FATALIDADE - Abílio Alves [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Boa tarde a todos. É um prazer estarmos aqui novamente nessa sala, nesse espaço virtual, mas que a tecnologia nos proporciona nos aproximar, né, para podermos conversar, tirar algumas reflexões de questões a serem aplicadas. em nossas vidas para alcançarmos uma harmonização, principalmente nós que estamos nos preparando para receber logo após o serviço de passe, receber essas energias salutares. Então, que a gente possa nesse momento em prece agradecer ao nosso pai criador que tudo criou nesse mundo para nós, a nosso Jesus, querido irmão maior, que se aproxima junto com todos os trabalhadores desta casa, desta seara de luz e que busca vir até nós e ajudar-nos, não fazendo o que nós temos que fazer, mas trazendo a nós os equilíbrios necessários, a harmonização que precisa precisamos para tomar as nossas decisões, assumir as nossas posições, podemos sermos forte na medida das nossas possibilidades, do nosso adiantamento moral, mas que seja tudo em busca de melhor nos harmonizarmos, de fazermos a reforma íntima, de encontrarmos melhores caminhos e de estarmos a cada dia melhores, porque só estando melhores, poderemos fazer parte da construção também de um mundo melhor. Que possamos acreditar e confiar sempre que a equipe espiritual sempre estará junto conosco, nos ajudando sempre que assim permitimos. Fique conosco agora e sempre. Nos oriente, nos dê a luz necessária para continuarmos nossa jornada da melhor forma que possamos. Fique conosco. Graças a Deus e graças a Jesus. Bom, nesse momento de estudos, né, nós estamos neste livro também do espírito Ramed. É a primeira vez que eu venho falar desse segundo livro, né, que é o livro A Busca do Melhor. E é justamente isso que a gente busca cada dia. Todos nós temos certeza que a gente quer buscar o melhor, fazer o melhor, né? E a mensagem que é a número 13, para aqueles que são supersticiosos, afastem a superstição. Se número 13, nada a ver. Apenas aqui também fala da fatalidade e eu vou ler e depois a gente conversa um
é? E a mensagem que é a número 13, para aqueles que são supersticiosos, afastem a superstição. Se número 13, nada a ver. Apenas aqui também fala da fatalidade e eu vou ler e depois a gente conversa um pouquinho, tá bom? Ramed sempre começa com textos bíblicos, mensagens, né? E aqui nesse livro também não é diferente. Então ele começa assim: fatalidade, sem nenhuma dúvida, há leis naturais imutáveis que Deus não pode derrogar segundo o capricho de cada um. Mas daí acreditar que todas as circunstâncias da vida estão sujeitas à fatalidade, aí já vai uma distância muito grande. Eh, isso tá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 27, no item 6, fatalidade. E aí ele começa fazendo logo uma retirada de dicionário, né, uma explicação do tema. Fatalidade ou atitude moral ou intelectual que sugerem que tudo acontece porque tende a acontecer, sem que nada possa modificar o rumo dos acontecimentos, destino que não se pode evitar. A prova de que a doutrina espírita não é fatalista é que insere em seu corpo doutrinário a ideia do livre arbítrio. Não existe vítimas da fatalidade. Nós é que somos administradores do nosso destino, sendo a causa dos efeitos que ocorrem em nossa existência. A vontade não está submetida às leis impositivas. O comportamento humano está totalmente pré-determinado pelas escolhas que faz a criatura, sem as quais o sentimento de liberdade não passaria de ilusão subjetiva. Muitos vivem atrelados a uma visão religiosa fundamentada em uma implacável condição de destino fatal. As ocorrências da vida não são produto de mero encadeamento de causas e efeitos que vão por si só acoplando-se sem nenhum tipo de interferência externa. É bom sabermos que não existem fatos nem ocorrências existenciais produzidas por uma única ação. Pois embora possamos nos esquecer, essa mesma ação se soma a outras tantas ocorridas na noite dos tempos. A liberdade humana é estritamente condicionada a condições biológicas, psicológicas e sociais, ou seja, as a características genéticas,
