Gínia Lúcia | MAS NÃO TE ESQUEÇAS DE TI (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 27/03/2025 (há 1 ano) 34:46 374 visualizações

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Transcrição

íntimo. O tema é: Não te esqueças de ti. O auto amor, o autoacolhimento, o autoequilíbrio, a autocompaixão nos aproxima de Deus. É sobre isso que vamos trabalhar hoje amorosamente, de uma forma consoladora do que a doutrina espírita tem nos trazido. Tem uma música que fala o seguinte: "Tens a força das árvores. Perdão, olha o mundo à tua volta, mas não te esqueças de ti." É assim que ela começa. tens a força das árvores, a beleza das flores, a pureza das águas e muito mais. Tu tens a importância do sol e o encanto da lua, a liberdade dos pássaros, a fluidez dos ventos, o poder da semente e muito mais. Tu é mais que matéria, que atração, que sensação, que instinto e mecânica. Não ignores a força que nos faz especiais. Essa bela canção, essa letra traz ensinamentos profundos que ressoa e valoriza a essência do que nós verdadeiramente somos. Em cada ser há uma conexão espiritual e a gente precisa lembrar disso todos os dias, a conexão entre homem, Deus e a natureza. Se precisamos trabalhar o autoamor, o autoacolhimento, a autocompaixão para nos sentirmos próximos de Deus, porque isso nos aproxima do Pai, a nossa jornada não está em esquecer de quem somos. É trabalharmos quem realmente nós somos em essência. Antes de auxiliar o próximo, antes de auxiliar o outro, eu preciso a primeiro, primeiro aprender a cuidar de mim, a saber quem eu sou. Quando a canção traz traz, tu tens a força da das árvores, a beleza das flores, a pureza das águas e muito mais. Essa é uma canção, é uma uma música espírita e ela tem uma profundidade porque a força vital que está presente na natureza, em tudo que nos envolve, ela também habita em nós. A resistência, a beleza, o equilíbrio está em nós. Quando eu preciso trabalhar isso em mim, eu preciso me envolver dessa energia que é o fluido cósmico universal. que a gente estuda na doutrina espírita. É esse fluido que nos envolve, que está presente em tudo que está aqui, que nos envolve no planeta, no universo. E nós, seres vivos, temos o fluido vital. E

l. que a gente estuda na doutrina espírita. É esse fluido que nos envolve, que está presente em tudo que está aqui, que nos envolve no planeta, no universo. E nós, seres vivos, temos o fluido vital. E como é importante saber absorver esse fluido para vivermos melhor e vivermos mais. Isso é possível, tá? conseguir exercitar e absorver essa harmonia da natureza em nós. Tem o a frase: "Tu tens a importância do sol e o encanto da lua, a liberdade dos pássaros, o poder da semente." O que que isso tem a ver para que eu não me esqueça de mim? Eu não esqueça de quem eu sou? A espiritualidade pela essa canção traz sobre pertencimento. Quando eu trazer a importância do sol para nós seres vivos aqui do planeta, sem a energia do sol não viveríamos. E sem a energia do sol, da verdade, que é Jesus, também não estaríamos aqui tendo força. É falarmos sobre pertencimento. É um sentimento também profundo que se relaciona com a necessidade de valorização, de autovalorização, de sentir-se parte de um todo, pertencimento, né? você saber que você está aqui nesse planeta, que você está na família, no social e também na parte institucional que nós fazemos parte se sentir parte de um todo, trabalhando cada particularidade do ser, da parte familiar, do social, do institucional, mas também do espiritual. entender que jamais agradaremos a todos. Todos os indivíduos que convivem conosco, não temos como agradar. Por isso que é essencial, é importante buscar qual é a sua essência, a essência de quem você é. Quando você encontra o seu lugar, a importância, a sua importância sobre o sol, sobre a vida, né? O sol da vida, quem é você embaixo desse sol da vida? Você se encontra, você se enche de alegria. Sentir-se integrado com tudo que há aqui no planeta, tudo que tem vida. O ser que consegue buscar isso, exercitar isso, ele tem mais alegria de viver, porque ele se sente útil aonde ele está, da forma que ele é, buscando não se esquecer, não esquecer de si mesmo. Essa integração, sentir-se filho de Deus, é a primeira parte que nós

