é o suor dele, é o sacrifício dele. Poderia estar no lazer, poderia estar sem fazer nada, poderia estar no sofá. O cara foi trabalhar. Então aquilo é dele e ele se orgulha daquilo que ele conseguiu. E quanto mais a pessoa consegue, maior a visão que as pessoas têm positiva daquela pessoa, porque é alguém que prospera. E ainda mais naquela época, quando a pessoa prospera, é porque os deuses estão abençoando aquela pessoa. Então, além da pessoa ser admirada pelos homens, a pessoa ainda é abençoada pelos deuses. E aí que entra o problema, que é o problema universal, é do ser humano, do ser humano num planeta de provas e expiações. A ganância. Ele tem. Eu não tenho. Ele conseguiu. Eu não consegui. Ele agora pode. Eu não posso. Por que que eu vou ficar de sol a sol para plantar, para colher? para lutar contra os insetos, lutar contra a geada, lutar contra as aves. Ele já plantou e eu posso pegar a colheita dele. Por que que eu vou pegar e vou passar a madrugada toda pescando? Se eu posso simplesmente
ontra os insetos, lutar contra a geada, lutar contra as aves. Ele já plantou e eu posso pegar a colheita dele. Por que que eu vou pegar e vou passar a madrugada toda pescando? Se eu posso simplesmente esperar o barco chegar e no momento de distração eu me apropriar dos peixes, do fruto da pesca. É a ganância. É a ganância. E o que acontece com isso? Você tem uma ruptura no tecido social, porque essa sociedade é baseada na confiança, porque eles não têm instituições que só foram ser criadas séculos mais tarde. Não tem contrato, não tem judiciário, não tem Serasa. Então você tem que confiar na pessoa. Quando alguém pega o que é teu, você não perde a confiança só na pessoa que te furtou. Até porque, via de regra, o cara que é gaturo, ele faz a coisa para ficar escondido. Ele não chega na luz do dia com todo mundo olhando, pega a rede cheia de peixe e vai tranquilamente paraa sua casa. Ele espera um momento de distração. Ele espera um momento que ninguém tá vendo. Ele espera um momento que ninguém vai descobrir que foi ele que cometeu o crime. E aí ele vira amigo da coisa alheia. Você não sabe qual dos teus vizinhos pegou o fruto do teu trabalho? Você não sabe porque o gatuno ele não faz as coisas, né, sobre os holofotes, ele faz a coisa na surdina. Qual dos vizinhos me furtou? Qual dos vizinhos me roubou? E aqui eu não vou entrar no termo técnico, né? Porque do ponto de vista jurídico, roubar é com grave ameaça ou violência. purto, não. Purto você usa da sua ousadia sem violência, sem eh grave ameaça. A pessoa se distrai, você pega. Mas aqui eu vou usar como sinônimo Rob furto. Afinal de contas, numa comunidade, vamos colocar lá, Nazaré, 400 pessoas, Belém também, outra birosca. Qual desses vizinhos está me prejudicando? E aí o outro vizinho que é honesto, pô, tem um gatuno aqui. Hoje pegou o que é do João, amanhã eu pode pegar o que é meu. E se ninguém descobrir o gatuno, o Zezinho pode também ficar tentado a pegar o que não é dele, porque o Zezinho também tá mal das pernas. O
oje pegou o que é do João, amanhã eu pode pegar o que é meu. E se ninguém descobrir o gatuno, o Zezinho pode também ficar tentado a pegar o que não é dele, porque o Zezinho também tá mal das pernas. O Zezinho também não tá conseguindo pagar os boletos dele. E aí o Zezinho pode pensar: "Ué, se o cara roubou e se deu bem, não aconteceu nada, por que que eu também não posso pegar?" Não é assim esse efeito cascata? Que tem até uma teoria que pode ser aplicada, que é a teoria das janelas quebradas. Você passa por um prédio e vê uma janela quebrada. Se você passar um tempo depois, você vai ver uma outra janela quebrada, mais tempo, outra janela quebrada, até que o prédio inteiro tá com todas as janelas quebradas. Porque as pessoas viram