esma ação se soma a outras tantas ocorridas na noite dos tempos. A liberdade humana é estritamente condicionada a condições biológicas, psicológicas e sociais, ou seja, as a características genéticas, culturais, emocionais, assim como a tradição religiosa de cada indivíduo e ao determinismo do seu passado carne. Até certo ponto, somos nós que escolhemos esses valores de acordo com o nosso nível evolutivo. No entanto, precisamos igualmente perceber que de tempos em tempos somos levados por forças que independem de nossa vontade, cósmicas, ambientais, genéticas, políticas, etc., as quais incontestavelmente não foram o objeto claro de nosso desejo e vontade. Nunca eleja a fatalidade como causa de suas desventuras afetivas, financeiras, sociais e de saúde. Podemos dizer que um gênio ou uma crença pode influenciar ações e atitudes inadequadas que tomamos, mas não decidir imperiosamente o comportamento. Na verdade, não somos conduzido apenas por fatalidade. O ser humano não é um vaçalo importante da genética, da cultura, da ecologia, da educação, da reencarnação, do mundo espiritual, e sim um amálgama de tudo isso reunido em si partes integrantes de um plano plano maior. E aí esse é o texto, né? E aí a gente começa a refletir sobre essa fatalidade. Quando é que a gente usa essa ideia de fatalidade? que aqui um texto já bem diz: "Nós da doutrina espírita não somos eh seguidores dessa fatalidade, até porque aqui, como bem diz, nós somos os construtores do nosso futuro, mas nós estamos sempre agindo sobre isso. Quando nós encarnamos, nós temos um planejamento, né, um planejamento das nossas escolhas. E aí já começa, que também já foi nossas escolhas. Mas o que vai acontecer e como vai acontecer depende muito de como eu me porto, de quanto eu me eu faço eh eu invisto na minha vida, né? Invisto não no sentido financeiro, mas nos meus valores morais, né? Então nós costumamos ouvir de pessoas que não conhecem a doutrina ou que tem assim um entendimento muito superficial, que costumam dizer: "Ah, mas se eu fiz em
nceiro, mas nos meus valores morais, né? Então nós costumamos ouvir de pessoas que não conhecem a doutrina ou que tem assim um entendimento muito superficial, que costumam dizer: "Ah, mas se eu fiz em uma outra vida". Então é a fatalidade, não tem como mudar, né? E não é verdade. O que eu fiz na outra vida, eu venho aqui para corrigir, mas não obrigatoriamente eu tenho que passar exatamente o que eu fiz. Que que eu quero dizer? Se eu, infelizmente numa outra encarnação eu matei algumas pessoas, né, fiz algumas coisas totalmente erradas, eu não preciso viver inteiramente esse erro, mas eu tenho sim o objetivo, até a escolha minha para que eu possa evoluir, que eu possa trabalhar na correção, na reparação desses erros. Então, se eu fiz mal a muitas pessoas, aquelas pessoas vão vir em condições ou pessoas iguais, eh, condições de receber de mim, do meu, do meu esforço, reparações. Então, se eu causei mal, matando algumas pessoas, talvez as pessoas venham sobre o meu cuidado, existe até profissional, eu que fui agente de saúde durante muito tempo, talvez eu tenha ali os cuidados de praticar, né? Então, eu não preciso eh se eu matei uma pessoa, por exemplo, queimada, eu não preciso morrer queimada para reparar, mas eu posso trabalhar num centro de queimados, por exemplo, e me doar ali inteiramente, né, profissionalmente, inclusive, de levar eh, com as minhas técnicas profissionais, inclusive técnicas que eu aprendi durante os meus cursos de formação, de especialização, levaram um alívio a outras pessoas que estejam sofrendo, eh, questões, né, vítimas de acidente entes com agentes que causaram queimaduras. Então isso também é uma forma. Agora a gente vê muitas vezes nós escolhemos a fatalidade para tirar responsabilidades de nós, né? Eh, eu me lembro uma vez que dando aula numa turma de ESD, turmas iniciais de ESDE, tinha um senhor sentado com a sua esposa. E o que é estranho é que a esposa estava matriculada no ES, mas ele não, ele apenas acompanhava, mas ele queria participar de alguma maneira,
