Família, as Dores da Alma e a Justiça Divina: Laços de amor ou correntes de rancor?
O quarto ano do projeto de lives da Área da Família do Conselho Federativo Nacional da FEB apresenta “Família, as Dores da Alma e a Justiça Divina” como ponto de partida para reflexões no Movimento Espírita Nacional. No segundo encontro do ano, o programa convida a palestrante Rose Menezes da Federação Espírita do Amazonas, em um bate-papo com o subtema “Família: laços de amor ou correntes de rancor?”, ao vivo no dia 16 de agosto, às 16h, com transmissão pela FEB Lives. Ao todo, estão progra...
Olá, sejam todos bem-vindos à live da região norte. Sou Socorro Brito da Federação Espírita da Almapá. Faço parte da Comissão Regional Norte, que hoje com muita alegria oferece a vocês a segunda das quatro lives nacionais de 2025 com o tema família, lacios de amor ou correntes de rancor. Queremos agradecer a presença de todos nesta tarde aos amigos de todo o Brasil e também de outros países. Somos tarefeiros da área da família, onde temos os queridos Marco Leite como coordenador nacional da área da família e Eduardo Bertolini como coordenador adjunto e as federativas do norte que compõe a comissão regional norte que são as federações espíritas do Acre, do Amapá, do Amazonas, de Rondônia, de Roraima e do Pará. todos presentes e felizes em receber a todos que nos assistem nessas mídias, nas mídias da FEBNET. Agradecemos o apoio da Federação Espírita Brasileira por meio do Conselho Federativo Nacional, pela área da família e ao apoio técnico da área da comunicação espírita da Federação Espírita Brasileira. Sugerimos que ainda os que não são inscritos que se inscrevam no canal da FEB Live ou no YouTube que acompanhe os assuntos do nosso movimento espírita realizado pela nobre equipe do canal. Então, gente, dando início nesta tarde, eh, nas atividades, vamos ouvir a oração de São Francisco, cantada pela cantora Maira Padrão do Centro Espírita Portal Chico Xavier, da Federação Espírita do Acre. É com vocês. Senhor, fazei instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensas, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a união. Onde houver dúvida, que eu leve a fé. Onde houver que eu leve a verdade. Onde houver desespero que eu leve. esperança. Onde houver tristeza, que eu leve alegria. Onde houver trevas que eu leve a luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado, compreender e ser compreendido. Amar amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, que é morrendo que se vive para vida eterna.
azei que eu procure mais consolar que ser consolado, compreender e ser compreendido. Amar amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, que é morrendo que se vive para vida eterna. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. Compreender e ser compreendido. Amar amado. Pois é dando que se reserva. É perdoando o que se é perdoado. E é morvendo que se vive para a vida eterna. Olá, boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos, né, à nossa live. Bem, mas agora teremos a honra, né, de convidar a expositora desta tarde, nossa querida amiga Rose Menezes, que nos brindará com suas reflexões sobre esse importante nesta tarde, família, plaças de amor, ocorrentes de rancor. Bem, mas informamos que todos os participantes vão poder fazer suas perguntas, as quais serão respondidas pela palestrante logo após a sua exposição. Então, podemos, né, pensar nesse importante tema e fazendo nossos debates. Rose Menezes, seja muito bem-vinda nesta nossa segunda live nacional da área da família do FEB. Bem, a palavra está com você. que os espíritos lhe ilumine, l intua neste momento conosco. Seja bem-vinda. Muito obrigada, Alessandra. Muito obrigada a todos. Agradeço principalmente pelo convite, né? Muito importante esse tema nos dias atuais e aqui estou para humildemente compartilhar o pouco que sabemos, mas o muito que estudamos. Então, vamos começar. Sejamos todos bem-vindos. Podemos iniciar, Alessandra? Tudo certinho? Com certeza. Então, tá bom. Aguardamos você. Eu só peço para o Fred liberar a apresentação para que a gente possa inserir, né? Então, sejam todos bem-vindos, meus amigos, minhas amigas. E neste momento nós pedimos o amparo aos benfeitores espirituais para que nós possamos refletir de coração aberto, né, sobre um tema que realmente toca a todos nós. Porque a família é um núcleo divino que pode se tornar fonte de afeto ou prisão de mágoas e rancores. Todos nós sabemos disso, que a família como esse núcleo de amor e aprendizado, ela pode
todos nós. Porque a família é um núcleo divino que pode se tornar fonte de afeto ou prisão de mágoas e rancores. Todos nós sabemos disso, que a família como esse núcleo de amor e aprendizado, ela pode se entrelaçar ou, infelizmente, se transformar em corrente de rancor. Então, nós traremos à luz a visão espírita e o olhar da psicologia moderna, buscando compreender por certas famílias edificam e outras dóem, tá? Então, nós iniciamos aqui eh fazendo uma pequena introdução sobre laços de amor e correntes de rancor. O que que seria isso? Por que que nós vamos falar sobre esse tema, né? Na família, os termos laços de amor e correntes de rancor, eles são metáforas que descrevem as duas forças opostas que podem moldar as relações familiares. Então, os laços de amor, eles representam as conexões positivas e saudáveis que unem os membros de uma família. Esse é o ideal, né? Porque eles são construídos sobre pilares de confiança, respeito, carinho, empatia e apoio mútuo. Então, esses laços, eles são flexíveis, mas resistentes e permitem que a família enfrente desafios e celebre as vitórias em conjunto. Como é que eles se manifestam, esses laços de amor? pelo apoio incondicional, tanto nos bons quanto nos maus momentos, pelo perdão e a capacidade de superar desentendimentos, pela alegria compartilhada, memórias felizes e celebrações, por um sentimento de pertencimento e segurança, onde cada membro se sente valorizado e por uma comunicação aberta. ta e honesta, né? É um quadro ideal para se conviver. Quantos de nós não gostaríamos de estabelecer no ambiente familiar essas condições que manifestem os nossos laços de amor? Mas estamos todos em aprendizados, somos todos espíritos em evolução. Ninguém nasceu perfeito. Aqui estamos para reparar, né, muitos dos males que cometemos uns contra os outros. E Deus misericordiosamente nos reuniu em família. E é aí que surgem as correntes de rancor, tá? O que que são essas correntes de rancor? Por outro lado, elas são as amarras emocionais negativas
utros. E Deus misericordiosamente nos reuniu em família. E é aí que surgem as correntes de rancor, tá? O que que são essas correntes de rancor? Por outro lado, elas são as amarras emocionais negativas que prendem os membros da família. A mágoas, ressentimentos e conflitos passados. Não precisa nem ser de outra existência. Às vezes, nessa existência mesmo, nós acabamos construindo essas dores, né? Construímos essas dores que muitas vezes nos fazem sofrer. Elas são rígidas, pesadas e impedem o crescimento e a felicidade. Essas correntes muitas vezes pesam durante muitos anos na nossa na nossa convivência, porque elas são forjadas por desentendimentos não resolvidos, palavras duras, traições e falta de perdão. E como é que essas correntes se manifestam? Mágoas antigas que nunca são esquecidas. Existem momentos em que as pessoas se magoaram. E aquilo decorre anos e anos e as pessoas esquecem até o motivo pelo qual magoou um e outro por um ciclo de crítica, culpa e julgamento, que as pessoas chegam a dizer: "Mas isso é comum em família". Não era para ser, mas acontece o distanciamento emocional e falta de comunicação, onde os membros convivem no mesmo ambiente, mas se evitam. às vezes não conseguem olhar um nos olhos do outro, mesmo estando sentados frente à frente numa mesa de refeições. E a sensação de estar preso a um histórico familiar doloroso e a incapacidade de perdoar, o que mantém ferida, a ferida sempre aberta, né? Então, esses são alguns aspectos que estabelecem as correntes de rancor numa família. Então, em essência, enquanto os laços de amor libertam e fortalecem os indivíduos para serem quem eles são, as correntes de rancor elas prendem e enfraquecem, tornando as interações familiares dolorosas e limitantes. A saúde de uma família muitas vezes depende de qual dessas duas forças é a mais forte. Todos nós carregamos lembranças e experiências familiares, algumas doces e acolhedoras e outras marcadas por conflitos e decepções. Aí o espiritismo, ele vem nos esclarecer
duas forças é a mais forte. Todos nós carregamos lembranças e experiências familiares, algumas doces e acolhedoras e outras marcadas por conflitos e decepções. Aí o espiritismo, ele vem nos esclarecer que essas relações elas não são casuais, elas são oportunidades preciosas para o aprendizado do amor e para o reajuste de vínculos passados. E a pergunta que guia a nossa reflexão ou as perguntas, né, que guiam a nossa reflexão são: estamos transformando nossos laços familiares em elos de amor ou permitindo que se tornem correntes de rancor? E outra questão para refletirmos. Quando penso na minha família, quais sentimentos vem primeiro? Gratidão ou mágoa? Por quê? A ideia é que nós, ao final dessa conversa, possamos responder essas questões, possamos realmente olhar frente à frente as situações que nós convivemos, o ambiente em que nós estamos inseridos para verificarmos, né, se nós estamos transformando esses laços em elos de amor ou permitindo que eles se tornem correntes de rancor. Mas vamos falar de algo que tem um efeito muito, um sentimento que infelizmente é comum entre muitos de nós, né? que é a mágoa. A mágoa como corrente de rancor. Segundo o espiritismo, a mágoa é uma falha moral que precisa ser corrigida. Uma falha moral e um aprisionamento emocional. Olha como é forjada, né, esse sentimento. Olha como ele nos acorrenta, tá? A mágoa, ela não é causada pela atitude do outro, como na maioria das vezes nós imaginamos, mas pela maneira como nós reagimos internamente a essa atitude. Não é o que o outro me disse, não é o que o outro me fez que causa a mágoa. É o que eu sinto quando eu recebo essa atitude. E quando nós não perdoamos, nós mantemos viva a ferida emocional, revivendo-a repetidas vezes. Não conseguimos esquecer. Nós dormimos, acordamos, tomamos café da manhã, almoçamos e jantamos, visualizando aquele quadro que feriu o nosso orgulho. Então, guardar mágoa, meus amados, além de provocar consequências, a matéria, como algumas doenças físicas, também gera danos ao espírito.
