Inclusão e Acessibilidade na Evangelização
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Meu rabbi Cristo Meu Amigo ouço tua voz me falar eu conto contigo pro meu reino edificar eu sou vacilante às vezes sou distante mas o teu amor me faz voltar me orienta Cristo Quero ocupar o meu lugar amado meu confia persevera acolhe o teu irmão vive de verdade a tua evangelização amado meu confia persevera acolhe o teu irmão vive de verdade tudo o que fizeres faz de todo o coração meu rab Cristo Meu Amigo quero proclamar a vida Imortal Quero Te Servir presencial o virtual eu sou vacilante às vezes tão distante mas me faz vibrar o teu amor me orienta Cristo a ser um bom evangelizador Amado Meu confia persevera acolhe o teu irmão vive de verdade a tua evangelização amado meu confia persevera acolhe o teu irmão vive de verdade tudo o que fizeres faz de todo o coração tudo o que fizeres faz de todo o coração tudo o que fizeres faz de todo o coração boa noite a todos é uma alegria estar aqui nesta noite já estava com saudades estive sumidinha algumas terças-feiras por motivos de trabalho mas hoje estarei aqui com vocês nesse início dando boas-vindas e dando boa noite eu farei a minha autodescrição eu sou a Taíssa mulher de madura de idade madura pele moreno claro cabelo castanho claro estou usando um óculos bege uma camiseta branca e atrás de mim tem uma cortina bege e uma estante com livros sejam muito bem-vindos e nesta noite estaremos estarei estarão conosco a Cris boa noite seja bem-vinda boa noite eu sou a Cristiane Arruda eu sou também uma mulher de meia idade morena de cabelos cacheados estou aqui numa sala onde ao fundo tem uma parede de papel listrado e uma tela com a imagem de São Francisco de Assis sobre um móvel de madeira estari com vocês com muita alegria nesta noite vamos fazer a nossa prece Inicial e logo mais logo mais eu apresento a nossa convidada de hoje que fala falará para nós sobre inclusão e acessibilidade na evangelização Espírita infanto juvenil Então vamos fechar os nossos olhos ass serenando os nossos corações pedindo ao mestre Jesus Que derrame bálsamos de luz de
nós sobre inclusão e acessibilidade na evangelização Espírita infanto juvenil Então vamos fechar os nossos olhos ass serenando os nossos corações pedindo ao mestre Jesus Que derrame bálsamos de luz de amor de afeto em todos nós nos nossos lares em nossas famílias mentalizem a nossa casa Espírita o trabalho da evangelização infanto juvenil uma Chuva de bênçãos de luz e de muito amor obrigada senhor por todo o Amparo por todo o auxílio mesmo sabendo das nossas imperfeições das nossas dificuldades do dia a dia sabemos que está sempre conosco conta com o nosso trabalho com a nossa disposição com a nossa dedicação e com o nosso amor à tarefa acima de tudo obrigada senhor por todo por toda a confiança que assim seja Então vamos chamar seja bem-vinda Ana champlon ou Aninha como muitos dizem né seu microfone está fechado Ana seja muito bem-vinda muito bem-vinda ela é colaboradora da FEB no EAD de inclusão né quem os evangelizadores que estão nos acompanhando se ainda não fizerem teremos novas turmas o ano que vem né Aninha todo semestre abre inscrição no nov turma do EAD sobre inclusão é com você então Ana seja bem-vinda uma alegria ter você conosco e o pessoal gente quem tiver dúvidas perguntas coloquem no chat que no finalzinho a gente vai ter um momento de perguntas a Cris estará aqui com a Ana mediando esse momento de perguntas e respostas isso obrigada Taísa atian a que fez o convite Obrigada meninas é uma alegria estar com vocês e falar de um tema maravilhoso pra gente né porque nós vamos criando espaços de diálogo sobre inclusão e isso é fortalecedor paraa Nossa prática evangelizadora sim pode me chamar Dianinha Sem problema nenhum eu gosto muito bom seja bem-vind vamos lá obrigada a noite é toda sua Opa obrigada bom vou esperar a Cris colocar para mim isso Obrigada Cris a gente vai começar falar eh de inclusão a partir eh da própria conção do capacitismo né quem vem nos acompanhando os trabalhos que a gente vem desenvolvendo a comissão no Brasil afora sabe que a gente sempre começa a
ar falar eh de inclusão a partir eh da própria conção do capacitismo né quem vem nos acompanhando os trabalhos que a gente vem desenvolvendo a comissão no Brasil afora sabe que a gente sempre começa a falar a partir dos paradigmas né que são a exclusão a segregação a integração e a inclusão Mas hoje nós vamos fazer diferente Hum eu gostaria de convidar vocês a fazer algumas reflexões em torno do que a gente vai conversar hoje eu sou uma mulher de pele clara tem os cabelos já grisalhos eles estão presos do lado dos lados eu uso óculos atrás de mim há uma instante de livros e tem e uso nesse instante uma blusa de ã mangas curtas da cor azul escura na nossa ela existe uma chave um desenho que são algumas pessoas eles estão num ambiente de trabalho eles estão em pé em torno de uma moça usuária de cadeira de rodas e ela não