A CARIDADE MATERIAL E A CARIDADE MORAL - Tito Bonvini [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 30/09/2025 (há 6 meses) 40:40 418 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer ser de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que há >> Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos e muito bem-vindas à Comão Espírita de Brasília, tanto que estão aqui presencialmente no Salão Bezerra de Menezes, como aqueles também que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente gravada, né? Já saúdo aqui quem tá no chat ao vivo, a Raquel, Giovana, a Fernanda, a Jennifer, todos os outros que chegarão, né? Sintam-se todos abraçados. Estamos aqui com o nosso irmão Tito Bofim para trazer o tema a caridade material e a caridade moral. Antes de passar a palavra ao Tito, eu vou ler um capítulo do livro Sinal Verde, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. São mensagens curtas aí para sinalizar para nós o que rumo tomarmos, né? E para o capítulo de hoje, no recinto doméstico. Bondade no campo doméstico é a caridade começando em casa. Nunca fale aos gritos, abusando da intimidade com os entes queridos. Utilize os pertences caseiros sem barulho, poupando o lar a desequilíbrio e perturbação. Aprenda a servir-se tanto quanto possível, de modo a não agravar as preocupações da família. Colabore na solução do problema que surge sem alterar-se naquis. a só ou em grupo, tome a sua refeição sem alarme. Converse edificando a harmonia. É sempre possível achar a porta do entendimento múto quando nos dispormos a ceder de nós mesmos em pequeninas demonstrações de renúncia ast a pontos de vista. Quantas vezes um problema aparentemente insolúvel pede tão somente uma palavra calmante para ser resolvido? Abstenha-se de comentar assuntos escandalosos ou inconvenientes. Em matérias de doença, fale o estritamente necessário. Procure algum detalhe caseiro para louvar o trabalho e o carinho daqueles que lhe compartilham a existência. Não se aproveite da conversação para entretecer, entretecer apontamento de crítica ou censura, seja a quem seja. Se você tem pressa de sair, atenda ao

rinho daqueles que lhe compartilham a existência. Não se aproveite da conversação para entretecer, entretecer apontamento de crítica ou censura, seja a quem seja. Se você tem pressa de sair, atenda ao seu regime de urgência com serenidade e respeito, sem estragar a tranquilidade dos outros. Então, André Luiz fazendo, né, algumas apontamentos no ambiente doméstico, né, da gente procurar plantar, cultivar, né, a harmonia em casa, né, e acho que vai ao encontro, né, da reflexão de hoje, né, com relação à caridade, né? Bem, após essa breve leitura que a gente reflete, traz para nossa reflexão, o nosso ambiente doméstico, agradecemos a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre e nosso guia, a toda a espiritualidade que aqui se faz presente, muito antes da gente aqui chegar. a todos os espíritos que fazem parte dessa preparação do ambiente, que nos acompanham durante a palestra e nos conduzem até o momento do passe. Pedimos as bênçãos do alto, que caia sobre cada um de nós o remédio que cada um esteja precisando neste momento, que também caia sobre o nosso irmão Tito para ele ser intuído em seus pensamentos e nas palavras, para que possa conduzir uma boa palestra para todos nós. Que assim seja. Bom dia a todos. Como disse o Anderson, não é? Eh, nós temos hoje a oportunidade de falar sobre caridade. Eu tenho falado ultimamente bastante sobre caridade, que é algo que nós vivenciamos no dia a dia e muitas vezes nos esquecemos eh como que se processam esses atos, como que nós participamos disso. E só como uma breve colocação, eh, eu tava vindo para cá e tinha um um congestionamento imenso. Aí eu liguei pro Anderson, disse: "Andar, né?" Mas aí eu relai, disse: "Olha, eu não tenho como sair daqui, né? E aí vamos ver o que acontece". e comecei a prestar atenção eh nos outros, né, que estavam ali, algumas pessoas assim, talvez com problema de horário e e querendo passar e aquela coisa assim e e a gente começa a ver assim, olha, eu vou fazer uma prece para esse pessoal, né? Porque para

