INFINITO AMOR | Geraldo Campetti [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 20/07/2025 (há 8 meses) 1:06:21 1,791 visualizações

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Transcrição

vem falar sobre um tema que só o tema já modifica as vibrações, as nossas vibrações, que é sobre o infinito amor. Mas antes de passar a palavra ao Geraldo, eu gostaria de dar algumas orientações, né? pedir primeiramente com muito agradecer ao João por ter no harmonizado para nós o João querido que recentemente sua mãezinha partiu de retorno pra pátria, né, João, mas ele veio aqui nos nos honrar. Então vamos, a primeira orientação é que nós estamos numa numa casa de tratamento. Então por favor, aqueles que puderem mantenham os celulares no modo silencioso. Nós agradecemos. Eh, pedimos ainda que aqueles que quiserem tomar o passe antes do término da palestra que mentalizem Jesus para se harmonizarem para essa terapêutica. E vamos, antes de passar a palavra ao Geraldo, nós vamos fazer a nossa prece. Como o tempo vocês querem ouvir o Geraldo, então nós vamos fazer só a prece. Eu não vou ler nenhuma mensagem porque nós já nos harmonizamos aqui com o João, não é? Então, convido a todos nesse momento que respiremos fundo, que sintamos as vibrações amorosas desta casa, deste ambiente que foi preparado para receber cada um de nós. E sentindo essas vibrações de paz, de amor dos benfeitores, elevemos o nosso pensamento. Obrigada, Pai. Obrigada, Senhor Jesus. Obrigado, benfeitores queridos, por estarmos aqui hoje reunidos em nome do amor que transforma as nossas vidas. Agradecemos pela vida. Agradecemos pelos nossos entes queridos. os nossos amigos também, que são aqueles irmãos que nós reencontramos aqui. Agradecemos por cada oportunidade que nos chega, inclusive os desafios que nos fortalecem a fé, a esperança e também nos ensina a amar. E pedimos, Senhor, as bênçãos aos nossos irmãos que partiram antecipadamente para a pátria espiritual, para que eles possam sentir as vibrações amorosas de cada um de nós, pelos seus familiares, por todos aqueles que sofrem e também pelo nosso país e o planeta. que nós possamos vibrar amor e que a cada dia possamos aprender a amar mais e que a paz e o amor de Jesus estejem

os seus familiares, por todos aqueles que sofrem e também pelo nosso país e o planeta. que nós possamos vibrar amor e que a cada dia possamos aprender a amar mais e que a paz e o amor de Jesus estejem com cada um de nós. Assim seja. Então, só mais um recadinho. Aqueles que não se estiverem se sentindo bem, a nossa casa tem atendimento fraterno nesse momento. Podem se dirigir ao primeiro andar, tá bom? Então agora a palavra ao nosso querido Geraldo Campete com a palestra Infinito Amor. Queridas e queridos, muito boa noite a todos. Pessoal que tá nos acompanhando também pela TV Comunhão. Boa noite. Sejam muito bem-vindos. pessoal que vai assistir depois de gravado também, né? No momento tiverem assistindo, os nossos cumprimentos a todos. João, mas que belíssima, que belíssima preparação, querido. Músicas lindas numa voz linda. Eu tava falando com a querida Flaviana que tava morrendo de saudade, não é, dela. Quanto tempo a gente não se vê, falou: "Agora a gente se vê uma vez por ano". Gente, é impressionante, né? E a gente sente saudade. E e essa preparação que o João fez aqui musical nos toca profundamente o coração. Queridas e queridos, boa noite. Boa noite. Boa noite de novo. Ótimo. A gente vai aquecendo, não é? Hoje é um dia especialíssimo. Eu vou dar uma dica para vocês. Vocês vão me dizer dia do que é hoje. É coisa para se guardar debaixo de sete chaves dentro do coração. Assim falava a canção que na América ouvi dia do >> amigo. Amigo é a expressão maior do amor fraternal. que é amigo, é irmão, é querido. Quem tem um amigo aqui, por favor? Ah, todos nós temos. Você não tem amigo, não, querido? Tem, né? Ótimo. Todos nós temos amigos e é muito bom ter amigo, porque quando a gente tem amizade, a gente se sente seguro, protegido, assistido, amparado, amigo. Uma vez euou vi um conceito muito significativo de uma especialista em tratamento de saúde e ela dizia que o amigo verdadeiro é aquele que pela madrugada, quando você está passando mal, ele vai à sua casa visitá-lo e levá-lo ao hospital.

nificativo de uma especialista em tratamento de saúde e ela dizia que o amigo verdadeiro é aquele que pela madrugada, quando você está passando mal, ele vai à sua casa visitá-lo e levá-lo ao hospital. É este também amigo que quando você não está bem, ele vai te visitar e se necessário, ele o acompanha no hospital e fica lá com você o tempo necessário. Esse é o verdadeiro amigo, como é gostoso. E a gente corresponde à amizade principalmente através de um abraço, né, Robson? me deu um abraço tão gostoso ali quando a gente chegou, porque é esse sentimento fraternal que nos anima, nos reanima, nos estimula para que a gente esteja cada vez bem e melhor, não é assim? Então, se a gente tiver aí, sei lá, né, meio num estado que não é muito bom, não se sentindo muito bem, vamos procurar desenvolver os laços da amizade, porque quando a gente tem um amigo, uma amiga, a gente pode também desabafar, não é? Falar um pouquinho, chorar as mágoas. Chico Xavier era um espírito tão especial que sempre disposto a auxiliar, ajudar, quando ele não conseguia ajudar pelas palavras. pel um consolo, por uma orientação, ele se sentava ao lado da pessoa e chorava junto com ela. Isso é amizade, isso é fraternidade, isso é solidariedade, porque às vezes a gente não precisa dizer palavra alguma, basta estar junto pra gente corresponder a essa amizade verdadeira. E isso nos faz muito bem. Ótimo. Hoje nós vamos dar sequência a esse livro belíssimo que é o céu e o inferno, que completa neste ano de 2025 160 anos de existência. A primeira edição do Céu Inferno, que é uma obra que integra a codificação espírita, chamado Pentateuco, né? Faz parte dos cinco livros fundamentais da doutrina espírita. que é o quarto livro que fala das esperanças e das consolações. Aliás, estamos editando pela Federação Espírita Brasileira um livro, exatamente com esse título, que desenvolve a quarta parte do livro dos espíritos, que é o céu inferno. E esta obra de Cristiano Torque, publicado pela FEB, agora já vai ser publicada nesse mês de julho para