quebrar a janela não tem problema, não dá cadeia, não dá indenização, não dá nada. Então por que que eu também não posso jogar uma pedra na janela? Essa teoria na economia é uma outra parada, mas ela funciona para o nosso exemplo aqui de uma maneira bem e a gente vê isso no dia a dia. Por exemplo, um carro que tá abandonado no estacionamento. Toda hora vai alguém, arranca uma antena, rasga um pneu, risca o carro, porque ninguém tá cuidando, todo mundo tá fazendo, porque que eu também não vou fazer. E aí você tem uma sociedade de honra e vergonha. Se desestrutura essa sociedade, porque a ganância ela é humana. Prejudicar o outro é uma tendência nossa quando existe aquela máxima farinha pouca meu pirão primeiro. Todo mundo é educado quando todo mundo é educado. Difícil é você ser educado quando todo mundo é grosso, quando todo mundo tá da p virada. Todo mundo é honesto, quando todo mundo parece que veio a Suíça inteira pro Brasil. Aí todo mundo é honesto. Difícil você ser honesto quando todo mundo estaciona em fila dupla, estaciona na vaga com pessoas com deficiência física, na vaga de idoso. Aí é difícil. Quantas vezes você já não devem ter visto isso na televisão? Chega a reportagem, pega o sujeito estacionado na vaga de deficiente, aí o sujeito fala assim:
ncia física, na vaga de idoso. Aí é difícil. Quantas vezes você já não devem ter visto isso na televisão? Chega a reportagem, pega o sujeito estacionado na vaga de deficiente, aí o sujeito fala assim: "Mas é só 5 minutos? Por quê? Porque ele já fez isso várias vezes, nunca aconteceu nada. Então tá de boa. Aí que é difícil ser honesto. Você estacionar bem mais paraa frente, 50, 100, 200 m mais paraa frente e ir andandoonde você quer, tendo uma vaguinha ali que não vai dar em nada se você estacionar. A gente eh pode dividir as pessoas rasamente em dois grupos. Quem tem medo de ser punido e quem segue princípios. Quem tem medo de ser punido só é honesto quando tem alguém olhando. Quem segue princípios é honesto porque é honesto. Tá no seu princípio, tá na sua essência, tá no seu pacto íntimo. É errado, eu não faço gente olhando, gente não olhando, não me interessa. Eu tenho princípios e essa pessoa é uma pessoa confiável. Aí nós confiamos nessa pessoa. Pensem, né? Vamos sair um pouquinho da eh do Oriente eh do Oriente próximo e vamos pensar hoje no nosso dia a dia. Você tem uma pessoa, você tem um caso de alguém que furta, por exemplo, uma carteira ou um celular na sua repartição, na sua gerência, no seu setor. Tem cinco, seis colegas, só tem cinco ali. Foi, todo mundo saiu para almoçar. Quando voltou, sumiu um celular, só entra naquele lugar quem trabalha ali. Qual é o grau de confiança que você vai trabalhar no dia seguinte? Qual é a condição que você tem de chamar as pessoas do teu trabalho paraa tua casa para comemorar aniversário, casamento, noivada, batismo? Pô, tem um ladrão ali no meio. Não precisa ser do Oriente e do Oriente Médio, oriente próximo a 2, 3.000 anos antes de Cristo. Não, aqui hoje. Então, não, não roubareis. tá nos mostrando que é um bom jeito pra gente ter um pouquinho de paz entre nós, para que a gente conviva bem, porque senão não é nem barbárie. Os bárbaros tinham regras, é pior, é selvageria. Sabe como é que funciona na selva? É a lei do mais forte. Eu quero é