tem as pernas e os braços e a frente dela em cima de uma mesa está um computador e para acessar o computador ela tem um objeto que move tecla a o computador dela e as pessoas em torno Estão dizendo incrível o outro diz parece um milagre enquanto a outra moça fala é inacreditável que estou vendo e uma outra pensa pensei que ela seria capaz eh de tal tarefa não seria de tal tarefa enquanto amor ali trabalhando está pensando um dia eles vão se acostumar que não somos ET né Ou seja pessoas extras fora da terra essa charge a gente precisa pensar um pouquinho sobre ela né O que que esses esse diálogo o que que essas Eh esses balõezinhos com essas falas querem dizer pra gente deixar vocês pensando no próximo na próxima charge eh H um rapaz eles também usuário de cadeira de rodas e um senhor de palitó em frente a ele diz bem-vindo à nossa empresa sua função será naita do estacionamento e ele responde com um um canudo um papel encolado na mão dizendo sem senhor senhor não me entendeu tenho doutorado em economia essa é uma segunda eh forma né da gente ver aqui o que que tá acontecendo e na terceira no terceiro slide há um rapaz também usuário de cadeira de rodas há
não me entendeu tenho doutorado em economia essa é uma segunda eh forma né da gente ver aqui o que que tá acontecendo e na terceira no terceiro slide há um rapaz também usuário de cadeira de rodas há uma moça que atrás empurrando ajudando a seguir na cadeira e um P em frente em pé aí ele fala Olá quanto tempo depois que você ficou assim Nunca mais te vi quem é essa bela moça sua irmã prima cunhada amiga cuidadora e ele responde Não é minha mulher bom vamos em frente e o que que essas charges baseiam-se para mostrar pra gente né que atitudes através dessa Fala dessas três eh formas da gente ver o que que elas vêm trazendo pra gente em primeiro lugar quando as pessoas enxergam a pessoa com deficiência eh existe um um conceito às vezes até muito Sutil de perceber aquela pessoa que tem uma experiência né que está vivenciando a experiência da deficiência por exemplo em todas as as três charges a gente conseguiu ver um pensamento que é um pensamento de uma lógica da desvalorização da desqualificação das pessoas deficiência né baseando-se no preconceito em relação à sua capacidade corporal ou cognitiva isso a gente chama de capacitismo Mas por que que eu disse que parece ser tão Sutil porque na verdade nós não percebemos que estamos sempre sendo organizados ou H temos o nosso olhar treinado para ver um padrão de normalidade um padrão onde o humano precisa ser né e ele é hã vamos dizer assim eh reduzido aquele padrão aquela condição de capacidade a própria palavra capacidade já nos remete a um objeto onde a sua volumetria a sua condição de guardar objetos a capacidade de guardar né a capacidade da usabilidade que ele traz significa que mais ou menos ele servirá para nós então se eu estou com muita sede eu nunca vou pegar um copo pequeno eu vou pegar um copo grande porque eu preciso de muita água assim também está o nosso há anos né vem sendo treinados pra gente enxergar a capacidade a condição de serviço Ou melhor dizendo em muitas aspas da serventia que o corpo da gente é capaz
de muita água assim também está o nosso há anos né vem sendo treinados pra gente enxergar a capacidade a condição de serviço Ou melhor dizendo em muitas aspas da serventia que o corpo da gente é capaz de trazer de trabalhar de se tornar útil de se tornar funci socialmente falando mas por trás disso tudo a gente investe na menos valia do corpo daa humana que a gente apenas vê materialmente então esse essa é a lógica do capacitismo e nós precisamos conversar sobre capacitismo a fim de continuar a nossa aprendizagem interna nos propor a modificação dos nossos olhares uns com os outros não é o lincol Tavares de Melo no seu site e onde traz uma uma pequena um pequeno artigo que se chama eh diversidade nos negócios ele diz que a forma normalizada de conceber o corpo humano como algo que Deva funcionar agir sobre regras muito bem definidas biologicamente nos lembra que a palavra normal vem do latim normis forme a norma que não foge aos padrões então quando nós somos capacitistas nós estamos sim eh envolvendo a o nosso olhar a pessoa dentro de um olhar de um padrão de normalidade e isso nos distancia evidentemente da da própria proposta que o espiritismo traz para nós Kardec em um evangelho segundo espiritismo lá no Capítulo 11 no item 10 ele nos traz considerar como sua Grande Família humana e os espíritos que compõem são como vós filhos de Deus desse ados a se elevarem ao infinito assim não podeis recusar aos vossos irmãos o que Deus deliberadamente vos outorgam pant porquanto de vosso lado muito vos alegraria que vossos irmãos vos dessem aquilo de que necessitais para todos os Sofrimentos tende pois sempre uma palavra de esperança de conforto a fim de que sejais inteiramente amor e justiça cardec aqui vem nos hum convidando a pensar nós somos feitos da mesma argila nós somos feitos da mesma Essência A Essência Divina que pulsa em nós e Deus nos deu nos outorgou veja lá não é todos os recursos necessários para que nós pudéssemos vivenciar as nossas experiências e a partir dela evoluirmos
