Flaviana de Souza | JESUS E NÓS (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 17/04/2025 (há 11 meses) 39:26 298 visualizações

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Transcrição

Por mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a Boa tarde, sejam todos bem-vindos à comunhão Espírita de Brasília para mais uma palestra. Eh, saudamos aqueles que nos acompanham pelos canais, pedimos desculpas que hoje seria a Marta Caldas e ela teve um probleminha familiar de saúde, por isso ela não está. Então, peço que vocês tenham um pouco de paciência comigo e que nós possamos fazer uma boa reflexão. Antes, convido a todos para fazermos a nossa oração. estão sentados confortavelmente, respirando fundo. Vamos trazer a consciência essa respiração e vamos sentir nesse momento as vibrações desta casa de oração, desta casa do caminho que nos acolhe, que nos recebe com seus benfeitores, Dr. de Menezes, a equipe espiritual da casa. E vamos elevar o nosso pensamento agradecendo a Deus, nosso pai, Jesus, nosso mestre, amigo de todas as horas, aos nossos mentores e mentores desta casa, por mais uma oportunidade de aqui estarmos reunidos em nome de Jesus para refletirmos sobre seu evangelho, a luz desta essa doutrina tão maravilhosa que é a doutrina espírita que traz tanto acolhimento, tanto consolo, tanto esclarecimento. Damos graças, Senhor. Graças por termos Jesus como modelo e guia. E assim nós pedimos as bênçãos a cada um de nós. Pedimos que nossa mente e o coração esteja aberto aos ensinamentos e que as palavras aqui possam ser palavras de acolhimento e de amor. Assim seja. Graças a Deus. Bom, então vamos falar um pouquinho sobre primeiro essa semana é uma semana no dia 18, sexta-feira nós comemoramos o dia do espiritismo. E eu acho importante a gente lembrar isso, né? Eh, foi sancionada essa lei no Senado. Eu esqueci aqui de olhar o ano, eh, se eu não me engano, foi uns dois anos atrás, 3 anos por aí, que é o dia do Espiritismo, porque foi lançado, n outubro lá em Paris em 1857, o livro dos espíritos, né, por Allan Kardec, foi

o ano, eh, se eu não me engano, foi uns dois anos atrás, 3 anos por aí, que é o dia do Espiritismo, porque foi lançado, n outubro lá em Paris em 1857, o livro dos espíritos, né, por Allan Kardec, foi a codificação, né, em Paris. Então, por isso, nesse dia, é lembrado, a Câmara dos Deputados votou em favor, né, de ter esse dia do Espiritismo por conta disso. Então, só agradecendo um pouquinho e relembrando que é importante para nós que esse dia exista, né, ainda numa sociedade com tantos preconceitos, com tantos desafios e nós ainda, né, termos pelo menos a chance de mostrar a voz. Porque a doutrina espírita o que é o consolador prometido por Jesus. Ele falou que iria naquele momento, né, há mais de 2000 anos, mas que ele deix enviaria o consolador prometido. E o consolador prometido não é o Allan Kardec, é a doutrina dos espíritos. Porque o que Allan Kardec fez, né, o professor Rivaio, foi codificar a doutrina, trazer tudo todos os ensinamentos dos espíritos para, né, a codificação. Então, por isso que nós, ele escreveu muitos livros, viveu pouco tempo depois disso e foi uma grande missão, porque o Dr. O professor Riva, ele era, ele fazia parte da sociedade científica de Paris, era um professor que escrevia muitos livros voltados para educação, filosofia. Eh, quando ele foi convidado, né, ele foi apresentado aos fenômenos que aconteciam aquela época. Eu não vou explicar todos os detalhes, mas ele foi convidado e na época ele não aceitava como cientista, ele não acreditava em algumas questões que aconteceu. E aí ao investigar cientificamente, utilizando um método, o que que acontece, professor? Ele passa a compreender. E aí é falado sobre a missão que ele tinha, que era a missão de fazer, trazer a codificação, a voz dos espíritos. E ele é convidado que e avisado de que passaria por inúmeras tribulações, inúmeras perseguições, inúmeras situações desafiadoras e que se ele estaria pronto para fazer isso caso ele, né, declinasse desta missão, que não teria nenhum problema, porque porque haveriam outras