niciais de ESDE, tinha um senhor sentado com a sua esposa. E o que é estranho é que a esposa estava matriculada no ES, mas ele não, ele apenas acompanhava, mas ele queria participar de alguma maneira, alguma forma e e ele tentava falar e a esposa falava para ele: "Não, não fale, fique quieto". E eu falei: "Não, deixa ele falar". E numa das falas deles, ele falou assim: "Não, mas isso é o que Deus quer, né?" Então, Deus passou por mim e ele determinou e eu vou ter que sofrer isso, né? E aí ele falava, se não me engano, era de uma doença que eu não me lembro bem a qual e eu falava, mas se não me engano, era cirrose, doença cirrose hepática, muito eh eh ligada aos nossos hábitos, né, de uso de bebidas. Aí eu falava assim: "Ah, então o senhor tá dizendo que a culpa é de Deus, né? o que a pessoa fez antes, a escolha das alimentações, o uso das bebidas alcoólicas, nada tem a ver, né? E aí ele ficava: "Não, mas se Deus não quiser, eu não passaria por isso." Então, quer dizer, é jogar em Deus a culpa dos nossos erros, das nossas págas e o nosso futuro somos nós que estaremos sempre, sempre eh construindo, né? E aí vem aquela fala que é até um chavão, né? Eh, a plantação não é obrigatória, mas a colheita é, né? Então, o que eu planto hoje, o que eu construo hoje, vai determinar o que eu vivo amanhã, né? As pessoas sofrem um acidente de carro e fala: "Ah, isso era uma fatalidade, estava previsto eu sofrer aquele acidente de carro". Aí quando você para para analisar, fala: "Será que você estava dirigindo de maneira cuidadosa?" Aí as pessoas, não, mas eu tava dirigindo igual a lei diz ou a lei determina. Mas será que ela da maneira mais segura? Será que o meu carro passou pelas revisões necessárias? Será que eu tive o cuidado de escolher a hora que eu poderia passar e eu escolher, por exemplo, uma estrada melhor, melhor eh eh como é que eu faço? Melhor tratada pelo governo, né? Não colocando o ping governo, nada disso, mas o que esteja pedageada, talvez pagar um pedágio, mas
r, por exemplo, uma estrada melhor, melhor eh eh como é que eu faço? Melhor tratada pelo governo, né? Não colocando o ping governo, nada disso, mas o que esteja pedageada, talvez pagar um pedágio, mas elas t uma melhor está de conservação. A hora que eu escolhi para começar a viagem era perem pitório que fosse aquela hora de maior trânsito, eu poderia ter feito uma escolha melhor, não é? Tudo isso faz parte do nosso planejamento. Então não é a fatalidade. Se eu pudesse escolher e eu escolhi uma um horário fazer uma melhor revisão no meu carro num dia que tivesse eh eh um clima melhor, né, que não tivesse, por exemplo, chuvas, ventos, qualquer coisa que dificultasse, tornasse a viagem um pouco mais difícil, eu não estaria contribuindo para que eu talvez tivesse mais chance dessa minha viagem ser melhor. Então, não é só fatalidade, é tudo aquilo que eu construo. E aí está o nosso livre arbítrio. Mesmo daquelas tendências que eu tenho de espírito imortal, aquelas tendências que eu trago negativas, quando eu venho para cá, não tenho eu o meu livre arbítrio de combater esses meus vícios, de combater essas minhas más tendências? ou posso escolher a fala da pessoa cômoda e falar: "Ah, eu sou, é sempre assim, eu sou sempre assim". Não é? e as fatalidades. Por exemplo, quando eu me lanço num desafio de