Essência A Essência Divina que pulsa em nós e Deus nos deu nos outorgou veja lá não é todos os recursos necessários para que nós pudéssemos vivenciar as nossas experiências e a partir dela evoluirmos então não há por nos separarmos nãoé nos olharmos de formas diferentes porque o nosso olhar o olhar que está sensível a condição de ver o espírito Imortal é evidente que precisa olhar para além da materialidade e enxergar de fato Quem Somos quem é a pessoa que se apresenta a nós e é lógico que quando nós nos dirigimos a alguém com deficiência alguém com síndrome de down nós precisamos guardar um respeito porque esse olhar precisa também ser aquele que direciona o nosso próprio discurso quando nós temos hoje as nomenclaturas né mais atualizadas nós precisamos perceber que essas nomenclaturas elas fazem parte de um acordo social então a pessoa com deficiência ela precisa dizer quando você diz que eu sou deficiente você olha primeiro aquilo que na verdade não sou eu uma característica minha Evidente mas a deficiência não é a pessoa mas é uma característica não é é uma uma adendo da vida para que nós pudéssemos eh ultrapassar determinados limites hum nossos internos mas também fazer com que o nosso entorno Assim como nós pudesse progredir então o mais correto é dizer pessoa com deficiência intelectual pessoa sem deficiência pessoa com deficiência visual ou cega pessoa com transtorno opositor desafiador ou com Tod pessoa com ã com autismo ou no espectro autista ou conia ao invés de dizer necessidade especial dizer necessidades específicas porque na verdade ela não traz uma necessidade especial Ela traz uma necessidade específica de comunicação locomoção não é compreensão visual auditiva e não devemos chamar de cadeirante porque a cadeira muito embora seja aquela que vai proporcionar locomoção do da pessoa com deficiência eh física ou neuromotora eh não está atrelada à pessoa então a pessoa que é usuária da cadeira de rodas mas a cadeira de rodas não faz parte da pessoa com
cionar locomoção do da pessoa com deficiência eh física ou neuromotora eh não está atrelada à pessoa então a pessoa que é usuária da cadeira de rodas mas a cadeira de rodas não faz parte da pessoa com deficiência a pessoa com deficiência auditiva ou surda a pessoa com TDH a pessoa com dislexia ou disléxica E aí Segue Então se a gente for pensar e continuar refletindo aqui a partir dessa nossa compreensão eh que nós estamos fazendo desenvolvendo a partir do capacitismo de como nós olhamos uns aos outros nós então vamos imaginar do que depende a inclusão depende do amor da justiça e da caridade mas é o amor que a gente diz que é a chama Divina exortada pela criatura em busca da Integração com o criador é o amor fraternal o amor sem condições a justiça como Justiça real evocada pela consciência de onde está gravado e a caridade como filha da mansuetude não aquela caridade que nós interpretamos assim mas que é apenas uma maneira de eh colocar o outro e fazê-lo permanecer num estado de ã pobreza de mendicância não é de necessitado não é a caridade que promove é a caridade que alça o outro de onde ele está fazendo acreditar nas possibilidades que ele tem para seguir adiante com os seus próprios recursos quando nós estamos falando de algo de deficiência por exemplo de um transtorno imediatamente nós precisamos entender que existe um muro tem uma barreira ali no desenho existe uma moça Eh no lado de fora do de um de um muro enquanto a uma outra pessoa apenas com as mãozinhas tentando subir no muro e ultrapassar aquela barreira Exatamente Essa figura que a gente precisa imaginar o que causa o torno a deficiência para a vida de alguém existe uma barreira e esta barreira ela ela ela necessita que nós ã vejamos e localizem Quais as barreiras que tal deficiência traz para aquela pessoa quais Barreiras aquele transtorno traz para a vida plena daquela pessoa então então a barreira causada pela deficiência e pelo transtorno por exemplo é AD divinda das possibilidades da sua vivência plena em
