GUARDA A PACIÊNCIA | Eliziário Leitão [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei comunhão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim. Obrigada. Maravilha, não é, Luiz? Maravilha. E nossa gratidão a cada um de nós que aqui nos encontramos pela força, pela coragem, pelo bom ânimo de escolhermos estar aqui. Nós escolhemos estar aqui e saudamos a todos encarnados, desencarnados, aos nossos irmãos que nos ouvem, nos assistem pelos meios eletrônicos. conectados à nossa rede comunhão espírita de Brasília, desejando-lhes a paz, a paz sublime do amor incondicional que o nosso mestre Jesus nos trouxe, dizendo a nós: "Eu sou a paz e na paz de Jesus que nós possamos hoje estar conectados envolvendo os nossos familiares, os nossos amigos, em especial aqueles que mais dificuldades nós temos de relacionamento. Esta tarde e noite é muito especial. Há muito tempo este trabalho existe e esse trabalho teve por objetivo orarmos por aqueles que sofrem, pelos nossos irmãos com ideações suicidas, pelos nossos irmãos em dores profundas de alma que cometeu suicídio, por toda a humanidade, carente, necessitada de luz e de paz. E para que nós possamos nos conectar com mais serenidade ainda, nós vamos fazer uma leitura como preparatória da nossa harmonização. Segunda, porque a primeira o Luís Gonzaga já fizera, de agenda cristã pelo espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier. A mensagem de número 11, medicação preventiva. Pense muito antes da discussão. O discurtidor, por vezes, não passa de estvado. Use a coragem sem abuso. O corajoso em muitas ocasiões é simples, imprudente. Observe os seus métodos de cultivar a verdade. Muitas pessoas que se presumem
iscurtidor, por vezes, não passa de estvado. Use a coragem sem abuso. O corajoso em muitas ocasiões é simples, imprudente. Observe os seus métodos de cultivar a verdade. Muitas pessoas que se presumem verdadeiras são veículos de perturbação e desânimo. Proceda com inteligência em todas as situações. Não se esqueça, porém, de que muitos homens inteligentes são meros velhacos. Seja forte na luta de cada dia. Não ouvide, contudo, que muitos companheiros valentes são suicidas inconscientes. Estime a eficiência, no entanto, a pretexto de rapidez, não adote a precipitação, não enfrente perigos. sem recursos para anulá-los. O que consignamos por desassombro muita vez é loucura. Guarde valor em suas atitudes. Recorde, entretanto, que o valor não consiste em vencer de qualquer modo, mas em conquistar o adversário no trabalho pacífico. Tenha bom ânimo, mas seja comedido em seus empreendimentos. da audácia ao crime. A distância é de poucos passos. Atenda a afabilidade e a doçura em seu caminho. Não perca, porém, o seu tempo em conversas inúteis. Bela orientação para nós, não é, gente? Quanta sabedoria o nosso querido André Luiz nos traz. Nessa medicação preventiva, é melhor prevenir do que remediar. É melhor pensar, tomar a água do da paz antes de tomarmos qualquer atitude. E assim envolvidos nesta mensagem orientativa que nos convida a frearmos os impulsos, pensarmos um segundo, mudarmos a direção do nosso pensar, do nosso olhar, do nosso agir, para que não venhamos a nos arrepender mais tarde. Neste momento onde dores de almas estão a reverberar em ambientes de guerra, onde a paz se espera que estabeleça sobre a face da terra, que os nossos corações em sentimentos contritos possamos nos elevar em oração para fazer conforme Jesus nos ensinara a falar com nosso Pai Celestial, para que abrande os corações de todos os povos e nações, para que coloquemos as nossas armas no chão e elevemos em oração para fazermo-nos harmoniosos, benevolentes e sabedores que o bem e o belo é a proposta da nossa terra neste momento,
os povos e nações, para que coloquemos as nossas armas no chão e elevemos em oração para fazermo-nos harmoniosos, benevolentes e sabedores que o bem e o belo é a proposta da nossa terra neste momento, alvorecer de regeneração. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade na face da terra, assim como nos céus. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje e dai-nos sempre. Perdoai, Senhor, as nossas ofensas, assim como perdoamos aqueles que nos ofendem. Não nos deixeis cair em tentações. Livra-nos, Senhor, de todos os males. Vosso é o poder, é o reino e a glória por toda a face da terra, por todo o universo. Deus de bondade, Jesus, nosso mestre, mensageiros de luz, Bezerra, nosso orientador, se conosco e nos conceda uma noite de elevação para que os nossos pensamentos sejam efúvios, balsâmicos e reequilibradores dos nossos eus e daqueles que estão à nossa volta. Que haja paz, que haja serenidade, que haja equilíbrio, que assim seja. E assim, iniciando os nossos trabalhos, a nossa fala boa de hoje que o nosso irmão Elisiário vem trazer para nós, ele continuará com este tema de harmonização, onde nos fala: "Guarda a paciência". E que Deus te ilumine, Eliziário. Meus queridos, boa noite. Sejam todos bem-vindos à nossa casa de oração, a nossa querida comunhão espírita que abre as portas, as portas para vos acolher. Aqueles que estão nos ouvindo também pelo pelo YouTube também, sejam bem-vindos a esse encontro fraterno e amoroso que essa casa nos estende a cada semana. O nosso tema hoje, como dito anteriormente, é guarda a paciência do livro Fonte Viva, escrito, psicografado pelo nosso querido e saudável e saudoso Chico Xavier, escrito pelo espírito Emanuel. E eles, o Emanu pega um capítulo desse livro, extrai uma passagem evangélica e daí ele faz o comentário. E esse ele extraiu de uma passagem de Hebreus 10 versículo 36, que assim nos diz: "Por que necessitais de paciência para que depois de haverdes feito a
