INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NAS RELAÇÕES: DIMENSÃO ESPIRITUAL - Luiz Horta [PALESTRA ESPÍRITA]
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Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. >> Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui. >> para agradecer. Minha Minhas queridas irmãs, meus queridos irmãos dos dois planos da vida, muito boa tarde. É sempre uma alegria voltar à tribuna maravilhosa dessa casa de amor que é comunhão espírita de Brasília. Nós agradecemos a quem está aqui presente no auditório Bezerra de Menezes, na Série da Comunão e quem nos assiste pela TV e rádio web da comunhão. Meus queridos, hoje o nosso tema é inteligência emocional. A doutrina espírita, ela não aborda diretamente essa questão, mas ela fornece algumas perspectivas sobre esse assunto. Assim, o nosso objetivo é fazer uma interseção sobre a ótica espírita entre a inteligência emocional e a espiritualidade. O que que é inteligência emocional? Ela é a habilidade da gente lidar com as emoções de forma equilibrada e consciente. Por exemplo, você imagina que você tá dirigindo, de repente sai uma criança no meio da rua e você atropela essa criança e você tava ali envolvido com o que você ia fazer, com a com a a o a questão importante. tava tendo um compromisso profissional, você tava todo concentrado com isso. Aí vem aquela criança sem ali que você tenha culpa nenhuma e ela sai na na tua frente. Pode ser que a primeira impulso seja de ir embora e nem se preocupar com a criança, mas você precisa ter inteligência emocional e dizer: "Não, pera aí, eu tenho que socorrer aquela criança". Então, é preciso que a gente tenha essa habilidade de não deixar que as nossas emoções eh saiam do controle, não é? Então você vai lá, socorre a criança, vai leva pro hospital e tal, depois você vê o teu compromisso, porque realmente naquele momento a criança passou a ser mais importante. Eh, vocês sabem que a doutrina diz que nós temos o o que o ser humano é composto de três partes: o corpo físico, o perespírito e o espírito. O que que é o perespírito? Ele é a roupagem do espírito e nele estão
sabem que a doutrina diz que nós temos o o que o ser humano é composto de três partes: o corpo físico, o perespírito e o espírito. O que que é o perespírito? Ele é a roupagem do espírito e nele estão armazenados, então estão armazenadas todas as informações e experiências que o espírito já vivenciou nas diversas encarnações, não é? Então, nós estamos aqui pra gente evoluir espiritualmente. E essa evolução, ela se dá justamente pela capacidade do espírito de aprender com aquilo que ele viveu. E aí ele vai aprimorando as suas emoções e os seus pensamentos de forma a agir de forma de forma a agir cada vez mais amorosamente e harmonicamente. Então, repara que muito mais importante do que o que acontece com você é como você reage ao que acontece com você. Eu sempre dou esse exemplo. Você imagina uma pessoa que perdeu a perna. Um acidente, ela não teve culpa nenhuma, veio um motorista bêbado e ela perdeu a perna embaixo do joelho. Aí ela pode chegar e dizer assim: "Puxa, eu corria, eu fazia trilha, eu andava de bike, eu era bailarina, eu namorava, eu esquiava. A perna para mim era fundamental. Perdi a perna, minha vida perdeu todo sentido. Essa é um caminho infeliz, mas possível. Mas essa mesma pessoa, ela pode pegar e pensar assim: "Não, eu não vou ser infeliz só porque eu perdi um pedacinho da perna." E ela pode se transformar numa pessoa mais amorosa, mais fraterna, com mais empatia, com mais sensibilidade. Ou seja, ela na realidade fez um grande negócio. Se você tivesse a opção entre você perder a perna ou evoluir, eu acredito que todos aqui dizer: "Não, eu prefiro e eh não perder a perna e deixa para evoluir na próxima encarnação." Mas você repara que essa moça que perdeu a perna e evoluiu, ela ganhou muito, porque quando ela chegar no plano espiritual, ela vai chegar num outro nível de elevação, percebe? E a coisa mais importante que nós estamos fazendo aqui, presos nesse burrinho de carne, é exatamente nós evoluirmos. Nós não estamos aqui para acumular nada. Nós não
