A CRIANÇA FERIDA INTERIOR - Luiz Horta [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] estou aqui para agradecer [canto][música] Sejam bem-vindos e bem-vindas à nossa comunhão espírita de Brasília. Hoje teremos o nosso irmão Luís Orta com a palestra com esse tema que está na tela, a criança ferida interior. Então, nossa palestra hoje é com slides. Convido a todos para que busquemos elevar nossos pensamentos a Deus e a Jesus para facilitar que os emissários divinos aqui presentes possam inspirar-nos durante este evento. Deus, nosso pai, Jesus, nosso amado mestre, guia e modelo. Aqui viemos buscar um pouco mais da compreensão das leis divinas, que a doutrina do consolador prometido pelo mestre nos oferta nessas terras brasileiras. Nós aqui viemos fortalecer nossa compreensão das provas que diariamente enfrentamos, para que de uma forma cristã, espírita cristã, possamos enfrentá-las, superando nossas limitações de compreensão, resignação, fé, coragem, e esperança. Pois conforme nos dissestes, amado Cristo, conhecereis a verdade e ela vos libertará. que nós nos libertemos então de uma série de concepções errôneas sobre a existência terrena, sobre as dificuldades, os sofrimentos, as dores, os problemas sociais, o sofrimento, enfim, e passemos a cada dia fortalecer em nós essa nova nova concepção pedagógica sobre o nosso crescimento espiritual, fortalecendo nossas virtudes espirituais, imortais por esta compreensão das leis divinas e que possamos assim a cada dia, pela compreensão, amarmo-nos um pouco mais. amarmos o nosso semelhante um pouco mais e amar a Deus acima de todas as coisas pela fé raciocinada, a fé que compreende o que aceita, o que acontece conosco. E que neste encontro de hoje possamos ser inspirados para melhor absorvermos os conceitos, as orientações, as informações que nosso irmão palestrante nos passará. Inspirai-o por intermédio de teus emissários aqui presentes, para que ele atue em nossas mentes e nossos corações. Assim seja. Com vocês, então, o nosso irmão Luís Hortan. Minhas queridas irmãs, meus queridos irmãos dos dois planos da vida, muito
qui presentes, para que ele atue em nossas mentes e nossos corações. Assim seja. Com vocês, então, o nosso irmão Luís Hortan. Minhas queridas irmãs, meus queridos irmãos dos dois planos da vida, muito boa noite. Nós saudamos não só os que estão aqui na sede da comunhão, o auditório Bezerra de Menezes, mas que também os que nos ouvem, assistem pela TV e rádio web da comunhão. Então, como [limpando a garganta] o nosso querido irmão Roberto falou, o nosso tema é a criança ferida interior, uma jornada de autoconhecimento, cura e renascimento espiritual à luz do evangelho e da codificação espírita. Nós vamos usar como fonte doutrinária o livro Cuidando da sua criança interior, do Dr. Alberto Almeida. Ele é um um médico lá do do Pará, muito ativo no movimento espírita. E esse livro é fantástico. Eu digo para vocês que o psiquiatra Cal Gustav Jung, ele tem uma frase que eu gosto muito. Ele diz assim: "Quem ora, quem olha para fora sonha, mas quem olha para dentro desperta. E quando a gente olha para dentro, a gente esbarra na nossa sombra, naquilo que é desconhecido de nós mesmos. E nisso daí tá a nossa criança ferida interior, que muitas vezes responde pelas nossas decisões de forma inconsciente. Bom, então nós preparamos um uma série de módulos. O que que é a criança ferida interior? as origens da das feridas interiores, a criança ferida e o karma, as máscaras que a criança usa, como a criança fala, o diagnóstico espiritual da dor, o perdão da medicina da alma, a reeducação emocional, espiritual, integrando a criança interior, o amor próprio como espiritual e o renascimento interior. Então, perdão, [limpando a garganta] o módulo um é o que é a criança interior. Então, [limpando a garganta] a criança interior é a parte mais profunda e autêntica do nosso ser. É o registro vivo de todas as experiências afetivas, traumas, alegrias e feridas que marcaram a nossa formação emocional e espiritual. Ela guarda memórias que a mente consciente muitas vezes suprime, mas que continua a influenciar os nossos
