Família em Pauta - Novembro | Família no Ar

FEBtv Brasil 28/11/2024 (há 1 ano) 1:07:31 332 visualizações

"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 27 de novembro de 2024, abordaremos o tema "Família em Pauta - Novembro". Os conv...

Transcrição

família em Pauta que é um espaço de discussão sobre as principais notícias que foram vinculadas pela mídia durante esse mês de novembro os nossos convidados à noite são como de costume a nossa querida Márcia Leon que é trabalhadora da área da família da em Brasil e que trabalha imensamente e intensamente conosco nas atividades da família no movimento Espírita brasileiro mcia é médica bem casada com o nosso amig o arism também muito bem casado com a Márcia né tendo dois lindos filhos marha nosso abraço seja muito bem-vinda obrigada Marco uma alegria estar aqui com vocês a gente fica muito alegre quando recebe o convite da área Nacional de família até porque é uma parceria já há bom tempo com o departamento de família da AM Brasil E já aproveito Viu Marco para fazer os agradecimentos de todos os nossos nossos amigos que participaram aqui ao longo do ano para podermos contribuir com vocês e aprender bastante também então muito obrigada Mais Uma Vez pelo convite gratidão Márcia o nosso segundo convidado é um irmão de caminhada muito querido que atua conosco no movimento Espírita brasileiro na área da família Eduardo Bertolini é filho é irmão marido pai e um avô coruja que merece uma meta inha aqui no peito né Edu seja bem-vindo meu querido Olá Marco Obrigado aí né pelo pela apresentação é uma alegria também estar com você aqui hoje com a Márcia né com todos para participar desse programa que realmente tem feito muita diferença aí no movimento Espírita nós que trabalhamos na área da família sabemos né Marco como que esses temas TM ajudado aí né os trabal adores né a a se capacitarem inclusive e buscando subsídios aqui para levar os seus públicos no centos espíritas né em seus encontros e É uma honra né estar aqui com você mais uma vez a honra é toda nossa meu irmão mas vamos lá Márcia e Edu que agora já vão est conosco aqui durante o tempo todo Se nós formos ver estamos falando do mês de novembro e das notícias que apareceram no mês mês de novembro Novembro terminou sendo marcado

a e Edu que agora já vão est conosco aqui durante o tempo todo Se nós formos ver estamos falando do mês de novembro e das notícias que apareceram no mês mês de novembro Novembro terminou sendo marcado por muitos feriados e pelas propagandas de black friday né Porque qualquer notícia de televisão de rádio black Fry tá sendo exatamente o o ponto incentivando o tempo todo as pessoas a comprar cada vez mais cada vez mais cada vez mais né se nó formos ver má Edu o consumismo está presente em razão dentre muitos outros motivos né da Necessidade às vezes das pessoas saem participando de um grupo que serem aceitos em outros grupos né então a gente termina comprando uma coisa para poder est se igualando aqueles nossos amigos aquele grupo que a gente gostaria né isso termina fazendo o quê que a gente compre muita coisa que é literalmente supérflua e muitas das vezes essa compra supérflua está ligada a aspecto de ansiedade e diante da ansiedade a gente Verifica o consumo aumentando assim excessivamente né quando a gente vai paraas notícias vamos pegar aqui do Cerasa o Serasa nos coloca que hoje no Brasil nós temos quase 73 milhões de pessoas endividadas vejam só 73 milhões de pessoas e desse número né o a faixa etária mais endividada está entre os 41 e 60 anos de idade que representa mais de 35% na sequência o pessoal de 26 a 40 depois acima de 60 e por último entre 18 e 25 aí a pergunta pra gente tá batendo o papo é por que esse excesso de consumo nas famílias brasileira isso é um sintoma do materialismo crescente em nossa sociedade né macinha comecemos Por você né Vamos ser cavalheiros né Obrigada Marco obrigada realmente quando a gente olha né ao longo do tempo principalmente eh é claro que no início do século passado com a questão do do crescimento do mercado americano por conta de Todas aquelas aqueles dramas que eles tiveram nas guerras né no final do s do da primeira metade do século foi estimulado muito essa questão do consumo né e a gente vê uma escalada exorbitante do ter e o ser tá assim ó

les dramas que eles tiveram nas guerras né no final do s do da primeira metade do século foi estimulado muito essa questão do consumo né e a gente vê uma escalada exorbitante do ter e o ser tá assim ó deixado de ladinho né e a gente vê que na realidade é muito interessante Marco e Edu que a gente vê que na realidade foi feito um estudo eh recente mostrando que todo esse esse processo dos consumos são marcados e iniciados a partir de de alguns artefatos psicológicos né de fuga interpessoal e de fuga interior para que seja suplementado muitas vezes grandes vazios a partir de você tentar colocar na sua vida aquilo que você vai na escalada do consumo adquirindo então quando a gente vê isso por trás dessas propagandas mercadológicas a gente tem um est Tudo sim do perfil do Consumidor o que que aflige as criaturas emocionalmente neste tempo e que estão sendo feitas essas pesquisas para grandes lançamentos próximos ou futuros então a gente vê que o o próprio mercado de consumo ele se baseia no pensar e na emoção dos seus consumidores aquilo que na realidade vai trazer eh satisfações para a pessoa ou para aquele grupo familiar muitas vezes é bombardeado na cabeça da gente através da mídia que colabora muito bem para isso E aí a gente pensa mas por né Se a gente for pensar nesse modelo materialista reducionista que vive a sociedade mundial a gente vai vendo que realmente Kardec tinha razão precisamos combater o materialismo porque nada é mais importante do que o indivíduo nada é mais importante do que a sua consciência do que a suas relações do que os seus sentimentos nada é mais importante do que a sua espiritualidade e quando a gente tá falando em espir espiritualidade nós não estamos falando essencialmente de religião nós estamos falando da ligação da criatura com criador Porém isso ao longo dos séculos foi quebr muitas vezes esse circuito justamente porque ao puxar para baixo desfazer esse princípio espiritual não espiritual que nós entendemos do Espiritismo mas a espiritualidade você prevalece as