outro nível de elevação, percebe? E a coisa mais importante que nós estamos fazendo aqui, presos nesse burrinho de carne, é exatamente nós evoluirmos. Nós não estamos aqui para acumular nada. Nós não estamos aqui para ter status. Nós não estamos aqui para eh saborear essas alegrias transitórias. O nosso grande objetivo é a evolução espiritual. Então, é muito preferível que você sofra 100 anos, mas depois você evolua muito, muito mais, né? que você chegue no plano espiritual muito mais evoluído do que você ter uma porção de regalias, você ter uma porção de obo a obo aqui e você quando chega no plano espiritual você não levar nada disso. O Divaldo Franco, ele diz o seguinte: "O que nós temos nós deixamos, mas o que nós somos nós levamos". Então é uma dicotomia entre essência e aparência. Tudo que você leva pro plano espiritual é essência. aparência, você não vai fazer nada com ela, ela vai ficar aqui. Então, tem gente que só se preocupa com aparência, são pessoas fúteis. E tem outras pessoas que, ao contrário, só pensam na essência. Essas chegam entesouradas lá no no plano espiritual. O tem um um uma psicografia do Chico que ele diz que tinha um camarada que ele era um um líder espírita e ele dava palestras lindas. Ele era um camarada muito respeitado no ambiente espírita, não é? E tinha uma fachineira analfabeta que vinha sempre assistir a palestra na primeira na primeira fila. E ele olhava assim para ela com peno, dis, coitada, essa daí não deve entender nem 1% daquilo que eu falo bom, e aí o tempo foi passando, chegou uma hora, essa e faxineira desencarnou e depois ele mesmo desencarnou. Aí quando ele chega no plano espiritual, ele olha para ela e vê ela nimbada de luz, extremamente luminosa, e ele olha para ele mesmo e ele tá um ser opaco e ele fala: "Não é possível, tem algum erro? Houve algum equívoco? Tudo que eu eu tudo que ela conhece fui eu que ensinei para ela. E aí o mentor dele chega e diz assim: "Ora, meu irmão, ela fazia aquilo que você falava que ela
, tem algum erro? Houve algum equívoco? Tudo que eu eu tudo que ela conhece fui eu que ensinei para ela. E aí o mentor dele chega e diz assim: "Ora, meu irmão, ela fazia aquilo que você falava que ela para ela fazer, mas você tinha palestras lindas, mas você mesmo não vivenciava". Então, a inteligência emocional é nós vivenciarmos os conceitos do evangelho de Jesus. Nós precisamos ser cartas vivas do Evangelho do Mestre. Aquilo que eu faço é o que eu sou. Não é aquilo que eu falo, não é aquilo que eu aparento. Não é não é a a a aparência que importa. É a minha essência, não é? Eh, então o a doutrina ela prega muito a importância da autoanálise e do autoconhecimento pra evolução espiritual. Só que a gente tem muita habilidade de olhar para fora, de julgar o outro, não é? E nós não conseguimos ter a coragem de olhar para dentro de nós, sabe? Por quê? Porque quando você olha para dentro de você, você encontra a sua sombra e tem defeitos que nós não queremos ter contato com ele. Você até sabe que esse defeito existe, mas você prefere não mexer com isso porque é doloroso. E com isso a gente evita de evoluir e a gente pega e julga o outro, não é? Agora tem várias razões porque Jesus falou: "Não julgueis para não serdes julgados". A primeira é que quando eu julgo o outro, eu me coloco num pedestal acima do outro, né? E pode ser que naquele aspecto eu