Barreiras aquele transtorno traz para a vida plena daquela pessoa então então a barreira causada pela deficiência e pelo transtorno por exemplo é AD divinda das possibilidades da sua vivência plena em sociedade da sua vida em baseada na autonomia dessa pessoa então a deficiência e o transtorno sim retiram não é da Autonomia ã que aquela pessoa pode ter no dia a dia por exemplo de sua vida mas quando a gente pensa nessa barreira e nós localizamos o que está obstando o que está colocando essa barreira para plo o pleno pleno exercício daquela pessoa ã na pessoa social na pessoa emocional na pessoa cognis ou seja na pessoa que aprende na pessoa que faz sociedade ou que deveria estar fazendo sociedade em conjunto quando nós localizamos eh esta barreira imediatamente nós precisamos então imaginar Ora se existe uma barreira há uma necessidade específica de acesso àquilo que está sendo retirado da pessoa então hoje nós vamos vamos falar de acessibilidades e não apenas de acessibilidade essa correção eu gosto muito dela é a Sônia Hoffman que faz sempre que ela fala quando ela eh cria né est num espaço de diálogo falando sobre acessibilidades e falar de acessibilidades é falar e imaginar que uma não pode vir separada da outra então a gente tem uma acessibilidade no transporte na arquitetura no urbanismo da cidade por exemplo mas nós temos e precisamos eleger quatro principais para nós essa noite a acessibilidade atitudinal pedagógica tecnológica e comunicacional quando a gente tá falando da acessibilidade atitudinal é aquela onde nós vamos discando Eu gosto muito de dizer isso os nossos olhares sobre as os nossos preconceitos Onde eu posso ser a ponte onde eu realmente estou colocando um tijolinho para a barreira continuar existindo há uma charge é do Armandinho com uma amiguinha e eles têm os tijolos E ela diz Pode parecer pouco mas de tijolinho em tijolinho continua Podemos construir os maiores Muros E o o Armandinho diz muros não podemos construir pontes quando nós falamos de acessibilidade atitudinal nós
Pode parecer pouco mas de tijolinho em tijolinho continua Podemos construir os maiores Muros E o o Armandinho diz muros não podemos construir pontes quando nós falamos de acessibilidade atitudinal nós imediatamente pensamos que Pontes eu posso construir com a minha atitude e que transforme o mundo para que o M à nossa volta de fato seja um mundo para todos e pensando em construir pontes imediatamente Nós voltamos para nós é necessário que a gente possa refletir o meu discurso e a minha prática o meu olhar os meus ouvidos não é como se dão conta de tudo a minha volta intelectualmente racionalmente como eu vejo as coisas como eu as minhas relações como eu entendo que estão organizadas as relações sociais e emocionalmente como eu dou conta delas então é necessário que a gente afine não é a nossa compreensão do que nos cerca para que nós pudéssemos então seguirmos para uma ressignificação dos das nossas condutas da forma como a gente enxerga o outro ou os outros como nós nos enxergamos como nós nos damos as relações sociais que criamos e ressignificar entender que as coisas às vezes precisam de um novo sentido dentro do coração na tela existe um coração ele está desenhando por dentro algo que parece uma Mandala tá cheio de arabescos coloridos e na figura acima do coração existe a palavra ressignificar em tamanho maior e abaixo do coração o que eu acabei de falar e entender que as coisas às vezes precisam de um novo sentido dentro do coração então para que nós pudéssemos buscar Ah e nos qualificar Ahã tendo uma atitude acessível para o outro seria necessário que nós nos Auto observássemos E então ressignificar e Armandinho de novo com o pai Ele tem uma bola de basquete na mão enquanto o pai diz assim por que não joga com ele e ele responde ficou doido e ele continua ele é uma criança igual a você filho não é mesmo retruca o Garotinho Olha lá e apresenta-se uma criança com uma bola de basquete e ele tem um gorro na cabeça e está numa cadeira de rodas o Armandinho continua
a criança igual a você filho não é mesmo retruca o Garotinho Olha lá e apresenta-se uma criança com uma bola de basquete e ele tem um gorro na cabeça e está numa cadeira de rodas o Armandinho continua ele joga muito melhor que eu o Amandinho aqui nos dá uma lição uma lição de como nós deveríamos olhar uns para os outros ao invz de vermos a deficiência ou o transtorno Nós deveríamos ver buscar procurar entender enxergar mesmo as habilidades do outro as possibilidades de aprendizagem do outro nós como evangelizadores precisamos fazer esse exercício todas as vezes não apenas quando Quando estivéssemos com osos evangelizandos Mas também sempre que nós nos defrontarmos com uma situação onde nós precisamos pensar parar e pensar o que vejo nessa pessoa primeiro a partir da acessibilidade atitudinal como evangelizadores evidente que nós vamos buscar a acessibilidade pedagógica tecnológica e comunicação ional ver e enxergar Que tipo de acessibilidades nós precisamos desenvolver no que a gente chama do roteiro inclusivo buscar esse roteiro inclusivo para as nossas atividades e nós precisamos quando estivermos realizando os nossos roteiros percebermos fazermos as seguintes perguntas que esse roteiro it os recursos eu escolhi permitem engajamento todos o roteiro traz Que tipo de atividades inclusivas no roteiro H possibilidade de espaço de trocas contextualização criatividade ludicidade e reflexão Olhe só quando nós estamos falando nessas possibilidades nós estamos imediatamente dizendo que essas possibilidade que precisa estar presente num roteiro inclusivo são as os principais pontos que nós vamos empreender no espaço evangelizador como um espaço de aprendizagem ativa e isso não se dá eh a quando nós temos um olhar eh capacitista isso não vai se dar quando nós eh imaginarmos o outro ou aprendermos do outro apenas o que eu vejo materialmente Kardec no Livro dos Espíritos na questão 371 Ele pergunta tem fundamento a opinião segundo a qual os cretinos e os idiotas teriam almas de natureza infer
