#905 Vamos Orar | 26/08/25
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dentro de nós, né? Ah, isso isso é meio contraditório assim, porque a gente vê a história, né, do cristianismo, ou seja, das das religiões que se criaram a partir do pensamento do Cristo, como elas evoluíram. E a gente vê como Jesus veio à Terra, né, de uma forma tão humilde, tão simples, a maneira como ele trouxe o ensinamento de Deus, né, através de de parábolas, né, de de histórias num contexto ali de cultura de vida cotidiana para as pessoas que viviam naquela época, naquele lugar. Então ele trouxe de uma forma muito simples, nos ensinando a maneira que nós nós devemos buscar a Deus. Ele ele mesmo disse que ele era o caminho, né? Ele era a porta. Ou seja, ninguém vai ao pai senão através dele, né? E os exemplos que ele deram foram muito muito simples, né? De de botar em prática, né? o perdão, enfim, a caridade, a prática do amor ali no dia a dia com as pessoas com ele vivam. E ao longo dos séculos, eh, diversas tradições religiosas foram foram construindo, digamos assim, camadas, né, de de complexidade em cima do que Jesus ensinou, ao ponto de de nós nós hoje, né, enquanto humanidade, termos muito forte essa questão das práticas externas, né, do culto, dos procedimentos, né, e foi justamente o que Jesus veio combater na época, né, no seio daquela tradição, né, judaica ali, né, israelita, ah, onde existia uma série de regras, né, de como se vestir, como preparar o alimento, como se adorar a Deus, como se fazer os negócios. Eram muitas regras, ah, que eram eram consideradas da lei mosaica, né, digamos assim. E Jesus veio trazer uma uma simplicidade e ao longo do tempo a gente veio criando de novo uma complexidade em cima disso. E o texto nos fala disso, né, que a gente precisa prestar o culto internamente, ou seja, como se o próprio coração fosse o altar onde a gente vai para encontrar Deus. E Jesus ensinou a maneira, né, como se fazer isso, né? Eh, enfim, para que a gente possa entrar em contato com Deus, para que a gente possa ir ao altar, né, como ele disse, né? Se
para encontrar Deus. E Jesus ensinou a maneira, né, como se fazer isso, né? Eh, enfim, para que a gente possa entrar em contato com Deus, para que a gente possa ir ao altar, né, como ele disse, né? Se você tem alguma alguma briga, alguma diferença com seu irmão, vai se reconciliar com ele primeiro para depois você ir no altar entregar a sua oferenda, né? Então, é como se a gente precisasse, por exemplo, resolver, né, o nosso egoísmo, ah, enfim, a nossa vaidade, o nosso orgulho, né? para que a gente possa adentrar no adentrar, né, no nosso no nosso templo, digamos assim, né, interno e conversar com Deus. Ao mesmo tempo, ele no texto nos coloca que o lar seria o lugar ideal, seria o templo nobre, né, onde nós podemos exercitar nesse esforço de de adoração e de prática, digamos assim, da religiosidade, porque é ali que a gente vai conviver com as pessoas, que é uma uma versão da sociedade em miniatura, né, aquelas pessoas que com as quais a gente precisa a a parar algumas arestas do passado, digamos assim, né? No espiritismo a gente aprende que a gente passa por diversas encarnações, que nós devemos, como Jesus ensinou, né, amar a todos como as mãos, ou seja, a humanidade inteira, né? Para que a gente chegue a esse ponto de amar a humanidade inteira como irmãos, a gente precisa resolver as questões que nós temos com os nossos desafetos, digamos assim, né? Então, no espiritismo, a gente sabe que as famílias se formam, né, reunindo pessoas, né, afins e que têm compromissos, né, para que possam evoluir, né? Então a gente muitas vezes os inimigos, os desafetos renascem, né, como irmãos, como cônjuges, como pai e filho, para que a gente possa ir aprendendo a amar, né, essas pessoas com as quais a gente tem mais diferença, mais dificuldade de relacionamento, para que depois vencida essa fase, digamos assim, a gente consiga, ah, a gente consiga se relacionar com a sociedade, né, e aí construir uma sociedade igualitária, né, sem tanto tanta injustiça, sem fome, sem sem pessoas à
a essa fase, digamos assim, a gente consiga, ah, a gente consiga se relacionar com a sociedade, né, e aí construir uma sociedade igualitária, né, sem tanto tanta injustiça, sem fome, sem sem pessoas à margem, digamos assim, né, dos dos direitos, né, que todos nós comungamos na sociedade, né, a gente precisa resolver essas questões então ali na família. Então o texto nos traz essa questão, né, que o a religiosidade é uma coisa que a gente tem que construir internamente, né, essa ligação com Deus e todo a prática, né, da, enfim, da paciência, do perdão, do amor incondicional, da renúncia, né, que é o título do do romance que que nós estamos estudando, né, a gente precisa praticar dentro do lar com aquelas pessoas mais próximo, né? Isso, isso muitas pessoas às vezes não compreendem assim, eh em todas as religiões, né? É muito mais fácil a gente ir, por exemplo, no fim de semana pra igreja, pro templo protestante, o budista, espírita, seja lá o que for, e ali praticar a caridade, praticar as ações que a religião nos nos ensina, né? E dentro de casa a gente tem uma dificuldade tremenda, né? Coisas cotidianas, por exemplo, lavar uma louça, barrer uma casa. Muitas vezes a gente tá fazendo isso com uma má vontade ou