o de paz entre nós, para que a gente conviva bem, porque senão não é nem barbárie. Os bárbaros tinham regras, é pior, é selvageria. Sabe como é que funciona na selva? É a lei do mais forte. Eu quero é meu. Sabe por que que é meu? Porque eu posso. Eu sou mais forte. Selva, selvageria. E aí teremos problemas. Porque num estado de selvageria, cadê a paz social? Como é que a gente faz negócio? Como é que a gente estuda? Como é que a gente progride? uma sociedade que você não confia em absolutamente ninguém, porque as regras básicas não são cumpridas. Triste, né? Então parece uma coisa que a gente olha e fala assim: "Ah, tá que chate é o sermão lá de um dos mandamentos de um povo aí que viveu no deserto que eu não tenho nada a ver com isso." Não tem a ver, porque um arquétipo é um valor que pode ser, é um valor válido no Alasca pros esquimós, é um valor válido pros eh maores lá na Nova Zelândia, é um valor válido pros aborígenes da Austrália, para a os povos intocáveis da Amazônia, pra gente que vive em Brasília, porque é humano. Nós, seres humanos, para ter paz, a gente precisa confiar uns nos outros, que senão a gente não tem paz. A nossa espécie só dominou o mundo e nenhuma outra espécie conseguiu o feito que nós conseguimos, porque a gente aprendeu a trabalhar junto. A gente aprendeu a trabalhar em parceria, por isso que a gente conseguiu fazer grandes grupos. Os outros, as outras espécies não conseguem fazer isso porque dá problema selva. em alguma hora vai a manada vai se separar porque os recursos vão ficar escassos ou vai ter crise de liderança. A gente não. A gente só vai aumentando a população. Por que que aumenta a população? Porque a gente consegue conviver. Viver com quando a gente não confia porque o nosso celular não pode ficar na mesa, às vezes na nossa casa tem casos tristes de famílias que têm pessoas viciadas em droga morando sob o mesmo teto. um viciado, ele não confia nem nele, porque ele sabe que o que ele ganhar, ele vai usar para vender e comprar
tem casos tristes de famílias que têm pessoas viciadas em droga morando sob o mesmo teto. um viciado, ele não confia nem nele, porque ele sabe que o que ele ganhar, ele vai usar para vender e comprar droga. Não é confiável. Infelizmente eu já vi vários casos desse. Às vezes a pessoa chegar, ué, cadê a televisão? Cadê o microondas? Cadê o aparelho de som? O Júnior foi lá e vendeu tudo para comprar droga. Como é que você confia na sua casa, no seu teto, como é que você dorme, como é que você tem paz? Não tem. Não roubareis. Mas aí, OK, a gente já entendeu essa parte da importância dessa regra para o convívio social, para a harmonia e para o progresso da sociedade. Mas a gente não só rouba celulares, né? A gente não só furta carteiras, bolsas. Tem coisa que a gente furta, tem coisa que a gente tira do outro, mesmo sem perceber. Uma coisa que a gente tira do outro, tempo. Quanta gente rouba o nosso tempo e como nós roubamos o tempo dos outros. Quer ver uma coisa simples para roubar o tempo? impontualidade. Parece que isso é uma habilidade dos brasileiros de uma maneira geral. Marcamos para 19:30, as pessoas começam a chegar 8:10, 20. Que que você está fazendo com quem tá cumprindo o horário 19:30? tá roubando tempo. Eu dou aula eh no estudo aprofundado da doutrina espírita num curso chamado História do Cristianismo e Espiritismo. Nós, já aconteceu isso algumas vezes, mas eu sempre tenho fé que um dia vai melhorar. As aulas são online, o curso é online. Nós temos reuniões às quintas-feiras, mas essas reuniões não são obrigatórias. A pessoa vai, se ela quiser. O curso mesmo é numa plataforma de ensino. Ali é que ela tem presença, porque ela tem que ler os textos, responder questões, participar de fórum. A reunião é para esclarecer dúvida, mas como todo grupo tem que ter regra, tem que ter um pacto. Qual era a regra? 19:30 começa a reunião. 19:45 ainda não tinha chegado praticamente ninguém na na sala virtual. Então, para que a gente possa se adaptar à realidade, porque as pessoas falavam