as afetivas, traumas, alegrias e feridas que marcaram a nossa formação emocional e espiritual. Ela guarda memórias que a mente consciente muitas vezes suprime, mas que continua a influenciar os nossos comportamentos, relacionamentos e escolhas. Um detalhe, a nós vamos usar também muita coisa da coleção psicológica da Joana de Angeles. E a Joana coloca pra gente que nós temos nas nossas memórias as memórias de encarnações passadas, tá certo? Então, essa criança ferida interior não só é da nossa pequena infância nessa vida, como da das vidas encarnações anteriores. Bom, perspectiva espírita. Então, paraa nossa doutrina, essa criança, essa criança fica gravada na memória perespiritual do espírito, carregando marcas de vidas passadas e da infância atual. A base doutrinária, o Kardec ensina que o espírito traz consigo a bagagem das encarnações anteriores e a Joana acrescenta que as feridas da alma precisam ser reconhecidas antes de serem curadas. Então, quando a gente pensar nas feridas da nossa infância, você imagina, por exemplo, essa menininha, a mãe dela num momento de tensão pode ter chegado para ela e diz assim de ter dito assim: "Você é burra? Aquilo ela falou num momento desequilibrado, numa frase infeliz que não não era nem o que ela pensava sobre a filha, mas a filha grava aquilo no inconsciente e passa a achar que ela é uma pessoa burra quando ela pode ser inteligentíssima. Então, há uma circuito, há um circuito da negatividade. Essa criança ferida interior que não foi atendida lá na infância, ela se torna uma um um adulto imaturo, né? Então aqui, por exemplo, tem um um rapaz adulto que ele não amadureceu. Bom, no módulo dois, nós vamos ver as origens das feridas anteriores. Então, essas eh feridas elas não surgem do nada, elas são formadas o pela rejeição, abandono, humilhação, traição, injustiça, né, vividas na infância atual. e segundo espiritismo também em vidas anteriores. Então, compreender as origens é o primeiro passo para libertação. Então, às vezes a gente tem rejeição,
ção, injustiça, né, vividas na infância atual. e segundo espiritismo também em vidas anteriores. Então, compreender as origens é o primeiro passo para libertação. Então, às vezes a gente tem rejeição, né? o sentimento de não ser amado ou aceito como se é, o de abandono, o medo profundo de ser deixado, uma solidão emocional, uma humilhação, a vergonha internalizada que corroi a autoestima. A traição, a dificuldade de confiar que foi gerada por decepções afetivas, injustiça, rigidez e perfeccionismo gerados por tratamentos injustos. E a Joana diz o seguinte: "Cada espírito traz em si as marcas de suas lutas e essas marcas são o mapa do caminho a percorrer." Então, veja só, a culpa, nãoé? A culpa é uma coisa interessante, porque ela não gera nada de bom para você. Você carrega um peso inútil que não faz mais nada, a não ser diminuir a tua autoestima e diminuir as suas chances de realização no mundo. Então eu tenho uma frase do Chico que eu acho muito interessante. Chico Xavier, eu não posso voltar atrás e fazer um novo início, mas posso recomeçar agora e construir um novo término. Ah, eu há uns dias atrás eu dei uma palestra sobre o Paulo de Tarso, né? E nós vimos que ele era um camarada que cometeu o terrível equívoco, né, de apedrejar, mandar apedrejar o Estevo. E ele encontra, ele vai para Damasco para matar o Ananias, porque a esposa dele, a noiva dele foi convertida pro Ananias. para a a pro Cristo. E o Paulo, o Saulo de Tarso era uma pessoa muito focada na em Moisés. E aí ele encontra na estrada de Damasco a a Jesus forma luminosa que chega e diga: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" Porque o Saulo tava perseguindo os cristãos. E o Saulo cai, bate a cabeça, fica cego e toma uma grande decisão. Ele decide recomeçar a vida depois de velho, né, depois de adulto para criar o novo fim. E com isso ele se transforma num dos maiores evangelizadores do evangelho de Jesus, né? Então ele fez exatamente o que o Chico falou aí nessa frase, o ressentimento. Bom, todos nós sofremos uma série de