alegria de viver, porque ele se sente útil aonde ele está, da forma que ele é, buscando não se esquecer, não esquecer de si mesmo. Essa integração, sentir-se filho de Deus, é a primeira parte que nós precisamos. Por isso, quando eu me conheço, me autoconheço, eu tenho trabalho o autoamor, a autocompaixão, o autoacolhimento. Eu não preciso viver para agradar o outro, ser o que o outro espera de mim, mas sim o que Deus colocou em mim, que eu preciso desenvolver para me sentirse integrado com tudo que estar à minha volta. Isso eu preciso trabalhar na minha passagem, na nossa passagem aqui pelo planeta, senão eu não me sinto autossuficiente e não sinto o que é ser filho de Deus. A nossa mentora desse horário aqui é a Joana de Ângeles. Em seus livros, ela vai trazer sempre essa mensagem: trabalhar, cuidar do ser integral e sentir-se filho de Deus para sermos felizes, mesmo dentro desse mundo cheio de tantas questões, de tanto labor, de tantas lutas. E nós conseguiremos, se assim quisermos exercitar o autoamor, autoconhecimento, autocuidado, autovalorização. Tá vendo? Tudo é alto. Tudo parte de mim. E o início é sentir-se filho, ser parte integrada de tudo que é no universo, sentir-se filho de Deus. Mas para me sentir integrado com a natureza, com os seres, sentir-se parte disso tudo e merecedor de tudo que está à minha volta, do que Deus nos ofertou, eu preciso saber quem realmente eu sou. E nós não estamos falando do que eu sou do meu nome. Ah, eu sou Gia. Não, esse nome foi dado por outra pessoa. Nem fomos nós que escolhemos. foram os nossos pais ou alguém muito querido de nossas famílias. E muitas vezes a gente nem se identifica com o nome que nós temos, que alguém gostou muito e nos deu. Já começa por aí. Então nós não estamos falando do nome. Todos os nomes são dados por outra pessoa. A gente vai se adequando, né, e dando personalidade, né, para aquele nome. Você sabe quem realmente você é? Então, muitos irmãos não se autoconhecem, então não sabem quem são. Às vezes você é uma da o produto da

se adequando, né, e dando personalidade, né, para aquele nome. Você sabe quem realmente você é? Então, muitos irmãos não se autoconhecem, então não sabem quem são. Às vezes você é uma da o produto da criação dos seus pais, de alguém que te criou, da fala de um professor, de alguém muito querido, muito próximo, mas você não trabalhou ainda o autoconhecimento de saber quem eu sou, quem verdadeiramente eu sou para poder construir a felicidade dentro de mim. Será que eu estou sendo a fala que o outro disse de quem eu sou? Eu me comporto assim porque alguém falou que eu devo me comportar desse jeito, que essa é a postura de um homem, de uma mulher, de um filho, de um pai, de uma mãe, de um irmão. A espiritualidade vai nos trazer esses convites. Quando você está sozinho à noite, por exemplo, deitado em sua cama, na escuridão, né, às vezes observando o teto, a janela, algum objeto do seu quarto, quais são os pensamentos que te visitam? Já dá ideia de saber o que é que tá povoando o meu ser, a minha intimidade, o que é que vem povoando a sua intimidade para você descobrir quem você é quando nós estamos sozinhos. Ali está o nosso verdadeiro eu. São os nossos pensamentos a dizer quem nós somos ou como nós estamos. Então, quando eu olho para as estrelas, como quando eu estou observando o firmamento, a natureza, quais são os pensamentos que me visitam? Quais são os pensamentos ali? a minha intimidade se expressando a observar o sol, a lua, o firmamento, né? O nascer do sol, um pôr do sol, o céu estrelado. Que que se passa na minha intimidade? Alguém já fez esse exercício? Senão acho que a hora chegou pra gente começar a se autoconhecer. Você conhece essa pessoa dentro de você? O eu imortal, o eu essencial, já perdeu o contato com essa pessoa. Às vezes a gente perde o contato conosco mesmo de quem realmente, verdadeiramente nós somos. E a espiritualidade nos pede: "Volta, faz essa viagem interior, não perca o contato com essa pessoa, com espírito imortal, com ser essencial da