s foi quebr muitas vezes esse circuito justamente porque ao puxar para baixo desfazer esse princípio espiritual não espiritual que nós entendemos do Espiritismo mas a espiritualidade você prevalece as atitudes do ser e o ter faz bem para quem é ansioso ter e ter e ter mais e ter mais um pouquinho é tudo de bom porque você satisfaz algo que está te trazendo uma performance interior desorganizada e mantém ela no equilíbrio mas é fugaz é passageiro e isso é tão interessante que a gente sabe que esses circuitos da ansiedade na na tentativa de se apropriar de cada vez mais coisas funciona através de um circuito neuroendócrino fazendo que que o sistema de dopamina adrenalina serotonina eles vão se intercambiando e distorcendo então a visão real da criatura promovendo com que essa ansiedade seja cada vez mais intensa e você precisa consumir para Superar esta sensação de vazio que você tem então quando a gente pensa nessa situação a gente vê que nós precisamos ao longo do tempo ao amadurecer a criatura o seu pensamento ao voltar-se para si saber quem é que não precisa de nem da metade do que você tem isso deixa essa sensação desse circuito desorganizado desses neurotransmissores cerebrais gradativamente equilibrados mas aí a gente pergunta Quem é que tá a fim de fazer isso quem é que tá a fim de querer mudar porque é trabalho o mudar né não e quando há trabalho a gente corre né Principalmente Porque as pessoas não sei a opinião do Eduardo mas as pessoas elas têm dificuldade de se olharem como são então é muito mais fácil voltar o meu olhar para fora do que o meu olhar para dentro e isso a doutrina vem nos trazendo eh um manancial gigantesco de informações que mesmo nós espíritas nos pegamos mais tendo do que sendo e isso é um perigo porque a gente precisa às vezes tá aliviando esse circuito ansioso por ter isso por fazer mais palestras por assistir mais palestras por participar na casa Espírita tenha todos os trabalhos Independente de que Trabalho seja para poder aliviar um

esse circuito ansioso por ter isso por fazer mais palestras por assistir mais palestras por participar na casa Espírita tenha todos os trabalhos Independente de que Trabalho seja para poder aliviar um circuito doloroso que é ansiedade que que você acha Eduardo é interessante né você você iniciou sua fala né trazendo o contexto da indústria né porque quando nós eh analisarmos né esse ambiente eh quando se coloca uma indústria em operação e e eu eu trabalho nesse ramo né eu sei bem como que é isso eh essa indústria ela vai precisar eh buscar a máxima produção possível para diluir os seus custos e aliado a um processo muito bem arquitetado e muito bem desenvolvido do marketing né que coloca e facilmente esses produtos no no na sociedade no mercado então nós nos vemos prisioneiros né deste sistema que muitas vezes é um sistema perverso né é um sistema perverso ah o o o marketing hoje né ele faz você acreditar que você precisa daquilo que você não consegue viver sem aquele objeto Marco coloca uma situação de status social né aonde nó eu tenho que mostrar que eu fui o primeiro a comprar aquele celular é é é fundamental para que eu me destaque naquele meu grupo né ah essa essa ação de de comprar tal objeto mas também Além disso né eu penso que tá atrelado a isso eh e aí mais eh intensamente nos últimos anos 10 15 anos o excesso de tela né Nós estamos vendo hoje né um bombardeio né um bombardeio e como nós hoje transferimos pra tela praticamente a nossa vida né Nós transferimos pros sistemas digitais a nossa vida então nós recebemos aquele bombardeio e isso faz com que nós eh estejamos como preça presas fáceis né do sistema Então são eh empresas que parcelam em dezena de de vezes o produto então eu eu raciocino não eu posso comprar cabe no meu orçamento e isso vem causando né até uma doença né Márcia você que trabalha na área eh sabe muito bem né Nós estamos falando agora né do transtorno de compras compulsivas que para nós na indústria já tem até um Sid né que é um código de que classifica as

cia você que trabalha na área eh sabe muito bem né Nós estamos falando agora né do transtorno de compras compulsivas que para nós na indústria já tem até um Sid né que é um código de que classifica as doenças né já está classificado lá como dor nas costas no braço dor de cabeça qualquer doença esta doença tá classificada lá e hoje nós temos eh eh colegas amigos funcionários eh diagnosticados com essa doença é impressionante como nós estamos sendo presas fáceis de um sistema perverso Mas também você traz essa essa essa questão né do do olhar para dentro né do eu mas eh como é difícil né como dói né eu eu eu me reconhecer o autoconhecimento e já ainda que seja já um início de um ser consciente né já iniciando uma procura interior sobre os seus problemas Quando eu faço isso eu não gosto do que eu vejo eu não gosto daquilo que eu percebo E aí eu volto de novo né para esses sistemas de compensação né e o sistema todo tá armado para te capturar então vejam né é um é um processo assim se se a gente não se conscientizar se nós não buscarmos né um uma consciência e aí A família pode ajudar muito né a família pode ajudar muito nós estávamos recentemente estudando aí a obra da Lúcia Moisés Além para além das Telas digitais né inclusive nesse final de semana tivemos um encontro da família aqui onde esse livro foi tema né aqui na no nosso estado e eh qual foi né o nosso objetivo lá eh todo mundo que entrou lá no encontro Olha você vão ganhar um saquinho um saquinho de pano bonitinho bordadinho e vocês vão deixar o celular aqui dentro né então assim já começou aquela questão né Opa né e agora né Então teve gente já que já foi mandando mensagem Olha vou ficar sem celular porque né aquela questão toda né eh todo mundo fica na ânsia de responder imediatamente qualquer mensagem né mas o que tava por trás do encontro desse momento é most que a família tem outras opções de convivência outras opções de atividade que podem substituir e depois de uma manhã inteira né Eh brincando de jogo de tabuleiro brincando de leitura