os do outro apenas o que eu vejo materialmente Kardec no Livro dos Espíritos na questão 371 Ele pergunta tem fundamento a opinião segundo a qual os cretinos e os idiotas teriam almas de natureza infer e a resposta não eles TM almas humanas muitas vezes mais inteligentes do que pensais mas que sofrem da insuficiência dos meios de que dispõem para se comunicar Mendo bem pequenininho quando Kardec trata e fala das duas nomenclaturas cretinos e idiotas naquela época o coefici ência lidava com o outro ponto da escala que era Exatamente esse cretinos e idiotas Hoje nós não tratamos de cretinos e idiotas mas a idiotia ainda está presente como maneira de entender ali o coeficiente de inteligência mas o próprio coeficiente de inteligência queridos o conceito s inteligência já mudou muitas e muitas vezes e hoje ele se encontra ainda mais atualizado do que esteve no passado que eu quero dizer com isso que nós que vemos e entendemos como inteligência pode estar exatamente marcado por uma concepção capacitista por uma concepção tecnicista por uma concepção de que o outro é uma folha em branco e precisa ser preenchida por mim essa Exatamente esse conceito é necessário que receba uma boa reflexão e é Kardec na questão 804 que vai nos dizer que Deus criou iguais todos os espíritos a diferença entre eles na diversidade da experiência alcançada e da vontade com que procedem vontade que é o livre arbitrio todos nós somos passíveis de habilidades de aprendizagem porque se não fosse assim nós estaríamos marcando as pessoas com deficiência As Pessoas com Transtorno as pessoas pessoas que não t uma instrução acadêmica como que não poderiam evoluir isso não existe a evolução é uma lei e nós precisamos pensar que essa lei é uma lei que guia Inclusive a nossa própria vontade ainda que nós não quiséssemos evoluir nós evoluir porque não existe Ah Como permanecer estagnado o freio e a espora que diz o evangelho nós seríamos H induzidos para que pudéssemos sair daquele espaço para nos tornarmos mais maleáveis a lei
s evoluir porque não existe Ah Como permanecer estagnado o freio e a espora que diz o evangelho nós seríamos H induzidos para que pudéssemos sair daquele espaço para nos tornarmos mais maleáveis a lei do crescimento A lei da evolução Então se é assim nós não temos Como olhar para o outro e imaginar que ele não há de aprender mas há que nós olhemos para o outro e percebamos que o outro traz necessidades de experiência que nem sempre é o conhecimento formal na evangelização nós precisamos eleger que o conhecimento moral ele precisa estar presente sempre não é e Kardec continua ainda na pergunta 804 a variedade de aptidões na verdade a resposta né no espírito da Verdade é necessária então a variedade de apedido é necessária a fim de que cada um possa recorrer para a execução dos desígnios da Providência No Limite do desenvolvimento de suas forças físicas e intelectuais nem todo mundo ganha cinco talentos mas todo mundo ganha talento o que um não faz o outro faz assim cada um tem seu papel útil a desempenhar nós precisamos pensar o seguinte eu acabei de falar sobre talentos e a parábola do talento ela coloca se começa a colocar desse dessa maneira foi dado os talentos em conformidade a cada um mas todos tinham talento e cada cada um precisava desenvolver multiplicar os talentos que ganhou mas exatamente na troca ou seja foi necessário que eles saíssem de onde estava e em prendessem com o talento que haviam ganhado e ele fez isso com o outro na troca com o outro então se nós não permitimos que o outro possa multiplicar o talento que trouxe que não tenha espaço de experiências para desenvolver esse talento nós estamos obstruindo e não como um muro e não como uma ponte a levar o outro do lugar onde ele está para o mais alto que ele pode possa chegar nós somos seres diversos nós somos seres de grandes habilidades a habilidade que se apresenta em mim hoje não quer dizer que é habilidade apenas que eu trouxe do passado a habilidades É lógico que emergem com mais força e aquelas que