passagem evangélica e daí ele faz o comentário. E esse ele extraiu de uma passagem de Hebreus 10 versículo 36, que assim nos diz: "Por que necessitais de paciência para que depois de haverdes feito a vontade de Deus possais alcançar a promessa?" Aí o Emân então disserta sobre esse tema e assim nos dizendo, fazer uma leitura rápida para vocês entenderem melhor o tema. Provavelmente estarás retendo há muito tempo a esperança torturada. Desejarias que a resposta do mundo aos teus anseios surgisse imediata, agasalhando-te o coração? Entretanto, que paz desfrutarias no triunfo aparente dos próprios sonhos sem resgatares os débitos que te encadeiam ao problema e à dificuldade? Como repousar ante a exigência do credor que nos requisita? Descansará o delinquente antes da justa reparação à falta cometida? Sabes que o destino materializar-te os planos de ventura? Que a vitória te coroará enfim. Acenda de luta, mas reconhece-te preso ao círculo de certas obrigações. O lá convertido em foja de angústia, a instituição a que serves, onde sofres a intromissão da calúnia ou o golpe da crueldade. O parenta que deves respeito e carinho, do qual recolhes menospreo ingratidão. rede dos obstáculos, a conspiração das sombras, a perseguição gratuita, a enfermidade do corpo, a imposição do ambiente. Se as provas têm cero nas grades constringentes do dever a cumprir, tem paciência e satisfaz as obrigações a que te enlaçaste. Não renuncis ao trabalho renovador. Recorda que a vontade de Deus se expressa a cada hora nas circunstâncias que nos cercam. Paguemos nossas contas com a sombra para que a luz nos favoreça. Em verdade, alcançaremos a concretização dos nossos projetos de felicidade. Mas antes disso, é necessário liquidar com paciência as dívidas que nós contraímos perante a lei. Muitos de nós nesse instante, quantos de nós agora presentes aqui na nossa casa e nesse ambiente ou quantos de nós que nos ouve agora também pela mídia, pelo YouTube, estamos passando nesse instante por dificuldades que
instante, quantos de nós agora presentes aqui na nossa casa e nesse ambiente ou quantos de nós que nos ouve agora também pela mídia, pelo YouTube, estamos passando nesse instante por dificuldades que natureza que nós nem bemos compreendemos, nem mesmo compreendemos. Quantos de nós agora estamos envoltos numa atmosfera de dor, de infelicidade, sem compreendermos por vezes o motivo por qual estamos passando? E esse tempo costuma demorar para alguns. Vai e volta e nós permanecemos dentro desse círculo de sofrimento, de lágrimas. Seja a perda de um ente querido, seja um transtorno de natureza familiar, seja um problema de natureza conjugal, afetiva, e a gente se vê envolto dentro dessa infelicidade que cesseia o ser humano. E por vezes paramos elevando o pensamento ao alto, dizendo: "Por que, Senhor? Por que passo por isso? Afinal de contas, estou há dois meses passando por tais dificuldades. E na nossa compreensão, por vezes, também vem a rebeldia, a falta da compreensão, que nos traz o desejo de sermos acolhido de forma imediata. Sim, porque nós somos imediatistas. A gente quer a solução, que os problemas sejam resolutos em determinado espaço de tempo curto. Afinal de contas, nós estamos sofrendo. Mas esse conceito de guardar a paciência vai muito além da nossa própria impaciência. Esse conceito vai além da nossa própria compreensão. Ele sucede-se pelo tempo em várias existências corporais, quando não nessa mesma. E nessa relação de causa e efeito, nós precisamos de alguma forma resgatar aquilo que nós fizemos de forma inadequada, sem obedecer as leis divinas, sem admitir a concepção da misericórdia divina na nossa vida. E o tempo não passa e os problemas se sucedem. E nesse texto, emano diz exatamente isso, né? a a demora na concretização de um sonho e oramos a Deus sem muito resultado. Eu quero muito passar naquele concurso. Eu quero muito, Senhor, aquele emprego que eu lutei cotidianamente para conseguir e eu não consigo alcançar essa graça. Por que, meu pai, eu não consigo? E às vezes esse
muito passar naquele concurso. Eu quero muito, Senhor, aquele emprego que eu lutei cotidianamente para conseguir e eu não consigo alcançar essa graça. Por que, meu pai, eu não consigo? E às vezes esse círculo começa a se tornar contínuo na nossa vida e nós não conseguimos entender porquê. Mas a providência divina e o Senhor é justo. Aliás, foi a segunda pergunta, a primeira carca que Kardec fez as entidades venerandas, que é Deus. E os benfeitores responderam que Deus era inteligência suprema e a causa primária de todas as coisas do universo. E falava das características desse desse criador, desse senhor, que ele infinitamente justo, bom e misericordioso. Então, aquelas coisas que não vem, que vai de encontro à nossa própria compreensão, primeiro tem que façamos uma compreensão muito mais ampla disso e pensarmos: "O Senhor não é injusto. O pai querido não é injusto para conosco. Alguma coisa acontece e que foge da minha própria compreensão. E a demora na concretização dos nossos anseios continuam. E diz no outro texto muito bacana que eu peguei aqui, desejarias que a resposta do mundo aos teus anseios surgisse imediata, como ele diz no próprio texto, agasalhando teu coração, entretanto, que a paz desfrutaria no triunfo aparente dos próprios sonhos sem resgatares os débitos que te encadeiam o problema e a dificuldade? Precisamos analisar de forma mais ampla e entendermos tudo isso nessa relação de causa efeito que faz parte do caminho que nós permeamos. Porque o Senhor não é injusto na nossa própria caminhada. E por vezes, mediante as nossas próprias orações, ainda a gente não consegue aquiietar a nossa alma. O anseio que vige dentro de cada um de nós. E diz ainda, né? Tem uma mensagem muito bacana do Chico Xavier no livro Vinhas de Luz, que ele fala um pouco disso e ele diz assim: "Resgata os títulos de amor que te prendem a todos os seres e coisas do caminho. Resgata os títulos de amor. Quanto maior a compreensão de um homem, mais alto é o débito dele para com a