ente com esse título, que desenvolve a quarta parte do livro dos espíritos, que é o céu inferno. E esta obra de Cristiano Torque, publicado pela FEB, agora já vai ser publicada nesse mês de julho para agosto e vai ser lançada no Congresso Espírita do Estado do Mato Grosso do Sul. Chama-se Esperanças e Consolações. É uma obra que faz 160 anos porque foi lançada em 1865, na primeira edição. Então são 160 anos. Uma obra que vai explicar para nós a justiça divina, como é que ela funciona, porque geralmente é uma dúvida que a gente tem. E o item que a gente vai ver hoje, desenvolvido aqui neste belíssimo livro Justiça Divina, na psicografia de Six Xavier. E aqui nós temos, né, Emmanuel trazendo para nós explicações de itens do céu e inferno. A gente vai ver um tema que se chama infinito amor, que está aqui no capítulo de número sete do livro Justiça Divina, que é o subtítulo, não é, do céu, inferno. Céu e inferno, a justiça divina segundo o Espiritismo. A gente vai ver um pouquinho sobre essa questão das penas e das recompensas, como é que funciona. que Kardec está tratando conosco e para nós nessa primeira parte do capítulo quatro, doutrina das penas eternas, e vai falar dos argumentos a favor das penas eternas. E aqui o item 16 é o único item que a gente vai examinar nesta tarde e noite aqui na conversa com vocês. E Kardec começa colocando que também se invoca a favor do dogma da eternidade das penas o seguinte argumento. Então ele vai trazer para nós um argumento que geralmente é utilizado para dizer: "Olha, as penas eternas elas realmente existem". Como é que as pessoas defendem? a gente morre e vai ser condenado e vai ficar pela eternidade sofrendo aquelas penas que, portanto, nunca se encerram, nunca acabam. O raciocínio é o seguinte, vamos acompanhar. A recompensa conferida aos bons sendo eterna deve ter por corolário a eterna punição. Olha que coisa interessante, né? A pessoa vai usar assim: se você tem a bondade divina e a bondade divina recompensa aqueles que têm merecimento,

sendo eterna deve ter por corolário a eterna punição. Olha que coisa interessante, né? A pessoa vai usar assim: se você tem a bondade divina e a bondade divina recompensa aqueles que têm merecimento, então há uma recompensa para os bons e essa recompensa é eterna. Então ele vai colocar o contraponto. Ora, se há uma recompensa no sentido, né, daqueles que são bons e essa recompensa ela é eterna, a gente diria também que vai haver por oposto uma punição eterna aqueles que, de certa maneira, infringem a lei de Deus. Justo é proporcionar a punição, a recompensa. Então, se há recompensa, deve haver também punição. Muito lógico, não é? À luz do direito, raciocinando aí, realmente você tem a recompensa pelo mérito e você tem a punição pelo demérito, tudo segundo aquilo que a gente fizer. Se eu faço bem, eu vou receber uma recompensa, né? Eu tenho mérito. Se eu faço de certa maneira o mal, me desvio do caminho que é o correto, não é, João? Eu de certa maneira vou ter que acertar essas contas porque estou me afastando do caminho que é natural. O nosso abraço aí aos queridos papais da nossa Maria Clara, menina linda, que é uma filha do coração, né? Os pais aqui consanguíneos e pais familiares e também espirituais estão aqui. Mas eu adotei essa menina como a filha do coração, viu? Permitam meus pais, fiquei uma gracinha. A gente quando havia a primeira vez tinha, sei lá, os seus três, qu anos correndo aqui, né, fazendo arte aqui na frente. Uma delícia. E hoje ela já tá com quantos anos? 12 anos, né? Uma gracinha. E é uma menina que são desses espíritos que a gente vai, né, pais, educando aí, porque vem com uma tarefa para ajudar nessa transição, assim, mamãe, como essa bebezinha que tá aí ao seu lado, né? Então a gente vai cuidando direitinho na evangelização. Aqui tem evangelização, tem Flaviana? >> Aos sábados, viu, mãe? A evangelização da criança, do jovem, é importantíssimo esses espíritos serem educados. A mãezinha que tá chegando aí também com com o menino, né? colocar na

o, tem Flaviana? >> Aos sábados, viu, mãe? A evangelização da criança, do jovem, é importantíssimo esses espíritos serem educados. A mãezinha que tá chegando aí também com com o menino, né? colocar na evangelização, sempre importante. Bom, então tem esse contraponto entre a recompensa e a punição. Aí, qual que é a refutação que então Allan Kardec vai trazer esse argumento? Que se há recompensa tem que haver punição. A justiça funciona assim, não é? Deus criou as almas para fazê-las felizes ou desgraçadas. a refutação da essa esse argumento de que se tem a recompensa tem que ter a punição também. E se a recompensa é eterna, porque Deus sempre está recompensando, você tem que ter a punição que também é eterna numa proporcionalidade, digamos assim, de acordo com o que cada um fez. Enfim, aí Kardec começa refutando com uma questão. Deus criou as almas para fazê-las felizes ou desgraçadas? Que que vocês acham? Deus nos criou para quê? Deus nos quer sorrindo, né? Ele nos quer ver sorrindo. Mesmo que a gente enfrente provas, expiações, dificuldades e tudo mais, né? Ele quer a nossa felicidade. Ele não nos criou paraa desgraça, paraa infelicidade, pro sofrimento, paraa dor. Esses são estados temporários que nós mesmos elegemos de acordo com as nossas ações que vão ter as suas consequências. De acordo com o que a gente faz, a gente vai receber. E tudo que a gente, né, eh, empreende, naturalmente apresenta os seus resultados. Por isso que toda ação tem uma reação e toda causa tem um efeito. OK? Então, ele vai perguntar: "Mas Deus nos criou pra gente ser desgraçado ou para ser feliz?" Vocês já responderam, né? Se Deus eh nos tivesse criado para a desgraça, ele não seria Deus e muito menos seria bom, não é isso? Evidentemente, a felicidade da criatura deve ser o fito do criador. Então, o objetivo do criador, o propósito desse criador que nos criou, desse pai, né, do qual nós somos filhos, é que nós sejamos felizes, que as criaturas sejam felizes. Ou ele não seria bom. Veja, a felicidade

jetivo do criador, o propósito desse criador que nos criou, desse pai, né, do qual nós somos filhos, é que nós sejamos felizes, que as criaturas sejam felizes. Ou ele não seria bom. Veja, a felicidade está associada diretamente ao bem. Por isso que a última questão de O livro dos Espíritos quando pergunta, né, Kardec, se um dia o reino dos do bem, o reino do céu será implantado na terra? Qual é a resposta que o Espírito da verdade apresenta para nós? Sim, o reino do céu será implantado na terra um dia, quando nela, na terra, preponderarem os bons. E aí você vai tendo a medida que o planeta vai evoluindo, as pessoas que nele habitam vão evoluindo, o planeta consequentemente vai evoluindo. E aos poucos a gente vai tendo gente mais boa do que gente menos boa. E aqueles que não são bons deliberadamente, vão acabar dando uma afastadinha da terra por uma necessidade para sofrer as consequências e depois voltarem, que Jesus não vai perder nenhuma das ovelhas. Mas como os tempos já chegaram, nós estamos na transição planetária, né, de expiação e provas para regeneração, já estamos dando os primeiros passos paraa regeneração. E é por isso que a gente vê tanta coisa acontecendo na Terra, né? Tanta ebulição, eh, tantas coisas assim que nos deixam chocados, perplexos, enfim. Mas nós temos que manter a calma, manter a serenidade e o equilíbrio e nunca desanimar e muito menos a gente tomar decisão precipitada diante de algumas ocorrências, viu? O Brasil é dos brasileiros, não é, gente? Então, olha só, ela atinge a felicidade por mérito próprio. A alma, a criatura vai atingir a felicidade por mérito, o mérito dela mesma, ou seja, fez por merecer. Adquirido não mais a perde. Uma vez que adquiriu aquele mérito, aquela felicidade, a alma já não vai perdê-la mais. que é um mérito adquirido, significa, olha, eu trabalhei, me esforcei, conquistei, aquilo já integra o meu patrimônio espiritual, OK? O contrário seria sua degeneração. Ora, se a gente fosse acreditar que nós não evoluímos, que nós

