Fernanda Cardeal • Dar-se-á àquele que tem
Momentos Evangélicos Fernanda Cardeal • Dar-se-á aquele que tem Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo
Boa noite a todos e que a paz do nosso Senhor Jesus Cristo permaneça conosco. O tema da noite de hoje está relacionado ao capítulo 18 de O Evangelho segundo o Espiritismo. Muitos os chamados e poucos os escolhidos. Na verdade, o tema diz respeito àilo que a gente é capaz de dar. E a questão paradoxal do Evangelho que apresenta a proposta de Jesus de que aquele que tem receberá mais. E aquele que nada tem, ou quase nada tem, até o pouco que tem lhe será tirado. Algumas passagens de Jesus apresentam como se fosse um paradoxo, uma antítese figurada que ao nosso olhar parece algo contraditório. Como alguém que já tem, vai receber mais e terá em abundância, e outro que nada tem ou pouco tem, até o pouco que tem lhe será tirado. Esta passagem, particularmente diz respeito a uma mensagem do espírito amigo, que é um dos nomes que a mentora Joana de Angeles utilizou a época da codificação para dizer a temática e desenvolver a questão do muitos os chamados e poucos os escolhidos. E o posicionamento do cristão, particularmente do espírita. que somos aqueles que aderimos à doutrina espírita, o cristianismo red vivo, a questão de estarmos chamados, sermos convidados a participar dessa seara de trabalho, que é a seara do mestre Jesus. E não é à toa que o capítulo abre falando justamente de uma festa, de um festim, de um rei que oferece uma festa em comemoração às bodas do seu filho. E como era uma festa, já tem convidados previamente estabelecidos. E os servos deste rei, deste senhor, vão em busca dos convidados. Mas eles se recusaram a ir. Então o rei envia outros servos para novamente chamar os convidados do festim. Estes não apenas resistiram, mas alguns alegaram que tinham outros compromissos de ir trabalhar, de cuidar da casa e até outros injuriaram e maltrataram muitos servos. até mataram, assassinaram. Nessa parábola do Cristo, ele relata que quando o rei soube disso, se irou, mandou prender e matar os assassinos e incendiar a cidade. Mas de fato o fechim estava pronto, o jantar estava pronto, mas
. Nessa parábola do Cristo, ele relata que quando o rei soube disso, se irou, mandou prender e matar os assassinos e incendiar a cidade. Mas de fato o fechim estava pronto, o jantar estava pronto, mas aqueles que eram os convidados não se fizeram dignos. Então o rei mandou que os servos fossem sair às ruas e chamassem quem encontrasse, bons e maus, qualquer um que poderia ser convidado agora naquele momento para participar das bodas do filho dele. e foram. Mais tarde, quando o rei vai para a sala de jantar e vê quem está à mesa, ele percebe que um dos convidados não trajava a túnica nupcial. E aí ele questiona, amigo, como entraste aqui sem a túnica nupcial? Mas ele silenciou. Então o rei disse aos seus servos: "Ai-o de pés e mãos e atirai-o nas trevas exteriores. Lá haverá pranto e ranger de dentes. Porque muitos são chamados, poucos os escolhidos". Allan Kardec, ao comentar esta parábola de Jesus, e Jesus ele tercia suas parábolas baseada na cultura da época do povo, do momento histórico, social em que se vivia para melhor transmitir suas ideias, seus conceitos, na medida do possível, considerando esse contexto psicológico, sociocultural e econômico daquela época. Mas muitas pessoas quando lidam com a questão de alegorias, de símbolos, de figuras, elas imaginam que mesmo sendo simbólicas deveriam ter limites, porque afinal de contas por tanta resistência para aceitar um convite de uma festa, ao ponto de mandar até matar aqueles que são emissários do anfitrião e que mesmo sendo parábolas, deveria ter limites, alguma coisa que fosse mais compreensível. Acontece que os espíritos dizem que as parábolas de Jesus elas trazem em comum a perspectiva da vida espiritual. Se não analisarmos, compreendermos suas parábolas nessa perspectiva da vida verdadeira, que é a vida espiritual, não dá pra gente compreender. obviamente que nenhum teólogo ou mesmo terapeuta, psicólogo, historiador, qualquer estudioso das palavras de Jesus, dos seus ensinamentos, não vai tão cedo aprender
tual, não dá pra gente compreender. obviamente que nenhum teólogo ou mesmo terapeuta, psicólogo, historiador, qualquer estudioso das palavras de Jesus, dos seus ensinamentos, não vai tão cedo aprender o sentido profundo dessas parábolas, porque elas são muito ricas e elas foram programadas para serem compreendidas e apreendidas à medida que ocorrer a maturidade psicológica e espiritual de todos nós. A própria mentora Joana de Angeles vai dizer que elas têm uma linguagem, apesar do contexto sociocultural da época, mas elas trazem sua essência perspectiva que guarda uma atemporalidade, ou seja, mais de 2000 anos e continuam valendo, mesmo construídas num contexto próprio, específico, no momento histórico em que Jesus esteve na Terra como homem, Mas suas lições, sua essência não pode ser congelada no tempo. Pelo contrário, cada vez mais se apreende, apreende sua essência profunda. Ora, os primeiros convidados para participar desta festa que simboliza o reino dos céus, que é alegria, é um festejo, representa aquilo que é abundância do ponto de vista psicológico, espiritual, alegria. Os