avam ali, algumas pessoas assim, talvez com problema de horário e e querendo passar e aquela coisa assim e e a gente começa a ver assim, olha, eu vou fazer uma prece para esse pessoal, né? Porque para todo mundo se acalmar, todo mundo fica nervoso. E aí nós agora quando o Anderson falando, eu digo: "Olha, isso é uma caridade, fazermos uma prece para que todos se acalme num momento de tanta agonia que dá quando a gente tá numa situação dessa, né? Mas eh voltando aqui ao tema que é o capítulo 13º da instrução dos espíritos, caridade material e caridade moral. São duas coisas que, apesar de serem caridade, são distintas. Porque nós, nossa vida, né, o nosso dia a dia, ele é composto de várias a situações e nós às vezes não prestamos muita atenção ou não fazemos uma previsão do que nós podemos eh estar efetivamente fazendo em termos de caridade. Então, eh, uma, quando nós falamos na palavra caridade, eu tenho para mim que a primeira coisa que desperta em nós é aquela a caridade material, né? Por quê? Porque nós já acostumamos, pelo menos aqui no Brasil, de pessoas que ficam pedindo, né, pedintes, pessoas com dificuldade. Por exemplo, no trânsito, né, praticamente em quase a maioria dos sinais sempre tem alguém pedindo. Pedindo o quê? Coisa material, né? E o que tá o mais próximo de quem tá dentro de um carro parado no sinal? Dinheiro, né? dificilmente alguém vai ter um sanduíche, um pãozinho, alguma coisa que possa dar e talvez, né, não seja bem isso que aquela pessoa esteja querendo, porque hoje a gente vê eh as pessoas já dirigem para o que quer. É tão interessante, né? a gente fica observando isso. Ah, a a a partir do momento em que nós tivemos aqui uma grande afluência de pessoas vindo de outros países, né, principalmente aqui da América do Sul, eh começaram a a vir por esses sinais, já vem com uma plaquinha, né, dizendo: "Ó, só de tal país, preciso disso, eh, pagar meu aluguel, comprar não sei o quê e até Pix. Acho tão interessante as pessoas já têm um Pix, né, que aí você

inais, já vem com uma plaquinha, né, dizendo: "Ó, só de tal país, preciso disso, eh, pagar meu aluguel, comprar não sei o quê e até Pix. Acho tão interessante as pessoas já têm um Pix, né, que aí você pode ali de dentro do carro, opa, né, vou mandar ali eh um Pix para essa pessoa. Então isso é é o quê? É um misto. Não, eu eu considero como um misto de caridade moral e caridade material. Por quê? O que que nos move a fazer, a praticar a caridade? é o sentimento. Ora, o sentimento é uma questão de foro íntimo, não é? Eu posso, por exemplo, me sensibilizar com alguém fazendo um pedido eh material, mas ele parte a parte do quê? Do sentimental. Então, qual é a moral disso tudo? auxílio a todos nós. Vamos imaginar, vamos imaginar, vamos assim pensar que estamos em um planeta, não vou falar nem num país, num planeta com a Terra, aonde todos indistintamente seriam pessoas de bem, né? Não existiria o mal. A gente já tá falando aqui até de algo muito mais elevado, aonde a espiritualidade nos diz que um dia chegaremos num ponto como esse, mas vamos imaginar como seria bom, como seria agradável viver num lugar aonde as pessoas se auxiliam mutuamente sem precisar pedir, não é? Seria uma questão de foro íntimo. Você vê que alguém precisa de algo que você pode fazer. ou dar, que resolveria um problema simples. Ora, então veja que tudo é uma questão de nós pararmos e analisarmos o que estamos fazendo, qual é o meu estilo de vida, o que eu pretendo da minha vida. Olha, eh, naturalmente eu posso me basear em mim, né? Quando jovem, quando jovem, nós queremos o mundo. Nós queremos o mundo. Nós saímos em busca de fortuna. Nós saímos em busca de uma de uma vida glamurosa. Nisso a gente começa a perder um pouco da sensibilidade, porque nós temos que enfrentar milhões de problemas. E hoje, já que da altura dos meus dos meus 73 anos, eu vejo diferente. Primeiro, eu agradeço a Deus todos os dias por ter nascido numa família cristã, por ter nascido numa família que me deu carinho, que me deu principalmente