com isso ele se transforma num dos maiores evangelizadores do evangelho de Jesus, né? Então ele fez exatamente o que o Chico falou aí nessa frase, o ressentimento. Bom, todos nós sofremos uma série de mágoas, de ressentimentos. Então, observa que o perdão ele vai libertar exatamente o ofendido. Aí você vai dizer: "Mas e o ofensor?" O ofensor vai se ver com a justiça divina. Não é função do ofendido querer julgar o ofensor. O pânico a gente sempre coloca que não a força superior ao amor, né? Rejeição, patinho feio, né? Todo mundo achando que ele era um patinho feio e ele é na verdade um cise muito mais bonito que os outros os outros patos, né? Então, a ele se sente, ela se sente diminuída e abandonada, gerando carência emocional. Aí nós entramos no módulo três, que é a criança ferida e o karma. Então, a doutrina nos ensina que o sofrimento tem propósito de nos fazer evoluir. E as feridas que a gente carrega não são punições, são oportunidades de crescimento. Então, essa nossa criança ferida interior, ela é o espelho de débitos cármicos, situações não resolvidas que o espírito escolheu rezaminar nessa existência para progredir. E o evangelho nos diz que bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados. O sofrimento consciente, aceito como humildade, transforma-se em alavanca de elevação espiritual. E a irmã Sheila também nos diz alguma coisa interessante. Ela diz que nenhuma dor é inútil quando entregue ao amor de Deus. O que dói em nós é o que ainda precisa ser trabalhado com a luz do perdão, não é bom? E para isso o a criança ela usa máscaras, né? Ah, e ela para se proteger da dor. Então ela cria mecanismos de defesa que são padrões de comportamento que funcionam como escudos emocionais. E com o tempo essas essas máscaras se transformam como parte da personalidade dela, o que vai dificultar o autoconhecimento e a cura. Então, ela [limpando a garganta] cria uma série de máscaras, né? O controlador que precisa controlar tudo ao redor para não senti-lo causa interior. O
o que vai dificultar o autoconhecimento e a cura. Então, ela [limpando a garganta] cria uma série de máscaras, né? O controlador que precisa controlar tudo ao redor para não senti-lo causa interior. O complacente que cede tudo para ser aceito, nunca diz não por medo de rejeição. Ele fica mendigando a afeto, né? Perfeccionista busca perfeição para provar que merece amor e reconhecimento. E o isolado que evita relacionamentos para não sofrer novamente com o abandono. Então, nós temos um eu real e um eu artificial gerado por essa máscara. Veja que essa máscara não é um fingimento, é algo que acontece de forma inconsciente. Então, o que que é a máscara? é o eu artificial que procura a legitimização. Bom, módulo cinco, como a ferida fala. Então, a criança interior ferida, ela não permanece em silêncio, ela se manifesta como nos comportamentos adultos, em reações desproporcionais, nos gatilhos emocionais, em padrões repetitivos de relacionamento. Então, quando a gente aprende a reconhecer essas vozes, isso ajuda muito na nossa cura. Então, às vezes a gente tem reações emocionais exageradas, às vezes a gente tem padrões repetitivos, tem uma autocrítica destrutiva, né, e tem uma dificuldade de receber amor. Então, nós temos aí, por exemplo, o abandono, uma criança que não teve afeto físico, ficou sem conexão emocional e segurança, então ela aprende a não confiar na permanência desses, né, na idade adulta. A rejeição, patinho feio, nós já falamos, né, ele se sente diminuída e abandonada, gerando carência emocional. Compulsão tende a compensar as pendências e dores intrínsecas. mediante comportamentos completamente disfuncionais. A tristeza, onde o choro manifesta o que acontece na alma, às vezes com interferência espiritual. A raiva é um sentimento de protesto, de segurança, de timidez ou de frustração, mas é, na verdade, uma resposta a situações que ameaçam o ego. Já o medo é um sentimento de insegurança que o corpo apresenta em situações de perigo ou ameaça, que é considerado uma