primeiros convidados foram os hebreus. Eles tiveram a honra, mas ao mesmo tempo a obrigação e o compromisso de ser aqueles que trariam a proposta conceitual da crença do Deus único. um mundo que era predominantemente pagão, politeísta, porque a crença no Deus Único existia em focos isolados, mas não era algo popular, não chegava ao público em geral, eram poucos iniciados que tinham noção de que existe um único Deus. A maioria era politeísta, fora os materialistas. Mas os hebreus, eles tiveram essa missão, por assim dizer, histórica, moral, de trazer a primeira revelação da lei de Deus, a crença no Deus único, e com ela uma proposta ético moral de retidão, de um comportamento que fosse inteiramente voltado à lei de Deus. Ora, eles perderam essa oportunidade, porque quando receberam esta missão, essa incumbência, este compromisso, eles de alguma forma exacerbaram a sua postura egóica e acharam que eles se tornariam a maior
eles perderam essa oportunidade, porque quando receberam esta missão, essa incumbência, este compromisso, eles de alguma forma exacerbaram a sua postura egóica e acharam que eles se tornariam a maior nação da terra. Porque Abraão tinha dito que a posteridade deles cobriria toda a terra. Então eles acharam que seriam politicamente a maior nação da terra e o Messias prometido seria aquele que daria esse poderio. Os judeus dominariam toda a terra sobre qualquer outra nação, particularmente Roma, que era a nação mais poderosa naquela época. E no entanto não entenderam que a posteridade prometida para o povo judeu era uma posteridade de natureza espiritual, tão numerosa quanto as estrelas do céu. Não era um poderio político e econômico, porque jamais haveria do ponto de vista divino, ou mesmo de Jesus, o nosso governador espiritual, uma proposta de natureza política e econômica, muito menos bélica. Aqueles que usariam da representatividade da palavra divina, seria uma nação mais poderosa na terra do ponto de vista político, socioeconômico ou bélico. Se a gente entende assim, não apre para se ocupar o primeiro lugar no reino dos céus, há que se ocupar os últimos aqui na terra. E isso diz respeito também a este capítulo 18 de O Evangelho Segundo o Espiritismo. chamados, muitos, muitos de nós chamados em épocas diversas da história da Terra, mas escolhidos, poucos se fizeram, se tornaram escolhidos exatamente por essa distorção, por aprendermos de forma geral que precisamos ocupar os primeiros lugares da terra, esses lugares de poderio, de destaque, de status, de vantagens, de benefícios, seja de que natureza for. Por isso, o povo judeu não entendeu o lugar que ocuparia e ocupou por uma época de representar o pensamento de Jesus na Terra e trazendo o conceito fundamental do Deus único e de uma proposta de conduta ético moral baseada nos mandamentos da lei de Deus, que certamente é o maior código de ética e moral que existe na Terra. E o próprio Jesus vem do povo hebreu de alguma forma sancionando a
de conduta ético moral baseada nos mandamentos da lei de Deus, que certamente é o maior código de ética e moral que existe na Terra. E o próprio Jesus vem do povo hebreu de alguma forma sancionando a responsabilidade de ser o povo e a sua parte mais intelectual, que eram os doutores da lei, os fariseus, para ajudar nesse processo de trazer à terra os ensinamentos de Jesus adequados àquele momento histórico socultural. Mas não compreenderam. Ao contrário, imolaram Jesus. Não aceitaram o Messias pobre, vindo de uma cidade pobre, que não tinha nenhuma importância política, socioeconômica, carpinteiro e filho de carpinteiro, que era completamente oposta à imagem que eles esperavam de um Messias. Nunca aceitaram Jesus com o Messias prometido para elevar a nação judaica. Acontece que Jesus ele traz uma proposta de conduta ético moral extremamente assertiva na base do sim, sim, não, não. base de assimilar um comportamento coerente com a teoria e a prática, aquilo que se fala ou que se escreve, ser aquilo que se pratica, que se vive no cotidiano, em qualquer ambiente, em qualquer contexto que nos encontrarmos. Por isso, não vestir a túnica nupicial significa esta contradição. Você é convidado para participar de uma proposta ético moral, como é a proposta cristã, no nosso caso espírita, mas isso tem uma condição expressa, vestir a túnica nupcial. E lá no Evangelho Segundo o Espiritismo diz que significa ter pureza no coração e viver a lei de Deus segundo o espírito. Por que Jesus coloca este detalhe fundamental e essencial em sua parábola? Porque os judeus aprimoraram um comportamento ritualístico, exterior, extremamente dogmático e externo, preocupadíssimo com a forma, com a aparência virtuosa, mas sem qualquer compromisso com a essência, com um comportamento legitimamente ético, moral. O que contava era aparência. E evidentemente não só os judeus se portavam dessa maneira, mas na terra em geral é mais fácil para nós, espíritos imperfeitos, termos uma aparência virtuosa do que verdadeiramente