, inúmeras perseguições, inúmeras situações desafiadoras e que se ele estaria pronto para fazer isso caso ele, né, declinasse desta missão, que não teria nenhum problema, porque porque haveriam outras outros personagens que poderiam assumir essa missão. que ele aceitou com uma prece linda que está em no livro Obras Póstumas. Nesta nesta prece ele fala que aceita sim, apesar dos desafios, apesar de tudo, que ele aceitaria seguir a missão das perseguições, do descrédito, porque ele foi desacreditado, ele foi convidado a se retirar da sociedade científica de Paris, ele foi convidado a se retirar com o professor, né? perdeu o trabalho. Então, foram inúmeras dificuldades pelas quais ele passou nesses anos em que ele fez a codificação. E o primeiro livro foi o livro dos espíritos, que essa obra, né, maravilhosa. E foi no dia 18 de abril de 1857. Então, é bom saber, né? É bom que nós tenhamos sempre isso em mente, que aquele que antecedeu, aquele que trouxe a doutrina dos espíritos, passou por muitas situações difíceis. E aí nós vamos entrar no que? No Jesus, né? Nós estamos no ano civil, eh, religioso, católico, comemorando esse ano a Semana Santa. E essa semana santa são eh eles rememoram, né, os os últimos momentos de Jesus aqui encarnado e até a sua morte de cruz e a Páscoa, não é assim? E nós vamos falar nessa semana, a gente precisa falar de Jesus sempre, porque ele tá sempre conosco. Mas nós vamos falar sim daquilo que ele trouxe de especial para nós, a sua mensagem, o seu amor, a sua glória, o mostrar mesmo através de uma cruz, de uma dor, que a vida não é só a material, né? que a vida, a essência da vida é o nosso espírito. E aí vamos começar então com Jesus lá em João, no capítulo eu usei como subsídios o Evangelho Segundo o Espiritismo, eh, e dois livros do José Carlos de Luca. Esse aqui que é maravilhoso do de do coração de Jesus. O que Jesus diria para você hoje? Lindo e emocionante. E esse outro que é mais antigo que é alguém me tocou. Então, numa dessas páginas do

Luca. Esse aqui que é maravilhoso do de do coração de Jesus. O que Jesus diria para você hoje? Lindo e emocionante. E esse outro que é mais antigo que é alguém me tocou. Então, numa dessas páginas do Alguém me tocou, que ele é também um livro belíssimo que fala várias histórias, né, no contexto de Jesus, diz assim: "Assim como Jesus, assim como meu Pai me ama, eu também amo vocês". Portanto, continuem unidos comigo por meio do meu amor por vocês. Jesus está em João 159, capítulo 15, versículo 9. Então Jesus disse, né, que vos que vos ameis uns aos outros como eu, né, amai-vos uns aos outros como eu vos amei, que é o que tá no evangelho, né, que é uma adaptação. E aí refletindo sobre isso, muitas vezes na nossa trajetória nós nos deparamos com situações onde nós não nos sentimos assim amados no mundo em que vivemos, não é verdade? Às vezes no relacionamento, às vezes com os filhos, às vezes a gente acha que não é visto da maneira que nós gostaríamos de ser visto. Às vezes nós gostaríamos de de ser mais compreendidos, mais amados. E de que forma que nós podemos eh modificar isso em nós, né? nos preenchendo de amor, do amor do Cristo, do convite, né? Quando nós mergulhamos nesses convites de Jesus, a nossa vida muda. Muitas vezes nós não entendemos porque é um processo. É um processo. Veja o olhar de Jesus, a amorosidade dele em cada situação, né? Se nós trouxéssemos esse olhar pra nossa vida mais amiúde, né? Porque muitas vezes nós trazemos, nós lembramos de Jesus. Nós lembramos de Jesus quando nós estamos muito mal, em alguma situação muito difícil, né? Às vezes a gente lembra às vezes para reclamar, às vezes para pedir, para, né, implorar. E nós esquecemos que ele está conosco todos os dias, inclusive também nos momentos de alegria. E que o convite é sempre amar, né, em cada dor, em cada situação de desespero, em cada situação de tristeza, de dúvida. E às vezes a gente esquece disso. Às vezes a gente tá tão envolvido no meio de tanta dor, de tanta confusão mental, por tanta, tantas coisas que