ou de frustração, mas é, na verdade, uma resposta a situações que ameaçam o ego. Já o medo é um sentimento de insegurança que o corpo apresenta em situações de perigo ou ameaça, que é considerado uma adaptação evolutiva. O medo em si não é ruim. O problema é que você não pode viver a vida toda com medo. Se você não tivesse medo, você atravessaria a rua sem olhar, né? Então, o medo tem uma um lado bom, mas você não pode viver completamente com medo, senão você fica imobilizado. Então, o medo é uma resposta natural e necessária paraa sobrevivência humana, mas pode tornar debilitante quando domina a vida. A confiança comprometida. Então tem um sintoma. A criança passou a se sentir instável, afetando seu alto valor. Qual é a causa? Se eu não confio nos meus pais, o mundo parecerá hostil e inseguro. Então, há uma ruptura de confiabilidade. Exemplo, uma palavra empenhada que não foi cumprida, né? E aí ela usa como estratégia o super controle vigiando quem se aproxima dela. Uma crença mágica, né? a uma moça que acha que vai casar com um príncipe encantado, perfeito, lindo, maravilhoso, que vai amar ela profundamente, vai atender todas as necessidades dela e quando ela vê a realidade não é bem assim, né? Outros acham que vão encontrar uma lâmpada mágica que vão transformar o seu destino. Então são crenças mágicas que não funcionam. Então, é preciso que a gente faça um diagnóstico espiritual da dor. E a doutrina oferece uma visão ampliada do sofrimento. A dor não é aleatória, ela tem uma causa, um significado e uma finalidade de evolução. Então, compreender esse diagnóstico nos liberta da vitimização e nos convida a nós termos responsabilidade sobre as nossas vidas. O, a Joana de Angeles, né, ela criou a psicologia transpessoal, que considera as vidas anteriores. E ela diz: "O espírito que sofre é o espírito que ainda não compreendeu a grandeza do amor divino que o envolve". Então, causas espirituais, débitos cármicos, acordos eh préarnacionais, padrões perespirituais mal resolvidos,
ue sofre é o espírito que ainda não compreendeu a grandeza do amor divino que o envolve". Então, causas espirituais, débitos cármicos, acordos eh préarnacionais, padrões perespirituais mal resolvidos, causas emocionais, traumas da infância atual, ambiente familiar e relacionamentos afetivos desestruturados. E o caminho para cura, autoconhecimento, oração, terapia espiritual e amor como medicina da alma. Só que quando a gente busca o autoconhecimento, nós vamos esbarrar na nossa sombra e nós fugimos disso igual o diabo da cruz. Mas só a gente iluminando o que tá escuro é que vai fazer a gente evoluir. Então é preciso um encontro consigo mesmo. Conversar com o espelho às vezes é uma técnica muito interessante, né? Eh, o perdão como medicina da alma. Então, o perdão ele não é um ato de fraqueza, ele é um instrumento poderoso paraa libertação interior. Então, perdoar é desvincular a nossa energia espiritual da dor do passado, não para absolver o outro, mas para libertar a nós mesmos. E Jesus é o modelo supremo desse maravilhoso ensinamento. Então Jesus ensinou: "Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam". O perdão é a prática máxima do amor evangélico. E a Joana de Angeles também sobre o perdão, ela diz o seguinte: "Perdoar é libertar-se das algemas que prendem o teu espírito ao passado. Não se perdoa por obrigação, mas por amor a si mesmo e a Deus. O perdão é um ato de higiene espiritual. Bom, e aí existe algumas coisas interessantes. Normalmente a gente costuma invalidar as pessoas, principalmente na área afetiva. Então, é preciso que nós entendamos que a opinião do outro sobre nós é um problema do outro e não nosso, né? Então, se você tem um filho e o filho fez um desenho horroroso, não chega para ele, diz: "Nossa, que desenho feio", né? Você ajuda ele a melhorar, mas sempre trabalhando a autoestima, sempre validando ele. Aceitação. Eu tenho defeitos, mas quem diz que eu preciso ser perfeito? Nutrição psicológica. Eu me basto.
