INSTRUMENTOS DE PAZ - Jefferson Bellomo [ESPIRITISMO EM DIÁLOGO]
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A perfeição [música] aqui. Eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz. Buscando a ti, [música] [música] buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos aqui à nossa comunhão espírita, esse momento em que fazemos reflexões e compartilhamos ideias sobre o evangelho de Jesus, a luz da doutrina espírita e toda essa doutrina que nos ensina tanto na nossa vida, né? Hoje compartilhamos e a segunda sexta-feira do mês é sempre um dia especial porque é o nosso programa Espiritismo em Diálogo, que traz vários temas da doutrina em perspectiva. Então são reflexões bastante estudadas, bastante profundas sobre o tema. Já foi feito sobre os 10 mandamentos, já foi feito sobre os sete pecados capitais, que acabaram virando mais de sete, né? porque trouxemos outros aqui. E vamos começar uma nova sequência que é sobre a oração de São Francisco. Então, a partir de hoje, a cada sexta-feira, será estudado um verso da oração de São Francisco. E eu quero lembrar que aqueles que têm interesse em conhecer um pouco mais sobre os 10 mandamentos, sobre os sete pecados capitais e outros temas de estudo, todas as palestras do espiritismo em diálogo estão no canal do YouTube e vale a pena assistir todas elas, seja pausado, seja como uma série também que vale muito a pena maratonar. Então não percam a oportunidade. Mas falando aqui da nossa oração, hoje começamos, né, com o primeiro verso, que é Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Então o tema de hoje é instrumentos para paz. E é sobre isso que o nosso Jeferson, nosso professor Jeferson, vai nos falar, trazendo estudos e reflexões, que é como ele sempre faz conosco, né? traz reflexões que nos levam a pensar, a meditar e que fazem da nossa sexta-feira um momento de de reflexão maior, né? Eu sempre saio daqui muito pensativa e tenho certeza que hoje também. Então, para começar, eu vou ler uma mensagem do
r, a meditar e que fazem da nossa sexta-feira um momento de de reflexão maior, né? Eu sempre saio daqui muito pensativa e tenho certeza que hoje também. Então, para começar, eu vou ler uma mensagem do livro Receitas para a Alma, pelo espírito de irmãs do Fô, confie no bem. E aí parte de uma frase de Mateus, eh, de Jesus em Mateus. Se os teus olhos forem bons, todo teu corpo terá luz. E diz irmãs do Fô, não amontoe mais sofrimento, permitindo-se a fixação nas faixas pessimistas. Há comentári os chavões da rotina que funcionam como códigos de destruição e ruína para suas aspirações superiores. Aprenda a analisar os focos promissores de tudo e de todos. Se você não consegue essa nobre semeadura nas verbalizações, preserve sua paz interior no silêncio, defendendo-se das pragas magnéticas disseminadas por toda parte. Assuma consigo mesmo o compromisso de elevação pela postura vigilante e pelo pensamento alinhado com o bem. Ore quando você oscilar no seu equilíbrio. Otimismo é a aura de saúde e da alegria para os acontecimentos de todo instante. Confie no bem. E com isso em mente, elevemos o nosso pensamento a Deus, nosso Pai, a Jesus, nosso mestre, aos nossos amigos espirituais, pedindo que estejamos alinhados com o bem, com o amor, com tudo o que existe de bom e de belo no universo. Agradeçamos por todos os presentes que recebemos, por todas as belezas que se mostram a nós na natureza, por todos os encontros que temos nessa vida, que acrescentam luz, acrescentam amor, acrescentam esperança à nossa vida. também aqueles que ainda nos preocupam, ainda nos entristecem, mas que são parte do nosso caminho e que certamente nos conduzirão também ao melhor. Pedimos aos nossos mentores que estejam ao nosso lado, a Bezerra de Menezes, o mentor da nossa casa, que é o nosso médico, que cuida de nós, dos nossos corações, das nossas almas. E hoje pedimos também a Francisco de Assis que nos inspire, que nos mostre o caminho do bem. Ele que exemplificou também a vivência do evangelho, que queria
nós, dos nossos corações, das nossas almas. E hoje pedimos também a Francisco de Assis que nos inspire, que nos mostre o caminho do bem. Ele que exemplificou também a vivência do evangelho, que queria apenas e tão somente viver o evangelho na sua pureza, que nos ensine também a ver com pureza e a agir com confiança nesse caminho que nos conduzirá até o Cristo. Que assim seja. Sem mais delongas, passo a palavra ao nosso professor Jeferson Belombo, que hoje vai nos falar sobre instrumentos para paz, inaugurando essa série de reflexões sobre a oração de São Francisco. >> Boa noite. Bom, como a gente já entendeu, né, nós estamos começando uma nova série de reflexões e agora as reflexões eh vai a gente vai pensar, vai amadurecer sobre a chamada oração de São Francisco. E para início, né, dessa reflexão, a surpresa pra maioria das pessoas é que a oração de São Francisco não é de São Francisco. A oração de São Francisco é do começo do século XX. A primeira vez que ela aparece numa revista na França eh em 1912 e ela é publicada em 1916 em Roma. De um lado da oração, da folha tem a oração e as pessoas conheciam como oração da paz. Do outro lado da folha havia a imagem de São Francisco. Então, as pessoas em Roma assimilaram aquela oração como oração de São Francisco. E ela se tornou popular no mundo inteiro porque em 1900 também 1916 ela foi publicada pela revista oficial do Vaticano, o Observatório Romano. E a partir dali ela foi traduzida para vários idiomas, várias ordens religiosas adotaram, né, nos seus eh nos seus ofícios essa oração e ela ficou popularmente conhecida como oração de São Francisco. E aí a gente tem que botar dentro de um contexto. 1912 já havia um movimento de um movimento armamentista em toda a Europa. A tempestade da Primeira Guerra já estava apontando no horizonte. Em 1916 estava exatamente no grande calor da Primeira Guerra Mundial, onde aqueles jovens estavam se matando com novos armamentos que até então não existiam. É a primeira vez que se usa numa guerra eh