ntamos, visualizando aquele quadro que feriu o nosso orgulho. Então, guardar mágoa, meus amados, além de provocar consequências, a matéria, como algumas doenças físicas, também gera danos ao espírito. Então, a mágoa ela ela provoca fisicamente estress, gastrite, hipertensão, distúrbios do sono, né? distúrbios do sono, porque às vezes você não consegue dormir. E provoca também danos ao espírito, estagnação evolutiva e possibilidade de obsessão. Então, ó, vejam como é séria essa questão da mágoa. E às vezes a gente a gente sente mágoa por aquele companheiro ou companheira que divide a cama conosco. Imagina você dormindo ao lado de alguém que você que você se sente ferida por essa pessoa. A gente não consegue visualizar o ambiente espiritual que se forma em torno daquele leito, mas muitas dores de cabeça, insônia sucessivas são provocados por esse sentimento que nós acomodamos em nosso coração. Existem indivíduos que não conseguem se libertar dessas amarras na existência atual e acabam carregando esse fardo mesmo após o desencarne. Basta nós lermos essa obra maravilhosa que está fazendo 160 anos, o livro Céu e o Inferno, onde nós vamos ver vários depoimentos de diversas classes de espíritos que eles vêm nos trazer os seus sentimentos, os sentimentos que levaram para o túmulo. Alguns inclusive reencarnam várias vezes acorrentados a outros espíritos. para reparar as emoções que persistem e os efeitos de seus pensamentos e ações. Imagina uma situação dessa, a você reencarnar várias vezes com a finalidade de reparar um sentimento que poderia ter sido resolvido com um simples pedido de perdão ou uma desculpa. Tudo isso, meus amados, é motivo suficiente para que nós queiramos nos livrar das mágoas, não é verdade? Só de pensar que nós podemos perpetuar esse sentimento até uma outra encarnação se torna até cansativo. É, o espírito é muito renite. A mágoa, ela é explicada como um sentimento doloroso provocado por uma quebra de confiança, por uma decepção, ofensa ou indelicadeza.
a encarnação se torna até cansativo. É, o espírito é muito renite. A mágoa, ela é explicada como um sentimento doloroso provocado por uma quebra de confiança, por uma decepção, ofensa ou indelicadeza. Então observem, se alguém fez algo para você, para e pensa que o que que tá sendo magoado, o que que tá sendo machucado, é aquilo que eu preciso lutar contra. geralmente ao nosso orgulho. Geralmente ao nosso orgulho. Como nós falamos no início, na visão espírita, a mágoa ela não pode ser eh uma sensação causada por outra pessoa, porque a mágoa é um estado interno de espírito. Ela é algo que o indivíduo carrega dentro de si devido à atitude negativa ou acidental de alguém no passado que nos lembramos no presente e nos traz os mesmos sentimentos negativos que vieram à tona quando aquele fato aconteceu. Vejam como o nosso espírito que está ainda em evolução consegue eh eh manter sentimentos que não vão lhe vão contribuir com nada no seu melhoramento íntimo. Então nós precisamos perceber na vida que nós não controlamos as atitudes alheias. Cada ser humano possui uma experiência espiritual e na convivência com outras pessoas vai ocorrer naturalmente desavença, discordância, traição. E isso faz parte do mecanismo da nossa evolução. O amadurecimento ele é necessário, ele é urgente para que nós possamos ressignificar as situações que acontecem conosco e superarmos mágoas e ressentimentos. Porque isso é que nos faz afastar uns dos outros. Isso é o que quebra os laços de amor que poderiam ser construídos e nos acorrentam em sofrimento uns com os outros. Então, é fácil de nós termos essa compreensão quando nós usamos um exemplo para comparar. Por exemplo, se você tem um machucado no braço e alguém encosta nele, você vai sentir a dor, não é verdade? Talvez você até até culpe a outra pessoa por tal ato. Ai, você encostou no meu machucado, porque você vai sentir essa dor. Mas é preciso nós lembrarmos de que a dor ela não foi causada pelo toque, mas sim pelo seu machucado. Porque se o
ssoa por tal ato. Ai, você encostou no meu machucado, porque você vai sentir essa dor. Mas é preciso nós lembrarmos de que a dor ela não foi causada pelo toque, mas sim pelo seu machucado. Porque se o machucado não tivesse ali, você não sentiria dor. O contato físico passaria despercebido. É como se o machucado, desse exemplo que estamos trazendo para vocês, representasse a sua bagagem interna. Então, é comum que nós, seres imperfeitos, ainda, depositemos a mágoa no outro numa tentativa de culpar aquele que nos magoou. Assim como ele, nós também somos espíritos em em evolução, mas essa é uma enorme falha moral que nós que nós carregamos, porque essa mágoa ela não vai ser causada, ela não existe no outro, ela existe só dentro de nós. Vocês já notaram que tem pessoas que às vezes dizem coisas, pessoas na nossa casa mesmo, às vezes falam coisas pra gente e seguem a sua vida naturalmente e de repente vem, conversam conosco como se nada tivesse acontecido. E você tá ali todo aconchegado na tua dor, lambendo a tua ferida, todo chateado. E a pessoa até já esqueceu o que ela disse para você. Por isso que a mágua é extremamente prejudicial para o bem-estar, porque ela produz substâncias químicas e hormô hormônios no cérebro que estão ligados ao nosso estress. E diante desse quadro, outras doenças podem aparecer. O evangelho nos lembra que o verdadeiro perdão é aquele que lança um véu sobre o passado. Então, quando alguém te magoar, né, olha para aquela pessoa e observa, porque às vezes é aquilo que ela tem para te oferecer. Nós não podemos exigir do outro aquilo que ele não tem, aquilo que ele não possui. Nós que estamos aqui hoje conversando sobre esse tema, já sabemos como agir. Então tem casais, meus amigos, que convivem às vezes durante muitos anos. Eu posso me colocar nesse meio, né, que eu tenho quase 40 anos de casada, já conheço o suficiente o meu marido, eu sei que às vezes ele fala coisas, ele não quer me magoar, mas é o jeito dele, é a maneira que ele tem de reagir a determinadas situações. Mas
0 anos de casada, já conheço o suficiente o meu marido, eu sei que às vezes ele fala coisas, ele não quer me magoar, mas é o jeito dele, é a maneira que ele tem de reagir a determinadas situações. Mas isso é agora, depois da convivência, depois do amadurecimento, porque antes quem não disse que minha vontade era de me separar, de ir embora, que eu achava que não ia conseguir conviver com aquele temperamento? Que bobagem. Que bobagem. se eu tivesse me levado, deixado me levar pelo impulso, né, e desistido dessa construção maravilhosa que é a nossa vida de relações. E a gente tem que refletir sobre isso, né? Precisamos refletir. Quantas vezes nós temos revisitado uma ofensa, alimentando ela em nossos pensamentos? E quantas vezes nós tentamos realmente lançar um véu sobre ela, esquecer, deixa para lá, vida que segue. Esse é o ideal. O que que tu vai fazer se você não esquecer? Você vai sofrer, você vai adoecer. Então, podemos entender porque que a mágoa é uma das mais importantes, infelizmente, e a mais comum corrente de rancor que existe dentro dos nossos lares. E magoa-se mãe, magoa-se pai, magoa-se filho, filha, irmão, irmã, vó, vô. Nós estamos sempre magoando uns aos outros. Assim como eu me mago aquele que me magoa também precisa pensar. Nós também precisamos ter a troca, ter o diálogo amadurecido, nos aproximarmos das pessoas. Isso é amadurecimento espiritual de de peito aberto, de coração aberto e dizer pra pessoa olho no olho, eu não gostei do que você falou. Vamos conversar ou eu não gostei do que você fez. Vamos trocar uma ideia. É muito diferente do que você engolir em seco, guardar aquela dor dentro de você e adoecer e acabar com a tua oportunidade de entendimento, tá? Então, feito isso, tendo compreendido essa questão, vamos entender a questão dos conflitos familiares e a reencarnação. Então, nós já vimos que uma das causas, né, que nos traz de volta uns para a vida dos outros neste núcleo familiar, nesse ciclo incessante de de evolução, é a reencarnação.