o", né? Você ajuda ele a melhorar, mas sempre trabalhando a autoestima, sempre validando ele. Aceitação. Eu tenho defeitos, mas quem diz que eu preciso ser perfeito? Nutrição psicológica. Eu me basto. Bom, aí a gente entra no módulo da reeducação emocional, espiritual. Curar a criança interior exige reeducação, aprender novas formas de sentir e reagir, de se relacionar. A doutrina oferece ferramentas concretas para esse processo. Então, nós temos oração e meditação, estudo doutrinário, o serviço ao próximo, né, o acompanhamento terapêutico, tudo isso aí ajuda bastante. Bom, mas nós construímos crenças, que são pensamentos ou opinião que nós eh aceitamos como verdadeiros. Então, crença positiva, eu sou capaz, ou negativa, eu não sou bom suficiente, por exemplo. Então, a todo momento nós temos pensamentos positivos e negativos. Então, você pensar bem de você mesmo é algo muito bacana. Só que essas crenças têm impacto nas nossas vidas. Elas influenciam as nossas emoções e comportamentos, afetam as nossas relações e sucesso e podem limitar ou empoderar o nosso potencial. Então, existem crenças limitantes, por exemplo, crenças de incapacidade, de medo, de falta de controle, não é? E muitas vezes essas crenças são completamente incoerentes com a nossa capacidade. Eu tenho um amigo que ele fez um concurso, eram cinco provas, eram quatro eliminatórias e uma classificatória. Ele foi brilhante nas quatro primeiras. Na última, ele simplesmente faltou no dor de barriga. Na verdade, inconscientemente ele não se achava merecedor daquilo, entende? O problema não foi falta de capacidade e ele podia tirar zero naquela prova que ele tava aprovado, mas não podia faltar. Ele faltou, aí perdeu a vaga. Crença limitadora. Olha só, o cavalo ele é sempre amarrado num objeto pesado. Depois que ele assume que ele não consegue sair daquele daquela rédia, né? Se você amarrar numa cadeirazinha de plástico vagabunda, ele entende que a cadeira consegue prender ele lá. Então, é preciso que a gente
ele assume que ele não consegue sair daquele daquela rédia, né? Se você amarrar numa cadeirazinha de plástico vagabunda, ele entende que a cadeira consegue prender ele lá. Então, é preciso que a gente redefina as nossas crianças. E aí tem o poder da ação. Você é o único responsável pela vida que tem levado. Se você continuar a fazer o que vem fazendo, você vai continuar obtendo o que você sempre vem obtendo. Então, nós temos o objetivo, a ação e a escolha, né? Ou melhor, o objetivo, a escolha e a ação. Quando você integra os três, você tem uma decisão saudável. Então, liberte a grandeza que tá dentro de você. O sucesso mora fora da zona de conforto. Bom, para ter uma vida plena, você percebe que a educação só tem sentido se for para florescer o amor e a bondade, diz o filósofo Krishna Murti. Quais são as lutas que valem a pena ser vividas? Essa é uma decisão que todos nós precisamos tomar, né? Então, precisamos acordar para uma vida que é abundante em tudo. Mas para isso, nós temos que crer, que crer nessa abundância. E lembrando que a boca fala do que tá cheio o coração, não é? Então, cuidado que às vezes a gente põe para fora coisas horrorosas que estão no nosso coração. Bom, então temos as crenças limitadoras, né, e as crenças libertadoras. Nós temos pensamentos que geram uma autoimagem que geram uma forma de agir. Então, nós precisamos ressignificar esses pensamentos para que nós possamos fugir dessas crenças. Então, como é que você reprograma crença? Você identifica as crenças que são limitantes, você desafia e questiona essa crença. Pô, será que eu sou burro mesmo? Por que que eu sou burro? Eu tenho tanta inteligência e tanta coisa. Eu acho que essa essa visão tá errada. Aí você substitui por crença positivas e empoderadoras. E aí é só praticar e reforçar as novas crenças. espiritualidade e libertação das crenças, né? No capítulo sexto do Evangelho, amar o próximo como a si mesmo é a grande dica, porque nós temos um homem velho que tá sempre eh com a criança interior, inviabilizando o
