FÉ E CARIDADE - Tito Bonvini [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. >> Nos acompanhe pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente gravado. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comunão Espírita de Brasília. Já saudando aqueles que nos acompanham pela internet, a Rosana, Riba, Sandra, Vanessa, fico o convite de seguir o nosso canal, ativar notificações e compartilhar uma forma de mostrar que o conteúdo aqui da palestra ele é positivo, né, e pode alcançar novos corações. Estamos aqui com o nosso irmão Tito Bolvini, que vai trazer o tema fé e caridade. Eu vou ler um capítulo do livro Sinal Verde, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. Nesse livro aqui tem uma chamada dizendo que é um guia de trânsito moral para caminhar com segurança pelas estradas da vida. Essa aqui é uma capa nova que a Federação Espírita Brasileira promoveu. Então são capítulos breves pra gente refletir sobre temas da nossa vida. O capítulo 8, ambiente caseiro. A casa não é apenas um refúgio de madeira ou alvenaria, é o lar onde a união e o companheirismo se desenvolvem. A paisagem social da Terra se transformaria imediatamente para melhor se todos nós, quando na condições de espíritos encarnados nos tratássemos dentro de casa, pelo menos com a cortesia que dispensamos aos nossos amigos. Respeite a higiene, mas não transfigure a limpeza em assunto de obsessão.
condições de espíritos encarnados nos tratássemos dentro de casa, pelo menos com a cortesia que dispensamos aos nossos amigos. Respeite a higiene, mas não transfigure a limpeza em assunto de obsessão. Enfeite o seu lar com os recursos da gentileza e do bom humor. Colabore no trabalho caseiro tanto quanto possível. Sem organização de horário e previsão de tarefas, é impossível conservar a ordem e a tranquilidade dentro de casa. Recorde que você precisa tanto de seus parentes quanto seus parentes precisam de você. Os pequeninos sacrifícios em família formam a base da felicidade no lar. Lembre que acho que emano chega a falar que o lar é uma principal escola, né? Se o a terra é a escola para todos nós, aquela escola mais íntima, ela tá no lar. Então acho que André Luiz traz essas reflexões aqui de que devemos dar importância, né? Ainda que seja difícil, né, no dia a dia, mas existe um motivo, né, existe uma razão. Após essa reflexão, elevemos o pensamento a Deus, nosso pai, criador de todas as coisas, inteligência suprema do universo, agradecendo por mais esse dia que se apresenta diante de nós, esse dia cheio de oportunidades, cheio de possibilidades, que como escreveu veremos o nosso dia, dependerá de cada um de nós. Agradecer também toda a espiritualidade que aqui se faz presente, que nos ampara, que nos recebe desde da porta lá de fora e vai nos amparando e estará nos acompanhando no momento da palestra. que a gente possa estar atento às palavras que iremos ouvir e internalizemos no nosso íntimo esse tema da fé e caridade. que ampare também nosso irmão Tito para que ele possa ser intuído dos seus pensamentos e conduzir suas palavras para que ele seja um instrumento de Jesus, nosso mestre e amigo. Que assim seja. Bom dia a todos os que estão aqui no salão, quem nos acompanha pelas redes sociais da comunhão espírita de Brasília. Nós mais uma vez temos a oportunidade de estarmos aqui para buscar trazer alguma reflexão, algum conhecimento com relação não só à religião, mas do