tava era aparência. E evidentemente não só os judeus se portavam dessa maneira, mas na terra em geral é mais fácil para nós, espíritos imperfeitos, termos uma aparência virtuosa do que verdadeiramente legitimamente viver uma proposta ético moral, porque isso tem um preço e o preço é vestir a túnica nupcial. é um processo de abrir mão de tudo que representa em nós esses atavismos, esses impulsos primários de nossa evolução que teimam em persistir o que Kardec chamava de más inclinações, de comportamentos perturbadores, emoções bastante desarmoniosas, o egoísmo, o orgulho, o ego exaltado, exacerbado e uma série de desdobramentos extremamente infelizes que a gente ainda mantém, lamentavelmente. Isto implica em abrir mão desse vestir a camisa. Essa túnica nupcial é casar-se com a proposta de maneira absolutamente integral. E enquanto a gente não fizer isso, a porta da rua é serventinha da casa. é o ranger de dentes, as trevas, o pranto que representa essa sombra em nós que se recusa a se iluminar de dentro para fora, ao processo de autoiluminação. Isto é tão difícil e desafiador que neste mesmo capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec inteligentemente coloca a porta estreita, estabelecendo que para conquistar essa postura de adesão plena à proposta do reino dos céus, é preciso passar pela porta estreita. A própria estreiteza da porta já mostra o quanto é difícil passar por ela. E Jesus diz isso num lamento, quando ele coloca o quão estreita é a porta da vida. Porque um dos discípulos pergunta: "Mas, Senhor, será que só poucos mesmos vão se salvar?" E aí Jesus diz: "Cuide se esforçar todos vós, porque a porta da vida é estreita. Muitos procurarão transpor e não conseguirão." Não é porque haja uma limitação da parte do Pai Celestial, você entra e você não. É porque precisa um esforço pessoal. Passar pela porta estreita significa superar esses impulsos primários da evolução, abrir mão de tudo que em nós ainda representa a escuridão como ignorância, como desconhecimento de nós
forço pessoal. Passar pela porta estreita significa superar esses impulsos primários da evolução, abrir mão de tudo que em nós ainda representa a escuridão como ignorância, como desconhecimento de nós mesmos e como aquilo que já reconhecemos como de natureza infeliz, perturbadora, que pode ter sido importante lá atrás pra nossa sobrevivência enquanto indivíduo e espécie. Mas agora está na contramão. Agora é uma autossabotagem manter a arrogância, a presunção, o egoísmo, a preguiça, entre outros problemas que a gente apresenta e mantém, mas que agora, mais do que nunca, sabota nosso próprio processo evolutivo. Por isso que passar pela porta estreita é um processo interno, não tem nada a ver com decisões alheias a nós, mesmo no seio familiar. Não é o comportamento das outras pessoas que vai determinar se a gente consegue ou não esse trabalho de autossuperação. é uma iniciativa e investimento pessoal, porque como o próprio Jesus disse, a porta mais frequentemente, vamos dizer assim, adorada, desejada e até frequentada é a porta larga, que é aquela que a gente se permite viver desejos, fantasias, anseios de natureza muito infeliz do ponto de vista ético, moral, extremamente materialista que prioriza as coisas da terra. Claro que estamos encarnados e precisamos viver na terra como vivem mulheres e homens na terra. Mas Jesus traz em suas parábolas que somos seres espirituais, filhos de Deus criados enquanto espírito, princípio espiritual, que depois se identifica, se define, se individualiza como energia pensante, caminhando na direção da angelitude. Então, a vida numa estrutura material é só passageira, ainda que se repita periodicamente a cada reencarnação, mas não é a destinação final. Nossa vida é a vida verdadeira antes do berço, depois do túmulo. Esta etapa de encarnado é temporária, é de natureza educacional, experimental, pra gente experimentar, crescer, se trabalhar, para passar pela porta estreita, para de alguma forma se fazer escolhido. Ter escolhido significa na linguagem da
de natureza educacional, experimental, pra gente experimentar, crescer, se trabalhar, para passar pela porta estreita, para de alguma forma se fazer escolhido. Ter escolhido significa na linguagem da mentora espiritual Joana de Angângeles, superar este passado difícil, superar esses impulsos ainda que estão vivos em nós e que não nos permite avançar, mas é uma escolha pessoal, é um investimento espiritual árduo, difícil, demorado, mas ninguém pode fazer por nós. Por isso é que ele chama a atenção para nós outros distraídos. Cuidai para que se esforce no processo de passar pela porta estreita. Porque se preferirmos a estrada larga, fácil, que todo mundo, ou quase todo mundo prefere, nós teremos o retorno prazeroso do momento. Por isso que ela é largamente frequentada, porque ela promete alegrias, prazeres e poderes aqui e agora. E é isso que interessa muitos de nós, como qualquer criança. A criança quer brincar aqui e agora. Não tem ainda o sentido de responsabilidade, o sentido de que primeiro o compromisso do estudo, o compromisso do aprendizado necessário para o crescimento. E busco o prazer agora como se fosse férias, eternas férias. Só que não, apesar de mantermos essa infância espiritual lenta, ela precisa ser superada para alcançarmos a maturidade espiritual. Por isso, é importante darmo-nos conta de que esse trabalho é nosso. Nós queremos o prêmio, por assim dizer, da vida eterna. Quem não o quer? Quem não quer alcançar uma pureza em que a reencarnação represente apenas, entre aspas, ou apenas uma tarefa missionária para ajudar o próximo, porque você já alcançou um processo mais seguro e consolidado de auto iluminação. Mas ainda não chegou esse momento para nós. Ainda somos aprendizes, iniciando praticamente os primeiros passos. Quando a gente reencarna, ficamos muito aprisionados aos prazeres e poderes que a condição de espírito reencarnado promete. A alimentação, o sexo, o repouso. Quantos de nós ansiamos as férias, o feriadão, a aposentadoria para fazer coisa nenhuma e depois fica