dos meus dos meus 73 anos, eu vejo diferente. Primeiro, eu agradeço a Deus todos os dias por ter nascido numa família cristã, por ter nascido numa família que me deu carinho, que me deu principalmente as diretrizes morais a serem seguidas. Por quê? Porque eu tive condições de tomar decisões pautadas no meu sentimental, naquilo que me foi dado. Então, a gente volta de novo aqui no Evangelho que diz que quando nós temos filhos, quando somos pais, a nossa responsabilidade é imensa. Não é uma brincadeira. Uma criança precisa ter um norte a ser seguido, um caminho. Ele tem que ter pessoas que orienta no bom sentido, porque isso vai refletir o resto da vida. Ora, o que que os pais estão fazendo? Não é uma caridade moral me ensinando o que é certo, o que é errado e conduzir pelo caminho certo. Isso vai refletir o resto da minha vida. Se eu vou ser uma pessoa digna ou indigna, se eu vou fazer o bem ou se eu vou praticar o mal. E o que é fazer o bem? O que é praticar o mal? São coisas que nós decidimos. Não é porque, por exemplo, meus, vamos supor, eh a minha família era de uma tendência, vamos supor, eu tô fazendo um exemplo, de uma tendência negativa, né, daqueles que se apropriam das coisas dos outros, acha que isso é muito normal, eh, rouba, eh, e, e chega até o cúmulo incrível, né, de tirar uma vida. Então, esse indivíduo vai ser sempre assim? Nem sempre. Ele tem também a sua herança hereditária de vidas passadas. Ele pode ter sido um indivíduo que foi naquela família para dizer: "Olha, estão errado, vamos seguir o caminho certo." Isso é caridade. É por que que a gente não pensa nesse sentido, não é? E e voltando a ser eh falar de quando jovem, né? Às vezes a gente esquece disso. A gente tá assim na pusca tão desenfreada de conseguir bens materiais, né? um carro maravilhoso, uma casa maravilhosa, um um emprego fantástico, gastar o que eu quiser. E isso leva muitas vezes ou na maioria das vezes, à perda da sensibilidade. Quantos jovens hoje, eu vejo com muita tristeza,

so, uma casa maravilhosa, um um emprego fantástico, gastar o que eu quiser. E isso leva muitas vezes ou na maioria das vezes, à perda da sensibilidade. Quantos jovens hoje, eu vejo com muita tristeza, não tem a menor consciência. de uma religiosidade. Disse: "Olha, mas tem que ter religiosidade, gente. Desde o início do mundo, a religiosidade foi que manteve os indivíduos no caminho correto, no sentido do bem. Se nós perdemos isso e passamos a ser puramente materialistas, tem caridade no materialismo? Não tem. E nós vamos ver em toda a literatura espírita, fora da caridade, não há salvação. Tem inclusive um trecho que eu considero assim a coisa mais linda dentro do evangelho. É a passagem de Paulo que escreve uma carta aos Coríntios falando sobre a caridade, que é o quê? é o que mostra que nós nós somos seres diferenciados no planeta porque temos capacidade de raciocínio, temos capacidade de julgamento, nós temos capacidade de ter uma escolha que nós chamamos aqui na doutrina espírita de livre arbítrio. O que é o livre arbítrio? Eu decido se eu faço o bem ou se eu faço o mal. Ora, vamos lá. Fazer o bem é ruim? Não. Muitas pessoas têm dificuldade de fazer o bem, sabiam? Muitas pessoas têm dificuldade. Por quê? Porque lá no início da sua vida, né, quando criança, quando adolescente, talvez não tenha tido uma instrução adequada com relação à convivência humana de sermos pessoas, porque o ser humano é um ser gregário, ele não vive sozinho. Ora, se eu não vivo sozinho, eu tenho pessoas ao meu lado. Eu sou a pessoa mais importante desse lado, desse conjunto, desse lugar aonde eu vivo? Provavelmente não. Por que que eu seria mais importante? Porque então eu me julgo mais importante? Porque eu me julgo com mais direitos do que os outros? Por que eu sou tão egocêntrico? Não é? É o egocentrismo. Eu sou o centro do universo. Não nós, seres humanos, reencarnamos para aprendermos a convivência fraterna. E não há convivência fraterna sem caridade. Não há nos gestos mais simples,