se momento é most que a família tem outras opções de convivência outras opções de atividade que podem substituir e depois de uma manhã inteira né Eh brincando de jogo de tabuleiro brincando de leitura eh imagem ação que é né uma brincadeira quer dizer passou tão rápido e ninguém sentiu falta do celular então Eh hoje nós nós temos Então essa questão estrutural né nesse combinado de indústria marketing e sistema né potencializado com as questões das Telas o excesso de tela que já começa Desde da da da criança né a criança já vai se acostumando por por uma imprevidência dos Pais né e eh nós vamos nos afundando como se fôssemos noss afundando cada vez mais nesse processo então nós temos que buscar mesmo né é entender eh essa situação reconhecer a situação e eh buscar meios alternativos né Para terminar essa dependência para acabar com essa dependência sem contar né Márcia eh a obesidade que acompanha essa questão toda quando a gente quando a gente vê a indústria da alimentação da bebida né Nós vamos ver juntamente com esse processo né de de produção em massa a vinda dessa grave doença que é obesidade por né acredito que preciso daquilo que tenho que consumir aquilo então os supermercados né inteligentemente já preparam as gôndulas ali né para você ali eh ter uma compra impulsiva E aí nós precisamos realmente buscar né buscar uma consciência eh e a família né a família fam Tem que ajudar a família tem que ser né esse Esteio para ajudar né este esse ser que entrou nesse circuito né E precisa agora eh se recuperar é vocês falando aqui me veio a o início da minha adolescência com uma leitura de uma revista em quadrinho hoje em dia o pessoal já não fala mais nele que é asix e Obelix né acredito que vocês tenham lido também e um dos dos urdo trata num dos livros do Asterix a questão é uma aula de Economia que é o que tá faltando hoje em dia na família né porque ele mostra lá por exemplo o que é que o Obelix fabricava aquela estátua de pedra grandona não me vem o nome dela agora né E a pergunta é

onomia que é o que tá faltando hoje em dia na família né porque ele mostra lá por exemplo o que é que o Obelix fabricava aquela estátua de pedra grandona não me vem o nome dela agora né E a pergunta é Qual é a necessidade do indivíduo ter uma estátua de Pedra da quera no seu quintal nenhuma né E eles desen envolv no no desenho toda uma situação de tá criando uma necessidade desnecessária nas famílias para que as famílias possam estar comprando aquelas pedras simplesmente por uma necessidade foi criada pela pelas instituições pelo governo e assim por diante e Se nós formos ver exatamente isso que vocês estão colocando eh o mundo o mercado a a visão materiala as ideias de mamom terminam trazendo isso pra gente e aí cabe uma coisa pra gente est trazendo aqui né Marci Edu mamão e César tá nós vamos estar recordando que Jesus nos colocou que da acesso que é de César a gente vive no mundo da matéria vive Precisamos das coisas materiais Lógico que precisamos né Precisamos de uma casa de roupa quem tem condições de um carro né então é uma série de necessidades que a gente tem no nosso cotidiano agora uma coisa é a gente ultrapassar essa necessidade que aí é onde a gente entra no consumismo e na hora que a gente entra nesse consumismo nós não já estamos mais no mundo de César nós estamos começando a servir a mamom né Ou seja é uma diferença que às vezes as pessoas pouco verificam essa fala de Jesus porque as coisas da matéria elas são necessárias para nós agora dentro do necessário quando a gente ultrapassa esse necessário Como é o nosso caso aqui entramos no consumismo a gente já deixa de dar a cés que é de César a gente já começa a servir a mamom né que são as coisas materiais a gente ultrapassa eh do nosso ideal de consumo para tá atendendo o materialismo e aonde tem que est se tendo verificado isso e o Edu trouxe uma coisa interessante onde é que a gente aprende isso na família né o nosso foco aqui é família né mcia é e é isso é e isso é importante Marco e Eduardo que a gente vê isso no

ado isso e o Edu trouxe uma coisa interessante onde é que a gente aprende isso na família né o nosso foco aqui é família né mcia é e é isso é e isso é importante Marco e Eduardo que a gente vê isso no consultório todo dia às vezes uma criança vai deitar lá um ano e 9 meses dois anos você acha que ela quer ficar deitada quietinha pro médico examinar De jeito maneira então ontem eu escute tem a seguinte frase Fulano se você e aí no trê jeito no linguajar da mãe fazendo linguajar da criança com todos os erros silábicos né mas ela quis dizer assim se você ficar quietinho para Doutora examinar primeiro que ela não vai brigar com você Olha só segundo porque você lembra que eu falei para você que se você ficasse quietinho você podia escolher entre esse esse e esse presente então uma criança de 1 ano e no 2 anos e pouquinho ela já nasce e já cresce sabendo que vai ter uma troca com tudo nem presentes com aquilo que ela obedecer Então esse consumismo indireto ele começa aí né na família negociar Hoje em dia a gente não vê os pais falar assim você precisa ficar quietinho Independente de você chorar ou não paraa Doutora Te examinar Eles não falam isso eles colocam a gente como algo que vai dar bronca e coloca a troca né ou seja essa criança vai crescer com essa ideia de que a troca a beneficia e ao fazer a troca a mãe fala eu ainda perguntei Mas a senhora vai dar mesmo ou aí eu entrei na conversa a senhora vai dar mesmo ou a senhora só tá ameaçando não tudo que eu prometo eu faço para ele não desacreditar de mim então vocês veem que dentro da família a coisa vai começando é de pouquinho em pouquinho Quando você vai vendo você essa essa criança tá recebendo o celular da onda a roupa melhor que tem o tênis mais caro por quê Porque é sempre Fonte de Prazer que está se beneficiando os pais ficam no sossego deles né porque trocaram sentimentos por presentes né e não se frustraram por ter que frustrar a criança porque hoje em dia nós temos essa dificuldade viu as os pais se frustram por ter que frustrar a

