PRECEPTOR DE ALMAS - Flaviana de Souza [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 20/09/2025 (há 6 meses) 38:26 198 visualizações

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Transcrição

Olá, muito boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Saudamos todos aqueles que nos acompanham aqui, né? Estou estava aqui rindo porque eu sou meio estabanada e encostei aqui e ficou balançando o tripé. Vou saudar a Rutinha que já tá aqui, a Ludmila. Tudo bem, Ludmila? E todo mundo? Sejam todos bem-vindos. Eh, hoje nós temos um tema bem gostoso. O tema é preceptor das almas do livro Renovando Atitudes do Ramed. Ramed, há muito tempo eu não estudava o Ramed. Foi bom rever o Ramed. E antes de nós começarmos a nossa harmonização, Chico, né, Chico Xavier, nós vamos fazer a nossa prece. Convido vocês então que a todos nós, né, que respiremos fundo. Isso. Vamos respirar. Respiração faz bem e vamos elevar o nosso pensamento ao mais alto, agradecendo a Deus, nosso pai, por pela vida, por tudo à nossa volta, pela natureza, pelo ar que respiramos. pelas bênçãos de cada dia, pelo mestre Jesus, nosso modelo guia, que nos trouxe tantos ensinamentos, que nos convida cada dia a sermos um pouquinho melhores do que fomos. a espiritualidade que nos acompanham, os nossos benfeitores, Chico Xavier, que é o mentor deste horário, deste grupo de harmonização. Pedimos as bênçãos do mais alto a cada um de nós, aos nossos familiares, ao planeta em que vivemos, a cada cantinho desse planeta que precisa tanto que a luz do amor chegue principalmente às nações, aos dirigentes de nações, as pessoas que estão em desesperos, que todas possam sentir as vibrações desse nesse momento e pedimos também a inspiração do mais alto para que nós possamos falar, né, sobre Jesus com carinho, amor, afeto, fé e gratidão. Assim seja. Graças a Deus, graças a Jesus. Então, meus irmãos, vamos lá paraa nossa reflexão. Estamos aqui na produtora da comunhão e o tema de hoje é preceptor das almas. Que será que é preceptor? Vocês sabem, sabem o que que é preceptor? E das almas ainda por cima. Eh, preceptor é aquele que educa. Antigamente utilizava-se, né, um instrutor, chamava-se preceptor para

Que será que é preceptor? Vocês sabem, sabem o que que é preceptor? E das almas ainda por cima. Eh, preceptor é aquele que educa. Antigamente utilizava-se, né, um instrutor, chamava-se preceptor para educar os jovens, as crianças, ensinarem. educarem, instruírem. E quem será esse aqui, né? O preceptor das almas. E aí nós vamos ver quem será esse preceptor, o que que Ramed, espírito Ramed nos fala sobre isso. Ah, a psicografia de Francisco do Espírito Santo Neto, tá? ele que psicografa e diz assim: "Hamed começa com o capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo, né? Todo esse livro ele é pautado no Evangelho Segundo o Espiritismo e é o capítulo primeiro, item quatro. Mas o papel de Jesus não foi simplesmente o de um legislador moralista, sem outra autoridade que a sua palavra. Ele veio cumprir as profecias que haviam anunciado sua vinda. Sua autoridade decorria da natureza excepcional de seu espírito e de sua missão divina. Então Jesus, ele não veio unicamente trazer a lei, né? Porque aqui no início do evangelho vai falar sobre as revelações, as três revelações. A primeira revelação foi com Moisés, né, onde ele traz toda aquelas aqueles 10 mandamentos. Aí vem a segunda revelação, que é essa que é Jesus. E Jesus ele não veio somente trazer as leis e as normas, ele veio o quê? Vivenciá-las. Ele encarnou aqui neste planeta, se tornou, né, saiu da luminosidade de um Cristo, um Cristo de Deus para vir para cá. E ele vem, né, com a tarefa de vivenciar cada um dos seus ensinamentos. Tanto que ele fala: "Eu não vim destruir a lei, mas vim o quê? Renová-la". Então ele veio para mostrar como se vive por isso, né, um preceptor de almas. E aí nós vem Ramed, eu vou usar algumas partes do que ele fala, não, que eu acho muito rico ler o livro, tirar algumas coisas do que fala Ramed, porque nossas palavras não conseguem contemplar, né, a beleza e a e a profundidade do que nos traz Ramet. Aí ele fala, ele é quase poético. Ele andou pelos caminhos terrenos, desprovido de qualquer apego, consideração ou aplauso.

