Flaviana de Souza | NA LUZ DA VERDADE (PALESTRA ESPÍRITA)
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de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Queridos, muito boa tarde a todos. É uma grande alegria estarmos aqui mais uma vez com cada um de vocês. Eh, hoje seria a nossa Patrícia, ela não pôde vir, então peço a compreensão de todos para que nós possamos juntos refletir sobre esse livro Palavra de Vida Eterna. E o tema é na luz da verdade. Então, nós vamos juntos trabalharmos esse tema, tá bom? Mas antes de nós passarmos ao tema, eu convido todos vocês que nesse momento sintam-se confortáveis, respirando fundo, nos conectamos, nos conectando às benesses desta casa do caminho, acalmando nossos pensamentos, nossos sentimentos, para que nós possamos pedir a inspiração do mais alto. Pai amado, mestre Jesus, amigos espirituais, nesse momento aqui estamos para agradecer mais um dia, mais uma oportunidade de crescermos, mais uma oportunidade de aprendermos, que nós possamos a a cada aprendizado sairmos mais fortalecidos, sabedores de que não estamos sós, que o Senhor está conosco a nos guiar, a segurar em nossas mãos nos momentos difíceis. E assim nós agradecemos e pedimos as bênçãos para este momento. Assim seja. Graças a Deus, graças a Jesus. Então vamos lá, né, amigos queridos? Vamos juntos, como falei para vocês, vamos trabalhar esse tema que chama Na luz da verdade e começa com a frase de Jesus: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Que será que significa, né? Eh, não li ainda o texto, já li jamais, já faz muito tempo. Eh, quando o falamos em liberdade, a palavra liberdade, né? Todo mundo quer ter liberdade. Eu quero ser livre, quero fazer tudo que eu quero. A gente pensa que liberdade é fazer tudo que a gente quer, né? Mas ser livre é fazer as escolhas certas que vão nos levar, né, a nos sentirmos bem. Por isso conhecereis a verdade. Quando nós conhecemos a verdade, nós nos tornamos mais livres, mais leves para tomarmos as melhores decisões, não é? Quando nós não temos conhecimento das coisas, nós tomamos atitudes sem pensar e acabamos fazendo escolhas equivocadas. Então
tornamos mais livres, mais leves para tomarmos as melhores decisões, não é? Quando nós não temos conhecimento das coisas, nós tomamos atitudes sem pensar e acabamos fazendo escolhas equivocadas. Então Jesus nos diz, né? Eh, e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. E aí, vamos lá. Eh, e qual verdade será essa que nos traz esse texto, né? Esse texto do Emanuel é um texto de Emanuel por Chico Xavier. Qual será a verdade que ele traz aqui? Nós vamos descobrir juntos, tá? Então, primeiro parágrafo, nenhuma espécie de amor humano pode comparar-se ao amor divino. Nenhuma espécie de amor humano pode se comparar ao amor divino. Então, o que será que ele que Emanu quis dizer com isso? Quando nós falamos amor, é um amor é um um sentimento sublime. E muitas vezes ao demonstrarmos nós que ainda estamos construindo nossa trajetória aqui em cada existência, quando nós falamos em amor, nós ainda não podemos entender qual o amor, que amor, como é que é esse amor. Nós amamos, às vezes falamos, né, amamos nossos filhos, amamos nossos entes queridos, mas o nosso amor ainda é aquele amor de apego, aquele amor de querer controlar, aquele amor de Mas e o amor divino? O amor divino é aquele que dá a liberdade quando a gente ama, a gente liberta, a gente não prende, não é? Então, o amor divino é aquele que nos dá a liberdade de fazer as nossas escolhas. Quando os nossos filhos, quem tem, quem os tem, eh, começam a ficar adultos e fazer as suas escolhas, às vezes a gente olha assim, fala: "Nossa, essa escolha aí não tá legal". A gente pode até dar um conselho, olha, filho, será que não pode ir por esse caminho ou por esse, por esse? Mas eles falam: "Não, mas a gente quer ir por esse, né? Eu quero ir por esse". E aí a gente vê, não é desejando mal, mas a gente pela experiência já vai sabendo, mas dá a liberdade de fazer escolha, porque senão ele não vai entender, né? Qual é? Porque por quê? Porque ele vai falar assim: "Não, foi a você que escolheu, foi você que escolheu isso para mim. Não fui eu que escolhi. Eu