deles né porque trocaram sentimentos por presentes né e não se frustraram por ter que frustrar a criança porque hoje em dia nós temos essa dificuldade viu as os pais se frustram por ter que frustrar a criança então daí a troca fica muito mais intensa então a gente vê que no ambiente familiar isso é uma coisa comum já há bastante tempo e que está crescendo gradativamente exponencial para as crianças pequenas eh eu lembro de uma situação uma vez Ed Olha só que coisa interessante eh isso já tem um mais de mais de 20 anos quando o celular ainda era uma coisa meio novata né no dia a dia eu tinha uma empregada que trabalhava pra gente o celular dela era infinitamente melhor do que o meu da Cristina e dos meus meninos né Por conta dessa questão de consumo eu virava assim F fulana como é que você faz isso o valor do seu celular é três vezes o seu salário né três vezes eu não comprava um celular na época nem P um texto disso aí e ela fazia aquela prestação de 12 vezes para ter um celular né Por conta dessa questão do consumismo e vou trazer aqui uma pergunta que já temos do Nosso pessoal que tá nos ouvindo né kber põe aí ó da Cris Barros que estratégia poderíamos utilizar para tentarmos ajudar uma família com esse transtorno de consumo excessivo um familiar Marco hã Ah tá um familiar um familiar perdão né ajudar um familiar com esse transtorno de consumo excessivo algum essa vou deixar para Edu você que trabalha no mercado qual uma boa estratégia disso aí é eu eu eu vou eu vou deixar pra Márcia essa porque agora nós já estamos falando né de realmente de Terapias né mas eu eu poderia também né trazer essa questão do acolhimento né da a família ela tem que no primeiro no antes de mais nada né acolher aquele e reconhecer aquele problema e eh muitas vezes nós sabemos a Márcia até chegou a comentar isso né que por trás de tudo isso tá uma carência afetiva muitas vezes perfeito perfeito e e e aí assim né a carência efetiva elas tem que ser resolvida primeiramente dentro da família nós sabemos né que é a

que por trás de tudo isso tá uma carência afetiva muitas vezes perfeito perfeito e e e aí assim né a carência efetiva elas tem que ser resolvida primeiramente dentro da família nós sabemos né que é a família é um Desafio né Marco a gente sabe que o o nós estamos aqui né nessa nesse momento reencarnatório e muitas vezes é um momento pracial e a família a convivência na família é um desafio mas eh precisamos elevar a nossa consciência para essa questão né e assim como eu ajudo um familiar que tem uma doença grave e nós vamos mobilizar tudo os recursos necessários para isso nós vamos também buscar fazer o mesmo Nessas questões basta que nós reconheçamos isso como uma doença e aí que tá o ponto né perfeito é bacana isso que você falou que a Márcia vai estar complementando porque o transtorno de consumo excessivo que já caracteriza um vício tá isso é um sintoma é um sintoma ou seja o que que tá gerando isso né Márcia o que que gera tudo isso Eduardo já deu aí a carência Pois é respondendo a Cris iniciando com o comentário da Luciane Brun que tá bem acima né ela vai dizer assim aos 20 22 nesse caso penso que devemos pensar naquilo que é necessário e aquilo que é apenas o desejo de ter pensar o necessário vez o desejo o transtorno Diferentemente da doença ele tem causas multifatoriais então todo transtorno mental ele vai ter uma causa multifatorial passando pela criatura em si pelo ambiente em que ele está inserido pelo ambiente de trabalho que ele também faz parte mas principalmente com as atitudes repetitivas desse comportamento que vai expressar a viciação como a por exemplo a nomofobia ela é uma dependência do virtual das Telas né que sofre síndrome de abstinência se você tirar bruscamente e proibir bruscamente a a sensação de uso daquele produto daquele celular então por exemplo a pessoa que tem essa viciação do consumo ela o cérebro dela viu Cris funciona como se fosse qualquer dependência Então existe esse circuito neurocerebral dos agentes neurobio químicos que é

r exemplo a pessoa que tem essa viciação do consumo ela o cérebro dela viu Cris funciona como se fosse qualquer dependência Então existe esse circuito neurocerebral dos agentes neurobio químicos que é adrenalina serotonina e dopamina que eles começam a entrar numa hiperfunção e desequilíbrio nas suas quantidades fazendo com que quanto mais para eu me sentir melhor eu preciso consumir isso aí amanhã ou depois para eu me sentir bem eu preciso consumir o x e o y aquilo e vai aumentando a quantidade ao mesmo modo como um alcoolista precisa aumentar a quantidade de bebida para se sentir melhor e isso faz com que essa dependência essas essas desníveis desses neurotransmissores causem na pessoa uma dificuldade de se ausentar da compra excessiva né então isso precisa de muita psic terapia mas precisa também do acompanhamento médico muitas vezes necessita-se de tratamentos né Não só o médico psiquiátrico mas também o médico homeopático que é uma boa opção mas precisa também da psicoterapia porque você tem que desconstruir redes que estão habituadas a tal coisa e isso não se resolve de hoje para amanhã isso às vezes demora 6 meses 1 ano 2 anos e a família que também sofre pelo excesso de consumo porque muitas vezes ela se vê depal perada pelo excesso de consumo também precisa de eh condução ou seja o tratamento ele é multi eh fatorial e precisa a família como se fosse um codependente assim como nas nas drogas n n temos a codependência ela também precisa ser visitada se tem religiosidade no caso Espírita nós temos o passe água Flu ficada irradiação o culto do Evangelho no Lar ou seja o transtorno do consumo passa pelos mesmos fatores de um de um outro transtorno qualquer seja as drogas o álcool etc beleza né bem eh na verdade nós não vamos encerrar esse assunto porque o próximo que eu vou trazer tá muito ligado a essa situação Vejam Só de acordo com o banco central 24 milhões de pessoas físicas estão participando dos jogos de apostas online no Brasil o total apostado a partir do