de desespero, em cada situação de tristeza, de dúvida. E às vezes a gente esquece disso. Às vezes a gente tá tão envolvido no meio de tanta dor, de tanta confusão mental, por tanta, tantas coisas que ocorrem, porque na nossa vida ocorrem muitas coisas. Quem aqui tem uma vida assim bem tranquilinha, que não acontece nada, levanta a mão, porque a vida da gente às vezes parece um tsunami, né? um monte de coisa. Um adoece, o outro fica assim, o outro, mas fica sem trabalho, o outro era uma loucura. Eh, e aí a gente fica assim, sem saber às vezes o que fazer e nós nos esquecemos que nós temos Jesus a nos orientar. A gente só lembra de reclamar: "Meu Deus, por que que isso está acontecendo comigo? Que que eu fiz para merecer isso?" Nossa, né? Tem até aquele ditado daquele: "Eu eu devo ter jogado pedra na cruz. Certamente nós não fomos as melhores pessoas do mundo, né, em outra existência. Então aqui nós temos que plantar novas sementes para podermos colher futuramente essas sementes. Mas não é tudo tão ruim. Nós temos sim, às vezes no momento difícil nós temos um amigo que fala uma palavra paraa gente, aí na hora a gente nem dá importância, mas aquela palavra é importante. É, eh, eu lembro de um momento que eu era extremamente orgulhosa, eu não gostava de pedir ajuda para ninguém. Agora, quando eu tô com problema, eu convoco todos os meus amigos e falo: "E tá assim, assim, assim, preciso de ajuda". E Jesus está ali. Por quê? Porque Jesus, ele conversa conosco através dos nossos amigos, através de um atendimento fraterno, através da família e através inclusive daqueles que nós achamos que são nossos inimigos. Que a gente fala assim: "Nossa, mas eu não mereço uma pessoa dessa na minha vida. Por que que não é pra gente aprender alguma coisa? Qual a lição que nós precisamos aprender com isso? Significa que eu tenho que conviver com alguém que tá me fazendo muito mal, que tá me causando, podendo eh me provocar com que eu tenha até mais, né, mais dívidas diante da justiça divina? Não.

isso? Significa que eu tenho que conviver com alguém que tá me fazendo muito mal, que tá me causando, podendo eh me provocar com que eu tenha até mais, né, mais dívidas diante da justiça divina? Não. Claro que nós precisamos estar bem para poder lidar com outro. E esse é um exercício diário de autoconhecimento, de olhar para dentro de si, se amar também. Porque quando eu estou, quando eu amo, aquilo que eu tenho, extrapola e chega ao outro. Mas quando eu estou em dor e sofrimento, se eu não tiver esse olhar de amor, eu acabo me machucando mais, não é assim? Então, por isso a gente precisa com um dia de cada vez, um dia de cada vez, porque ninguém vai fazer isso que Jesus falou aqui. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei, de uma hora para outra, porque isso é um processo. Por que que nós nascemos numa família onde muitas vezes a gente fala: "Gente, parece que eu vim de outro planeta porque não tem nada a ver comigo, não é assim?" Nossa, tem certeza que esse filho é meu? Porque nossa, completamente o oposto. Nossa, será que eu sou filho do meu pai, da minha mãe mesmo? Mas nós somos. Nós estamos ali porque nós precisamos aprender a amar e conviver com essas pessoas. E no trabalho também, né? Às vezes aquele chefe que, né, meio tóxico ou aquele aquela amigo, aquele amigo fofoqueiro, o que que eu preciso fazer? Eu preciso conviver o tempo inteiro. Se eu, se a pessoa não consegue mudar, então aí já é um problema dela. Mas eu vou fazer a minha parte e não me deixar contaminar, né, por aquilo que chega a mim. Então Jesus, ele nos convida a amarmos. Aí eu falo novamente, amar, amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Mas para que nós possamos fazer isso, chegar a esse ponto, nós precisamos nos conhecer, nos amar. entender os nossos limites. Para que nós entend entendamos, para que nós possamos entender esses limites, nós precisamos para quê? Para não machucar o outro. Porque se eu sei que determinada situação eu ainda não tô pronta para enfrentar e que eu vou acabar machucando o outro, então é