azeres e poderes que a condição de espírito reencarnado promete. A alimentação, o sexo, o repouso. Quantos de nós ansiamos as férias, o feriadão, a aposentadoria para fazer coisa nenhuma e depois fica deprimido porque não está fazendo coisa nenhuma. Porque não percebemos o sentido e o significado maior da existência. Não entendemos que isso é que vai nos dar realmente a alegria verdadeira, o sentimento de prazer real que não está condicionado aos prazeres da terra. Não é que não possamos vivê-los. O que não é adequado, não é produtivo para nós, é nos escravizarmos a eles como se eles fossem mais importante do que nossa história espiritual que nos diz respeito e que só nós podemos fazer a gestão dessa evolução. Nem Deus poderá fazer por nós, porque ele nos deu o livre arbítrio. Ele não nos criou como marionetes para manipular para aqui e para culá. Ele nos deu a liberdade de pensar, de raciocinar, de escolher, de tomar decisões. Porém, elas trazem no seu bojo a responsabilidade das consequências, porque isso é ser adulto. Escolhi, vou ter que assumir as consequências. Semeei, vou ter que colher. Quando se compromete aceitar um convite como esse, ele não é apenas o símbolo da alegria e da festa, mas responsabilidade que vem junto com isso. Por isso vestia a túnica no picial, por isso a necessidade de passar pela porta estreita. E aí, ainda neste capítulo maravilhoso, como são todos do Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec traz o trecho em que Jesus relata que para nós outros que nos afirmamos cristãos, não adianta a gente bater na porta e dizer: "Senhor, Senhor, abre-nos a porta". Porque quando este pai de família vai e fecha a porta e todos querem participar deste momento de festividade, de alegria, de ventura, de vitória, e ele próprio coloca pai Abraão, Jacó, todos os profetas, quando eles estiverem no reino dos céus e o pai de família fechar a porta e vocês ficarem de fora, exilado do rei exilado dos rein do reino dos céus, vocês vão bater a porta. Senhor, abre-nos e ele vai dizer:
les estiverem no reino dos céus e o pai de família fechar a porta e vocês ficarem de fora, exilado do rei exilado dos rein do reino dos céus, vocês vão bater a porta. Senhor, abre-nos e ele vai dizer: "Não sei quem sois. Somos aquele que comemos e bebemos em sua presença. Somos aqueles que exorcizamos o demônio em seu nome. No nosso meio mediúnico, nós dialogamos com os espíritos. Nós realizamos uma proposta de consolar vidas, iluminar consciências enquanto iluminamos a nossa própria consciência. Nós trabalhamos em ações sociais no bem, frequentamos os templos religiosos, não só na casa espírita, mas qualquer religião, qualquer princípio filosófico que admita os ensinamentos de Jesus. evangélicos, protestantes, católicos, espíritas, todos que nos dizemos cristãos. E a gente vai bater na porta e reivindicar o direito ao reino dos céus, a plenitude, ao bem-estar de uma consciência tranquila. E por que a porta está fechada? Se a gente fez tanta coisa bonita, frequentamos a casa religiosa, realizamos várias tarefas, um currículo respeitável de caridade que a gente acha que é por a porta fechada. Porque não nos reconhece. Não sei de onde sois, não sei quem sois. Vós que obrais a iniquidade. Como é que Jesus vai dizer para aqueles que se afirmam cristãos, que realizaram tarefas cristãs em qualquer contexto religioso, inclusive no espírita, ele vai dizer que foram realizadas obras de iniquidade. No dicionário, iniquidade tem alguns significados. Um deles significa agir contrário à moral. Iníquo é todo aquele que é perverso, que é mal, tá lá no dicionário, que age de maneira contrária à moral. Como é que se diz isso de cristãos? É aí que a gente precisa parar para refletir porque Jesus coloca a iniquidade como um critério fundamental para estarmos fora do reino dos céus, para não sermos identificados como cristãos. É a mesma razão de não estar com a túnica nupcial. Falta-nos pureza de coração. Falta-nos uma intencionalidade verdadeiramente virtuosa aqui dentro de nós. A gente ainda se comporta como