ele diz assim: "Resgata os títulos de amor que te prendem a todos os seres e coisas do caminho. Resgata os títulos de amor. Quanto maior a compreensão de um homem, mais alto é o débito dele para com a humanidade. Quanto mais sábio, mais rico para satisfazer os impositivos da cooperação do Progresso Universal. Por quê? Eu tenho a minha impaciência, tô sem conquisir meus objetivos. Trabalhemos pelo próximo. Vamos amar o nosso semelhante, amar a Deus acima de tudo de tudo, mas o próprio como a si mesmo. E se nós obedecêsos esse segundo preceito trazido por Jesus, talvez o nosso planeta fosse outro. Mas vem o orgulho, vem a vaidade, vem o egoísmo que ainda tá dentro de cada um de nós. E aí nesse som, nesse somatório de sentimentos, a gente não consegue enxergar com mais amplitude essas dificuldades que nós passamos na vida nessa relação de causa e efeito de ação e reação. Ou como alguns dizem, como alguns outros dizem, a lei do bumerangue, que é aquele artefato que a gente joga e que em algum momento volta pra gente. Todos nossos pensamentos, todas nossas atitudes tem um reflexo. Ele reverbera em algum momento da nossa longa caminhada espiritual, de evolução espiritual que nós temos. Nem sempre as coisas acontecem e a solução resgat nessa existência. E na falta da compreensão disso tudo, vem então a rebeldia, talvez mediante esses esses próprios esforços de cada um de nós. E ele diz assim: "Não te ludas. Deve sempre alguma coisa ao companheiro de luta, tanto quanto a estrada que pisas despreocupadamente. E quando regressares, resgatares as tuas obrigações, caminharás na terra recebendo o amor e a recompensa de todos. Tudo que nós que tá ao nosso lado, a nossa vida é um encaixe de necessidades trazida por uma grande programação feita pelos nossos mentores espirituais. Quando nós mergulhamos na carne, numa nova existência corporal. E se nós tivéssemos a sabedoria, a sabedoria, a sapiência de compreender tudo isso, trataríamos com muito mais delicadez e discernimento as nuances que
ulhamos na carne, numa nova existência corporal. E se nós tivéssemos a sabedoria, a sabedoria, a sapiência de compreender tudo isso, trataríamos com muito mais delicadez e discernimento as nuances que regem e que estão ao nosso lado na vida. Mas aí enveredamos por aquela, coitado do gesso, né? Ficouado como aquele a lei de gesso. Quero me dar bem tudo certo, nem que para isso a gente passe por cima de alguns preceixos de natureza moral ou por não dizer de natureza espiritual. Então, essa compreensão do resgate e que imprime para cada um de nós a necessidade da paciência, porque o tempo do Senhor não é o nosso tempo. Nós somos imediatistas nas nossas coisas. O tempo do nosso pai é outro que não o nosso. Mas a gente precisa confiar, porque tudo passa na nossa vida. Tudo passa na nossa vida. E numa mensagem belíssima do Francisco Cândido do Xavier, o nosso querido Chico, em que ele retrata exatamente isso aqui. Tudo passa. Olha que coisa linda a mensagem do Chico. Tudo passa. Tudo passa nas tudas, todas as coisas na terra passam. Os dias de dificuldade passarão. Passarão também os dias de amargura e solidão. As dores e as lágrimas passarão. As frustrações que nos fazem chorar um dia passarão. A saudade do ser querido que está longe passará. Os dias de de tristeza, dias de felicidade, são lições necessárias que na terra passam, deixando no espírito imortal as experiências acumuladas. Se hoje para nós é um desses dias, e essa mensagem fica para todos que estão passando nesse instante por esses momentos de dificuldades, de incompreensão dos momentos que atravessam, essa mensagem serve para todos nós. Se hoje para nós é um desses dias repleto de amargura, paremos um instante, diz ele na mensagem. Elevemos o pensamento ao alto e busquemos a voz suave da mãe amorosa nos dizer carinhosamente: "Isto também passará". E guardemos a certeza pelas próprias dificuldades já superadas que não há mal que dure para sempre. Semelhante à enorme embarcação que às vezes parece que vai sós sobrar diante das
to também passará". E guardemos a certeza pelas próprias dificuldades já superadas que não há mal que dure para sempre. Semelhante à enorme embarcação que às vezes parece que vai sós sobrar diante das turbulências de gigantescas ondas. Mas isso também passará, porque Jesus está no lime dessaal e segue com olhar sero que de quem guarda a certeza de que a agitação faz parte do roteiro evolutivo da humanidade e que um dia também passará. Ele sabe que a terra chegará a um porto seguro, porque essa é sua destinação. Assim façamos a nossa melhor, a nossa parte o melhor que pudermos, sem esmorecimento, e confiemos em Deus, aproveitando cada segundo, cada minuto, que por certo também passará. Tudo passa, exceto Deus. Deus é suficiente. Então, quando nós estivermos envoltos destafera de sofrimento, de impaciência, porque as dores às vezes acumulam em cima de cada um de nós e para isso tem que ter uma razão que ainda que não compreendamos no primeiro momento, alguns delas se escondem nessa mesma existência pelas reflexos de nossas atitudes, algumas vezes das existências passadas, deoutras vezes dessa existência presente. Existe um jargão que as pessoas gostam muito de dizer dos espíritas assim, tudo que o espírita fala do passado. Não, gente, tem determinadas coisas que o reflexo faz aqui mesmo nessa existência, sem nos remontarmos necessariamente ao nosso passado. Mas a incompreensão ainda assim vem, principalmente essas que reverberam e que refletem do nosso passado obscuro e delituoso que nós deixamos para trás, daquele passado que nós não compreendimos, a figura excelsa e seu discurso do nosso Jesus querido. E aí fica cada um de nós essa reflexão da vontade premente que precisamos nesse instante ter de assimilarmosamente Jesus, de compreendermos esses ensinamentos imortais trazidos pelos benfeitores espirituais, pelos seus prepostos, que em determinadas mensagens traz essa mensagem tão consoladoras para cada um de nós, porque somos imediatistas e a gente quer equacionar aquele problema