ifica, olha, eu trabalhei, me esforcei, conquistei, aquilo já integra o meu patrimônio espiritual, OK? O contrário seria sua degeneração. Ora, se a gente fosse acreditar que nós não evoluímos, que nós não adquirimos por mérito, né, eh, digamos, as recompensas daquilo que a gente tá se esforçando por realizar de melhor, a gente vai acreditar que há uma degeneração, ou seja, há uma perda. ao contrário da regeneração. A regeneração quando é o ressurgimento, a renovação, a reconstrução, a reforma, isso é que é regeneração. Nós estamos indo para esse mundo de regeneração. É como se um nascer novo, um regenerar, é uma geração nova, regenerar, nascer novamente. O degenerar é como se você deixasse de existir. A felicidade eterna, pois a consequência da sua imortalidade. Olha que coisa interessante. Nós somos espíritos imortais, não é, querido? O senhor tá me vendo bem aí? Isso. E aí, sendo espírito imortal, o que que acontece? A felicidade, ela é eterna, porque ela sempre existirá como possibilidade. Mas como ela é o nosso destino, que que acontece? Nós seremos felizes mais cedo ou mais tarde. OK? E vai depender de nós, sermos mais cedo ou mais tarde, sermos felizes. Vai depender do que nós tivermos fazendo, não é? O senhor quer falar alguma coisa, querido? O senhor levantou a mão, quer falar alguma coisa? Tô te vendo. O senhor tá aqui no nosso radar, viu? Brevemente, por favor. Pode, nossa casa autorizar, senhor pode fazer rapidinho, por favor. Isso, exatamente. É, o nosso irmão tá colocando lucidamente. Se existe a reencarnação e a reencarnação é uma oportunidade, né, da gente se melhorar, não pode haver o castigo eterno. É evidentemente, porque a reencarnação é a volta do espírito ao novo corpo de carne, ensejando uma nova oportunidade de aprendizado, de crescimento, de educação. OK? Olha só o que Kardec continua refutando esse argumento aqui da chamada eh pena ou punição eterna. Antes, porém, de chegar à perfeição, tem lutas a sustentar. A alma, o espírito, antes de chegar à perfeição relativa,

ardec continua refutando esse argumento aqui da chamada eh pena ou punição eterna. Antes, porém, de chegar à perfeição, tem lutas a sustentar. A alma, o espírito, antes de chegar à perfeição relativa, que todos nós estamos destinados, tem aí lutas a sustentar, enfrentamentos, não é, que precisa passar, combates a travar com as más paixões. Eu vou fazer uma pergunta bem discreta aqui para vocês. Alguém tem má paixão aqui? Paixão má. Primeiro vão traduzir paixão má, não é? a vontade de fazer alguma coisa que não deveria. Por exemplo, eu pensar mal do meu semelhante, eu desejar que o indivíduo, né, outro dia eu tava ouvindo assim: "Olha, eu te perdoo. Meu perdão é tão sincero que eu apenas quero que você morra". Falei, gente, é uma coisa mesmo, a pessoa é bem assertiva, né? Ela diz na lata o que ela pensa, mas não é, será que a gente tá querendo o mal do outro? Uma paixão má, não é? Porque as paixões são desejos, são vontades, elas são o princípio do que depois vai virar um sentimento, que é a maior manifestação, né? A mais elevada manifestação do sentimento é o amor. Mas a paixão, ela aquele deseja inicial, que é importante pra gente até ter vontade de fazer as coisas, né? Mas quando é uma paixão má, é, quando a gente tá alimentando um vício, não é isso? Um comportamento que talvez não seja tão ético. A gente polarizar, ser extremista, querer forçar a crença do outro. Ontem eu recebi uma mensagem uma pessoa disse: "Eu não vou mandar mais mensagem para você". Eu falei: "Minha amiga e irmã, muito obrigado. Agradeço de coração, porque eu falei para ela que o tipo de mensagem que ela tava me mandando tava para o público errado. O alvo não sou eu." E a gente tem que respeitar do jeito que o outro pensa, mas o outro tem que respeitar também que não cabe a todo mundo todo tipo de mensagem. Assim como a gente não deve sair destilando aí as nossas mensagens que a gente acha disso aí para todo mundo. Se é uma mensagem boa do amor, do bem, da caridade, do espiritismo, aí você

o de mensagem. Assim como a gente não deve sair destilando aí as nossas mensagens que a gente acha disso aí para todo mundo. Se é uma mensagem boa do amor, do bem, da caridade, do espiritismo, aí você veicula para todo mundo. Mas é um ponto de vista, queridos. Vamos às vezes guardar esse ponto de vista para nós, não é? De certa maneira. Por outro lado, a gente vai se manifesta com bom senso, com equilíbrio, com amor, com caridade, para também não deixar algumas coisas que às vezes a gente pensa assim: "Parece que o bom senso tá passando ao largo, parece que tá faltando senso. Aquele bom senso que Kardec foi cognominado, né, por Camilo e Fromarrion, bom senso encarnado." Às vezes eu penso assim, tá precisando reencarnar na atualidade, porque tem tanta coisa, né, que a gente fica assim pensando, amanhã a gente não vai ter mais GPS, né, gente? O Pix vai acabar porque faz mal pros Estados Unidos. Mas a gente vai assim ouvindo umas coisas que realmente, pera aí, vamos botar os pés no chão, vamos ter bom senso, né? O nosso governo é brasileiro. Nós temos a nossa justiça. Tudo vai acontecer conforme as leis do nosso país. Eu posso pensar até diferente, eu posso até gostar de um indivíduo ou do outro, mas eu tenho que ter o senso, tenho que ter bom senso. E uma coisa fundamental é o sentimento do nacionalismo verdadeiro, não o hipócrita. O patriotismo é fundamental. Nós somos brasileiros e esse Brasil, o coração do mundo, a parte do evangelho. Nós temos responsabilidade sobre isso. Então, agir com senso, com dignidade, com ética, sem uma crítica destrutiva, sem querer polarizar, sem querer fazer campanha aqui ocular, trazer partido político paraa casa espírita jamais. E partido político sempre vai ter interesse específico. Nem sempre vai ser interesse na casa, mas pode ser interesse pessoal. Aí, meu amigo, é a parte. Ah, Campete, mas nós somos políticos. Somos só por seres humanos nós nos relacionamos, comunicamos, somos seres políticos. Essa política da boa relação, do entendimento, da fraternidade, de criar