eu vou trazer tá muito ligado a essa situação Vejam Só de acordo com o banco central 24 milhões de pessoas físicas estão participando dos jogos de apostas online no Brasil o total apostado a partir do momento que foi colocado eh essas apostas online chega a quase R 21 bilhões deais esse mês e aí nós estamos vendo as notícias de Novembro né esse mês o nosso Ministro Luiz fux do Supremo Tribunal Federal determinou que o governo federal adote medidas de proteção especial para evitar que beneficiários do Bolsa Família Vejam Só a situação que a gente já entra num consumo de um vício em aposta né ó para evitar que os beneficiários da Bolsa Família utilizem os recursos do programa para apostar em plataformas de aposta online desconhecida como as bets você liga a televisão é o tempo todo né Então vem apostas online tem pactados severos impactos severos sobre a saúde mental e a estabilidade familiar para vocês terem uma ideia Márcia a Cristina semana passada atendendo uma paciente social né a gente faz uma atendimento social também a moça era faxineira tá e ganha bolsa família na semana anterior ela gastou os 800 da Bolsa Família em apostas bets apostas online Vejam Só R 800 ela tem um salário da diária Mas o que ela ganhou da bolsa família foi todo no no no no nos betes né eu lembro a coisa de uns TRS meses eu vi ã nós estamos falando aqui de 21 bilhões até hoje gastar gastos em bets só de Bolsa Família tinha mais de 3 bilhões 3 bilhões de Bolsa Família desses 21 bilhões Vejam Só a situação que está o nosso país com essa questão né então é estudos mostram que o jogo patológico está diretamente relacionado ao aumento de crise de ansiedade de depressão e em casos mais graves a gente observa até mesmo suicídio Essas patologias são especialmente prevalentes entre pessoas que já enfrentam altos níveis de vulnerabilidade social e econômica como os beneficiários que a gente tá falando dos bolsas famílias né ou seja as duas coisas estão interligadas no nosso assunto anterior que são os Black

os níveis de vulnerabilidade social e econômica como os beneficiários que a gente tá falando dos bolsas famílias né ou seja as duas coisas estão interligadas no nosso assunto anterior que são os Black fridays né o consumismo e agora o vício dos jogos como é que a gente pode tá vendo isso e nesse caso aqui até situação de desajustes familiares econômicos né Por conta dessa questão cima um pouco do que você falou Márcia trazendo agora essa questão aqui dos vícios em jogo é porque na realidade né obedece praticamente o mesmo princípio a pessoa parte do princípio que ela vai mudar a vida dela se ela ganha do nada né vai ser outra pessoa se ela ganhar do nada uma bolada de dinheiro né a gente vê que muitos dessas pessoas que ganharam eh dinheiro em loterias lembra antigamente tinha as loterias você tem até hoje a muito os estudos mostram que grande parte deles voltaram a estar zero por se você não tem um nível de conhecimento de aplicação de rendimento isso precisa ter um conhecimento muito específico você perde tudo né empresta para um empresta para outro gasta com isso gasta com aquilo no final você ficou sem nada né então isso faz parte desse sistema neur neurocerebral do sistema de recompensa imediata por exemplo eh foi feita uma pesquisa com crianças eram seis crianças e o o o mais ou menos há uns 10 anos atrás e essas crianças tinham em torno de 4 a 6 anos foi colocado um pratinho com uma guloseima que cada um gostava muito e coberto né Por Um tipo uma tampa assim que não dava para ver o que que é Quando o colo distribuiu pro seis falou-se o seguinte se você conseguir ficar sem comer o que você vai ver aí na frente por meia hora você vai ganhar três do mesmo produto que você gosta muito e tirou-se os pratos dos seis todos ficaram agitadíssimo porque eles não podiam tocar tinha que esperar meia hora sei que no restante no no final das contas apenas um conseguiu esperar a meia hora e os outros comeram antes da hora isso indica o quê que nós não estamos preparados para lidar com

e esperar meia hora sei que no restante no no final das contas apenas um conseguiu esperar a meia hora e os outros comeram antes da hora isso indica o quê que nós não estamos preparados para lidar com frustração E no caso dessa dependência dos jogos você deposita todas as expectativas que vai dar certo e isso vai fazendo com que você vai reentrant mente estabelecendo o mesmo circuito que nós discutimos anteriormente Então quando você não tem esta essa essa noção daquilo que pode te trazer um bem futuro por outras vias que não seja nada muito apressado né mas a gente quer a coisa na hora é o dobro é o triplo é o quádruplo né então isso faz com que essas jogatinas antigamente era baralo lembra aquelas cartórios que tinha né então assim eh isso faz com que a família perca tudo às vezes o vício no jogo arrasa uma família inteira né Então isso é um adoecimento precisa de tratamento e seguimento Edu assim é é impressionante né assim a o o esquema né Eh criado para realmente eh tirar né tirar dinheiro do povo de de forma abusiva né Eh se você for ver essas betes que que é uma coisa mais recente quando a gente fala de jogos digitais elas são patrocinadoras da maioria das equipes de Futebol gente eh é um é um é um montante considerável patrocinar um time de futebol hoje a gente eh sabe que eh Petrobras indústria do tipo Petrobras né patrocinava um time de futebol hoje são as betes ou seja nem essas grandes empresas mais conseguem espaço para eh para est fazendo o seu Patrocínio isso nos diz que e a arrecadação ela é assim fenomenal ela é grande demais e ninguém eu não conheço ninguém que hoje possa se dizer olha né Eh fiquei milionário eh fiz minha vida financeira no nesse jogo muito pelo contrário mais uma vez aqui né Eh se eu não me engano é ludopatia eh depois a Márcia pode me corrigir né Essa essa doença que eh que vem aumentando a cada dia e eh na empresa que eu trabalho já foram três pessoas que eh vieram pedir a conta para poder pegar as verbas indenizatórias para pagar as dívidas