realmente esteja muito superior a ele, mas só que pode ter 800 outros aspectos em que ele esteja muito superior a mim. Então, que direito eu tenho de julgar aquele outro? Não é? Essa é a primeira razão. Segunda razão porque eu não devo julgar o outro é o eu não passei pelas experiências que aquele irmão passou. Então, se eu tivesse passado pelo que ele passou, talvez eu tivesse fazendo até pior do que ele. Portanto, eu não posso chegar e dizer que absurdo ele agir daquela maneira, né? Porque ele passou por coisas diferentes de mim. Mas tem uma terceira causa que eu acho muito importante que a gente pense. Vocês sabem que a doutrina garante que
absurdo ele agir daquela maneira, né? Porque ele passou por coisas diferentes de mim. Mas tem uma terceira causa que eu acho muito importante que a gente pense. Vocês sabem que a doutrina garante que um dia nós vamos estar tão elevados que nós vamos chegar no plano espiritual e vamos encontrar um mundo absolutamente maravilhoso, um mundo onde todo mundo nos ama, um mundo cheio de afeto. É um mundo verdadeiramente cor-de-osa, não é? Um mundo em que ninguém julga ninguém, um mundo em que só tem amor puro. Só que tem um problema. para eu merecer chegar nesse nesse mundo, eu também preciso vivenciar esses valores. Então, se eu sou um cara que julgo o outro, eu não posso ir para esse para esse para esse lugar tão belo. E aí você imagina o seguinte, você imagina que eu seja um camarada, que eu seja muito rigoroso quando eu julgo o outro. O cara jogou um papelzinho no lixo e eu pego e digo: "Que absurdo, como é que esse cara é porco? Jogou o papel no lixo." Aí o outro fala alguma coisa assim um pouquinho infeliz e eu já vou lá e já dou uma sacramentada no que ele devia. Não podia, porque que ele não podia estar falando daquela maneira? Então eu sou um expert em julgar os outros. Muito bem. Mas como vocês sabem, quando nós chegamos no mundo espiritual, nós vamos simplesmente enfrentar um verdadeiro pelotão de julgamento. Só que as pessoas pensam que esse pelotão de julgamento é externo e não é. Deus fez esse pelotão de julgamento tão perfeito que quem nos julga é a nossa própria consciência. Então eu saio da posição de réu e assumo ao mesmo tempo a posição de réu e a posição de juiz. Então, exemplo simples, você tava lá atrasado, aí você olhou assim, só tinha uma vaga. Você vai comprar um remédio na farmácia, só tinha uma vaga, só que essa vaga era para deficiente físico. E você que não era deficiente físico, você diz assim: "Ah, 2 minutos não vai fazer diferença". e você para naquela vaca, né? Bom, aí o que que acontece? Quando você chega lá no plano espiritual, os teus
você que não era deficiente físico, você diz assim: "Ah, 2 minutos não vai fazer diferença". e você para naquela vaca, né? Bom, aí o que que acontece? Quando você chega lá no plano espiritual, os teus mentores vão passar um powerpo na tua mente em que vai chegar uma pessoa realmente deficiente físico que precisava daquela vaga e chegou lá e o teu carro tava parado na vaga, não é? Bom, aí você vai chegar pro juiz e dizer assim: "Ó, seu juiz, eu realmente eu parei na vaga de deficiente, mas eu não tive intenção". Só que o juiz, que é você mesmo, vai chegar e vai dizer assim: "Não, você teve intenção sim, porque você poderia ter parado mais longe e ter vindo a pé, mas o seu egoísmo não deixou". Percebe? Então, o o quanto mais a gente tá habituado a julgar o outro, mais rigor nós vamos nos julgar quando nós chegarmos no plano espiritual. Por isso que Jesus falou: "Não julgueis para não serdes julgados", né? Então, o o o desenvolvimento da inteligência emocional, ela se dá pela autodescoberta e pela autotransformação. O nosso querido irmão católico, né, o Santo Agostinho, ele dá ele deu