enfeitores espirituais, pelos seus prepostos, que em determinadas mensagens traz essa mensagem tão consoladoras para cada um de nós, porque somos imediatistas e a gente quer equacionar aquele problema que nós temos de forma imediata. Mas será que se aquele problema fosse equacionado do jeito que nós quisermos, nós aproveitaríamos a lição ou a mensagem que a dor traz para cada um de nós? Porque a dor traz o ensinamento. Isso é incrível, mas a dor tem o seu mecanismo de ensinamento para cada um de nós. Quando a dor bate a nossa porta, nós paramos e refletirmos, ainda que num mistério de incompreensão e de rebeldia, mas a gente para para refletir sobre a nossa própria vida. mediante a dor. Mas aí vem o lenitivo do ensinamento de Jesus, da compreensão da sua mensagem, do ensinamento do evangelho, para que possamos dessa forma, num gesto de sofrimento, elevarmos o pensamento ao céu, suplicando ao Senhor que nos deu lenitivo paraa nossa dor, que nos deu o consolo para o nosso sofrimento. E tem sido esse o objetivo de cada um de nós, a prece. Então você pode perguntar, mas eles naquele instante de dor, eu tô sem conseguir compreender esse instante que eu tô passando. O que fazer? Vamos fazer uma oração ao alto. Vamos fazer uma precevando o pensamento ao Senhor, aquela prece sensível, doída, mas verdadeira, que nós podemos fazer, principalmente mediante as dores. Porque na hora que a gente conquista as bênçãos, na hora das bênçãos que nós recebemos na nossa vida, a gente agradece ao Senhor, eleva o pensamento ao alto diz: "Ô, meu pai, obrigado porque eu recebi tal bênção, tal bênção, mas na hora que vem a dor, abala as nossas estruturas. E nós não temos o discernimento para agradecer ao Senhor, até mesmo pela dor que muda a nossa vida, porque a dor muda muitas vezes a nossa vida. quando não muda a nossa vida íntima, a nossa individualidade. Então, precisamos ter paciência. E nesse e nesse exatamente sobre isso, sobre a dor, numa mensagem do Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 27, do item 7, e
ssa vida íntima, a nossa individualidade. Então, precisamos ter paciência. E nesse e nesse exatamente sobre isso, sobre a dor, numa mensagem do Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 27, do item 7, e ele se baseia inicialmente de uma passagem de Marcos 11 24, que diz assim: "Seja o que for que pensais na prece, crede que obtereis e concedido vos será o que pedirdes." Então, pronto. Então o Senhor diz: "Ah, mas o Senhor vai dar tudo que eu peço, mas o que é que nós estamos pedindo a ele?" Aí tem uma mensagem belíssima no Evangelho Segundo Espiritismo que exalta exatamente sobre as coisas que nós estamos pedindo. Mas o Pai sabe melhor daquilo que a gente tá pedindo. O Senhor sabe daquilo que tá pedindo. E lembro-me agora, lembra-me agora muito do filho pródigo. Daquele filho pródigo. Pai tinha dois filhos, um obediente e um desobediente. E aquele filho desobediente resolveu pedir o direito da sua herança, tudo que ele deveria, que tinha direito à herança, e queria viver sua vida no mundo. Uma vida resoluta, numa vida a a que ele pudesse afagar seus próprios anseios. Nem sempre os melhores, mas ele queria mediante os haveres do do direito à sua herança com seu pai. Só que quando Jesus conta esse ensinamento nessa parábola, o pai é Deus e os dois filhos obedientes e o desobediente somos nós mesmos aqui da sociedade terrena. E o pai sabendo que aquele filho iria, mediante a dor um dia voltar, porque ele, o senhor sabe de tudo. É o nosso criador, é o nosso pai. Nós não somos uma junção de moléculas, de células do nosso corpo. Gente, existe um espírito aqui que foi criado em determinado momento, que a minha própria compreensão faz com que eu não entenda essa própria concepção divina que nós somos. Mas em algum momento nós fomos criados e aquele filho vive a sua vida de soluta, do jeito que ele queria, perde todos os seus haveres que o pai cedeu até ele. Parece que somos nós, né? sai, vai viver no mundo, leva uma vida absoluta, perde dinheiro, viva uma vida que não do de alguns preceitos que não
ia, perde todos os seus haveres que o pai cedeu até ele. Parece que somos nós, né? sai, vai viver no mundo, leva uma vida absoluta, perde dinheiro, viva uma vida que não do de alguns preceitos que não deveria ser tidos por ele, perde tudo que tinha, consegue um emprego numa propriedade que se a pessoa que o empregou dava comida para ele, que era comida que dava seus porcos, animais daquela propriedade. E no cume do sofrimento, ele lembra de quem? Do pai. Vou pedir perdão, meu pai, assim diz ele. E volta à propriedade do pai. e disse: "Pai, pequei contra ti e contra o céu, mas peço, Senhor, que tu me aceite de volta." O pai já sabendo de tudo isso, porque esse pai que Jesus no ensinamento metafórico ou a parábola, é o nosso pai criador, que sabe que a gente vai voltar em algum momento ao seu convívio, a sua paternidade e o acolhe com todo amor. Manda trazer uma roupa nova para ele, coloca um anel no seu dedo, manda matar um bezerro para fazer uma festa e faz uma festa para colher aquele filho de volta. O filho obediente vê naquela situação. Essa passagem é muito curiosa. Se revolta, diz: "Mas pai, tu nunca fizeste por mim. O que tu estás fazendo por esse filho que nos abandonou?" E o pai disse: "Meu filho, tudo que tem aqui é teu e tudo que tá aqui também". Mas a Joana e essa e o ensinamento dessa passagem termina assim. E num complemento belíssimo da mentora do Divaldo Franco, da Joana, ela diz que aquela mensagem não terminou aí. O filho que voltou à casa chegou pro seu irmão que tava ali, o irmão revoltado do evangelho, baixou a cabeça e pediu perdão a ele também por aquilo tudo. Ele pediu perdão por aqueles instantes. Assim somos nós nos nossos instantes de rebeldia, porque a opção de sair foi do filho. A opção que nós fizemos enveredar por outros caminhos que não o caminho do amor, não o caminho do equilíbrio, não o caminho da amorosidade, foi nossa, mediante tais influências, quaisquer sejam. Só que tudo isso tem uma relação de causa efeito e nós sofremos as