s seres de grandes habilidades a habilidade que se apresenta em mim hoje não quer dizer que é habilidade apenas que eu trouxe do passado a habilidades É lógico que emergem com mais força e aquelas que podem até serem ã ocorrido que elas sejam desenvolvidas ao longo de meu percurso reencarnatório mas é evidente que há outras latentes e que é necessário que eu precise ter apoio de outras pessoas para que estas habilidades que estão ali Ainda enc num germen como uma semente eclodam brotem mas sim nós precisamos enxergar as variedades da diversidade humana a fim de que possamos continuar acreditando que cada um de nós aprende no momento propício e aquilo que lhe e que lhe trará as condições necessárias para a caminhada nesta Encarnação e é lógico toda a Encarnação traz para o espírito Imortal uma bagagem a que e essa mesma bagagem seguirá com esse espírito e será desenvolvida ao longo de tantas outras encarnações que puder ter que lhe seja necessário ter nós como evangelizadores nessa figura existe o uma figura de uma cabeça humana e eh preenchida como quebra cabeça há uma pessoa em frente a essa imagem colocada sobre uma mesa e uma das mãos Segura uma das peças que falta para completar a figura é exatamente assim que nós precisamos pensar quando estamos prestes a a elaborar os nossos roteiros pensando os nossos espaços evangelizador como espaços de aprendizagens ativas o que eu posso contribuir O que falta para fulano para o meu grupo que atividades eu posso trazer não é que seja inclusiv todos possam contribuir E aí nós trouxemos aqui rapidamente alguns exemplos por exemplo a maquete a trabalhar com maquetes na evangelização É sim uma maneira de a gente proporcionar espaços de colaboração criatividade ludicidade reflexão mas cada um trabalha do ponto onde está ou seja com o conteúdo que já foi organizado em busca de novas organizações de complementariedade uns com os outros dos conhecimentos que é necessário para a compreensão do tema por exemplo o trabalho colaborativo não é pensar
já foi organizado em busca de novas organizações de complementariedade uns com os outros dos conhecimentos que é necessário para a compreensão do tema por exemplo o trabalho colaborativo não é pensar planejar uma visita uma de animais uma visita a casa das vovozinhas planejar o natal do centro planejar uma atividade uma gincana ou apenas se deparar com uma uma história por exemplo em busca de uma solução O que Jesus Faria nessa situação é um trabalho coativo jogos cooperativos não é onde a gente não pensa em ganhar inho mas mas que as nossas atitudes levem todos ganharem no grupo preparar donativos organizar os materiais a cestrin as cestinhas eh os kits embrulhar os donativos enfim a roda de leitura onde todo o mundo pode escolher um livro falar sobre ele e é lógico n é que esse livro esse livro vai ser acessível para todos e o Moral criativo não é que igual a maquete eh ele pode ser e é sempre muito importante que nós tenhamos o livro sensorial a prancha de comunicação alternativa os tapetes sensores e os quadros de rotina do acessibilidade Ok e a gente trouxe só pra gente poder fazer essa divisão essa diferenciação é evidente que o livro sensorial vai me trazer para que atividades vai servir para minha roda de leitura vai eh me servir na no momento em que se a gente quisesse por exemplo fazer o o mural criativo ao invés do mural grandão na parede podia se transformar num livro para todo mundo não é E aí a gente vai caminhando mas esses poucos a gente trouxe todos e evidentemente não daria o tempo pensar que não está distante do que fazemos queridos apenas nós precisamos perceber que as atividades que temos hoje elas elas são de fato eh inclusivas eu eu tenho que ter duas atividades na minha sala para atender a criança com autismo ã do nível três de suporte do nível dois de suporte eu preciso ter uma uma atividade diferenciada para pra criança pro meu jovem que tem uma deficiência intelectual que tem dislexia eu preciso fazer isso eu preciso ter uma atividade separada pras
porte eu preciso ter uma uma atividade diferenciada para pra criança pro meu jovem que tem uma deficiência intelectual que tem dislexia eu preciso fazer isso eu preciso ter uma atividade separada pras minhas crianças que não leem ou escrevem que tem uma baixa condição de e escolaridade será que isso é inclusão cabe aqui uma reflexão pra gente essa noite não é e aqui a gente trha a comissão de inclusão da fbia a miram Rosa a Bet a Ana blanchet a Caritas a Lúcia a ktia Elis Toledo aour a Franciana Vivi Viviane al a Socorro Morais a Kate Manu Manu deu uma uma viradinha acho que foi a o programa o o Marquito eu a nossa querida Charlotte e a Rosalina hum nós estamos reunidos de dentro e de fora do nosso país é uma comissão muito especial e a gente chega no final eu tenho certeza vocês aí já tem muitas perguntas e que já fizeram aí maravilhosas reflexões é isso queridos Vamos às perguntas Cris já temos alguma Se quiser pode tirar obrigada então que excelentes reflexões não é mesmo aqui temos eh algumas participações interessantes todo mundo muito eh mobilizado né para refletir sobre o papel do evangelizador mesmo uhum com esse essa necessidade de ressignificar o olhar né então aqui houve uma pergunta sobre o autismo né Nós temos recebido muitas crianças em sala que estão no transtorno do espectro autista e como fazer para realmente conseguir fazer uma inclusão bacana real verdadeira sendo que o próprio evangelizador ainda não domina né Essa essas habilidades vamos dizer assim de se relacionar com a família da Criança e com a própria criança como é que nós vamos caminhar nesse sentido Seria a primeira pergunta então eu acho que a uni Já respondeu na própria pergunta dela né em primeiro lugar acolher a família chamar a família para perto a convivência só com eles então a compreensão de como aquela pessoa eh age vive né reage às situações do dia a dia como faz para falar lá se já fala ou não se tem um objeto que a gente chama de objeto de apego na a gente também pode chamar de objeto de