ender esses limites, nós precisamos para quê? Para não machucar o outro. Porque se eu sei que determinada situação eu ainda não tô pronta para enfrentar e que eu vou acabar machucando o outro, então é melhor eu me afastar um pouquinho até eu adquirir força para poder, né, enfrentar esta situação. Eh, e para isso a gente precisa se amar e se conhecer. entender que nós não somos perfeitos e nem vamos ser perfeitos agora. Quem dera nós fôssemos ser perfeitos agora, né? Mas não, ainda tem uma longa jornada pela frente. Por quê? Porque nós estamos no mundo ainda em processo de transformação de provas e expiações e mundo regenerado. Então, acontece muita coisa nesse mundo, muita confusão. E às vezes a gente fica assim meio perdido. Por isso que a gente tem que mirar em Jesus, né? mirar nos ensinamentos dele. E aí, para eu me amar, eu para quê? Porque eu preciso amar o outro. E para amar o outro, eu preciso me amar. E a gente vai fazendo esse exercício. Parece contraditório, mas a gente precisa fazer esse exercício, porque amando o outro, eu também vou me amando, porque eu vou me conhecendo através do outro. E nesse processo, a cada dia eu vou ampliando mais a minha forma de amar. Então eu vou ampliando meu processo de enxergar aquele irmão, aquele do trabalho que me perturba tanto. Quando a gente chega um determinado, até a gente chegar um determinado momento, porque isso a gente ainda tem um pouquinho de dificuldade, né? Mas a gente vai chegar lá e vai falar assim: "Nossa, aquele irmão que tá ali, ele é como uma criança e ela tá, essa criança tá muito machucada. Essa criança tá muito machucada, porque quando uma criança chega até nós que nos morde, nos bate, já eu fui professora, então eu lembro que quando eu era novinha e ia dar aula para maternal, tinha umas crianças que esperneavam, batiam, né, mordiam. E a gente, o que que a gente faz? A gente olha e fala: "Meu Deus, tadinho, tá longe da mãe, né? Vamos acolher, vamos cuidar". Se nós pudéssemos olhar as pessoas que