Em 1916 estava exatamente no grande calor da Primeira Guerra Mundial, onde aqueles jovens estavam se matando com novos armamentos que até então não existiam. É a primeira vez que se usa numa guerra eh armas de destruição e massa mesmo, né, como metralhadora, como aviões, submarinos. Não, não tinha isso antes. E em 1916, quando se publica essa oração pela paz, as pessoas estão precisando de paz. E uma das histórias que eu acho mais comovente em relação a essa oração é que ela foi achada no bolso de no cadáver de um soldado numa das trincheiras da Primeira Guerra Mundial. E eram muito jovens, era entre 18, a média de idade era entre 18 e 22 anos. E a expectativa de vida era muito baixa para esses jovens na Trincheira. E ao contrário do que nós possamos pensar, a maioria desses jovens não morria propriamente na batalha. Eles morriam de doença, de infecção. Eles morriam das péssimas condições das trincheiras. para que a gente possa entender um pouquinho melhor o que representa essa oração no na no bolso de uma farda de um jovem desse, soldado, né, de um dos exércitos. Esses jovens eles tinham que cavar valas e valas usadas para finalidades militares. O nome que se dá é trincheira. E eles quando andavam nessas trincheiras em período de chuva, eles afundavam normalmente até o joelho. Não tinha lugar especial para fazer as necessidades, porque quando chovia, as fças elas inundavam e traziam todos os dejetos para onde as pessoas estavam. Eles ficavam em constante bombardeio e tiros do exército inimigo. Tinha ratos andando nas nas trincheiras que eram de tamanho de gatos. E os cadáveres eles não tinham como tirar do local. Então, muitas vezes eles estavam comendo, dormindo, indo à batalha com os cadáveres dos colegas em decomposição perto deles. Eh, a umidade nas botas fazia com que eles tivessem o chamado pé de trincheira, que era um fungo que tomava conta do pé, que muitas vezes gerava amputação. Além disso, tinha a questão dos gases, né? o gás cloro, o gás mostarda, que era
ue eles tivessem o chamado pé de trincheira, que era um fungo que tomava conta do pé, que muitas vezes gerava amputação. Além disso, tinha a questão dos gases, né? o gás cloro, o gás mostarda, que era o tempo todo a tensão de estar envenenado. Então, nessas condições de clima, né, a bebida, a água, ela chegava em galões de gasolina, galões vazios de gasolina. Então, o gosto da água era gosto de combustível. Imagine um soldado nessas condições, provavelmente lendo, porque foi no cadáver dele que se achou, a oração pela paz. Senhor, fazei-me de mim um instrumento da vossa paz. Porque é muito fácil a gente num centro religioso como é a comunhão espírita de Brasília, nós fazermos essa oração. Ar- condicionado, ventilador, banco, tranquilidade. Não estamos sobre nenhum tipo de estress, mas esse jovem não. Esse jovem tava entre a vida e a morte todos os dias da vida dele. Em algum momento ele parava para falar: "Senhor, fazei-me de mim um instrumento da vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensas, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a união. Pensem em alemães, ingleses, italianos, franceses, belgas e um profundo ódio uns pelos outros. A questão da raça muito forte, a questão racial, ela só vai diminuir após a Segunda Guerra Mundial por conta dos campos de concentração. Até então, você falar em raça era a coisa mais comum do mundo. as pessoas se dividiam por grupos, seja grupos étnicos, eh grupos eh de grupos de pátrios, né, nacionais, grupos religiosos, o que fosse. E normalmente um grupo enxergava o outro grupo como um inimigo a ser vencido. Então, quando eu penso nessa situação, eu penso na beleza de alguém olhando para essa oração numa trincheira, no meio de bombardeio, no meio de metralhadora e orando para que fosse um agente da paz. É fácil a gente ser tranquilo, né? Eu costumo dizer que é muito fácil você ser educado quando só tem você na fila e chega uma pessoa com algum tipo de prioridade, um idoso, uma pessoa com necessidades
É fácil a gente ser tranquilo, né? Eu costumo dizer que é muito fácil você ser educado quando só tem você na fila e chega uma pessoa com algum tipo de prioridade, um idoso, uma pessoa com necessidades especiais, uma grávida. Só tem você e vem a grávida. É muito fácil ser educado, é muito fácil ser bonzinho. Difícil quando você é o 15º da fila e na sua vez chega grávida, na sua vez chega o idoso. Aí é que você vai mostrar que realmente você tem educação. Aí realmente você vai mostrar que você tem paciência. Paciência. O conhecimento da paz, o domínio da paz. Porque ter paciência quando nada nos incomoda, ter paciência quando nada nos agride, ter paciência quando nada nos provoca, não parece que tem grande mérito nisso. A paz ciência, ela, a ciência de ter paz, ela é atestada para que ela possa ser aferida. E é interessante porque como espírita, nós espíritas entendemos que a Terra é um planeta para espíritos na condição de provas e expiações de uma grande escola chamada universo. A sala de aula chamada planeta Terra é destinada para os alunos nessa condição de provas e expiações. E quem são os espíritos na condição de provas e expiações? Pessoas perturbadas. Porque quem não é perturbado não tá mais em prova e expiação. Não tem nada para ser provado, não tem nada para ser espiado. Tanto que o a próxima sala é a regeneração, onde não é que as pessoas sejam maravilhosas, perfeitas, santas, mas são pessoas que se caracterizam pela busca do bem, se caracterizam pela busca do fazer o correto. Não vão conseguir todas as vezes, mas sempre vão ter isso em mente. Sempre vão ter isso como alvo, como meta. Fazer o bem, não fazer o mal. Tentar tirar de mim a melhor versão de mim mesmo. É a próxima sala de aula. são a sala de aula do mundo de regeneração. Porque no mundo de regeneração, a maioria dos alunos que ali estão são alunos que querem se regenerar ou alunos que já estão regenerados. Não é ainda o nosso caso. O nosso caso é de alunos em provas e expiações. Não são pessoas regeneradas, são pessoas