omo cristãos. É a mesma razão de não estar com a túnica nupcial. Falta-nos pureza de coração. Falta-nos uma intencionalidade verdadeiramente virtuosa aqui dentro de nós. A gente ainda se comporta como aqueles velhos sepulcros caiados por fora, mas cheios de podridão por dentro. Falta-nos essa sinceridade, coerência entre o que a gente pensa, sente, fala e realiza. Enquanto isso não tiver casado, vamos bater na porta e ninguém vai nos reconhecer. A nossa própria consciência vai assinalar de que não merecemos ainda esse reino dos céus dentro de nós, porque praticamos a iniquidade, ou seja, pensamos, sentimos, falamos e agimos contrária à proposta de Deus, já mesmo pensando nos 10 mandamentos da lei de Deus. E quando isso se desdobra nos ensinamentos de Jesus, observamos que não conseguimos vivê-los na prática. E este capítulo fala da primeira última página que precisamos aplicar os ensinamentos de Jesus, porque é isso que é o selo fundamental para qualquer pessoa legitimamente ser cristã ou espírita. No nosso caso em particular, esta vivência real em qualquer contexto, por mais adverso que seja, por mais que falte compreensão, parceria, solidariedade da parte dos outros, isso não importa, não interessa. Muito pelo contrário, dá mais valor, porque atesta que nada de fora de nós deve ser mais forte do que nossa adesão voluntária à vivência cristã e, no nosso caso, vivência espírita. E aí o que acontece é que continuamos sem trajar a túnica nupicial, continuamos sem passar pela porta estreita, porque a porta larga larga dos prazeres, do poder, do gozo que a terra pode nos proporcionar é muito mais interessante. Não é que a gente diga isso com palavras, é pior, é a nossa intenção interna. É como se uma vivência religiosa fosse uma prática para finais de semana. ou paraa noite, quando estamos no templo religioso, ou para estas e aquelas atividades doutrinárias ou mediúnicas, mas só naquele momento, até porque, como estamos naquele momento envolvidos pelos bons espíritos, isso
uando estamos no templo religioso, ou para estas e aquelas atividades doutrinárias ou mediúnicas, mas só naquele momento, até porque, como estamos naquele momento envolvidos pelos bons espíritos, isso nos dá um a quase de santidade. Mas é a presença deles que faz isso, que a gente se sente cheio de amor para dar, fazendo caridade, oferecendo amor para todo mundo. É que eles nos mimetizam, mas não é ainda a nossa condição real, não é ainda algo que venha inteiramente de nós. que se fosse, já estaríamos ocupando esse papel de bons espíritos, já estaríamos somando com eles legitimamente o trabalho de iluminação da Terra, de ajudar essa lenta e longa transição planetária. Por isso, como diz no Evangelho Segundo Espiritismo, não serão nossas longas orações, nem genuflexões, que vai sensibilizar o Pai Celestial ou convencer de que já estamos devidamente cristianizados. Não é à toa que a mentora Joana de Angeles há muitas décadas chamou atenção que era preciso espiritizar a casa espírita. Parece tão contraditório novamente o aparente paradoxo espiritizar a casa espírita. Precisamos viver os princípios que a doutrina espírita nos apresenta. Viver na prática aonde a gente se encontrar, porque senão não temos um compromisso legítimo de adesão às propostas de Jesus, nem de Allan Kardec, nem dos espíritos nobres. Por isso é que é preciso a gente dar tudo que a gente tiver de talentos, de recursos, de possibilidades num entrega legítima e total na vivência da caridade. Porque tudo se resume nisso. Não foi o que Allan Kardec deixou como proposta para todos nós. Fora da caridade não há salvação. E certamente a caridade, como todo espírita sabe dizer de có, é o amor em movimento, o amor em ação. Se é movimento e ação, precisa ser movimentado o tempo todo aonde a gente estiver. Não é só na hora da reunião doutrinária, da mediúnica, no trabalho social ali no bairro ou em qualquer outro contexto. É claro que o trabalho que fazemos é significativo e fundamental, mas é preciso que a gente
a hora da reunião doutrinária, da mediúnica, no trabalho social ali no bairro ou em qualquer outro contexto. É claro que o trabalho que fazemos é significativo e fundamental, mas é preciso que a gente torneos impregnados verdadeiramente da proposta de Jesus. Está lá no Evangelho Segundo Espiritismo. O que adianta dizer Senhor, Senhor, ter a libré do Senhor e a gente não está menos egoísta, menos orgulhoso, menos arrogante, menos ocioso, menos melindrosos e menos um bocado de coisa que não era mais pra gente viver. Então, a gente parece que não entendeu ainda ou falta-nos uma vontade mais férrea, mais perseverante de fazer esse trabalho de auto educação, que esse processo de dentro para fora, já que tudo está dentro de nós, porque somos filhos de Deus, tudo que está fora é elemento facilitador, mas o processo mesmo precisa acontecer dentro de nós. Parece que ainda esperamos a graça, o dom que Deus coloca em nós magicamente uma condição virtuosa, sem qualquer esforço de nossa parte. Não funciona assim. É realmente um processo de construção pessoal. E aí o que acontece? Dá-se aá aquele que tem e ao que não tem ou que parece ou pensa que tem, até o pouco que tem lhe será tirado. Isto é muito difícil de compreender, de assimilar, de entender até para viver na prática. Quando um dos discípulos pergunta a Jesus: "Por que lhe falais por parábolas de maneira figurada, simbólica? Por quê? E Jesus diz mais ou menos assim: "Porque a voz é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não. Aí parece por que esse privilégio? Muitos tem que saber o mistério do reino dos céus, outros não. Privilegiados, não comprometidos. Porque quando há uma proposta de a voz é dado conhecer o reino dos céus, por isto precisam saber mais, ser mais informados, mais conscientizados, porque tem que fazer mais. A voz será dado muito mais em abundância, mas para guardar para nós ou para socializar na vivência do dia a dia. Porque se a gente fosse cego, estava desculpado o nosso comportamento.