e libertação das crenças, né? No capítulo sexto do Evangelho, amar o próximo como a si mesmo é a grande dica, porque nós temos um homem velho que tá sempre eh com a criança interior, inviabilizando o adulto de se colocar no mundo, né? Então, a crença libertadora é muito interessante, porque muitas vezes a gente raciocina com a crença limitadora e tendo todas as condições da gente se libertar. Então, a libertadora dá força e poder pra gente reproduzir mudanças na vida, refletindo na fisionomia e nas atitudes das pessoas. Muito bem. Mas como é que a gente integra a criança interior? Então, integrar a criança interior não significa eliminar a dor ou fingir que ela nunca existiu. O que você tem que fazer é acolhê-la com compaixão, reconhecer as suas necessidades, né, a necessidade dessa criança interior, dar-lhe voz que ela nunca teve e incluí-la na jornada de crescimento espiritual. é um processo de amor próprio, profundo e consciente. Para isso é preciso que a gente reconheça essa criança ferida interior, que a gente a acolha, né? É preciso um diálogo interior com ela e é preciso que a gente integre, né? Porque unir o adulto e a criança interior deve ser feito num só ser, né? livre e amoroso. Então, a grande dica é: acolha a sua criança interior. Eu te protegerei desse mundo desumano. Gente, deixa eu fazer um exerciciozinho com vocês. Eu vou contar até três e vou dizer já. Quando eu falar já, eu quero que todo mundo diga assim: "Eu tenho valor". OK? Eh, vamos falar em voz alta, mas sem berrar demais para não atrapalhar aí as reuniões mediúnicas, OK? Então no já tá 1 2 3 eu tenho valor. Bom, como vocês sabem, nós estamos saindo do momento de provas e expiações e vamos em breve entrar na era da regeneração. Então é uma oportunidade de ouro pra gente decolar espiritualmente. Só que veja só, na hora que entrar a regeneração para valer, nós vamos passar por um vestibular. Hoje existem três tipos de espíritos no planeta. os que eh o fazem o bem no limite das suas forças
nte. Só que veja só, na hora que entrar a regeneração para valer, nós vamos passar por um vestibular. Hoje existem três tipos de espíritos no planeta. os que eh o fazem o bem no limite das suas forças e esses vão poder reencarnar na regeneração. Tem algumas alguns espíritos que fazem o mal, mas eles não fazem o mal por maldade, eles fazem o mal simplesmente por desconhecimento, por ignorância. Esses também serão permitidos renascer na regeneração. Mas tem aqueles que fazem o mal e sentem prazer de de fazer o mal. Não é? Então você imagina alguém torturando o outro, por exemplo, e a pessoa rindo da da do sofrimento que essa tortura tá impingindo no outro, né? O terrorista, eh, o o pessoas que têm prazer de ver o sofrimento do outro, né? O a psicopatas, eh, feminicidas, né? Então, esses daí eles não vão poder renascer na regeneração, mas a espiritualidade divina não os abandonará. Eles irão para um planeta pior do que a Terra, onde o sofrimento vai acelerar o o a evolução deles. Então, repara, aqui nós temos o encarnado, aqui nós temos uma pulção de mentores de branco e uma pulção de obsessores escuros. Aqui não é cor de pele não, tá gente? Essa esse esse escuro aí significa ausência de luz. Só que eu decido pelo lado bom e ético da luz. Quem decide é o encarnado. Então, é preciso que a gente passe a limpo, a gente pegar aquela criança ferida interior e transformar essa criança numa criança maravilha, né, que é uma uma criança que pode se realizar. Bom, o módulo 10, o amor prática como prática espiritual. Então, é [limpando a garganta] preciso que a gente entenda que amar-se a si mesmo não é vaidade, é uma obrigação sagrada. Como darás ao próximo o que não tens para ti? Não é? Isso é uma frase da irmã Sheila. Então, é preciso autocompaixão, autocuidado e autoaceitação. Então, cuidado com desamor, né? cuidado pra gente acolher realmente a nossa criança interior. E aí nós estamos aptos a chegar no último módulo que é o do renascimento interior, que é possível porque após o