que ali estão são alunos que querem se regenerar ou alunos que já estão regenerados. Não é ainda o nosso caso. O nosso caso é de alunos em provas e expiações. Não são pessoas regeneradas, são pessoas perturbadas. Manter paz no planeta de provas e regeneração, onde todo mundo quer ser bom, todo mundo pede desculpa, com licença, dar bom dia, é fácil. Bom é provar que a gente tem paciência, que a gente realmente é instrumento da paz num planeta de gente perturbada como o nosso. E para mim isso foi uma virada de chave. É mais fácil de entender o relacionamento com as pessoas quando eu sei que eu também sou uma pessoa que estou tentando procurar o equilíbrio. E os demais com quem eu convivo também são pessoas que estão procurando o seu equilíbrio, porque somos seres carentes de Deus, somos seres carentes de uma moral superior. Por isso que a gente quer o bem, mas tropeça nas nossas próprias nas nossas próprias pernas. É como aquela figura do centauro, do signo de Sagitário, da metade para cima, um homem apontando a sua flecha para o céu, da metade para baixo, um cavalo com as patas enfiadas na lama. são as pessoas do planeta de provas e expiações. E vejam como é interessante, a paz para a maioria das pessoas é sinônimo de ausência de conflito. Qual é a definição que nós vamos dar de paz? Bom, paz é quando eu não tenho guerra, paz é quando eu não tô brigando, paz é quando eu não tô tendo conflito. Aí eu tô em paz. Mas quando nós pegamos o radical da nossa palavra em português paz, ela de origem, a etimologia de origem latina, pax. Pax não é ausência de guerra, não é ausência de confusão. Pax é coordenação com o outro, é eu estar junto do outro para fazer alguma coisa que seja bom para os dois. A ideia do romano, da pax não é eu ficar em berço esplêndido, quietinho, esperando que se ninguém me notar, ninguém me agride. Tá de boa. A ideia não é essa. A ideia, por exemplo, né, nós estamos tendo uma guerra Rússia e Ucrânia, uma disputa Irã e Israel. A pax não é o que a gente tá vendo.
nguém me notar, ninguém me agride. Tá de boa. A ideia não é essa. A ideia, por exemplo, né, nós estamos tendo uma guerra Rússia e Ucrânia, uma disputa Irã e Israel. A pax não é o que a gente tá vendo. Vamos imaginar agora Israel, Irã, ou Israel e Ramás ou Resbolar. Ninguém joga bomba em ninguém, ninguém joga foguete em ninguém. Eu tô em paz. Para um romano isso não é a paz. Na etimologia da palavra, para um romano, a paz é ucranianos e russos, israelenses e iranianos ou israelenses e o pessoal do Ramás, procurarem juntos. encontrarem uma alternativa coordenada para chegarem a uma finalidade que seja bom para os dois lados. A paz de jeito nenhum é algo passivo. A paz de jeito nenhum é algo omisso. A paz requer esforço. A paz requer trabalho. A paz requer convencimento da parte contrária, daquilo que é bom para ambos. Aí do ponto de vista etimológico, pra gente entender o que é a paz, aí nós estamos falando de paz. É quando não é só eu me calar em relação à agressão do outro, é eu tentar chegar a um ponto comum para eu e o outro termos qualidade no nosso relacionamento. Aí a gente tá em paz. E aí é a ciência da paz, a paciência. Os romanos eram bons de etimologia, mas não eram bons da prática da paz. Existia na época deles a chamada Pax Romana. A Pax Romana, ela começa no reinado de Augusto Otaviano, por volta de 27. Como era a Pax Romana? Os romanos tinham vindo de várias guerras intestinas, né? Guerras civis. onde generais formavam as suas legiões e romanos lutavam contra romanos. Romanos matavam romanos. Augusto, ele conseguiu unificar o império na luta que teve contra o general Marco Antônio, o amante de Cleópatra. Ele, Augusto, consegue unificar Roma e ele muito inteligentemente não se coloca como rei de Roma, mas como príncipes, o primeiro entre os pares, o primeiro entre os cidadãos de Roma. Ele coloca uma única moeda, o denário. Ele constrói mais de 80.000 1000 km de estradas, onde todas essas estradas convergiam para Roma. Com o objetivo de qualquer problema em qualquer província,
Roma. Ele coloca uma única moeda, o denário. Ele constrói mais de 80.000 1000 km de estradas, onde todas essas estradas convergiam para Roma. Com o objetivo de qualquer problema em qualquer província, eu posso mandar as legiões por essas estradas e levar a paz. Daí vem o ditado: Todos os caminhos levam a Roma. Na verdade, todos os caminhos levam as legiões de Roma às províncias. E como funcionava a paz romana? Vamos imaginar que os teutônicos, os germânicos, os gauleses, os eh vândalos oferecessem algum tipo de problema. Os judeus ofereceram muito problema nas duas guerras judaico-romanas, as duas revoltas judaico-romanas, eles levavam a paz romana. Eles chegavam com as suas legiões, com as suas catapultas, chegavam com seus exércitos, seus navios, destruíam tudo, matavam, escravizavam, espolavam as cidades e olhando para pilha de corpos, eles falavam assim: "Pronto, agora está tudo em paz". Essa era a Pax Romana. Por isso que no evangelho de João, quando Jesus fala: "Eu vos dou a minha paz, não a paz que o mundo vos dá, faz todo sentido, porque a paz que o mundo conhecia, e o mundo a gente tem que entender, né, para as pessoas daquela cultura, era o império romano, a bacia do Mediterrâneo. Mediterrâneo esse que os romanos chamavam de mare nostr, nosso mar. Não é mar dos cartagineses, não é mar dos hispânicos, não é mar dos fenícios, é o nosso. Porque nós romanos dominamos o mar, marrom. Então a paz do mundo era a paz romana, a paz de Jesus era outra. E é curioso porque na cultura judaica a gente vê Yahé ou Jeová ou Jahé, o Deus dos exércitos. E se é uma coisa que o Deus dos exércitos não parece ser, era uma entidade pacífica, porque era uma entidade vingativa, era uma entidade que se irava. É isso que nós encontramos no chamado Antigo Testamento, nas Escrituras, né? Judaico, aramaicas. É um Deus que se ira, que se vinga nos bisnetos aquilo que os bisavós fizeram, porque o puno, o pecado dos pais nos filhos até a quarta geração. Mas para nós, né, brasileiros ocidentais, século XX, que coisa