Essa essa doença que eh que vem aumentando a cada dia e eh na empresa que eu trabalho já foram três pessoas que eh vieram pedir a conta para poder pegar as verbas indenizatórias para pagar as dívidas estamos eh no núcleo Empresarial da cidade fazendo uma campanha forte contra isso trazendo uma consciência de que eh não vale a pena eh só eles ganham com isso né mas como eu falei as betes elas são até recentes eh antes e ainda existem né os jogos de azar em em ambiente digital então jogo de fala é jogo de azar não é jogo de sorte né não não tem não tem é É só azar e o jogo de póker então né que o pessoal passa a madrugada Márcia eles ficam de madrugada jogando aí você não entende porque que aquele funcionário chegou num estado eh perturbado ou né Eh e sem uma noite de sono aí você vai descobrir que é um jogador compulsivo nessas redes nesses grupos de p Então as betes elas perceberam isso E trouxeram o o o o processo popularizado porque com poucos reais ali você consegue participar e junto com isso eh complementa-se todo um esquema de corrupção gente olha que absurdo esse processo esse processo arquitetado assim né e e e tem agora o processo de de corrupção para que determinada aposta ela seja então válida né que aquela pessoa ganhe então envolvendo jogadores dirigentes árbitros do futebol porque tá nesse ambiente então assim é é é assim é é uma é é é uma é uma loucura o que está acontecendo né e e quando eu vejo isso né quando você você comentou deste eh desse tema para mim assim quando a gente fala de consumismo Talvez nós estejamos falando assim da nossa imprevidência atual né trazendo aqui né para umaa falta de consciência enfim né e levando ao ao consumo excessivo quando a gente fala de jogos eu acho que a coisa é muito mais profunda né eu vou eu vou até de André Luiz agora né trazendo a Aquela aquele conceito da casa mental né quando ele quando ele Analisa né a mente daquele daquele espírito e começa a identificar ali né aquilo que é coisas dessa vida mas aquilo que é coisas eh do

a Aquela aquele conceito da casa mental né quando ele quando ele Analisa né a mente daquele daquele espírito e começa a identificar ali né aquilo que é coisas dessa vida mas aquilo que é coisas eh do do seu passado que tá no que ele chama de inconsciente né que e depois Tiago em sua carta vem vem nos trazer sobre a concupiscência né Ou seja aquele fundo viciado que que nós trazemos conosco de vidas passadas e e quando então eu vejo com tanta facilidade a questão dos jogos de novo Tela tá tá fácil tá é é é é rápido é fácil aí a essa exposição que não deveria est acontecendo nessa vida nessa existência para que eu pudesse passar talvez ileso por esse problema ele vem só a agravar então nós temos aí né uma questão muito mais profunda e muito mais perigosa até do que o próprio consumismo e interessante porque teve até uma pergunta aqui da nossa companheira Cris ã trazendo a questão no caso Educacional de crianças e jovens para essa situação Esses dias estava estudando o nosso querido Jung e na hora que a gente atrá até vctor frankel né numa série de coisas a gente vai observar que Quais são as orientações Desde pequeno que a vida não é uma ilusão né o indivíduo que tá numa situação de jogos ele tá na ilusão de ser o ganhador e fica nessa ilusão dele ser o ganhador entre tantos milhões como se fosse a coisa fácil que você trouxe né Eduardo então quando a gente traz isso para dentro da família qual tem que tá sendo o nosso papel enquanto primordialmente pai e mãe meu filho a vida é difícil né se você quer alguma coisa na vida você tem que trabalhar você tem que batalhar não é fácil H então e aquele processo educativo desde pequeno em que a gente tem que tá colocando na cabeça daquele serzinho que Deus nos colocou dentro do Lar que as coisas não vão vir simplesmente né da mesma maneira que a gente tem que est estabelecendo dentro do Lar né Marcia que não existe a fada da roupa lavada né não existe a mágica da comida pronta tudo isso tem alguém que faz tudo isso tem que ter alguém que compre e às vezes

est estabelecendo dentro do Lar né Marcia que não existe a fada da roupa lavada né não existe a mágica da comida pronta tudo isso tem alguém que faz tudo isso tem que ter alguém que compre e às vezes a gente nessas coisas simples não estabelece desde o início da vida desse serzinho dentro de casa não fazendo um trabalho educativo para aquela criança que vai crescer e se a gente não faz isso quais são os abusos que acontecem às vezes junto com os pais né Quais são as visões que esse indivíduo vai ter quando adulto é uma vida de ilusão então é quando se pergunta o que que a gente pode fazer é começar desde pequeno mostrando que para o indivíduo ter as coisas ele precisa se esforçar né não existe essa mágica das coisas que aparecem em ponta não papai hoje tem isso meu filho porque ó trabalho desde e quando eu comecei trabalhar e aí eu é interessante Márcia hoje mesmo atendendo um garoto que tá estudando direito e a gente falando sobre estágio né Ele virou para mim falou assim não mas eu não vou pegar um estágio que paga r$ 100 ó lá como assim não vai pegar um estágio que paga r$ 1200 né é o seu estágio É isso mesmo depois desse estágio de r$ 100 você vai poder estar se capacitando para ganhar 3.000 mais para frente 5.000 Mas ele tem que começar com estágio que paga 600 não é nem 10000 1200 tá bom né então são as diferenças de valores que a gente cria dentro de casa em que o indivíduo parte para mundo ilusório e aí acontece tudo isso né o consumismo são as betes com a ilusão do seu sorteado em vez de estar trabalhando pegando aquele pouquinho do dinheiro que ele tem investindo em coisas melhores sem o consumismo ou seja voltamos novamente à questão da família como a família faz falta nessa hora né Márcia e o trabalho todo tá aí hum exatamente mar é só complementando o que a Cris colocou que o Limiar é muito tênue entre essas três opções que ela colocou é estímulo motivação e risco porque depende de como se é olhado todos esses fatores e como a família encara como normal ou patológico né