elas redes sociais da comunhão espírita de Brasília. Nós mais uma vez temos a oportunidade de estarmos aqui para buscar trazer alguma reflexão, algum conhecimento com relação não só à religião, mas do viver, né, do nosso viver. E sobre o tema de hoje, fé e caridade. Eh, me pus a pensar muito sobre isso e vamos buscar entender um pouco sobre fé, né? Eh, fé, o que será fé? Fé em em suma, resumindo, é acreditar em algo que não se pode provar. Assim, curto e grosso, né? Você acredita em algo que você não pode provar, mas a palavra fé tem sido usada para várias oportunidades. Por exemplo, aqui no Brasil, nós temos aí esses jogos, não é? E aí o pessoal diz assim: "Ah, hoje eu vou fazer uma fezinha", né? O que que ele espera? Ele espera que com aquele jogo que ele faz, ele ganha uma bolada, né? Um uma boa um bom volume financeiro e a partir daí ele imagina que a felicidade tá pronta, né? Vamos vamos resumir as coisas, né? Eh, mas tem outros significados também. Por exemplo, se nós formos ver com relação à legislação, um indivíduo que faz parte do da do conjunto de ações da área em que a justiça é conduzida, existe aqueles elementos que têm fé pública, ou seja, ele é uma pessoa que representa ali um uma instituição e o que ele fala, o que ele faz, tem fé pública, né? Aquilo vale como um documento. Eh, e e por aí afora, essa essa situação de fé eh foi se prolongando, né? Ah, eu tenho fé que eu vou passar num num concurso público, né? Bom, OK. você ter fé, ficar tranquilo, não estudar, não fizer nada, chega lá na hora do concurso, você acha que a sua fé vai fazer com que você passe naquele concurso, não vai passar, né? Por quê? porque é uma coisa assim subjetiva demais, aleatória. Eh, você pode disputar, por exemplo, um vestibular aonde na aqui no Brasil, né, nós estamos referindo exatamente sobre nós, eh, um vestibular não são poucas pessoas, são milhares de pessoas disputando às vezes uma vaga, né? Então, se se você não estuda, se você não procura entender sobre aquele assunto
xatamente sobre nós, eh, um vestibular não são poucas pessoas, são milhares de pessoas disputando às vezes uma vaga, né? Então, se se você não estuda, se você não procura entender sobre aquele assunto que você vai colocar ali como conhecimento, não vai passar, porque o outro que estudou vai, né? Ah, mas então todo mundo estuda, ninguém vai passar, vai. Ué, aquele que estuda mais e que tem fé em si mesmo, ó. Fé em si mesmo. Fé de quê? de que ele tá se esforçando, que ele vai conseguir aquilo por modo próprio, né? Eu tenho fé que eu vou chegar lá. E aí, eh, vai se colocando várias situações com a palavra fé. Mas eu quero resumir um pouco mais aqui a fé religiosa. Ora, se é algo que nós não podemos provar, o que é então fé? Se nós fizermos assim um raciocínio, eh, para que a pessoa tenha fé, absolutamente com certeza, ela não pode ter dúvida. Esse é o primeiro ponto. Ora, eu tenho fé em Deus. Alguém já provou em termos científicos que a fé existe? Ah, que Deus existe, perdão. Não, ele está no nosso subconsciente. Nós acreditamos que existe um ser, que ele é o nosso criador e aquele que nos protege. É provado? Não, mas eu tenho fé que isso é verdadeiro. Eu tenho fé. Ora, se eu tenho fé que Deus existe, então eu tenho uma gama grande aí de conhecimento. Tenho fé de que se eu for uma pessoa que seguir as regras trazida pelo filho de Deus, Jesus, e eu segui aquelas regras, eu primeiro dentro da sociedade em que nós vivemos, eu serei uma pessoa de bem, né? Por quê? Porque eu tenho fé que aquelas palavras que nos foram trazidas são a o caminho do bom convívio, da boa forma de se viver. Então o que que prega a Jesus? Jesus prega amor, ele prega paciência, ele prega convívio fraterno. Ora, é muito fácil de nós observarmos que se nós assim agirmos, nós vamos viver bem, bem dentro da nossa família, inclusive no nosso trabalho, no contexto social. Bom, mas e os outros que não têm fé e não fazem isso? Isso é um problema individual de cada um. Se eu fizer a minha parte, eu não vou ficar cobrando dos outros que