us que se ira, que se vinga nos bisnetos aquilo que os bisavós fizeram, porque o puno, o pecado dos pais nos filhos até a quarta geração. Mas para nós, né, brasileiros ocidentais, século XX, que coisa absurda, que coisa violenta, que coisa desmesurada. Porque eu leio que Deus é amor. Que que é isso? Que que eu tô vendo aqui? Mas a gente tem que entender o símbolo que tá por trás disso. Na simbologia bíblica, até a gente pode até se referir na mitologia contida na Bíblia. A Bíblia é um livro com vários aspectos. Tem livros de poesia, tem livros de história, tem livros míticos, tem livros eh que são verdadeiras peças teatrais, livros dramáticos. Então, ela tem vários conteúdos que a gente pode observar a Bíblia por diversos ângulos. E do ponto de vista mitológico, é muito interessante, como todos os povos da antiguidade, a chamada época de ouro, a era de ouro, onde todo mundo, adivinha? Está em paz com todo mundo. Todo mundo convive bem com todo mundo. Onde a gente encontra isso na Bíblia? No primeiro livro, Gênesis, no país, no Jardim das Delícias ou jardim do Éden, onde a gente não vê, por exemplo, nenhuma história de um leão devorando uma um uma zebra, de um lobo atacando uma ovelha, todos vivem em paz até o casal original cometer uma transgressão. que é desobedecer a Deus e provar do fruto da árvore do conhecimento. E a desobediência, ela gera uma cisão da relação entre a criatura e o criador, onde não há mais a relação de confiança. Se não há relação de confiança, você não pode conviver na mesma casa. Então, o casal original, ele é expulso da casa de Deus. Ele é expulso do jardim das Delícias. E ele vem para a terra. E na terra o leão come a zebra. Na terra o lobo devora. O lobo abre as entranhas da ovelha. Na terra tem espinho e você tem que plantar numa terra muitas vezes inóspita para dali sair alguma coisa que você possa comer. Ganharás o teu pão com suor do teu rosto. Já não tem mais aquele local maravilhoso. Há uma ruptura da relação das pessoas com a divindade.
es inóspita para dali sair alguma coisa que você possa comer. Ganharás o teu pão com suor do teu rosto. Já não tem mais aquele local maravilhoso. Há uma ruptura da relação das pessoas com a divindade. Então, quando a divindade ela pune, quando a divindade ela é cruel, quando a divindade é vingativa, existe um recado que é dado ali por quem escreve esses, pelas pessoas que escreveram esses diversos livros da Bíblia. A Bíblia Católica tem mais de 40. Qual é a ideia que tá por trás? Existe um contrato, um pacto com Deus, uma aliança com Deus. Do mesmo jeito que essa aliança foi descumprida no paraíso e acarretou paraa humanidade uma série de coisas ruins. Da mesma forma, agora aqui o nosso povo, que é um povo pequeno, um povo judeu, imaginem esse povo semita, nômade, vivendo 2000 anos antes de Cristo, de país em país, de terra em terra, com embates com outros povos. Para eles agradar a Deus é uma questão de sobrevivência. A fé é a cola social que une essas pessoas. Então, esse pessoal entende, por isso que na literatura bíblica, Deus é um Deus punitivo, Deus é um Deus vingativo. Porque existem regras. E é essas regras, essas regras éticas que garantem a sobrevivência daquele grupo em terras estrangeiras. E toda vez que essas regras elas são descumpridas, as consequências, seja a perda de uma batalha, seja uma peste, seja um vulcão, um maremoto, eles entendem como um castigo divino, porque existe uma relação que é uma relação que está corrompida entre criador e criatura por culpa da criatura. Aí vamos avançar 2000 anos no tempo. Ah, e detalhe, antes de nós avançarmos no tempo, nós temos por que que as pessoas, por que que Caim em algum momento, por inveja de Abel, ele comete o primeiro homicídio porque a natureza espiritual dele estava corrompida pelo pecado. Essa é a explicação teológica. Porque o pecado de Adão e Eva passou para os filhos, passou para sua descendência e passou para a descendência de Caim, passou para a descendência do outro filho sete, que veio depois do assassinado, né, do do
pecado de Adão e Eva passou para os filhos, passou para sua descendência e passou para a descendência de Caim, passou para a descendência do outro filho sete, que veio depois do assassinado, né, do do Abel. E assim vai. Por que que as pessoas têm ciúme? Por que que as pessoas se encolerizam? Por que que as pessoas mentem? Por que que as pessoas se corrompem? Na visão da teologia bíblica, é porque nós rompemos essa relação de criador e criatura. Daí que muitas pessoas interpretam a palavra religião com a ideia de religar. Religar. O por que religar? porque tá desligado. E os cristãos, séculos depois, 20 séculos depois vão interpretar isso. A religação é feita por um Deus que se encarna numa virgem. E aí nós temos uma outra história, uma outra vertente também mítica do ponto de vista histórico, que é o nascimento de uma divindade em forma de homem. Um homem separado de toda a humanidade para fazer a vontade de Deus. Aquele que é separado para uma finalidade dada por uma divindade no mundo judaico era chamado de machia, o escolhido, o ungido. Os machiai e eram muitos escolhidos por Deus para uma missão, via de regra, eram os reis, os profetas e os sacerdotes. O sinal da unção era receber um olho sagrada sagrado sobre a cabeça. Objetos também, por exemplo, mesas, cadeiras, altares, poderiam ser ungidos separados. A palavra hebraica, mas machia, depois aramaica masirra, depois em grego cristós, depois em português, Cristo significa separado, escolhido, ungido. E aí, nessa nova visão teológica, as pessoas encontram a paz com a divindade a partir do momento que elas se ligam a um Deus que se fez homem, porque ele tem as duas naturezas, a natureza divina e a natureza humana. Essa teologia nós já encontramos muito no início do cristianismo, principalmente na carta aos Romanos e nas duas cartas, eh, a carta de Gálatas e as duas cartas aos Coríntios do apóstolo Paulo, onde eles interpretam a morte de Jesus na cruz como derradeiro sacrifício que naquela época todas as religiões