o aquela pessoa eh age vive né reage às situações do dia a dia como faz para falar lá se já fala ou não se tem um objeto que a gente chama de objeto de apego na a gente também pode chamar de objeto de acomodação e esse objeto ação ele faz parte não é eh né para do reajustamento do do do da pessoa com autismo né do autista então a gente compreender como é aquela pessoa como que ela lida com as coisas do dia a dia aquela criança aquele jovem Começa por aí com a família vamos conversar não é bom a partir desse instante compreendendo algumas coisas nós vamos Lógico não tem como a gente precisa se se inteirar do que é o autismo das suas características e lógico gente olha só nós não somos de educação para ser evangelizador não é necessário ser de educação muito menos especialista em educação especial mas a gente como mães pais né Eh evangelizadores educadores que somos ali nós precisamos entender como como funciona não é o autismo do que que eu necessito Então vamos lá vamos pensar numa criança nível de suporte dos não oralizado seja não fala se tem estereotipia se não tem não é quais são as habilidad ências quais são as condições que podem levá-la a uma desordem Sens muita luz pouca luz o barulho o toque então nós vamos aprendendo a lidar né no Dia a Dia A partir do momento em que a gente entra em contato com o outro e seria muita pretensão minha se eu aqui dissesse como nós devemos fazer porque cada autista é umaa diferente por isso a gente diz hoje transtorno do espectro autista Ainda Que nós tivéssemos uma criança no nível de suporte um duas na sala seriam diferente ui Será que eu caí parece que nós tivemos um uma pausa interrupção fala Aninha você dizia assim que ainda que nós tivéssemos duas crianças com nível de suporte um na mesma salinha que Elas seriam diferentes diferentes exatamente Nós temos dois espíritos Imortais com sua própria diversidade com histórias completamente diferentes uma da outra com aprendizagens anteriores completamente diferentes uma da outra
ferentes exatamente Nós temos dois espíritos Imortais com sua própria diversidade com histórias completamente diferentes uma da outra com aprendizagens anteriores completamente diferentes uma da outra com necessidades reencarnatório completamente diferentes então para começar e não deixar ninguém a deriva Lógico que seria a família compreender e conhecer o sujeito se apresenta a mim não é e qual é o lugar que ele ganha no grupo é uma outra coisa que a gente não pode deixar de olhar e se perguntar tudo bem Excelente excelente acho que isso foi assim a sua fala foi um convite paraa gente como evangelizador buscar aprender um pouco mais mas ficou muito claro para todos a importância desse acolhimento né que a gente sempre fala a partir do acolhimento nós vamos compreender mais e vamos nessa prática aí desse combinadinho aí do amor da justiça e quais são os três el o amor a justiça e a caridade né acho que nós temos que buscar permanente ente trabalhar nesse né com esse olhar do amor da justiça e da caridade trabalhando bem com a nossa equipe de evangelizadores com todas as demais áreas da casa espírita para que todos possam se envolver nesse acolhimento para que a gente possa fazer como Jesus nos ensinou não é eh e e pregar a todos né então o nosso trabalho ele precisa alcançar a todos certamente nós vamos ter alguns equívocos Vamos precisar fazer alguns ajustes me ocorreu aqui um experiência recente que um uma criança que está no espectro eu ainda não tenho muita intimidade com ele estou conhecendo a família dele e ele agora e era o segundo encontro com ele e aconteceu que eu fiz uma modificação no formato da sala pensando na turma como um todo né em levar uma uma atividade diferente e ele que já havia ficado muito bem comigo na semana anterior quando ele chegou na porta da sala e viu que havia um formato diferente ao invés das cadeirinhas em torno das Mesas eu coloquei um tapete tinha uns fantoches no tapete na hora que ele chegou na porta ele parou e não entrou e aí na hora eu percebi falei foi