que fazer mais. A voz será dado muito mais em abundância, mas para guardar para nós ou para socializar na vivência do dia a dia. Porque se a gente fosse cego, estava desculpado o nosso comportamento. Mas a gente enxerga. Há pouco mais de 2000 anos, Jesus poderia dizer na cruz, como disse: "Pai, perdoa-lhes porque eles não sabem o que fazem. E agora esse argumento continua valendo para nós. O espírita pode dizer que não sabe o que faz ou a gente vai dizer que ainda não tem coragem e determinação para fazer o que a gente deveria estar fazendo. Que essa caridade em essência, tal qual entendia Jesus? Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Eu não sei qual o mais difícil desses três, porque ser benevolente para com todos é bem desafiador e sem que isto signifique qualquer conivência com comportamento inadequado. Não é fácil ter esta vivência ético moral tal qual Jesus propôs e o espiritismo sanciona porque é o cristianismo rediv vivo. que significa exigir de si mesmo uma conduta benevolente, ético, moral, e não ser julgador do outro, não condenar a ninguém que não se porte desta maneira. Não era assim que Chico Xavier dizia: "A outros eu permito que sejam como quiserem, mas a mim eu exijo que eu seja o que devo ser. E o que devemos ser é cristãos no nosso caso, em particular espíritas. e extremamente desafiador. Mas a proposta é esta dita com palavras muito simples. Essa benevolência com todo mundo sem que signifique anuência com erro, com o mal, porque está atrelado à indulgência para com as imperfeições das pessoas. Porque também precisamos que haja indulgência para conosco. E a lei de Deus é justa, porém misericordiosa. Deus ele é justiça, mas é amor. Tudo isso junto e muito mais do que possamos conceber. O espírito Joana de Angeles, nossa mentora querida, fala que a vida ela é extremamente justa, mas é retributiva. Ela devolve a cada um que cada um deu. Então dá-se aquele que tem e terá em abundância aquele que se fez
de Angeles, nossa mentora querida, fala que a vida ela é extremamente justa, mas é retributiva. Ela devolve a cada um que cada um deu. Então dá-se aquele que tem e terá em abundância aquele que se fez merecer. E pegas essa abundância e multiplica igual ao servo da parábola dos talentos. Não guarda, não enterra. Não sabota o bem, multiplica-o, não em ações apenas formais de uma religião, mas uma vivência do dia a dia, tolerância, indulgência, perdão, compaixão, fraternidade, solidariedade para valer de verdade, de dentro para fora, não como um ato formal externo de uma religião. Esses que assim se comportam, estes podem até ser os últimos na terra, pode até não ter qualquer eh título, qualquer status que os coloque nos primeiros lugares da sociedade, do mundo, do poder, mas certamente serão os primeiros no reino dos céus. Exatamente. Porque não estão disputando coisa nenhuma na terra, não estão massageando o próprio ego, não estão preocupados com isso, porque o próprio Jesus não esteve quando os discípulos estavam disputando quem é o maior, quem vai ser o maior maior, quem é o mais amado, é Pedro, é João, é Tiago? É quem? E aí Jesus disse muito simplesmente: "Quer ser o maior? Quer então seja o último, seja o servo de todos. Aí você vai ser o maior no reino dos céus. Não é um descaso com o mundo, é viver no mundo como qualquer mulher e homem vive, mas numa proposta ética vivida com sinceridade, pelo menos o nosso esforço, para que a gente não fique desesperado pelas coisas da terra quando elas nos faltarem. Não precisar ficar competindo um com o outro. Quem é mais isso? Quem é menos aquilo? Quem tem mais isso? Quem tem menos aquilo? Porque isto é passageiro, é temporário, vai passar. Como alguém disse, não me lembro quem, o caixão não tem gavetas, não dá para ficar levando nossas coisas. E se alguém quiser botar, perda de tempo, vai ficar por ali. Não dá para levar pro mundo espiritual objeto nenhum, cargo nenhum, título nenhum. Vai ficar tudo por aqui pros herdeiros disputarem e se
. E se alguém quiser botar, perda de tempo, vai ficar por ali. Não dá para levar pro mundo espiritual objeto nenhum, cargo nenhum, título nenhum. Vai ficar tudo por aqui pros herdeiros disputarem e se engalfinharem pelos seus bens, pelos seus títulos, pelo seu dinheiro, pelo que for. Por isso é que dá-se à aquele que tem. Se fez merecedor pelo esforço, pelo empenho, pela coerência de vivência no bem. Então vai ter em abundância para que mais abundantemente distribua com o próximo e vai receber mais e mais e mais para mais e mais adiante distribuir. Porque infelizmente assim como há aambarcadores do pão material, usar também do pão espiritual. aqueles dentre nós que recebe esses tesouros da riqueza espiritual e guarda para si porque não compartilha com o próximo. Aliás, Jesus também disse isso para nós, que é nosso dever a gente ensinar o que a gente aprende e viver. Porque quem não ensinar e pior ainda, quem não viver, culpa remorço. Essas trevas e ranger de dentes dentro de nós, mais do que uma região umbralina, é um umbral dentro de nós da culpa. Eu sabia e eu não vivi. Eu não me esforcei para isso. Não levei a sério para valer. Ficou algo como um final de semana e é proposta paraa vida eterna. O tempo de encarnado e desencarnada é proposta para sempre. Enquanto a gente não assimilar isso, será um problema que vai se traduzir em sofrimento, em lágrimas, em culpa, em remorço. E precisamos superar isso, porque somos filhos de Deus. Fomos criados para alegria legítima, para felicidade, para luz. Somos filhos do amor, filhos da luz. Nossa destinação não é a dor, a aflição, a sombra. A gente se faz assim. Não é Deus que tira nada de ninguém. Como diz o Evangelho Segundo o Espiritismo. Qualquer bênção que Deus nos proporciona não é Deus que vai tirar de maneira misquinha. Somos nós mesmos que sabotamos essas bênçãos. Somos ainda aquele servo que enterra o talento por medo, preguiça, covardamento. Aliás, também Jesus diz lá no Evangelho Segundo Espiritismo, nas citações de Marcos, de