nas duas cartas, eh, a carta de Gálatas e as duas cartas aos Coríntios do apóstolo Paulo, onde eles interpretam a morte de Jesus na cruz como derradeiro sacrifício que naquela época todas as religiões praticavam sacrifícios. E o sacrifício era um animal morre para que aquele animal morrendo os teus pecados fossem perdoados pelo pela morte do bicho. Então era a coisa mais comum, seja no templo de Isis, de Apolo, de Afrodite, eh do do templo de Jerusalém, você comprava um animal, entregava para o sacerdote. O sacerdote levava para uma tábua de pedra chamada altar, cortava jugular desse animal, o sangue espargia no altar e aí o sacerdote falava: "Uma vida por outra, uma alma por outra e aquele sangue limpava os teus pecados". Os cristãos vão interpretar a morte de Jesus como derradeiro sacrifício. Alguém que morre pelos meus pecados e com isso me possibilita a religação com a minha divindade, com a com a divindade. Por isso que a paz, é, isso é do ponto de vista teológico, a paz que Jesus dá para o cristão é aquela paz que todo ser humano perdeu no Éden. Agora o o círculo se fechou novamente. Aquele que aceita Jesus como seu salvador está religado. É bonito, é esperançoso. E por isso que aquelas pessoas não tinham medo de enfrentar o martírio nos circos romanos. E lembrando, né, circo romano não tinha palhaço, elefante, foca, né, carro, eh, carro caindo aos pedaços. Circo romano eram lugares de feras e gladiadores com embates até a morte e execução de prisioneiros e escravos. Isso era um circo romano. As pessoas adoravam ir para o circo aos finais de semana. Também chamado de anfiteatros. Diferente dos teatros, onde eram apresentadas, comédias, os anfiteatros eram essas cenas de selvageria. Por que que aquelas pessoas não tinham medo de serem executadas, às vezes torturadas das formas mais dolorosas possíveis? Exatamente porque elas entendiam. que aceitando Jesus que havia se sacrificado por elas, elas agora naquele momento elas estavam em paz com o seu criador. Mas tirando o aspecto teológico
as possíveis? Exatamente porque elas entendiam. que aceitando Jesus que havia se sacrificado por elas, elas agora naquele momento elas estavam em paz com o seu criador. Mas tirando o aspecto teológico e muito próprio da crença cristã, da teologia cristã, nós temos também a nossa parte genética. Nós somos seres instintivos. A nossa base evolutiva, ela vem de espécies que antecederam a espécie humana. Todas essas espécies, elas são movidas por um instinto que é o instinto de conservação. Esse instinto de conservação, ele me estimula a fazer duas coisas, independente do animal eh do da espécie que eu esteja falando. Numa situação de ameaça, ou eu vou para o enfrentamento ou eu vou fugir. Isso está no cerne da raiz. de todo o comportamento de um ser vivo para se manter vivo nos vertebrados. Isso aí vai estar num centro do cérebro chamado centro límbico. Por exemplo, o crocodilo só tem isso. Ele só tem um centro reptiliano. É estímulo e resposta. Por isso que tem a história do Capitão Gancho, né, do crocodilo, que tem o barulho do tictac de um relógio. Se você botar um relógio que tem um mecanismo daqueles de ficar fazendo barulhinho de tictac, o crocodilo primeiro ele come para depois saber o que que é, porque ele tem esse instinto reptiliano, ele tem esse e ele é o o processo límbico em natura. todo o nosso cérebro em volta do sistema límbico. Mas nós temos uma espécie de grande gerente, de grande administrador no nosso cérebro que só a espécie humana possui, é o córtex pré-frontal. E graças ao córtex pré-frontal que o homo sapiens sapens, ele ao invés de pegar um tacape e bater na cabeça do outro para conseguir as coisas, o córtex pré-frontal permitiu aos dois que usassem o Tacape para caçarem juntos. Naquele livro Homo Sapiens do Yuval Harari, ele fala uma coisa muito interessante. O ser humano, a nossa espécie, ela só conseguiu dominar o planeta porque nós somos capazes de reunir milhões de pessoas num convívio comum, num convívio harmônico. Se você botar 100 chipanzés numa sala,
ser humano, a nossa espécie, ela só conseguiu dominar o planeta porque nós somos capazes de reunir milhões de pessoas num convívio comum, num convívio harmônico. Se você botar 100 chipanzés numa sala, num lugar qualquer, eles começam a se matar uns aos outros. sem gorilas se matam. bonomos, que são chipanzés mais evoluídos, não consegue. Somente o ser humano consegue crescer e multiplicar, se unindo para conseguir as coisas em comum, para construir pontes, para construir cidades, para construir estações espaciais, para fazer hospitais, para fazer escolas. Porque nós, seres humanos, no nosso processo evolutivo, nós desenvolvemos o córtex pré-frontal. Então, em nós, espíritos num planeta de provas e expiações, nós teremos essa tensão, essa disputa dentro da nossa alma entre o meu instinto, sistema límbico e o meu racional, córtex pré-frontal. Isso que nós estamos vendo no cérebro nada mais é do que a manifestação do nosso corpo espiritual através de um processo de milhares de reencarnações. Só que vamos imaginar uma linha evolutiva. Que que o Espiritismo nos fala aqui? Fomos criados por Deus, seres simples e ignorantes. Aqui isso tem mais ou menos 15 milhão e meio de anos. Se a gente pegar o nosso antepassado, o Australoptex, é mais do que isso, mas vamos pegar o australoptex, só pra gente ter uma ideia. 1.400.000 anos aqui. Bom, nós homo sapiens sapiens enquanto espécie, 300.000 1 anos aqui. Bom, nós, seres humanos sedentários, capazes de construir cidades e viver em sociedade, sabendo plantar e colher e passar a escrita, mais ou menos 5.000 anos. Princípio inteligente, simples, ignorante, natura. Quase uma pedra que pensa aqui. Homo sapiens sapiens já vivendo em comunidade. Espírito puro. Aqui nós estamos aqui. E aí eu pergunto para vocês, desse ponto de vista didático, nós estamos mais perto do final ou do início? Aqui é instinto puro, sistema límbico na veia. Aqui amai o vosso próximo, perdoai os vossos inimigos, fazei bem ao que vos fere e caluniam. Aqui nós estamos nessa trajetória aqui.