e esperneavam, batiam, né, mordiam. E a gente, o que que a gente faz? A gente olha e fala: "Meu Deus, tadinho, tá longe da mãe, né? Vamos acolher, vamos cuidar". Se nós pudéssemos olhar as pessoas que estão assim nessa loucura, que muitas vezes perdidas, doloridas, feridas, e quando elas estão feridas elas ferem os outros, nós também chegaríamos a esse olhar de Jesus, igual ele fez na cruz. Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem. Então, mas isso é um processo de aprendizado nosso nas pequenas coisas, é no dia a dia com os com os nossos filhos quando tão pequenos, depois eles vão crescendo. Aí depois tem os netos, a gente vai aprendendo também, que são crianças, até que eles crescem, se tornam adultos, aí a gente já fica cansado, ai meu Deus, tá dando trabalho, já cresceu e não criou vergonha, isso, aquilo, aí ou então é amigo que não, que não muda, a gente ajuda, ajuda e não muda, porque também a gente ajuda. Mas às vezes a gente precisa saber se as pessoas querem ser ajudadas, porque da dizer não também é amor. Jesus, ele, como nós estamos falando dele, nós temos que sempre trazê-lo, né? Jesus, ele também deu limite em algumas situações da vida. E dar limite é sinal de amor. Quem é mãe, quem é educador sabe que a gente precisa dar limite, faz parte. Inclusive pros espíritos já crescidos que estão aí atormentando, às vezes precisa dar um interdit de alguma forma, né? Não é até aqui, só pode ir até aqui. Mas isso com amor, firmeza, mas amor. Por quê? Porque nós somos energia também. Então tudo que nós emanamos, o outro sente. Às vezes a gente nem percebe aquela antipatia. Nossa, não gostei daquela pessoa, me deu uma coisa ruim. É, são as antipatias, né? E como bons cristãos, a gente vai tentar entender, uai, será por quê? O que que é aquela aquela pessoa? Por que que me afetou, né? Porque isso me afetou. E assim nós vamos exercitando esse amor de Jesus nesta trajetória em que nós estamos, exercitando a cada dia nas pequenas coisas, na tolerância. Porque Jesus, o que que é?

, né? Porque isso me afetou. E assim nós vamos exercitando esse amor de Jesus nesta trajetória em que nós estamos, exercitando a cada dia nas pequenas coisas, na tolerância. Porque Jesus, o que que é? Eh, tem uma pergunta no livro dos espíritos, 656, alguma coisa assim, que diz assim: "Eh, como eh eu posso mais ou menos assim, como exercer a caridade conforme Jesus, né? Tem até no meio espírita um um uma sigla". Eh, esqueci agora. Aí diz assim a resposta do livro dos espíritos. É, eh, bip, bip, lembrei. Benevolência para com todos, indulgência com as imperfeições e perdão das ofensas. Então, são as três situações importantes, formas importantes de nós exercitarmos a caridade, porque o amor ele um dia virá, mas é um exercício. E por isso a gente precisa praticar a caridade como Jesus, para que um dia nós possamos amar como ele é amor. Como eu disse para vocês, nós estamos numa existência. Nessa existência, nós estamos passando um processo a processo. Aqui nós estamos aprendendo. E a melhor forma de nós aprendermos é exercitando a caridade. E aí essa caridade começa com o material. Vocês já perceberam que às vezes a gente é mais fácil, passa uma pessoa pedindo a é mais fácil a gente entregar rapidinho uma moeda ou que um dinheiro que hoje em dia ninguém anda mais. Agora é Pix. Pix. Vamos passar um Pix pra pessoa. E pronto, agora eu tô livre, já fiz a minha caridade. Ou eu vou ali entre a Ah, eu vou doar um dinheiro para uma instituição de caridade. Eu, mas não quero ir lá, não gosto. Isso é caridade, sim. E é importante que isso aconteça, porque as casas precisam, as pessoas precisam, nós vivemos no mundo material e precisamos fazer essas caridades. Mas quando nós damos um passinho mais no amor, né, aí nós vamos percebendo que não basta só dar o dinheiro, não basta só enviar, né, as roupas, a a cesta básica. Às vezes a gente precisa ouvir aquele que tá ali em sofrimento, em dor. E não é pra gente resolver o problema dele, não, porque ninguém consegue resolver o problema de ninguém.