amiliares e a reencarnação. Então, nós já vimos que uma das causas, né, que nos traz de volta uns para a vida dos outros neste núcleo familiar, nesse ciclo incessante de de evolução, é a reencarnação. e devido, né, a a a atitudes que nós precisamos reparar. E para repararmos essas atitudes através da reencarnação, nós precisamos ter nos arrependido do que fizemos. Jesus alertou que muitas vezes, muitas vezes, os inimigos do homem serão os da sua própria casa, tá? Tá lá no livro de Mateus, capítulo 10, versículo 36. E a doutrina espírita, ela explica que desafetos de existências passadas frequentemente renascem na mesma família para reajustes e reconciliação. Em todas as obras espíritas, nós verificamos esse registro. E inclusive o próprio eh André Luiz ou Emanuel foi Emanuel que colocou que a casa, o nosso lar é um laboratório de almas comprometidas. Então essa questão tem que ser examinada sobre dois aspectos, o da família consanguínea e o da própria pessoa, né? No evangelho nos diz que a doutrina espírita ela nos ensina que as pessoas que se desentenderam em outras encarnações estão hoje geralmente congregadas dentro de uma mesma família, buscando o quê? O resgate ou reajuste, né? e a harmonização ou reconciliação, que são indispensáveis para o nosso atendimento. No âmbito familiar, os inimigos ou adversários, eles agem e reagem uns sobre os outros, criando obstáculos à união e ao respeito mútuo. Ainda que disto não se deem conta, às vezes eles não percebem essas disputas, essas competições, essas discussões incessantes que existem dentro do lar. Para as famílias, vermãos se degladiando é natural. Os pais vem isso com naturalidade. Inclusive a própria sociedade já tornou isso algo normal. Irmãos disputam a atenção dos pais, mas por trás desse quadro de disputa existem dois adversários que se reuniram naquele ambiente para buscar justamente o entendimento. Então, por acréscimo de misericórdia divina, os envolvidos nos processos de reajuste espiritual dificilmente recordam os acontecimentos
reuniram naquele ambiente para buscar justamente o entendimento. Então, por acréscimo de misericórdia divina, os envolvidos nos processos de reajuste espiritual dificilmente recordam os acontecimentos do passado que ocorreram em outras existências. Mas as antipatias, os ódios, os ciúmes, as desconfianças são impulsivamente manifestadas a ponto de, na maioria das vezes, ocorrerem separações de casais, perseguições e outros problemas. É comum constatar que, ao contrário, muitos parentes conseguem desenvolver uma convivência harmoniosa com estranhos ao ninho familiar, porque são amigos e benfeitores de outras existências. Então, é por isso que o Evangelho nos traz aquela ideia das famílias espirituais e as famílias carnais, né? São dois tipos de famílias que existem. Porque necessariamente nós temos esses reencontros. Por outro lado, a presença de inimigos que cada um traz, representados pela nossa própria imperfeição, pelas nossas má tendências e outras deficiências que conspiram contra a nossa saúde, muitas vezes deixando que a a manifestação da felicidade integral física física, emocional, espiritual aconteçam na nossa vida. Essas questões acabam imperando no nosso psiquismo e são elementos muito complexos que precisam ser desativados porque eles vão conspirar continuamente contra a nossa paz de espírito, nos atormentando a existência. Ou seja, os inimigos também somos nós conosco mesmos, porque os nossos tormentos íntimos, eles nos fazem sofrer mais do que outros, conforme o nosso estágio evolutivo. Então, Deus permite, né, que numa família venham espíritos numa condição evolutiva mais elevada e outros numa condição evolutiva um pouco mais inferior, que são os fortes puxando os fracos para cima. E a pessoa que é esclarecida sobre as causas dessas inimizades consegue aprender a administrar as desarmonias com humildade e aos poucos percebe que as dificuldades podem ser reduzidas ou eliminadas. E nós estamos aqui para isso. Nós já sabemos hoje, né, que esses conflitos eh familiares que provém das
monias com humildade e aos poucos percebe que as dificuldades podem ser reduzidas ou eliminadas. E nós estamos aqui para isso. Nós já sabemos hoje, né, que esses conflitos eh familiares que provém das nossas reencarnações nos possibilitaram esse reencontro para que nós possamos nos reajustar e nos reconciliar. E nós voltaremos quantas vezes forem necessárias até termos entrado num entendimento. Porque claro, as lembranças inconscientes das desavenças passadas, elas vão influenciar as nossas relações atuais, porque nós somos espíritos imortais. E se nós não conseguimos quitar essas dificuldades, nós retornaremos quantas vezes forem necessárias. E aí a gente se questiona, né, uma questão para nós refletirmos. E vocês podem ir colocando aí no chat as perguntas, as dúvidas e até a resposta para esses desafios que nós estamos trazendo para vocês. Então, será que aquele parente difícil é na verdade um espírito que a vida me devolveu para que eu aprenda a amar e a perdoar? É esse olhar que nós devemos ter para esses irmãos que convivem conosco na nossa família. Irmãos difíceis que geram às vezes desarmonia com a família inteira. Eles são carentes de amor. Na maioria das vezes eles pedem socorro, eles pedem entendimento. Por que que só a mãe tem que se sacrificar em cuidar daquele filho mais difícil? Por que que a família não se une em torno dele? Pensemos nisso. Então, a família ela é realmente é uma escola do coração para todos nós, né? Todos nós que aqui estamos sabemos disso. O próprio próprio André Luiz no livro Missionários da Vida, ele disse que o lar não é somente a morada dos corpos, mas acima de tudo a residência das almas. Então, o lar ele não é apenas a morada física, mas ele é principalmente a residência dos espíritos comprometidos que se constituem na primeira escola do amor. Então, as crises emocionais que nós vivenciamos, as dificuldades que nós temos, fazem parte desse aprendizado. Quando desequilibrados, nós tendemos a enxergar apenas as falhas alheias,
escola do amor. Então, as crises emocionais que nós vivenciamos, as dificuldades que nós temos, fazem parte desse aprendizado. Quando desequilibrados, nós tendemos a enxergar apenas as falhas alheias, mas em harmonia nós conseguimos compreender, perdoar e conviver com otimismo. Por isso que é essencial cultivar diálogo, gratidão, gentileza e autocontrole, como ensinam os espíritos. A família, meus amados, seja qual for a sua configuração, é bênção divina, é o espaço seguro para que nós possamos exercitar respeito, paciência, compaixão e perdão, porque é no lar que nós aprendemos a amar de verdade, tá? Então vamos olhar com mais carinho esses conflitos que nós experimentamos. Mas existe algo que é um desafio para todos nós, né, que é a reforma íntima. Todos nós precisamos processar a reforma, a transformação. A reforma íntima, ela é uma chave para nos libertar do rancor. Eu faço uma pergunta para vocês. Quantos de nós já não chegamos nas nossas casas espíritas devido à dificuldades no relacionamento familiar? A maioria das pessoas que buscam a casa espírita, além das dificuldades consigo mesmo, ainda tem a vida de relações. E a doutrina espírita nos traz essa chave, que é uma chave libertadora, quando ele nos fala que a reforma íntima é o processo do autoconhecimento e transformação moral contínuo e paciente. Todos nós da família precisamos entrar nesse processo, identificar as nossas fragilidades, ressignificarmos fatos eh eh dolorosos, fatos passados e buscarmos agir com mais amor, mais respeito e mais compaixão, cultivando bons hábitos e pensamentos. Isso não significa que que deixaremos de sentir dor ou lembranças ruins, mas gradualmente a mágoa, os conflitos, eles vão perdendo a força. E o perdão deixa de ser apenas uma palavra e se torna uma atitude diária. Porque Jesus colocou para nós: "Perdoarás não sete vezes, mas 70 vezes 7. Nós estamos hoje reunidos num ambiente familiar para aprendermos o perdão, para praticarmos o perdão. Então, nós precisamos olhar uns pelos para os outros e perceber que
ão sete vezes, mas 70 vezes 7. Nós estamos hoje reunidos num ambiente familiar para aprendermos o perdão, para praticarmos o perdão. Então, nós precisamos olhar uns pelos para os outros e perceber que ali todos nós somos aprendizes. Nem pai, nem mãe eles não são superiores a nós. Eu não sei como foi a experiência de vocês, mas eu assim que me casei, né, eu sou daquela geração que os pais eram muito rígidos, né, e a mãe pouco conversava conosco sobre as coisas. A maioria nós tínhamos que descobrir na experiência sozinhos. Casei-me, logo depois eu tive filhos. A minha preocupação não foi com casamento, foi com com a criação das minhas filhas. Eu me sentia impotente, eu me sentia incapaz, porque eu gerou-se um conflito interno, porque eu pensava, eu sempre achei que a minha mãe estava acima de tudo e de todos. Obedecíamos ela cegamente. Ela tinha autoridade moral conosco. Eu não me sentia assim. Eu me sentia frágil. limitada e eu chorava muito porque eu dizia, eu não vou ter competência para criar essas crianças. Aí eu descobri que não existe eh eh manual para se criar. é instinto, é inspiração, é religiosidade, é fé, é trazer Deus para dentro do seu lar, pedir a inspiração para conduzir aqueles espíritos com os quais você está comprometido. Santa doutrina espírita que abre a nossa mente para essa realidade. E nós já conseguimos ver os filhos como espíritos. E a partir daí entendemos o desapego, porque eles não nos pertencem. Eles são filhos de Deus que nos foram dados como empréstimo apenas para conduzi-los neste caminho da sua evolução moral. e estudando, aprendendo, compreendo, eh vivenciando a a doutrina espírita, eh participando dos grupos de pais que nós temos em nossas casas espíritas. Eu fui para casa espírita, inclusive evangelizar crianças, tudo para buscar elementos para bem criar as minhas filhas. A doutrina realmente ela abre a nossa mente. Aí eu questiono aí mais uma questão para nós refletirmos. Nós temos nos esforçado para mudar os nossos sentimentos ou