os que sabotamos essas bênçãos. Somos ainda aquele servo que enterra o talento por medo, preguiça, covardamento. Aliás, também Jesus diz lá no Evangelho Segundo Espiritismo, nas citações de Marcos, de Mateus, no capítulo séo de Mateus, várias dessas citações desse capítulo 18 do Evangelho Segundo Espiritismo vem de Mateus, do capítulo 7o, de Lucas também, mas preponderantemente de Mateus. E ele diz que quando um servo sabe o que o Senhor quer, sabe sua vontade e não realize essa vontade, ele será rudemente castigado. Palavras textuais traduzidas de Mateus. Se o servo não sabe a vontade do seu senhor e não executa essa vontade, vai ser também castigado mais menos. Ou seja, quanto mais se sabe, maior a nossa responsabilidade. Não vale mais sair por aquela porta, porque todos estamos informados. O espiritismo é uma doutrina que ilumina consciências. Não dá para dizer, eu não sei mais. Não dá para fazer de conta e sair por aquela porta, porque é uma doutrina extremamente cristalina, transparente, esclarecedora, retira a alegoria das parábolas e coloca a essência do ensinamento de Jesus. Não dá para dizer: "Eu não entendo, eu não sabia". Agora a gente sabe e se sabe temos a responsabilidade de ensinarmos uns aos outros e mais do que isso viver, porque senão seremos rudente castigados pela nossa própria consciência. Se fôssemos cegos, como Jesus disse ao doutor da lei, não teríamos culpa, responsabilidade, porque seríamos cegos. Mas já que a gente sabe, espírita não é cego, porque o espiritismo é a doutrina de luz, então a gente responde pelas nossas iniquidades. Mesmo aquilo que nos pareça uma toliço, ingenuidade, viver a lei de Deus é algo extremamente sério. Na obra Vida Feliz, uma das páginas, a mentora falando sobre a questão de coerência com honestidade, ela chama atenção que até mesmo pescar, colar numa prova é algo antiético. Então, quem pescou aqui vai ter que responder a lei de Deus. Sinto muito porque pescou, ganha uma nota boa aqui, mas eu não sei a nota que o pai celestial vai dar, mas ela
numa prova é algo antiético. Então, quem pescou aqui vai ter que responder a lei de Deus. Sinto muito porque pescou, ganha uma nota boa aqui, mas eu não sei a nota que o pai celestial vai dar, mas ela quer dizer que é preciso uma proposta de honestidade, que exige maturidade. O adolescente, a criança não tá nem aí para isso. Vai pescar mesmo. Se o professor der vacilo, a professora. Mas a gente pode fazer isso sem que a consciência sinalize. Qualquer um de nós sabe, qualquer um de nós provavelmente já viveu isso mais de uma vez. Quando a gente faz alguma coisa inadequada do ponto de vista ético, moral, e alguém vê, diz o quê? Logo, você que é espírita, eu esperaria de qualquer um, mas de você que é espírita. E a gente morre de vergonha, procurando algum lugar pra gente se esconder. Por que a doutrina espírita se afirma como uma doutrina ético moral, cujo selo fundamental é o ensinamento de Jesus. Isso dá uma autoridade moral que não tem comparativo, porque se pode polemizar sobretudo qualquer coisa que Jesus fez, que andou aqui, que andou acolá, se tinha carteira, se não tinha, mas ninguém pode questionar sobre a moral que Jesus nos ensinou com parábolas, com falas, discursos e sobretudo com a sua vivência. Ninguém pode questionar isso em san consciência, porque isso é que dá autoridade moral. que ultrapassa o tempo, que transcende tudo. Todo o materialismo vai ficando aos poucos para trás e o que fica são as lições de Jesus, cada vez mais esclarecidas a nós pela doutrina espírita. Então, quanto mais nos é dado saúde, dinheiro, poder, escolaridade, família, sobretudo a doutrina espírita, mais nos será cobrado pela nossa própria consciência, porque todo mundo sabe que o juiz mais severo que existe está em nossa própria consciência. Por isso tem de espírita desencarnado. É melhor não dar uma notícia não, porque é bom não. Mas o que importa é aqui e agora. a gente se esforçar para não ter que chorar depois. A imagem tão vigorosa do pranto e ranger de dentes é da culpa, é do
