A NOVA ERA - Tito Bonvini [PALESTRA ESPÍRITA]
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Vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza. de viver. Bom dia a todos, todos os que nos ouvem, todos os que nos veem pelos meios eh de divulgação, não é? Nós temos aqui a TV Comunhão e também aos que estão aqui presentes, encarnados e desencarnados. Vamos nos preparar para a nossa palestra de hoje. E eu recebi aqui a mensagem do Wagner, ele teve problema aí no trânsito, não pôde estar aqui, mas tá chegando, não é? Mas como é hábito nosso em todas as empreitadas que nós fazemos na doutrina, nós sempre começamos com uma prece. Então vou pedir a todos que me acompanhem na nossa prece inicial e eu peço sempre para que nós fechemos os olhos e o motivo único e exclusivo é para nós não nos distrairmos com o que está ao nosso redor. E nesse momento vamos aproveitar que estamos aqui em um ambiente ao qual as entidades espirituais nos protegem, nos abençoam. Vamos elevar os nossos pensamentos e a maneira que eu mais gosto é imaginar diante de nós a figura de nosso mestre Jesus. aproveitar e olhando para os seus olhos, agradecer pela oportunidade de estarmos aqui reencarnados e dispostos a aprender um pouco mais sobre os seus ensinamentos e que ele com toda a sua equipe, com todo aqueles que estão dispostos ao trabalho, derrame sobre nós a suas bênçãos de paz e amor e que nossos lares também sejam alcançados, os nossos lares de nossos pais, de nossos irmãos, de nossos parentes, de nossos vizinhos, do nosso ambiente de trabalho. E que então nós possamos ter um dia cheio de oportunidades de provarmos que estamos entendendo e executando aquilo que Jesus pediu a nós. Paz, amor e caridade. E assim então nós iniciamos a nossa palestra de hoje dizendo: "Senhor, muito obrigado, que assim possa ser. O Wagner acabou de chegar. Vamos lá, Wagner. Bem, eh, como é de praxe, não é? Bom dia a todos novamente. Bem-vindo. Acho que esteja tudo bem. Eh, hoje o tema é fé e caridade.
ado, que assim possa ser. O Wagner acabou de chegar. Vamos lá, Wagner. Bem, eh, como é de praxe, não é? Bom dia a todos novamente. Bem-vindo. Acho que esteja tudo bem. Eh, hoje o tema é fé e caridade. E aí, eh, algumas pessoas podem imaginar assim: "Puxa, vida, esse pessoal só fala nisso, né? Em caridade." Bom, ótimo que nós falemos, não é? Eu falando em fé, vamos iniciar falando em fé. Eu tava aqui sentado e observando, né? E me lembrei, observando aqui o salão quando ainda ele nem existia, não é? E eu me lembrava dos fundadores desta casa. E aí nós vemos materializado um edifício ao qual se transmite a doutrina espírita de uma forma maravilhosa, através do estudo e através da caridade. Então, quando nós falamos em fé, imaginemos o dia em que foi lançada a pedra fundamental da construção desta casa. Era ali todos, todos com fé de que teriam sucesso. A fé se manifestou e ela se materializou. Isso aqui é o resultado da fé de pessoas que queriam transmitir os ensinamentos de Jesus. Que exemplo, né? poderíamos passar, parar por aí, mas vamos falar um pouco mais sobre fé e caridade. Olha, eh, eu fiz algumas anotações aqui para ir me baseando, para não me perder, porque quando a gente começa a falar de um assunto que nos é muito grato, às vezes a gente divaga um pouco, né? E o tempo é muito escasso. Quando nós começamos aqui na comunhão, ainda lá nos anos 90, nós não tínhamos ideia do que esperava, né? O que que eu tinha pela frente, o que que eu faria aqui? Então, eh, começamos assistindo palestras, principalmente às 6 horas da tarde no domingo, com a dona Irene, que tinha uma fé inabalável, e ela trouxe quantas felicidades a pessoas que a procuravam, assim como outros membros da casa. Mas eu tô falando na dona Irene porque eu tinha muito carinho por ela. Então, eh, nós começamos a nosar de fato do que era a doutrina espírita. E o espírito protetor, como se intitulou o autor dessa mensagem que eu vou ler aqui, faz uma afirmação. diz: "Eu vos disse recentemente, meus queridos filhos, que