ntos para bem criar as minhas filhas. A doutrina realmente ela abre a nossa mente. Aí eu questiono aí mais uma questão para nós refletirmos. Nós temos nos esforçado para mudar os nossos sentimentos ou esperamos que os outros mudem primeiro? Como é que funciona isso na nossa relação uns com os outros em casa? Eu tento me transformar, me conhecer ou fico esperando a mudança do outro? Fico esperando que o outro me entenda, que o outro se modifique. Vejam como nós estamos formando aqui um um quadro prático paraa nossa vivência diária. Eu não tenho que esperar mudança no outro, eu tenho que mudar. É que nem aquela música do do Nando Cordel, né? A paz no mundo começa em mim. Então eu preciso me equilibrar para manter, para levar a paz para o meu lar. E as pessoas vão notar a diferença. Eles vão perceber que você está mudando. E se perceberem que você está mudando, não existe mais confronto, não tem mais disputa, eles começam a se modificar também. Isso é reforma íntima, tá? Mas aqui nós falamos muito da dor, das correntes, falamos também da da questão da da reforma que se faz necessário, o processo do autoconhecimento, né, para que a gente possa estabelecer um mínimo de boas relações. Mas vamos falar um pouquinho dos laços de amor, que são os antídotos contra o rancor, tá? Existem valores fundamentais para que a família seja espaço de amor. Aqui nós trazemos alguns, mas existem muitos outros, né? Aqui a gente tá falando, vamos falar de desapego, de afetividade real, de respeito e de compaixão. O que que é o desapego? Desapego. Gente, vocês já perceberam que a gente se refere aos nossos como meu? É meu marido, é minha mulher, é meu filho, minha casa. Geralmente a gente trata as coisas do mundo, as nossa, as as pessoas, as coisas e as pessoas como sendo minha, são meus. E e o o nosso Evangelho segundo o Espiritismo, se eu não estou enganada, lá no capítulo 16, eh não se eh servir, não se pode servir a Deus e a Mamon. Ele vem falar do desprendimento dos bens terrenos, mas existe também o desapego com relação
ismo, se eu não estou enganada, lá no capítulo 16, eh não se eh servir, não se pode servir a Deus e a Mamon. Ele vem falar do desprendimento dos bens terrenos, mas existe também o desapego com relação às pessoas. E o que que é desapego? Não condicionar amor, a posse ou controle, não prender os outros a nossas expectativas e carências. O desapego nos leva a desenvolver um amplo senso de liberdade e de confiança em nós mesmos. Sabe onde é que está o nosso calaboço? Onde que está a nossa prisão? Ela reside nos nossos mais íntimos atos e atitudes, porque nós nos prendemos nos grilhões da nossa própria criação mental e fazemos o mesmo com aqueles que nós amamos. Nós acorrentamos as pessoas a nós, queremos fazê-las dependentes de nós. Então, a mente apegada a fatos, acontecimentos e pessoas é incapaz de perceber a sua essência. Aquele que está agarrado ao ego, ele está vazio do sagrado. Aquele que se liberta do ego, ele descobre que sempre esteve repleto de sagrado, repleto de espiritualidade, porque a mente serena, tranquila e desapegada é a porta estreita. Quanto mais nós nos desapegamos, mais nós nos espiritualizamos. O indivíduo desapegado, ele participa com a família e com toda a comunidade de um relacionamento saudável e espontâneo. Não vive atado aos vínculos doentios da ansiedade de separação, porque ele crê plenamente que a lei das vidas sucessivas não destrói os laços de afetividade, antes os estende. Há um número cada vez maior de pessoas e também por toda a humanidade. Mas por que que a gente tem que sofrer para aprender? Por que que nós precisamos primeiro sentir a dor para desapegar, para entender que essa é a sequência natural da existência? Então, o convite à nossa reflexão é que nós amemos. Amemos muito, amemos cada vez mais os nossos familiares, mas não vamos condicionar esse amor ao controle e a posse. Aí nós estaremos construindo laços bem fortes de afetividade real. E o que que é essa afetividade real? É amar sem idealizações, aceitando diferenças.
amos condicionar esse amor ao controle e a posse. Aí nós estaremos construindo laços bem fortes de afetividade real. E o que que é essa afetividade real? É amar sem idealizações, aceitando diferenças. Amar, meus amados, não significa esperar que alguém nos satisfaça todos os anseios, necessidades que cabe só nós satisfazer. Observem o mandamento maior. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. O amor maior, ele tem que ser dedicado a nós, aos cuidados que nós merecemos ter, a nossa transformação, a a cuidarmos daquilo que vai fazer bem para nós e paraa nossa mente. Porque nós estando equilibrados, nós podemos ofertar esse amor a todos os que convivem conosco. uma pessoa equilibrada, saudável mentalmente, ela consegue desenvolver a harmonia em seu lar e também com as outras pessoas. Então, a condição para amarmos a Deus é eu estar bem comigo mesmo e com o meu próximo. Aí sim eu poderei colocar a minha oferta sobre o altar, porque eu amo o meu próximo. Então, os aspectos do amor, eles não podem ser visto como se eh nosso e o eu seja o único referencial e que qualquer coisa que não se enquadre em nosso modo de ser seja rotulada de desamor de não ser a nossa metade eterna. Enquanto nós estivermos pensando dessa maneira, nós não amaremos verdadeiramente, porque isso é egoísmo. E nós estamos criando uma idealização amorosa na ânsia, principalmente de que outros jamais ousem discordar do nosso ponto de vista. Mãe muitas vezes tem o hábito de fazer isso, né? Ninguém pode divergir da opinião e por consequência ninguém poderá nos proporcionar amor maior do que aquele que nós estamos proporcionando. Nós não somos o que nós pensamos, nós somos o que nós sentimos. Então, a busca do amor é o principal anseio de toda a humanidade, de todo o ser humano. Tudo que existe tem sua origem no amor, que é a essência fundamental de todas as coisas que vivem sobre a terra. Então, afetividade real é nós amarmos o outro pelo que ele é, sem ter nenhuma expectativa, sem ficarmos aguardando
gem no amor, que é a essência fundamental de todas as coisas que vivem sobre a terra. Então, afetividade real é nós amarmos o outro pelo que ele é, sem ter nenhuma expectativa, sem ficarmos aguardando nada em troca. apenas doar, dar sem receber absolutamente nada. Esse é o amor ideal. E foi assim que Jesus nos ensinou. Agora tem uma outra questão muito importante para construirmos o laço, os laços de amor, que é o respeito. O respeito. O respeito estabelece limites saudáveis. É muito importante nós mantermos os respeitos, o respeito, estabelecendo os limites saudáveis e cuidando de si mesmo. De que maneira as pessoas estão nos tratando? Nós nos sentimos constantemente usados ou desrespeitados? Às vezes nós permitimos que os outros nos tracem metas e objetivos sem antes nos consultar. Nós sabemos distinguir quando nós estamos doando realmente ou quando estamos sendo explorados? Respeitamos os nossos valores e os nossos direitos ou costumamos representar papel de vítimas ou de perfeitos? Aqui na questão do respeito é que a gente vê toda a complexidade de uma vida de relações. É na é na condição de se manter o respeito dentro do lar, respeitando-se plenamente, mutuamente, que nós vamos mostrar aos outros como eles devem nos tratar. Quanta, quanto absurdo a gente vê, eh, muitas vezes divulgado nas mídias, né, sobre as violências domésticas, tá? que nós não vamos nos interar nisso, porque eu tenho certeza que isso é conversa para um outra live, mas é tudo tudo gira em em torno do respeito, porque quando nós renunciamos ao controle de nós mesmos, com toda certeza, os outros vão tomar as rédias da nossa vida. Então é muito importante essa questão do respeito. O respeito ele vai estabelecer limites na nossa relação. E por fim, a compaixão. A compaixão, o termo é lindíssimo, compaixão. O que que é compaixão? É compreender fragilidades alheias. é exercitar a empatia e a compreensão dessas fragilidades. Há mais felicidade em dar que em receber. E Cristo, ele usava com frequência essa
O que que é compaixão? É compreender fragilidades alheias. é exercitar a empatia e a compreensão dessas fragilidades. Há mais felicidade em dar que em receber. E Cristo, ele usava com frequência essa forma literária em seus discursos, principalmente quando ele falava: "Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Ter compaixão, meus amigos, é possuir um entendimento maior do outro. É quando nós nos tornamos mais realistas, menos exigentes e mais flexíveis com as dificuldades alheias. Porque se nós endurecermos diante das atitudes, diante do erro que alguém comete, se nós não formos flexíveis, como é que nós vamos estabelecer uma convivência serena? A compaixão está associada à empatia. Quem jamais errou? Então, perde o bom senso quem não estabelece limites nos bens que vai dar ou vai receber. E alguns de nós fazemos favores ou concedemos benefícios aos outros sem critério nem fundamentação alguma. Quando nós cultivamos esses elementos, que tem muito mais além desses desses quatro que nós colocamos, nós substituímos correntes de rancor por laços que fortalecem, que protegem e que libertam. E aqui também tem uma questão pra gente refletir. Em meus relacionamentos familiares, eu estou mais preocupado em ter razão ou em preservar o amor. São essas questões que a gente precisa analisar, porque às vezes as discussões elas se tornam infinitas. a crítica, o julgamento, a mágoa, eles se fazem presentes gerando a solidão. Porque a solidão eh nós sofremos toda vez que nós desprezamos a opinião do outro, nós nos afastamos e acabamos às vezes até renunciando ao nosso eu, porque nos achamos incapazes, né, de compreender o outro. Então, vejam como que a falta desses elementos na nossa relação, na nossa vida de relação, causam realmente, né, muito rancor, muito sofrimento. Então, para finalizar aqui, a gente deixa esse convite à prática, que você reconheça se sua família tem sido fonte de paz ou de angústia. Que você avalie quais padrões emocionais você repete sem perceber.