É o egocentrismo. Eu sou o centro do universo. Não nós, seres humanos, reencarnamos para aprendermos a convivência fraterna. E não há convivência fraterna sem caridade. Não há nos gestos mais simples, eu vou contar uma historinha aqui muito muito simples e muito interessante. Duas pessoas se conheceram, casaram e foram pra lua de mel. Foram num ressort. Chegando lá na hora do café da manhã, levantaram, foram tomar o café da manhã e a esposa então pegou o pãozinho, tirou o miolo, né, e deu o restante pro marido, né, tavam ali, ele olhou, ficou muito grato, né? passou ali a manteiga, ele comeu então o que a gente chama da casquinha do pão e ela comeu o miolo. E os e o tempo passou, quando fez 25 anos de casado, eles foram comemorar no mesmo lugar e foram lá. Quando chegou na hora do café da manhã, né, um gesto que a esposa repetia há 25 anos, ela pegou, tirou o miolo, deu pro marido e ficou com a casquinha. Aí ele olhou assim, disse: "Uai, por quê?" Ela disse: "A minha vida toda, eu sempre quis foi a casquinha, mas eu quis agradar você e eu ficava com o miolo." Ele disse: "Pois eu gosto é do miolo e não da casquinha. Fiquei quieto também". Vejam, ambos, né? Por não conversarem, estavam querendo fazer o bem um pro outro, né? E todos os dias, imagina no café da mãe, um olhava para outro, diz assim: "Ó, eu queria era aquilo, né?" Então, veja, nós precisamos nos comunicar. Comunicação é uma caridade. Claro que é. Se eu não me comunico com alguém, o que eu tô fazendo aqui? Eu tô me comunquando com vocês. Eu tô transmitindo algo que tá no evangelho de Jesus que diz para nós: "Olha, não se vive sem caridade". E aí vem aquele problema da caridade que eu tava falando no início. Quando a gente fala, na maioria das vezes, assim, fazer caridade, a pessoa pensa assim: "Vou enfiar a mão no bolso, tirar aqui o que que eu tenho aqui?" "Ah, eu tenho R$ 1." É, R$ 1 não tem mais, né? R$ 2, R$ 5, R$ 10. E aí passa a ser um hábito, não um gesto de caridade. Vamos, vamos pensar nisso. Eu chamo isso desencargo de consciência.

tenho aqui?" "Ah, eu tenho R$ 1." É, R$ 1 não tem mais, né? R$ 2, R$ 5, R$ 10. E aí passa a ser um hábito, não um gesto de caridade. Vamos, vamos pensar nisso. Eu chamo isso desencargo de consciência. A pessoa chega assim: "Ah, não, não sei quê, toma. Fiz minha caridade." Não, caridade não é isso. Caridade acompanhar aquilo com o sentimento. Se você dá até mesmo dinheiro para alguém, mas com sentimento de que aquilo vai realmente auxiliá-la, você pôs um negócio, uma pitadinha, como se nós tivéssemos na cozinha, né? uma pitadinha de amor, que isso possa ajudar a esse meu irmão necessitado e não desencargo de consciência. Toma. É completamente diferente. E aí então nós começamos a ver o mundo de uma forma diferente. O que eu posso auxiliar aos meus irmãos e não o que eles podem fazer por mim? É a grande diferença da coisa. E quando nós fazemos a caridade de uma forma despretenciosa, é completamente diferente, muito diferente visitar, por exemplo, um doente no hospital, um conhecido nosso, quem quem já não esteve, por exemplo, doente. Não existe talvez na face da terra alguém que nunca ficou doente, né? Tô excluindo Jesus, né? Então, alguém doente tá em casa. Quantas vezes até nós nos adoentamos e ficamos sozinhos. E quando alguém aparece para nos visitar, como a gente chama aqui no Brasil, bater um papo. Puxa, que coisa gostosa, que coisa boa. Isso é caridade. Precisa ser num hospital, não pode ser na casa dele. Por que a gente fala no hospital? Porque há uma restrição muitas vezes e a pessoa acaba ficando sozinha. Pasme, né? Há muitos doentes, mas muitos doentes carentes em hospitais sozinhos. Ah, mas hoje é obrigado a ter um acompanhante. Mas o acompanhante tá de bom grado ali. Ele tá realmente acompanhando e dando suporte. Não o suporte de pegar as coisas para ele, mas o suporte amoroso. Será? Ou tá por obrigação? Não é? Quantas vezes nós vemos a as pessoas até se revezam e às vezes a gente escuta assim: "Eita, hoje é meu dia de ir lá e eu tinha tanta coisa para fazer, já vai de mau humor,