final ou do início? Aqui é instinto puro, sistema límbico na veia. Aqui amai o vosso próximo, perdoai os vossos inimigos, fazei bem ao que vos fere e caluniam. Aqui nós estamos nessa trajetória aqui. Por isso que aqui é a galera do planeta de provas e expiações. É nós, Queiroz. Por isso que aqui é difícil. Por isso que nós aprendemos uns com os outros. E a gente tem que aprender uns com os outros se quiser, enquanto espécie sobreviver. E vejam, a nossa espécie, ela é muito mais produtiva em viver em comum, em comunidade, do que viver em guerra. Pô, mas para aí, tu não vê televisão, não? Tu não lê jornal, tu não olha o ex-twitter agora, o ex, o x. A gente só vê assassinato, só vê estupro, só vê rebelião, só vê eh fuzil. Você não vê isso? Como é que você pode me dizer que nós estamos mais em paz do que em guerra? Por um motivo muito simples. A gente tá vivo, né? A maior parte da sociedade trabalha, pega o seu ônibus, pega o seu carro, vai para a sua empresa, vai para a sua repartição, cria os seus filhos, os filhos vão pra escola, as pessoas têm uma vida. Porque se fosse selva, a gente não ia ter, por exemplo, em Brasília, Distrito Federal, uma população aproximada de 2 milhões de habitantes. Longe disso. Aliás, a gente não teria sobrevivido a crise dos mísseis cubanos na década de 60. o mundo já teria acabado ali. Muito pelo contrário, a nossa expectativa de vida tem aumentado, o nosso nível acadêmico educacional tem aumentado, os direitos das chamadas minorias têm sido reconhecidos, porque nós estamos evoluindo. Ah, mas a gente já todo mundo virou Madre Teresa de Calcutá? Não, porque a gente ainda tá muito pertinho. Isso aqui é como se fosse um buraco negro. Parece que é um centro de gravidade que nos atrai para antigos erros. E é muito curioso porque os nossos sentimentos, lembra da imagem do centauro apontando para as estrelas com os cascos enfiados na lama. É muito comum a gente tá aqui sendo atraído por aquilo que a gente já conhece, por aquilo que a gente já tem
os, lembra da imagem do centauro apontando para as estrelas com os cascos enfiados na lama. É muito comum a gente tá aqui sendo atraído por aquilo que a gente já conhece, por aquilo que a gente já tem feito. É quase um reflexo condicionado. Para quem os mais antigos vão lembrar da música cantada por Dorival Caime na novela Gabriela. Eu nasci assim, eu cresci assim e você sempre assim, Gabriela. Porque a gente tá pertinho aqui. Mas o nosso raciocínio, ele diz que aqui já não serve mais. Ele diz que aqui não alimenta mais as nossas almas. Eu não me sinto bem em continuar pegando o tacap para sentar na cabeça dos outros. E aí há essa atenção de quem eu quero ser, com quem atualmente eu sou. Por isso que do ponto de vista espiritual, eu não tenho que ser uma pessoa pacífica para os outros. Eu tenho que ser uma pessoa pacífica para encontrar equilíbrio para mim. Aí os outros receberão essas consequências, porque eu domino a minha personalidade, eu tenho as rédias dos meus neurotransmissores, dos meus hormônios, dos meus estímulos. Isso não é de graça, é treinamento. Isso não é milagre, não é eu vou entrar na cabine e tomo passe e pronto, agora eu sou uma pessoa espiritualizada, tomei água fluidificado. Oba! Virei espírito de luz, agora sou sócio da da neoenergia. Não é assim que funciona. A gente vai conquistando isso através da observação e da prática, do domínio. Você sabe que quando um soldado ele entra em guerra, se ele não tiver treinamento, o corpo dele vai responder instintivamente da pior maneira possível. Então ele vai ter sudorese, vai ter taquicardia, ele vai ter eh diarreia, ele vai ter hiperventilação, vai começar a provavelmente a ter desmaio. Ah, por causa do excesso de adrenalina, ele começa a ter tremedeira, incapaz de pegar uma arma, de dar um tiro, porque ele não tem treinamento. O que que esses eh batalhões de elite eles fazem? Eles torturam o cara é no treinamento, porque quando tem a situação real de batalha, o cara não pensa. O corpo dele já reage de forma
tem treinamento. O que que esses eh batalhões de elite eles fazem? Eles torturam o cara é no treinamento, porque quando tem a situação real de batalha, o cara não pensa. O corpo dele já reage de forma automática. Vamos trazer isso para nós que não estamos em guerra, que não estamos no bope, né? Que não estamos na rota. Nós aqui comedores de arroz e feijão, espíritas praticantes. Como é que isso funciona? Eu tenho que exercitar a minha espiritualidade para o ponto de quando eu for provocado, a minha reação seja uma reação automática. Porque se eu for esperar a provocação para começar a usar o evangelho, a possibilidade de eu pegar o evangelho e jogar na cabeça do outro é enorme. Ah, eu não consigo pegar e orar por aqueles que me ofendem. Então, não ora pelos que te ofendem, ora pelos que estão ofendendo o teu vizinho. Já é um bom começo. Ora pelo pelo cara que tu não conhece, o cara que você tá vendo na televisão que fez uma coisa absurda, ora por ele. É o teu treinamento. A partir daí você vai desenvolvendo, e é interessante nos nossos neurotransmissores, né? Se você é estimulado e você consegue