nseguem contemplar, né, a beleza e a e a profundidade do que nos traz Ramet. Aí ele fala, ele é quase poético. Ele andou pelos caminhos terrenos, desprovido de qualquer apego, consideração ou aplauso. Jesus, o nosso mestre sublimo, nosso modelo e guia, ele veio para cá, encarnou e não teve apego, né? Ele não tinha um lugar onde deitar a cabeça, como ele mesmo dizia. Como assim, Flaviano? Ele ele era ele caminhava, né, por todo a Judeia ali, levando a boa nova. O que é a boa nova? É o Evangelho, é a carta do amor ensinando-nos a amar. E ele não só ensinava falando, ele vivenciava. diferente ainda de nós que procuramos vivenciar, mas ainda estamos em aprendizado, não é? Então, nós estamos aqui falando para que nós possamos aprender e ao falar e ensinar, nós também possamos aplicar em nós. Jesus não, ele veio para, ele falava, ele instruía, mas ele também vivenciava cada um dos seus ensinamentos. E aqui Ramed diz: "Ensinou a excelência da mensagem do amor e sua grandeza superlativa e ao mesmo tempo percorreu os caminhos desacompanhados de seus pais, parentes, solicitando, todovia, a presença espontânea de amigos amorosos que lhes absorveram as lições inesquecíveis. Então, o que que acontece aqui? Por que será que Jesus não andava com seus parentes? Será que Jesus, né, ele tinha amigos, companheiros, eh, porque os os seus parentes e amigos muitas vezes não levavam em conta aquilo que ele ensinava, ainda não estavam preparados, né, ou então tardavam, como diz o próprio Jesus numa outra leitura, eles tardavam ainda encontrar eh a ressonância com aquele com aquela mensagem de Jesus. Então nós vamos vamos trazer um exemplozinho nosso, né? Quando nós fazemos alguma coisa assim que eh um pouquinho, né, fora da curva, no sentido de ser de bondade ou de alguma coisa ou temos, né, eh algo a oferecer, o que que acontece com os nossos parentes? Muitas vezes eles falam assim: "Ah, a Flaviana, ah, não, ela não tem essa capacidade, né? Por isso que tem aquele ditado antigo, né, que santo de casa não faz

que que acontece com os nossos parentes? Muitas vezes eles falam assim: "Ah, a Flaviana, ah, não, ela não tem essa capacidade, né? Por isso que tem aquele ditado antigo, né, que santo de casa não faz milagre, não é? também acontece isso conosco. Imagine, Jesus era um espírito iluminado. É um espírito iluminado. Então ele veio, mas muitos ainda não estavam prontos para isso. E mesmo nos meios em que ele, mesmo no meio que ele vivia, não entendiam direito qual que o que ele estava fazendo e causava estranheza também, porque muitas vezes Jesus quando ele ensinava a amar, a olhar o outro, trazia histórias como a do samaritano, né, que o samaritano era alguém mal visto. E ele trazia aqui um, né? Qual dos três? Foi o fariseu que passou ali, né? Para ajudar aquele que estava caído no chão, foi assaltado. Foi o fariseu que ajudou, né? Foi o escriba, não foi um samaritano que era uma pessoa que não era bem vista naquela sociedade. Então isso causava um desconforto. Como que um samaritano pode ter direito, né, ao reino de Deus, ao reino dos céus? Ele é uma pessoa que não não faz parte do nosso, né, do nosso círculo, que era o círculo dos judeus. Então Jesus, com seus ensinamentos, com sua luz, com a sua paz, ele ensinava com suas parábolas, mas ele vivenciava cada um desses ensinamentos. Continuando aqui, ele afirmava que todos deveriam ser vistos como irmãos ou amigos, pois sabia que em potencial poderiam vir a serem pais, filhos, cônjuges, irmãos, visto é que é da lei universal a reencarnação e a caminhada a um só rebanho e a um só pastor. Então esse é um ensinamento que nós até hoje nós temos dificuldades, não é verdade? Em dizer: "Nossa, mas é fulano é meu filho hoje, mas vai ser, pode ser meu companheiro em outra vida". Podemos, porque nós estamos construindo o amor universal. E é na convivência com o outro, nas diversas situações que nós vamos aprendendo a compreender esse amor. Hoje nós ainda entendemos tão pouquinho, ah, o amor de mãe, o amor de filho, o amor de Nós dividimos o amor nessa