fato do que era a doutrina espírita. E o espírito protetor, como se intitulou o autor dessa mensagem que eu vou ler aqui, faz uma afirmação. diz: "Eu vos disse recentemente, meus queridos filhos, que a caridade sem a fé não seria suficiente para manter os homens uma ordem social capaz de fazê-los felizes." Deveria ter dito que a caridade é impossível sem a fé. Olha só, a caridade é impossível sem a fé. Voltando o que eu tava dizendo no início, o lançamento da pedra fundamental desta casa, que com pessoas com fé transformou esse ambiente no ambiente de caridade. Ora, caridade é algo que nós temos que vivenciar e não buscar. É vivenciar. Como que se vem si, como que se vem vivenci a caridade? Bom, em princípio, eh, quando se fala em caridade, naturalmente nós lembramos em doação, não é? Eh, eu ainda vou usar aí meu exemplo, é óbvio, né? Não, não, não tenho permissão de ninguém por falar por outros aqui. Eh, ainda jovem, eu imaginava que caridade era dar dinheiro pros outros. pessoas que eh não tinham nada e paravam nos lugares, ficavam pedindo e as pessoas geralmente davam, como dizia o Chico, acho muito bonito que ele falava, uma contribuição amoedada, né? Então, eh, na minha vivência, eh, as pessoas também davam alimentos, não é? Aí eu fui vendo que existia outras formas de nós fazermos a caridade. E então na doutrina espírita, nós temos a a base da nossa doutrina, fé e caridade. Por que caridade? O que Cristo, o que Jesus fez durante a sua passagem aqui pela Terra? Caridade foi o mais caridoso, inclusive para aqueles que o perseguiam. Olha só o ponto fundamental do entendimento do Cristo. Ele fazia caridade até aqueles que o perseguiam. E nós estamos dispostos a perdoar e fazer a caridade até aqueles que nos perseguem? Eu digo nós porque ainda estamos muito envoltos nos problemas materiais da sociedade que nós vivemos. É comum que nós venhamos a imaginar de que caridade é algo material. Não, não só também. Caridade é principalmente para nós, pro nosso coração. Eu vou dizer uma
materiais da sociedade que nós vivemos. É comum que nós venhamos a imaginar de que caridade é algo material. Não, não só também. Caridade é principalmente para nós, pro nosso coração. Eu vou dizer uma coisa interessante. É aqueles aquelas pessoas que têm a oportunidade de, por exemplo, visitar orfanatos ou visitar abrigo de idosos ou visitar pessoas em hospitais. Aqui em Brasília nós temos um hospital muito grande chamado hospital de base, que é onde as pessoas são internadas e, em geral pessoas que não têm condições financeiras. E pasmem. Muitos ficam ali e não recebem visita de parentes porque são distantes. Visitar hospitais é algo maravilhoso, né? Muita gente, talvez nem pense nisso, mas eu vou me lançar aqui da lembrança de um de um conhecido meu que nós frequentávamos uma instituição e ele era uma pessoa assim quieta, né? é aquele que tava sempre disposto a fazer as coisas, consertar as coisas, eh auxiliar quando a gente precisava carregar, montar e era uma pessoa muito, muito tranquila. E eu convivi com ele ali, talvez dois anos, três, e eu não me apercebi, né, de que ele tava sempre disposto. E um dia eu conversando com um amigo meu, colega nosso, eu disse assim: "Olha, fulano de tal é assim tão tão recluso, né, tão interessante?" Ele falou assim: "É aqui". Falei: "Como assim aqui? Você sabe o que ele faz todos os dias? Não, não faça ideia. Você vai se surpreender há mais de 10 anos. E ele devia ter em torno aí de uns 55 anos. Há mais de 10 anos ele levanta todos os dias, todos os dias, sábado, domingo, feriado, dia santo, às 3 horas da manhã, vai pro hospital de base auxiliar. a dar banho nos doentes. Aquilo me desmotou. Eu vi a mim o que que eu tava fazendo? Fazendo uma crítica velada de um amigo, de um colega. E qual era a atitude dele? Humildade. Nunca falou nada. Nada. Aí eu passei a admirá-lo e pasmo. Tive inveja, tive mesmo. E aí me deu a oportunidade de despertar. Então quando a gente faz esse tipo de ação, é algo incrível. por exemplo, eh, visitar