nosso trabalho, no contexto social. Bom, mas e os outros que não têm fé e não fazem isso? Isso é um problema individual de cada um. Se eu fizer a minha parte, eu não vou ficar cobrando dos outros que ele faça o mesmo que eu. Cada um tem algo chamado livre arbítrio. O que que é isso? Ele tem a decisão de escolha. Então, podemos imaginar o seguinte. Eh, vamos tomar por base o bairro em que nós moramos. Não, não, não precisa ser tão grande, né? O bairro, a família tá dentro do bairro ali, nós moramos ali. Eu, por exemplo, tenho fé de que as palavras de Jesus nos conduzem a um convívio fraterno, de bom convívio. E na nossa doutrina, a doutrina espírita, nós temos consciência da existência da vida após a morte. Quando eu desencarnasse, eu segui aqueles aquelas colocações trazidas por Jesus, eu vou estar despertando no mundo espiritual, num lugar aprasível. Bom, então vamos voltar aqui ao nosso bairro. Alguém no bairro com certeza é considerado uma pessoa boa, né? A gente conhece no bairro da gente uma pessoa boa, uma pessoa de bem. E essa pessoa, ela vive de uma forma normal como nós, mas ela traduz, ela transmite aos outros aquilo que é fundamental, o seu exemplo, o exemplo de uma pessoa que vive bem, respeita todo mundo, não é? Não fica buscando eh subtrair as coisas dos outros. Ele é uma pessoa que você pode conversar com ele, ele vai ter sempre boas palavras, né? Da sua boca sairá boas palavras. É uma pessoa que se você precisar de ajuda, provavelmente ela vai fazer todo o esforço para que te auxilie, né? Aí quando a gente fala ajuda, primeira coisa que as pessoas pensam assim, né? Eu preciso de dinheiro. Não, gente, vamos abrir um pouco mais o leque da nossa mente, né? Quantas vezes nós nos sentimos oprimidos porque a gente precisa conversar com alguém, porque algo dentro de nós está nos oprimindo. E aí nós procuramos quem? O bandido do bairro? Aquele que assalta? Ou a gente vai procurar aquele indivíduo de bem? E aquele indivíduo de bem, com certeza, vai nos trazer boas palavras, vai nos
mindo. E aí nós procuramos quem? O bandido do bairro? Aquele que assalta? Ou a gente vai procurar aquele indivíduo de bem? E aquele indivíduo de bem, com certeza, vai nos trazer boas palavras, vai nos indicar, talvez procedimentos que a gente não tinha visto e que muitas coisas acontecem momentâneas que depois passa, não é? Como dizia o Chico Xavier, tudo passa, né? Mas a gente recorre então a quem? Há uma pessoa que tem fé, que com a sua convivência, dá licença um pouquinho, que com a sua convivência fraterna ele pode ajudar fazendo o quê? ouvindo isso. Isso é caridade. Ó, estamos começando a ligar a fé com caridade. Olha como é bom nós podermos contar com alguém para conversar, não só em momentos difíceis, mas hoje, principalmente a a sociedade andou se fechando muito em si mesma. As pessoas às vezes são muito individualistas. Eh, uns um dos exemplos mais comuns que a gente vê aí a toda hora e é passado aí nos canais de comunicação é a pessoa que mora, por exemplo, num prédio de apartamentos e que durante 2 anos mora ali, não conhece o vizinho do lado e se encontram pessoas no elevador e nem se cumprimentam. Ora, tá todo mundo vivendo ali num num edifício, todos estão ali na mesma situação de perigo ou de alegria. Então, por que que as pessoas às vezes entram num elevador carrancuda ou até nem carrancuda mesmo, como se não existisse ninguém ao seu redor, passa, para, desce no seu apartamento ali, pronto. Cadê o convívio, né? Cadê aquela instrução de uma vida mais harmoniosa entre as pessoas? São são gestos simples que fazem uma coisa muito importante. São gestos que fazem com que nós nos aproximemos, não é? Bom dia. O que custa dar um bom dia? Aquele, esses indivíduos em geral, mais tranquilos, mais expansivos, eles estão ligados mais próximos com esses ditâmios de Jesus. Convívio fraterno, convívio com a natureza, respeito aos animais, respeito às pessoas, respeito às instituições. O que é isso? é o que norteia um convívio em sociedade. E em tempos bem distantes, não existia