com o outro, nas diversas situações que nós vamos aprendendo a compreender esse amor. Hoje nós ainda entendemos tão pouquinho, ah, o amor de mãe, o amor de filho, o amor de Nós dividimos o amor nessa convivência fraterna da reencarnação em que nós vamos, né? Hora nascermos como filhos, ora como pais, ora como avós, ora como companheiros, nós um dia vamos chegar à conclusão de quê? De que todos somos irmãos e vamos amar a todos de forma fraternal, como amamos, né? Amar a todos com igualdade, como Jesus nos amou, que foi isso que ele nos ensinou no evangelho também. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Esse vai ser, né, o nosso colorário quando nós formos chegarmos a isso. Mas nós, para chegarmos a esse amar como Jesus amou, nós precisamos passar por essas fases, entender o amor, né? Amando o nosso filho, amando o nosso, né? Companheiro, companheiro, irmão, irmã, o pai, a mãe. Aí hora nós vamos nascer como, né, pais, como filhos, como companheiros. Por quê? que nós vamos, o objetivo principal é chegarmos a essa fraternidade universal, não é? Amarmos a todos uns aos outros. E continuando aqui, Ramed, ele diz que eh ele era uma criatura tão magnífica que ele tinha poderes que lhe permitiam manipular desde a intimidade da matéria até as essências mais sutis da alma. Então, por isso que as pessoas, né, ele curava, ele curava e ele tinha esse poder, tem, né, encarnado, ele tinha esse poder, mas ele usava apenas aquilo que era necessário. Não como nós seres mortais que quando adquirimos alguma habilidade, nós queremos usar e abusar, né, e mostrar para todo mundo que nós usamos e abusamos. Mas assim, eu sempre esbarro isso aqui, gente, desculpa. Eh, sempre Jesus sempre era voltado à natureza, à coisas belas, a ao que é belo, ao ao e aquilo e também aqueles que sofriam e que chegavam até ele. A natureza, porque ela nos conecta ao pai, ah, e aos seres ali com aquele olhar de compaixão que ele sempre estendia e olhava. Jesus enxergava a alma humana como um livro de Israed aqui quando ele olhava Chico,