osco mesmo de quem realmente, verdadeiramente nós somos. E a espiritualidade nos pede: "Volta, faz essa viagem interior, não perca o contato com essa pessoa, com espírito imortal, com ser essencial da vida. Voltando lá pra canção, pra letra dela, tu és mais que matéria, que atração, que sensação, que instinto e mecânica. Que que essa frase quer nos dizer? Nossa essência é espiritual, não é material. Nosso corpo é uma perfeição da natureza que precisou de milhares, milhares de anos de evolução para que chegássemos o que somos hoje. E nós ainda vamos mais além. Saímos do átomo e chegaramos chegaremos a anjos, né? do átomo ao arcanjo. A espiritualidade nos traz os ensinamentos. Kardec nos trouxe através da Gênese, esse livro abençoado que nos mostra desde a criação aos milagres de Jesus, a explicação como tudo se faz na criação dos seres do planeta, como tudo se move, de onde viemos, para onde vamos. Tá lá no livro A Gênese, trazida por Allan Kardec, codificada por Allan Kardec, trazida por Jesus e seus trabalhadores. Entender que o que somos hoje é trabalho da natureza, da espiritualidade e nós mesmo de milhares e milhares de anos e saímos do átomo e chegaremos à perfeição do que Deus permite chegarmos. Como é importante o autoconhecimento, saber quem eu sou, do que eu preciso para evoluir, para ser feliz, porque nós podemos e seremos felizes já aqui nesta encarnação, na medida do possível da permissão divina e do nosso entendimento. Então, também está nas minhas mãos, não só na do criador e nem do outro que acompanha e vive comigo. A minha felicidade não está na mão, nas mãos dos meus pais, dos meus filhos ou dos cônjuges. Isso é muito importante para você trabalhar o autoacolhimento, o autoamor e estar mais próximo, sentir-se mais próximo de Deus. Não ignores a força que nos faz especiais. A canção fecha com essa parte. Não ignores a força que nos faz especiais. A gente trouxe até essa parte para não mexer muito. Logo numa manhã gloriosa como essa, numa manhã iluminada, numa manhã

iais. A canção fecha com essa parte. Não ignores a força que nos faz especiais. A gente trouxe até essa parte para não mexer muito. Logo numa manhã gloriosa como essa, numa manhã iluminada, numa manhã que a espiritualidade tá aqui nos conduzindo, não ignores a força que nos faz especiais. Já ouviu a frase somos feitos da poeira das estrelas? Não dá pra gente aprofundar muito sobre isso, não temos muito tempo. Mas tudo que há de matéria em nosso planeta, incluindo nossos corpos, é feito do mesmo material, a poeira das estrelas. E os cientistas cada vez mais nos traz isso, mas a doutrina espírita já nos traz isso desde 1857. Nos traz isso também desde 1944. Quando vem a série dos livros de André Luiz no mundo maior, todos os seus 13 livros trazendo um após o outro para aqueles que gostam de estudar a doutrina espírita. A série do mundo maior de André Luiz vem nos explicar porquê. Os livros de Emanuel vem nos trazer que nós somos feito do mesmo material que está no universo, da poeira das estrelas, nos trazendo o que o corpo é feito desse mesmo material. Assim, quando olhamos para uma noite iluminada, quando estivermos nesse momento de autoconhecimento, né, de do trabalho de autoamor, nos acolhendo no pensamento elevado impresso, observando a natureza num lugar, no céu estrelado, observando tudo, nos acharmos tão pequenos. Quando a gente passa a olhar a grandeza da vida, a grandeza da criação divina, a gente nos vê pequenos diante de tanta grandeza, de tanta beleza, mas nesse momento que nós possamos pensar, o universo está dentro de mim, sou parte desse todo e me sinto imenso. É pertencimento. Isso podemos trabalhar sem custo financeiro nenhum. Isso tá ao nosso alcance de todo ser que está aqui pode trabalhar isso gratuitamente. O universo está vivo dentro de mim e eu sou parte dele. Eu faço parte disso tudo que Deus criou. Minha vida não é e não será vivida em vão. Você trabalha isso. Minha vida, eu estou aqui e nisso tudo que está me acontecendo de tudo que eu estou