upas, a a cesta básica. Às vezes a gente precisa ouvir aquele que tá ali em sofrimento, em dor. E não é pra gente resolver o problema dele, não, porque ninguém consegue resolver o problema de ninguém. a gente pode ajudar, mas quem tem que resolver os nossos problemas somos nós e ajudar os outros a encontrarem as soluções pros seus problemas, porque a maioria de nós estamos aqui para aprender. Então, precisa sim do material muito, muito. O mundo ainda precisa porque o mundo é material e é um mundo ainda egoísta, né? onde reina o poder daquele que tem mais e etc, etc, etc. E ainda tem muita gente passando fome, tem muita gente passando fome. Tem muita gente sofrendo, tem muita gente sofrendo, tem muita gente em estado de calamidade. Então, quando a gente já começa a dar uns primeiros passos, né, da caridade, o exercício da caridade, que é a a beneficência, que é ajudar eh aqueles que estão dá de comer, né, Jesus ensinou. Dá de beber a quem tem fome, dá dá de comer a quem tem fome, dá de beber a quem tem sede. Se estiverem fazendo com um, é a mim que estáis fazendo. Foi isso que ele ensinou, não é? Então, pensemos nisso mesmo. Quando a gente for fazer um um esse exercício de caridade que a gente faz, vamos pensar, e se fosse Jesus, como é que eu iria fazer? Será que eu faria assim se eu soubesse se é Jesus? Será que eu fazia faria assim? E ou então faço, eu estou fazendo o melhor que eu posso? Não é tão bom quando a gente fala assim: "Eu estou fazendo o que eu dou conta. Esse é o meu limite, eu só posso ir até aqui". Isso é humildade, é reconhecer quem nós somos de verdade, que é outro ensinamento de Jesus. Então, amar como ele amou, né? praticar a caridade e o exercício da humildade. e dentro da continuando a caridade, que é a benevolência, até que um dia a gente já consegue escutar aquele que a gente não conseguia, já consegue olhar aquele irmão que assassina o outro com um olhar de que eu sinto tanto por esse ser. Como Chico fazia assim, Chico quando chegava alguém e falava para ele: "Olha, Chico,

ão conseguia, já consegue olhar aquele irmão que assassina o outro com um olhar de que eu sinto tanto por esse ser. Como Chico fazia assim, Chico quando chegava alguém e falava para ele: "Olha, Chico, você viu o que aconteceu? Aquele fulano, né, causou grande mal à família. A família já está, né, sendo acolhida. Agora esse irmão é que precisa de oração. Então esse é um olhar que ainda para nós é um pouco complicado, não é verdade? Porque quando a gente vê alguém que faz muito mal, principalmente para quem é próximo nosso, nós ficamos com muita raiva. E essa raiva, ela é algo que faz parte da nossa vivência, porque nós nos indignamos com aquilo que é injusto. Nós nós nos sentimos, nós nos indignamos. Isso é bom, porque nós já temos um senso moral, estamos aos poucos caminhando e temos um senso moral. Então, nesse sentido, nós vamos eh a cada dia aprendendo a amar. E aí nós vamos dando cada vez mais um passo, que é esse que Jesus ensinou, amar os nossos inimigos, fazer o bem. Tá lá no sermão da montanha, no finalzinho assim, amar os vossos inimigos, fazer o bem aqueles que vos perseguem. Aí tem uma parte, lembro que uma vez eu brincava com amigo, né? Eu falei, eh, Jesus fala assim, ó, se alguém te oferecer, tip te tirar a túnica, dá também o manto. Não, se alguém te pedir o manto, dá também a túnica. Se alguém pedir para caminhar 1000 passos, dá 2.000. Aí eu eu brincava com amigo e falava assim: "Não, eu até dou a túnica, não tenho problema. Meu problema é caminhar 2000 passos. Esse eu já acho difícil, porque a gente precisa conhecer quais são os nossos limites. Como eu falei, vai ser agora nesta da existência, não. Mas nós já podemos dar um passinho à frente. Hoje eu já caminharia, passando assim alguns anos, porque faz muito tempo que eu falei, acho que eu já caminharia, não 2.000, mas 10010. 100, né? Então assim, a gente precisa fazer esse exercício de olhar para si. O que que eu não fazia antes e que eu já consigo? Que passo que eu posso dar mais além para não perder de