, cuidado com desamor, né? cuidado pra gente acolher realmente a nossa criança interior. E aí nós estamos aptos a chegar no último módulo que é o do renascimento interior, que é possível porque após o autoconhecimento, o perdão e a integração, o espírito vai ter uma renovação, uma nova forma de estar no mundo, de se relacionar, de compreender a própria existência. Jesus chamou tudo isso de nascer de novo. Então, em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino dos céus. O renascimento espiritual é a meta da nossa jornada interior. O Divaldo, ele sempre falava o seguinte: "O que eu tenho, eu deixo quando eu chego no plano espiritual, mas o que eu sou eu levo." Então é uma dicotomia entre a essência e a aparência. Você não leva status, você não leva conta bancária, você não leva carro, você não leva celular, mas você leva os valores que você agasalhou no coração. Então, sinais do do renascimento, leveza e paz que substitu ansiedade crônica, relacionamentos mais saudáveis e amorosos, capacidade de sentir alegria genuína no cotidiano, gratidão como postura permanente diante da vida. E aí a gente gosta sempre de lembrar a cultura do afeto. A nossa doutrina e a ideia de que nós somos responsáveis por nós mesmos nos possibilita a ideia do adocicamento interior, que é uma questão fundamental para quem quer renascer na regeneração. Eh, atuar como em família, né? Se eu chamo Deus de pai, eu preciso chamar o outro de irmão. A validação afetiva que nós falamos, o a comunicação não violenta, onde eu eu me dirijo com firmeza e brandura, eu posso ser 100% firme e 100% brando ao mesmo tempo. Eh, as cinco linguagens do amor, né, e são bestseller. E esse livro ele diz o seguinte: "Você tem cinco linguagens do amor, palavras bonitas: "Eu te amo, eu preciso de você". Por exemplo, né? Você tem o tempo de qualidade, se você só tem 10 minutos para ficar com teu filho, fica só os 10 minutos. Mas aqueles 10 minutos tem que ser 100% para ele. Então você não vale
você". Por exemplo, né? Você tem o tempo de qualidade, se você só tem 10 minutos para ficar com teu filho, fica só os 10 minutos. Mas aqueles 10 minutos tem que ser 100% para ele. Então você não vale você se distrair com com telejornal, com com celular, com bate-papo. Aqueles 10 minutos são dele. Então você dá um tempo de qualidade para ele. O terceiro é o servir. Todo mundo gosta de ser servido e todo mundo precisa servir, não é? Então, quando você serve, você tá na cultura do afeto. O toque de pele é um quem já visitou um orfanato sabe quanto que aquelas crianças precisam do toque de pele porque elas não têm abraço, né? E finalmente presentes afetivos, né? Um uma um uma flor, uma caixa de bombom, um cartão postal dizendo: "Eu te amo, tô com saudade de você". Tudo isso aí tem muito valor nessas cinco linguagens do amor. A lógica da abundância, a gente acreditar que nós temos, nós vivemos no mundo abundante e que essas aberrações que a gente vê aí, essa desigualdade de renda, essa pobreza que nós temos, tudo, tudo isso aí é por uma crença infeliz, é uma crença de o o o da falta, né? E finalmente a ideia do não julgar. Porque a gente [limpando a garganta] não deve julgar os outros por algumas razões. A primeira é que quando eu julgo, eu me coloco numa posição superior à pessoa que eu tô julgando. A segunda é que eu não passei pelas experiências que o o o aquela pessoa passou. E se eu tivesse passado por elas, talvez eu estivesse pior do que eu estou hoje. E finalmente a ideia de que, como vocês sabem, nós seríamos julgados por um tribunal muito severo quando nós chegarmos no plano espiritual. Nome desse tribunal, consciência. Isso me coloca numa posição muito desfavorável, porque eu deixo de ser réu e assumo simultaneamente a ideia de réu e a posição de réu e juiz. Quando eu sou o réu, eu posso chegar pro pro juiz dizer: "Ó, juiz, eu parei o carro sim lá na vaga de deficiente, eu não sendo deficiente, mas foi por causa de uma necessidade extrema, não é? Só que quando você é o juiz, você vai