ter uma resposta positivo a esse estímulo, você tem uma produção de um neurotransmissor chamado dopamina, que é o chamado, não é um hormônio, né, mas é chamado o hormônio do bem-estar, do prazer. Quanto mais a gente faz coisas que a gente acha que é certo, que é correto, que é bom, quanto mais eu consigo fazer isso, mais dopamina eu produzo, mais bem-estar eu tenho. Por isso que a a prática da caridade é uma questão de prática. A paciência é uma questão de ciência da paz. A misericórdia, olhar para a miséria do coração do outro é uma questão de olhar para o outro, de ter empatia. E quanto mais misericórdia, quanto mais caridade, quanto mais perdão eu tenho, mais eu recebo, porque eu tenho princípios e eu estou conseguindo colocar esses princípios em prática, mas o meu cérebro me dá os parabéns dando o neurotransmissor da satisfação que é a dopamina. Vocês sabem o que que faz isso de forma
ncípios e eu estou conseguindo colocar esses princípios em prática, mas o meu cérebro me dá os parabéns dando o neurotransmissor da satisfação que é a dopamina. Vocês sabem o que que faz isso de forma artificial? Rede social. que você entra na rede social, o algoritmo descobre o que que te dá prazer e começa a inundar tua rede social daquilo que te gera dopamina. Por isso que a pessoa quando vê tá 1 hora e meia olhando meme e não sai daquilo. Era para est estudando para concurso, era para est fazendo o relatório pro chefe e tá lá, ah, que bonitinho, dopamina. Por isso que não existe um instrumento da paz que vá produzir a paz ficando enferrujado. Quando a gente pega, por exemplo, os discursos sobre o reino de Deus, eles são discursos que o ser humano não precisa fazer absolutamente nada. Deus vai impor o reino dele. E aí quem for bom fica, quem for mal é convidado a se retirar. Do ponto de vista espírita é um pouquinho diferente. Do ponto de vista espírita, o reino de Deus só chega quando nós aceitarmos Deus como rei. Do ponto de vista espírita, o planeta só se regenera quando os espíritos que encarnam na Terra querem se regenerar. É assim que funciona. Ah, quando é que vai vir a transição planetária? Quando eu resolver entrar no meu processo de transição, aí tem a transição planetária. E é bom a gente tomar muito cuidado com que a gente assiste nas redes sociais, né, no YouTube, na televisão, o que a gente lê, porque tudo isso vai ficando na nossa mente. E aí a gente começa realmente, gente, vocês não vão ver no Jornal Nacional agora, não é mais William Bonner, né? Agora, se eu não me engano, é o César Tral. O César tral falar assim: "Étra, break news, hoje nós vimos um pai levando a criança para creche." A gente não vai ver isso porque todo dia tem milhões de pais e mães levando a criança pra creche. A gente vai ver break news. Hoje o pai jogou a criança da janela. Aí a gente vai ver porque os pais e as mães não costumam jogar os seus filhos pela janela. Então, quando alguém joga o filho pela
che. A gente vai ver break news. Hoje o pai jogou a criança da janela. Aí a gente vai ver porque os pais e as mães não costumam jogar os seus filhos pela janela. Então, quando alguém joga o filho pela janela, passa na na televisão, tá na capa do jornal, a gente é inundado por notícia nas nossas redes sociais, porque isso é o bizarro. O que gera o interesse das pessoas é o bizarro. Problema é que a gente vai sendo tanto, tão inundado de notícias bizarras que a gente começa a achar que o bizarro é o ordinário, é o normal. E aí parece que só tem psicopata na rua. Parece que onde a gente vai, alguém vai dar um tiro na gente, porque a gente vê na televisão, todo mundo dando tiro em todo mundo, mas não vai aparecer na televisão alguém dando uma flor para alguém. E graças a Deus que assim o é, porque o dia que for break news, Zé deu uma flor para Maria, é porque isso vai ser a exceção. Isso será o bizarro. A regra será dar uma dá um tacape na cabeça. Então, enquanto tiver dando rosa, tá ótimo. E para encerrar, eu lembro de uma história bíblica que tá lá no segundo livro de Reis. Havia um profeta na região de Israel chamado Eliseu. Eliseu, ele tinha sido discípulo de Elias, o maior eh profeta da de Israel. Eh, aquele povo era dividido em Judeia e reino de reino de Judá e reino de Israel. Era tudo judeu, mas politicamente era dividido nesses dois reinos. O reino do norte, que era o reino de Israel, eh teve dois grandes profetas, Elias e Eliseu. Elias, a tradição diz que ele ascendeu aos céus num carro de fogo e deixou o seu espírito profético com Eliseu. Eliseu já idoso, ele já um homem, né, com uma certa idade, ele era a voz de Deus para o rei de Israel. Israel estava em guerra com a Síria. Vocês veem que não é nada tão novo assim, né? Já naquela época. Só que Deus falava com Eliseu tudo que o rei Sírio tramava. Então Eliseu falava pro rei de Israel: "Olha, o rei Sírio vai atacar por aqui, vai atacar por lá, ele vai usar tantos cavalos, vai usar tantas bigas". E o rei de Israel, sabendo de tudo, se prevenia,