uma sugestão que tá no livro dos espíritos, aliás, tá no no Evangelho muito boa, em que ele diz o seguinte: "Todo dia faça uma reflexão sobre o seu dia." Aí você lembra o que que aconteceu de manhã? De manhã eu entrei no elevador, mas eu tava com sono, não dei bom dia para ninguém. Você já elevou o teu grau de consciência. Pode ser que no dia seguinte de novo você entre no elevador e não dê bom dia para ninguém. Só que quando você fizer isso, isso vai começar a te incomodar, porque você já tá num outro nível de consciência. E vai chegar o dia que você vai entrar no elevador e naturalmente você vai dar bom dia. Percebe? É assim que a gente evolui, não é? Então esse processo de autotransformação, ele leva o espírito a uma maior compreensão de si mesmo e dos outros. E isso vai contribuir para uma uma convivência mais fraterna e mais harmoniosa, né? Tem alguns casos que eu acho assim que é
ação, ele leva o espírito a uma maior compreensão de si mesmo e dos outros. E isso vai contribuir para uma uma convivência mais fraterna e mais harmoniosa, né? Tem alguns casos que eu acho assim que é muito interessante. Tem uma do Gand, o Gand ele era indiano, aí ele foi paraa África do Sul. Quando ele tava lá na África do Sul, o o a Inglaterra invadiu a Índia. E aí ele voltou. Aí quando ele voltou, ele advogado, né, ele tá andando assim na calçada e de repente um guarda para ele diz: "Desculpe, mas você é hindu e essa calçada é privativa dos ingleses." Aí o Gand, com todo o conhecimento jurídico que ele tinha, ele disse assim: "Negativo, eu tô na minha terra, eu tenho o direito de andar aqui nessa calçada e eu vou caminhar aqui". Aí o guarda virou para ele e falou: "Se você insistir em caminhar nessa calçada, eu seria obrigado a lhe bater". E o Gand falou: "Cumpro seu dever, mas eu tenho o direito de andar aqui". E continua andando. Aí o guarda tirou um cacetete, pum, deu-lhe uma paulada. Aí o Gand caiu sangrando e pensou assim: "Puxa, talvez eu não tenha falado com suficiente doçura". Aí ele vira e diz assim: "Meu irmão, essa calçada ela é suficiente suficientemente larga para que nós dois possamos caminhar? Qual é o problema de eu caminhar aqui?" E o guarda novamente virou para ele e falou: "Se você insistir em caminhar aqui, eu vou ser obrigado a lhe bater novamente". E o Gand falou: "Cumpro o seu dever, mas eu tenho o direito de andar aqui." Aí o o guarda vai, ele anda de novo e o guarda dá outra bastonada nele e ele cai sangrando e pensa assim: "Puxa, eu poderia ter falado ainda de forma mais doce". E ele diz assim: "Meu irmão, nós somos irmãos. Eu sou hindu, você é inglês, mas nós somos filhos do mesmo pai. E o guarda, que já era a terceira admoestada que ele levava do Gand, ele chega e pensa no seguinte: "Pô, quem que te ensinou a pensar dessa maneira?" Aí o Gand, que ele era hindu, ele não era cristão, ele vê um crucifixo na no peito do guard e ele aponta pro
a do Gand, ele chega e pensa no seguinte: "Pô, quem que te ensinou a pensar dessa maneira?" Aí o Gand, que ele era hindu, ele não era cristão, ele vê um crucifixo na no peito do guard e ele aponta pro crucifixo e diz assim: "Foi esse cara que tá pendurado aí no teu peito". Porque o Gandy acreditava que o sermão do monte foi o livro mais lindo que já foi escrito, não é? Ele entendeu e ele cumpria o sermão do monte, apesar dele ser de outra religião, né? E aí o guarda ele fica tão eh perplexo com aquela resposta amorosa do Gandhi, que ele vai embora e deixa o Gand andar na calçada. Naquele momento, o Gand cria a filosofia da Satiagarra, que é a política da não violência, não é? Essa política foi uma política muito importante em que 50 anos depois o pastor Martin Luther King ia usar quanto o apartide americano. E ele vai lá e diz assim: "Eu