Ou tá por obrigação? Não é? Quantas vezes nós vemos a as pessoas até se revezam e às vezes a gente escuta assim: "Eita, hoje é meu dia de ir lá e eu tinha tanta coisa para fazer, já vai de mau humor, gente. Quando a gente tá de mau humor, a nossa egrégora, o que tá em volta de nós, ele contagia as pessoas. Por isso, quando a gente às vezes eh conhece uma pessoa pela primeira vez, a gente olha e se simpatiza, fica alegre. Outros gente olha assim, hum, né? Aí a gente aqui no Brasil tem uma frase muito engraçada que diz assim: "Meu santo não cruzou com o dele". Não é isso, não é? Nós não estamos abertos, nós julgamos. Eh, eu sempre conto uma historinha assim, eh, você tá trabalhando, tá lá no seu trabalho, aí chega uma pessoa e diz assim: "Olha, temos um colega, uma mulher, ou seja, mais masculino, feminino, não importa, novo aqui." Aí a pessoa olha, aí diz assim: "Ah, vamos supor, né, que seja um homem, nossa, que escalço esquisito, o sapato dele tá sujo. Ih, que cabelo desgrelhado. Nossa, a roupa dele, gente. Ele não olhou a pessoa, ele olhou o externo. E às vezes aquele vai ser o nosso melhor amigo. Por quê? Porque a gente deixa desse materialismo e começa a ver o sentimental. O que nos aproxima de uma pessoa são as roupas? São o externo ou é o interno? É o interno, é a amorosidade, o sentimento de carinho que as pessoas nos nos transmitem. Imagine chegar a um lugar, a pessoa tá lá pela primeira vez, bom dia, bom dia. Ou então, bom dia, como é que tá? Tudo bem? É diferente. Isso é caridade. Isso é sentimento. Caridade, ela só acontece após o sentimento. Orfanato é algo assim que eu já vi pessoas correrem mais de um orfanato do que o diabo correr da cruz. E nem sabe por quê. Medo. Medo de quê? De encontrar crianças. Se são crianças, então, com problemas, eh, pior ainda, por São seres humanos, precisa do nosso carinho, nem que seja o carinho do olhar. Prestem atenção. Vocês já fizeram isso? Já obtiveram ou já deram carinho com o olhar? Não precisa fazer gesto. Nós temos, nós temos, seres humanos,

a do nosso carinho, nem que seja o carinho do olhar. Prestem atenção. Vocês já fizeram isso? Já obtiveram ou já deram carinho com o olhar? Não precisa fazer gesto. Nós temos, nós temos, seres humanos, algo em torno de nós que na doutrina espírita nossa espírita nós chamamos de nossa alma, né? Vou simplificar. E conforme a nossa eh condição de vida dentro dos princípios de Jesus, essa essa aura pode ser maior ou menor, não é? disse, disse, não é uma realidade. O Chico Xavier, quem chegava perto dele, maioria das vezes chegava emocionado porque a aura dele era maior. Eu me lembro perfeitamente de uma época em que ele foi pros Estados Unidos eh se reunir com uma série de cientistas para eles fazerem essa medida, né? Porque isso hoje todo mundo sabe que existe. Por exemplo, um vidente, um vidente vê o que na gente? A nossa alma, a nossa aura, né? E quando o vidente olha que a aula é a aura é pequenininha, ele já tem ali um indicativo. E quando a aura é grande, ele tem também um indicativo. É assim que funciona. Mas isso o que que acontece? Por exemplo, nós brasileiros somos mais amorosos. Não é? Nós nos cumprimentamos na maioria das vezes quase nos dando um abraço, né? Hoje é tão comum você tá assim dois beijinhos e tal, né? Gente lá fora em outros países, isso não é assim não. Vá na Alemanha e faz isso para ver o que que acontece. A pessoa dá um pulo para trás. O próprio americano, ele dá um pulo para trás. Não, né? Nós somos diferentes. Nós estamos num ambiente aonde nós tivemos uma cultura inicial do nosso país muito voltada para Cristo, mesmo aqueles que não queriam. Então, nós temos uma condição diferente. Muitas pessoas quando vem para cá do exterior, e eu posso afirmar isso porque eles me falam, né? Ele disse assim: "Gente, eu não quero ir embora. Eu gosto daqui, eu gosto da beleza desse país, eu gosto das pessoas. É o que que nós transmitimos você ser gentil. É difícil ser gentil? Parece que não, mas muitos têm dificuldade. Então aí nós temos uma divisão. É aquela eh