pacto. Qual era a regra? 19:30 começa a reunião. 19:45 ainda não tinha chegado praticamente ninguém na na sala virtual. Então, para que a gente possa se adaptar à realidade, porque as pessoas falavam assim: "Olha, problema é que eu trabalho 19:30 eu ainda tô no trânsito. Meu trabalho é termina 19 horas, dependendo da região aqui do Distrito Federal onde a pessoa mora, 19:30 ainda não chegou em casa. Tudo bem, vamos fazer aqui uma votação. Podemos passar a reunião para 20 horas? Todo mundo ótimo. Maravilha. Problema resolvido. Show de bola. Reunião 20 horas. A reunião começa 2015, 20:20 até ter quórum. Tá roubando tempo. Tá roubando o tempo de reunião, o tempo de conhecimento, o tempo de passar conteúdo. Você tá tirando esse tempo dos outros. É uma coisa besta, né? A gente não para para pensar. Toda pessoa impontual, ela tá tirando tempo de alguém. A palestra aqui, ela vai até às 21 horas. Na verdade, 20:50 eu já tenho que começar a encerrar. Imagina se eu começar a falar até 9:30, 10 horas da noite. E imaginem que vocês por educação, olhando meu desatino, vocês fiquem aqui sentados me ouvindo. Eu tô roubando o tempo de vocês. E olha que interessante, se eu roubo a carteira, eu posso devolver. Se eu roubo celular, eu posso dar outro. Se eu roubo um carro, se eu não quiser dar, o seguro paga. Agora, se eu roubo tempo, como é que eu devolvo isso? Eu tirei meia hora da sua vida, no final da sua vida eu vou dar mais meia hora? Tem como? Também. Quando nós mentimos para alguém, sabe o que que a gente tá fazendo? Curtando essa pessoa dos fatos. Nós estamos furtando essa pessoa da verdade. Não é Jesus que disse lá em João: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará?" Se eu roubo a verdade dessa pessoa, eu não estou condenando essa pessoa à escravidão da ignorância ou do erro? Porque o que é a mentira se não dar acesso à verdade. Por exemplo, a humilhação, piadinha. O cara não tem um braço. Aí eu falo: "Ih, lá vem um cotoco. O cara é manco, né? Aí eu pego, dou um apelido, todo mundo ri."
a mentira se não dar acesso à verdade. Por exemplo, a humilhação, piadinha. O cara não tem um braço. Aí eu falo: "Ih, lá vem um cotoco. O cara é manco, né? Aí eu pego, dou um apelido, todo mundo ri." ou uma pessoa que trabalha numa casa, um empregado doméstico, uma empregada doméstica, que eu eu acho tão interessante, as pessoas falam auxiliar do lar, não é empregado, tem um emprego, ganha salário, é dignidade isso, não é ofensa. humilha o empregado, reclama do patrão que é uma maravilha, mas é um verdadeiro carrasco com a coitada que trabalha na casa dele ou na casa dela. Sabe o que que a humilhação faz? O que que o despotismo faz? rouba a dignidade. Para aqueles que leram, ouviram o filme, O caçador de pipas tem um diálogo nesse livro lindíssimo. Os talibãs, eles já começam a se organizar lá no Afeganistão e conforme eles estão se organizando, eles vão tomando conta das escolas e as escolas começam a ter aula de teologia muçulmana islâmica. E aí o pai pergunta pro filho: "E aí, o que que você aprendeu hoje?" Aí o filho, ah, o Mula, que Mula é o professor, é o padre do muçulmano, o sacerdote, o chefe. Ah, o Mula ensinou isso, isso e isso. Ele falou: "Tudo isso é bobagem". Não, mas ele falou que isso são os pecados que a gente pode cometer. Aí o pai dele, bobagem, besteira. E no Afeganistão você chama o pai de baba. Mas baba por que que é besteira, meu filho? Só existe um pecado. Roubar é o único pecado que existe. Como assim? Como que roubar é o único pecado? Pensa direitinho. Quem mata rouba uma vida. Quem comete adultério rouba uma esposa, rouba o marido. Quem furta rouba um bem. Vou botar aqui nas minhas palavras, tá? Quem passa de noite tocando funk no carro a toda altura, rouba o sono. Pode ser sertanejo também, não tem problema. Rouba o sono, rouba a paz. Então, na verdade, só tem uma coisa que a gente faz de errado, roubar. E a gente é pródigo em fazer isso. Por quê? Porque o nosso planeta, ele é uma casa separada para pessoas que são complicadas, espíritos em provas e