parte dele. Eu faço parte disso tudo que Deus criou. Minha vida não é e não será vivida em vão. Você trabalha isso. Minha vida, eu estou aqui e nisso tudo que está me acontecendo de tudo que eu estou usufruindo não é em vão. Tem um porquê. Isso nos traz esperança, nos traz desenvolve o autoamor de se sentir acolhido por tudo que está à sua volta. nos traz fé. Essa letra também um apelo de valorização à nossa essência, a harmonia com a criação de tudo que nos envolve, com todas as células. Trabalhar isso é um processo de cura espiritual. O autocuidado, o autoamor nos convida a reconhecer a força divina que habita dentro de cada um de nós e despertar esse ser espiritual que somos. Isso me dá força. Isso te dá força para viver, para suportar e superar as dificuldades, os convites da vida que vem nos alcançando todos os dias, cada vez mais. Porque é fácil nos perder na corrente das responsabilidade como filhos, como pais, como responsáveis pelo outro que a que às vezes nos colocamos na vida? Os compromissos, as expectativas alheias que às vezes a gente tem que saber lidar com elas, mas nós não somos o que o outro nos chama. Isso é autoconhecimento. É necessário. Eu não sou o que o outro fala de mim, seja lá o que for, porque ele não sabe o que se passa por dentro. Ele nem sa não sabe quem eu sou. Ele não sabe das minhas lutas internas e externas. Isso é muito importante saber para onde eu estou indo para que eu não me perca como ser espiritual que sou. E no meio desse turbilhão há um lembrete, mas não te esqueças de ti. O mentor espiritual vive a nos falar isso. Auxilia o outro, mas não esqueças de ti. Faz pelo outro, mas não esqueças de ti. Isso não é egoísmo. Não é sobre isso que nós estamos falando nessa manhã. É sobre nós, não é sobre o outro. Auxilia, mas não esqueças de ti. Cuida do outro, mas não esqueças de ti. Ajuda, mas não esqueça de ajudar-te. Muitos irmãos às vezes está fazendo tudo pelo mundo, mas pelo seu mundo interior. O seu mundo interior está abandonado. Isso é válido?

tro, mas não esqueças de ti. Ajuda, mas não esqueça de ajudar-te. Muitos irmãos às vezes está fazendo tudo pelo mundo, mas pelo seu mundo interior. O seu mundo interior está abandonado. Isso é válido? Não, espiritualmente não. Esse tema convida uma reflexão profunda, a importância do autocuidado, do autoamor que a gente tem falado tanto. Cuidar dos outros é nobre, fazer pelo outro é nobre, é divino. Mas negligenciar, negligenciar a si mesmo pode levar ao esgotamento físico, emocional e principalmente aquele que nos leva à essência da vida, o esgotamento espiritual. negligenciar, pegar o cuidado do outro, porque eu quero esquecer de mim mesma a menos valorização, não me valorizo. A espiritualidade nos vê como um todo. Não adianta eu salvar o outro se eu não salvar a mim mesma. Então, eu posso fazer tudo por todos que estão à minha volta, mas se eu não fizer por mim mesmo, isso não tem valor espiritual. E não é do cuidado do corpo, é do cuidado do espírito. Essa jornada de não esquecer de si mesmo, ela envolve acolhimento, autoacolhimento, entender minhas necessidades, quais são as minhas necessidades e quais são os meus limites. Porque se eu não entendo minhas necessidades, meus limites, o outro vai fazer de mim o que ele bem quer e eu me perco. Porque nós estamos aqui para uma jornada pessoal. Aí depois eu envolvo aqueles que eu amo. Isso a gente já sabe quando entra num voo, no avião da máscara que cada um tem que colocar primeiro em si, depois naqueles que estão à nossa volta. A jornada espiritual funciona dessa forma. Primeiro eu me autoconheço, vou me autoacolhendo para poder eu saber qual é a minha necessidade e o meu limite, porque senão o meu limite, me perco no limite do outro. Ele não sabe das minhas necessidades, das minhas dores. Ele vê o que é externo. Passando, eu vou para o autocompaixão. Tratar-me com a mesma gentileza e compreensão que eu trato os outros. A gente tá fazendo isso. Eu me trato com autor resespeito, auto amor, como eu trato o outro. Será que eu tô trabalhando dessa