, porque ela nos conecta ao pai, ah, e aos seres ali com aquele olhar de compaixão que ele sempre estendia e olhava. Jesus enxergava a alma humana como um livro de Israed aqui quando ele olhava Chico, vamos falar de Chico que aumentou do nosso eh desse grupo de harmonização. Chico, eles as pessoas eles de longe ele já conseguia perceber. Imagine Jesus, né? Que era um que é um Cristo de Deus. Eu e o Pai somos um. Então ele já enxergava a alma humana de longe. Ele já sabia aqueles que já tinham aquele coração, que já estavam prontos para mudar e aqueles que ainda não estavam prontos para mudar. Então Jesus ele tinha essa visão. Como eu fui professora durante muito tempo, né? Então, como professor, eh, nós desenvolvemos intuições com relação a ass, né, na convivência com a com as situações que nós vivenciamos em sala de aula com pessoas. E quando trabalhamos em determin, nós já temos intuições que vamos desenvolvendo em relação a determinadas situações. Então, mesmo pequenos ainda instrumentos que nós somos ainda bem desafinadinhos, né, ainda bem precários, nós temos isso. Imagine Jesus se nós formos comparar com isso. E aí ele dizia: "Olha, Jesus amava os lírios do campo, os pássaros do céu, os montes, as brisas da manhã, do lago dos trigais, a própria natureza divina, né, que existe em tudo e em todos. Eh, e ele falava do reino dos céus. Então, a natureza hoje em dia, às vezes a gente até esquece, né, tá tão, perdão, compenetrado na no dia a dia, nas preocupações, nas que a gente esquece de observar a natureza. E aqui Jesus amava essa natureza, né? E e nós esquecemos de contemplar, pelo menos contemplar, se nós ainda não chegamos ao ponto de amar, pelo menos contemplar a natureza, as coisas belas, aquilo que Deus faz para nós, que nos todos os dias é o sol que nasce, é as árvores, é nesse tempo tantas plantas, as folhas que começam a cair no chão, daqui a pouco vem a chuva e traz aquela primavera linda com tudo florido e colorido. E nós esquecemos de contemplar, beleza? Porque

é nesse tempo tantas plantas, as folhas que começam a cair no chão, daqui a pouco vem a chuva e traz aquela primavera linda com tudo florido e colorido. E nós esquecemos de contemplar, beleza? Porque ficamos tão presos nas coisas do dia a dia, às vezes presos aqui em em mídias, né? O tempo inteiro só vendo o que acontece no mundo e toda hora. Não é que nós não tenhamos que ver. Claro que nó é importante nós nós vivemos no mundo, né, material, mas não é só isso. Também contemplar aquilo que é belo e que faz parte, que são presentes de Deus para nossa vida, né? Bem, ele ensinou a respeitar as coisas da Terra para que pudéssemos então amar as coisas da vida maior. Olha que linda essa lição. Primeiro nós vamos começar como que nós vamos amar uma vida maior, o reino dos céus que tá dentro de nós se nós nem valorizamos as pequenas coisas que nós temos aqui ou grandes coisas que nós temos também. Então, precisamos amar, valorizar tudo aquilo que nos chega para que também possamos, né, um dia valorizar aquilo que é, né, maior do que nós. Então, comecemos no pequeno, nas pequenas coisas, sem pressa, né? Muitas vezes nós somos ansiosos e queremos o, né, tudo e esquecemos do das dos pequenos detalhes. E é nos detalhes que nós vamos modificando a nossa vida e fazendo a diferença na vida das pessoas. Não é no todo, né? Se nós fôssemos olhar para o mundo hoje, né, nesse momento em que vivenciamos a regeneração, que às vezes a gente se depara com o mundo, fala: "Meu Deus, estamos vivendo num caos, como que a gente pode fazer para mudar? Não tem como mudar. Eu não posso mudar o fulaninho ali de um país, nem o fulaninho de outro país, nem o fulaninho. Eu não posso mudar meu filho, minha filha, meu irmão, minha irmã. Eu não posso mudar ninguém, mas eu posso mudar a mim mesma. Então é nessas pequenas tarefas diárias que nós vamos mudando, mudando a gente, mudando a si mesmo e se olhando, se transformando para que nós possamos dar valor, como nos convida aqui Ramed, aquilo que é maior,