o fraterno, convívio com a natureza, respeito aos animais, respeito às pessoas, respeito às instituições. O que é isso? é o que norteia um convívio em sociedade. E em tempos bem distantes, não existia isso. Não existia de forma alguma. Jesus quando chegou e trouxe a boa nova, não é, que era o quê? amor, convivência fraterna. Ele trouxe uma visão que paraa época era bastante diferente, porque além das pessoas serem individualistas, elas eram comandadas por alguém que tinha domínio sobre elas. E Jesus trouxe o quê? Uma libertação, principalmente de pensamentos. Bom, então nós vemos que fé é algo que nasce, que se produz dentro de nós, né? E quando a gente se dirige, por exemplo, a à fé, nós podemos fazer aqui alguns dar alguns exemplos eh muito corriqueiros, mas que são fundamentais pra gente entender. Vamos supor que uma pessoa é uma pessoa de bem, nem tem religião. A pessoa que não tem religião não é uma pessoa má. Por quê, né? Vamos supor, ele não tem uma religião, mas uma pessoa de bem. E aí, vamos supor que um ente seu querido, por exemplo, um pai, mãe, filho, irmã, esposa, fica doente e tem lá um diagnóstico não muito agradável e e a pessoa então precisa fazer, por exemplo, uma cirurgia delicada. Com certeza essa pessoa vai desejar que aquela pessoa que vai para o centro cirúrgico tenha sucesso, não é? Ora, ele tá demonstrando o quê? Que ele tem fé de que ela pode ficar boa. Não é? Eu tenho fé, eu tô Eu tenho fé. Eu eu não tenho religião, mas eu tenho fé que ela vai ficar boa. OK. OK. Já uma pessoa religiosa vai fazer o seguinte, eh, dependendo da religião, vai se dirigir mentalmente aquele que representa aquela instituição religiosa e vai pedir para que aquele aquela aquele, vamos chamar de indivíduo, né? Porque nós nós ligamos muito com indivíduos, né? Auxilie aquela equipe médica que vai fazer a cirurgia e que tenha sucesso e que a pessoa fique boa, que ela sare. Isso acontece aos montes. E tem aqueles então que t uma fé tão profunda, tão profunda, que pede
quela equipe médica que vai fazer a cirurgia e que tenha sucesso e que a pessoa fique boa, que ela sare. Isso acontece aos montes. E tem aqueles então que t uma fé tão profunda, tão profunda, que pede a Deus, a Jesus ou aqueles a quem eles têm afinidade para que aquela pessoa se cure. Até nem indo às vezes ao médico com um momento que não tem recurso para isso. E a pessoa se cura. Ora, de onde veio isso? Isso saiu de nós porque nós temos fé que nós podemos auxiliar até com os nossos, as nossas vibrações, os nossos sentimentos. Isso é fé. Agora, a fé ela sempre pode estar vinculada. E eu vou me permitir para que a gente continue, né, o próximo passo, que é falar sobre a caridade, fazer a leitura. Eu gostaria muito de decorar esse trecho que é de Paulo, né, que é trazido da necessidade da caridade segundo São Paulo. É um ato, é um, é um texto de fé e é um texto de amor e é um texto para compreensão. Eu não consigo decorar, mas um dia, quem sabe, mas eu vou me permitir ler para que a gente vá acompanhando devagar cada palavra, para que nós possamos nos introduzir-nos nesse texto, né, ó, introduzir no texto e vivenciarmos ele nesse momento. Então, aqui no capítulo 15º, fora da caridade não há salvação. Tem aqui sobre Paulo que diz o seguinte: "Ainda quando eu falasse todas as línguas dos homens e a língua dos próprios anjos, se eu não tiver caridade, serei como o bronze que soa e um símbolo que retine." Ainda quando tivesse o dom de profecias, que penetrasse todos os mistérios e tivesse perfeita ciência de todas as coisas, ainda quando tivesse toda a fé possível até o ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade. nada sou. E quando houvesse distribuído meus bens para alimentar os pobres e houvesse entregado meu corpo para ser queimado, se não tivesse caridade, tudo isso de nada me serviria. A caridade é paciente, é branda e benfazja. A caridade não é invejosa, não é temerária, nem precipitada, não se enche de orgulho, não é desdenhosa, não cuida de seus interesses,