xão. Tratar-me com a mesma gentileza e compreensão que eu trato os outros. A gente tá fazendo isso. Eu me trato com autor resespeito, auto amor, como eu trato o outro. Será que eu tô trabalhando dessa forma? Sou uma pessoa polida na sociedade, mas no momento que eu estou comigo mesma, eu me maltrato com pensamentos de menos valia, de desamor, de abandono. Isso é válido. Na sociedade eu sou polida, educada, amorosa, mas quando eu estou comigo mesma, nesse autoencontro, eu estou me desvalorizando, me tratando com falta, com com falta de de compaixão. Não tenho compaixão para comigo, mas tenho para com os outros. O autoequilíbrio, ele é alcançado através do autoconhecimento, porque eu já sei os meus limites, eu já sei até onde eu posso ir, aonde eu posso deixar que o outro invada o meu espaço. E esse espaço não é aqui, não. Esse espaço é dentro de nós, é no mental, no espiritual. Por isso que a as obsessões para certas pessoas leva ao limite até mesmo da morte, do suicídio, porque elas não deram o limite, não souberam, não se autoconheceram, não tiveram auto, não trabalharam, né, que isso é tudo, é um trabalho. Por isso que às vezes a gente foge do trabalho que é cuidar de nós mesmos. Aí eu pego o filho para cuidar dele, cuido da vida do filho que tá com 60 anos e tem cinco filhos. Cuido da vida do meu pai e da minha mãe que já estão lá com 80, 70, quantos anos estiverem. Cuido da vida de todo mundo, da família, mas a minha vida está abandonada. Então, por isso que é o trabalho de desenvolvermos autoconhecimento, autocompaixão, autoamor e tudo que dá trabalho, a gente quer fugir. Aí a espiritualidade fala: "Já fugiu muitos anos, muitas vidas, séculos. Agora chegou o momento, não te esqueças de ti. O mentor perde isso a todo momento. Às vezes a gente pensa que a gente pedindo pra gente, fulano, não esqueça de você, vai cuidar de você, menina, menino, vai se cuidar. É a espiritualidade falando em nosso íntimo, essa intuição, essa inspiração que nos chega. Então, o autoequilíbrio é

te, fulano, não esqueça de você, vai cuidar de você, menina, menino, vai se cuidar. É a espiritualidade falando em nosso íntimo, essa intuição, essa inspiração que nos chega. Então, o autoequilíbrio é importante alcançar o o autoequilíbrio, trabalharmos, porque através ele é alcançado através do autoconhecimento, autão, reforma íntima, é o trabalho que é cuidar de nós mesmos, né? E com isso eu chego autoequilíbrio de encontrar um ponto de harmonia. Através do autoequilíbrio, eu vou encontrar esse ponto de harmonia entre o que é cuidar do próximo e cuidar de mim mesma. Tenho alguns irmãos que já chegaram lá e a gente admira como é que eles conseguem resolver o problema do filho e o problema interno dele. Como é que ele consegue resolver o seu problema interno e os problemas dos pais? Porque ele sabe o limite ali, atéonde ele pode alcançar. Isso os espíritos dizem que é libertador, é transformador na vida de alguém quando a pessoa consegue. Não deixar que o problema do outro se desequilibrar. Não se desequilibrar pelo problema que é do outro. Eu auxilio o outro ar. Eu levo o outro ar, ver o que ele precisa ver, fazer o que ele precisa fazer. E aí eu confio na providência e na previdência divina. A providência divina é Deus trabalhando com muito amor por nós, em nós. Será que eu deixo a providência divina trabalhar em mim? Ou eu falo: "Deus não resolveu, vou resolver. Deus não resolveu o problema do meu filho, eu vou resolver. O problema dos meus pais, Deus não resolveu, vou resolver. Quando eu penso que o mundo tá em minhas mãos e que eu posso resolver o problema do outro, aí eu me perco, entro em desequilíbrio com as leis do criador. Não são as leis do mundo, não são as minhas leis, são as leis de quem criou isso tudo que nós estamos aqui. E a gente só vê um pouquinho, porque quando a gente começa a ver os vídeos, como é as galáxias, o universo, todo o sistema solar e muito mais, a gente se perde. Chico se perdeu quando Emanuel levou em desdobramento. Chico Xavier em