da beleza desse país, eu gosto das pessoas. É o que que nós transmitimos você ser gentil. É difícil ser gentil? Parece que não, mas muitos têm dificuldade. Então aí nós temos uma divisão. É aquela eh aquele momento que nós temos que tomar uma posição entre a caridade material e a caridade moral. O Anderson leu ali no início sobre a caridade moral no lar, né? Como a gente já sabe, quando nós abrimos às vezes um texto para ler, nada é por acaso. Na doutrina espírito nós sabemos disso, nada é por acaso. Então ele falou ali da caridade moral, não? Sim, sim. Da caridade moral no lar. No lar a gente imagina que tudo tá perfeito, né? Muitas vezes não tá. Por quê? Qual é o motivo? Nós vamos ter uma vida em conjunto durante um longo tempo e às vezes até depois quando nos separamos, que nos reencontramos, aquilo tudo vem à tona novamente. O sentimento de ver como aquele irmão, como aquela pessoa, como aquele pai que tá distante, a mãe, o irmão, a irmã, o primo, né? A gente quer saber quem de nós fazer um desafio aqui. Quem de nós levanta ou vai dormir e faz uma oração pra família? Muitas vezes nem por si mesmo faz. A oração, ela tá ligada à caridade. Porque nós estamos fazendo o quê? Doando energia. doando sensações, doando sentimentos. Então, vamos fazer durante um tempinho que nós tivermos um retrospecto da nossas das nossas atitudes. Somos caridosos porque se somos caridosos, estamos seguindo o caminho de Cristo. Se não sou, por que não sou? comece a fazer. Então, é algo aí para nós ficarmos pensando, meditando, né, quem sabe durante o dia sobre o que é praticar a boa e maravilhosa caridade. Felizmente nosso tempo acabou, né? A gente começa a falar coisa boa. Muito obrigado a todos. Muito obrigado também ao título pelas reflexões que ele trouxe, né, sobre a caridade material e a caridade moral. Engraçado que ele falou do trânsito no começo, né? E comentei com ele também na sexta-feira vindo para cá, a gente também passou uma situação de de trânsito, né? E eu não tinha para pensar

dade moral. Engraçado que ele falou do trânsito no começo, né? E comentei com ele também na sexta-feira vindo para cá, a gente também passou uma situação de de trânsito, né? E eu não tinha para pensar nisso, né? Às vezes uma oração que a gente faz ao próximo, né? É uma caridade tão simples, né? Tão tranquila de fazer que a gente às vezes a gente não para para pensar, né? Então às vezes o outro não tá nem conseguindo ouvir a gente, né? Mas por meio da oração a gente consegue alcançar os corações. Então, muito obrigado novamente ao Tito. Agradecer a todos que estão aqui presencialmente no Salão Bezerra de Menezes, também os que nos acompanham pela internet. Vi mensagem aqui da Lourd, do Davis, Ananda, Tânia, Iv e tantos outros que mandaram mensagem aqui, né? Para quem tá na internet, fica o convite de seguir o canal da comunhão, deixar sua curtida, compartilhar com alguém que vem à mente, né, a ouvir essa palestra. É uma forma de tá mostrando ali pra internet, né, que o conteúdo dessa palestra ele é importante e ele vai acabar sendo sugerido para outras pessoas. Então, agradecer novamente a presença de todos e nesse sentimento de agradecimento, nunca é demais agradecer novamente a Deus, nosso pai por esta oportunidade que está colocando diante de todos nós. Essa oportunidade que inicia nesse dia, como Emanuel diz em uma das suas mensagens, é uma página em branco, que o que vai ser escrito nela depende de cada um de nós. Cada pensamento, cada gesto, cada ato é uma frase que será colocado nessa página, que nas reflexões desta manhã, com relação à caridade material e a caridade moral, que possamos colocar essas ideias, esses pensamentos na nossa página de hoje e dos próximos dias, nesse esforço que depende de cada um de nós para sairmos desta vida melhor do que a que chegamos. Agradecer também toda a espiritualidade que nos acompanha neste momento, dando as bênçãos que precisamos e continue nos acompanhando até o momento do passe, seja ele virtual ou presencial. Que a gente possa ir em paz e que Jesus

ritualidade que nos acompanha neste momento, dando as bênçãos que precisamos e continue nos acompanhando até o momento do passe, seja ele virtual ou presencial. Que a gente possa ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares,

ituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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