o caminho do amor, não o caminho do equilíbrio, não o caminho da amorosidade, foi nossa, mediante tais influências, quaisquer sejam. Só que tudo isso tem uma relação de causa efeito e nós sofremos as consequências disso por determinado espaço de tempo. E às vezes esse tempo demora e nós não temos a devida paciência e resiliência para enfrentar essas adversidades. Nessa mesma, como eu falei no Evangelho Segundo o Espiritismo, tem uma mensagem belíssima que diz assim: "Concedido-vos será o que pedirdes pela prece". Fora ilógico deduzir que basta pedir para obter e fora injusto acusar a providência, senão a sede a toda súplica que ele se lhe faça, uma vez que ela sabe muito melhor do que nós, do que nós o que é para o nosso bem. A gente muitas vezes pede ao Senhor isso, isso aí, não consegue, mas o Senhor sabe que aquilo não é pro nosso bem. É como um pai criterioso que recusa ao filho que seja contrário aos seus interesses. Em geral, o homem apenas vê o presente. E acontece conosco. A gente vê só isso aqui, mas a vida vai além disso. Ora, se o sofrimento é de utilidade para sua felicidade futura, Deus o deixará. O sofrimento como cirurgião que deixa o doente que sofra as dores de uma operação que ele trará a cura. O que Deus lhe considerará sempre, se ele pedir com confiança e a coragem, a paciência, a resignação. Também lhe concederá os meios de se tirar de de se tirar por si mesmo as dificuldades mediante ideias que ele fará surgir os bons espíritos. Surgirão os bons espíritos, deixando-lhe dessa forma um mérito da ação. Ele assiste aos que se ajudam a si mesma de conformidade com esta máxima: Ajuda-te que o céu te ajudará. Não assiste, porém, os que tudo esperam de um socorro estranho, sem fazer uso das faculdades que possui. Entretanto, as mais das vezes, o que o homem quer é ser socorrido por milagre, sem despender o mínimo esforço. A gente quer que as coisas se resolvam rápido, que o Senhor venha, resolva aquele problema. Senhor, resolve aquele problema para mim. É isso que, na
orrido por milagre, sem despender o mínimo esforço. A gente quer que as coisas se resolvam rápido, que o Senhor venha, resolva aquele problema. Senhor, resolve aquele problema para mim. É isso que, na verdade, a gente quer. Mas a minha cooperação não, não. Minha cooperação não. Eu quero que o Senhor resolva. Eu quero que o meu pai que me criou resolva os meus problemas, mas foi você que criou. Sim, foi eu que criei na minha ignorância. Ah, Senhor, se foi na minha ignorância, me dai o discernimento, me dai a força para que eu possa equacionar essas mesmas dificuldades que eu passo agora por esses dias. E além do mais, como diz o nosso querido Chico, tudo passa, meus queridos. Tudo na nossa vida passa. Não passa no tempo que a gente deseja, que a gente abiciona, mas passa no tempo adequado. Então isso nos faz entender que toda prece nossa é ouvida, mas nem sempre é respondida do jeito que a gente quer. De acordo com a nossa história espiritual, as necessidades evolutivas e a humidade de quem ora. Ou seja, conforme o merecimento que nós temos conosco mesmo e para com a vida, para com o universo. Assim, quem tenhamos humildade e quando oramos, sejamos conscientes que não podemos ser caprichosos, pois a nossa vida objetiva, muito mais na nossa vida objetiva, muito mais efetiva, atender a vontade de Deus, que é os nossos próprios caprichos. Tem coisa que a gente quer que não vem para o meu bem. Eu quero isso. Mas até a mãe, o pai, o irmão intercede. Mas meu irmão, isso não vai servir. Mas eu quero. Eu quero isso. Eu quero. Às vezes é um capricho nosso. E mais ainda, elevamos o pensamento ao Senhor pedindo que isso faça parte do nosso ser. E nós ficamos nessa oscilação entre o homem de agora e tomar que não que ficamos nessa oscilação, mas vai chegar uma hora que nós não vamos mais oscilar porque nós vamos absorver esse ensinamento terapêutico do nosso Jesus querido. Agora eu falava agora a pouco com a analice que as teorias que nós temos no mundo paraa nossa melhora de
mos mais oscilar porque nós vamos absorver esse ensinamento terapêutico do nosso Jesus querido. Agora eu falava agora a pouco com a analice que as teorias que nós temos no mundo paraa nossa melhora de natureza moral, material existem por diversas, mas não temos mais como fugir se não mergulharmos dentro de cada um de nós. Não há mais tempo, gente. Nós precisamos mergulhar aqui para dentro, descobrir, como diz o Kaung, né, as sombras, as máscaras que nós carregamos ainda. Quando nós vamos carregar as máscaras, as sombras que estão aqui dentro, a gente insiste em não reconhecer que elas estão aqui dentro. As máscaras que nós colocamos numa das suas figuras, ele retrata com a máscara, aquilo que a gente se apresenta pra sociedade, mas que nós não somos, mas nós nos apresentamos pra sociedade assim. Até quando a gente vai fazer isso? Até quando vamos deixar de precisamos ser cristalinos das nossas atitudes, nas nossas relações interpessoais, na nossa relação com a sociedade de uma forma geral? O tempo passa, mas à medida que a gente vai absorvendo esse ensinamento do Cristo, do nosso Jesus querido, a mudança vai acontecendo mediante os nossos próprios esforços aqui dentro de nós e a gente começa a errar menos. E se por acaso colhermos ainda os erros do passado, nós vamos ter paciência, porque nós precisamos ter paciência, porque o Pai é justo por excelência. não vai fazer com que passamos pelo sofrimento se não houver uma causa. Então, meu Senhor, meu Pai, meu Senhor, eu sei que tu me amas, terei força, terei discernimento, porque eu sei que o teu amor tá acima de tudo. Porque nada, gente, é maior na nossa vida do que o amor de Deus na vida da gente. Os momentos tristes acontecem, as perdas acontecem de natureza material, de natureza afetiva. Sim, mas quanta coisas nós ganhamos. Parem para refletir sobre a vida. Quantas coisas nós ganhamos? Aí vem o momento de tristeza, o castelo desmorona. E a gente vive nessa oscilação. Até quando a gente vai viver nessa oscilação?