rte. Ah, Campete, mas nós somos políticos. Somos só por seres humanos nós nos relacionamos, comunicamos, somos seres políticos. Essa política da boa relação, do entendimento, da fraternidade, de criar pontes de entendimento, é fundamental. A gente tá fazendo isso aqui agora. Mas o partidarismo tendencioso aí, isso é negativo. Então nós temos que ter bom senso, gente, equilíbrio, independentemente do candidato em quem eu votei, a pessoa que eu escolhi, partido que eu esteja filiado, se estou ou não. Não é essa questão. Questão são os extremismos. seja de um lado ou do outro, não vai fazer bem, mas eu tenho que avaliar a minha san consciência, tudo que tá acontecendo. Quando eu aplaudo algumas coisas, inclusive reproduzo algumas mensagens insanas, ilógicas, irracionais, eu no mínimo tô fazendo um desserviço e eu preciso ter bom senso. Bom senso. Nosso país é soberano e é um país grandioso, tem demonstrado isso e merece respeito. Pela primeira vez na história, nós estamos vendo coisas assim verdadeiramente absurdas que chegam a chocar por questões particulares, políticas, tendenciosas e de pontos de vistas. Então é preciso seguir com confiança e serenidade. Por isso a casa espírita nos abriga e o espiritismo é luz na nossa vida. Então Kardec continua aqui trazendo para nós o argumento, não é? Antes, porém, de chegar à perfeição, tem lutas a sustentar, combates a travar com as más paixões. Não tem sido criada, né? Não tendo sido criada perfeita, a alma não é criada perfeita. Perfeita no sentido de que já desenvolveu todas as suas potencialidades latentes, mas ela é criada perfeita exatamente em toda sua potencialidade de desenvolvimento. Não sei se eu me faço claro, porque se Deus nos criasse imperfeitos, Deus não seria perfeito, porque só Deus faz o que é perfeito, que ele é bom. Senão ele não seria Deus. A perfeição divina está em termos criados incompletos, porque nós vamos nos completando à medida que a gente desenvolve a nossa potencialidade pelo uso da razão, do

le é bom. Senão ele não seria Deus. A perfeição divina está em termos criados incompletos, porque nós vamos nos completando à medida que a gente desenvolve a nossa potencialidade pelo uso da razão, do livre arbítrio, do bom senso, da construção. Aí está a sabedoria divina. Se tivesse feito tudo pronto, acabado, não teria sentido nem de nós desistirmos. Por que que a gente tem que criar o nosso caminho, o nosso destino? Por que que a gente tem que enfrentar as provas? pela necessidade evolutiva, por ter necessidade de desenvolver potencialidades que estão aqui latentes dentro de nós, as virtudes e trabalhar os vícios que a genteou andou criando que a gente precisa eliminar gradativamente. Por isso aí a reencarnação, como nosso amigo falou, então Deus, ele realmente nos cria com essa capacidade de chegarmos à perfeição relativa, porque não somos perfeitos no sentido de termos tudo já pronto, desenvolvido, mas somos perfectíveis, não é? Olha lá, não tendo sido criada perfeita, mas suscetível de o ser, de chegar a essa perfissão, dessa completude, digamos, né, no sentido do desenvolvimento das suas faculdades, a fim de que tenha o mérito de suas obras, a alma pode cair em faltas que são consequentes à sua natural fraqueza. A gente pode cair, pode ter queda por fraqueza, por fragilidade, não é? Por nos permitir ainda influenciar, não é, pelo mal. pelas eh tendências negativas. E se por esta fraqueza for eternamente punida, era caso de perguntar por Deus não a criou então mais forte. Ora, imagina se a gente vai ser punido eternamente porque nós somos frágeis. Na verdade, Deus concede as provas para que a gente vá se fortalecendo. E as provas são proporcionais à força, porque Deus não coloca cargas pesadas em ombros fracos. A punição é antes uma advertência do mal já praticado, devendo ter por fim reconduzi-la ao bom caminho. Então, veja lá que interessante. Você tem aqui uma punição que é uma advertência, não é um castigo. E essa punição é proporcional aos equívocos cometidos. Olha, se eu transviei, se eu

ao bom caminho. Então, veja lá que interessante. Você tem aqui uma punição que é uma advertência, não é um castigo. E essa punição é proporcional aos equívocos cometidos. Olha, se eu transviei, se eu errei, se eu cometi, né, alguma infração, eu vou receber em troca, evidentemente, a oportunidade de correção, de expiação, de melhoria através das provas que eu vou enfrentar, proporcionais àela situação em que eu vivo, né, bebê lindo de vovô. Oxe, meu Deus do céu. Então, veja que não há um castigo, uma punição, que Deus não pune, não castiga. Deus ele acolhe, que ele é nosso pai. Deus quer o nosso bem, a nossa felicidade. E a gente vai sentindo aqui, então, que não há essa eternidade da pena, não é? Por que que Deus não criou mais forte, então, para vencer tudo? Porque nós vamos nos fortalecendo à medida em que a gente enfrenta a prova. A prova é proporcional à capacidade. A prova carrega a lição que a gente precisa aprender. A punição, então, é, antes de tudo, uma advertência do mal já praticada. A gente fez o mal, vai ter uma punição correspondente. O que é o mal, gente? O mal ele não existe em essência, a não ser quando nós o alimentamos. Por isso que ele é temporário. O mal não é uma criação de Deus, é criação do homem, não é uma criação divina, é uma criação humana. Quando a gente se distancia de Deus, quando a gente se afasta das suas leis, quando a gente faz o que não é, digamos, ao encontro das leis naturais de harmonia, de equilíbrio, de fraternidade, de solidariedade, mas quando a gente vai de encontro pelo orgulho, pela vaidade, pela prepotência e prejudica o semelhante todos os seres da natureza, aí nós vamos ter que, evidentemente, pela correspondência, ser submetido a uma punição entre aspas, para a correção. Não é um castigo de pena que não tem solução, mas é uma oportunidade de melhoria, tá certo? Se a pena fosse irremissível, o desejo de melhorar seria supérfo. Olha, uma pena, né, que irremissível, não tem jeito, ela vai existir, não vou ter como fugir e ela vai permanecer ali, vai