ou nada. Nada. Aí eu passei a admirá-lo e pasmo. Tive inveja, tive mesmo. E aí me deu a oportunidade de despertar. Então quando a gente faz esse tipo de ação, é algo incrível. por exemplo, eh, visitar abrigo de idosos. É incrível quantos idosos passam anos sem ver alguém da família sozinhos. principalmente esses abrigos aonde as pessoas que não têm condições financeiras são abrigados, sozinhos. E quando a gente se dispõe a sentar ao lado deles e conversar, há um ânimo nessas pessoas que começa a contar a sua vida. Quantos casos interessantes, quanta tristeza. E ali então nós somos um agente para que ele se sinta valorizado. E é incrível quando a gente sai dali, a gente sai andando nas nuvens. E o que eu fiz? simplesmente ouvir. Você nem precisa falar nada. Começa um bate-papo ali. Bom dia, tudo bem? Como é que você tá? E aí eles começam e quanto sentarem ao lado, eles vão contar a história deles, mas vão se sentir felizes. Por quê? Porque alguém se lembrou que eles existem. E crianças, crianças é incrível visitar um orfanato. Pessoas têm medo, sabiam? Pessoas têm medo. Medo de quê? é uma grande oportunidade de dar carinho. Eu me lembro, vou contar um caso aqui, eh, eu dando aula numa das turmas aqui da comunhão e pelo menos eh uma vez eu levava essa turma para visitar o nosso lar, né, que é aqui no núcleo Bandeirante. E o nosso lar. Ele abrigava assim muitas crianças. Hoje, eu até confesso, eh, eu sei que lá tá um pouco diferente, mas existia um número enorme de crianças lá. E convidei a turma, disse: "Olha, aliás, a comunhão tinha um um projeto que era assim: "Pelo menos eh uma vez no semestre aquela turma tinha que visitar lá o nosso lar e nós fomos lá. E tinha um casal que foi conosco. E quando nós chegamos lá, foi muito interessante porque eu saí, fui fazer outra coisa, quando eu voltei, o casal tava ali chorando com a criança no colo. Eu digo, gente, será que eu trouxe felicidade ou infelicidade? Por que que eles estão chorando? E aí eu fui e perguntei para eles:
a, quando eu voltei, o casal tava ali chorando com a criança no colo. Eu digo, gente, será que eu trouxe felicidade ou infelicidade? Por que que eles estão chorando? E aí eu fui e perguntei para eles: "Olha, que que tá acontecendo?" E aí a a aquela moça, né, era jovem, em lágrimas disse: "Sabe, eu vou te contar uma coisa. Durante uma semana eu tô sonhando com uma criança que vem me dá os braços e eu abraço. Eu não posso ter filhos. Por isso ele tem, ele tem muito em vir até aqui. E quando eu chego aqui, quem que eu encontro? Essa criança do sonhos com os braços abertos é a própria. E aí foi uma choradeira completa. Vejam, vejam o que a espiritualidade nos proporciona. Uma visita é programada para visitar um abrigo de crianças órfãos. E chega lá, a mãe encontra seu filho, sua filha era uma menina. Assim como temos outros exemplos eh de uma senhora, eu já contei até aqui isso aqui, mas eu acho que cabe bem aqui falar sobre caridade, né? Que nós visitávamos o abrigo dos excepcionais na Ceilândia. Eu não sei se ainda tem esse nome. E olha, era algo assim muito comovente, porque ali eram abrigadas crianças e jovens que eram encontrados nas ruas. Pasmem. É verdade. Famílias largavam crianças com problemas mentais nas ruas e eles eram abrigados ali. Eu acho que até hoje existe, eu faz um bom tempo que eu não tenho contato com eles e necessitavam de tudo, né? de tudo. E então eu comecei a conversar com as pessoas que eu conhecia para auxiliar, porque um dia eu conversando com o dirigente, eu perguntei assim: "Olha, eh, eu sei que a gente traz aqui alimento, traz não sei que e tal, mas o que que você precisa mesmo? Que que você precisa aqui? O que que é que te falta aqui?" Ele virou para mim e disse assim: "A coisa mais simples do mundo, o quê? Dinheiro." Digo, "Por quê?" Porque as pessoas não dão dinheiro. As pessoas sempre acham que esses abrigos são lugar para pessoa ganhar dinheiro e viver viver bem e não dão dinheiro. E eu tenho conta para pagar. Eu tenho água, luz, telefone, né? Na época tinha esse
As pessoas sempre acham que esses abrigos são lugar para pessoa ganhar dinheiro e viver viver bem e não dão dinheiro. E eu tenho conta para pagar. Eu tenho água, luz, telefone, né? Na época tinha esse telefone fixo. Eh eh o o celular tava começando a iniciar em Brasília. Isso tem um bom tempo. E por exemplo, eu tô com a telha aqui quebrada, aqueles calhetões, né? que é um uma telha imensa, não tenho dinheiro para consertar. Eu digo, rapaz, é mesmo? Pensei nisso. E aí, conversando com os meus amigos, pessoas conhecidas, eu fui até a casa de um casal e falei sobre isso. E a senhora se sensibilizou e disse assim: "Quanto que vocês precisam?" Falei: "Olha, quanto puder, quanto lhe for possível, né?" Eh, não tem nada lá. As