anhamos. Parem para refletir sobre a vida. Quantas coisas nós ganhamos? Aí vem o momento de tristeza, o castelo desmorona. E a gente vive nessa oscilação. Até quando a gente vai viver nessa oscilação? Nesse belíssimo livro que eu não sei se vocês conhecem, Jesus em Nós, psicografado pelo Divaldo Franco, escrito pelo espírito Adolfo Bezerra de Menez, que é o diretor espiritual desta casa, que é o Dr. Bezerra, o o carinhoso, amoroso e excelo Dr. Bezerra. E ele diz assim: "Vivei Jesus divulgando pelo exemplo no pensamento, nas palavras e nas ações". Então são todas psicografias do Dr. Bezerra que o Divaldo colocou nessa obra maravilhosa. Ele serve muito pro meu evangelho no lar. Às vezes eu extraio o comentário, a a leitura prévia do do evangelho no lá nesse livro que é maravilhoso. E ele diz assim, nesse sentido, olha só como ele fala dessa dualidade do passado e que a gente oscila. Vez por outro a gente tá na luz, depois a gente vem pra sombra. Até quando a gente volta pra sombra, não é? E ele diz assim: "Ontem falamos de Jesus e sobre Jesus diante dos céus estrelados, mas logo de imediato descemos às praias do prazer para gozar, para estorquir e para perseguir aqueles a quem submetíamos com o estridor da guerra, com armas da destruição." Ontem, durante a noite medieval, impusemos a mensagem do evangelho de uma forma apaixonada e cega, para que o nosso ego dominador, em um sentido degenerativo, vencesse as almas tíbias. Não, hoje, hoje mudou a paisagem. Jesus, a quem amamos, desceu da cruz, veio às ruas, adentrou-se em nosso lar. Olha que coisa linda. Adentrou-se em nosso lar. Não é um Jesus da parede não, porque tem muitos lares que tem Jesus na parede, belíssimo, lindo, e queres lutar é bom, mas às vezes Jesus só tá na parede. Antes não tivesse, tivesse nos corações dos que habitam aquele lar. Jesus a quem amamos desceu da cruz, veio às ruas, adentrou-se em nosso lar, age pelas nossas mãos, fala pela nossa voz, move-se em nossos passos. Ele segue conosco pelas ruas, recolhendo os que
e lar. Jesus a quem amamos desceu da cruz, veio às ruas, adentrou-se em nosso lar, age pelas nossas mãos, fala pela nossa voz, move-se em nossos passos. Ele segue conosco pelas ruas, recolhendo os que foram vítimas da vetania para que lhe ofereçamos agasalho. Hoje descrucificado, o mestre, ele toma conta da nossa realidade interior. Voltando aqui ao mundo interior de cada um de nós, ele toma conta dessa realidade do mundo interior, do nosso ser, e produz o milagre da transformação destes dias, prenúncio de uma nova era. E a nova era tá aí, ó, batendo a porta. Nós estamos numa transição planetária. Estamos adentrando uma nova era no planeta Terra. Aonde os que aqui habitarão são aqueles que tiverem condições morais e espirituais daqui permanecer. Portanto, não temos mais tempo para nossa transformação de natureza moral. Não temos mais tempo. A gente precisa fazer um mergulho para dentro de nós, repensarmos cada uma das nossas atitudes, dos nossos pensamentos, das nossas relações. O apóstolo Paulo nos diz uma coisa muito interessante. Ele diz assim: "Muitas coisas em Atos Apóstolos, muitas coisas me são lícitas, mas na prática nem tudo me convém". E é verdade, a a sociedade faculta muitos de nós muitas coisas, muitas muitas coisas que, por sinal, algumas delas não são boas. Muitas coisas me são listas pela sociedade, mas do ponto de vista espiritual nem tudo me convém. E aí onde fica o X da questão, porque a partir do estão que não nos conv não convenha mais a cada um de nós, a gente de alguma forma tá trabalhando em prol do nosso passado delituoso. Não vamos ter mais a impaciência porque não vai ser mais necessário, porque nós vamos resgatar todo o nosso passado de dívidas e vamos construir um futuro brilhante, luminoso pela frente. E o Dr. bezerro continua dizendo assim: "Não nos excusemos, não procuremos mecanismo de autojustificação para fugirmos ao nosso dever." Dever. Não nos deixemos engolfar pelas lisões que encantam e que passam, porque tudo passa na vida da gente.