, tá certo? Se a pena fosse irremissível, o desejo de melhorar seria supérfo. Olha, uma pena, né, que irremissível, não tem jeito, ela vai existir, não vou ter como fugir e ela vai permanecer ali, vai durar, vai durar, não vai acabar nunca. Hora, então, para que que eu vou me esforçar? Para melhorar. Isso seria supérflo. Nem o fim da criação seria alcançado, porquanto haveria seres predestinados à felicidade ou à desgraça. É outra coisa aqui interessante, Deus não privilegia. Todos nós somos criados simples e ignorantes e vamos alçando gradativamente pelo esforço próprio o nosso processo evolutivo, pelo uso da liberdade, pelo emprego da nossa vontade. Agora, evidentemente, se de certa maneira a gente se afasta do caminho certo, não é? Nós vamos responder por isso, assim como vamos ter o mérito do bem que nós estamos fazendo. Mas Deus não criou algumas almas para serem felizes, outras para serem felizes, que isso seria uma injustiça. Deus seria um indivíduo que tem predileção. Ele gosta de uns e não gosta de outros. Imagina só. Então, se uma alma se arrepende, ela pode se regenerar. Claro, o Código Penal da Vida Futura aqui na primeira parte lá no capítulo 7, nós estamos capítulo 6, ele vai dizer exatamente isso, né? O primeiro passo pra gente corrigir qualquer falta que nós cometemos é o arrependimento. O arrependimento é o primeiro passo. Ele só não basta, mas ele é importante porque é um reconhecimento de que nós cometemos uma infração, um erro. Aí depois vem a expiação e depois a reparação, não é isso? Então, se a alma se arrepende, ela pode se regenerar. E podendo regenerar-se pode aspirar a felicidade, é claro. Ora, se eu posso me regenerar, eu posso me corrigir, eu posso também aspirar ser feliz. Por que não? Quem é que não quer ser feliz aqui, gente? Tem alguém que não deseja felicidade? Pode vir aqui à frente agora. Mesmo que a gente esteja passando por uma grura, uma aflição, uma depressão, momentos difíceis da nossa existência, às vezes querendo desistir com ideação

eja felicidade? Pode vir aqui à frente agora. Mesmo que a gente esteja passando por uma grura, uma aflição, uma depressão, momentos difíceis da nossa existência, às vezes querendo desistir com ideação suicida, mesmo assim nós não devemos desistir. Por isso, buscar o amparo da casa espírita, atendimento fraterno, passe, a oração, água flodificada, a conversa amiga, né, pelo atendimento fraterno, ajuda muito, né, Flaviano? Flovina tava dizendo que é onde ela tá assim, de repente a pessoa vai e procura e quer conversar com ela. Por quê? Olha para ela. Não é? A gente vê a Fabiana quer ficar perto dela, quer conversar com ela porque é um espírito acolhedor. Então a gente tem esses compromissos, essas responsabilidades e a gente que tá necessitado não pode deixar de falar, gente, não pode deixar de pedir ajuda, pedir socorro, porque todos nós vamos ser ajudados, vamos ser amparados. E hoje a gente que está assim, de repente amanhã nós vamos estar de outro jeito que vamos estar podendo ajudar alguém. Não é assim que funciona? Hoje eu sou necessitado, amanhã eu sou benfeitor. Assim como eu sou hoje o benfeitor, amanhã eu posso ser o necessitado. Por isso essa reciprocidade fraternal, ela é indispensável, não esperando recompensa, mas no sentido de fazer o bem pelo próprio bem. E é o que Kardec nos fala, Deus sendo bom, ele não vai castigar, não vai punir, não é? E o indivíduo que por acaso cometeu algum erro, ele vai poder se regenerar, então aspirar, desejar a felicidade. E Deus seria justo se lhe recusasse os respectivos meios dele atingir a felicidade? Claro que não. Deus como pai sempre vai facilitar, não vai complicar. Ah, Deus ali ele tá complicando, hein? Eu até tava vendo um post aí, tinha um um símio, né, que o nosso irmãozinho, né, no na no processo evolutivo, ele tava com celular e aparecia o universo assim, né, os céus e tudo. Aí ele fazendo contato e tinha um dizer escrito, não sei se vocês viram, eu até postei lá no meu no Instagram, né, no Rurist. Aí ele, o stories, aí ele

e aparecia o universo assim, né, os céus e tudo. Aí ele fazendo contato e tinha um dizer escrito, não sei se vocês viram, eu até postei lá no meu no Instagram, né, no Rurist. Aí ele, o stories, aí ele coloca assim: "Eh, será, senhor, né, eh, que tem como será que eu escolhi tudo isso mesmo que eu tô passando? Será que não tem jeito dar uma amenizadinha não? Que a carga tá pesada, né? Alguma coisa assim. Alguém já chegou a pensar desse jeito? Podemos ser sinceros? Já pensamos assim? Nossa, sabe a conclusão que eu cheguei uma vez? Não foi nem eu, foi um amigo que me ensinou. Eh, ele falou assim para mim já mais de uma década na livraria da FEB, ele falou: "Rapaz, nunca esqueci uma lição que você me deu fal: "Ai, meu Deus, se eu dei uma lição nele, qual que foi?" Ele falou: "Uma vez você tava passando por um problema. Você disse que o problema era tão grave e que Deus era tão bom que ele já mandava logo dois ou três de uma vez. Já que você tá sofrendo, meu filho, e eu sou muito bom, você não vai ficar sofrendo só uma dor, não, porque sente muita dor aqui, não é? Vamos dar uma dor aqui também, né? Vamos dar uma dor aqui. Vamos dar uma dor lá na ponta do dedo, porque aí já distribui um pouco de dor. Você vai distribuir tanta dor que você não vai poder reclamar, né? Reclamar de uma dor. Já reclama logo de várias e aí a reclamação vai ficar diluída, porque dói aqui, dói com lá. Eu pergunto pra minha mãezinha como é que ele tá. Ah, minha filha, tô cheio de dores. A mãezinha Maria dor para tudo quanto é lado, né? Mas ela não deixa de fazer a unha dela, a mão, o pé, né? Faz um cocalzinho a 100 km daqui, vai com ajudante uma vez por mês que faz aquela unha que dura um mês, né? Aí você ela mostra os dedinhos, tudo tortinho os dedinhos por causa da artrite reumatoide, mas ela mantém a elegância. Tá pensando que cheio de dor, mas lá bonitinha, perninha cruzadinha, o chinelo havaiana que dá aquele, né, tudo assim cheio de de desenhos. Nossa, uma coisa linda. Ela fala: "Eu sou vaidosa,

legância. Tá pensando que cheio de dor, mas lá bonitinha, perninha cruzadinha, o chinelo havaiana que dá aquele, né, tudo assim cheio de de desenhos. Nossa, uma coisa linda. Ela fala: "Eu sou vaidosa, sempre fui". Falei: "É isso mesmo." Mas tem que ser sob medida, né? Se cuidando. Tá sentindo dor, mas tá lá enfrentando, não é? E aí você vai e pergunta: "O que que a senhora fez hoje?" de Miá. Eu acordei 5 horas da manhã, fiz o café, aguei as plantas, tratou lá, não sei de quem, jogou comidinha lá pros passarinhos, não é? Eh, e lavou roupa, né? E aí, aí que vai fazer o evangelho. Eu acabei de acordar e há pouco tempo ela já tinha feito tudo aquilo ali, não é? É impressionante. Então, essa disposição paraa vida a gente precisa ter, não é? Que a gente vai escolhendo o caminho que nós vamos traçar. E Kardec finaliza o argumento aqui. Sendo o bem o fim supremo da criação, a felicidade, que é o seu prêmio, deve ser eterna. Então, olha a lógica, né? O bem é o fim supremo da criação. O bem, o bem vem de Deus, existe desde sempre, continuará existindo, mesmo se a gente não se filiar a ele. Se a gente não se filiar ao bem, nós vamos nos dar bem só lá pra frente, né? vai passar por umas agruras, umas dores, sofrimento, mas depois vai se dar bem. E aí o castigo como meio de alcançá-lo é temporário, né? Não tem o castigo no sentido de uma punição que é proporcional à falta que a gente cometeu. Por isso que a gente tem que também decodificar a codificação. Castigo aqui se tira de contexto, parece, ah, Deus castiga, não é? O castigo aqui que é proporcional, né, a uma falta cometida. É a punição que você vai receber diante daquele mal que você fez. Essa punição é um castigo como pena eterna, não é um castigo para uma oportunidade de melhoria. É o castigo que vai se traduzir numa prova que é expiação, porque tem vinculação com o passado de faltas em que a gente se equivocou. Dá para entender assim, gente? Porque a misericórdia divina, ela é justa e boa. A bondade de Deus é justa e a sua