sas pequenas tarefas diárias que nós vamos mudando, mudando a gente, mudando a si mesmo e se olhando, se transformando para que nós possamos dar valor, como nos convida aqui Ramed, aquilo que é maior, maior do que o material, que transcende essa parte material. Então, vamos lá. Eh, olha só, os seres humanos para Jesus eram verdadeiros livros abertos, sem olhar. Seu olhar penetrava o âm das almas. A gente até falou um pouquinho sobre isso. Eh, e ele sabia o que tava em segredo na mente de cada um, né, dentro de cada um, quem é cada um. E a gente tem. E com isso, o que que ele queria nos ensinar? A nós olharmos também para nós, para que nós possamos nos conhecer. Como que eu posso mudar algo que eu não conheço, né, meus irmãos? Como que eu posso mudar um seja o que for, se eu não conheço? Então, a nossa maior missão aqui é a nossa autotransformação. Como que eu posso me mudar, me transformar se eu não me conheço? Então, para eu me transformar, para eu me conhecer, eu preciso modificar, né? Ou aliás, para eu mudar alguma coisa, eu preciso me conhecer e assim eu consigo modificar alguma coisa em mim, tá? Então Jesus em todos os seus momentos que esteve aqui, ele estava sempre nos ensinando algo. Muitas vezes nós não percebemos esses ensinamentos porque nós ficamos só no no fenômeno e esquecemos de nos aprofundar naquilo que é necessário, naquilo que é fundamental, naquilo que é essencial. Então, é esse mergulho em nós. Tudo que Jesus veio foi nos ensinar a nos olharmos e fazermos o bem, praticarmos a caridade. Porque assim, quando nós nos conhecemos, quando nós conhecemos as nossas limitações, quando nós vamos eh buscando nos melhorar, nós vamos deixando de lado o quê? o egoísmo, o orgulho, que são os grandes males, né, da que causam os grandes males no mundo. Então, quando nós começamos a nos olhar, quando nós começamos a nos perceber e fazer pequenas mudanças, nós vamos olhando o outro também e passamos a compreender o outro e passamos a enxergar esse outro com outro olhar, não com esse olhar de

quando nós começamos a nos perceber e fazer pequenas mudanças, nós vamos olhando o outro também e passamos a compreender o outro e passamos a enxergar esse outro com outro olhar, não com esse olhar de julgamento, como Jesus, ele não olhava com julgamento, ele olhava com olhar. Ele sabia o seu âmago. Então ele tá nos ensinando a exercitarmos isso, a olhar, a olhar aquele que sofre, entender que, né, é um processo e que nós precisamos desenvolver a compaixão. Mesmo s nós ainda olhando para nós, nós vamos entendendo que como nós sofremos, o outro também sofre. Porque quando a gente tá no egoísmo, a gente acha que só a gente sofre, só a gente passa por dificuldades, só a gente tá na processo, né, de dor. Mas quando nós começamos a nos olhar, entender que nós temos dor e olhar à volta, nós também percebemos que o outro tem dor e passamos a desenvolver o olhar de compaixão, que é esse olhar compassivo que Jesus nos convida a olhar a todos. sem julgamento, né? Sem sem apontar, sem se achar superior ao outro. Então, vamos lá, né, meus irmãos? Eh, Jesus, ele não sufocava com a força de sua personalidade aqueles que o procuraram. Ao contrário, tudo depende de ti, ou mesmo a tua fé te curou. E em outras ocasiões aconselhávamos: "Vais e não peques mais", convidando-os a uma vida autêntica e e oferecendo apoio e incentivo para construírem a casa sobre a rocha. E olha que linda essa mensagem, né? Ramed, ele é fantástico. Então, olha, Jesus, ele não simplesmente ele podia fazer tudo, mas ele dava oportunidade para que nós pudéssemos levantar e continuar a nossa caminhada. Então, a tua fé te curou, porque se eu não quiser me curar, existe o livre arbítrio, não é? Então, às vezes a gente fala que quer, mas será que quer? Porque a o querer curar exige de nós mudança interior, exige transformação. E muitas vezes nós ainda não estamos prontos para isso. Por isso o autoconhecimento é importante para saber até onde nós podemos mudar, até onde não podemos, né? Então Jesus respeitava e dava