o Limiar é muito tênue entre essas três opções que ela colocou é estímulo motivação e risco porque depende de como se é olhado todos esses fatores e como a família encara como normal ou patológico né exatamente né bem o nosso tempo tá chegando ao fim mas deixa eu trazer aqui o nosso último assunto esse mês especificamente na semana passada nós tivemos a comemoração em todo o território nacional do dia da consciência negra dia 20 de novembro no entanto a gente ainda constata que no nosso país a gente termina registrando muitos problemas relacionados à discriminação racial especialmente voltada aos nossos companheiros negros e sabemos que o país tem uma dívida espiritual a ser saludado em função da escravidão que a gente teve aqui nos séculos anteriores né que só Foi extinta no domínio legal no dia 13 de Maio de 88 com a lei Áurea ã os 10 próximos minutinhos vamos estar conversando aqui ó que aspectos a gente destaca em relação ao tema é a atuação da família para eh Minimizar encerrar né diminuir o que a gente poderia est trazendo aí do preconceito racial Edu você como trabalha no meio Empresarial como é que você tem visto isso e o que é que a gente tem feito Como empresa O que que a sociedade precisa tá trabalhando e e trazendo depois isso paraa família né atualmente né Nós estamos imbuídos aí em campanhas de diversidade né respeito à diversidade não só não só a questão racial né mas eh questões né de gênero enfim eh mas sem dúvida nenhuma né que a questão racial ela ela toma um espaço assim mais importante nesse contexto aí né da da da diversidade do respeito hoje nós eh temos uma atenção muito grande a isso e desenvolvemos atualmente né um processo educativo educativo mesmo porque eh o preconceito eh e hoje hoje eu escutei um termo diferente né Eh um racismo Recreativo Olha só um termo que eu escutei hoje racismo Recreativo que é assim né é aquela aquela piadinha né é aqu é aquele comentário ali na na na no no na hora do churrasco ou na hora da brincadeira da escola e eh como isso está tão enra

ei hoje racismo Recreativo que é assim né é aquela aquela piadinha né é aqu é aquele comentário ali na na na no no na hora do churrasco ou na hora da brincadeira da escola e eh como isso está tão enra gado na população né Eh é uma questão é uma questão que também transcende Talvez né Um pouquinho eh essa essa essa existência nossa né porque nós nós temos essa dívida eh com os povos africanos Mas nós somos os mesmos né então nós nós estávamos lá talvez apoiando ou sendo servidos por aquele por por aquele sistema eh e muitas vezes então aquilo vem conosco para mais uma existência né mas eh o que eu vejo muito hoje é uma questão cultural né aonde o preconceito ele é uma endemia começa nos lares começa eh na na família então nós estamos vendo né Eh esse vamos dizer assim esse preconceito esse esse racismo Recreativo nas piadinhas do jantar do domingo né nas nas brincadeiras no trânsito né e isso daí a criança vai ouvindo eu eh eu ouvia isso né Nós somos de uma geração né Marcos acho que a Márcia é um pouquinho mais nova nós somos de uma geração onde a gente ouvia isso na família né ali no na naquela sociedade que nós vivíamos e a gente aprendeu a gente foi eh Então tudo isso eh vai criando né vai criando um um preconceito que depois para você se livrar né se torna mais difícil por isso que agora nós estamos eh debruçados mesmo num processo educativo não é um processo recrimino porque eh a gente precisa entender toda esse essa essa esse contexto né e ao invés de punir nós temos que educar então nós estamos nessa jornada agora na empresa né e e e eu falo pela minha empresa mas também por uma por por uma eh por uma série de empresas ali da nossa região que vem se dedicando a essa questão e nós estamos aqui em Santa Catarina Gente vocês não fazem ideia como essa questão em Santa Catarina Ela é mais grave ela é agravada substancialmente ah a tal modo que eh foi dado notícia hoje mas já é uma coisa da dos dos dos 15 dias anteriores que o governo preocupado com isso então trouxe

Catarina Ela é mais grave ela é agravada substancialmente ah a tal modo que eh foi dado notícia hoje mas já é uma coisa da dos dos dos 15 dias anteriores que o governo preocupado com isso então trouxe agora o Observatório né para cuidar desses temas desses assuntos para iniciar também todo um trabalho né de Educação de conscientização e e tentar eh reduzir e e eliminar de vez né Essa questão do preconceito né aos nossos irmãos da raça negra principalmente né e a gente sabe que Jesus ali reportado por Humberto de Campos né já eh planejava a missina das raças africanas com as raças que ele chamava de as raças Humildes da Europa que seriam os portugueses né E essa miseração iria eh ampliar a nossa capacidade de um comportamento de humildade né E as coisas não andaram conforme né eh e esse planejamento e depois tivemos né aí a as graves consequências né do do do que nós conhecemos hoje sobre a escravidão e nós temos então que encarar de frente isso e trabalhar muito forte também desde a criança na Educação dentro de casa cuidando com as falas cuidando né Eh quando quando às vezes a família Ela não ela não tem essa fala preconceituosa mas o meu vizinho tem e eu desço ali o elevador do prédio e o vizinho vai com alguma Fala preconceituosa o que que eu faço quando né não preciso criar uma encrenca ali né claro mas o que que eu faço com o meu filho né assim que eu me vejo ali né Eh no segundo momento eu tenho que eu tenho que contextualizar aquilo eu não posso ficar quieto Eu Não Posso Me Calar então a gente não pode se calar né até por uma um princípio muito claro né Edu ah o racismo ele é ensinado isso é muito interessante porque se você pega as crianças não existe diferença é criança é o japonesinho com o moreno com o branco com o Albino todo mundo brincando criança não existe essa questão Eu recordo de uma situação Márcia uma vez no meu trabalho eu fui receber um sobrinho que foi pegar um material lá aí quando ele chegou abracei oh abracei beijei ele eu sempre Beijo as

ste essa questão Eu recordo de uma situação Márcia uma vez no meu trabalho eu fui receber um sobrinho que foi pegar um material lá aí quando ele chegou abracei oh abracei beijei ele eu sempre Beijo as pessoas né família então n já o qu tava com 20 e Poucos Anos ah aí depois que ele saiu a minha colega de sala virou assim Marco você tem um sobrinho negro aí eu falei assim hã F você tem um sobrinho negro eu aí eu brinquei com El falei assim negro sabe que eu nunca notei né até para dar uma quebrada Como assim porque isso termina tendo essa questão eh racista sendo ensinada ao longo do tempo né mar como é que é esse processo educativo dentro das famílias Se a gente pudesse imprimir distribuir para cada um primeira parte de obras póstumas liberdade igualdade Fraternidade um capítulo belíssimo de Kardec que vai trabalhar exatamente essas questões dessas indios sincrasia né daquilo que o ser humano se acha em detrimento do outro mas na realidade Isso demonstra eh que ele está falando dele mesmo né Na realidade quando ele aplica a lei da discriminação ele está se sentindo superior isso faz bem pro ego de alguns né né E isso o o que vocês comentaram eh é importante eu não tem muita coisa a acrescentar não mas a criança ela não é discriminatória quem trabalha isso na criança é educação familiar começa com piadinhas historinhas né começa com eh vendo as crianças que estão nas ruas eh com seus pais a maioria deles são da cor são da Pele Negra né a gente vê outras outros países agora que estão aqui no Brasil também muitas vezes nas esquinas pedindo eh assistência né Mas você já discrimina só de falar assim fecha fecha a janela né Às vezes você não tem o que dá mas você fala assim Fecha a janela por é perigoso então a criança Vai vendo e vai copiando modelos né ainda estamos longe da geração nova de Kardec no último capítulo da Gênese onde que a A grande maioria vai olhar para essa situação com tranquilidade sem medo sem se autov valorizar então isso faz parte da educação da família né A Cris colocou