orque quando a gente começa a ver os vídeos, como é as galáxias, o universo, todo o sistema solar e muito mais, a gente se perde. Chico se perdeu quando Emanuel levou em desdobramento. Chico Xavier em desdobramento pelo seu mentor, benfeitor espiritual, Emano. Quando ele leva para Chico conhecer parte do universo, chega o momento que Chico fala: "Já tá bom, mano. Chega! Porque a gente vai viajando, né, conhecendo. Chega um momento que a nossa mente ainda não tem essa capacidade de entender tudo que Deus criou, mas eu posso me sentir pertencente a esse mundo e posso cuidar de mim, não esquecendo de quem eu sou." Então, antes de auxiliar os outros, precisamos primeiro aprender a cuidar de nós e sabermos nossos limites para não adoecermos mentalmente, espiritualmente e também o esgotamento físico. Não é um chamado ao egoísmo. Nós sobre isso que nós estamos falando, é do autocuidado, do autoamor, o autoacolhimento, a autocompaixão de quem realmente nós somos, né? É a consciência, né? de sentir-se pleno, realizado, filho de Deus, sentir-se filho do pai, do criador, verdadeiramente é nos darmos um presente. É aquilo que o outro não pode me dar, mas que está nas minhas mãos. E eu posso começar hoje. É estar inteiro consigo mesmo, integrado com quem você é. Eu não posso dar ao outro que eu não tenho. E quando eu quero dar ao outro que eu não tenho, eu entro em conflito, porque eu não tenho. Imagine alguém algo que eu nem trabalhei em mim mesma. É por isso que às vezes a gente se sente incapaz e não tem esperança. Mas eu posso desenvolver isso com autocuidado, com autoconhecimento, com autoamor, autocompaixão. Eu vou trabalhando em mim para que um dia eu posso dar ao outro que eu já tenho. Estenda a mão ao próximo. Todos que te pessem auxílio, que te pedir ajuda, estenda a mão. Prece também uma caridade. É das mais belas, não é sobre dar coisas, né? Eu posso auxiliar todos que chegam até a mim, sabendo o meu limite, mas não te esqueças de ti. Não te esqueças de quem você é. Eu não posso abraçar a humanidade e

is belas, não é sobre dar coisas, né? Eu posso auxiliar todos que chegam até a mim, sabendo o meu limite, mas não te esqueças de ti. Não te esqueças de quem você é. Eu não posso abraçar a humanidade e esquecer de me autoacolher. O autoamor é uma virtude que nos convida a sentirmos filhos de Deus. sentirmos amado, respeitado, o autoamor vai nos levar à autoaceitação. Aceitar que eu sou um espírito em evolução, que por mais que eu me cobre, vai chegar um momento que eu vou me cansar, que vai adoecer, porque eu tenho um limite. Eu ainda estou em crescimento, eu estou em aprendizado. Essa o auto me leva a aceitar isso, que eu não sou perfeito, então eu vou escorregar, eu vou cair, é que eu preciso me levantar. Aí é o autoacolhimento, né? Aceitar quem você é, autoaceitação, aceitar quem eu sou e como eu estou. Há uma diferença de quem eu sou e como eu estou. Ser e estar. Quem nós somos? Espíritos imortais em evolução, filho de Deus. Eu não sou o meu nome, nem o meu cargo, nem a minha função. Quem eu sou? Filho de Deus, espírito imortal, aprendiz da vida. Tô aprendendo com os erros. Às vezes a gente erra para poder aprender, às vezes não. Às vezes a gente já acerta de primeira. Por quê? De primeira nessa encarnação. Porque a gente já errou na outra ou já acertou na outra. O que a gente faz de bom e de melhor porque a gente já exercitou. Aquilo que eu faço, que eu falo, isso aqui é muito belo que eu faço. É porque você já exercitou em algum momento das vidas, né? Então, e como é que eu estou? Quem eu sou? Espírito imortal, filho de Deus, aprendiz da vida. E como eu estou? Como eu estou? com uma série de imperfeição. Ainda estou em desenvolvimento, ainda estou com muitas imperfeições, limitações, eu estou em desenvolvimento. E é nesse ponto onde muitos têm dificuldades, não se conseg não consegue se ver como aprendiz em desenvolvimento ainda com muitos com muitas limitação. Isso exige de nós uma busca, uma reforma, um autoconhecimento, um trabalho, um auto, é tudo é alto, né, para nós, conosco