o, para finalizar aqui, a gente deixa esse convite à prática, que você reconheça se sua família tem sido fonte de paz ou de angústia. Que você avalie quais padrões emocionais você repete sem perceber. Pratique o diálogo honesto. Exponda os sentimentos e necessidades com clareza, com respeito. Se ofendeu, se magoou, chama o outro para conversar. Abra teu coração. Gente, é tão libertador quando alguém fala para você, né? Olha, eu não gostei do que você falou, você me magoou. E quando você faz isso e o outro sente aquilo, nossa, entra o perdão, entra o abraço. É magnífica essa experiência. Tome iniciativa para pedir perdão quando necessário e exercite o autoperdão, entendendo que ninguém é perfeito e que aprender com os erros fortalece a evolução emocional e espiritual. E se necessário, conduza conversas com apoio terapêutico, onde padrões antigos precisam ser ressignificados. Casais, não fujam da terapia. Não, não, não deixem de levar seus filhos à terapia, o psicólogo também. A família precisa de apoio terapêutico em todos os sentidos e muitas casas espíritas também dão esse apoio às famílias, né? É disso que nós precisamos para estabelecer a verdadeira escola do coração em nossos lares. Muito obrigada. Que Jesus abençoe a todos nós. Olá, agora seguindo, né, com as nossas perguntas. Nós temos aqui a primeira pergunta, Rose, muito obrigada pela excelente explanação, né? Eh, temos a pergunta aqui da da nossa querida Cristina Leite. Eh, assim, a consciência culpada pode ser a causadora de conflitos entre os familiares? Essa é a pergunta. Sem quem, como que é o nome da pessoa que fez a questão? É a Cristina Leite. Cristina, sem sombra de dúvida, Cristina. como nós colocamos, a maioria dos conflitos que ocorrem na nossa família e que nós eh no dia a dia nós nos deparamos, elas são geradas muitas vezes, não é nessa existência, mas são resquícios de existências passadas, né, em que não houve o entendimento necessário. Note que às vezes nós temos mais simpatias por alguns do que por outros. aqueles,
s, não é nessa existência, mas são resquícios de existências passadas, né, em que não houve o entendimento necessário. Note que às vezes nós temos mais simpatias por alguns do que por outros. aqueles, alguns que nós temos eh eh antipatia, o mínimo que eles fazem já nos magoam, já nos ferem, né, e sem a gente perceber. Então é sim, né, natural que esses fatos ocorram. Por quê? Porque ainda está muito na superfície o entendimento que nós nos propomos a realizar nessa vida. Então, o mínimo que o outro faça e que possa me magoar é motivo para um conflito, tá? Sem você tá sem áudio, Karina? Perdão. Boa tarde. Primeiro, muito obrigada, Rose, pelas tuas palavras. Eh, a construção da forma que você explanou foi muito interessante porque foi organizando muito bonitinho na cabeça da gente como raciocinar em cima desses conflitos e foi muito bom. Em cima disso, a gente tem a pergunta aqui da própria Socorro. O que dizer para um casal que separou devido a recorrentes brigas, mas estão juntos diariamente em prol dos filhos, mas continuam em desarmonia, principalmente na frente dos filhos? Olha o compromisso reencarnatório aí tão claro, né? Eh, é porque nós não conseguimos nos lembrar muitas vezes dos fatos que nos envolveram um e outro. Eh, e lá no plano espiritual, quando nós decidimos retornar como casal, justamente para buscar esse entendimento, para tentarmos pelo menos desenvolver sentimentos fraternais. Só que a consciência guarda a mágoa. A consciência ainda nos aprisiona ao rancor. Os filhos é o é a sequência do compromisso evolutivo que nós assumimos. Todo mundo lembra da história do Segismundo que tem no livro, se eu não me engano, Missionários da Luz, se eu não me engano, mas se alguém lembrar aí, coloca aí no chat pra gente ter certeza que era um processo de reencarnação, né? O sejismundo fazia parte da vida daquele casal como aquele que foi traído pelo atual marido da mãe. Então a mãe teve diversos abortos, né? eh, espontâneo, porque o seismundo não tinha coragem de enfrentar o seu
do fazia parte da vida daquele casal como aquele que foi traído pelo atual marido da mãe. Então a mãe teve diversos abortos, né? eh, espontâneo, porque o seismundo não tinha coragem de enfrentar o seu inimigo. Isso é um caso do filho com o pai, mas o caso de casal com casal, além do compromisso que você assume, você e ele, de retornarem para receber os filhos que também fizeram parte daquele cenário da tua existência, né, entra essa complexidade, porque se você e ele não entenderem, não se entenderem, como que vão levar a cabo a missão de criar os seus filhos? E note como como ela coloca aqui, estão juntos diariamente em prol dos filhos, mas continua em desarmonia, principalmente na frente deles. Eles sabem inconscientemente desse compromisso. Quando eles e se eles vivem em função dos filhos, tá muito forte essa missão. Então, o que dizer para esse casal? Fortaleçam a missão. Tentem deixar de lado os interesses pessoais. Se não é o caso mais de retornarem, de voltarem. Quando um não quer, dois não brigam. Então, foquem realmente na missão maior, que é cuidar dos seus filhos, porque é através deles que um e outro alcançarão a redenção. Então isso é renúncia, renúncia de interesses pessoais, porque enquanto estão em choque, enquanto estão em conflito, é uma é uma briga de de forças, um querendo mostrar o outro, né, quem é o mais forte. Mas se jogarem a a os a o tapete da paz diante de si, vocês realmente poderão se conseguir compreender que a missão de vocês é estar em paz para conduzir a vida dos filhos. Aí acaba essas brigas, aí fica tudo bem. Obrigada, Rose. Eh, dando sequência, nós temos agora uma pergunta aqui da nossa querida Alessandra. Eh, ela pergunta assim: "Qual o caminho para uma família realizar quando esta quando está tendo muito desentendimento em sua residência?" Eu posso responder de pronto? Como é que é o nome dela? Alessandra. Alessandra. Evangelho no lar. Esse é o caminho mais apropriado que existe, principalmente se nós temos fé, se nós acreditamos na providência
responder de pronto? Como é que é o nome dela? Alessandra. Alessandra. Evangelho no lar. Esse é o caminho mais apropriado que existe, principalmente se nós temos fé, se nós acreditamos na providência divina, se nós temos a certeza que Deus haverá de interferir para o equilíbrio familiar, tá? Então, quando tá havendo muito conflito, acendem-se os alertas. A a nós realmente ficamos preocupados porque não é a a casa da gente é para ser o nosso porto seguro, é para ser o local onde nós vamos nos acolher das lutas diárias, das disputas do mundo. Então, nós nós vamos para casa que é para poder eh eh recuperar as nossas forças, mas aí começa aquelas brigas, conflito, é filho que briga, é marido que briga, é mulher que não se entende, é toda aquela dificuldade. Está faltando religiosidade na nossa casa, está faltando Deus. Então, é o momento de iniciarmos esse processo de limpeza fluídica na nossa casa. fazendo o evangelho no lar. Aí você pode dizer assim: "Mas lá na minha casa sou eu espírita. Só você não, né? Tem todos os anjos guardiães da sua família. Tem o anjo guardião do marido, o anjo guardião dos filhos e o seu anjo guardião e o anjo guardião familiar, porque a toda a família tem um anjo guardião, o espírito benfeitor. Você não vai estar sozinha. Marque um dia, marque um horário e faça religiosamente as tuas orações em prol da tua família. Ore, né? 15 minutos que sejam, que é o que Emanuel nos fala, 1/4 de hora é o suficiente para nós realizarmos toda a iluminação do lar. Feito isso, dê sequência, seja disciplinada, que pouco a pouco a tua família vai se aproximar, o vai se vai ampliar a participação e você vai ver a transformação no ambiente familiar. Não é milagre, querida, é merecimento. Tá muito bom. Tem mais pergunta. Bom que tá todo mundo participando e gostando muito. Rose, a Letícia Ramos perguntou que agradeceu profundamente aqui, pediu bênçãos agradecendo a palestra e na sequência perguntou que gostaria de saber também como fazer para impor limite. É, Letícia.