o de nada me serviria. A caridade é paciente, é branda e benfazja. A caridade não é invejosa, não é temerária, nem precipitada, não se enche de orgulho, não é desdenhosa, não cuida de seus interesses, não se agasta, nem se azerda com coisa alguma. Não suspeita mal, não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre. Agora, essas três virtudes, a fé, a esperança e a caridade permanecem. Mas diante, mas dentre elas, a mais excelente é a caridade. Paulo nos traz esse exemplo maravilhoso de compreendermos sobre caridade. E tem um trechinho que ele explica um pouquinho mais, que ele diz: "De tal modo compreendeu São Paulo essa grande verdade que disse: Quando mesmo eu tivesse a linguagem dos anjos, quando tivesse o dom da profecia de penetrar todos os mistérios, quando tivesse toda a fé possível até o ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, Nada sou. Dentre essas três virtudes, a fé, a esperança e a caridade, a mais excelente é a caridade. Coloca sim, sem equívoco, a caridade acima até da fé. é que a caridade está ao alcance de todos, de toda a gente, do ignorante como do sábio, do rico como do pobre, independe qualquer crença particular. Ora, caridade, quando eu falei, quando nós estamos em determinados momentos de fragilidade, de sofrimento, que nós procuramos conversar com alguém e essa pessoa nos ouve, nos aconselha ou nos traz esperança, o que que ele tá fazendo? Caridade. E nós podemos fazer que tipo de caridade? Qualquer uma. até a caridade para conosco. Quer ver uma caridade incrível que a gente às vezes não pensa? E eu vou me basear também num trecho de um de algo que Chico deixou pra gente. Chico Xavier é sobre o perdão para nós mesmos. Quando nós nos perdoamos, nós estamos fazendo caridade para conosco. Aí diz assim: "Mas como que eu vou me perdoar? O que que eu fiz?" Opa, será que ninguém tem assim aquele pensamento que diz: "Puxa, mas eu podia ter feito tal coisa". Isso acompanha às
e para conosco. Aí diz assim: "Mas como que eu vou me perdoar? O que que eu fiz?" Opa, será que ninguém tem assim aquele pensamento que diz: "Puxa, mas eu podia ter feito tal coisa". Isso acompanha às vezes a gente ao longo da vida. Ou depois de adulto, a gente comete algum ato falho que aquilo fica batendo na nossa memória durante anos, décadas. E a gente não se perdoa e às vezes deixa de fazer determinadas coisas ou determinadas ações porque não nos perdoamos. E aí vem a frase do Chico, não é? Que ele diz: "A ninguém é dado voltar atrás e começar de novo, mas posso começar agora e fazer um novo fim. Ou seja, ok, errei, não farei mais esse erro, mas a partir de agora serei outra pessoa. Caridade para conosco, simples assim. E caridade para com aqueles com os quais nós convivemos. Vamos fazer aqui uma busca rapidinha mentalmente sobre nossa família. Todos nós convivemos harmonicamente na nossa família? Provavelmente não. Provavelmente porque muitos conseguem conviver sim. Mas por quê? Às vezes por pequenos detalhes que nos incomoda e nós então somos agressivos ou incoerentes para com as outras pessoas. Imagine no próprio meio familiar. No trabalho, isso acontece muito, não é? Quantas vezes nós temos uma certa eh indiferença com alguma pessoa que às vezes a gente nem conhece, não procurou inclusive conhecer. E aí o que que gera? Gera uma falta de harmonia. E aí nós então começamos a ver que tudo tem relação. Ora, se eu sou uma pessoa de bem, eu vou procurar fazer o quê? Compreender as dificuldades dos outros. Eu posso até não ser o melhor amigo de uma pessoa, mas eu posso respeitá-la. Isso é caridade, por incrível que pareça, é por eu não tô atacando a pessoa. Ah, mas eu não ataco verbalmente, mentalmente. Quando você deseja algo ou faz uma crítica a alguém, você está emitindo sim vibrações. Então, olha que dificuldade nós temos para superarmos, controlar os nossos sentimentos, as nossas vontades e as nossas palavras. Aqui no meio espírita, nós eh utilizamos uma maneira de auxiliar pessoas através