é expiação, porque tem vinculação com o passado de faltas em que a gente se equivocou. Dá para entender assim, gente? Porque a misericórdia divina, ela é justa e boa. A bondade de Deus é justa e a sua justiça é boa. Isso tá sempre caminhando junto, não é? A noção mais comezinha da justiça humana prescreve que se não pode castigar perpetualmente quem se mostra desejoso de praticar o bem. Ora, a própria lei humana, né, ela coloca para nós que a gente tem possibilidade da melhoria. E se tem possibilidade de melhoria, ela vai amenizar, ela vai dar chance de você melhorar. Por isso que as penas não necessariamente são a prisão. Você pode ter inclusive, né, uma liberdade provisória. Você pode ter um momento que você fica, né, assim, digamos, livre, depois você fica, né, encarcerado, né, no período da noite. A a própria lei humana, a justiça humana, ela vai adequando as penas de acordo com as faltas. Isso é uma questão de justiça. Por isso que o indivíduo infrator, ele tem o direito à defesa, né? Amplo direito defesa, o que é necessário que aconteça, não é? Aí ele vai ser culpabilizado, né? E vai ser punido, por exemplo, com uma pena proporcional à sua falta, né? E isso pode ser discutido, há muitos que questionam, enfim, né? E precisa ser avaliado, por isso tem o direito de defesa também. E você pode às vezes não se libertar de, por exemplo, uma pena que seja eh maior. Eu não consigo fugir de uma prisão, mas eu posso amenizar o tempo que eu ficarei, por exemplo, preso. Aí existem os advogados, existem a defesa para esse tipo de coisa, né? Então a gente vê se isso existe aqui no lado humano, imagina com relação ao lado de Deus, não é? E aí vem Emanuel no Justiça Divina falar do infinito amor. Vocês entenderam? Kardec, ele aqui parece me salvo melhor juiz que ele não usou a palavra amor nenhuma vez. Você eu li a palavra amor aqui no texto não tá a palavra amor, né? Salvo melhor juízo. Mas Emanuel, ele começa o texto intitulando Infinito Amor e é exatamente em cima desse item que a

or nenhuma vez. Você eu li a palavra amor aqui no texto não tá a palavra amor, né? Salvo melhor juízo. Mas Emanuel, ele começa o texto intitulando Infinito Amor e é exatamente em cima desse item que a gente acabou aqui de ler e de comentar da gente trocar essas informações. É o capítulo de número sete, ele diz assim: "Diante daqueles que suponhas transviados, mesmo que se entrem cegos no crime, não te confies à maldição, mano." É isso mesmo. Eu não tô acreditando, mano. Eu não tô querendo acreditar nisso, porque eu tô querendo, aquele que é mal, eu tô querendo fazer um mazinho para ele também. O cara assim, ele tá merecendo porque não é possível, né? A gente não acontece isso, às vezes um desejo que a gente tem. Ou se a gente não tem esse desejo, acontece alguma coisa, a gente começa a rir, falei, ó. Ah, vai aí vendo, ó. A lei tarda, mas não falta, né? Tá vendo, desgraçado, você tá sofrendo que merecia. A gente parece que vibra com, né, a dor do outro. E ô gente, só uma notícia e uma informação, break news, tá? Eh, não é bom a gente pensar assim. Isso não é o que o espiritismo nos ensina. Nós estamos cientes disso, né? Todo mundo tá ciente. Mesmo que seja um indivíduo mau, voltado paraa crueldade temporária, porque ele é mal porque ele escolheu ser mau por hora. Não foi mal porque Deus o criou mal. Deus o cria com a potencialidade de ser bom. Mas se a gente se desvia do caminho, a gente pode se tornar mal temporariamente e alimentar aquele mal e ele vai existindo enquanto a gente o alimenta. Depois que para de alimentar, ele morre. Diferentemente do bem. Se a gente para de alimentar o bem, gente, o bem continua. O problema é nosso. Porque o bem sempre vai existir como sempre existiu, porque é de Deus. O mal não. O mal só vai existir enquanto nós, seres humanos, o alimentamos, porque ele é nosso. Ele não é de Deus. E o que não é de Deus não permanece. Tudo bem? Então, vejamos, Emanuel, ele vem com uma um foco aqui totalmente profundo, filosófico, diante daqueles que suponhas transviados, supomos que

o é de Deus. E o que não é de Deus não permanece. Tudo bem? Então, vejamos, Emanuel, ele vem com uma um foco aqui totalmente profundo, filosófico, diante daqueles que suponhas transviados, supomos que estejam transviados, mesmo que se entrem cegos no crime, mesmo que estejam ali praticantes do crime, não te confies à maldição. Não vamos nos entregar à maldição, à maledicência, querer o mal daquele indivíduo que tá no crime, aquele indivíduo que tá transviado ou que a gente acha que assim o está. Nessas horas difíceis, indagas de ti próprio, onde reside a grande razão pela qual Deus tolera semelhantes abusos. Não é uma pergunta que a gente faz. Por que que Deus permite que isso aconteça? Por que que Deus tá permitindo que tantas mazelas, enfermidades, tanta falta de ética, tanto malcaratismo, tantos abusos? Eu às vezes fico pensando assim, gente, se eu fosse Deus, eu fulminaria alguns seres, mas não teria menor dúvida. Eu eliminaria assim alguns seres, mas depois se eu fosse Deus, mas como é que eu poderia fulminar a minha própria obra? E depois refletindo melhor, se eu fosse Deus, talvez o outro fosse Deus, ele teria pensado em me fulminar antes. Eu não teria chance de fulminá-lo porque ele já teria me fulminado. Imagina que coisa de louco. Porque Deus está acima de tudo isso, gente. Por isso que essas nossas vontades repentinas, às vezes de querer reagir, calma, muita calma nessa hora, Geraldo. É, então ali vamos refletir, ponderar, não é? Nada de assodamento. No entanto, se a inquietação te invade, pensa em teu próprio filho ao surgirem problemas. Olha só, gente, que coisa interessante. Aí ele ele nos coloca, mano, na condição de pai dos nossos filhos. Deus é nosso pai, não é? Vocês se lembram do filme Cabana, né? A Cabana, >> o livro e o filme é muito interessante sobre a questão do perdão, do amor divino e como tudo acontece, não é? Então, por que que algumas coisas acontecem? Por que que Deus permite isso? E a gente vai verificando. E a gente tem visto opiniões ditas espíritas