se ver como aprendiz em desenvolvimento ainda com muitos com muitas limitação. Isso exige de nós uma busca, uma reforma, um autoconhecimento, um trabalho, um auto, é tudo é alto, né, para nós, conosco mesmo. E muitos se autorejeitam porque não é aquilo que queria ser e que ainda não consegue estar. Aí eu me autorejeito porque eu me vejo imperfeito, não me aceito como ser em aprendizado em construção. E nós temos limitações, todos nós temos, não só físicas, limitações espirituais, mentais. Nós temos, mas nós não somos nossas limitações. Elas passarão à medida que a gente vai se autoconhecendo. Eu sei que eu tenho limitação naquilo, mas eu não sou a minha limitação. Quantas pessoas até mesmo tm limitações nos corpos, elas fazem muito mais do que aqueles que se dizem perfeitos. Então você não pode se ver que você é o seu defeito. Aquilo que te limita, você não é aquilo. É porque nós somos seres em construções ainda. Nós temos limitações, mas nós não somos as nossas limitações. Isso é libertador você entender que é aquele momento ali você tá em construção. É fazer esforços. A espiritualidade nos pede, faça esforços no limite das nossas forças. É uma questão que tá lá no livro dos espíritos, 642. Fazer, eu devo fazer esforços no limite das minhas forças. E para eu saber o limite das minhas forças, eu tenho que me autoconhecer até onde eu posso ir. Senão eu pego tudo dos outros, coloco sobre mim e aí eu vou me sobrecarregar e vou parar. Vou explodir, vou desistir. A carga tá pesada, mas Jesus fala: "Meu fardo é leve". Então eu tô levando o fardo que não é meu, porque se for só o meu, a espiritualidade vai ter como me auxiliar. Se eu tiver levando todo o fardo de todos os familiares, porque eu penso que o outro não dá conta e eu dou, aí eu vou me implodir espiritualmente. Isso eu não vou me sentir filho de Deus, nem acolhido, nem amado, não vou sentir nada. É onde muitos desistem da vida. Peguei muitas coisas para fazer e não dei conta. O universo está vivo dentro de mim.

o eu não vou me sentir filho de Deus, nem acolhido, nem amado, não vou sentir nada. É onde muitos desistem da vida. Peguei muitas coisas para fazer e não dei conta. O universo está vivo dentro de mim. Lembra dessa frase que nós começamos? Quando eu olho para as estrelas, para o sol, para o luar, eu sou feito do da poeira das estrelas. Isso é poético, é amoroso, é iluminativo. Sou parte desse todo e me sinto imensa, capaz de fazer por mim. Fazendo por mim, eu entendo qual é o meu lugar no desenvolvimento, no auxílio do outro. Eu faço parte disso tudo e minha vida não é, não será vivida em vão. Cuida de todos. Mas não te esqueças de ti. A música é de Tem Vanessa. Chama-se C, do CD, o Senhor das Estrelas. C de em Vanessa. Foi através dela que a gente desenvolveu tudo isso. E o livro de estudo que nós trouxemos para hoje é o livro Autodescobrimento da Joana de Angeles, a mentora do nosso horário. Então, a gente tem muito mais a aprender em 30 minutos. Não dá pra gente pincelar tudo que queríamos. Autodescobrimento é o livro e o nome da música Caneça. Medite sobre ela. Depois voltando a palestra que você vai entender do que a música tá falando. Votos de muita paz, meus irmãos, de autoacolhimento, de autoconhecimento e autocompaixão. Gratidão.

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