ec no último capítulo da Gênese onde que a A grande maioria vai olhar para essa situação com tranquilidade sem medo sem se autov valorizar então isso faz parte da educação da família né A Cris colocou aqui ó a falta de visão do ser humano falta de amor à vida de respeito à criação divina e sobretudo falta de autoconhecimento em nossa chamada civilização entre aspas na realidade são as imperfeições postas para fora escancaradamente né e isso faz parte da educação da família se pai e mãe não presta atenção nesses valores Os filhos vão aprender que também não se deve prestar atenção porque não tem nada a ver com eles exatamente né então isso é Educacional né é familiar Ou seja meu marido fala uma coisa extremamente importante que todos nós já sabemos não existe nada lá fora é tudo aqui dentro todas as imperfeições estão aqui e o a boca só fala do que o coração tá cheio então quando a gente não providencia essa mudança a gente não melhora a sociedade era só isso mar que eu queria acrescentar o que vocês disseram perfeito né É ou seja voltamos novamente ao ponto inicial família família é na família que a gente a gente aprende os valores que vão estar definindo As Nossas ações quando adulto estivermos e essa fase de valor sendo implantado implementado gravado impresso é na fase da primeira infância Então essa primeira infância que os espíritos nos colocam isso muito claro Kardec na questão 383 do Livro dos Espíritos já deixou isso registrado né a necessidade do Espírito passar pela fase da Infância É porque é um momento na infância que a família vai tá firmando Quais são os valores certos errados o que pode o que não pode o que deve o que não deve e assim por diante Essa é a fase primordial na segunda infância a gente vai estar ratificando aquilo que foi firmado né e na adolescência o ser começa a checar aquilo que ele recebeu nessa vida com os valores que ele traz de vidas anteriores e por isso que às vezes tem todo aqueles conflitos chamados da adolescência né esses conflitos

a o ser começa a checar aquilo que ele recebeu nessa vida com os valores que ele traz de vidas anteriores e por isso que às vezes tem todo aqueles conflitos chamados da adolescência né esses conflitos acontecem no espírito ou seja muito em relação aquilo que ele traz de vidas anteriores com o que ele recebeu dessa vida e por isso a importância primordial a família tem que tá trazendo os valores primordialmente transcendentais espirituais espiritualizados né nada voltado a esse materialismo que não constrói apenas destrói o indivíduo na fase eu nem diria da madureza né mas quando ele fica adulto porque o indivíduo que tem esse tipo de comportamento maduro ele ainda não é isso é que é ele ele cresceu ele adulti mas não amadureceu né E por que que não amadureceu porque os valores ainda não são valores idealizados para Aquela fase da vida né ou seja né consumismo materialismo racismo os vícios que levam a gente né Isso demonstra ainda a imaturidade espiritual meus amigos e assim a gente termina fechando esse ano no nosso família no ar com o Eduardo e a mácia eh validando alguns dos assuntos que foram prontos na mídia desse mês de novembro né um minutinho Edu um minutinho Márcia pra gente poder estar fechando esse nosso momento somente acrescentar tudo isso né esse banquete aqui né que foi um bate-papo tão gostoso né acrescentar a importância do Evangelho no Lar Marco trazendo aí né Essa consciência paraas nossas famílias trazer Jesus para dentro de casa né o evangelho de Jesus é o nosso guia comportamental para que a gente possa né entender né a a mudança que tem que haver em nós primeiro e mudando a família a gente sabe que nós estaremos né A caminho da mudança da sociedade então A fraternidade Universal ela começa em casa e o Evangelho no Lar então ele é sem dúvida nenhuma né um uma ferramenta né Eh poderosíssima que a gente recomenda a todos era isso perfeito mácia só agradecer pela oportunidade de estarmos aqui toda vez que recebemos o convite da área de família a gente fica

ma ferramenta né Eh poderosíssima que a gente recomenda a todos era isso perfeito mácia só agradecer pela oportunidade de estarmos aqui toda vez que recebemos o convite da área de família a gente fica muito feliz Fala Em nome dos meus amigos também do departamento de família Dame Brasil que colaboraram aqui este ano e a gente fecha dizendo que não há ninguém maior na história desse planeta do que o próprio Jesus querer em dar esta esta verdade é falta de conhecimento do próprio Jesus então o Evangelho no Lar ele aclara as consciências na própria família trazendo uma ambiência psíquica trazendo Fraternidade trazendo igualdade liberdade de pensamento mas com muito respeito ao ser humano gratidão pela oportunidade Viu Marco e obrigada pela companhia viu Eduardo bacana e na dúvida né Márcia a gente traz aquela velha frase que esse ano eu gostei muito de trabalhar vou fazer isso se Jesus estivesse no meu lugar o que que ele faria perfeito né ou seja Jesus como nosso modelo como nosso guia das nossas ações idealiza Se Jesus estivesse no meu lugar qual seria a atitude dele ele seria Consumista ele seria racista ele seria materialista nada disso então vamos seguir Jesus meus queridos bom final de ano para todo mundo nos vemos ano que vem fiquem com Deus gratidão Edo gratidão Márcia em paz kber agora é contigo somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas

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