perdão, do amor divino e como tudo acontece, não é? Então, por que que algumas coisas acontecem? Por que que Deus permite isso? E a gente vai verificando. E a gente tem visto opiniões ditas espíritas defenderem inclusive o aborto em algumas situações por conta exatamente disso, de que a mulher tem o direito da preservação, né, da sua dignidade, tem tudo isso realmente. Mas daí a defender o aborto em tais casos, o espiritismo coloca só quando há risco para a vida da mãe. Ah, se você é um homem, para você falar disso aí é muito fácil. Isso implore às vezes realmente a gente tem que tomar muito cuidado, mas sempre acolher. Se o aborto já foi cometido, a mãezinha querida é acolhida com muito amor. Mas se puder evitar um futuro aborto, que se evite. A casa espírita, inclusive dá amparo, dá assistência. Muitas vezes a gente não tem condições daquele filho, né? Não quer criar de alguma maneira. Há outros que querem adotar. Sempre há caminhos. Então, pensar porque a valorização da vida. esses nossos irmãos que anteciparam o retorno, inclusive, não é, pelo suicídio. Aqui nós temos a prece das 18 horas nesse momento. É para esses nossos irmãos, queridos irmãs, que retornaram, que merecem o nosso amor, a nossa consideração, vão ter a oportunidade de retornar, imagina, tão para retornar e eu não concedo o retorno deles por uma situação ou outra. Então, uma situação não é simples, gente, mas que a gente possa sempre olhar. E aí vai aqui Emanu colocar a gente como pai do filho. Se notas infelizes lhe assinalam o estudo, então o filho tira a nota baixa, por exemplo. Sabes dar-lhe na escola o curso repetido ou transferes o exame para a segunda época? Não é assim, vai ficar de recuperação. Quem falou segunda época, ela é um nó antigo, né? Ou você muda o menino de escola e tudo mais. Eu me lembro minha filha quando foi pra sétima série, até minha filha tá aqui no Brasil agora, moro em Portugal, passando aqui uns dias e até me trouxe ela aqui, ela foi com carro para visitar uma amiga, né? Vamos

minha filha quando foi pra sétima série, até minha filha tá aqui no Brasil agora, moro em Portugal, passando aqui uns dias e até me trouxe ela aqui, ela foi com carro para visitar uma amiga, né? Vamos se encontrar com amiga, melhor amiga dela aqui do Brasil, né? Interessante. Hoje é dia do amigo, né? E aí, eh, é quando ela chegou na sétima série, no final do ano, o pessoal da escola me chamou, né? E ela falou: "A sua filha foi reprovada. Eu não admiti. Eu falei: "Eu não admito o Instituto da Reprovação". Aí fomos pro conselho de classe, reunir os professores, diretor, tal, tudo lá e tal, né? Ela tinha ficado em quatro matérias, podia ficar em três e algumas era 0,25, 0 ponto, essas coisas todas, né? e tinha uma lá que era um ponto. Aí fomos conversando. Aí a diretora falou: "É, mas o senhor há de convir que a sua filha tem problemas, tem deficiências na formação de base?" Eu falei: "Eu concordo com a senhora". E a formação de base foi nessa escola e que a senhora agora é diretora. A senhora não sabia disso, né? Pois é. Então eu não admito a responsabilidade única. Nós vamos compartilhar essa responsabilidade, mas a minha filha não vai ser reprovada. Sabe uma professora que ela teve um ponto, concedeu o ponto para ela, ela ficou em três matérias, passou com nota máxima nas três. Sabe qual aluno foi reprovado no colégio inteiro naquele ano? Nenhum. nenhum aluno. Eu não estou querendo dizer que eu estivesse com a razão, nem queria estar com a razão, mas eu não admitia injustiça e me manifestei. Então é importante a gente colocar com respeito, com dignidade. Então veja aqui, não é? a gente vai buscar oportunidades e depois tem um aprendizado. Não é que não vai repetir, porque às vezes precisa repetir mesmo para aprender depender do contexto. Se foge a profissão, veja lá, se um filho nosso foge à profissão, diligencias, ou seja, providencia sempre atividades novas para ver ele correto e ajustado ao dever. Não é assim que a gente faz, que é o filho empregado ou filho, né,

um filho nosso foge à profissão, diligencias, ou seja, providencia sempre atividades novas para ver ele correto e ajustado ao dever. Não é assim que a gente faz, que é o filho empregado ou filho, né, ajustado alguma tarefa, em algum fazer, né? Se aparece doente, angarias remédio, restaurando-lhe as forças. Não é assim que a gente faz, felói, a gente vai correr, né? Buscar médico, buscar remédio, enfim, tratamento. Se o vício lhe corrompe as fibras da consciência, não lhe cortas os braços, mas busca na vida os meios necessários para que se reduque. Confere? Às vezes o filho tá envolvido nas drogas, você não vai eliminar o menino ou a menina, você não vai cortar os braços dele, né? Você vai proporcionar auxílio para que ele se reduque nessa caminhada. Se comete erro grave, não lhe queres a morte, porquanto sentes que a compaixão te sugere outros campos de serviço de emenda. Mesmo diante de erros gravíssimos, a gente que ama, não é? A gente sempre vai dar o amparo. Ainda nas circunstâncias em que o mal te pareça abarcar toda a terra, pensa no amor divino que sustenta as estrelas e alimenta os insetos, a fim de que percebas, vibrando em toda parte os apelos constantes do perdão e do auxílio. Como é bonito o auxílio, perdão, assistência, fraternidade, a solidariedade em toda parte, em toda a natureza, nos ensinando o tempo todo. uma coisa extraordinária. E veja esse amor divino se manifestando, sustentando as estrelas, alimentando os insetos, desde o macrocosmo ao microcosmo, o amor de Deus preenche tudo, né? A fim de que a gente vai perceber também a vibração do amor assistencial em todos os rincões, em todos os lugares. Por isso que nós devemos ser expressão desse amor também, desse amor que cobre a multidão de pecados, que nos faz superar os erros. Não é o amor que passa a mão na cabeça, sendo conivente com erro, mas é aquele amor que educa, que redime, que liberta, que proporciona a oportunidade do próprio espírito se reeducar. Compreenderás então que a falta de alguém hoje pode ser nossa falta