. Rose, a Letícia Ramos perguntou que agradeceu profundamente aqui, pediu bênçãos agradecendo a palestra e na sequência perguntou que gostaria de saber também como fazer para impor limite. É, Letícia. Esse é o desafio de todos nós. Você, você deve ter filho. Você lembra dos teus filhos? Lembra do teu filho ou filha na idade de 2 anos, quando tinha dois aninhos, né? Que eles chamam, os psicólogos chamam de terrível true, né? Os dois anos terríveis. E eles não têm limites. Eles eles acham assim que eles podem tudo. Eles te desafiam frontalmente, não é verdade? A educação e os limites começam na infância. E eu digo mais, começam quando a criança está no nosso ventre, né? onde você já começa a impor limites, porque na medida que eles vão crescendo, aquele espírito antigo, ele vai se acoplando aquele corpo informação. Hoje a ciência psicológica já aceita o fato de que a partir dos 7 anos a criança já desenvolveu sua personalidade. E a doutrina espírita nos mostra que aos 7 anos o espírito já encontrou toda a sua forma naquele corpo, naquele corpo de carne. Aí vem a personalidade. Aí os pais enfrentam a adolescência, né? enfrentam depois mais aquela idade adulta, onde o jovem é rebelde, se rebela de tudo. E é uma sequência, né, de fases em que os pais precisam estar sempre cuidando de cultivar esse jardim. Como é que se cultiva o jardim? através dos valores morais, eh, encaminhando esse esses filhos para a evangelização infantil também na casa espírita, onde eles vão aprender valores que às vezes os pais dizem, mas eles não acreditam. Os exemplos pessoais também em p limites é Letícia, né? é uma prática diária, porque não tem como, depois que os nossos filhos já passaram por todas essas fases da primeira infância, da segunda infância, da pré-adolescência, da idade da juventude, aí nós querermos educar, aí já passou o tempo, já passou o tempo. Então é um processo que nós fazemos, tá? E se eles são adultos e ainda não entenderam quais são os seus limites, aí só o tratamento espiritual,
erermos educar, aí já passou o tempo, já passou o tempo. Então é um processo que nós fazemos, tá? E se eles são adultos e ainda não entenderam quais são os seus limites, aí só o tratamento espiritual, a assistência distância e entregar para Deus. Mas faça quanto são crianças, enquanto são adolescentes, tá? E não adianta, nós precisamos arrastar pelo exemplo. É o nosso exemplo que vai demonstrar eles quais os caminhos que eles devem seguir. Porque às vezes a gente fala, mas a gente não faz, né? E isso entra em conflito com a vivência familiar. Então, não, impor limite não é uma chave que a gente vira. Por limite é uma construção diária no sentido de educarmos esses espíritos que nos foram emprestados por Deus. Respondi tua pergunta, Letícia. A Letícia complementou aqui, é que você eh levou pro lado dos filhos, né? E confesso que eu também pensei que fosse isso, mas ela entrou com um pouco mais de detalhe depois dizendo que ela não explicou, mas que é uma situação ruim, difícil entre ela, a irmã e a mãe. Ah, é a é os o conflito familiar, né? Tá. Então, a melhor coisa que eu posso te dizer agora, Letícia, por exemplo, você se você está aqui, é porque de alguma forma você segue a doutrina espírita, né? Então, o amor, o respeito e o respeito a nós mesmos, nós vai criar uma atmosfera propícia para que a gente possa identificar a nossa natureza, ou seja, é a nossa identidade de alma e isso vai facilitar a nossa relação com o outro. Então, quando você fala em por limites, significa que você tem que dar, você tem que recuar, dar um passo para trás. e olhar o cenário, observar essas pessoas, porque às vezes você está ali no gurburinho e você acaba tendo problema de convivência, você não consegue perceber, né, o que que você o que que você precisa entender em cada uma para não se sentir afetada pelas atitudes delas. Então, é muito importante é você não se envolver em conflitos, sabe? não supervalorizar determinadas situações, porque é isso que é serve de alimento para as pessoas quando elas querem nos
udes delas. Então, é muito importante é você não se envolver em conflitos, sabe? não supervalorizar determinadas situações, porque é isso que é serve de alimento para as pessoas quando elas querem nos agredir, quando elas têm algum tipo de dificuldade. Tem um ditado popular, Letícia, que diz: "Quando um não quer, dois não brigam, né? O limite que você pode impor nessa condição, nessa nessa eh eh relação que você tem é o recu, sabe? é não discutir, silenciar, escutar, porque chega uma hora que as pessoas perdem realmente o interesse. Eu não sei, é difícil a gente fazer uma análise pelo fato de não saber eh que tipo de comportamento que existem das pessoas com relação a você ou de você com relação às pessoas. Mas se existe dificuldades, existe aí uma necessidade de reparação. E se é você que tá magoada, se é você que se entristece, é porque a lição é para você. Então é você que tem que fazer uma transformação, uma reforma íntima para poder bem conviver com esses espíritos que também são comprometidos uns com os outros. Certo, Letícia? Certo? Então vamos lá. Mais uma pergunta. Agora a outra pergunta é da própria Kina. Ela faz, ela pergunta assim: eh, qual o papel das casas, das casas e trabalhadores espíritas no acolhimento dessas famílias que pedem ajuda? Olha que pergunta importante, né? Papel das casas espíritas. É claro que toda casa espírita séria, bem organizada, ela desenvolve terapias de assistência espiritual, né? Todas têm, que é aquela assistência que nós prestamos às pessoas em geral. Então, você chega, você é recepcionado, você eh muitas vezes expõe rapidamente o teu problema, aí tô encaminhado para um diálogo fraterno, não é isso? do diálogo, você vai para a terapia do evangelho. Da terapia do evangelho, você vai para participar da fluidoterapia, receber passe, enfim, a todo esse acompanhamento individualizado. Mas quando chegam as famílias, às casas espíritas, e às vezes essas famílias vêm através de alguém que primeiro recebeu esse atendimento individualizado,
m, a todo esse acompanhamento individualizado. Mas quando chegam as famílias, às casas espíritas, e às vezes essas famílias vêm através de alguém que primeiro recebeu esse atendimento individualizado, se sentiu confortável, aí ele leva os seus familiares, né? A casa espírita, na no momento atual, ela precisa estar preparada para receber essas famílias desajustadas, porque existe muito desajuste familiar em função da quantidade de influenciações que o mundo está exercendo sobre as nossas famílias, tá? Então, o que que nós precisamos organizar aqui? Nós já estamos num num espaço e que que trata que é a área da família, né? Se nós estamos falando de área da família é porque tem que ter nas casas espíritas uma área exclusivamente para esse tipo de para receber esse tipo de público, onde tem diálogo com os pais, exposições para casais, né? Conversas, diálogos entre pais e filhos, tá? Então, é é uma uma quantidade enorme de atividades que podem ser desenvolvidas para auxiliar as famílias. Nós temos eh atualmente eu estou presidente de um de um centro espírita em na periferia. É um local considerado zona vermelha aqui em Manaus, né? eh eh em função de toda a dificuldade social que existe lá, não só de da da questão de de fome, de pobreza, mas de criminalidade também, né? Principalmente que envolve eh eh tóxico, envolve prostituição. É um local assim, é um é uma oficina maravilhosa. Vocês não têm noção de como é bom. Então, nós recebemos famílias. Nós temos no sábado de manhã uma atividade inclusive intitulada Evangelização das Famílias, onde se reúne os idosos, os familiares, os jovens, as crianças, todo, todo o núcleo familiar. E aquilo que está sendo discutido, conversado no salão, está sendo trabalhado nas oficinas com as crianças e está sendo conversado com os jovens, né? Além disso, nós ainda fazemos visitas aos lares, que tem um grupo que vai nos lares fazer visitas eh eh em função de demanda. Eles pedem as visitas, né? E recentemente nós soubemos de uma casa, um larva assim em total desalinho, né?