só tem uma coisa que a gente faz de errado, roubar. E a gente é pródigo em fazer isso. Por quê? Porque o nosso planeta, ele é uma casa separada para pessoas que são complicadas, espíritos em provas e expiações. Então, não é pouca coisa, é um pensamento que a gente deveria ter todas as noites. Quem eu roubei hoje? Agora não tô falando de celular, não tô falando de carteira, não tô falando de carro. Eu tô falando de pequenas coisas mesmo, de estados da alma, estados morais. O que que eu tirei de alguém hoje? Furei a fila. Eu tirei alguma coisa. Eu tirei a ordem tanto da social quanto a vez daquela pessoa. Ah, eu fraudei o imposto de renda. Bom, eu sei que o imposto de renda para muitos é um roubo, mas um roubo não justifica outro. Eu não posso me limpar na sujeira dos outros. Não vou discutir carga tributária, mas eu não posso me sujar no erro dos outros. Mas foi só uma mentirinha, então foi só um pequeno furto. O que quem nós roubamos hoje? E sempre me lembro, né, daquela questão 919 a de O livro dos Espíritos, que é respondida por Santo Agostinho, quando Kardec pergunta assim: "Tá, mas como é que eu não me engano para saber se eu tô fazendo bem ou mal?" E Santo Agostinho responde: "Ué, faz como eu antes de dormir toda a noite, revisa o teu dia. Pensa o que que você fez durante o dia. Faz um levantamento das coisas boas e das coisas ruins. E quando você acordar no dia seguinte, acorde com firme propósito de não repetir aqueles erros." E faltou só Santo Agostinho complementar assim. E foi assim que eu me tornei santo. Não é tão complicado, né? Pelo menos na teoria, não é tão complicado. Eh, a gente vê isso direto. Quem que eu roubei hoje? Porque de certa forma a gente rouba. A gente grita com uma pessoa, a gente tá roubando os tímpanos dela. A gente mente para uma pessoa, tá roubando a verdade dessa pessoa. A gente humilha alguém, tá roubando a dignidade. Então é só saber quem que eu roubei hoje. E no dia seguinte acordar com firme propósito de não fazer mais isso. OK. Tá. Eu peguei, dormi, botei a
ssoa. A gente humilha alguém, tá roubando a dignidade. Então é só saber quem que eu roubei hoje. E no dia seguinte acordar com firme propósito de não fazer mais isso. OK. Tá. Eu peguei, dormi, botei a cabeça no travesseiro e descobri. que eu sou um verdadeiro larápio. Toda hora eu tô tirando alguma coisa de alguém, ainda que não sejam coisas materiais. Então eu vou para umbral quando eu morrer, né? Ou quando na próxima reencarnação eu já vou logo para um planeta atrasadão, porque eu sou um trombadinho. E aí eu sempre lembro, porque assim, a gente traz a problemática, mas a gente tem que trazer a solucionática. Na época de Jesus, tá lá dizendo que Jesus estava indo para Jerusalém para passar a Páscoa. E antes de Jerusalém tem o até hoje eh eles dizem que a cidade mais antiga do mundo, Jericó. Jericó tá aqui na base. Jerusalém tá no monte, monte Sião lá em cima. É um subidão. Então os peregrinos normalmente, dependendo do horário que eles chegam, eles dormem em Jericó para seguir viagem no outro dia para Jerusalém. E Jesus era um peregrino com os seus amigos e discípulos, todo mundo indo passar a Páscoa em Jerusalém. Então eles vão ficar em Jericó. E Jesus era conhecido pelos pela população, né, tanto da Galileia quanto da Judeia, por ser um homem poderoso em palavras e sinais. Então, todo mundo queria ver Jesus. E aí todo mundo faz aquela barreira humana. E tinha um sujeito chamado Zaqueu. Zaqueu publicano. Nos evangelhos a gente vê direto essa palavra. Publicano. Mateus era um publicano. Jesus comia com os publicanos e com as prostitutas. Afinal de contas, o que que é um publicano? É assim, o Império Romano, ele chegava num local e tomava conta daquele local. Ele invadia, né? Matava, aí escravizava. E aí ele falava assim, ó, o negócio é o seguinte, vocês vão ter que pagar imposto para César, mas eu não tenho gente para ficar aqui cobrando imposto. Quem tiver interesse de cobrar imposto para mim, pega uma parte desse imposto e fica como o a tua o teu prolabore, tua