passar numa prova, num concurso e eu estudo, faço e não passo, aí eu falo: "Ah, é porque não deveria ser assim, mas e a pessoa diferente que eu me tornei por eu ter estudado, por eu ter me dedicado à aquilo, tudo aquilo que me veio, mesmo que eu não tenha conseguido aquilo, né, que eu teoricamente eh achava que era o melhor, teoricamente ente, porque a nossa visão ainda é muito curta, né? A nossa visão é muito limitada. Então, eh, mas o ensinamento, tudo aquilo que me fez uma pessoa melhor, me fez uma pessoa com uma bagagem maior, que com certeza eu poderei aplicar na minha condução, na minha vida todos os dias e fazer o bem. Às vezes a gente vê pessoas que eh se aproximam do processo da doença porque
soa com uma bagagem maior, que com certeza eu poderei aplicar na minha condução, na minha vida todos os dias e fazer o bem. Às vezes a gente vê pessoas que eh se aproximam do processo da doença porque querem passar em concursos e às fazem, desfazem, eh, desrespeitam regras nossas corporais de descanso, porque elas querem passar e depois muitas das vezes conseguem passar e aí quando passam descobre que não era nada aquilo, que aquilo não era bom, né? E aí a gente fica preocupado assim com que que o que é que eu quero, né? Respeitar os meus limites faz parte. Eh, a vontade não está submetida. O comportamento diz ele, né? Comportamento humano está totalmente prédeterminado pelas escolhas, pelas minhas escolhas. Às vezes a gente vê, faz alguns sacrifícios grandes que vem nos cobrar depois. E às vezes a gente ainda fica pensando, ah, porque na encarnação passada eu tinha que passar. Às vezes não foi nem na encarnação passada, meu irmão. Às vezes foram as escolhas que eu fiz nesta mesma encarnação, os sacrifícios que eu optei por passar, que talvez eu deveria ter sado melhor, né? Eh, é bom sabermos que não existe fatos nem ocorrências existenciais produzidas por humanção. É verdade, né? eh é uma somatória de coisas, de momentos são somatórias desde o meu planejamento reencarnatório e também de como eu vim agindo aqui, né? Tudo isso se soma. Então, sobre planejamento reencarnatório, eu fiz e eu escolhi algumas vim com algumas questões a resolver, não está totalmente ali resolvido, né? Ah, eu vou passar por isso, mas e a forma que eu vou passar é muito importante, né? Às vezes eu venho com uma debilidade no meu corpo, mas essa debilidade, dependendo da minha do meu contexto, de que é das minhas escolhas, eu passarei sim, mas eu não passarei com o sofrimento ou com aquela dor atroza, porque eu tratei isso, né? E aí eu eu me lembro sempre quando a gente fala dessas fatalidades, fala de passar por dores, eu sempre me lembro do do exemplo de Jerônimo, né? Gerôn Mendonça, conhecido
a, porque eu tratei isso, né? E aí eu eu me lembro sempre quando a gente fala dessas fatalidades, fala de passar por dores, eu sempre me lembro do do exemplo de Jerônimo, né? Gerôn Mendonça, conhecido como gigante deitado, que foi acometido por uma doença logo no início da sua juventude e acabou com muitos seus sonhos. Ele sonhava em ser jogador de futebol, mas a doença o paralisou, tornou tetraplégico e depois por algumas questões médicas e ele se tornou cego. E mesmo assim ele continuava dando conselhos, fazendo o evangelho, adaptou uma cama por uma Kombi, né, esse esse carro maior e e continuava viajando e dando os seus exemplos, fazendo suas palestras, né? E um dia que leva até a mãe dele falar: "Meu filho, você é o único paralítico aqui da minha de casa, você quem não para em casa, né?" E ele responde pra mãe: "Mãe, na verdade quem é paralítico é meu corpo. Eu continuo sendo o espírito e o espírito não é paralítico, né? Por que que eu falo isso? estava no planejamento dele, essas provas da paralisia, das dificuldades, da da tetrapilia, mas ele viveu totalmente diferente do que talvez nós