fazer escolha, porque senão ele não vai entender, né? Qual é? Porque por quê? Porque ele vai falar assim: "Não, foi a você que escolheu, foi você que escolheu isso para mim. Não fui eu que escolhi. Eu escolhi outra coisa. Eu iria escolher outra coisa. Então nós precisamos dar chance para eles escolherem, porque quem ama liberta e não prende. Não é assim? E o nosso amor não chega nem aos pés do amor divino. Se nós já amamos eh eh quem é avô, avó, geralmente tem aquele amor ainda, né, também que é um amor quase que incondicional. Quando a gente olha e ama aquelas criaturinhas assim com amor quase incondicional, quase porque o amor incondicional ainda nós ainda não aprendemos a amar de forma incondicional. O dia que nós aprendermos, nós já estaremos, né, num outro patamar, num outro planeta. Mas nós, eh, amamos de uma forma até um pouco mais ampliada e mesmo assim não é comparado o amor divino, porque o amor divino ele é, este é incondicional, ele ama cada um e respeita cada uma das nossas escolhas e respeita cada o nosso tempo. Então, vamos lá, vamos continuar aqui com Emanuel. Porque nós, como eu falei, nós vamos estudar juntos aqui. Semelhante apontamento deve ser mencionado todas as vezes que nos inclinemos a violentar o pensamento aleio. Alheio. Então, olha só, acabamos falando um pouquinho sobre isso. Todas as vezes que nós eh nos inclinamos a querer interferir na no nas escolhas do outro ou, né, através da intolerância, porque muitas vezes nós somos intolerantes com o outro, nós não ainda não entendemos aquela parte do outro. Eh, quando fala assim, isso aqui fala muito sobre a intolerância, né? pelo menos nesse primeiro momento, me veio uma imagem interessante de um um tema que eu já li, uma história que fala do de oito cegos que queriam conhecer um elefante. E esses cegos foram cada um, né, chegaram, conseguiram chegar perto de um elefante e foram tocando no elefante. Então, para um dos cegos, o elefante, né, ele ele conseguiu pegar na calda do elefante, então ele falava: "E
cada um, né, chegaram, conseguiram chegar perto de um elefante e foram tocando no elefante. Então, para um dos cegos, o elefante, né, ele ele conseguiu pegar na calda do elefante, então ele falava: "E elefante, ah, ele parece uma corda e tem um negocinho no final". O outro pegava no na numa das patas do elefante, falava: "Não, é roliço não é. O elefante é roliço, né? Grande". E o outro pegava na tromba, falava: "Não, ele é parece um um tem algo, né, que que é alongado. Pegava o outro, pegava na orelha e falava: "Não, não é assim. Ele parece um abano e assim vai". Então eles estavam errados. Não, mas cada um tinha uma visão do elefante, porque era a visão queelee, né? No caso, a visão do tato, porque eles não enxergavam, eles só enxergavam aquela parte. E é assim, assim somos nós. E muitas vezes nós não vemos ainda a verdade como um todo. Nós vemos apenas partes dessa verdade. Por isso que Jesus fala: "Conhecereis a verdade, ela vos libertará". Quantas vezes nós nos deparamos com uma pessoa? Hoje aconteceu um um fato interessante, inclusive no grupo, no grupo de trabalho mediúnico, né? Um um espírito sofredor, né? veio e falando: "Não, não quero ficar aqui não. Eu quero ser livre, quero fazer o que eu quero, quero". E eh o dialogador o interpelou falando: "Mas o que que é liberdade? Será que liberdade é fazer tudo que quer? Você já percebeu que fazer tudo que você quer vai te trazer consequências que às vezes você não quer?" Então, por isso que a gente tem que pensar, eh, será que você realmente quer isso ou será que você tá sendo influenciado por alguém, né? Eh, muitas vezes nós achamos que que só conhecemos determinada situação e achamos que aquilo só aquilo é bom. Então, são foram questionamentos que fez com que a entidade refletisse sobre isso. Então, às vezes nós precisamos ampliar a nossa visão um pouquinho. Por isso o convite de Jesus, né? Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. E como que nós podemos, então, como disse aqui o Emanuel, quando nós violentamos o