chegar pro pro juiz dizer: "Ó, juiz, eu parei o carro sim lá na vaga de deficiente, eu não sendo deficiente, mas foi por causa de uma necessidade extrema, não é? Só que quando você é o juiz, você vai chegar e vai dizer: "Não, não foi necessidade extrema, não foi vagabundade mesmo, porque você poderia ter parado a 500 m e ter vindo à peça, não tinha aquela pressa toda, não é?" Então, o cuidado que pessoas que são habituadas a julgar o outro vão julgar a si com muito mais severidade, não é? Então, pra gente merecer o planeta de regeneração, é preciso que nós acolhemos a nossa criança interior, nossa criança interna ferida. Eu gosto muito dessa figura, porque quando a gente tem essa criança ferida interior, agindo de forma muito forte, a gente deixa de sonhar. Então, olhe para essa imagem e ponha o sonho que você tem. e veja se você não pode realmente realizá-lo, né? E sabe por quê? Porque você tá construindo uma obra prima e essa obra prima é simplesmente você. Bom, e aqui eu queria deixar uma reflexão final da irmã Sheila. Ela diz o seguinte: "Todo cristão que seja reto e verdadeiro deve amar a Deus primeiro e depois a seu irmão e no serviço deve ser humilde e nobre, dando ao rico e dando ao pobre o seu afeto e a sua mão, né? Eu gosto muito da irmã Sheila, sabe? E aqui nós temos esse convite de Jesus nos chamando a nós acelerarmos a nossa evolução para que nós possamos merecer renascer na próxima na no no planeta de regeneração, né? pela previsão do do Emânel e daquele livro Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho. Pode a a espiritualidade prever isso para 2057, 200 anos depois da chegada da doutrina aqui no planeta, né? Veja que planejamentos espirituais, a espiritualidade pode simplesmente chegar e dizer assim: "Não, vamos retardar isso 100 anos, né? Não é, não, não, não tô dizendo que existe uma data limite, não é isso, mas é bom a gente botar as barbas de molho, porque existe uma probabilidade de, talvez, na nossa próxima reencarnação nós já termos que passar por um vestibular para ver se a
data limite, não é isso, mas é bom a gente botar as barbas de molho, porque existe uma probabilidade de, talvez, na nossa próxima reencarnação nós já termos que passar por um vestibular para ver se a gente vai para esse planeta de regeneração ou não. Meus queridos, eu agradeço demais a atenção de vocês e aqui eu trago dois espíritos que me influenciam muito. é a Joana de Angeles, né? Eu como psicólogo a através da coleção psicológica da Joana de Angeles e um espírito muito ligado ao meu coração, que é a irmã Sheila, né? Um espírito extremamente doce e que foi aquela samaritana que deu água para Jesus, não é? Então eu agradeço de coração a atenção de vocês e devolvo a palavra pro nosso querido Roberto. Muito obrigado. >> Agradecemos ao nosso irmão Luiz Horta por esta variedade de informações em que ele trouxe-nos. e que a doutrina espírita ela nos coloca de uma maneira bem interessante essa necessidade da compreensão do nosso lado emocional. Lembro o que eu costumo dizer aqui, que essas palestras nossas ficam à disposição no YouTube pelo próprio canal da comunhão espírita. E como preparação final aqui para o nosso passe, sem nos alongarmos, eu convido a todos para que façamos em conjunto a oração que Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentações e livrai-nos do mal. Assim seja. Que a paz de Jesus acompanha a todos nós até nossos lares e lá possamos distribuí-la aqueles com quem convivemos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor
ísica, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila [música] e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a
familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso [música] de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.
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