2.000, mas 10010. 100, né? Então assim, a gente precisa fazer esse exercício de olhar para si. O que que eu não fazia antes e que eu já consigo? Que passo que eu posso dar mais além para não perder de vista aquilo que Jesus nos convida no evangelho, que é amar como ele amou, para que um dia eu chegue lá. Será que eu posso chegar ao final da minha existência e falar assim como Paulo? Combati o bom combate, guardei a fé e para mim está reservada a coroa do justo juiz. Porque Paulo ele também teve um processo. Ele foi, ele foi um processo e um processo doloroso. E o nosso também não é fácil. O nosso também exige esforço. Mas nós não podemos nos esquecer nunca que nós não estamos desamparados. Porque Jesus também falou: "Eu estarei com vocês até o fim. No mundo tereis tribulações, mas não perca um um o ânimo, porque eu venci o mundo e eu venci e vocês podem vencer também." Então, a mensagem do de Jesus é a mensagem de amor, é a mensagem de paz. O reino de Deus está dentro de cada um de vocês", ele disse. Então, nós podemos fazer brilhar essa luz através do pouquinho de amor que a cada dia nós vamos desenvolvendo. Então, é um processo, é um caminhar, um caminhar passo a passo, sem autoflagelação para cobrar de ser perfeito, porque nós ainda não seremos nessa existência, sinto dizer e informar, mas nós podemos ser muito melhores do que nós fomos. Quando nós olhar, se nós olharmos assim, 10 anos, olha, eu sou melhor do que eu fui há 10 anos. Por quê? que tem determinadas coisas que eu fazia há 10 anos atrás que hoje eu não faria. Isso é um passo muito grande, um reconhecimento e um, né, um continuar a caminhada buscando o bem, não ficar preso também lá naquele passado e preso. Ai, por que que eu fiz isso? Porque Paulo não fez isso não. Paulo falou: "Senhor, o que queres que eu faça?" E a partir daquele momento, ele esqueceu aquele passado dele e foi pra frente. E nós somos convidados a isso, a fazermos brilhar a nossa luz, a seguir em frente, sempre tendo o sol, que é Jesus, a guiar

a partir daquele momento, ele esqueceu aquele passado dele e foi pra frente. E nós somos convidados a isso, a fazermos brilhar a nossa luz, a seguir em frente, sempre tendo o sol, que é Jesus, a guiar nossos caminhos. E a doutrina espírita, que é essa maravilha, o consolador prometido, que nos traz tantos esclarecimentos e que nos faz olhar para nós mesmos e buscando essa autotransformação, a nossa reforma interior. Então, meus queridos, eu agradeço imensamente por esta pequena e singela reflexão. gostaria de ter feito bem melhor, mas como foi no improviso. E que essa mensagem de Jesus que nos ama infinitamente e que se formos uma ovelha que estiver perdida, ele vai deixar todas aquelas que já se encontraram e vai buscar a cada um de nós, onde quer que estejamos, que ele nos ama infinitamente e que estará sempre conosco. que isso seja eh nos dê força para continuarmos o nosso crescimento em busca do bem e do amor. Amor a nós, amor ao próximo, para que nós possamos a cada dia sermos melhores do que fomos no passado. Agradeço a todos. Vamos fazer a nossa prece de encerramento e depois nós teremos o passe. Querido Jesus, viestes a este mundo trazer a luz em meio às trevas do egoísmo e do orgulho. Que essa sua luz possa ressoar em cada coração, para que cada coração possa fazer brilhar a sua luz, para que esse mundo seja cada vez melhor e que nós possamos juntos crescermos no teu amor. Que as tuas bênçãos envolvam todo o nosso planeta, todos os dirigentes, todos os locais que precisam de luz e que a cada dia nós sigamos rumo à luz. Assim seja. Graças a Deus, graças a Jesus. Então, temos o passe. Um beijo. Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no

o os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim

omentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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