ampliar a nossa visão um pouquinho. Por isso o convite de Jesus, né? Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. E como que nós podemos, então, como disse aqui o Emanuel, quando nós violentamos o pensamento do outro, quando nós violentamos a forma como um outro pensa, nós não estamos vendo a parte que ele tá vendo, como expliquei há pouco, os cegos e o elefante. Então, cada um tá vendo a a parte. Então, para aquele que tá vendo aquela parte, a verdade é essa. O elefante é a calda. Pro outro elefante é a orelha. Assim são os nossos irmãos, os as pessoas que convivem conosco. As experiências que elas têm, nem todas são semelhantes à nossa. Então, como que nós vamos falar que ela está certa ou que ela está errada, né? No momento em que ela está vivenciando, ela pode, né, estar certa para aquele momento. Nós não estamos calçando o sapato delas, nem vivendo a vida dela para saber se ela está realmente bem, se ela se ela está ou não, o que ela tá sentindo ou não. Não é isso? Mas vamos dar continuidade aqui ao nosso a nossa leitura. A bondade suprema, que é sempre a bondade inariável, deixa livre as criaturas para aquisição do conhecimento. A vontade do espírito é acatada pela providência em todas as suas manifestações, incluindo aquelas em que o homem se extravia na criminalidade, exposando obscuros compromissos. Como eu falei há pouco, né? A bondade divina, ela é invariável, ela é sempre boa com todos mesmo, né? Quando a gente fala assim no Evangelho Segundo Espiritivos, fala, né, sobre os criminosos, mesmo com eles, ela está ali. Só que cada um tá colhendo aquilo que é das suas escolhas. A a ali uma pessoa que nasce numa sociedade onde só há violência, só há agressividade, como que essa pessoa, como que esse espírito vai ser criado com isso? haja vista nós, ó, se nós formos analisarmos a nossa criação, a como nós somos um reflexo daquilo que nós fomos criados. Então, uma pessoa que só conhece violência, ela não sabe o que que é um uma palavra amorosa, uma palavra de
rmos analisarmos a nossa criação, a como nós somos um reflexo daquilo que nós fomos criados. Então, uma pessoa que só conhece violência, ela não sabe o que que é um uma palavra amorosa, uma palavra de carinho, mas a bondade de infinita chega em todos os lugares e o conhecimento também. E às vezes nós precisamos buscar esse conhecimento para ampliar as formas de como nós vamos agir para melhorarmos a nós mesmos, não o outro. Muitas vezes nós queremos mudar aquele que tá ali em nós. Qual é a mudança que nós estamos fazendo? Por isso, a verdade, o conhecimento, é importante para a nossa autotransformação. E esse conhecimento ele vai chegando aos poucos, a cada um, de acordo com aquilo que ele vivencia, de acordo com aquilo que é necessário para o crescimento. Então nós podemos ver que pessoas com hum grandes dificuldades que nascem às vezes nos mesmos meios inóspos conseguem, né, superar, atravessar suas dificuldades e e conhecer. E outras continuam ali, porque cada um tem o seu tempo, mas eh a bondade infinita de Deus chega para todos. Então, continuando aqui, a pessoa converte, pois, a vida naquilo que deseja sobre a égede da justiça perfeita que reina em todos os distritos do universo, determinando seja concedido a cada um por suas obras. E aí vem a lei, a lei, né, da semeadura e da colheita, a lei de ação, né, né, de causa e consequências. Tudo que nós vamos fazer na nossa vida tem uma consequência. Ninguém colhe, planta, ninguém planta beterraba, semente de beterraba e vai colher morangos. Não, nós vamos colher beterraba. Eu falo beterraba, gente, que eu não gosto de beterraba. Então, então eu não posso querer colher, plantar beterraba e querer colher morangos ou uvas. Não, eu vou colher as beterrabas que eu plantei. Assim é para todos. E aí a gente fala: "Ah, mas agora eu tô, minha vida tá assim, mas tá, se não foi, a gente tem no evangelho falando sobre as causas, né, anteriores das aflições e as causas eh atuais das aflições. Muitas, a maioria daquilo que nós estamos colhendo agora foi desse