ente com erro, mas é aquele amor que educa, que redime, que liberta, que proporciona a oportunidade do próprio espírito se reeducar. Compreenderás então que a falta de alguém hoje pode ser nossa falta igualmente amanhã. O erro que alguém está cometendo hoje pode ser o nosso erro de amanhã. Por isso que não nos cabe julgar, gente, muito menos condenar. A nossa postura não deve ser de crítica negativa, mas deve ser daquela pessoa que auxilia, que estende as mãos, que se coloca à disposição para para ajudar. E ao notarmos que nós, espíritos falíveis, que todos somos, conseguimos amar, apesar da imperfeição que nos tizna de sombra, ainda apesar de sermos inferiores, cheio de enfermidades morais, a gente consegue amar. E quando a gente percebe isso, saberemos por fim que Deus é sempre amor, sempre infinito amor na justiça da lei. Então, Deus, sendo esse infinito amor, que é o título do capítulo, está sempre protegendo a todos nós, está sempre oferecendo as oportunidades para que nós possamos caminhar com as nossas próprias pernas, mas obtendo esse amparo, essa assistência, para que a gente não se sinta só. Diante das maiores dificuldades, dos maiores obstáculos, nós vamos ter a certeza de que aquela prova que a gente enfrenta é a grura necessária daquele momento. Eu não vou reclamar para desistir. Eu não vou praguejar a circunstância, a ocorrência, a existência, mas eu vou agradecer a beness da oportunidade. Quando eu tenho esse olhar diferenciado que se estende para além do momento atual da existência física, mas se amplia para a eternidade da vida imortal, um problema que eu estou enfrentando hoje, ele é diminuto, ele é mensurado sob medida para que eu possa tomar as providências. A nossa querida dona Irene Pacheco, já psicografando Otávio Cantelli, não é isso? lá na década de 70, gente, um livro chamado Amanhã Será outro dia, um romance lindo que eu li na minha adolescência. Então, a gente tem que acreditar num futuro melhor, com perspectiva, com confiança, com esperança, mas com certeza, porque é

do Amanhã Será outro dia, um romance lindo que eu li na minha adolescência. Então, a gente tem que acreditar num futuro melhor, com perspectiva, com confiança, com esperança, mas com certeza, porque é isso que a fé nos traz. A fé que dá convicção para além da crença, a fé que dá segurança para além da esperança. Eu não só acredito, eu sei. Eu tenho a certeza de que Deus faz parte da minha vida e de que ele quer o meu bem e de que eu não estou só nessa caminhada. Esse amor infinito do Pai nos abrange a todos, porque Deus é amor na conceituação do discípulo, do apóstolo, do evangelista João. E foi num ato, num gesto de amor que ele criou toda a vida todos os seres, estes seres maravilhosos da natureza, na sua multiexpressão facetada, em que a gente vê essa variação como uma miríade, como uma meeleza infinita. E a gente vê todos os seres da natureza, a própria expressão da natureza, sendo a lei da fraternidade, do amor universal, da solidariedade. É por isso que lembrando neste dia tão especial do poeta indiano que recebeu o prêmio da literatura mundial em 1913, rabindan natagó, na psicografia de Edivaldo Franco, o apóstolo do bem, o semeador de estrelas, capa de reformador de agosto, do mês que tá por chegar, o reformador já está pronto e que diz aqui que o Brasil é hoje melhor porque Divaldo viveu entre nós. A nossa homenagem a este missionário, esse trabalhador de Jesus. E a gente toma como exemplo, lembrando na psicografia de Divaldo, no livro Estesia, numa anotação que um amigo ou um conhecido de adolescência, quando Anit frequentava o movimento espírita nas confraternizações das mcdidades espíritas do noroeste e nordeste do estado de São Paulo, anotava-se nos livros algumas dedicatórias, alguns endereços pra gente poder fazer os contatos depois. E esse amigo de Franca chamado Joel Oliveira, ele escreveu um poema que eu li duas vezes, nunca mais esqueci. Depois fiz até uma música, viu, João? uma melodia em cima desse texto que ele se inspirou em Rabinho Dranatagó, nesse

ado Joel Oliveira, ele escreveu um poema que eu li duas vezes, nunca mais esqueci. Depois fiz até uma música, viu, João? uma melodia em cima desse texto que ele se inspirou em Rabinho Dranatagó, nesse livro Estesia que eu fui só ver depois de 15 anos mais ou menos quando eu fui ler e encontrar ali. E diz assim que a gente chamou de amigo e de irmão: "Encontrei-te um dia e pediste para eu cantar. Minha voz se perdia na sinfonia da terra em festa. E eu não podia cantar. Me chamaste amigo e a voz da tua melodia deu melodia a minha voz para que eu te chamasse irmão. Muito obrigado, meus amigos, meus irmãos. Obrigado, amigo querido, por nos compartilhar tantos conhecimentos, nos convidando a refletir sobre nossa jornada, sobre a nossa existência, envolvidos no amor infinito que nos convida a nos transformar. E vamos fazer a prece. Eu ia até pedir para ele que tá tão inspirado, quer fazer. Ele vai fazer a preça. >> Então vamos, queridos, nesse instante, momento tão gratificante do trabalho no bem nesta casa que nos abriga a todos neste auditório. de Menezes, o nosso mentor, coordenador do movimento espírita no Brasil, sentindo a presença dos amigos e irmãos, amigas e irmãs, benfeitores e benfeitoras da espiritualidade, aqui juntos, dos seus tutelados, daqueles que recebem amparo, para corresponderem nesse momento a oportunidade do crescimento, da reflexão, da busca de melhoria, da reconstrução de caminhos, da regeneração. Obrigado, Jesus. Obrigado, Bezerra de Menezes. Obrigado, Ismael, guia, protetor do Brasil. Obrigado, Maria, mãezinha de toda a humanidade que abriga no seu seio maternal os sofredores, para dizer diante da dor que isso também vai passar, meu filho, porque o amor divino é infinito, porque a bênção de Deus nunca nos falta. E aqui nos encontramos encorajados para seguir adiante no percurso da jornada evolutiva, buscando fazer sempre o melhor ao nosso alcance. Muito obrigado, mãezinha pelo carinho e acolhimento de mãe que nos assiste hoje e sempre. Fiquem conosco, benfeitores,

o percurso da jornada evolutiva, buscando fazer sempre o melhor ao nosso alcance. Muito obrigado, mãezinha pelo carinho e acolhimento de mãe que nos assiste hoje e sempre. Fiquem conosco, benfeitores, para que possamos seguir nesta semana que se inicia com ânimo de exposição e aproveitando bem ao tempo a nossa disposição para fazer o melhor que pudermos. Graças a Deus. Mais uma vez agradecemos ao Geraldo, agradecemos ao João também que sempre nos harmoniza aqui. E eu tenho alguns avisos. Nós temos, lembrando que nós temos atendimento fraterno diariamente de segunda a quinta-feira de manhã, tarde, noite, sexta também, sábado e domingo às 17:30. E gostaria de convidá-los, aqueles que puderem se inscrever no estudo sistematizado, quem tem interesse pela doutrina espírita, as matrículas estão abertas, né? Vão até o dia, perdi aqui, mas eh vão até o dia 11 de agosto, tá? Todos que que tiverem interesse nos estudos sistematizados, matrículas abertas. Muito obrigada a todos e uma ótima semana a cada um de nós. >> Boa noite a todos. Diante um distante daremos início à chamada do passe. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como final por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos

sericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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