rmato diferente ao invés das cadeirinhas em torno das Mesas eu coloquei um tapete tinha uns fantoches no tapete na hora que ele chegou na porta ele parou e não entrou e aí na hora eu percebi falei foi a mudança do ambiente e aí o que que eu fiz rapidamente eu voltei exatamente adaptei coloquei um cadeiras em volta do tapete para que Ele pudesse optar né em ficar no tapete ou na cadeirinha aí ele entrou e falou para mim cadeira aí eu falei legal tá aqui sua cadeira Olha lá as crianças que se sentiram à vontade no tapete ficaram no tapete mas ele preferiu a cadeira e aí eu já me dei conta de que eu não devo mudar o formato da sala já que ele não se sente confortável né mas foi uma experiência assim eu falei sabe eu fiquei assim impactada porque a gente não quer errar né a gente quer fazer assim de forma que a criança chegue mas foi maravilhoso na Cris sim mas foi maravilhoso gente olha só nós estamos sempre experienciando com os outros e não era necessário olha só que a gente precisa ir além não era necessá que essa criança fosse autista para dizer ti nãoé Cris eu não quero sentar no chão eu quero sentar na cadeira e nós sermos flexíveis não é a o ponto de dizer tá tudo bem o que que mudaria sentar na cadeira ou no chão para o aproveitamento da atividade nada nadinha não é deu tudo certo realmente ele ficou muito bem lá na cadeira foi ótimo Teve teve oportunidades para todo mundo tem gente que amou ficar no tapete tem gente que amou ficar na cadeira e é isso mesmo né esse acolhimento acho que é por aí que a gente vai consegir tá tudo bem exato muito bom que experiência linda foi mesmo então gente eu vejo que tem algumas eh contribuições aqui alguém falando do livro da Lúcia Moisés e também de um livro que trata do autismo sugestão de leitura aqui para nós gente do Hermínio de Miranda Tá então vamos buscar aprender mas vamos também eh nos permitir né nos permitir e revendo repensando através das reflexões de hoje as nossas práticas e esse essa proposta desse desse das atividades né
Tá então vamos buscar aprender mas vamos também eh nos permitir né nos permitir e revendo repensando através das reflexões de hoje as nossas práticas e esse essa proposta desse desse das atividades né Essa eh visualização das atividades eu acho que você trouxe também pra gente é muito bacana PR criança eh saber né quais são eh eh as atividades serão desenvolvidas a cada momento e visualizando os trabalhos colaborativos as maquetes jogos ativos tudo isso Traz essa alegria e essa leveza para os nossos Encontros com as crianças né Muito bacana essa esse cuidado pedagógico também lúdico é isso gente eu penso que por hoje está Estamos bem eh atendidos porque não teríamos como nos prolongar muito quero agradecer a presença da Aninha e de todos que enriqueceram aqui com as contribuições que a gente possa também entrar lá no fórum participar temos lá oportunidade de colocar também os nossos relatos né Aninha o pessoal tá dizendo aqui que amou que realmente foi muito linda a sua fala seu material e acho que já podemos fazer então a nossa oração de agradecimento especialmente a Jesus por confiar essa tarefa tão bela pedir Pelas nossas crianças pelos nossos jovens e pelas suas famílias lembrarmos que todos nós estamos nessa tarefa para em primeiro lugar aprendermos um pouco mais sobre nós mesmos nos servindo de todo o conhecimento doutrinar que nos é trazido por Kardec nos servindo também do Evangelho de Jesus desse convite belíssimo que nos faz para prática da evangelização com Real amor em nossos corações uma oportunidade Sublime de aprendermos de nos desenvolvermos e olharmos para as nossas crianças nas suas especificidades levando o nosso olhar amoroso para todas elas ao mesmo tempo levando o sentimento verdadeiro do Amor aos coraçõezinhos delas porque as crianças Elas têm essa sensibilidade e elas sempre vão saber que nós estamos preparando as nossas aulas com dedicação com amor com o nosso coração a serviço do trabalho que nós realizamos isso sempre vai ser percebido pelas crianças e esse amor ele será
o saber que nós estamos preparando as nossas aulas com dedicação com amor com o nosso coração a serviço do trabalho que nós realizamos isso sempre vai ser percebido pelas crianças e esse amor ele será capaz de transformar a vida delas transformar as nossas vidas e de realmente fortalecer o trabalho da evangelização na terra que cada um de nós possa compreender que nós somos os maiores aprendizes do Evangelho de Jesus e que ao colocarlo em prática nós estamos também nos fortalecendo na nossa caminhada evolutiva então que os nossos benfeitores que amparam esse trabalho que essa equipe que trabalha com a inclusão dedicada à inclusão dentro e fora do Brasil possa ser muito iluminada inspirada e amparada por Jesus visto que a necessidade dessa compreensão da diversidade o respeito a todas as crianças é muito importante para a difusão do bem na terra da paz na terra então muito obrigada a todos pela presença nesta noite possamos refletir realmente levar adiante cada ideia que a gente recebeu aqui hoje aquelas que a gente acolheu em nosso coração aquelas que têm mais relação com o trabalho que a gente realiza com o grupo de crianças com o qual a gente trabalha nós possamos levar com muito amor com muita dedicação para o nosso trabalho que aqui nós Aprendemos que Jesus nos abençoe Uma boa noite para todos assim seja boa noite gente beijo boa semana para todo mundo n