Então Eliseu falava pro rei de Israel: "Olha, o rei Sírio vai atacar por aqui, vai atacar por lá, ele vai usar tantos cavalos, vai usar tantas bigas". E o rei de Israel, sabendo de tudo, se prevenia, se antecipava. E o rei Sírio não conseguia ganhar uma batalha. Aí o rei Sírio ficou sabendo que o fofoqueiro era Eliseu e mandou um exército inteiro cercar a cidade onde Eliseu tava, que era a cidade de Dota, para pegar o profeta. E imaginem uma cidade pequena sendo cercada por milhares de soldados da infantaria, por centenas de homens da cavalaria, por centenas de bigas, tudo para pegar um profeta. E Eliseu tinha um servo e esse servo acordou, foi fazer as tarefas dele e viu a cidade toda cercada. Ele entrou em pânico, tremia. E ele chega para Eliseu e fala: "Senhor, nós estamos mortos. Os exércitos sírios nos cercam. Estamos em desgraça. Essa cidade não tem muralhas. Essa cidade não tem soldados. O que será de nós?" E Eliseu fala: "Meu querido, se acalma. Quem está conosco tá em muito maior número do que quem está contra nós. É o cara, como assim? Nessa cidade só tem velho e criança. Não tô vendo nada, é bode, ovelha e do outro lado eu tô vendo um bandírio armado. Aí Eliseu põe as mãos sobre ele, faz a oração e diz assim: "Senhor, abre os olhos do meu servo para que ele veja o que eu estou vendo". E aí os olhos do jovem se dilatam. Ele tem a visão espiritual de atrás do exército sírio cercado um cercando uma legião de anjos com carros e cavalos de fogo e anjos alados armados até os dentes, pronto para defender aquela cidade de Dota. E a eles eu disse: "Senhor, fazei com que os exércitos inimigos todos sofram de cegueira e aí todos ficam cegos." Aí Eliseu pega os soldados sírios, leva para Siquem, que era a capital da Samaria, que era o reino do norte, onde ficava Israel. E ali ele pede para que a visão volte aos inimigos. E eles quando voltam, eles estão no centro da cidade de Israel, a cidade dos seus inimigos e desarmados. E aí Eliseu fala pro rei: "Não os mate,
el. E ali ele pede para que a visão volte aos inimigos. E eles quando voltam, eles estão no centro da cidade de Israel, a cidade dos seus inimigos e desarmados. E aí Eliseu fala pro rei: "Não os mate, alimente-os e os dispaz." E eles voltaram para Síria, falaram para o rei da Síria. E o o rei da Síria, com medo, durante muito tempo, parou de enviar as suas tropas. para confrontar o reino de Israel. Por que que aquele profeta velhinho numa cidade cercada de exército estava em paz? Porque ele viu que os outros não viam. Ele enxergava o que o seu servo não enxergava. Ele alcançava na sua fé aquilo que os outros só contavam com as suas próprias forças. Então, Senhor, faz fazei-me um instrumento da tua paz. Só vai dar certo se eu entender que quando realmente eu for um instrumento da paz de Deus, sempre haverá um exército de anjos comigo. Bom final de semana, uma ótima noite a todos. Muito obrigada, Jeferson, por essa palestra, esse estudo de hoje que nos trouxe tantas informações e tantas reflexões sobre o tema da paz, né, de sermos instrumentos da paz. Isso é só o começo, porque ainda teremos uma série de palestras, estamos apenas começando a falar de paz e da oração de São Francisco. Então, teremos muitos meses aí, provavelmente vamos nos estender o ano de 2026, né, falando sobre a oração de São Francisco, falando de paz e dess desses ensinamentos que ficaram para nós tão belos, né? Então, já sabemos que temos esse compromisso aqui. Toda segunda sexta-feira do mês. Não percam e se puderem não deixem de maratonar os anteriores, que eu garanto, já assisti todos, garanto que vale a pena, né, de de ver as palestras sobre os 10 mandamentos, sobre os pecados capitais e dos outros temas também do espiritismo em diálogo. Então, convido todos para fazermos uma prece e encerrarmos esse encontro hoje de estudo. Agradecendo a Deus por tudo o que recebemos pela nossa vida, pelo caminho que trilhamos, pelo destino que temos de receber a paz, a felicidade, de nos dar a paz e a felicidade
encontro hoje de estudo. Agradecendo a Deus por tudo o que recebemos pela nossa vida, pelo caminho que trilhamos, pelo destino que temos de receber a paz, a felicidade, de nos dar a paz e a felicidade pela presença daqueles que nos ajudam na nossa vida, aqueles nossos mentores, nossos mestres que nos guiam pelo caminho. que nos orientam e que nos dão força de seguir por onde precisamos, pelas oportunidades que tivemos e as oportunidades que te que teremos e sobretudo pela força e coragem que nos são dadas para que a gente possa seguir o nosso destino inevitável, que é o de sermos felizes, de sermos perfeitos, de encontrarmos a paz, que a paz de de Deus esteja conosco, que os ensinamentos de Jesus permaneçam em nosso coração e que possamos retornar ao nosso lar. Até o nosso próximo encontro. Que assim seja. Um grande abraço, uma boa noite a todos e que a paz de Jesus esteja conosco. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação [música] do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento [música] desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.
om os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento [música] desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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