como se tivesse sendo como se fosse um sacrifício, como tivesse carregando uma cruz, né? E quando a gente lê esse romance, né, que enfim ele é muito profundo em religiosidade, né, a gente vai vendo que se você consegue santificar as os pequenos atos da vida no dia a dia, né, mesmo os mais banais, né, como farrer uma casa, lavar uma louça, quando você põe amor naquilo, você tá prestando um culto, né, ao criador. você tá, você tá construindo, digamos assim, um ambiente melhor, né? E aí você tá agradando a Deus, você está vivendo a sua religiosidade, se você consegue tornar cada ato do cotidiano, né, em uma um ato religioso, né, com boa vontade, sabendo que ali você tá trabalhando também, né, para si ou pros outros, né, mas você tá trabalhando para a obra de Deus, né, para a construção de
ano, né, em uma um ato religioso, né, com boa vontade, sabendo que ali você tá trabalhando também, né, para si ou pros outros, né, mas você tá trabalhando para a obra de Deus, né, para a construção de um lugar melhor. Então a gente tem não só no lar, também na sociedade, né, no local de trabalho, no trânsito, no convívio com os vizinhos, a gente sempre tem oportunidade de estar sendo religioso, de estar praticando bem, né? E o que importa é no dia a dia, né? no dia a dia que a gente que a gente tem essas oportunidades de crescer espiritualmente, a gente fica com a ilusão às vezes de que a vida, né, as oportunidades de uma existência aqui na Terra, eh, o que vai contar são os os sucessos, digamos assim, né? O quanto que você o quanto você atingiu de sucesso social ou sucesso financeiro ou os títulos que você arrecadou. E na verdade para Deus o que importa é como você vivenciou a experiência no caminho. Ou seja, é no dia a dia, é na construção ali diária que você vai você vai mostrando o seu valor, você vai se transformando, construindo um ser humano melhor em você, construindo o reino dos céus no seu coração. E quando quando isso acontecer, né, quando todos nós conseguirmos prestar a Deus um culto no coração, na vivência diária, né, no cotidiano, aí a sociedade vai se transformar, né? Aí a sociedade não, na sociedade não haverá tanta diferença, tanta injustiça, tanta desigualdade. É isso, Mouranha. >> Que lindo, André. Nossa. muitas manifestações aqui, pessoas declarando que não tinham analisado, né, pelo menos essa parte da vida, André, pela questão mais do nosso lar, aonde começa tudo e as manifestações. Um esclarecimento, queridos, que nós tivemos um problema técnico no início e aí não saiu o texto, André, se perdeu ao nosso início. Se o Francisco, eu coloquei o texto no chat, gente, mas se o Francisco puder rapidamente colocá-lo de novo, se alguma pessoa não pegou, tá aqui ele, o texto, gente, segunda parte, capítulo terceiro, na página 263 da nossa versão, da nossa edição. Em todo
s se o Francisco puder rapidamente colocá-lo de novo, se alguma pessoa não pegou, tá aqui ele, o texto, gente, segunda parte, capítulo terceiro, na página 263 da nossa versão, da nossa edição. Em todo caso, a gente colocou aqui no chat, tá bom? E aí, André, só para gente completar e passar a nossa oração. Obrigado, Francisco. Acho que as pessoas tiraram. Eu vou só colocar uma frase que o André disse assim, gente, que ganhei o dia, viu, André? Graças a Deus. Nosso coração é o altar. Que lindo, André. Então, nos preparemos, né, com os nossos caminhares junto dos nossos. Que lindo. Vamos lá. Vamos, vamos orar, vamos elevar os nossos pensamentos ao Criador, agradecer pela bênção de um novo dia, mais uma oportunidade de fazermos boas escolhas. Senhor da vida, pai de amor e bondade, muito obrigado por tudo que temos. Obrigado pela vida, pelo corpo, pela saúde. Obrigado por estarmos mais uma vez encarnado, Senhor, com mais uma oportunidade de construir a nossa felicidade, de reparar os erros, de construir pontes, de construir um mundo melhor, Senhor, colaborando com Cristo nessa transformação. Ilumina-nos, envolve-nos com a tua luz. com o teu amor, com as tuas bênçãos de paz, de harmonia, para que possamos viver em plenitude, para que possamos estar em comunhão contigo a todo instante, Senhor, em cada ação, a mais banal ação do cotidiano, que possamos viver plenamente, amando, em sintonia com o teu pensamento também, Senhor, para que possamos caminhar a passos largos. em tua direção. Agradecidos oramos, dizendo: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia da hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores. Não nos deixeis cair em tentações e livra-nos de todo mal. Que assim seja. Graças a Deus. >> Lindo. Que encontro maravilhoso. André. Obrigado pelas explanações. Chamamos os nossos companheiros da coordenação, irmã Cléia
r em tentações e livra-nos de todo mal. Que assim seja. Graças a Deus. >> Lindo. Que encontro maravilhoso. André. Obrigado pelas explanações. Chamamos os nossos companheiros da coordenação, irmã Cléia Francisco, para as nossas despedidas de hoje. >> Bom dia a todos. Muita paz, muita luz. >> Bom dia. Que Deus proteja a todos. >> Fiquem com Deus, meus irmãos. Um ótimo dia. >> Queridos, um abraço. Desculpe a técnica aí, mas o texto tá no chat. que possamos então viver cada vez mais plenamente na frase do André de hoje. Nosso coração é o altar com os nossos. Deus abençoe.
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