ha que dificuldade nós temos para superarmos, controlar os nossos sentimentos, as nossas vontades e as nossas palavras. Aqui no meio espírita, nós eh utilizamos uma maneira de auxiliar pessoas através de um processo chamado passe. E tem vários tipos de passe. Um passista, quando ele está exercendo ali a aquele momento do passe, ele tá fazendo o quê? caridade. Então, um dos passes, existe um passe que é o mais difícil, dificílimo, e que exige da pessoa algo incrível. Por quê? Ele chama passe do sopro. O que que é o passe do sopro? Sopro. Soprar. As mães com bebês que às vezes estão chorando e não para, quantas vezes não assopra. Não, não há esperança de aquilo aliviar a criança e alivia. Mas para que o passe do sopro, daquele passista que vai fazer esse passeja efetivo, primeiro da boca dele não pode sair palavras negativas. Ora, quantos eu posso contar no dedo que a gente talvez acredite que tenha condições de ter dado o passe do sopro? Muito poucos, porque ainda estamos naquele processo de aprendizado, de domínio dos nossos sentimentos do bem e resvalamos sempre um pouquinho nas maledicências. Eu faço até um um exercício com vocês. Eu peço que vocês façam um exercício só pra gente contextualizar isso que eu tô falando. Vamos eleger um dia na semana. Vocês escolham qualquer dia, de domingo a domingo, e naquele dia você não vai absolutamente fazer um julgamento mal de qualquer pessoa. Tentem fazer isso um dia, né? durante o mês, são 30 dias, um dia só no mês. Vamos ver se a gente consegue. E aí nós vamos entender o que é fé e o que é caridade. Fé em nós que seremos bons. Caridade porque eu sempre vou respeitar os meus semelhantes. E assim a gente termina a nossa palestra de hoje. Eu agradeço pela oportunidade. Muito obrigado. >> Bem, muito obrigado ao Tito também pela reflexão desta manhã, né, sobre fé e caridade. Saudar todos que estão aqui presencialmente, os que estão também virtualmente. A Rosana fez uma contribuição aqui, ó, mesmo com o intenso desejo de me melhorar moralmente,
hã, né, sobre fé e caridade. Saudar todos que estão aqui presencialmente, os que estão também virtualmente. A Rosana fez uma contribuição aqui, ó, mesmo com o intenso desejo de me melhorar moralmente, quanto ainda caio, mas vamos um dia de cada vez. O tempo pode nos favorecer. Vamos insistir. Acho que a ideia é essa, né? O Tito até falou da autocaridade, né? O autoderdão, autocompaixão. A gente também tem um pouquinho de paciência com nós mesmos. Carla, Pedro, Aline, Miriam que chegaram depois. Eu queria destacar aqui a fala do Ricardo, né? Comentando que não não poôde ficar aqui presencialmente, mas acompanhou virtualmente, né? Então assim, lógico que é sempre bom estarmos aqui presencialmente, né? Só de entrarmos à comunhão, a gente já começa a sentir uma psicosfera diferente, né? Renova nossas energias. O Tito falou do passe, né? Então aqui depois da palestra temos o passe, mas virtualmente a gente também é amparado, né? A espiritualidade tá em todos os lugares. Eu gosto muito de uma orientação que a Maise Braga costuma fazer nas palestras dela e eu particularmente executo, que às vezes às vezes não tá sentindo muito bem em algum lugar e não pode estar presencialmente aqui na comunhão. Imaginemos