agar imposto para César, mas eu não tenho gente para ficar aqui cobrando imposto. Quem tiver interesse de cobrar imposto para mim, pega uma parte desse imposto e fica como o a tua o teu prolabore, tua comissão. Então você cobra imposto pro Império Romano, manda o dinheiro pra Roma e separa uma grana para você. A tua meta é essa, X. O que exceder a X fica para você, é a tua cota. Beleza? Beleza. Aí vamos lá imaginar Zaque ou Mateus. Deixa eu ver se eu entendi. Eu cobro imposto dos meus vizinhos, dos meus parentes, dos meus amigos para quem tá oprimindo eles. Aí o romano é é isso aí. Aí eu pego o dinheiro do suor do trabalho dessas pessoas e mando paraa Roma e deixo essas pessoas mais pobres. Aham. Perfeito. E eu enriqueço com dinheiro deles. É isso aí. Entendeu direitinho? Então tá bom. Negócio fechado. Vocês já imaginaram que Mateus não era o cara mais bem visto no grupo de Jesus? N provavelmente Pedro não ia ficar nem um pouquinho satisfeito de pescar a madrugada inteira e dar boa parte dos peixes dele para Mateus, que era o cobrador de impostos. Então Zaqueu lá em Jericó sabia quem era Jesus de Nazaré. E tinha uma árvore. É engraçado que em Jericó até hoje lá no centro tem uma árvore, não é a mesma, mas tem uma árvore que é chamada cicômoro. Eh, quando as pessoas falavam de cicômero, eu pensava que era tipo um abacateiro grandão. Não é, ela é grandinha, mas não é tanto. Zaquel subiu no cicômero, cicômaro. E Zaqueu era o chefe dos cobradores de impostos. Ou seja, Zaqueu era o ladrão mor daquela região. Ele pegava o que podia, o que não podia para mandar para os romanos e para enriquecer. Ele é a turma dele. E ele queria ver Jesus. Olha a metáfora, que coisa bonita. Zaque, Zaquel na questão bíblica é um cara baixinho, nanico. E aí esse nanico a gente pode entender a estatura moral dele, não a estatura física, a estatura moral. Mas mesmo ele moralmente sendo nanico, ele tá subindo numa árvore para se elevar, para ver as coisas do alto, para ter uma visão de Jesus.
estatura moral dele, não a estatura física, a estatura moral. Mas mesmo ele moralmente sendo nanico, ele tá subindo numa árvore para se elevar, para ver as coisas do alto, para ter uma visão de Jesus. E Jesus cercado por aquela multidão, afinal Jesus é o cara, né, cura cego, paraplégico, leproso, todo mundo na volta de Jesus. E ele bate o olho e vê Zaque na árvore, o chefe dos publicanos, o trombadinho a morte de Jericó. Iaque, desce dessa árvore. Iaque fica assustado. Ele desce porque hoje eu vou jantar na tua casa. Parece que Jesus tá filando boia, né? Mas não é. As refeições daquela época, elas eram feitas, via de regra, eh, em esteiras. Não tinha garfo ou faca. eram vasilhas, cumbucas, tudo vinha cortadinho e colocado nas cumbucas. E não tinha assim o meu prato, o prato de Jesus, o prato de Pedro, não, com buca geral, todo mundo mete a mão. E na época de Jesus, inclusive certos grupos judeus até de hoje, a questão da pureza é muito importante. Você colocar a mão na cumbuca de um pecador é você se alimentar do pecado dessa pessoa. Então, um homem que era considerado um homem santo, ele não poderia colocar a mão na combuca de alguém que era considerado um trombadinha, Zaquel, muito menos entrar na casa do Zaquel. E Jesus fala para Zaquel: "Zaquel, desce hoje, eu vou botar a mão na cumbuca junto contigo". Imagine um escândalo que foi. Foi isso. Por isso que as pessoas falam que Jesus não era o Messias esperado. Jesus era o Messias inesperado. E aí Zaqueu fica tão emocionado porque ninguém chamava Zaqueu paraa festa de criança, brigadeiro, batizado, noivado. O cara era odiado por todo mundo. Ele chega e fala assim: "Jesus, se eu prejudiquei alguém, eu vou devolver o dinheiro e posso pagar até quatro vezes mais do prejuízo que eu causei". Que que Jesus responde para ele? Zaqueu, hoje a salvação entrou na tua casa. Não é porque Jesus estava entrando na casa de Zaquel. É porque Zaqueu mudou a sua vida. Zaqueu fez aquilo que no evangelho, lá no comecinho tem. Arrependei-vos e