sitas aos lares, que tem um grupo que vai nos lares fazer visitas eh eh em função de demanda. Eles pedem as visitas, né? E recentemente nós soubemos de uma casa, um larva assim em total desalinho, né? Quando a equipe me informou o que que estava acontecendo, eu fiquei muito entristecida, porque a senhora que está do lar que está envolvida, ela nunca faltou uma atividade lá na casa. Todo sábado ela está presente, nunca tinha faltado. Mas gente, a gente não conseguia imaginar o infortúnio oculto que essa senhora carregava em sua vida somente a partir dessa visita. Então, existia um desajuste familiar total naquela casa. Até me emociona toda vez que eu lembro, porque eu não consigo avaliar o sofrimento dessa senhora. Imediatamente nós iniciamos, né, a casa espírita iniciou um trabalho para levar o mínimo de tranquilidade para aquela casa. Começamos a fazer o evangelho no lar com eles, né? A mãe, que era a pessoa mais afetada, nós encaminhamos para uma assistência espiritual eh através de um de um local onde nós fazemos a fluidoterapia. Então foi um mês assim, a filha que também frequentava, fizemos diálogos fraternos. Então foi todo um apoio da casa espírita para equilibrar aquele lar. E a gente já vê diferença. A gente já vê aquela senhora com aquele semblante tão entristecido hoje sorrindo. Ela conversa com as pessoas, né? a gente já vê a filha mais bonita, ela já se já faz uma maquiagem para participar das atividades. A gente percebe na pessoa que começou a ver mudanças. Então esse é o apoio que a casa espírita eh Karina tem que dar se tiver condições, porque às vezes falta trabalhador, né, Kina? Às vezes a gente quer fazer, mas não tem trabalhador para realizar, né? Mas que sejam duas pessoas, né? Lembra dos primeiros 12, depois os 50, depois os 70, depois os 500 da Galileia, né? Que seja, começa com poucas pessoas, mas vamos realizar um trabalho sempre voltado às famílias, porque é importante cuidar desse núcleo, né, que essa célula matter da sociedade e as casas espíritas
é? Que seja, começa com poucas pessoas, mas vamos realizar um trabalho sempre voltado às famílias, porque é importante cuidar desse núcleo, né, que essa célula matter da sociedade e as casas espíritas elas têm um compromisso com isso. Tá bom, Karina? Muito bom. Perfeito. Obrigada. E você tava contando a história da pessoa que frequenta o centro e eu pensando aqui na na nos trabalhadores do centro, porque às vezes a gente não se enxerga, né? A gente convive e não se enxerga, parece que tá tudo muito, muito, muito, todo mundo bem, lindamente trabalhando ali na casa, lado a lado, mas a gente não sabe do sofrimento de cada um, né? Karina, isso chama-se casa de ferreiro, espeto de pão, né? Isso me faz lembrar sempre uma fala uma fala do do Aroldo Dutra que nasceu espírita no Brasil, é trabalhador. Isso também se observa, mas aí é um fato que a gente tem tratado muito, eu posso falar sobre isso, com relação às lideranças, Karina, sabe? Eh, eh, eh, quando você está à frente de um trabalho espírita, você tem que ter olhar para tudo, todas as áreas. E o trabalhador é o mais importante. Eu gosto de falar pros nossos nossos trabalhadores que eles cuidem da comunidade, eles cuidem do trabalho que eu vou cuidar deles. E eu faço isso com muito carinho, né? Então, nesse final de semana que vem, nós vamos fazer uma atividade que é cuidar, cuidar da do corpo e do espírito, conforme tem no Evangelho, mas é uma atividade voltada para o trabalhador, para fortalecer o trabalhador. Então, vamos ter lá eh um psicólogo, vamos ter um psiquiatra, são espíritas, né? Eh, e uma pessoa que vai fazer um trabalho todo de meditação com com os trabalhadores para fortalecer, porque trabalhador também sofre, né, e fazer evangelho no lar. Então, mas isso tudo são coisas que as lideranças têm que estar ciente, tá? Não é só ir na casa espírita marcar o quadrinho da tarefa. Ele tem o trabalhador espírita, tem que ser acolhido porque ele também tem família, ele também tem dificuldades, né? E como é que ele vai eh ajudar se
ir na casa espírita marcar o quadrinho da tarefa. Ele tem o trabalhador espírita, tem que ser acolhido porque ele também tem família, ele também tem dificuldades, né? E como é que ele vai eh ajudar se ele precisa de ajuda, né? É isso, Carina. Somos seres complexos. Eu vou te pedir para comentar um comentário que surgiu aqui no YouTube da Maria Alves. O lar é o primeiro educandário. Os pais os primeiros mestres sempre. É, é. Eu nem diria mestres, Maria. Nem diria mestres, porque nós somos, nós somos ainda aprendizes, principalmente na educação, né? A gente vai aprendendo, aprendendo, criando. Tem um um autor, tem um livro muito antigo, não sei se vocês conhecem, Nossos Filhos são espíritos. Não sei se vocês conhecem esse livro, eu não lembro o nome do autor agora, em que ele ele coloca a experiência dele como pai, né? E é uma realidade, porque a gente não sabe o que fazer inicialmente com aquelas coisinhas lindas que Deus nos concede, mas está sobra responsabilidade, né? Cuidar paraa saúde, educar, né? E transformá-los em homens e mulheres do mulheres de bem. Então, a gente vai aprendendo na maioria das vezes com eles. Hoje eu sou avó, né? Mas eu já fui mãe, já criei duas filhas. Hoje eu vejo a minha filha batendo cabeça para criar os filhos dela. Às vezes eu quero ir lá, quero ajudar, mas depois eu penso: "Não, esse é o momento dela, ela tem que aprender." Então, o lar é o primeiro educandário, é a escola de todos os espíritos. Graças a Deus que existem lares e a gente tem que trabalhar cada vez mais para fortalecer esses lares, né? E os pais eles serão sempre os responsáveis pela proteção, pela educação. Isso tá numa questão do livro dos espíritos que destaca que a a missão principal que existe é a missão de pais. Então, eu diria que os pais eles têm a missão de educar seus filhos, mas eles também estão em processo de aprendizagem porque são espíritos ainda em evolução. Então, a gente aprende ensinando. É esse o nosso papel, tá, Kina? Tá ótimo. Perfeito. A Maria depois
s filhos, mas eles também estão em processo de aprendizagem porque são espíritos ainda em evolução. Então, a gente aprende ensinando. É esse o nosso papel, tá, Kina? Tá ótimo. Perfeito. A Maria depois complementou aqui que ela é de Palmas, Tocantins, né? E lembrou que quem escreveu o livro que você citou foi o Hermínio Miranda. Termínio Miranda. É isso mesmo. É, ó, além de Palmas, Tocantins, tem muita gente de todo o Brasil aqui. A Susete de Caxias do Sul. Olha que lindo. Ah, deixa eu ver. A Marl de Camacuan, Rio Grande do Sul. A gente tinha até alguém da Inglaterra que eu lembro de ter visto aqui. A Selma de Rondônia, Gorete, que é aqui do Amapá também. querida Gorete, que também faz parte da AM, da Associação Médica Espírita aqui do Amapá, a a Carmen, enfim, que desculpa, não tô achando o nome da pessoa, mas alguém se identificou aqui que tava assistindo da Inglaterra, a gente tava curtindo aqui. Que legal. Olha onde a gente chega. os os louvores à globalização. Ah, é um a gente tem que dar um salve paraa tecnologia, né, que ampliou a nossa a nossa rede de comunicações. Muito legal. Uhum. E vamos lá que a a pandemia trouxe um beneficiozinho naí, né? Ó, eu achei aqui a Isabel Campos. Isso. Perfeito. Lá da Inglaterra. Obrigada a todos. Isabel. Bem, nós que agradecemos, né? Agradecemos a todos a mcinho. Então, Alessandra, é com você, né? Opa, Alessandra ficou só no áudio. Vamos só aguardar aqui, Alessandra. Pronto, prontinho. Pronto, retornei de novo. Agradeço o socorro carina contribuição maravilhosa de vocês. Poxa, com coração assim apertado já deixar a Rose com esses conhecimentos maravilhosos que trouxe Rose, foi assim uma assim saímos daqui com a alma assim embebecida de tanto conhecimento, coisas boas que você trouxe. Adorei. Sou fã do evangelho no lar. Adorei quando você falou sobre evangelho no lar, né? Então agora a gente vai paraas nossas considerações finais. Então, Rose, eu peço a você as suas considerações finais. Agradeço você a tudo que você nos trouxe, né, que foi