imaginássemos. Ah, será um pobre coitado. E ele nunca foi, ele nunca se mostrou como esse pobre coitado, inclusive foi um divulgador ativo da doutrina, né? continuou fazendo. Então, quer dizer, não foi o planejamento reencarnatório dele que o jogou na tristeza ou na na imensa dor, mas as suas atitudes, a maneira como ele escolheu passar por isso, deu esse grande exemplo para nós, né? Nunca eleja a fatalidade como causa de suas desventuras afetivas, financeiras, sociais de saúde, né? Não é a fatalidade isso. São as nossas escolhas de como a gente passa por essas questões, de como nós, como atores principais da nossa vida, escolhemos os nossos caminhos. Qual é o caminho que eu vou escolher? Perante à dificuldade financeira, perte à dificuldade da saúde que às vezes pode me faltar. É me entregar? Não é continuar com a fé de que aquilo que eu estou passando é necessário, tenho um
escolher? Perante à dificuldade financeira, perte à dificuldade da saúde que às vezes pode me faltar. É me entregar? Não é continuar com a fé de que aquilo que eu estou passando é necessário, tenho um aprendizado e não precisa ser passado da pior forma possível. Eu sempre terei a condições e aí também a ajuda das religiões, inclusive da doutrina espírita. Mas isso também, quem está no catolicismo, quem está no né, no nos movimentos evangélicos também vão encontrar a religião ajuda nos ajuda muito, né, a nos ver essa força interior e poderos seguir em frente e não nos integrar, que o mais fácil é abraçar a condição de vítima, mas não é isso que nós precisamos. Somos atores, somos construtores da nossa vida, mesmo quando aparentemente estejamos parados, presos nesse corpo de carne, né? Mas nós temos a nossa mente, temos as nossas missões e nós não passamos nada daquilo, como já sabemos, do que não nos é necessário por causa da misericórdia divina e nem também aquilo que nós não damos conta de passar. Então, com isso, meu irmão, a gente é sempre convidado, né, a diante das dificuldades, inclusive nas nossas preces, agradecer por elas, porque elas são lições, né? Não são fatais, não temos que sofrer, não temos que passar, foi Deus. Às vezes a gente arruma até briga com Deus. Na verdade, tudo isso é desculpa para dividir questões que nós deveríamos, não, eu tenho esse processo e vou fazer o máximo para passar por ele. Às vezes conquistando a cura quando não possível dizendo que eu sou capaz de sim, que eu sou mais do que o momento de dura. Eu posso passar porque eu tenho a certeza, tenho a ajuda da espiritualidade, tenho a ajuda dos meus ensinamentos. tem o socorro da prece. Sim, haverá momentos que talvez estejamos mais fracos, mas nesse momento nós também somos ajudados, né? Não entregamos essa palavra fatalidade, dizer: "Não, eu vou eu vou picar sofrendo porque Deus quer assim". há muito, muito tempo atrás ainda era católico, jovem, talvez ainda adolescente antes da juventude, eh numa
essa palavra fatalidade, dizer: "Não, eu vou eu vou picar sofrendo porque Deus quer assim". há muito, muito tempo atrás ainda era católico, jovem, talvez ainda adolescente antes da juventude, eh numa igreja católica que eu frequentava, a gente formou um grupo e nós íamos visitar eh eh em São Paulo isso, né? Aqueles locais bem carentes, né? O pessoal chama lá de favelas, as favelas. E uma uma dessas que nós chegamos tinha um barraco assim, nós, inclusive com os erros assim também, né? Nós vive como Deus quer. Será que Deus realmente quer que eles vivam naquela condição? Ou Deus permite que naquelas condições eles tirem dali força para lutar e para vencer a cada dia, melhorando o pouco que seja, porque cada um segundo as suas obras, não é? E aí eu falava e olha o jovem falando sobre isso, adolescente juventude falando, não, meu irmão, vive como Deus quer. Porque talvez essa frase indique a vocês que vocês