u, hoje a salvação entrou na tua casa. Não é porque Jesus estava entrando na casa de Zaquel. É porque Zaqueu mudou a sua vida. Zaqueu fez aquilo que no evangelho, lá no comecinho tem. Arrependei-vos e convertei-vos, porque é chegado o reino de Deus. Zaquiel fez a conversão em grego, metanoia, mudança de mentalidade, mudança de visão. Zaqueu fez a metanoia, Zaqueu fez a conversão. Ali Jesus ganhou a alma de um pecador. Então, se tem solução para Zaqueu, tem solução para todo mundo que roubou alguma coisa de alguém. A única questão. Por isso que Paulo, né, ele diz que a pessoa que está em Cristo nova criatura é, porque tem a metanoia, tem a mudança. Somos novas pessoas. Evangelho segundo o Espiritismo. Reconhece-se o verdadeiro espírita por sua transformação moral e pelos esforços que faz para domar as suas más inclinações. Metanoia, mudança. Então, trouxe a problemática, Jesus trouxe a solucionática. E tem um lado também que a gente às vezes não pensa que aqui eu toquei no prejuízo que alguém que rouba, que furta, traz para os outros, mas eu não falei do prejuízo que traz para si mesmo. Tem uma fábula depoca. Esse cachorro passou na feira e ali no vacilo do açogueiro, ele pegou um pedaço de carne e saiu feliz da vida. Perto da feira tinha um riozinho com uma ponte. O cachorro tá atravessando a ponte quando ele olha para a água e vê o reflexo e ele vê um cachorro com bife na boca. Sabe o que que o cachorro faz? Fica doido pelo bife do outro cachorro que nada mais era do que o reflexo dele. Solta o que tá na boca para mergulhar e pegar o bife do outro cachorro. Mergulhando, ele perde a carne. É a metáfora do que acontece com quem tira o que é dos outros. Acaba perdendo o que tem para si. Fica no prejuízo em dobro. Então, gente, não roubarás. Saiamos daqui com esse pensamento. Não devemos causar prejuízo pros outros. Porque causando prejuízo pros outros, eu também estou perdendo o meu bif que está na minha boca. Vamos para nossa prece de encerramento. Vamos fechar os nossos
Não devemos causar prejuízo pros outros. Porque causando prejuízo pros outros, eu também estou perdendo o meu bif que está na minha boca. Vamos para nossa prece de encerramento. Vamos fechar os nossos olhos, agradecer a Deus por esse momento de reflexão, de pensamento, de revisão dos nossos valores. E pai amigo, Deus querido, fortalece em nós os nossos bons propósitos. sedimenta em nós, Senhor, os nossos princípios para em qualquer lugar que estejamos, em qualquer condição na qual sejamos tentados, possamos, Senhor, ficarmos firmes cumprindo as tuas leis. Abençoa, Senhor, esse corpo físico que nos sustenta. Abençoa as nossas famílias. Abençoa os nossos ambientes de trabalho. Abençoa essa sociedade, Pai, esse país tão lindo, tão maravilhoso, para que ele possa cada vez mais cumprir o seu destino de pátria do evangelho e que possamos sair daqui melhor do que aqui chegamos. Graças a Deus, meus amigos. como fala, como eu ouviria na minha época de católico. Ide em paz e que o Senhor vos abençoe. Aguardem o passe. Uma boa noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos
s de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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