pessoas dão muito eh roupa eh alimento, mas, por exemplo, eh produto de limpeza, quem é que leva produto de limpeza? Dificilmente alguém leva, né? Eh, dinheiro para pagar conta não leva e tal. Eu falando, ela disse assim: "Mas tão quanto vocês precisam?" Eu digo, "Não sei, quanto você puder. Você quer contribuir?" "Quero." "Ah, então tá bom". Naquele tempo a gente estudiava cheque. Aí fez um cheque e me entregou. Eu me lembro até hoje do valor. Eu não lembro se não se já era real ou não. Eu sei que era 5.000. Era uma grana. É como hoje 5.000. Eu falei: "Você tem certeza que você assinou certo?" Falei: "Não tenho. É isso mesmo." Falei: "Então vamos fazer diferente. Ao invés de eu levar isso daqui lá, nós vamos visitar daqui 15 dias lá. Vão comigo. Vamos lá. você entrega para ele? Ela disse: "Não, não vou não." Mas por quê? Não, não, não, não. Eh, eu, eu tenho receio, eu não, eu não sei e tal. Eu digo, mas não tem problema nenhum. São crianças e e jovens com problemas, com dificuldades mentais e tal. Muitos ficam até eh, na cama e outros vêm, nos abraçam. Não, não, não. Quanto você preciser, você vem aqui, eu te dou, mas eu não vou lá. OK, né? É a maneira dessa pessoa fazer uma caridade. Eu não sei o motivo. Ela nunca me contou porque ela tinha dificuldade de ir.
ão. Quanto você preciser, você vem aqui, eu te dou, mas eu não vou lá. OK, né? É a maneira dessa pessoa fazer uma caridade. Eu não sei o motivo. Ela nunca me contou porque ela tinha dificuldade de ir. Mas isso é uma realidade. Nós temos dificuldades de praticar a caridade. Temos. E por que que nós temos? Será que se nós tivéssemos hoje, hoje com Jesus Cristo aqui, o que que nós iríamos fazer? O que que nós iríamos falar para ele? Aliás, nós temos uma vertente muito interessante, né? Nós seres humanos, o que que nós pediríamos a ele? Porque a gente pede tudo, né? Qual seria a nossa atitude diante de um indivíduo que só fez a caridade e trouxe esperança de dias melhores? Aí nós aliamos a fé, né? E no espiritismo, a fé e a caridade são inseparáveis. Pilar básico, não é? Sendo a luz que guia a caridade e a caridade sendo o canal que manifestam as bênçãos da fé. Através do quê? Olha só, coisas simples que a gente às vezes não pensa. Benevolência. Ter benevolência, indulgência e perdão para com todos. Ó a palavra, todos, inclusive os que não se afinam conosco. Ora, ora, ora. Como é que a gente perdoa? Como é que a gente eh deseja o bem aqueles que muitas vezes nos fazem o mal? Aí a gente tem uma parametrização da nossa evolução, porque Jesus disse: "A caridade e o perdão são incondicionais e ele praticava, né, o maior exemplo, né, que é citado em todos os livros É quando ele crucificado pediu para que o pai perdoassem aqueles indivíduos porque não sabiam o que estavam fazendo. Nem me coloco no lugar de Jesus para fazer essa comparação. Seria impossível. Seria assim uma espécie de eh imbecilidade minha. Tô tão distante. Mas aí o que é benevolência? A caridade começa com a benevolência, a boa vontade para com todos sem exceção. Olha que coisa difícil. Como é que eu vou conviver com uma pessoa? Como é que eu vou ter benevolência, caridade para uma pessoa? Você bem errado que não gosta de mim. Ora, para que veio o exemplo de Jesus? É. E a indulgência e o perdão envolve compreensão,
ma pessoa? Como é que eu vou ter benevolência, caridade para uma pessoa? Você bem errado que não gosta de mim. Ora, para que veio o exemplo de Jesus? É. E a indulgência e o perdão envolve compreensão, as imperfeições alheias, né? Isso a gente tem até na família, mesmo quando sentimos antipatia de alguém. É isso o que a doutrina prega pra gente parar pensar. Ora, eu tô lendo os livros, eu tô vendo palestras, eu tô me esmerando, mas será que eu tô fazendo isso de verdade aqui no coração? E olha, a gente precisa fazer sacrifício. E sabe qual é um dos sacrifícios que nós precisamos fazer? Que é extremamente difícil nós conseguirmos sacrificar o egoísmo nosso. Aliás, a gente até diz assim: "Haga da humanidade", né? o egoísmo. E se nós conseguirmos chegarmos lá, modificarmos os nossos comportamentos com relação a tudo que nós fazemos, sempre com o nosso norte, a nossa a nossa búscola, a nossa estrela que nos guia, é o amor incondicional. Se alcançarmos, ótimo, conseguimos. Mas