tenho um sonho, um sonho em que as pessoas não sejam julgadas pela cor da pele", não é? E ele se justifica exatamente na sati garra do Gandhi. Então, é uma coisa muito interessante, não é? Eh, outra historinha que eu gosto muito também é a do Francisco de Assis. Ele tinha lá a ordem dele, né? Os frades obedeciam o que ele falava e ele pediu que num determinada numa determinada semana o pessoal fizesse jejum. E aí o o os monges foram lá e começaram a fazer o jejum. Aí quando chegou lá pela quinta-feira tava todo mundo morrendo de fome. E teve um frade que virou para ele e falou assim: "Pai Francisco, pelo amor de Deus, eu não consigo nem fazer uma prece sem pensar num franguinho assado". Aí o Francisco olhou para aquele camarada, nãoé? Percebeu a a angústia dele. Sabe o que que ele fez? Ele desceu lá na cozinha, pegou um frango, depenou o frango, assou o frango, partiu o frango, deu para aquele irmão, mas ele pegou e disse assim: "Não, eu também vou comer desse frango, porque o o Francisco tava com fome?" Não, mas ele achou importante ele quebrar a hierarquia, quebrar a própria regra que ele mesmo criou, simplesmente para acolher um irmão que tava em
r desse frango, porque o o Francisco tava com fome?" Não, mas ele achou importante ele quebrar a hierarquia, quebrar a própria regra que ele mesmo criou, simplesmente para acolher um irmão que tava em sofrimento. Olha que bonito, né? Tudo isso aí é inteligência emocional. Ah, já que eu falei do do Francisco de Assis, eu me lembrei de outra história bacana do Francisco de Assis, o Francisco de Assis, já velhinho, né? E ele pediu que um determinado monge fosse até a cidade comprar mantimentos paraa ordem. Então o o nosso aí o o Frad pediu que um frad fosse, o cara ia levar um dia para ir até a cidade, ia carregar e no outro dia ele ia voltar. Aí os outros irmãos chegaram para ele e falou assim: "Pai Francisco, esse nosso irmão, infelizmente, é uma pessoa muito difícil. Ele é orgulhoso, ele é egoísta, ele fala mal da nossa ordem para fora, ele cria um ambiente horroroso aqui. Ele não é digno de pertencer à nossa ordem." E nós então queríamos que pedir que o Senhor excluísse esse irmão da nossa ordem em benefício da nossa própria ordem. E o Francisco de Assis, que sabia dos defeitos daquele irmão, ele falou assim: "Eu vou refletir". E passou a noite refletindo sobre o que ele devia ter, o que ele devia fazer. Aí no dia seguinte, no café da manhã, todo mundo esperou o o o Francisco de Assis chegar. Quando ele chegou e diz assim: "E aí, pai Francisco, o que que o senhor decidiu?" Aí o pai Francisco olhou e falou assim: "Olha, eu passei a noite toda refletindo sobre essa questão e cheguei numa conclusão sabe qual é a conclusão? É que nós não o estamos amando suficientemente." Olha que resposta linda, não é? Isso é inteligência emocional, não é? Eh, ah, e mais umazinha do do Francisco de Assis. Ah, tava o Francisco de Assis e o Frei Leão, vestido como mendigo, num lugar frio para caramba. E aí eles param mosteiro, né, e pedem para dormir lá no mosteiro. Só que um monge que abre o mosteiro, acordou de mau humor, viu dois mendigos, né, e falou: "Não, esse lugar aqui é um lugar
a caramba. E aí eles param mosteiro, né, e pedem para dormir lá no mosteiro. Só que um monge que abre o mosteiro, acordou de mau humor, viu dois mendigos, né, e falou: "Não, esse lugar aqui é um lugar sagrado, não é lugar para mendigo". E bateu a porta na cara deles, não é? Aí o Francisco começa a morrer de rir e o freelão vira para ele e diz assim: "Mas Francisco, nós vamos morrer de frio". Aí o Francisco chegou e disse assim: "Eu esperei a minha vida toda por esse momento, no momento em que eu pudesse deixar as minhas a minha vida nas mãos do Pai. Por isso que eu tô