nos excusemos, não procuremos mecanismo de autojustificação para fugirmos ao nosso dever." Dever. Não nos deixemos engolfar pelas lisões que encantam e que passam, porque tudo passa na vida da gente. Permita que o mestre, tomando conta de nossas vidas, proporcione-nos, proporcione-nos o avanço. Ele que é intergésimo, tornando-nos íntos e ligado o pensamento de vida. E aí, nessa hora o Dr. Bezerra diz um termo que que envolve cada um de nós, espíritas. Espíritas, erguei-vos da postura de vítima e compreendeis que está na terra por misericórdia do amor, para reparardes, para desenvolverdes o Cristo interno. Estamos aqui voltando de novo a cada um de nós. De novo. A gente tá voltando aqui para dentro. O Cristo interno de cada um de nós, que jais como seiva da semente de vida, aguardando os fatores propiciatórios da germinação. Estes são dias de muita importância para a vossa realização. Não tivesseis, não postergueis, adiando oportunidade de serviço. Examinai a mensagem, estudai-a, incorporando ao vosso comportamento, sem aunção, a presunção de ter a importância que se projeta no cenário do mundo. Sede importante para vós mesmos, sede vitais para o vosso desenvolvimento. Hoje sabeis e não tendo mais mecanismo de desculpas. Conheceis a reencarnação e ela vos proclama aproveitar o momento que nós estamos passando agora. E dentro desse conceito de ter a paciência, a gente precisa ter compreensão, como ele tá no texto, do nosso passado, da relação de causa efeito que nós temos na nossa vida. Isso é inevitável. É a lei de ação, reação ou de causa efeito. Mas eu mas o futuro vai ter tudo isso? Não, porque os seres que habitarão esse planeta serão melhores, porque ele vai repensar cada uma das suas atitudes, cada uma das suas dos seus pensamentos até mesmo. E além do mais, meus queridos, quando eu falei em pensamento, a gente observa o que nós atraímos pelo pensamento. Quantos vêm a esta casa, talvez alguns de vocês, premidos pelas dores de natureza espiritual? Por que isso acontece? por causa do
lei em pensamento, a gente observa o que nós atraímos pelo pensamento. Quantos vêm a esta casa, talvez alguns de vocês, premidos pelas dores de natureza espiritual? Por que isso acontece? por causa do nosso pensamento, por aquilo que a gente irradia e que atrai semelhantes. Nós atraímos os semelhantes a nós e viemos esta casa de oração, vem essa palestra, vai tomar um passe, os irmãos se desdobrem em nosso favor, tenta apaziguar o conflito e natureza espiritual que nós estamos envoltos a vir para essa casa de oração. tentam equacionar, resolver, mas acontece que a gente sai e vai fazer as mesmas coisas que promoveu, que promoveram a nossa volta, a nossa vinda dessa casa. Quantos irmãos às vezes no nosso grupo aqui de trabalho, nosso grupo de desobsessão, a gente vê um irmão que tá fazendo um tratamento conosco, a gente conversa com os espíritos que eu acompanho, que traz o transtorno de querer se vê portador. Gente diz: "Está na hora de você deixar esse irmão, chega, você precisa seu próprio, precisa ser teu próprio caminho, você precisa ser tua autonomia. Não fique mais vinculado ele, dele cheguei seu caminho." Ele disse: "Tá certo, eu posso sair, mas virão outros. Outros virão no meu lugar, que venham. Mas você precisa seguir seu caminho agora. Alguns cedem, outros não. Então, a premissa paraa nossa melhora da natureza espiritual é reformarmos a nossa individualidade, é fazermos um mergulho para aqui para dentro da nós. Não tem mais tempo não, gente. Não, não tem mais tempo. Não tem como adiar mais esse propósito. Nós precisamos repensar os nossos paradigmas, repensar as nossas atitudes com meu pai, com minha mãe, com meu avô, com minha avó, com a minha irmã, com meu sogro, com minha, com minha nora, com todo mundo que tá ao nosso deror. A pessoa diz assim: "Eu não quero perder minha paciência. Perder o quê? Se nós nem a temos, né?" Então, vamos fazer isso. Vamos fazer uma reflexão nessa noite de hoje. Repensarmos, acreditarmos. Isso fala do coração, acreditarmos na
o perder minha paciência. Perder o quê? Se nós nem a temos, né?" Então, vamos fazer isso. Vamos fazer uma reflexão nessa noite de hoje. Repensarmos, acreditarmos. Isso fala do coração, acreditarmos na bondade divina. Eu vou contar uma história que eu gosto muito de contar nas minhas palestras. Não sei se analisa conhece. A história do servo e do rei. O servo dizia o tempo todo para o rei: "Senhor". E o rei não acreditava em nada. Era um cético. Senhor, Deus é bom, Senhor. O servo dizia para o rei o tempo todo: "Senhor, Deus é bom. Confie, Senhor. Deus é bom. Tudo que ele faz é bom. Confie." E toda hora dizia para o rei, o servo, que Deus era bom. E o rei não entendia nada disso que Deus era bom, que nada. Não sabia nada disso. Que história é essa que você disse que seu Deus é bom? Mas é, Senhor, confie, porque tudo que Deus faz é bom. Ele é maravilhoso. E um rei deixava aquele de forma secundária. Um dia os dois saíram para fazer uma caçada no âmbito dali do do do da região daquele rei que era muito extensa pro sinal. E na caça que eles estavam tendo, o rei sofreu um acidente, a arma disparou, ele perdeu o dedo, um dos dedos, ficou revoltado, voltou para o castelo e na presença do servo que eu acompanhava lá no acidente da da caça, mandou chamar e disse: "Você disse: "É deus era bom, bom que nada, tá aqui, perdi o pedaço do meu dedo. Que Deus é esse que faz isso comigo?" E o servo disse: "Confie, Senhor. Confie, porque Deus é bom. Tudo que Deus faz é bom. Ele é maravilhoso, não. O seu Deus não é bom e você me enganou todo esse tempo. Por conta disso, eu vou prender você aqui no calaboço do meu castelo. E o servo argumentou: "Mas Senhor, confie porque tudo que Deus faz é bom." Disse: "Não, você me enganou. vai ficar preso no calaboço e prendeu o pobre do servo do calaboço. E ele seu dedo, bom, cicatrizou e ele voltou para fazer uma caçada sem o servo. Só que ele se distanciou demais do seu reino e foi aprisionado por uns índios que eram canibais, que comiam, que eram canibais,