devem aceitar viver aqui dessa maneira, sem um saneamento básico, eh eh sem uma condição de de brigar pelos seus filhos terem o estudo, por vocês buscarem melhores trabalhos, melhores salários. Não, não é isso, né? Vocês vivem aqui nessa condição que estão, mas estão sempre convidados a se mover e vão ser ajudados, hoje eu tenho mais certeza disso, a poder mudar essa situação. E mesmo que vocês talvez não saiam desta condição econômica que a gente vê, o espírito dessa pessoa que trabalha está crescendo, ele está evoluindo, porque nós somos muito mais do que esta passagem desta terra. Nós somos muito, muito mais do que condições financeiras, né? Nós estamos amealhando, na verdade, dentro da nossa bagagem que nos acompanha, o nosso crescimento, o nosso investimento em valores morais. Isso sim, talvez tenjamos que passar por uma encarnação em condições mais sofridas, mais duras, mas não é superior, até porque a passagem aqui é o momento. Então a gente não pode pensar na fatalidade, a gente não pode pensar eh se entregar as condições difíceis, né? Nós não podemos ser aquelas crianças
é superior, até porque a passagem aqui é o momento. Então a gente não pode pensar na fatalidade, a gente não pode pensar eh se entregar as condições difíceis, né? Nós não podemos ser aquelas crianças que quando chega na escola e abre o seu livro numa tarefa que é difícil, fala: "Ah, não, essa tarefa vou fechar, não vou me dedicar sobre essa tarefa". As condições difíceis da nossa vida também são isso. Ah, isso aqui é fatalidade. Eu não nasci para aprender isso. Não é verdade. Exige de mim que eu faço os meus esforços. Exige de mim que eu tenho uma maior dedicação. Exige de mim que eu venço aquilo. Quando vencer, eu vou passar pra próxima lição. A escola a gente sabe que a lição vencida vem outra uma lição que é um pouco mais complicada. Por quê? Porque nós já não somos o mesmo aluno iniciante, nós já somos alunos que temos uma certa bagadagem. Então, é o ideal que a gente possa galgar e experimentarmos lições mais difíceis, do que essas lições já estão em condições de nós passarmos adiante. Por isso, meus irmãos, é sempre o convite na nossa harmonização e que o passe que vamos receber daqui a pouco seja essas bioenergias que nos dê condições de fazermos as melhores escolhas. Mas as melhores escolhas não são aquelas que nos dão às vezes os melhores resultados. Sempre temos que lembrar que os aprendizados são os melhores e os aprendizados estão na caminhada. Então, que o passe possa trazer as energias e que nós possamos fazermos nossas escolhas e seguirmos com ela no aprendizado. E se chegarmos ao ponto que entendermos que ali já não é mais para seguirmos, não tem problema. Reiniciemos, porque nós não vamos reiniciar do zero. Reiniciar sem com aprendizado. E esse sempre vai seguir com a gente, com a misericórdia divina, com a sua justiça e com a certeza de que nem nunca, nunca estaremos desamparados, porque é uma promessa, não é, divina que nos s feita. Estaremos com você até os últimos seus dias. Confiemos e sigamos em frente. E que possamos aguardar agora o serviço de paz com esse bom ano no
os, porque é uma promessa, não é, divina que nos s feita. Estaremos com você até os últimos seus dias. Confiemos e sigamos em frente. E que possamos aguardar agora o serviço de paz com esse bom ano no nosso coração e que na certeza que se existe uma fatalidade e essa existe sim, é que nós somos vencedores porque somos filhos do pai criador. Fiquemos agora em paz e continuemos aqui aguardando pelo serviço. que tenhamos a certeza de sermos o que somos realmente vencedores e cocriadores de um mundo melhor. E até uma próxima vez. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for
ntos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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