mas tá, se não foi, a gente tem no evangelho falando sobre as causas, né, anteriores das aflições e as causas eh atuais das aflições. Muitas, a maioria daquilo que nós estamos colhendo agora foi desse desse plantil, desta existência. Tem algum ou outro de outra existência?" Sim, mas eles são menos. Então, se nós estamos colhendo agora alguns frutos que não são assim tão doces, até porque estamos no mundo de provas e expiações, então estamos em processo, podemos agora fazer um plantil novo, podemos plantar outras sementes para que nós possamos colher mais tarde, como espíritos imortais que somos os frutos mais doces. Então é sempre esse convite, porque é sempre conosco, conosco no que nós precisamos prestar contas é para nós mesmos, porque somos nós que vamos colher os frutos. Deus é amor. A misericórdia divina chega em todos os lugares, mas quem precisa despertar para ela somos nós. Somos nós que precisamos fazer com que a nossa luz brilhe. Como disse Jesus, fazei brilhar a vossa luz. E à medida que nós vamos trabalhando em nós, lapidando-nos a nós, vamos cada vez mais encontrando a verdade, que a verdade ela vai se ampliando à medida que nós vamos também nos desenvolvendo. E aí um dia nós vamos conseguir enxergar o elefante como um todo e não só a parte dele, né? Então vamos lá. Elegemos os tipos de experiência em que nos propomos estagiar nessa ou naquela fase da evolução. Discórdia e tranquilidade, ação e preguiça, erro e corrigenda, débito e resgate são frutos de nossas escolhas. Respeitamos assim, respeitemo-nos assim uns aos outros. Então, todos nós não não cabe-nos julgar, como foi falado no início, ou violentar o pensamento do outro. Ele está no seu plantil e na sua colheita. Se nós podemos ajudar, nós vamos oferecer ajuda, claro, mas sem o julgamento. Porque que adianta eu querer ajudar uma pessoa, mas eu ficar apontando o dedo, ficar condenando? Tá vendo? Você você fez isso? Tava que mandei, falei que não era para fazer. Nós pais e mães às vezes falamos isso
adianta eu querer ajudar uma pessoa, mas eu ficar apontando o dedo, ficar condenando? Tá vendo? Você você fez isso? Tava que mandei, falei que não era para fazer. Nós pais e mães às vezes falamos isso com os filhos. Nossa, não te avisei, não te avisei que você não podia fazer assim? Mas eles precisam aprender assim como nós. Se nós hoje já não já aprendemos com algumas experiências que vivenciamos de que determinados caminhos não são os melhores, né? e não percorreremos mais esses caminhos. Os nossos filhos, os nossos, as pessoas, todas elas, os nossos, as pessoas de nossa convivência, todas vão também estar nesse processo, né? Elas também têm direito de aprender, elas também têm direito de passar pela escola. Não é assim? Toda criança não precisa de escola, nós também precisamos. E a escola é o mundo em que nós vivemos, as experiências que nós vamos adquirindo de acordo com as situações vivenciadas. Por quê? Porque todos estamos envolvidos na sabedoria divina, mas cada um temos uma trajetória individual, né? Então, por isso que uns conseguem avançar um pouquinho mais, outros ainda não. Mas dentro desse mundo em que nós vivemos, estamos todos mais ou menos na mesma média. Por isso, o mundo é um reflexo daquilo que nós somos ainda. E se o mundo está assim, é porque nós ainda estamos vivendo, né, em consonância com esse mundo. Bom, continuando aqui, eh não intentes constranger o próximo a ler a cartilha da realidade por teus olhos, nem a interpretar os ensinamentos do cotidiano com a cabeça que te pertence. Isso é muito interessante em família, né? Muitas vezes nós queremos que na família as pessoas pensem sempre como nós. Cada um vai pensar, tem eh cada um tem a sua escolha, mãe, pai, filhos, mas os pais geralmente é um, né, vou falar porque eu também tô, né, a gente quer que os queria que os filhos pensassem como nós, fizéssemos tudo do jeito que nós fizemos. Mas gente, será que nós fizemos tudo certo? Será que nós fizemos as escolhas certas? E por que que os filhos têm que fazer as mesmas escolhas
sassem como nós, fizéssemos tudo do jeito que nós fizemos. Mas gente, será que nós fizemos tudo certo? Será que nós fizemos as escolhas certas? E por que que os filhos têm que fazer as mesmas escolhas que nós? E outra questão muito interessante que nós vemos hoje com relação a as intolerâncias que acontecem no mundo, como intolerância religiosa, eh as questões relacionadas, né, a a ao gênero, é que as pessoas não respeitam a escolha do outro, tá, né? O que é certo, o que é errado. Nós sabemos que a verdade é uma, mas nós ainda estamos vendo só as partes dessa verdade. E com relação à religião, muitas vezes nós queremos que as pessoas sejam, sigam aquilo que nós seguimos, mas aquilo que é bom para mim, né? Se está aqui na comunhão