rindo, percebe?" e acabaram que os dois sobreviveram e continuaram a sua a sua história. Então, tudo isso aí tem a ver com inteligência eh emocional, não é? Quando a gente vê uma pessoa linda que nem o padre Júlio Lancelote, né? Dedica a vida dele a cuidar das pessoas em vulnerabilidade, os nossos irmãozinhos de rua, é uma coisa linda, né? E às vezes a gente olha para essas pessoas e olha para elas como se elas fossem invisíveis. Tem um camarada que ele fez uma tese de psicologia no mestrado e na Universidade Federal de Santa Catarina. Então o que que ele o que que ele ele estudava? Ele estudava a invisibilidade social do ser humano. E aí durante o dia ele ia vestido de gari, né? cumprimentava as pessoas e as pessoas nem respondiam o bom dia dele. Aí à tarde ele ia lá de terno, né, e todo mundo tratava ele com maior reverência e ele era a mesma pessoa. E a partir desses resultados ele compilou os os dados que ele queria e desenvolveu a tese dessa invisibilidade social do ser humano. Então, façamos como o Frei Júlio, o Frei não, o padre Júlio. Eh, nós precisamos tratar os nossos irmãos invisíveis como seres humanos, né? O outro dia, eh, nós estávamos aí no no Natal e a gente foi lá na trabalhar com os os irmãozinhos de rua e nós oferecemos lá uma uma café da manhã, né? Aí um um dos desses moradores de rua olhou e começou a chorar. Aí o o o a pessoa que tava comigo perguntou: "Você tava com muita fome?"
rmãozinhos de rua e nós oferecemos lá uma uma café da manhã, né? Aí um um dos desses moradores de rua olhou e começou a chorar. Aí o o o a pessoa que tava comigo perguntou: "Você tava com muita fome?" Aí ele falou: "Não, eu tava com fome, sim, mas não é isso. É que há muito tempo que eu não sou tratado como gente." Olha que interessante, né? Então veja que esse trabalho de você lidar com os irmãozinhos invisíveis é muito interessante, não é? Bom, mas a inteligência emocional é a a habilidade da gente reconhecer, entender e gerenciar as nossas próprias emoções e as emoções dos outros, não é? Então, a gente perceber como essas emoções afetam a interação e a e a convivência nossa com os outros. A doutrina espírita, ela diz que é a importância de viver em harmonia com os nossos sentimentos e com os sentimentos dos outros. O Kardec fala muito sobre essa questão moral e sobre as emoções, não é? Eh, então a Joana de Angeles, naquela coleção psicológica dela, ela sugere a prece, porque a prece é um jeito de você se conectar com o a espiritualidade mais evoluída, a meditação, não é? você, o que você pensa, você gera a realidade. Eu uma vez eu assisti no no ali na na 316, o aquela cerimônia budista, né? E eu ainda inexperiente, eu pensei assim: "Pô, mas tá todo mundo parado, eles só estão meditando e e falando mantras, né? Que utilidade que tem isso, né?" E eu pensei assim, puxa, é um desperdício de energia. Hoje eu penso de forma completamente diferente. Eu vejo que a forma como a gente pensa, ela muda o planeta. Porque o bater de uma borboleta lá no sul da Argentina pode fazer com que o cara do outro lado do mundo tenha uma percepção. Você gera uma onda de energia e essa onda de energia vai se propagando. Então, às vezes, uma simples palavra, um simples acolhimento, um simples abraço faz com que você quebre uma corrente de ódio, faz com que a pessoa se sinta mais amada, né? E essa corrente ela vai se multiplicando. Bom, o então o o uma prática interessante também é você fazer um diário emocional