hor não dar uma notícia não, porque é bom não. Mas o que importa é aqui e agora. a gente se esforçar para não ter que chorar depois. A imagem tão vigorosa do pranto e ranger de dentes é da culpa, é do remoço. Eu perdi a oportunidade, eu não vestia a túnica nupicial, não me esforcei para atravessar essa porta estreita, abrir mão de certos prazeres e poderes que são temporários. É o gozo de agora que amanhã não é mais. Quanta coisa nos dá prazer agora e amanhã não tem qualquer sentido ou significado. Ou depois se transforma em doença, em sofrimento, em culpa, em remorço. Mas a viviência ético moral essa é absolutamente legítima. Não há nada melhor do que uma consciência tranquila de quem está fazendo o seu papel na invisibilidade do anonimato, sem aplauso, sem holofotes, sem reconhecimento de quem quer que seja, só da sua própria consciência. O Deus sabe. Ninguém sabe que você fez essa esse gesto bonito. O Deus em você sabe. O Deus que transcende em nós sabe. É esse o prazer legítimo de mesmo com sacrifício, com esforço, sem reconhecimento, sem gratidão, sem coisa nenhuma, que dê um retorno imediato, mas uma consciência tranquila de quem deita a cabeça no travesseiro no final do dia, como Santo Agostinho ensinou. repassando o que fez para que sua consciência diga o que fez de bom, de coerente com a proposta espírita e o que não fez correr para reparar no dia seguinte, porque é para isso que estamos aqui. É por isso que a gente recebe mais. Somos privilegiados não do ponto de vista de favoritismo divino ou do Cristo. É espírita, é melhor, é mais evoluído, é elite, não é mais compromissado, é o que tem mais obrigação, porque é mais informado, sem fantasia, sem misticismo, sem alegoria. Nosso dever é maior. Lembremos do servo que sabe da vontade do Senhor e não cumpre. Não temos desculpa de não dedicarmos nossas vidas diante da possibilidade e limite de cada um de nós para viver Jesus. E quando constatarmos que não estamos vivendo Jesus, tratar de reparar antes do tal sofrimento, da culpa, do
edicarmos nossas vidas diante da possibilidade e limite de cada um de nós para viver Jesus. E quando constatarmos que não estamos vivendo Jesus, tratar de reparar antes do tal sofrimento, da culpa, do remorço, que já está encrustado em nós de outras existências passadas. Agora é a hora da reparação. E feliz de nós estarmos entre nós reencarnados e os desencarnados que estão se programando e planejando para reencarnar numa outra perspectiva de compromisso, de responsabilidade, para que a gente não se esqueça que a quem mais é dado, mais será cobrado, porque mais tem para dar, para compartilhar, para dividir, para ensinar, para confraternizar. Porque irmãos somos, quer a gente entenda ou não, aceite ou não, filhos do mesmo pai, mergulhados nesse psiquismo divino. E se a gente quer se fazer escolhido, não como privilégio, mas pelo prazer de sermos colaboradores efetivos do Cristo, ocupando os últimos lugares, o que ninguém quer ocupar, porque não tem brilho, não tem status, não tem foto no Instagram, não tem qualquer brilho social, destaque, prazer que massageia o ego, mas tem uma consciência que um dia vai poder dizer como Paulo de Tarso, Um dia disse: "Já não sou eu mais quem vivo, mas o Cristo que vive em mim, porque a vontade dele é a minha vontade. Muita paz, meus irmãos. Nada cardeal. Agradeço a equipe da TV Manão de Caminho, aos funcionários que mantiveram esse ambiente aconchegante, limpo, iluminado, refrigerado. Agradeço a presença de todos que aqui estão, que num sábado à noite se deslocaram para vir assistir a nossa reunião. Agradeço aos internautas que nos honraram com a sua audiência. Agradeço a todos e a cada um e convido todos para, no só pensamento agradecermos a Jesus esses momentos que passamos agora. Convidamos os médiuns passistas a ocuparem lugar no salão para a aplicação dos passes da bioenergia. Senhor Jesus, amorável mestre, este é o momento da gratidão. No começo pedimos a vossa proteção que nos foi concedida e tivemos uma hora de harmonia onde podemos utilizar da
dos passes da bioenergia. Senhor Jesus, amorável mestre, este é o momento da gratidão. No começo pedimos a vossa proteção que nos foi concedida e tivemos uma hora de harmonia onde podemos utilizar da imaginação e retroceder no tempo para visualizar a vossa imagem, as imagens do tiberíades, proclamando o reino dos céus e dissertando sobre a parábola das budas, temos dificuldade de compreender a alegoria das vossas lições, mas já temos a doutrina espírita que esclarece as vidas sucessivas, a responsabilidade individual de cada espírito que esclarece que somos filhos de Deus fadados à plenitude, mas que cada um precisa conhecer-se a si mesmo e o crescimento é individual intransferível. Mestre amado, aprendemos tudo isso nesta noite. E como não podemos deixar de pedir ao tempo em que agradecemos, suplicamos novamente a vossa proteção, para que os nossos anjos guardiães encontrem eco em nossas almas. para que nos conheçamos a nós mesmos, sem desculpos, sem proteção, sem egoísmo, entendendo a necessidade de crescer em vossa direção. Aproveitamos esse ambiente de harmonia e paz para pedir pelos que sofrem, pelos que ainda não vos conhecem, pelos que se comprazem no mal. Livrai-nos, Senhor, do mal. permitir que possamos ajudar aqueles que estendem a mão à nossa frente. Envolvei em saúde e harmonia o nosso presidente e o nosso querido Divaldo. Que as vossas bênçãos possam restituir-lhes à saúde, dando-lhes harmonia e paz. permitir que bênçãos de saúde possam ser derramadas sobre a água que expomos na mesa da entrada e que os benfeitores possam acudir a todos aqueles cujos nomes foram colocados. Despedi-nos na vossa paz, permitindo que retornemos aos nossos lares refeitos, harmonizados e dispostos a viver as lições aqui aprendidas. em vosso nome, em nome de Deus, declaramos encerrada a reunião desta noite.
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