eu dedo, bom, cicatrizou e ele voltou para fazer uma caçada sem o servo. Só que ele se distanciou demais do seu reino e foi aprisionado por uns índios que eram canibais, que comiam, que eram canibais, foi aprisionado e estavam para fazer o ritual para comê-lo. Mas constava de um ritual dessa tribo que quem tivesse um problema de ordem física não poderia ser sacrificado. E faltava o pedaço do dedo do rei. E quando viram que faltava pedaço do dedo do reis, liberaram eles, libertaram. Ele voltou exultando de alegria para castelo, mandou chamar o servo, disse: "Realmente, seu Deus é bom. Tudo que o seu Deus faz é bom, porque se não fosse o problema do meu dedo, eu teria sido comido pelos índios." E o servo disse: "Senhor, Deus é bom. Tudo que Deus faz é bom, Senhor. Porque se o Senhor não tivesse me entranca no castelo, o comi teria sido eu. Confiemos na bondade do alto. O Senhor sabe de tudo que nós passamos. É como aquele pai que vê o filho sofrendo, sabe? passando por dificuldade, mas ele não pode. A gente não cria um casulo, um redondo do nosso filho. Ele vai ter talvez que aprender com as dores. E aquele momento de sofrimento precisa que o filho tenha paciência. Tenha paciência porque aquilo vai passar. Porque afinal de contas, como disse o nosso amoroso Chico, tudo passa e o nosso tempo passa e o nosso tempo acabou. Que Deus abençoe. Que assim seja. Graças a Deus. Agradecemos ao nosso irmão Elisiário pela fala boa que nos trouxe a reflexão a respeito do nosso comportamento perante a vida, essa paciência que a gente não tem e precisa ter para poder viver. É preciso saber esperar. E a espiritualidade é muito generosa, sabe, Elisiário? De vez em quando ela dá uma passadinha e deixa alguma coisa escrita e a gente vai ler, tá bom? Certo. Muito bem. Iluminação. Abramos nossos olhos, vejamos a luz, saiamos da cegueira. Saiba esperar. Trabalhe sem demora. Busque se capacitar dentro da proposta do amor, levando a onde for o acalentar da dor. Saibas que és usufrutuário do
ssos olhos, vejamos a luz, saiamos da cegueira. Saiba esperar. Trabalhe sem demora. Busque se capacitar dentro da proposta do amor, levando a onde for o acalentar da dor. Saibas que és usufrutuário do bem. Portanto, propague a bondade, renovando o vosso querer no trabalho de implantação da luz aonde quer que possa se encontrar. A luz que trazes em vosso ser é proposta de redenção, que vos fará seres plenos em iluminação. Jesus nos aguarda plenos, para tanto, exercite o bem e receberás em dobro o feito realizado. Vamos juntos ao trabalho do progresso em exercício pleno do amor. Deus conosco está um irmão em Cristo. Que Jesus nos abençoe, não é? É uma, é uma bção, é um presente poder estarmos aqui sobre a coordenação de Bezerra, esse irmão tão querido, né, que espera por nós, porque ele já poderia estar longe de nós, não é? Aí ele diz: "Permita que eu fique mais um pouco com meus irmãos da terra." E ele ficou para nos trazer esse lugar onde ele é o patrono e suas vibrações reverberam em toda a ambientação dessa casa, a ponto de uns amigos dizerem: "Ali parece uma ilha da fantasia, é uma alegria plena, é um lugar de paz, é um lugar de luz, é o lugar onde nós nos encontramos com Jesus. E é muito bom estar aqui e é por isso que nos encontramos neste lugar. Bem, nós temos alguns recadinhos para passar. O primeiro deles é o novo horário do passe presencial. Às vezes a gente tá numa aflição, dificuldade, não sabe o que fazer. As quartas-feiras existe o passe presencial também a partir das 12:30 até às 14 horas. Se tivermos com dificuldades, corramos para cá. Vamos tomar um passe de harmonização, vamos recompor indicar para alguém, ouvir para cá quando estiver sabendo que alguém está em aflição. O atendimento fraterno, nós queremos avisar que a nossa casa implantou aos domingos, neste horário, o atendimento fraterno. Se alguém estiver necessitado, venha. Se alguém souber de alguém que está em aflição e é num domingo à tarde, convide para vir para cá. Tem alguém que vai nos escutar e vai aliviar a nossa
o fraterno. Se alguém estiver necessitado, venha. Se alguém souber de alguém que está em aflição e é num domingo à tarde, convide para vir para cá. Tem alguém que vai nos escutar e vai aliviar a nossa dor ou aliviar a dor daquele que está em aflição. Outra orientação é sobre a dependência química. Às vezes a gente tem alguém que está passando por uma dificuldade de dependência química e quer se libertar e não sabe como fazer. Nós temos aqui segunda e quarta-feira a partir das 19 horas na sala 103 uma equipe que vai socorrer alguém que está querendo se libertar. Então lá não tem exigência, não é necessário encaminhamento, é simplesmente chegar na sala 103 que vai ter um irmão aguardando para dar um norte, uma direção. É muito ruim quando nós estamos sem saber para onde ir, onde nós não temos a oportunidade de receber uma mensagem fraterna como nós aqui estamos a receber. este direcionamento para as nossas vidas, mas nós sabemos onde buscar o poço da água que Jesus disse à samaritana, da água que eu te der para beber, tu jamais sentirás sede. E por ter saciado a nossa sede, é que nós chegamos aqui e nunca mais saímos, né? E queremos estar aqui e conforme a lição do cego, né, do cego Bartimeu, né, Senhor, eu estou cego. Me livre, me livre da cegueira. E o que você quer? Eu quero ver. E nós vimos e nós sentimos e nunca mais saímos daqui. E nada melhor do que lembrar dona Irene, né, que aos domingos à tarde nos dizia sempre: "Venham para cá, aqui é o melhor lugar para se estar num final de tarde, de domingo, não é, Dalva? Não é, Júia? É muito bom estar aqui. É por isso que nós estamos aqui há mais de 40, né? Não é 40 dias não, viu? área 40 anos aos domingos aqui 87 daqui a pouco, pois não é aos 40 anos aqui. Graças a Deus por isso. E esses domingos são inolvidáveis em nossa vida. Em cada domingo é uma nova oportunidade, é um novo ensino, é uma nova abertura às nossas almas para nos encontrarmos frente a frente a nós próprios e visualizarmos nesta aparência que muitas vezes o tempo
ada domingo é uma nova oportunidade, é um novo ensino, é uma nova abertura às nossas almas para nos encontrarmos frente a frente a nós próprios e visualizarmos nesta aparência que muitas vezes o tempo trouxe marcas, mas as marcas mais profundas são a dos rejuvenescimentos de alma. Aprendam, queridos irmãos, no amor de Jesus, a fraternidade que nos ampara, nos consola e nos traz a esperança nova. Nesta casa nós nos encontramos de há muito e sabedores que somos que dores de alma se cura com o evangelho redimido, redivo, do mestre Jesus. Sigamos com Jesus. Amparemo-nos em Jesus e estejamos no trabalho com Jesus. Assim estamos a realizar este trabalho nesta corrente fraterna, nesta casa bendita de oração. O servo humíimo de sempre Bezerra vos abraça fraternalmente. Que Deus seja louvado. Que tenhamos uma semana abençoada. Graças a Deus. Graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos
ça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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