ê quebre uma corrente de ódio, faz com que a pessoa se sinta mais amada, né? E essa corrente ela vai se multiplicando. Bom, o então o o uma prática interessante também é você fazer um diário emocional para você ir escrevendo que emoções que vem à sua cabeça. Você também pode pensar na empatia, né, que é você sentir o que o outro tá pensando. Eu uma vez eu vi uma charge muito bacana em que estava o camarada num atendimento fraterno e de repente entra uma pessoa que levou uma facada nas costas. A charge seguinte, o atendente também tava com a com a facada nas costas. Ou seja, empatia é você vivenciar o que o outro tá vivenciando, né? É muito bacana. E os componentes da inteligência emocional são o autoconhecimento, o autocontrole, a empatia e as habilidades sociais. Então, o autoconhecimento é a habilidade de reconhecer e entender as próprias emoções, forças e fraquezas. No autocontrole, você gerencia as emoções de forma adequada, evitando as reações impulsivas, né? aquela reação que você toma uma uma uma decisão infeliz porque você tava sob o efeito da emoção. E a empatia é a habilidade de compreender e se conectar com as emoções dos outros, reconhecendo suas perspectivas e sentimentos. E as habilidades sociais é a competência em construir e manter relacionamentos saudáveis, uma comunicação eficaz e resolver os conflitos. Então, nós precisamos pegar esses conceitos para melhorar os nossos relacionamentos e promover uma paz interna, né? Isso daí vai gerar relações mais saudáveis e mais harmoniosas. Eh, bom, para encerrar, a, eu queria trazer uma historinha de um escritor americano chamado Henry Longfellow. Esse escritor tem um livro chamado Cristo, um mistério. E ele diz o seguinte: "Tinha um um monge num mosteiro que a função dele era cuidar dos irmãozinhos sem eh eh sem invulnerabilidade, né? E aí num dia ele acorda e o sonho dele maior era que Jesus ele acordasse e visse Jesus. E naquele dia quando ele acorda, que ele olha, Jesus está do lado dele e ele fica emocionado porque era o maior sonho da
dia ele acorda e o sonho dele maior era que Jesus ele acordasse e visse Jesus. E naquele dia quando ele acorda, que ele olha, Jesus está do lado dele e ele fica emocionado porque era o maior sonho da vida dele. Só que nesse momento tocaram um sino e esse sino era para chamar um monge que naquele dia ficaria responsável pelos mendigos, né? E aí ele lembra que naquele dia ele era o responsável pelos mendigos e aí ele tem que tomar uma decisão difícil. Ou ele ficava com Jesus ou ele atendia os os moradores de rua. E ele chorando vai atender os moradores de rua. Aí passa o dia inteiro trabalhando pros moradores de rua, no final do dia ele volta. Aí quando ele volta ele chega, né, dizendo assim: "Puxa, eu perdi a oportunidade da minha vida". Só que pra surpresa dele, quando ele abre a porta do quarto dele, quem que tava lá? Jesus. Aí Jesus vira para ele e disse assim: "Se você tivesse ficado, eu teria ido embora". Olha que bonito, né? Então vamos ter gratidão, né? Vamos olhar pro sol e dizer: "Ô Sol, obrigado por não desistir de nós". Não é? Eh, meus queridos, não existe força superior ao amor. O a Maria Teresa, quando ela ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1980, ela disse assim: "A única coisa que o ser humano deseja é se sentir amado, né? E Jesus falou: "Meus discípulos serão conhecidos por muitos se amarem". Então eu desejo que todos se adociquem por dentro e coloquem o amor como o valor mais importante que nós precisamos vivenciar. Não é você sair falando de amor. Isso é muito fácil, qualquer um consegue. O difícil é você vivenciar isso, não é? Então eu desejo a todos uma excelente tarde e que a gente possa sair daqui determinados a sermos cartas vivas do evangelho de Jesus, vivenciando os valores que ele nos ensinou no seu evangelho. Muito obrigado a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos.
se virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos.
ndo a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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