trabalhando é bom para mim, não significa que não seja bom para eh, exemplo, um amigo de outra religião, um um padre, uma freira, um trabalhador de um evangélico. Não. O, se eles estão fazendo o trabalho deles, estão fazendo aquilo que, né, é importante, então o que a gente precisa fazer é respeitar as escolhas dos outros, porque não nos cabe julgar, condenar ou querer que as pessoas vivenciem a nossa cartilha. A experiência individual de cada uma, a escolha é de cada um. Por quê? Porque todos nós vamos colher os frutos daquilo que nós plantamos. Se nós interferirmos no outro, no livre arbítrio do outro, nas escolhas do outro, nós também vamos colher os os frutos amargos que nós ajudamos o outro a plantar. Então, que nós possamos fazer as escolhas respeitando as escolhas do outro. Aí, continuando aqui, a emancipação íntima surgirá para a consciência à medida que a consciência se dispõe a buscá-la. Então, como Jesus no início falou: "E conhecereis a verdade e a verdade vos vos libertará". Então, à medida que nós vamos ampliando a nossa consciência, nós vamos aprendendo a compreender o outro. Nós vamos aprendendo a ter esse olhar, né, de com de afabilidade para com o outro, respeitando as escolhas do outro. Por quê? Porque sabemos que cada um tem o
s vamos aprendendo a compreender o outro. Nós vamos aprendendo a ter esse olhar, né, de com de afabilidade para com o outro, respeitando as escolhas do outro. Por quê? Porque sabemos que cada um tem o seu tempo, mas todos podemos buscar a verdade, inclusive o aquele que tá ali. E quem vocês que chegaram depois, no início eu falei sobre a questão de um atendimento que nó que teve hoje no grupo, onde o dialogador fazer questionamento. Às vezes uma pergunta faz a pessoa refletir sobre muitas coisas na sua vida e traz toda uma modificação. Então, respeitemos o outro, o espaço do outro e nós cabe-nos buscar a verdade, sem preconceito, sem discriminação, mas olhando, né, o outro como um ser que está caminhando conosco e que nós não somos melhores do que ninguém porque estamos numa religião, ou somos de um jeito ou somos de outro, ou estamos numa numa faixa social, ou estamos num trabalho determinado. Não, todos somos filhos de Deus e todos nós temos um plantil a ser feito por nós mesmos. Esse plantil onde a colheita será nossa. Por isso, precisamos saber fazer as escolhas certas. E para fazer as escolhas certas, precisamos eh ampliar nosso conhecimento, buscar conhecimento, buscar essa verdade. Esqueci de trazer a água. Para terminar, que nós já estamos nos momentos finais, rememoremos as palavras do Cristo. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Note-se que o mestre não designou lugar, não traçou condições, não estatuiu roteiros, nem especificou o tempo. Prometeu simplesmente: "Conhecereis a verdade e para o acesso à verdade, cada um tem seu dia." Então, cada um vai ter o seu tempo, né? Neste mundo em que nós estamos, todos nós estamos aqui mais ou menos no mesmo nível, porém cada um individualmente buscando seu conhecimento, seu autoconhecimento, para que possa se libertar cada vez mais dessas amarras que ainda nos prendem ao egoísmo, ainda nos prendem ao orgulho, ainda nos prendem, né, a a tudo que é muito material, aos interesses pessoais. Então, aos poucos, à medida que nós
z mais dessas amarras que ainda nos prendem ao egoísmo, ainda nos prendem ao orgulho, ainda nos prendem, né, a a tudo que é muito material, aos interesses pessoais. Então, aos poucos, à medida que nós vamos estudando, vamos nos transformando, nós vamos começando a ter um olhar para aquilo que é fundamental e essencial, que é amar. É o exercício, aquilo que Jesus nos convida, amarmos, amarmos como ele nos amou. Nós ainda não amamos como Jesus nos amou, mas nós podemos começar a amar o nosso próximo, olhando para ele, entendendo que cada um tá no seu caminho, cada um ainda precisa aprender com as suas escolhas e todos um dia, né, vamos chegar à perfeição relativa, como nos convida Jesus. Meus queridos, muito obrigada. Que a paz e o amor de Jesus esteja conosco. Vamos ficar com passe virtual. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força
ficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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