ormação. E muitas vezes nós ainda não estamos prontos para isso. Por isso o autoconhecimento é importante para saber até onde nós podemos mudar, até onde não podemos, né? Então Jesus respeitava e dava oportunidade. Vá e não peques mais. Não é um pecado, como muitas vezes nós trazemos também aquele pecado pesado, aquele peso, ai é um pecado ai mortal, eu vou pro inferno. Não é uma, o pecado é um errar um alvo. Para quê? Então vai lá, faz de novo, mas não erre, tenta não errar o alvo de novo e continua a caminhada. Não perca o objetivo, não perca a meta, né? e continue a caminhada e tente não errar mais. Uau, vai tentar acertar dessa vez. E aí esse é o convite que ele faz, nos dando essa autonomia. Não somos filhinhos necessitados, né, pobrezinhos, que precisam ser cuidados e protegidos. São espíritos imortais e centel, temos a centelha divina em nós. Então, nós podemos sim transformar a nossa vida dentro daquilo que nos é limitado ainda pelo nosso processo, nosso processo de aperfeiçoamento, nosso processo de aprendizado. Cada um no seu processo. Assim como na escola, uma criança de 4 anos não aprende um ainda não tem condições, a não ser que ela seja um gênio de aprender uma equação de segundo grau. Então nós também dentro do nosso limite nós podemos aprender tudo o que é necessário pro nosso crescimento, né? Sem dar saltos, porque cada um tem o seu tempo. Então vamos lá. foi mestre por excelência porque se manteve longe de excesso nos relacionamentos, do excesso de convites que promove desmedido desenvolvimento pessoal, dificultando a área e do excesso de indiferença, que provoca falta de compaixão e posicionamento frio. Porque Jesus ele trabalha no equilíbrio, né? Às vezes na casa espírita, dá um exemplo aqui, às vezes na casa espírita a gente começa a fazer inúmeras atividades. Eu estou falando inclusive de mim, tá? Que a gente começa a fazer mil muitas atividades e aí no no fim das contas você percebe que algumas não saíram como deveriam sair. Por quê? Porque faltou,

dades. Eu estou falando inclusive de mim, tá? Que a gente começa a fazer mil muitas atividades e aí no no fim das contas você percebe que algumas não saíram como deveriam sair. Por quê? Porque faltou, né, envolvimento maior, porque uma outra chamou atenção, uma outra chamou atenção, um outro teve uma outra atividade que chama atenção e você vai fazendo 10.000 1 atividades e quando vai ver uma não saiu ou outra uma ou outra. Cai. Opa, voltamos. Voltamos. Então vamos lá. Então para tem um minutinho aí, viu? Porque caiu. Eh, então Jesus as e nem a indiferença, porque com a dor do outro, com aquele que passa, com aquele que sofre, porque nós precisamos desenvolver esse olhar de compaixão. E por fim, preceptor da alma, levou-nos à reflexão íntima, a interiorização de nós mesmos. quando assegurou, estou no Pai e o Pai está em mim, formalizando assim a necessidade do nosso autoconhecimento como base vital para alcançarmos o reino dos céus. Sigamos. Ele é a luz do mundo, o sol fugurante que aquece as almas do frio, da desilusão e da esperança. Busquemos Jesus agora e sempre, porque só assim estaremos caminhando ao encontro da paz tão desejada. Meus irmãos, essas são as palavras de Ramed até de traduzir. Por isso eu, esse esse finalzinho aqui eu deixei para ler na íntegra, que nós possamos seguir Jesus. Esse é o convite, porque ele é o verdadeiro educador, né? E que nós possamos nos permitir sermos educados por ele, né? E e nos educar, porque a educação é interna também. Ele nos concitou a isso. Então, nós vamos ser educados por pelos seus ensinamentos e vamos nos educar, colocar para fora, transformar. É isso. Um beijo no coração de todos. Fiquemos com passe virtual. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o

ica, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome,

tinuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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