sobre evangelho no lar, né? Então agora a gente vai paraas nossas considerações finais. Então, Rose, eu peço a você as suas considerações finais. Agradeço você a tudo que você nos trouxe, né, que foi riquíssimo. E logo após você também a nossa Cristina Leite, que está aqui também representante da a fã, da FEB, né, nossa área da família. a gente também vai chamá-la aqui para falar logo após você e após o nosso coordenador dejunto nacional também da FAN FEB, o nosso Fred Pifano, que vai estar conosco para também falar conosco. Então, nossa Rosa, primeiramente. Então, eu o que eu quero deixar realmente é um é uma mensagem para refletir. Eu gosto muito de reflexões, né? O tempo em que eu preparava esse trabalho, que eu lia coisas, eu li diversos livros, tem um livro em particular que é um livro do Divaldo Pereira Franco, que é para mim é um livro de cabeceira, né, que é o Vivências do Amor em Família. É um livro completo que traz muitas informações. Então, quero convidar vocês realmente a encararem os laços familiares, não como amarras, né? Porque às vezes a gente tem impressão assim que dependendo da condição em que nós vivemos que nós estamos amarrados, que nós estamos enjaulados, né? Mas como convite, é um convite ao diálogo, um convite à compreensão, convite ao perdão. São exercícios, porque cada dificuldade vai trazer o potencial de transformação que todos nós precisamos. E o rancor, ele pode se dissolver à luz do amor, quando nós aprendemos a olhar com empatia e com sentido espiritual. E assim nós vamos construindo relações que acolhem, que evoluem, que nutrem os votos de uma verdadeira fraternidade universal. É na nossa casa que nós estamos construindo a humanidade do mundo de regeneração. Então, vamos olhar pros nossos irmãos. como companheiros certos de um mundo melhor. Muito obrigada, meus amigos. Agradecemos Rose, agora a nossa Cristina Leite, nossa amiga. Bom, meus irmãos, boa tarde. Como é bom ter um sábado com tanto conhecimento compartilhado, com orientações que são primorosas paraa
migos. Agradecemos Rose, agora a nossa Cristina Leite, nossa amiga. Bom, meus irmãos, boa tarde. Como é bom ter um sábado com tanto conhecimento compartilhado, com orientações que são primorosas paraa vida de todos nós e das nossas famílias. parabenizamos em nome, né, do da nossa equipe a escolha maravilhosa do tema da live de hoje e temos a certeza de que as próximas lives irão também trazer para nós muitas luzes para nos guiar nesses momentos que estamos passando de de reconstrução em muitas famílias, de restabelecimento em várias outras harmonias, mas acima de tudo de fixa armos as bases para o mundo regenerado. Os lares em harmonia são essa base segura. E a nossa área da família, ela traz esse desafio. A Rose falou de tantas ações que precisam ser feitas, de articular com as demais áreas, né, Fred, que é o nosso adjunto aí para poder complementar, poder trabalhar essas articulações com várias áreas, atendimento espiritual, mediunidade, a parte mesmo da palestra pública, o pessoal que trabalha no atendimento fraterno, eh, a assistência às famílias socialmente carentes. Então é um trabalho, a área da família vem para fazer toda essa articulação e é uma oportunidade pra gente também estarmos refazendo internamente as nossas relações também, porque afinal de contas todos nós somos espíritos em processos de crescimento. Então parabenizo a região norte pela escolha do tema, foi muito boa pela seleção da palestrante maravilhosa e essa oportunidade de trabalho. Tá bom, gente? Boa tarde a todos. Passo a bola pro nosso companheiro também para cumprimentar o Fred. Só dizer um oizinho aqui muito breve, muito rápido. Eh, sem dúvida alguma, fazendo o couro com a fala da Cris, é de lembrar da importância desses nossos encontros de bate-papos, trazendo o assunto família como o centro das atenções. A gente sabe que no nosso trabalho de movimento espírita a gente encontra n possibilidades de estudos, de reflexões. Mas como eu gostei muito da sua fala, Rose, quando você falou do
ntro das atenções. A gente sabe que no nosso trabalho de movimento espírita a gente encontra n possibilidades de estudos, de reflexões. Mas como eu gostei muito da sua fala, Rose, quando você falou do campo experimental que você tem nessa região específica aí no Amazonas, a gente precisa entender que essa região específica é a casa de todos nós. E nós movimento espírita precisamos aceitar isso. E amei muito quando você fala que nós que exercemos alguma função de liderança ou de dirigentes, precisamos olhar paraa nossa equipe na casa espírita. enquanto também a nossa família que precisa de cuidados, né? Porque o divórcio, o aborto, a traição, os problemas financeiros, eles acontecem também na casa da gente. Então, se a gente não encontrar na instituição espírita esse colo, esse espaço de carinho, esse espaço de conforto, esse aconchego, nós vamos ter dificuldade de auxiliar aqueles a quem nós nos propor nós nos eh nos convidamos a ajudar. Então, muito legal te ouvir, eh, quanto a isso. Obrigado. Parabéns paraa região norte. Mas eu também tenho que fazer um convite aqui para que no próximo mês de outubro, no dia 18/10, a gente aborde outro assunto também que vai abordar questões de família, né, que é que são a família e os desafios do cuidado com o idoso. Então, ó, e aí todos nós vamos envelhecer, né? A gente acha assim, a gente fica assim, a gente acha que todo mundo vai ficar no f, 40. Não, gente, antigamente se morria nessa idade, hoje se vai a 60, hoje não, pouco tempo atrás, agora é 80, é 90, 100. E aí, como é que vai ser uma casa onde todo mundo é assim, nossa, meu pai mora aqui comigo, ele tem 100 anos de idade e eu e eu tenho 80. Como é que vai ser isso? Como é que vai ser essa casa? Como é que vai ser essa relação? Já pensou nisso, Rose? Ó, já pensei sua casa, você dirigindo na casa espírita, aí assim, nossa, tem uma equipe ótima aqui. O mais novo tem 80 anos de idade, tem uma saúde, você nem imagina. O mais velho tem 120. É esse o mundo que nos espera. A gente precisa se
na casa espírita, aí assim, nossa, tem uma equipe ótima aqui. O mais novo tem 80 anos de idade, tem uma saúde, você nem imagina. O mais velho tem 120. É esse o mundo que nos espera. A gente precisa se preparar para isso. E não tenos tenhamos dúvida que a nossa querida Sandra Borba vai nos conduzir com muita alegria sobre isso, né? E para lembrar dessa desse roteiro que pelo menos uma vez por ano nós fazemos, na sequência, no finalzinho do ano, já em dezembro, a pessoal da Comissão Regional Sul vai conversar conosco sobre outra temática, mas essa aí tá sendo guardada ainda. Essa a gente não poderia anunciar ainda não. Vamos ficar com essa aqui por enquanto. É o nosso próximo encontro. Nossa gratidão imensa por esse bate-papo, por esse diálogo. Parabéns, Comissão Regional Norte, esse norte tão querido do nosso país. De contar uma fofoca de bastidor aqui que eu tava no bastidor. Pessoal do norte tava preocupada assim, Fred, pode ser que chova e aí a ligação caia. Aí eu falei, jura, vai chover no norte. Graças a Deus, vai chover no norte, que chuva bastante, mas que como aconteceu, né? Eh, né, Alê? não interfira nas nossas transmissões, a gente possa ter esse diálogo fraterno, esse bate-papo querido como amigos, que é o que nós somos aqui aprendendo juntos, tá bom? Muito obrigado pelo carinho. E aí, acho que aqui, ó, deixa eu seguir meu minha cola aqui, acho que é você agora, né? Não, socorro. Isso. Então, vamos dar a nós estamos finalizando e também queremos agradecer, né, a todos os participantes, a você, Rose, a todos que estiveram aqui conosco. Nós estamos vendo aqui no nos comentários o agradecimento de todos também pela excelente palestra, explicações esclarecedoras. É isso aí. Tamb eh eh é isso que não também nós dizemos, né? Agradecemos a participação de todos nesta tarde. E agora, né, para finalizarmos e e em agradecimento, vamos assistir um vídeo com a música do grupo Acorde Laços de Família, tá bom? E aí, fiquem com Deus e um bom final de semana para todos.
ta tarde. E agora, né, para finalizarmos e e em agradecimento, vamos assistir um vídeo com a música do grupo Acorde Laços de Família, tá bom? E aí, fiquem com Deus e um bom final de semana para todos. Quantas pessoas sofrem? por não ter ninguém do seu lado. Quantos casais se perdem no vazio por estarem separados e deixam se levar nos exatinos e sentem falta do amor. Melhor para ver que estou sofrendo. Não sabem como suportar a dor. Bom é você abraçar seus familiares no aconchego. Amigo, bom é você chegar no lar contente do sorriso, fazer um abrigo. Ame sua família, mesmo que nela exista alguém que lhe magoou. Aproveite um momento de esclarecimento. No futuro se colhe o que semeiou. É hora de apertar os laços da família com amor, ligando todos felizes na mesma união. No pulsar de um só coração. É hora de apertar os laços da família com amor, ligando todos felizes da mesma união no pulsar de um só coração. Bom é você abraçar seus familiares no aconchego, amigo. Bom é você chegar no lar, contente do sorriso, fazer um abrigo ande sua família, mesmo que nela exista alguém que lhe magoou, aproveite o momento, esclarecimento, no futuro se colhe o que lhe semeiou. É hora de apertar os laços da família com amor, ficando todos felizes na mesma união, no pulsar de um só coração. É hora de apertar os laços da família com amor, ligando todos felizes na mesma união, no pulsar de um só coração. ларалараларала ларала ларала la Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam
ar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doe.v.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.
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