estar nesse salão aqui, o Bezerra de Menezes. Então eu me imagino ali em cima, na frente aqui no no banquinho aqui da frente e fico visualizando aquele púlpito ali onde o palestrante costuma fazer a palestra, né? Então eu fico visualizando e às vezes v uma dor de cabeça do nada, eu me imagino aqui a dor de cabeça começa ir embora. às vezes ela não vai por completo embora, mas diminui bastante. Então, eh, ainda que a gente não possa estar presencialmente aqui, tenhamos fé, né, baseado aí na na palestra do Tito, de que a gente tá sempre sendo amparado e a comunhão aqui, né, sob a do Dr. Bezerra de Menezes, ele ampara a todos nós. O Tito também falou sobre, né, a gente caridade de ouvir, de est sempre à disposição de ajudar. Eu gostaria de dar o aviso, né, que a gente agora aqui na Com Espírita de Brasília
e ampara a todos nós. O Tito também falou sobre, né, a gente caridade de ouvir, de est sempre à disposição de ajudar. Eu gostaria de dar o aviso, né, que a gente agora aqui na Com Espírita de Brasília tá com atendimento fraterno todos os dias. Então, hoje, terça-feira, em especial, nós temos o atendimento fraterno presencial de 8:30 às 10:30 e depois de 15:30 às 21 horas. Quem quiser saber mais detalhes de outros dias, horários, inclusive atendimento online, fica o convite para entrar no site da comunhão. E o atendimento fraterno é mais ou menos o que o Tito falou, né? a gente tá com aquele anseio de querer conversar, desabafar, falar alguma coisa, algo que tá nos angustiando e aí tem, né, pessoas que estão ali voluntárias para poder receber a gente, ouvir e dar uma alguma tipo de orientação. Então, tá se sentindo com vontade de desabafar, tá sentindo uma angústia que tá demorando embora, fico o convite de procurar o atendimento fraterno. E aí, aproveitando esse essa pausa pros avisos, né, queria avisar que essa semana a gente tá com as matrículas abertas pro estudo sistematizado da doutrina dos espíritos. Então, quem ainda eh não começou, né, os estudos, eh pequeno parêntese, não precisa se identificar como espírita para estudar o espiritismo, mas é pouco, é gratuito, né, não dói. Às vezes tá curioso, quero entender melhor essa coisa do espiritismo, quero entender melhor qual é a percepção. E também ter feito o curso, não é obrigado também a tá continuando frequentar, né? É mais uma oportunidade da gente refletir sobre esses mistérios que a gente não enxerga com os olhos da carne. Então eles estão aberto. Nós temos curso do ESD tanto presencialmente quanto virtualmente, né? também mais detalhes no site da comunhão. Então, agradecer mais uma vez todos que estão virtualmente, os que estão presencialmente aqui também e em especial ao Tito pelas palavras sobre fé e caridade. E finalizando, mas com certeza não menos importante, agradecemos novamente a Deus, nosso pai
almente, os que estão presencialmente aqui também e em especial ao Tito pelas palavras sobre fé e caridade. E finalizando, mas com certeza não menos importante, agradecemos novamente a Deus, nosso pai por esta reunião, por este momento que estamos aqui presentes, para pensarmos nos ensinamentos de Jesus, para pensarmos sobre essas reflexões que a doutrina dos espíritos nos traz para o nosso dia a dia, naquela certeza de que Jesus nos deixou, que quando um ou mais estiverem reunidos em nome dele, ele também estaria presente. Que a gente possa internalizar essa mensagem sobre fé, sobre caridade em nosso dia a dia, que a gente possa receber as bênçãos do alto e permanecemos nessa viagem interior para o momento posterior da palestra. que é o passe, que a gente vá em paz e que Jesus nos acompanhe. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade.
idos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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