se eu não alcancei, eu falhei, dei meus primeiros passos, estou a caminho. Isso é que é importante. Estamos hoje falando sobre o nosso mestre Jesus, que nos trouxe o exemplo de como vivermos para sermos uma sociedade feliz. Mas a gente sai daqui e esquece. E aí nós temos um conjunto de coisas que nós precisamos fazer para que nós sejamos as pessoas que alcançam o aperfeiçoamento moral. Aí nós falamos da moralidade do Cristo, o nosso aperfeiçoamento moral. Como nós estamos sofrendo por falta de moralidade. Nós, que eu digo, não só no Brasil, olhe que estão acontecendo aí os noticiários ao redor do mundo. Precisamos fazer reflexões e não nos preocuparmos em querermos nós mudarmos o mundo. Primeiro, nós precisamos mudar o nosso interior, o nosso comportamento para sermos um exemplo como tantos avatares que já passaram por aqui e deixaram seus exemplos gravados indeléveis. E a felicidade vem é a partir desses momentos em que nós descobrimos que conseguimos superar determinadas dificuldades como essa de eliminarmos o egoísmo.
e deixaram seus exemplos gravados indeléveis. E a felicidade vem é a partir desses momentos em que nós descobrimos que conseguimos superar determinadas dificuldades como essa de eliminarmos o egoísmo. E então eu deixo para o final, porque infelizmente, né, temos tempo. E eu quero encerrar com uma citação do Chico Xavier, um desses avatares que eu falei, que deixou o exemplo de vida, que ali ele era o exemplo do Cristo. O que ele pediu para nós fazermos, ele fez. Então, prova que em vida nós podemos seguir os mandamentos de Jesus. E o Chico Xavier define a caridade como um exercício espiritual que move as forças da alma. Um canal que espalha as bênçãos da fé e que enriquece o caminho da vida. É isso. Tenhamos fé que nós vamos nos modificar e pratiquemos a caridade sempre que pudermos. Muito obrigado. >> Muito obrigado ao Tito pelas reflexões desta manhã, né? corado bastante na caridade. Agradecer tanto todo também todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes, os que nos acompanham pela internet, saudando Vânia, Rosana, Pedro, Dailana, Albertina de São Paulo, tantos outros aqui que estão comentando no chat. Sintam-se todos abençoados. Não esqueçam de curtir o vídeo, se ainda não segue, seguir o canal da comunhão, ativar as notificações, né, pra gente vocês também eh receberem, né, os avisos das próximas palestras e e programas da Comão Espírita de Brasília. Eh, avisar que o mês que vem, mas mês que vem já tá na na porta, né? Nós teremos a nona mostra de arte e cultura, né, espírita da família Comunhão. Acontecerá nos dias 5, 6 e 7 de setembro, né? Na sexta-feira vai ser à noite. Sábado começa às 10 da manhã e domingo meio-dia vão ter várias exposições, apresentações no eh manifestações artísticas, né? E também tá incluído a questão da gastronomia, né? Todo evento espírita tem bastante comida boa, né? Então se não tiver comida, não é evento espírita. Então é uma forma da gente também tá se unindo, né? Eh, por meio da gastronomia. Então, sábado, domingo vai ter almoço,
a tem bastante comida boa, né? Então se não tiver comida, não é evento espírita. Então é uma forma da gente também tá se unindo, né? Eh, por meio da gastronomia. Então, sábado, domingo vai ter almoço, inclusive nessa amostra de arte. Então, ficam todos aqui convidados, inclusive os que nos acompanham pela internet. Então, volto a agradecer a presença de todos que estão aqui, presencialmente ou virtualmente, em especial nosso irmão Tito pela condução das reflexões desta manhã. E o mais importante, agradecer a Deus, nosso pai por esta oportunidade que aqui se faz presente, a toda a espiritualidade que nos acompanha, que está nos organizando nossas energias neste exato momento, nos preparando para o momento do passe. possamos sair daqui fortalecidos e saímos melhores do que aqui chegamos. Que a gente possa ter uma terça-feira abençoada, renovado em esperança e pensando no nosso dia a dia, como podemos executar a prática da caridade. A caridade além da matéria, a caridade nas emoções e nos sentimentos. Que todos possamos ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que
samos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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